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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Sim! Cerveja Sem Álcool

 

A Sim! Cerveja Sem Álcool Conquista Seu 3º Título Mundial

Retransmitimos a mensagem de David Figueira, Co-fundador da Cerveja

"Acabamos de receber uma notícia sensacional diretamente da Inglaterra: nossa Sim! Cerveja Sem Álcool - Coffee Dry Stout acaba de ganhar mais um título mundial, a medalha de ouro no World Beers Awards, a maior competição de bebidas do Mundo.

Este campeonato tem várias seletivas em dezenas de países. E as melhores cervejas dessa seletiva vão para a grande final na Inglaterra. Ao todo, ganhamos 11 medalhas nesse campeonato, sendo 6 de Ouro e o grande prêmio de melhor Cerveja Sem Álcool (na categoria Stout’s e Porters). E com isso chegamos a marca de 51 premiações internacionais.  É um baita orgulho ser uma marca local e independente levando o nome do Brasil para o mundo todo."

David Figueira é de Campinas. É um físico formado pela Unicamp, empreendedor e cofundador da "Sim! Cerveja Sem Álcool". Eu o conheço há muitos anos, por volta de 2007, quando ele era um dos cabeças da ACervA Paulista

David sempre empreendeu no ramo cervejeiro. Foi Co-fundador da Lamas Brew Shop, uma loja especializada na venda de insumos e equipamentos cervejeiros para homebrewers e da Cervejaria Cogumelo, uma incubadora de cervejas ciganas. O sucesso foi tanto, que em Minas, o ACerviano Mineiro, José Bento Valia Vargas abriu uma loja Lamas Brew expandido a cultura cervejeiras artesanal, por um bom período na Capital Belo Horizonte.

Fazer cervejas zero álcool, além da tradicional Pilsen, é um ato de ousadia, que quebra paradigmas, redistribui os nichos deste mercado e fomenta os fatores substitutos, esses que tem como pilares, o zelo à saúde, ao exercício físico e ao sono.

Desejo ao David Figueira sucesso pleno em sua jornada de cervejas sem álcool, que está em franco crescimento, face as novas tendências de consumo

Parabéns David! Um brinde!

quinta-feira, 30 de julho de 2026

Heineken +Equilíbrio

 

Giro de Mercado: A Revolução do +Equilíbrio no Portfólio da Heineken

O mercado de bebidas no Brasil vive uma de suas transformações mais profundas, impulsionado por um novo perfil de consumidor que não aceita mais escolher entre o prazer da celebração e o compromisso com o bem-estar. Atento a esse movimento de consumo consciente, o Grupo Heineken estruturou de forma inédita a plataforma +Equilíbrio. Trata-se de uma estratégia robusta para centralizar, organizar e dar protagonismo ao seu portfólio de produtos com teor alcoólico reduzido ou zero, menos calorias, ausência de glúten e até mesmo atributos funcionais.

Os Objetivos Estratégicos da Plataforma

Muito além de lançar novos rótulos, a Heineken redesenhou a experiência no ponto de venda para educar o mercado e simplificar a jornada de compra, concorrendo diretamente com grandes players nas gôndolas dos supermercados. Os pilares centrais da iniciativa incluem, Simplificar a Decisão, que visa unificar a identidade visual para que o consumidor encontre facilmente opções saudáveis. Expandir Ocasiões, conectando bebidas leves a novos momentos do cotidiano, como dias úteis ou o pós-treino e Estimular a Moderação, alinhando o negócio às metas globais de responsabilidade social e saudabilidade da companhia.

O Novo Perfil de Consumo: A Era da Moderação Flutuante

Os dados mostram que os produtos de bem-estar deixaram de ser um nicho restrito. Hoje, a chamada "moderação flutuante" dita o ritmo: cerca de 30% dos consumidores que bebem as marcas tradicionais da Heineken também compram as versões não alcoólicas, alternando o consumo conforme a conveniência do dia ou horário. Essa mudança é acelerada também por novos hábitos de saúde globais e pelo avanço de tratamentos clínicos modernos (como os inibidores de GLP-1), que reduzem o desejo por álcool e alimentos calóricos.

As projeções da Euromonitor apontam que o mercado brasileiro atingirá o consumo de 885 milhões de litros de cerveja sem álcool — um volume impressionante, sete vezes maior do que o registrado em 2019. No varejo físico, dados da Varejo360 comprovam a consolidação, mostrando que a categoria saltou de 3,41% para 4,73% de todas as unidades de cervejas comercializadas.

O Futuro do Mercado: Dois Dígitos de Crescimento

Com um portfólio que abrange desde a cerveja de entrada até inovações fora do segmento cervejeiro (como o Mamba Protein e o Baer Mate), a Heineken registrou um crescimento de dois dígitos altos nas vendas desses produtos focados em saudabilidade. A plataforma +Equilíbrio não é apenas uma resposta passageira às tendências e o futuro; ela redefine as regras do jogo no mercado de bebidas, provando que o verdadeiro equilíbrio veio para ficar nas mesas e rotinas dos brasileiros.


