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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Heineken +Equilíbrio

 

Giro de Mercado: A Revolução do +Equilíbrio no Portfólio da Heineken

O mercado de bebidas no Brasil vive uma de suas transformações mais profundas, impulsionado por um novo perfil de consumidor que não aceita mais escolher entre o prazer da celebração e o compromisso com o bem-estar. Atento a esse movimento de consumo consciente, o Grupo Heineken estruturou de forma inédita a plataforma +Equilíbrio. Trata-se de uma estratégia robusta para centralizar, organizar e dar protagonismo ao seu portfólio de produtos com teor alcoólico reduzido ou zero, menos calorias, ausência de glúten e até mesmo atributos funcionais.

Os Objetivos Estratégicos da Plataforma

Muito além de lançar novos rótulos, a Heineken redesenhou a experiência no ponto de venda para educar o mercado e simplificar a jornada de compra, concorrendo diretamente com grandes players nas gôndolas dos supermercados. Os pilares centrais da iniciativa incluem, Simplificar a Decisão, que visa unificar a identidade visual para que o consumidor encontre facilmente opções saudáveis. Expandir Ocasiões, conectando bebidas leves a novos momentos do cotidiano, como dias úteis ou o pós-treino e Estimular a Moderação, alinhando o negócio às metas globais de responsabilidade social e saudabilidade da companhia.

O Novo Perfil de Consumo: A Era da Moderação Flutuante

Os dados mostram que os produtos de bem-estar deixaram de ser um nicho restrito. Hoje, a chamada "moderação flutuante" dita o ritmo: cerca de 30% dos consumidores que bebem as marcas tradicionais da Heineken também compram as versões não alcoólicas, alternando o consumo conforme a conveniência do dia ou horário. Essa mudança é acelerada também por novos hábitos de saúde globais e pelo avanço de tratamentos clínicos modernos (como os inibidores de GLP-1), que reduzem o desejo por álcool e alimentos calóricos.

As projeções da Euromonitor apontam que o mercado brasileiro atingirá o consumo de 885 milhões de litros de cerveja sem álcool — um volume impressionante, sete vezes maior do que o registrado em 2019. No varejo físico, dados da Varejo360 comprovam a consolidação, mostrando que a categoria saltou de 3,41% para 4,73% de todas as unidades de cervejas comercializadas.

O Futuro do Mercado: Dois Dígitos de Crescimento

Com um portfólio que abrange desde a cerveja de entrada até inovações fora do segmento cervejeiro (como o Mamba Protein e o Baer Mate), a Heineken registrou um crescimento de dois dígitos altos nas vendas desses produtos focados em saudabilidade. A plataforma +Equilíbrio não é apenas uma resposta passageira às tendências e o futuro; ela redefine as regras do jogo no mercado de bebidas, provando que o verdadeiro equilíbrio veio para ficar nas mesas e rotinas dos brasileiros.


Infográfico Técnico: O Portfólio +Equilíbrio sob a Lupa

Para ajudar o leitor do Ave César Co. a entender exatamente o que está consumindo, estruturamos a tabela comparativa abaixo com os principais dados de calorias, teor alcoólico e diferenciais funcionais de cada produto que integra a plataforma:

Produto

Teor Alcoólico

Calorias (por 350ml)

Diferencial / Atributo

Heineken Ultimate

3,5%

73 kcal

Sem glúten, 30% menos calorias que a original

Heineken 0.0

0,0%

69 kcal

Zero álcool, sabor idêntico ao tradicional

Amstel Ultra

4,0%

71 kcal

Sem glúten, baixa caloria (low carb)

Sol Zero

0,0%

63 kcal

Zero álcool, leve e refrescante para o verão

Lagunitas DayTime

4,0%

98 kcal

Session IPA, baixíssimo teor de carboidratos

Baer Mate

0,0%

50 kcal

Chá mate gaseificado com cafeína natural

Mamba Protein

0,0%

85 kcal

Água proteica com 20g de proteína, zero açúcar

#avecesarco, #consumoconsciente, #grupoheineken, #mercadocevejeiro, #tendencias2026, #cervejazero

