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sábado, 15 de novembro de 2025

Indústria do Futebol 2025

                                   

Deloitte Football Money League 2025

Controle de campo: Em sua 28ª edição, o Deloitte Football Money League traça o perfil dos clubes de futebol com maior faturamento no mundo.

A temporada 2023/24 fez história no futebol, com o Real Madrid, de Messi e Ronaldinho Gaúcho, se tornando o primeiro clube a gerar € 1 bilhão em uma única temporada. O sucesso financeiro do clube durante a temporada foi impulsionado pela reforma e ampliação do Estádio Santiago Bernabéu, que proporcionou um aumento significativo nas receitas de bilheteria e comerciais em comparação com a temporada anterior.

No total, os clubes da Money League geraram € 11,2 bilhões em 2023/24, um recorde, um aumento de 6% em relação à temporada 2022/23, com receitas recordes de bilheteria, comerciais e de transmissão. Em 2023/24, o clube médio da Money League gerou € 560 milhões, compostos por € 244 milhões (44%) de receita comercial, € 213 milhões (38%) de receita de transmissão e € 103 milhões (18%) de receita de bilheteria.

O aumento da capacidade dos estádios dos clubes, dos preços dos ingressos em geral e das ofertas premium nos dias de jogo fez com que as receitas dos dias de jogo crescessem 11% em relação ao ano anterior, tornando-se novamente a fonte de receita de crescimento mais rápido para os clubes da Money League. As receitas dos dias de jogo ultrapassaram € 2 bilhões (€ 2,1 bilhões) pela primeira vez na história da publicação, representando 18% da receita total, a maior participação desde 2014/15, quando foram registrados 19%.

Com € 4,9 bilhões, o setor comercial manteve-se como a maior fonte de receita para os clubes da Money League pelo segundo ano consecutivo, representando 44% da receita total. O aumento de 10% em relação ao ano anterior foi impulsionado principalmente pelo crescimento na realização de eventos ao vivo não relacionados ao futebol, pelo melhor desempenho do varejo e pelo aumento nas receitas de patrocínio.

Clubes de Futebol

Durante a temporada 2023/24, diversos clubes de futebol sediaram grandes eventos esportivos em seus estádios, impulsionando as receitas comerciais. Por exemplo, alguns clubes franceses se beneficiaram da Copa do Mundo de Rugby de 2023 e clubes alemães da Eurocopa de 2024. O reconhecimento da confiabilidade e do potencial de crescimento da receita gerada pelos estádios levou metade dos clubes da Money League a buscar a reforma de seus estádios em 2025, incluindo o FC Barcelona e o Manchester City (atualmente em fase de construção) e o Manchester United (atualmente explorando as opções disponíveis para a reforma de Old Trafford).

Os 20 maiores faturamentos por clube de futebol

 


Além disso, oito clubes da Money League apresentaram um desempenho de varejo mais forte, destacando sua capacidade de alavancar o valor da marca e o sucesso esportivo para impulsionar a receita comercial e, provavelmente, uma tendência de os clubes controlarem mais da cadeia de valor da venda de produtos licenciados do que nunca – talvez um sinal de como o modelo de negócios dos clubes de futebol está evoluindo para o futuro.

Em contrapartida, não houve aumento na receita de transmissão (€4,3 bilhões) acumulada reportada pelos clubes da Money League em 2023/24, visto que cada uma das cinco principais ligas permaneceu no mesmo ciclo de transmissão nacional da temporada anterior. As cinco principais ligas estão entrando, ou entrarão, em um período de receitas de transmissão relativamente estáveis ​​devido a contratos de direitos de mídia nacionais de longo prazo, pelo menos até 2027. A Premier League deverá se beneficiar de um aumento no valor de seus direitos de mídia internacionais a partir de 2025/26, principalmente por meio de novos acordos nas regiões do Oriente Médio, Norte da África (MENA) e Ásia-Pacífico (APAC). Além disso, em novembro, a Premier League anunciou planos para estabelecer uma operação de mídia interna, sinalizando uma possível evolução em seu modelo de negócios. Com lançamento previsto para 2026/27, essa iniciativa será responsável pela produção e distribuição de conteúdo internacional, podendo remodelar a relação da liga com suas emissoras parceiras.