Infográfico Técnico: O Portfólio +Equilíbrio sob a Lupa

Para ajudar o leitor do Ave César Co. a entender exatamente o que está consumindo, estruturamos a tabela comparativa abaixo com os principais dados de calorias, teor alcoólico e diferenciais funcionais de cada produto que integra a plataforma:

Produto

Teor Alcoólico

Calorias (por 350ml)

Diferencial / Atributo

Heineken Ultimate

3,5%

73 kcal

Sem glúten, 30% menos calorias que a original

Heineken 0.0

0,0%

69 kcal

Zero álcool, sabor idêntico ao tradicional

Amstel Ultra

4,0%

71 kcal

Sem glúten, baixa caloria (low carb)

Sol Zero

0,0%

63 kcal

Zero álcool, leve e refrescante para o verão

Lagunitas DayTime

4,0%

98 kcal

Session IPA, baixíssimo teor de carboidratos

Baer Mate

0,0%

50 kcal

Chá mate gaseificado com cafeína natural

Mamba Protein

0,0%

85 kcal

Água proteica com 20g de proteína, zero açúcar

#avecesarco, #consumoconsciente, #grupoheineken, #mercadocevejeiro, #tendencias2026, #cervejazero

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Spaten Pro

 

O dilema da inovação: Como a nova Spaten Pro com whey desafia a tradição e mira o futuro do consumo de bebidas no Brasil

Por dentro da estratégia bilionária que pretende transformar a cultura de boteco em um nicho de suplementação esportiva, driblando os riscos à pureza da escola alemã.

A Ambev lançou oficialmente, pela marca Spaten, a Spaten Pro no Brasil, a primeira cerveja enriquecida com proteína do ecossistema global da AB InBev. O produto chega ao mercado como uma Munich Dunkel zero álcool, contendo 10 gramas de proteína (75% whey protein e 25% colágeno) e menos de 100 calorias por lata de 350 ml. O preço sugerido varia entre R$ 10 e R$ 13, marcando uma forte incursão da companhia no mercado de bebidas funcionais.

O lançamento da Spaten Pro é liderado pelo Centro de Inovação e Tecnologia (CIT) da Ambev no Rio de Janeiro. Foram 5 anos de pesquisa e mais de 100 protótipos até se chegar à fórmula atual de seis ingredientes, sem açúcar.

As intenções da Cervejaria visaram em criar e liderar uma nova categoria que une a indulgência e o sabor da cerveja tradicional ao mercado de bem-estar. O Brasil funciona como a região piloto global da marca para essa tendência de mercado com alta disrupção. Consumidores entusiastas do universo fitness, frequentadores de academias e pessoas que já adotam dietas com ingestão monitorada de proteínas, mas buscam alternativas de consumo social. (O fato não é uma novidade, pois algumas microcervejarias artesanais já tinham desenvolvido cervejas com colágeno, que foram proibidas de produzir por parte das autoridades no Brasil, mais precisamente o MAPA.)

Nesse cenário, a Ambev mapeou o forte crescimento dos alimentos proteicos funcionais (como beer protein, iogurtes e shakes) e a disparada no consumo de cervejas sem álcool. A categoria de "escolhas equilibradas" da empresa (e.g.: Corona Cero, Stella Pure Gold e MichelobUltra) cresceu mais de 70% no primeiro trimestre de 2026. Há também uma forte influência global da moderação gerada pela nova geração de medicamentos de controle de peso (Efeito GLP-1).

A Ambev vive um momento de forte recuperação financeira, ancorada na eficiência de precificação e inteligência de dados pelo ecossistema Zé Delivery e BEES.

A Lucratividade Global da Companhia, no primeiro trimestre de 2026, a receita líquida fechou estável em R$ 22,46 bilhões. O Lucro Líquido atingiu R$ 3,88 bilhões (alta de 2,1%). O EBITDA Ajustado bateu R$ 7,55 bilhões com margem operacional de 33,6%. O fluxo de caixa cresceu 162,5%, totalizando R$ 3,1 bilhões. No consolidado anterior (2025), o lucro anual foi de R$ 15,9 bilhões.

 Mitigar os Riscos da Descaracterização de Marca (Heritage & Legacy)

Ao escolher a tradicional marca Spaten (criada em Munique em 1397) para batizar um produto com whey protein e colágeno, a Ambev corre riscos significativos de marketing e marca no ambiente premium. O risco de perda de Identidade Histórica (Heritage) pode ser considerado de moderado para alto. A Spaten consolidou seu sucesso recente no mercado brasileiro ancorada no conceito de força, pureza e tradição da clássica escola alemã de puro malte. Transformar o nome em uma marca funcional e fitness pode alienar o consumidor tradicionalista (purista), gerando confusão de posicionamento na mente do público básico. (Versões fora do padrão já foram feitos. Por exemplo, lançaram uma edição limitada da Bud Amber, chamada de Budweiser Black Crown.)

