segunda-feira, 30 de junho de 2014
Ave César!
sexta-feira, 27 de junho de 2014
As 10 marcas de cervejas mais valiosas de 2014
São Paulo - A Bud Light é a marca de cerveja mais valiosa do
mundo em 2014, segundo relatório da consultoria de pesquisas de marketing
Millward Brown.
Com avaliação de quase 12,6 bilhões de dólares, o produto
sustentou o posto de marca de cervejas mais vendida dos Estados Unidos, um dos
únicos mercados do mundo dominados por cervejas light.
O Brasil tem dois representantes na lista, Skol e Brahma,
cujas marcas foram avaliadas no ranking respectivamente em 7 bilhões e 3,5
bilhões de dólares. Confira o desempenho dos 5 primeiros lugares.
1. Bud Light
Valor de marca: US$ 12,580 bilhões
Variação ante 2013: 16% Contribuição da marca para a compra (de 1 a 5): 3
País de origem: Estados Unidos
2. Budweiser
Valor de marca: US$ 11,834 bilhões
Variação ante 2013: 25% Contribuição da marca para a compra
(de 1 a 5): 4
País de origem: Estados Unidos
3. Heineken
Valor de marca: US$ 8,670 bilhões
Variação ante 2013: 5% Contribuição da marca para a compra
(de 1 a 5): 4
País de origem: Holanda
4. Stella Artois
Valor de marca: US$ 8,237 bilhões
Variação ante 2013: 30% Contribuição da marca para a compra
(de 1 a 5):4
País de origem: Bélgica
5. Corona
Variação ante 2013: 21% Contribuição da marca para a compra
(de 1 a 5): 4
País de origem: México
As demais são: Skol, Guiness, Águila, Lite, Brahma.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Tianastácia Golden Ale by Krug
Tivemos acesso com exclusividade ao primeiro lote produzido. O rótulo ficou muito bacana por sinal. As garrafas já se encontram disponíveis para venda na Krug Bier pelo telefone (31) 3507-0777
Com a base musical ancorada no bom e velho rock’n roll, a família Nastácia transita por diversos estilos. Pop, rock, música eletrônica, romântica e outros ritmos possibilitam que o grupo surpreenda e cative novos públicos a cada álbum lançado. A irreverência, o bom humor e a criatividade nas músicas fazem do Tianastácia um dos maiores ícones do pop rock mineiro.segunda-feira, 23 de junho de 2014
Budweiser Rise as One
Com o tema "Levante como se fosse um" Budweiser produz diversos itens de sua cerveja tradicional para colecionador lembrar desse precioso momento no Brasil. O copo plástico é o que vem sendo utilizado para se tomar a cerveja nos estádios.
Cerveja na Copa do Mundo
Com Copa do Mundo, cerveja sobe 75% no entorno do Maracanã
Preço da latinha chegou a R$ 7,90 nas proximidades do estádio.
Água e refrigerante também ficaram até 69% mais caros em um mês.
domingo, 22 de junho de 2014
Super Cooler
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Holanda x Austrália = Cerveja
Rugby, música e cerveja: australianos fazem 'esquenta' junto ao Beira-Rio
segunda-feira, 16 de junho de 2014
Copo de Cerveja da Copa do Mundo 2014
World Cup Beer Glass
De acordo com a Receita Federal, o desenho da taça é de propriedade da Fifa, organnizadora do mundial, que já foi contactada. Caso a falsificação do material seja comprovada, as mercadorias sofrerão pena de perdimento e o importador pode responder criminalmente pelo uso indevido de direito autoral.
A mercadoria, que chegou ao Brasil uma mesma remessa de produtos elétricos e artigos para banheiro e cozinha, foi detectada pelos sistemas de inteligência da Alfândega da Receita Federal no Porto de Suape, que além do cruzamento eficiente de informações, conta com um scanner de contêineres capaz de escanear as cargas de até 100% dos contêineres movimentados no porto, sem causar atrasos.
A Receita informou que a apreensão de produtos falsificados combate a concorrência desleal e protege a saúde dos consumidores na medida em que tira de circulação produtos que não possuem qualquer controle de qualidade em sua produção e que podem ter em sua composição elementos químicos tóxicos à saúde e proibidos no Brasil.
Com informações da Receita Federal
sábado, 14 de junho de 2014
Guia Copa do Mundo Volkswagen
Trata-se de guia escrito "por jornalistas para jornalistas" que merece ser conhecido. Desenvolvido e pesquisado pela agência Plena Comunicação Integrada, a versão impressa de, aproximadamente 120 páginas, está disponível nos principais pontos de informação turística nas cidades sede. Em Belo Horizonte, consegui um guia no terminal de ônibus do Conexão Aeroporto.
Busque seu guia e boa leitura! Aproveite os 30 dias de Copa do Mundo no Brasil, pois Copa FIFA aqui é igual cometa Harley: é no mínimo 60 anos para passar novamente.
Fonte: http://journalistguide-brazil2014.com/index.rnd?area=Welcome;module=Volkswagen;language=en
www.journalistbrazil2014.com
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e sua cerveja
A partir da semana que vem, os "borrachos" da Geral do time de futebol Grêmio — e qualquer outro torcedor tricolor — poderão sentir o gosto de "alentar" o time durante os 90 minutos de jogo. Mas com moderação.