Saiba mais em: Deloitte Football Money League 2025

terça-feira, 14 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas

Cervejas nos Estádios de Minas: Volta? Volta! Volta! Volta!

Agora só falta a sanção do governador Fernando Pimentel para a volta das cervejas aos palcos do futebol mineiro. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALGM) aprovou nesta terça-feira, em segundo turno, o projeto de lei que libera a venda de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. A votação registrou 35 votos favoráveis e 15 contrários. Esse é um passo decisivo para o retorno das cervejas aos palcos esportivos. A tendência é que Pimentel analise o caso em 15 dias. Assim, ser for sancionada pelo governador, as bebidas alcoólicas já estarão à venda nas arenas do estado em agosto.

O projeto original permite a venda e o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios durante o primeiro tempo da partida e nos 15 minutos correspondentes ao intervalo. A regra se estende a uma área de 500 metros em torno dos estádios.

Ficará sob responsabilidade dos gestores das arenas definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebida serão permitidos, sendo vedada a prática nas arquibancadas e cadeiras.

Segundo o líder do governo na Assembleia Legislativa, Durval Ângelo (PT), o governador ainda não tem uma posição oficial sobre o texto da "Lei da cerveja". Pimentel analisará a lei do ponto de vista jurídico, entre outros aspectos. Para Durval, a lei não fere o Estatuto do Torcedor - considerado um ponto polêmico pelo Ministério Público -, uma vez que a venda de bebidas alcoólicas foi liberada durante a Copa do Mundo e estados como Bahia e Rio Grande do Norte, por exemplo, permitem a comercialização de cervejas em qualquer evento esportivo.

O Estatuto do Torcedor (Lei 12.299/2010), no artigo 13-A do texto, considera ilegal a entrada e permanência nas arenas com "bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência".

O autor do projeto de lei, Alencar da Silveira Júnior (PDT), confia no, segundo ele, “bom senso do Ministério Público”, que já se posicionou contrário à medida: “Ele (promotor Leonardo Barbabela) vai ter que levar em conta o que está acontecendo nos estádios. Acho que, no fim, ele vai ter o bom senso de ler a lei e vai acabar tomando uma cervejinha no estádio também”, brincou o deputado.

Fonte:http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/interior/2015/07/14/noticia_interior,314887/assembleia-legislativa-aprova-lei-da-cerveja.shtml


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas Gerais

Projeto que tramita na Assembléia de Minas cria "Cerveja da Paz"


Um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa pretende trazer de volta a bebida alcoólica para os estádios esportivos mineiros de uma forma inusitada. Para dar um drible na legislação federal e marcar o gol que parte dos torcedores espera, o deputado estadual Anselmo José Domingos (PTC) quer decretar, pela lei, que a cerveja, preferência nacional dos brasileiros e uma das principais companhias dos frequentadores assíduos dos jogos de futebol, não é capaz de provocar atos violentos do consumidor.
O alvo é a Lei 12.299/10, o Estatuto do Torcedor, que considera ilegal a entrada e permanência nos estádios com bebidas ou substâncias “proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”. Segundo parágrafo único do projeto de lei de Anselmo Domingos, a cerveja “não é bebida suscetível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência em estádios, arenas desportivas e eventos desportivos”.

Já o assunto e o primeiro artigo da proposta trazem praticamente uma definição de dicionário: “Define-se cerveja como uma bebida alcoólica carbonatada, produzida através da fermentação de materiais com amido, principalmente cereais maltados como a cevada e o trigo, incluindo água como parte importante no processo e, em algumas receitas, lúpulo e fermento, além de outros temperos, como frutas, ervas e outras plantas”.

“A gente, na realidade, faz uma redundância apenas para confirmar que cerveja é uma bebida alcoólica que não é capaz de gerar violência”, explicou o autor do texto. O parlamentar disse ter corrido para apresentar o projeto, que ainda pode ser aperfeiçoado. O projeto de Anselmo vai ser apreciado em conjunto com outro, de autoria de Alencar da Silveira Junior (PDT), que delimita o período em que a venda poderá ocorrer durante as partidas de futebol. Segundo Anselmo Domingos, sua versão é mais ampla, trazendo uma visão diferente do projeto ao qual foi anexado.