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Ambev 2021

                                                       



Como a Ambev planeja se reinventar nos próximos anos

Modelo de gestão para as empresas brasileiras, a cervejaria Ambev está em busca de novos caminhos para si própria

Marina FilippeKarin Salomão

03.12.2020

Foi-se o tempo em que ser dona da Brahma, da Skol e da Antarctica e levar a eficiência a novos patamares ano após ano bastava para garantir à Ambev a liderança absoluta do mercado de bebidas. Em um mundo de carros elétricos e hambúrgueres de plantas, valer-se de uma receita de sucesso não é mais suficiente. No caso da Ambev, significa colocar em risco a dominância no mercado de cervejas, setor que vai faturar cerca de 578 bilhões de dólares no mundo neste ano.

A concorrência vem se multiplicando em todos os nichos e sendo mais ágil em responder a novos hábitos de consumo. Até varejistas online já passaram a ser uma ameaça. Assim, a multinacional que surgiu da fusão entre as arquirrivais Antarctica e Brahma em 1999 e durante décadas foi modelo de sucesso para as empresas brasileiras mais ambiciosas agora se tornou o grande exemplo de negócio que precisa se reinventar.

A urgência de uma guinada tem aparecido nos números. A margem de lucro da Ambev encolheu de 61,6% para 52.4%, no terceiro trimestre de 2020. A AB Inbev, que controla a Ambev e as unidades europeia e americana, vale hoje cerca de 110 bilhões de Euros na bolsa, 45% a menos do que há 5 anos. (...)

Enquanto isso, a participação de mercado da Heinekem, sua mais ruidosa concorrente no Brasil. passou de 10.3% para 19,6% em volume entre 2014 e 2017. O verão que deve marcar o começo do fim da Covid-19 - uma crise que chacoalhou o mercado de cervejas - deve dar uma grande mostra para onde vai o setor e seus principais atores.

A transformação da Ambev é radical. O senso de dono que a Ambev popularizou no Brasil, com funcionários sócios do negócio, segue firme e forte. Mas se une a uma cultura mais permissiva a erros e a uma atitude mais colaborativa. Aprender mais com os outros virou palavra de ordem para os 30.000 colaboradores. A mudança está sendo acelerada neste ano, que começou com a substituição de Bernardo Pinto Paiva por Jean Jereissati na presidência.

(...) "Meu propósito é manter a espinha dorsal da companhia, ouvindo mais e entendendo o que o consumidor está pedindo".

(...) Na bolsa brasileira B3, a cervejaria fez grande sucesso no período: seu valor de mercado se multiplicou por 4. Em paralelo, porém, a mudança se desenhava na preferência dos consumidores e na forma como grandes marcas se relacionam com os seus públicos - fornecedores, clientes , funcionários. As redes sociais impulsionam os ninchos, criaram comunidades e amplificaram a cobrança. Era preciso ser cada vez mais inovador, reforçar o storytelling e, além de tudo, testar constantemente novos canais de vendas e de contato. Ou seja: o fosso que a Ambev havia construído em torno de seu castelo desapareceu. As maiores empresas do mundo, não por acaso, deixaram de ser as grandes fabricantes de bens de consumo e passaram a ser as que empoderavam as multidões (pelos menos na teoria).

O mercado começou a questionar com mais força esse modelo de criação de grandes empresas de consumo com foco em marcas fortes, o princípio do fundo 3G Capital, na fusão das indústrias de alimentos Kraft Foods e Heinz, ocorrida em 2015. Dois anos depois da fusão, a Kraft Heinz fez uma proposta para incorporar a Unilever e se tornar ainda maior, o que acabou sendo recusado. Agora, uma reportagem do jornal Financial Times revelou que a empresa está negociando mais tempo com seus investidores para encontrar um novo peixão - se é que ele existe.