O cenário apresenta um risco de percepção "artificial", pois cervejas funcionais suplementadas flertam com o risco de rejeição sensorial e quebra de liturgia (o brinde, o bar, a descontração). A associação imediata com "produtos de academia" pode enfraquecer o apelo emocional e de autenticidade histórica da marca (o seu legacy de mais de 600 anos). Para buscar mitigar esse risco, a cervejaria adotou o estilo Munich Dunkel (escuro, com notas maltadas de caramelo e cacau) em vez de mexer na consagrada receita clara Munich Helles. Além disso, a comunicação, que começará após o evento Spaten Fight Night 3, continuará explorando o pilar de "força e artes marciais", envelopando a proteína como uma extensão de estilo de vida sem abandonar o visual rústico e tradicional da marca mãe.

É ver para crer. Apesar do risco, algo deve ficar claro no mercado. Inovação é um ativo fundamental em uma organização. E não adianta ser idealista sem colocar o ideal em prática. Tem que testar; e nisso a Ambev é craque. Saber dizer "não" para o que não deu certo e voltar atrás se necessário, rever e retestar e melhorar a inovação, ao invés de deixar o chope entornar.

Diga-nos depois o que você achou da cerveja. Matou a fome? A proteína substituiu o seu churrasco ou tira-gosto? Deixe nos comentários! Um brinde. 





domingo, 3 de maio de 2026

Tendências e Futuro


Por que a agilidade intelectual vale mais do que qualquer planejamento estratégico para 2026?

Algumas semanas atrás, estava na sede da Krug Bier , em Minas Gerais e conversei brevemente com o Diretor Comercial, Lukas Gangl , sobre um livro que estava lendo pela segunda vez. Me refiro ao “Relatório Popcorn” de autoria de Faith Popcorn . Havia comentado que, apesar de ser uma obra escrita em 1999, essa se mantém atual, sobretudo sobre a sua visão em termos de comportamento humano, frente às tendências e ao futuro. Ao concluir a leitura, fiz um breve resumo com outros dois livros que li e que são amplamente conhecidos de mercado, e que possuem direções semelhantes ao Relatório Popcorn: “The Signals Are Talking”, de Amy Webb e “21 lições para o Século 21” de Yuval Harari.

Em suma, as obras relevam que o futuro não é um destino onde chegamos por acaso, mas um território moldado por sinais que ignoramos ou decidimos ler. Ao conectar as visões de Faith Popcorn, Amy Webb e Yuval Noah Harari, percebemos que, embora as épocas e métodos difiram, a bússola para navegar no amanhã aponta para direções muito semelhantes.

A principal semelhança entre as três obras é a ideia de que o futuro já está acontecendo agora, escondido em pequenos desvios de comportamento ou avanços tecnológicos incipientes:

A Identificação de Padrões: Faith Popcorn, introduziu a ideia de rastrear tendências comportamentais (como o escasulamento social). Amy Webb, em "Os Sinais Estão Falando", moderniza isso com uma metodologia rigorosa para identificar "sinais na periferia". Harari, por sua vez, olha para o padrão macro: a fusão da biotecnologia com a infotecnologia. Todos concordam que o futuro não é um "golpe de sorte", mas um exercício de observação.

A Adaptabilidade como Sobrevivência: Os três autores sugerem que o maior risco não é a mudança, mas a rigidez. Webb foca no erro das empresas que ignoram o óbvio; Harari foca na obsolescência do conhecimento humano; e Popcorn foca na incapacidade de entender os novos desejos do consumidor, ou seja, uma presença forte de vieses cognitivos.

A Relevância do Humano: Mesmo em contextos tecnológicos, o centro da análise é a experiência humana. Seja na busca por proteção e conforto (Popcorn), na resolução de problemas complexos através de algoritmos (Webb) ou na busca por significado e resiliência mental (Harari).

Afinal, com um mundo VULCA, BANI e outras turbulências, existe uma luz no fim do túnel?

 Entendo que existe luz, mas essa não é (e não será) estática. Para pessoas e empresas, a "luz" não é a chegada a um porto seguro, mas a aquisição de agilidade intelectual. Para as Empresas, a luz reside na escuta ativa. Webb e Popcorn mostram que empresas que sobrevivem são aquelas que não tentam prever o futuro com bolas de cristal, mas que constroem sistemas capazes de reagir a sinais de mudança em tempo real. O lucro futuro pertence a quem resolve as novas angústias humanas, não a quem apenas vende produtos. Para as Pessoas, Harari oferece a lição mais profunda: a luz está na educação emocional e na flexibilidade (resiliência). Em um mundo onde o que você aprendeu hoje pode ser irrelevante amanhã, a maior habilidade é a capacidade de "desaprender" e manter o equilíbrio mental diante do desconhecido.

 O "túnel” que tanto falamos é a própria transição constante. A luz brilha para quem aceita que o futuro é um rascunho contínuo, e que nossa maior vantagem competitiva continua sendo a nossa capacidade de colaborar, sentir e criar sentido onde as máquinas apenas processam dados. Recomendo a leitura de todos esses livros. Contam cases reais e são poderosos.

 Qual desses três autores (Popcorn, Webb ou Harari) mais ressoa com o momento atual da sua empresa ou de sua carreira? Diga-nos! Tenha um futuro brilhante.