Alencar propõe que a bebida seja liberada nos primeiros 45 minutos de jogo e no intervalo, proibindo a venda e o consumo em dias de jogos a partir do primeiro minuto do segundo tempo. A regra, que enquadra os 500 metros do entorno das arenas, valerá para as dependências de estádios da administração pública direta e indireta do estado. Alencar diz que seu projeto atende interesses do esporte mineiro, “motivando o retorno aos estádios dos que abandonaram em face ao perigo que a violência representa para a sua integridade física”.

Outro projeto anexado ao de Alencar foi o de Gustavo Valadares (PSDB), que prevê a regulamentação da venda de bebidas alcoólicas durante todo o tempo das partidas. A restrição é que sejam cerveja, chope ou afins e que o recipiente tenha até 500 ml. Anselmo Domingos acredita que o projeto de Alencar esteja com as discussões mais avançadas. “Vou trabalhar pelo meu, mas o projeto do Alencar tem preferência nisso. Se ele acertar, a gente recua e vamos aprovar o dele”, afirmou. O projeto de lei que autoriza as bebidas está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia.

Os deputados estaduais já tentaram aprovar a liberação da bebida em legislaturas anteriores, mas o tema é sempre polêmico na Casa. No início de junho, a Comissão de Esporte, Lazer e Juventude fez uma audiência pública para discutir o assunto. O Supremo Tribunal Federal ainda deve se posicionar em ações diretas de inconstitucionalidades sobre leis aprovadas nos estados da Bahia e Espírito Santo.

RETROCESSO 
Em audiência pública na Câmara Municipal de Belo Horizonte sobre a venda de bebida alcoólica em estádios, o promotor de Justiça Fernando Abreu afirmou que a liberação representaria um retrocesso. “O consumo de álcool potencializa a violência e aumenta o número de ocorrências nos jogos. Toda e qualquer medida favorável à comercialização interna é um retrocesso”, disse.

O gerente de operações do consórcio Minas Arena, que administra o Mineirão, Severiano Braga, reforçou a experiência negativa da venda de bebidas alcoólicas na Copa do Mundo. “Não vimos cenas boas. Bares foram saqueados, pais perderam os filhos. Ela (a bebida) potencializa reações violentas”, contou. “Se foi liberada, tem que haver mecanismos de controle e regras”, completou.

Debate 

A venda de bebidas alcoólicas em estádios divide vereadores de BH, onde tramitam projetos proibindo e também permitindo o comércio em eventos esportivos. Ontem, o assunto foi tema de audiência pública. O subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, major Marcelo Campos Pinheiro, afirmou que a corporação é contra a venda dentro e fora dos estádios. “A PM é contra qualquer uso. Os torcedores entram no estádio alcoolizados e faltando poucos minutos para o jogo. É complicado 10 mil pessoas querendo entrar na mesma hora. Estamos tendo problema no acesso”, afirma. Já o secretário municipal adjunto de Fiscalização de BH, Alexandre Salles Cordeiro, defende a liberação e reconhece que a fiscalização é pequena perto do número de ambulantes. “A prefeitura também é a favor que se libere a esplanada do Mineirão para se colocar uma feira de alimentos”, diz.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Cerveja em estádios de Minas Gerais

Clubes da capital apoiam a volta da venda de cerveja nos estádios


Proibida desde 2007 em Minas Gerais, a comercialização de bebidas alcoólicas dentro e no entorno dos estádios de futebol e demais praças esportivas conta com o apoio dos clubes e da Federação Mineira de Futebol (FMF).

Autor do projeto de lei que regulamenta a venda de bebidas alcoólicas, o deputado estadual Alencar da Silveira Jr. (PDT), que também é um dos presidentes do América, reuniu-se com dirigentes de Cruzeiro, Atlético e FMF em um badalado restaurante de Belo Horizonte.

Otimista com a tramitação da pauta na Assembleia, Alencar crê que mais de 50 dos 77 parlamentares votarão a favor. Ele estima que a cerveja volte a ser comercializada nos estádios já no segundo semestre.