(...) As mudanças do mundo e novos dilemas da Ambev foram reconhecidos por seus controladores. Em um evento na Califórnia em 2018, Lemann disse que se sentia um "dinossauro apavorado" diante das mudanças rápidas no cenário de consumo. Em uma live transmitida durante a pandemia, Lemann voltou ao tema ao responder sobre o seu novo "sonho grande". Afirmou que seu grande sonho era reformar o sonho grande do passado - ou seja, mostrar que a Ambev seguia relevante neste novo mundo.

"Nos últimos anos, ocasiões de consumo mudaram, canais de distribuição mudaram e o cenário competitivo mudou, desafiando o centro de criação de valor da Ambev: a capacidade de forçar um preço sem perder espaço para a concorrência", diz um relatório do banco de investimento BTG Pactual.

Para acertar, fazer-se presente em diferentes ocasiões de consumo e manter-se no topo, foi preciso admitir que a gestão Ambev não é perfeita, e que não é mais possível crescer sozinho. A partir disso, a empresa começou a abrir. Atualmente, 13.000 startups fazem parte do ecosistema Ambev. A estrutura tecnológica e a preparação dos últimos anos foram essenciais na pandemia. O aplicativo de vendas Zé Delivery, por exemplo, foi baixado 3,3 milhões de vezes em 2020, ante a 1.47 milhão durante todo o ano passado, segundo dados da JP Morgan.

Hoje são mais de 2.000 pequenos varejos parceiros cadastrados na plataforma e entregam diretamente na  casa do cliente. Outras operações digitais como e-commerce Empório da Cerveja e o programa de assinaturas Sempre em Casa, dão a companhia não só agilidade nas entregas, mas também permitem acesso a dados antes exclusivos dos varejistas, como frequência de compra e preferência de consumo do cliente, que passa a estar diretamente conectado à Ambev.

"O concorrente da Ambev não é só a Heineken, mas sim as empresas de tecnologia que conseguem conhecer melhor o cliente e escolher quais produtos priorizar", diz um ex-executivo da companhia. O Grupo Petrópolis, fabricante da Itaipaiva, também está de olho nessa tendência. Lançou o e-commerce Bom de Beer, que nesse ano passou a ter a parceria com os marketplaces de grandes varejistas, como Magalu e Amazon. "Ajuda a manter contato com o consumidor final e também da equipe de vendas com seus clientes", afirma Marcelo de Sá, diretor de controladoria do Grupo Petrópolis.

Saiba mais em: https://exame.com/revista-exame/o-novo-sonho-grande-da-ambev/?fbclid=IwAR2K-XpMLN-7B1xJ463rZi0G0saTSLQv1jwyZQkc8EUqTzWFWJOyN01nQtE 

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Instrução Normativa IN 1673/16

Gestão de estoques em cervejarias: Controle da Produção e do Estoque, conforme a IN 1673/16 - "De volta ao passado"


·         Publicado por Jorge Campos no site Sped Brasil, com seus comentários abaixo sobre BLOCO K - Produção e estoque

Pessoal,
Estamos retornando à Idade da Pedra, (ops, "da planilha"). Vejam a solução que a RFB, colocou para substituir o SICOBE e o Bloco K para o setor de bebidas:

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.673, DE 23 DE NOVEMBRO DE 2016