 #FuturoDoTrabalho #Estrategia #Tendencias #GRC #riscos #mobileholding #pelosatelite


segunda-feira, 27 de abril de 2026

Johnnie Walker Black Ruby

 

O Novo Clássico: Johnnie Walker Black Ruby Chega para Redefinir o Paladar

Se você achava que o icônico Black Label era o limite da versatilidade da Johnnie Walker, o novo Black Ruby chegou para provar que sempre há espaço na arte para a inovação. Recém-lançado pela Diageo, como uma adição permanente ao portfólio da marca, este rótulo não é apenas uma variação, mas uma celebração das notas frutadas e vibrantes.

Desenvolvido pela Master Blender Dr. Emma Walker, o Black Ruby é o resultado de uma seleção meticulosa de whiskies maturados em barris especiais que antes guardavam vinhos tintos e vinhos de Jerez (Oloroso e Pedro Ximénez). O resultado? Uma profundidade de sabor que equilibra a doçura do mel com a intensidade das frutas vermelhas. Uma novidade para mixologistasbartendersdonos de bares e restaurantes especializados.

O Perfil Sensorial


Diferente da fumaça marcante do rótulo tradicional, aqui o protagonismo é das notas de framboesa, amora e ameixa. No paladar, ele entrega uma textura aveludada, finalizando com aquela nota sutil de especiarias e o DNA defumado da Johnnie Walker, mas de forma muito mais leve e acessível.

Por que apostar nele?

O Black Ruby foi desenhado para a coquetelaria de alto nível. Ele brilha em drinks como o Black Ruby Sour ou em versões contemporâneas do Negroni, sendo a escolha perfeita para quem busca um whisky que transita bem entre o consumo puro e misturas sofisticadas.

Seja para renovar o bar de casa ou para presentear quem aprecia o "Old Money" com um toque moderno, o Black Ruby é a prova de que o clássico pode, sim, se reinventar com maestria.


Fonte: Forbes Brasil e https://www.johnniewalker.com/en/black-ruby-campaign

sábado, 21 de março de 2026

Heineken Ultimate


Heineken Ultimate: A Cerveja Sem Álcool que Também Acompanha os Novos Hábitos de Consumo

Nos últimos anos, os consumidores têm efetivamente adotado um estilo de vida cada vez mais equilibrado, priorizando bem-estar, saúde e escolhas conscientes. Nesse cenário, cresce a busca por bebidas que combinem sabor, leveza e responsabilidade. As cervejas de baixo carboidrato, sem álcool, sem glúten e, mais recentemente, sem açúcar tem caído no gosto dos consumidores, após um logo processo de aprimoramento em torno da produção. As cervejas dessas categorias eram sem graça, não refletiam os sabores que se encontram em uma cerveja tradicional. 


Nesse sentido, o Grupo Heineken lançou, nessa nova onda de tendências, a Heineken Ultimate: uma cerveja 0% álcool, zero calorias e zero açúcar desenvolvida para quem quer aproveitar o melhor do ritual cervejeiro, sem abrir mão de hábitos mais saudáveis. A Heineken enfrentará concorrentes do setor, como a Michelob Ultra, a Skol Zero Zero, Corona Cero e diversas cervejas artesanais, como a Fürst Lite, Krug Zero, Turatti Ultra Low Carb e Albano's Lite.

A Heineken busca representar e acompanhar a evolução natural do mercado de bebidas: pessoas que treinam, trabalham em ritmo intenso, dirigem ou simplesmente preferem moderação. Com o novo produto, há uma opção que entrega frescor e sabor característico, sem comprometer seus objetivos diários. Além disso, a crescente valorização de produtos funcionais, clean label e de baixa interferência se conecta diretamente ao perfil desse consumidor moderno. É uma forma também de recuperar as margens da organização por meio da ampliação de seu portfólio, sobretudo de seu principal produto.

Com uma proposta leve e inclusiva, a Ultimate reforça o movimento global de transformação no consumo: mais liberdade, mais equilíbrio e mais possibilidades — sempre com a qualidade que a marca Heineken carrega. Assim, ela não é apenas uma alternativa; é o símbolo de um novo momento, em que o prazer de beber cerveja se encontra com escolhas mais conscientes.

Espero experimentar em breve.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Lamas Sky Kush Ice


Lamas Destilaria, da cidade de Matozinhos, Minas Gerais, lançou Sky Kush Ice para o Carnaval de 2026

Uma bebida pronta, refrescante, sofisticada e ousada, que une o universo do whisky à intensidade sensorial dos terpenos canábicos. (Sim, a bebida tem o aroma de cannabis, mas não contém princípios psicoativos.) O Sky Kush Ice da Destilaria Lamas não contém THC nem CBD. A formulação utiliza apenas terpenos — compostos naturais presentes em diversas plantas, responsáveis por aromas e sabores característicos.

O RTD é composto de whisky (carro-chefe da destilaria), limão e o perfil aromático da OG Kush — prontos para beber, em uma experiência leve e gelada. O Sky Kush Ice é uma bebida alcoólica mista gaseificada com 6% de teor alcoólico.

Seu perfil aromático combina notas cítricas, herbais e resinosas, que despertam os sentidos antes mesmo do primeiro gole. No paladar, entrega frescor imediato, corpo leve e um final limpo e persistente — ideal para quem busca inovação, praticidade e sabor com personalidade. Recomenda-se beber bem gelado para aproveitar o melhor dessa viagem sensorial.