O presidente do Atlético, Daniel Nepomuceno, classifica como “irracional” a proibição, alegando que torcedores consomem cerveja até a hora do início das partidas, nas imediações.

Já para o Cruzeiro, a volta da venda dentro do Mineirão será importante para o aumento da receita do clube em dias de jogos e para evitar confusões durante a entrada dos torcedores.

Oposição ao projeto

O deputado Antonio Jorge (PPS), opositor ao projeto, afirma que é hipocrisia “tratar a cerveja como refrigerante”. Presidente da Comissão de Combate ao Crack e Outras Drogas, ele se baseia no artigo 13 do Estatuto do Torcedor, que determina a proibição de “portar objeto, bebida ou substância proibida ou susceptível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”.

Já de acordo com o professor de direito desportivo, Gustavo Lopes Pires, o Estatuto não proíbe a cerveja. “Não há estudos que provem que a cerveja esteja ligada à violência”, explica.

Foto: freepik

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Cervejas em estadios

O novo presidente da CBF disse que vai lutar pela liberação de cervejas nos estádios de futebol. Para Marco Polo Del Nero, em entrevista o ESPN.com.br, a bebida tem de ser permitida antes do início das partidas e somente no espaço dos bares das arenas. 
"Estamos vendo isso também. Conversando. Tem de trabalhar. Eu sou favorável à liberação da bebida, da cerveja, mas que seja tomada só no bar, não na cadeira. Na cadeira tem de ser proibido levar o copo. Mas antes, qual o problema [de ter cerveja]?", disse o dirigente.
"Futebol é entretenimento. É isso. Tem que fazer o torcedor chegar uma hora antes, se divertir. Toma uma cervejinha... O que eles têm feito: bebem na rua, no bar da esquina e lá tem pinga, bebida mais forte. Então, dentro do estádio eles só estariam bebendo cerveja", completou.
Foto: freepik

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Budweiser Rise as One



Budwiser faz garrafa e copo especial e campanha de marketing para a Copa do Mundo

Com o tema "Levante como se fosse um" Budweiser produz diversos itens de sua cerveja tradicional para colecionador lembrar desse precioso momento no Brasil. O copo plástico é o que vem sendo utilizado para se tomar a cerveja nos estádios.




segunda-feira, 26 de maio de 2014

Preços das cervejas na Copa


Preços em Estádios durante a Copa irão aquecer os cartões de crédito

Tudo pronto para refrescar-se durante os jogos da Copa (para aqueles que irão aos estádios).

Garanto que os "esquentas" antes dos jogos será o mais bacana! Prepare o bolso! Aceita-se cartões de crédito! Budwiser sairá a R$ 13,00! A cerveja no estádio terá um gosto um pouco mais amargo...no bolso.


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Cerveja em estádios


Clássico da cerveja: torcida vibra por retorno de bebidas alcoólicas ao bares dos estádios