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.432, de 26 de dezembro de 2013, que dispõe sobre o registro especial a que estão sujeitos os produtores, engarrafadores, cooperativas de produtores, estabelecimentos comerciais atacadistas e importadores de bebidas alcoólicas, e sobre o selo de controle a que estão sujeitos esses produtos.
O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, e tendo em vista o disposto no art. 46 da Lei nº 4.502, de 30 de novembro de 1964, no art. 16 da Lei nº 9.779, de 19 de janeiro de 1999, e no art. 13 da Lei nº 12.995, de 18 de junho de 2014, resolve: Art. 1º O art. 16 da Instrução Normativa RFB nº 1.432, de 26 de dezembro de 2013, passa a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 16. ...................................................................................
 VI - que deixarem de ser controladas pelo Sicobe a partir de 13 de dezembro de 2016, desde que:
 a) o estabelecimento industrial faça opção definitiva por prestar as informações diárias de sua produção à RFB; e
 b) a pessoa jurídica à qual o estabelecimento estiver vinculado cumpra os requisitos estabelecidos pelo § 1º do art. 3º.
 § 1º As informações diárias da produção deverão ser apresentadas em planilha, no modelo constante do Anexo V desta Instrução Normativa, contendo a indicação individualizada da quantidade unitária produzida por tipo e marca de produto, tipo e volume de embalagem e estoque inicial e final de cada produto individualizado.
 § 2º As informações deverão ser encaminhadas pelo estabelecimento matriz do fabricante, de forma consolidada e individualizada por estabelecimento, até o 5º (quinto) dia útil posterior ao da produção, por meio de dossiê digital de atendimento, na forma prevista no art. 4º da Instrução Normativa RFB nº 1.412, de 2013.
 § 3º As informações de quantidades de produtos saídos do estabelecimento apresentadas pelo contribuinte nanotas fiscais eletrônicas de saída deverão ser discriminadas por unidades de produtos.
 § 4º Aplica-se a multa de 100% (cem por cento) do valor comercial do produto a que se refere a informação, não inferior a R$ 10.000,00 (dez mil reais), sem prejuízo da aplicação das demais sanções fiscais e penais cabíveis, por:

I - omissão de informação;

II - informação incorreta ou incompleta quanto à quantidade, o tipo e à marca do produto ou tipo e volume de sua embalagem; ou

III - apresentação da informação em atraso ou em desacordo com o disposto nos §§ 1º ao 3º." (NR)

Art. 2º A Instrução Normativa RFB nº 1.432, de 2013, passa a vigorar acrescida do Anexo V, nos termos do Anexo Único desta Instrução Normativa.
Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União e produzirá efeitos a partir de 13 de dezembro de 2016.

Instrução Normativa RFB nº 1.432....................

Das Exceções à Exigência de Selagem

Art. 16. O selo de controle não será aplicado nas bebidas relacionadas no Anexo I:
I - destinadas à exportação para países que não sejam limítrofes com o Brasil;
II - objeto de amostras comerciais gratuitas destinadas à exportação; e
III - procedentes do exterior, observadas as restrições da legislação aduaneira específica, quando:
a) importadas pelas missões diplomáticas e repartições consulares de carreira e de caráter permanente ou pelos respectivos integrantes;
b) importadas pelas representações de organismos internacionais de caráter permanente, inclusive os de âmbito regional, dos quais o Brasil seja membro, ou por seus integrantes;
c) introduzidas no País como amostras ou remessas postais internacionais, sem valor comercial;
d) introduzidas no País como remessas postais e encomendas internacionais destinadas à pessoa física;
e) constantes de bagagem de viajantes procedentes do exterior;
f) despachadas em regimes aduaneiros especiais, ou a eles equiparados;
g) integrantes de bens de residente no exterior por mais de 3 (três) anos ininterruptos, que se tenha transferido para o País a fim de fixar residência permanente;
h) adquiridas, no País, em loja franca;
i) arrematadas por pessoas físicas em leilão promovido pela RFB;
j) retiradas para análise pelos órgãos competentes;
IV - acondicionadas em recipientes de capacidade até 180ml (cento e oitenta mililitros);
V - controladas pelo Sicobe operando em normal funcionamento.


terça-feira, 7 de julho de 2015

Cervejaria Colorado

Colorado agora faz parte do portfólio da Ambev

Retransmito palavras as de meu amigo de Felipe Pedras:

"Grande dia para o Brasil Cervejeiro! Marcelo Carneiro é parte da família , a @cervejacolorado se junta ao nosso vasto portfólio, servindo as melhores cervejas do planeta ! Estamos aqui no @aconchegosp com @edupassarelli e toda turma da @gooseislandbeer degustando as mais novas crias da linha Barrel Aged (Petroleum e Quadruppel).

Teremos estas novidades somente no www.emporiodacerveja.com.br e no Tasting Room da Wäls !!! Também teremos neste sábado quantidade limitada do nosso lindo Growler!!! @walscervejas Cerveja Arte!!!!"

Trata-se de um novo M&A (Merger and Aquisition) no mercado nacional de cervejas.