 O Sky Kush Ice está disponível na Ambix, no Mercado Central de Belo Horizonte.

Sobre a Destilaria Lamas

 A Lamas Destilaria está no mercado de destilados, avançando com projetos de expansão para elevar ainda mais sua presença no mercado e oferecer novas experiências aos seus clientes.

Está em andamento a construção de uma nova sede maior, com previsão de inauguração para o ano de 2026, equipada com tecnologia de ponta e uma adega moderna que permitirá armazenar todos os seus barris, com desenho arquitetônico de Gustavo Penna. Esta nova infraestrutura não só ampliará nossa capacidade de produção, como também possibilitará a visitação, permitindo que os amantes de destilados conheçam de perto o processo de criação que torna seus produtos únicos.

A empresa adquiriu em 2022 a casa-sede da antiga Fazenda Manoel Carlos, localizada no Distrito de Dr. Lund. Trata-se de uma edificação que marca a história de Pedro Leopoldo e da região do Carste de Lagoa Santa. Construída por volta de 1840, a casa abrigou gerações da influente família Vianna, descendente do Visconde do Rio das Velhas — personagem histórico que recebeu Dom Pedro II em sua residência e foi um notável defensor da abolição da escravatura. 

Veja o desenho do projeto, a seguir:


Saiba mais em: Uma Casa, Muitas Histórias | Lamas Destilaria





terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Tendências em bares e restaurantes

 


Tendências de bares que precisamos deixar para trás em 2026

Espaços pensados para viralização, “guest bartenders” sem propósito definido e discursos genéricos de sustentabilidade não convencem mais o público

Por Márcio Silva, colaboração para o Viagem & Gastronomia da CNN 23/01/26

Depois de quase três décadas atuando na indústria global debares, percebo que vivemos hoje um paradoxo curioso. Nunca se falou tanto em experiência, propósito e identidade. Ao mesmo tempo, nunca se produziu tanto excesso, ruído e repetição.

Por isso, mais do que apontar novas tendências, resolvi olhar para aquilo que já soa obsoleto, amplamente discutido por grandes profissionais em grandes eventos de bares ao redor do mundo. Em 2026, mais do que correr atrás da próxima novidade, o verdadeiro sinal de maturidade está em saber o que deixar para trás.

Começo pelos bares que existem apenas como cenário. Espaços pensados prioritariamente para foto, vídeo e viralização, mas que ignoram o conforto, a acústica, a iluminação e o tempo de permanência. Isso cansa. O público mudou. As pessoas querem se sentir acolhidas, conversar, permanecer e criar memórias. Hospitalidade não se mede apenas em likes, mas, sobretudo, no desejo de voltar.

Os menus sem álcool entram nessa mesma reflexão. Quando tratados como apêndice ou como versões “menores” da coquetelaria clássica, perdem força e relevância. Em 2026, é fundamental que as bebidas não alcoólicas tenham identidade própria, linguagem sensorial clara e valor percebido. Não se trata de simplesmente retirar o álcool, mas de construir uma categoria sólida, criativa e completa.

Vejo também uma fadiga crescente em relação aos “guest bartenders" sem propósito definido. Intercâmbios sempre foram essenciais para a evolução da coquetelaria, mas sua essência está na troca real de conhecimento, no diálogo entre culturas, técnicas, valores e visões de mundo. Quando isso não existe, o encontro se resume a festas desorganizadas, excesso de barulho e pouca entrega técnica ou conceitual, e se perde a oportunidade de oferecer algo verdadeiramente especial.

Outro movimento que começa a perder fôlego é a mixologia excessivamente intelectualizada. Cartas que parecem teses acadêmicas, discursos técnicos intermináveis e ingredientes apresentados como códigos secretos criam distância emocional. Técnica só faz sentido quando serve ao essencial. Em 2026, ela precisa ser traduzida com clareza, de forma acessível, integrando-se à experiência completa do bar.

Fonte e saiba mais em: Tendências de bares que precisamos deixar para trás em 2026 | CNN Brasil V&G

Foto: Monin/Costi Bebidas.

domingo, 25 de janeiro de 2026

Ozempic e as mudanças de hábito de consumo

 

Ozempic calou o estômago e ligou o alerta no varejo

 Eles começaram como medicamentos para controle glicêmico. Viraram febre para emagrecimento. E agora? Estão reescrevendo o roteiro do consumo em escala global. Segundo o Morgan Stanley, o uso de GLP-1 (como Ozempic e Monjauro) já reduz de 20% a 30% a ingestão calórica diária. Mas o que isso significa em dinheiro?

Queda de 3% no consumo de refrigerantes, snacks e produtos de padaria. Restaurantes fast-food projetam retração de 1% a 2% nas vendas. Consumidores em uso de Mounjaro reduziram 2,5% do consumo de fast-food. O Ozempic já derrubou 1,5%. (Com base no artigo de Patrícia Raposo, colunista da Movimento Econômico, esse efeito tem desacelerado o consumo de cerveja, alavancado também com uma inflação persistente e perda de renda disponível. No Brasil, o aperto orçamentário das famílias se soma ao crescimento das apostas esportivas, que tem absorvido parte de gastos com lazer.)