Há muitos motivos para preferir a redonda, a boa, a número um e até a que não precisa de motivos para se tomar. Bebe-se “porque sim”. Mas, independente das preferências, difícil mesmo é encontrar alguém que seja a favor da proibição da venda de bebidas alcóolicas dentro dos estádios. Afinal de contas, por que não?
Ontem, no primeiro Ba-Vi com o retorno da cerveja aos bares dos nossos estádios, os torcedores degustavam com lúpulo e cevada a decisão do governo da Bahia de derrubar a resolução da CBF, que, em 2008, proibiu o consumo de bebidas em partidas de futebol.
Com a cerva rolando solta nas cantinas de Pituaçu, deu até para entrar mais cedo. Bebedores inveterados, os rubro-negros Marcelo Santos, 29 anos, e Sandro dos Santos, 26, brindavam a decisão de revogar a lei com a alegria de quem não tem restrição quando o assunto é cerveja. “A gente é desbloqueado, bróder. Topamos qualquer operadora”, brincou Marcelo. “Essa história de que consumo de cerveja causa violência não faz sentido. Se o cara tá afim de bagunçar, ele bagunça de qualquer jeito”, emenda o amigo. 
Equilibrando-se com quatro copões de cerveja em duas mãos, a antropóloga, professora universitária e tricolor Jamile Borges, 43 anos, ironizou. “Se fosse assim, as reuniões nos Alcóolicos Anônimos tinham que ter detector de metais e revista policial”, disse. “Agora, falando sério, a lei tem que encontrar um meio termo. Não se pode penalizar o cidadão de bem que vem para cá tomar sua cervejinha”. 
De folga, os policiais militares Sandro Costa, 36, e Márcio Lamarca, 39, acreditam que a proibição é muito radical. “Durante 90 minutos de jogo não dá tempo do cara ficar bêbado. Além do mais, sem cerveja lá dentro o cara bebe todas aqui fora para compensar. Já entra turbinado”, argumentou Sandro, provocado pelo colega quando informou a idade. “Rapaz, você tá derrubado. Teve derrame, foi?”. “Só se for o derrame de Skol pra dentro”, retrucou ainda do lado de fora, enchendo a cara de cerveja e bom humor.
Muitos acreditam que a volta da cerveja vai melhorar o acesso às catracas na hora de entrar. “O pessoal ficava lá fora enchendo a cara até dez ou 15 minutos antes do jogo. Aí, entrava todo mundo de uma vez. Você percebeu que hoje (ontem) não teve muvuca?”, perguntou o funcionário público Jorge Abras, 47 anos. Motivos para defender a liberação não faltam. Mas, um deles é campeão. “Pelo menos agora a gente pode tomar uma para aliviar a tensão”, explica Jorge, que, rubro-negro, comprou ficha no caixa logo após o gol rival.  
Até os mais embriagados deram exemplo. Visivelmente bêbado quando o jogo ainda estava 1 x 0 para o Leão, um senhor com a camisa do Vitória ansiava por mais uns goles. “Saindo daqui vou tomar uma caixa de Schin que apostei com um amigo Bahia. Mas é bico molhado. Vamos tomar juntos. O cara torce para o time errado, mas é meu amigo”, disse, apoiando-se no balcão do bar para não cair.
Fonte: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/classico-da-cerveja-torcida-vibra-por-retorno-de-bebidas-alcoolicas-ao-bares-dos-estadios/?cHash=3f3980347344ac862ee04c12f44f1ac0 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Cerveja em estádios


Deu água no chope: Ferj suspende resolução que libera venda de cerveja no Carioca

Rio - A Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) suspendeu a liberação da venda de cerveja em jogos do Futebol Carioca. O motivo foi o expediente encaminhado pelo Ministério Público dizendo que os laudos de engenharia, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária apresentados antes do campeonato não contemplavam a comercialização da bebida. A postura da entidade agora é a de aguardar o posicionamento dos órgãos em nova análise do caso.

A Ferj havia liberado a venda de cerveja justificando a medida baseada em alguns argumentos, entre eles o de que o Estatuto do Torcedor não menciona diretamente a proibição da venda de cerveja e que a Fifa autoriza a comercialização da cerveja em jogos da Copa do Mundo.

O Ministério Público entrou no circuito e instarou inquérito para apurar a validade da então resolução da Ferj.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Cerveja Liberada = Água no Chope?

Após cerveja ser liberada, MPRJ quer proibir torcida em jogos do estadual

Ministério Público alega falta de segurança e dá 24h de prazo para Ferj. Caso não feche portões dos estádios, federação pode sofrer ação pública.

Do G1 Rio
 
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) recomendou na tarde desta quarta-feira (13) à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) que as partidas do campeonato estadual sejam jogadas sem torcida, com os portões fechados, até que apresente novos laudos técnicos que atestem as condições de segurança do público nos estádios. A recomendação ocorre dois dias após a Ferj liberar a venda de cerveja nos estádios a partir da Taça Rio – segundo turno do campeonato estadual. Caso a federação a atenda, sua medida passará a ter efeito nulo, além de acarretar prejuízo aos clubes.

O Ministério Público, através da 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Capital, aponta que os laudos de engenharia, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária apresentados antes do campeonato não contemplavam a liberação de bebida. De acordo com o MPRJ, a liberação invalida os laudos e torna obrigatórias novas avaliações de segurança nos estádios.