Meus grifos: Entendo que para a próxima década será uma tendência, sobretudo para se manter no mercado de forma sustentável e avançar produtos de marca regional em outros estados, transferindo receitas cervejeiras e evitando o pagamento de tributos entre estados. (A guerra do ICMS não é fácil quando não se tem um regime especial, o que torna a remessa de uma cerveja para outro estado quase que inviável.) 

Outra saída, não societária, é executar cervejas colaborativas, entre duas ou mais cervejarias distintas, de forma a permitir que essas possam replicar a colab em suas unidades.

Que a fonte nunca seque.

#pelosatelite #avecesarco #cervejacolorado #ambev #colorado #cervejariacolorado #marcelocarneiro






#pelosatelite #avecesarco #cervejacolorado

quinta-feira, 4 de junho de 2015

Franquias de cervejas


Paixão por cerveja inspira franquias a partir de R$ 79 mil


Que a cerveja é uma das paixões nacionais não é novidade alguma. Segundo dados levantados pelo Ibope Inteligência, 64% dos brasileiros escolhem a cerveja para momentos de comemoração. O Dia da Cerveja Brasileira é celebrado no dia 5 de junho, próxima sexta-feira, e o Terra mostra algumas opções para empresários que desejam abrir uma franquia nesse segmento. O investimento inicial pode variar de R$ 79 mil a R$ 300 mil, e o faturamento mensal, de R$ 25 mil a R$ 250 mil.

Normalmente, as marcas presentes no mercado têm como foco as cervejas especiais, também conhecidas como artesanais ou premium , que leva 100% de malte em sua composição. De acordo com o sommelier de cervejas e proprietário da rede de franquia Mestre-Cervejeiro.com, Daniel Wolff, essa vertente não representa nem 1% do mercado de cervejas brasileiro, mas cresce cerca de 40% ao ano. 

Criada em 2004, a Mestre-Cervejeiro.com tem cerca de 600 rótulos de cervejas nacionais e internacionais e está presente em 15 cidades do Brasil. Atualmente, a empresa tem 36 franquias e prevê a abertura de mais 20 nos próximos quatro meses. O investimento inicial para uma franquia da marca varia de R$ 99 mil a R$ 128 mil, e o faturamento médio mensal, de R$ 25 mil a R$ 45 mil, segundo a empresa.

Apaixonado por cerveja, Daniel criou a marca com a intenção de divulgar a cultura da cerveja nacional. "Foi muito mais paixão do que razão. Eu não tinha estudo do mercado, o aprendizado foi consequência da minha paixão. Eu queria falar de cerveja, divulgar essa cultura. Comecei a trabalhar nas redes sociais, sem pensar direito, e meu resultado foi espontâneo", conta.

Mais informações veja: http://economia.terra.com.br/no-dia-da-cerveja-brasileira-veja-franquias-a-partir-de-r-79-mil,e4661cc9498983322ff323e9ecd1c74apxykRCRD.html

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Krug Bier

Há 17 anos no mercado, a cervejaria Krug Bier foi responsável por inaugurar o mercado belo-horizontino de cervejas artesanais, hoje extremamente popular na cidade. Para reforçar sua tradição e pioneirismo e, ao mesmo tempo, continuar se destacando num segmento cada vez mais competitivo, a Krug anuncia novidades.
A primeira mudança está na marca. Desenvolvida pela Tudo é design, a nova identidade visual mantém alguns elementos antigos, para reforçar a tradição, mas inova com novas formas e tons. “Com a popularização e a entrada das cervejas artesanais no mercado mineiro, a tradicional Krug Bier, se deslocou para um entre lugar, e no âmbito semântico, perdeu parte do seu significado simbólico para o público. A nova marca busca um realinhamento da empresa com o mercado que ajudou a criar”, explica o diretor de criação, Igor Vermelho Laranja.
Além de ajustes estéticos, a Krug Bier também pretende expandir as vendas por meio do licenciamento do uso de sua marca por bares e restaurantes. De acordo com o sócio da cervejaria, Herwig Gangl, a primeira unidade licenciada será no dia 26 de maio, no Extra, do Minas Shopping, em Belo Horizonte. “Estabelecer parcerias com outros estabelecimentos irá nos ajudar a levar nossos produtos a um público maior”, afirma.
Outra novidade é a abertura de uma área de degustação, em um espaço anexo à fábrica, situada em Nova Lima. Segundo o Gangl, a proposta do espaço é proporcionar uma experiência completa, na qual o público poderá conhecer a produção das cervejas e experimentar, em primeira mão, uma parte dos 22 mil hectolitros produzidos anualmente no local.
Primeira e segunda marcas ao longo das atividades da Krug:
 