Se antes o problema era comer demais, agora o mercado lida com o oposto: gente que simplesmente não sente mais fome. O impacto já aparece no valuation de gigantes como o 🍔 McDonald’s, a 🍫 Hershey’s e a 🥤 PepsiCo.

As ações dessas empresas vêm sofrendo oscilações, pressionadas por mudanças comportamentais e por uma nova cultura que valoriza performance acima de prazer imediato. E no Brasil? A demanda por medicamentos com GLP-1 explodiu: As vendas de Ozempic cresceram mais de 100% em 2023, segundo dados da IQVIA. O Brasil já é o 2º maior mercado global para medicamentos à base de semaglutida, atrás apenas dos EUA. Segundo a Anfarmag, a busca por GLP-1 manipulado também cresceu mais de 400% em farmácias de manipulação em 2023. Varejistas de ultraprocessados reportam queda de sell-out em SKUs indulgentes em bairros de maior renda.

O setor de alimentos viu um aumento de 13% nas buscas por “proteína” e “funcional”, no Brasil só no último semestre (dados Google Trends). E marcas como Habib’s, Subway e Bob’s já anunciaram reformulações nos cardápios com foco em produtos proteicos, low carb e saudáveis.

Enquanto isso, as academias viram o novo “pub”. Usuários de Mounjaro dobraram a frequência de treino e redes fitness crescem mais de 50% em novos alunos. Estamos diante de um culto à performance, com dopamina limpa e whey no copo. Nas manhãs, o “coffee party” substitui a balada. Smoothies, brunches e cafés agora ditam o networking: mais serotonina, menos ressaca.  O Álcool também entrou na roda. Só 62% da Geração Z abaixo dos 35 anos ainda bebem. 38% trocaram festas por meditação. E a queda no consumo é brutal: Boomers: US$ 25B; Gen X: US$ 23.1B; Millennials: US$ 23.4B; Gen Z: US$ 3.1B (Fonte: Statista).

No pano de fundo, o mercado de wellness já vale US$ 6,3 trilhões. Mas o ativo mais valioso de todos agora é outro: atenção focada, corpo afiado e cérebro calmo. Afinal de contas, quem perde? As marcas que vendiam impulso, prazer e gula. E quem ganha? As que entregam longevidade, clareza mental e autonomia.

Se até McDonald’s, Hershey’s e Pepsi estão sentindo o baque, imagine o que vem por aí. O consumo está mudando rápido. A pergunta é: sua marca vai acompanhar ou vai emagrecer junto?

Fonte: https://www.linkedin.com/posts/robertaterra_ozempic-calou-o-est%C3%B4mago-e-ligou-o-alerta-activity-7334218053930369026-7tRy?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAQjwpcB3jgdanI4FOWx82vkvvNXe1t7txI 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Anuário da Cerveja 2025

 


Anuário mostra crescimento do setor em número de cervejarias, porém volumes produzidos sofrem ligeira queda

Existem 1949 cervejarias registradas no Brasil, conforme o Anuário da Cerveja, publicado pelo Ministério da Agricultura, o MAPA. O número de cervejaria registradas em 2024 apresentou um crescimento de 5,5%, com 102 novos estabelecimentos, alcançando um total de 1949 cervejarias no país (1847 em 2023.) Em números absolutos, é o 9º maior aumento da série histórica, ao passo que, em variação relativa ao ano anterior, ocupa a 22ª posição.

São Paulo segue liderando como a unidade da federação com maior número de cervejarias registradas, com 427 estabelecimentos. Para alcançar este resultado o estado apresentou um crescimento de 4,1%, com 17 estabelecimentos a mais em relação ao ano anterior. Santa Catarina é a unidade da federação com maior crescimento absoluto no número de estabelecimentos em relação a 2023, apresentando um aumento de 25 cervejarias, o que representa um crescimento de 11,1% para o estado.

Tocantins apresentou um aumento de 50,0% de cervejarias registrados, sendo o estado com o maior crescimento relativo. O estado passou de 4 cervejarias registradas em 2023 para 6 estabelecimentos em 2024. Acre, Amazonas, Mato Grosso do Sul, Piauí e Sergipe mantiveram em 2024 o mesmo número de cervejarias registradas que apresentavam em 2023.

Goiás foi estado com maior decréscimo de cervejarias registradas em números absolutos, com 4 estabelecimentos a menos em relação ao ano anterior, o que representou uma redução de 9,3%, partindo de 43 cervejarias em 2023 para 39 em 2024. Amapá, Paraíba e Roraima também apresentaram diminuição do número de cervejarias registradas, com decréscimo de 50%, 12,5% e 50%, respectivamente. Em ambos estados, houve redução de 1 estabelecimento em relação ao ano anterior.

Minas Gerais, Santa Catarina e São Paulo são as unidades da federação com maior aumento absoluto de dispersão, com 5 municípios a mais em cada estado a possuírem ao menos uma cervejaria registrada. Belo Horizonte, Nova Lima e Juiz de Fora, se comprovam como polos cervejeiros e ponto de turismo no Estado de Minas. Há 108 municípios mineiros com, pelo menos, uma cervejaria.