O MPRJ afirma que informou a Ferj, por fax, às 13h34, e deu prazo de 24 horas para ela responder se acatará ou não a recomendação. Na prática, a federação terá até sábado (16), já que o prazo não termina antes do único jogo desta quarta (13), entre Flamengo e Resende, e não haverá partidas nos dois dias seguintes.
Se não acatar o pedido do Ministério Público, a federação poderá sofrer uma ação civil pública, com o pedido de punições que vão até a destituição de seu presidente – e o do presidente do clube com mando de campo.

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/03/apos-cerveja-ser-liberada-mprj-quer-proibir-torcida-em-jogos-do-estadual.html

terça-feira, 12 de março de 2013

Cerveja em estádios do Rio de Janeiro

Ferj libera venda de cerveja em jogos do Carioca

Rio -  A Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) confirmou, nesta segunda-feira, a liberação de venda de cerveja em jogos do Carioca. A medida já passa a valer no fim de semana. Agora, a bebida vai poder ser comercializada em pontos fixos dos estádios no período entre duas horas e até 15 minutos antes do início dos jogos e nos intervalos das partidas.

A medida vale apenas para cerveja, que só poderá ser consumida fora dos limites das tribunas, cadeiras e arquibancadas dos estádios. A venda de bebidas destiladas continua proibida.  

Em documento assinado pelo presidente da Ferj, Rubens Lopes, no site da entidade, o dirigente justifica a medida baseado em alguns argumentos, entre eles o de que o Estatuto do Torcedor não menciona diretamente a proibição da venda de cerveja e que a Fifa autoriza a comercialização da cerveja em jogos da Copa do Mundo.

Um vai e volta danado.

Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/ataque/carioca-2013/ferj-libera-venda-de-cerveja-em-jogos-do-carioca-1.559403

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Consumo de Cerveja na Copa



Liberar consumo de cerveja na Copa será um retrocesso
Por Vanessa Costa

A Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead) é contra a medida e afirma que isso coloca interesses comerciais acima da saúde da população

Hoje a imprensa está informando que a Lei Geral da Copa pode permitir a venda de cerveja nos estádios durante a Copa de 2014. Como já era esperado, os interesses comerciais que envolvem a competição levaram a Fifa a fazer pressão (mais uma) e, pelo que tudo indica, vai conseguir flexibilizar o Estatuto do Torcedor, até hoje considerado um grande avanço conquistado pela sociedade.

Esta possibilidade preocupa a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead). “A sociedade brasileira lutou durante anos para institucionalizar essa regra e, após um longo período de conscientização e adaptação, a população em geral e os freqüentadores dos estádios em particular entenderam que é uma medida benéfica. Ao abrir essa exceção, vamos retroceder décadas em 30 dias. Além disso, vamos abrir um precedente para que a CBF e outras federações nacionais exijam o livre comércio em jogos da sua competência”, afirma o psiquiatra e presidente da Abead, Carlos Salgado. Para ele, abrir negociações nesse sentido é um desrespeito à consciência do legislador e à opinião pública.

O álcool é um grande problema de saúde pública, principalmente em campos de futebol. “Essa droga lícita amplifica rivalidades e facilita a expressão da agressividade. Em jogos de futebol isso pode ser ainda mais evidenciado, já que há grupos de torcedores em oposição” explica Salgado.

Para driblar os interesses comerciais e proteger avanços sociais duramente conquistados, de acordo com o psiquiatra, as autoridades brasileiras terão de contar com o apoio da sociedade e cabe às instituições formadoras de opinião manter o cidadão informado. “É preciso resguardar os interesses da população no que diz respeito à saúde pública e à segurança nos estádios, independentemente dos interesses e intervenções de alguns grupos”, acrescenta Carlos Salgado.

No mesmo sentido é importante desfazer a associação entre o álcool e os esportes, sobretudo o futebol. A utilização da imagem de esportistas famosos em propagandas de bebidas alcoólicas é uma forte influência para o consumo, principalmente entre os jovens. “Todos nós queremos a Copa no Brasil, mas é preciso estabelecer limites. Não é aceitável negociar a saúde da população para receber o evento”, finaliza Salgado.

Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=46657:liberar-consumo-de-cerveja-na-copa-sera-um-retrocesso-&catid=47:cat-saude&Itemid=328

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