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terça-feira, 2 de julho de 2013

Minas Mix Beer 2013

         I.            


I Congresso Brasileiro de Empreendimentos da Cerveja

           Entre 5 e 7 de setembro, em Belo Horizonte, os interessados em investir neste mercado poderão aprender mais sobre o processo artesanal no Festival de Cervejas Artesanais, Minas Mix Beer, que vai ocorrer na Serraria Souza Pinto, evento que também entrou para o calendário oficial da cidade. Segundo Cindra Gomes, organizadora do festival, a expectativa é que 8 mil pessoas passem pelo local, movimentando R$ 1 milhão em negócios. Veja a programação a seguir e se prepare para acumular conhecimento.







quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Indústria Cervejeira Nacional 2011



Microcervejarias já movimentam R$ 2 bi por ano

A cifra pode parecer baixa em comparação com os mais de R$ 30 bilhões movimentados anualmente pelas grandes cervejarias, mas o setor microcervejeiro no Brasil, que já conta com cerca de 180 empresas, comemora principalmente o ritmo de expansão.

Enquanto o segmento das cervejas populares, dominado por marcas como Brahma, Skol e Schin, aumenta a 7% ao ano, as microcervejarias crescem o dobro. Há quatro anos representavam pouco mais de 3% do faturamento. Hoje, já são 5%.

Cilene Saorin, do Cobracem (Associação Brasileira dos Profissionais em Cerveja e Malte), diz que as cervejas servem como um termômetro da economia, e o setor foi muito beneficiado com o aumento do poder aquisitivo e amadurecimento do mercado para as cervejas gourmet.

Para continuar crescendo, o objetivo das microcervejarias, em geral de origem familiar e com faturamento médio de até R$ 10 milhões, não é competir diretamente com as gigantes do setor, mas oferecer sabores artesanais com elementos impensáveis para a produção de massa.

Instalada em Belo Horizonte, a Falke Bier investe em sabores diferenciados como a cerveja com mistura de três grãos (cevada, trigo e aveia) que passa um mês amadurecendo em caves subterrâneas. A empresa lançou um rótulo à base de jabuticaba com produção limitada a 1.200 garrafas por ano.

Com tantos diferenciais, os produtos das microcervejarias podem facilmente ultrapassar R$ 100. As diferenças também podem aparecer no teor alcoólico: 4% nas cervejas populares ante até 11% nas bebidas especiais.

A maior parte das microcervejarias está no Sul e Sudeste, e o segmento começa a seguir numa rota de popularização semelhante à percorrida pelos produtores de vinhos com serviços que incluem até passeios turísticos para degustação, segundo Alexsandra Machado, da Abrabe (Associação Brasileira de Bebidas).

A batalha pela sobrevivência não é fácil. "Levamos um ano para conseguir o registro do Ministério da Agricultura, necessário para a venda do produto", afirma Bia Amorim, da Colorado, de Ribeirão Preto, que produz 80 mil litros por mês.

Chegar ao varejo também é desafio. Nos últimos dois anos, a executiva fez palestras em diversos estados do país sobre as peculiaridades das cervejas da marca. "O mercado está amadurecendo", resume. Neste ano, a companhia pretende elevar a produção em 25%.

Fonte: Supermercado Moderno e http://www.mackcolor.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1674%3Amicrocervejarias-ja-movimentam-r-2-bi-por-ano&catid=19%3Anoticias&Itemid=47
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