O volume de produção declarado atinge nacionalmente o montante de 15,34 bilhões de litros. Esse volume indica uma ligeira queda na produção nacional, de 0,11%, se comparada ao ano anterior, quando o volume declarado de produção de cerveja foi de 15,36 bilhões de litros.

Um ponto importante no relatório anual foi que o volume de produção declarado para a Cerveja sem Álcool ou Cerveja Desalcoolizada. Observou-se o incrível aumento de 536,9%, partindo de 118.924.317,44 litros em 2023, quando representava apenas 0,8% do volume total de cerveja, para 757.444.322,53 litros em 2024, representando 4,9% do volume de cerveja brasileiro. Uma tendência do retrato de consumo de bebidas das futuras gerações?

Saiba mais em: Anuário da Cerveja ano 2025 ou Repositório Institucional do MAPA: Anuário da cerveja 2025 : ano referência 2024


segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Mercado de Bebidas Prontas RTD's

Mercado de bebidas alcoólicas: RTD pode alcançar R$ 1,2 tri em pouco mais de 5 anos

por Reportagem S/A

O mercado de bebidas alcoólicas deve atravessar 2026 influenciado por mudanças no comportamento do consumidor e por um calendário favorável a ocasiões de consumo social, como a realização da Copa do Mundo e a concentração de feriados prolongados. Especialistas apontam a convergência entre consumo moderado, inovação e conveniência como vetores centrais do período.

Uma das tendências observadas é o chamado “zebra striping”, conceito utilizado pela Euromonitor International para descrever a alternância entre bebidas alcoólicas e não alcoólicas em uma mesma ocasião ou ao longo do tempo. A prática está associada à busca por moderação e maior consciência no consumo.

Nesse contexto, dados da Mordor Intelligence indicam que o mercado global de bebidas consideradas saudáveis deve crescer a uma taxa média anual de 3,49% entre 2025 e 2030, impulsionado pela demanda por produtos de menor teor calórico e alinhados a hábitos de bem-estar.

Além do produto, o setor também observa mudanças no processo de compra. Estudo da Two Sides Brasil aponta que as embalagens influenciam decisões de compra em 99% dos casos, com impacto frequente ou constante para mais de 70% dos consumidores.

“Além de envolver, armazenar e proteger o produto, garantindo sua vida útil e facilitando distribuição e consumo, o visual precisa encantar. Quando o design conversa com o consumidor, ele deixa de ser apenas funcional e passa a construir significado”, afirma João Paulo Modulo, Head de Marketing da Missiato Indústria e Comércio Ltda.

Outro movimento relevante é a expansão dos drinks prontospara beber (RTDs). De acordo com projeção da Fortune Business Insights, o mercado global da categoria, estimado em US$ 732,49 bilhões em 2023, pode alcançar US$ 1,227 trilhão até 2032.

Para Modulo, a categoria atende à demanda por praticidade e padronização da experiência de consumo. O avanço da inovação também envolve odesenvolvimento de produtos com atributos funcionais, novos sabores e maior personalização, além do uso de tecnologia nos canais de venda e distribuição.

Fonte: Mercado de bebidas alcoólicas: RTD pode alcançar R$ 1,2 tri em pouco mais de 5 anos

Saiba mais: Rtds in Brazil | Market Research Report | Euromonitor

terça-feira, 14 de outubro de 2025

Previsões Globais em Alimentos e Bebidas 2026

 Uma imagem contendo texto, jornal, mesa, comida

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Saiu o Relatório da Consultoria Mintel com perspectivas para 2026 

Presente em mais de 50 países, a firma estuda as tendências de consumo, focada em alimentos e bebidas. O blog Ave Cesar Co., separou alguns pontos desse reporte vinculado à indústria de bebidas. Confira a seguir.

Fortaleça a determinação de suportar a adversidade agora e nos próximos anos

As Previsões Globais de Alimentos e Bebidas da Mintel para 2026 foram desenvolvidas com o objetivo de analisar como marcas empáticas podem ajudar os consumidores que sentem que estão apenas sobrevivendo, em vez de prosperando. A policrise, termo para uma série de choques ou desastres consecutivos e interligados, dos últimos cinco anos, deixou consumidores e empresas necessitados de apoio para se sentirem preparados, flexíveis e até criativos diante dos obstáculos.

Ser resiliente é uma lição duradoura da COVID-19, mas os analistas globais de alimentos e bebidas da Mintel preveem que a perseverança surgirá como um lema para 2026. As marcas construirão relacionamentos duradouros com os consumidores, demonstrando como estão perseverando diante de questões globais que também estão complicando a vida diária dos consumidores, como mudanças climáticas, interrupções na cadeia de suprimentos e os impactos de condições crônicas de saúde.

Com soluções projetadas para incentivar a persistência, os consumidores se sentirão mais capacitados para enfrentar os desafios diários, desde "o que tem para o jantar?" até "beber isso me ajudará no futuro?"