Foto: Júlio Cordeiro / Agência RBS
Produção de Cerveja no Brasil
Produção de cerveja em maio sobe 16,2%, diz CervBrasil
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Krug Bier Copa Lager
terça-feira, 10 de junho de 2014
Cerveja na Copa II
Com cerveja liberada para imprensa, Alemanha monta estrutura de primeira
Federação traz cafeteria e libera bebidas de patrocinadores para os jornalistas. Internet, mesmo na pequena vila de Santo André, deixa de ser problema e vira solução
.Fonte: http://globoesporte.globo.com/futebol/selecoes/alemanha/noticia/2014/06/com-cerveja-liberada-para-imprensa-alemanha-monta-estrutura-de-primeira.html (Foto: Editoria de Arte)
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Bierland Brasil x Argentina ?
A parceria reuniu a paixão pelo futebol e cerveja, brincando com a histórica rivalidade entre os países. Na elaboração do rótulo foram privilegiadas as cores das bandeiras do Brasil e da Argentina.
Serão 12 mil litros do produto sendo apreciados em terras argentinas e brasileiras. De acordo com o mestre cervejeiro da Antares, Leonardo Ferrari, a parceria vem proporcionando vários ganhos para as empresa. “O que o futebol separa por conta da rivalidade, a cerveja tende a unir”, afirma.
Lançamento
A cerveja do tipo American Pale Ale (APA) será lançada em 12 estados do país através de parceiros e distribuidores da marca. O preço das garrafas no Brasil ficará entre R$ 13 e R$ 15.
Em Blumenau, cidade sede da cervejaria catarinense, o público pode apreciar a versão chopp no pub da fábrica e na Vila Germânica.
Mercado Brasileiro de Cerveja
por Graziela Reis
Apesar de fabricantes alardearem preços congelados para a cerveja até o término da Copa do Mundo e do aumento dos impostos para a bebida ter sido adiado por três meses, o brasileiro não tem visto refresco no bolso. Pelo contrário. As altas, que tiveram início no ano passado, continuam e vão acumulando espuma.
Preços na Copa do Mundo
O consultor em segurança Bruno César Dondice Larcher, de 34 anos, é um apreciador de cerveja e tem se assustado com os reajustes dos últimos meses. “Em 2013, a garrafa custava de R$ 6 a R$ 6,50 na Zona Sul de BH. Agora, chega a R$ 8, quase R$ 9”, observa. Ele não vê justificativa para os reajustes. “E essa propaganda de preço congelado é uma ilusão. Tudo aumentou antes”, pondera. Para tentar reduzir um pouco o gasto com a loura gelada, Larcher mantém um cooler sempre cheio com 24 latões de Brahma ou Itaipava. Apesar de conseguir uma boa economia na conta, ele diz que o aumento para as latas também foi uma realidade dos últimos meses. “A cerveja está mais cara em todo lugar”, afirma o empresário Marques Moreno, que não dispensa um copo bem gelado no happy hour. No ano passado, ele desembolsava cerca de R$ 20 com a bebida e o tira-gosto. Hoje, não gasta menos de R$ 30 quando chega ao bar. “É muito reajuste. Não tem justificativa.”
Proprietários de bares, choperias e restaurantes e mesmo de revendas de bebidas da cidade confirmam que os preços não estão totalmente estacionados. O dono do Empório Santa Tereza, Cristiano Augusto Gonçalves de Paula, vende de 250 a 300 rótulos de bebidas e observa que os aumentos foram “exorbitantes” no último ano. “Há um ano tinha latão a R$ 1,40. Teve aumento de 100%”, diz, apesar de lembrar que havia uma situação de “promoção”. Os benefícios e bônus foram sendo retirados. Com isso, apesar do preço de tabela não subir, na prática, aumentos foram praticados. “Já me avisaram que para este mês vão tirar mais condições que me garantiam um preço menor”, conta. “Para segurar o cliente, só suando e criando estratégias”, reforça. Ele capricha no atendimento e entrega a cerveja gelada em casa. Nas quintas e sextas-feiras, o empório é transformado em bar com capacidade para de 180 a 200 pessoas
No Destilado
Rodrigo Ferraz, que tem entre os seus negócios as choperias Albanos e o Haus München, lembra que a Lei Seca já colocou o pé no freio do consumo de cerveja e chope em Belo Horizonte. E a renda em queda também reflete diretamente no setor. “Aumentos, Lei Seca e economia ruim são péssimos para as vendas”, observa. Em um ano, ele calcula quedas nos negócios entre 10% e 30%. Por isso, a resistência também para novos repasses, mesmo que eles cheguem das indústrias. A Copa pode ser positiva para aumentar o consumo, mas Ferraz lembra que se houver manifestações, o que ocorre é o contrário, pois as pessoas evitam sair de casa.
Para o dono da Cantina do Sorriso, Anderson Luiz Fernandes, conhecido como Sorriso, não há justificativas para os reajustes do último ano. No seu restaurante, onde há também um espaço do cervejeiro artesanal que serve para confraria, para se produzir uma garrafa da bebida de cevada artesanal, o custo fica entre R$ 5 e R$ 6. “E é uma cerveja de qualidade muito superior à vendida no mercado convencional”, pondera. “Os aumentos são injustos”, destaca o empresário que é um apreciador da bebida. Para ele, o mercado da cerveja artesanal tem sido motivado por causa desse tipo de situação injusta: “cada dia é maior o número de pessoas querendo produzir suas próprias receitas”.