A inovação sensorial potencializará novas ocasiões sociais

Os consumidores (particularmente a Geração Z) continuarão a reinventar antigas ocasiões sociais, como baladas noturnas e celebrações centradas em álcool. Surgirão oportunidades para marcas de alimentos e bebidas usarem elementos multissensoriais, como aroma, áudio ou vídeo, para modernizar ocasiões de consumo que eram icônicas para as gerações anteriores.

Por exemplo, "soft clubbing", ou festas dançantes matinais com DJs, transformam uma ocasião social icônica, que antes duraria até as primeiras horas do dia seguinte e seria abastecida por álcool, em festas diurnas em cafés focadas em café e chá.

As marcas têm a oportunidade não apenas de reimaginar alimentos e bebidas tradicionais, mas também de reimaginar as ocasiões de consumo onde elas podem ser aplicadas, proporcionando uma maneira totalmente nova de permanecer relevante para a Geração Z e a Geração Alfa. A inovação sensorial potencializará novas ocasiões sociais.

O que as marcas deveriam buscar

Garrafa de plástico

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Conexões emocionais mais profundas com alimentos e bebidas estão se tornando mais intencionais e inclusivas. As marcas têm a oportunidade de entender como isso faz os consumidores se sentirem e por que isso importa.

Compreender as expectativas sensoriais dos consumidores, da textura ao aroma e à recompensa emocional, será fundamental para criar produtos que ressoem. As marcas têm a oportunidade de construir conexões emocionais duradouras, respondendo a essas necessidades sensoriais.

Siga o exemplo da APAC (Ásia-Pacífico) em inovações em bebidas multissensoriais que melhoram o humor

Na China, 79% dos consumidores de bebidas com gás concordam que o som das bolhas estourando em bebidas com gás os relaxa. A Ásia, em geral, está vendo bebidas oferecerem melhorias interativas de humor.

As latas de refrigerante da Fruit.B contêm uma fatia de fruta de verdade que flutua para o topo quando a lata é aberta e o aroma liberado é ainda mais acentuado por uma lata com borda mais larga. Na Tailândia, a campanha Rise Up da Est Cola viu latas de edição limitada com palavras de incentivo impressas de cabeça para baixo para inspirar os consumidores.

A tendência é clara

Características sensoriais além do paladar deixarão de ser um elemento performático e caprichoso em alimentos e bebidas para se tornarem algo mais prático e pragmático. O uso criativo, porém, baseado em evidências, de textura, aroma e aparência será fundamental para criar inovações que ofereçam experiências inclusivas para consumidores carentes.

Saiba mais e acesse o reporte em: Mintel_2026_Global_Food_and_Drink_Predictions.pdf e Global Food & Drink Predictions: 2026 & Beyond | Mintel

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Mercado Brasileiro de Cervejas


Cervejas de luxo ganham espaço no país e custam até R$ 600

por UOL Notícias / WQ

Apostando no consumidor que prefere degustar cervejas mais caras, tanto nacionais como importadas, lojas especializadas em bebidas "premium" têm ganhado cada vez mais espaço no Brasil nos últimos anos. Garrafas de 200 ml chegam a ser vendidas por R$ 600, como a escocesa BrewDog Sink The Bismark.

O Brasil é o quarto maior consumidor mundial de cerveja, atrás apenas de China, Estados Unidos e Alemanha, segundo o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindcerv). As cervejas premium representam 5% do total das vendas no país em volume, de acordo com as empresas do setor.

Um dos exemplos desse crescimento é a rede Mr. Beer, de revenda de cervejas especiais. O negócio, que começou como quiosque em shoppings, em 2009, está indo para as ruas, com lojas maiores e espaços para degustação. “O nosso número de lojas tem dobrado a cada ano. A expectativa para o primeiro trimestre é abrir oito lojas, sendo três em capitais. A demanda tem crescido em todo o país”, declara o diretor Humberto Ribeiro.

Outro exemplo de que as cervejas mais caras estão ganhando espaço é o Empório Alto de Pinheiros, em São Paulo. Criado há quatro anos, é uma espécie de “supermercado da cerveja” com mais de 400 marcas diferentes da bebida. “A cerveja não era o carro-chefe, mas a procura foi tão grande que tivemos que ampliar a nossa carta. Nem a gente esperava que fosse crescer tanto e tão rapidamente”, diz o proprietário, Paulo Almeida.

 Gastronomia puxa as vendas de cervejas

Um dos fatores que mais contribuíram para o crescimento desse mercado, foi a tendência de harmonizar a comida com vários tipos de bebidas, apontam especialistas. “As pessoas estão mais acostumadas a combinar uma refeição com uma bebida. Apesar desse hábito ter surgido com o vinho, a cerveja também vem ganhando espaço no gosto do brasileiro”, declarou Almeida, do Empório Alto de Pinheiros.

Pilsen ainda domina, mas outras variedades ganham espaço

Para Ribeiro, do Mr. Beer, o brasileiro está experimentando diferentes tipos de cervejas, com destaque para as produzidas na Bélgica. “As cervejas europeias têm uma presença muito forte. As marcas do tipo pilsen (as mais populares do país) ainda dominam. Mas os clientes já procuram por cervejas diferentes, como as belgas, por exemplo”, disse Ribeiro.

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