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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Final da Copa do Mundo FIFA

 

Espanha x Argentina na Final da Copa: O Duelo dos Gramados Invade o Seu Copo!

A grande final da Copa do Mundo está batendo à porta e o clima de rivalidade saudável já tomou conta do ar. De um lado, o toque de bola refinado da Fúria espanhola; do outro, a raça, a paixão e o talento do futebol da Albiceleste argentina.

Aqui no Ave César, nós acreditamos que um evento dessa magnitude exige uma celebração à altura. E nada melhor para acompanhar os 90 minutos mais tensos do ano do que as cervejas oficiais de cada país — todas fáceis de encontrar nos supermercados e empórios do Brasil. Prepare o gelo, arrume os petiscos e escolha o seu lado nesse duelo de titãs do futebol e do malte!

Lado A: A Elegância e a Tradição da Espanha

Se a sua torcida vai para o futebol europeu, a Espanha entrega opções que equilibram perfeitamente refrescância e intensidade.

Estrella Galicia (Puro Malte): A escalação inicial obrigatória. É a cerveja espanhola mais famosa e acessível no Brasil. Leve, equilibrada e com aquele amargor na medida certa para acalmar os nervos nas cobranças de falta.


1906 Reserva Especial: Para quem busca um "jogador de peso". Essa Premium Lager tem um sabor maltado intenso e um teor alcoólico mais elevado (6,5%). Perfeita para os momentos em que o jogo pede mais intensidade.

Alhambra Reserva 1925: A joia da coroa. Com sua icônica garrafa verde sem rótulo, é uma cerveja complexa, encorpada e com um amargor marcante. Uma escolha de gala para quem quer celebrar um título em grande estilo.

Lado B: A Raça e o Sabor da Argentina

Se o seu coração bate no ritmo sul-americano, os hermanos trazem opções que são verdadeiras instituições nacionais e combinam perfeitamente com a resenha do futebol.

Quilmes: O maior clássico argentino e presença garantida nos churrascos de Buenos Aires. De propriedade do Grupo Ambev trata-se de uma Lager super leve e refrescante, feita para beber bem gelada enquanto você grita o gol da vitória.

Patagonia Amber Lager: Ainda no mercado nacional, é uma opção que tem personalidade. Com sua cor avermelhada e notas de malte caramelo, ela equilibra o dulçor e o amargor de forma magistral.

Patagonia 24.7: Se o jogo estiver quente, vá de Session IPA. Ela traz o frescor do lúpulo combinado com um toque de saúco (uma fruta local), resultando em notas cítricas e altíssima refrescância.

Dica de Craque Ave César: Quer viver a experiência argentina raiz? Tenha uma garrafa de Fernet Branca por perto. Misturado com gelo e refrigerante de cola, o Fernet Cola é o verdadeiro sabor das arquibancadas portenhas.

O Veredicto: Monte o seu "Balde do Confronto"

Por que escolher um lado se você pode apreciar o melhor dos dois mundos? A nossa sugestão para a grande final é montar um balde de gelo misto: coloque algumas Quilmes e Patagonias de um lado, e alinhe as Estrella Galicias e 1906 do outro.

Seja qual for o resultado dentro de campo, no seu copo o espetáculo está garantido. Que vença o melhor!



Imagens: Nano Banana 2 (IA)

sexta-feira, 3 de julho de 2026

Whisky na Copa do Mundo

 

Da Escócia para os Gramados: O Whisky dos Campeões

A intensidade de um bom uísque combina perfeitamente com momentos de glória e superação absoluta. Ficou nítido na histórica noite em que o técnico da seleção do México, Javier Aguirre, comandou a vitória de 2 a 0 contra o Equador no Estádio Azteca. A vitória garantiu a classificação do país para as oitavas de final da Copa do Mundo.

Para o comandante mexicano, que também havia acabado de se tornar avô, a noite foi considerada "perfeita". Descontraído e de excelente humor durante a coletiva de imprensa, ao ser questionado se ainda lhe faltava algo para celebrar o momento mágico, Aguirre não hesitou em pedir um uísque: 

"Um uísque. Agora mesmo, um uísque. Só uma dose pequena, com gelo. Não tenho no quarto, o meu acabou. Deixa para lá, não conta para ninguém".

Seja para relaxar após enfrentar a pressão de um mata-mata mundial na Copa FIFA, seja para brindar às conquistas pessoais da vida, uma dose com gelo de um legítimo single malt é o prêmio ideal para quem sabe apreciar a vitória. Curiosamente o treinador mencionou o nome do seu Scoth favorito: Lagavulin. Fomos atrás desse artigo de luxo e descobrimos uma história interessante do whisky.


Imagine uma ilha remota na Escócia, castigada por ventos gelados, cercada pelo mar revolto e coberta por uma terra escura e antiga chamada turfa. É exatamente ali, na icônica ilha de Islay, que nasce o Lagavulin, um dos whiskies mais intensos e reverenciados do planeta. Mas a jornada para criar essa lenda líquida não foi simples. Ela é feita de segredos, teimosia, paciência e, claro, momentos históricos de pura comemoração.

Muito antes de se tornar uma marca de Scotch mundialmente famosa, a região da baía de Lagavulin já exalava fumaça. Por volta de 1742, dezenas de destilarias ilegais operavam escondidas nas colinas, desafiando os cobradores de impostos do rei. Aqueles homens sabiam que a água pura que descia dos lagos locais, combinada com a queima da turfa para secar a cevada, criava um destilado com sabor único de fumaça e mar. A destilação oficial e legal só começou em 1816 com John Johnston. No entanto, a alma rebelde e o processo artesanal daquela época nunca abandonaram os alambiques da destilaria.

Uma das partes mais fascinantes da história da marca envolve uma rivalidade intensa. No final do século XIX, um homem chamado Sir Peter Mackie assumiu o controle da Lagavulin. Ele também atuava como agente de vendas da destilaria vizinha, a Laphroaig. Quando Mackie perdeu esse contrato de vendas, ele ficou furioso. Em uma tentativa de revanche, ele decidiu construir uma destilaria idêntica dentro de seu próprio terreno em 1908, chamada Malt Mill. O objetivo? Copiar exatamente o sabor da rival. Ele contratou os mesmos artesãos e tentou replicar cada detalhe. Mas falhou. Embora estivessem a poucos metros de distância, a água e o ecossistema de Lagavulin eram diferentes. O experimento provou que o sabor de Lagavulin é impossível de ser copiado por herança da sua própria terra. A destilaria Malt Mill acabou fechando décadas depois, tornando suas raras garrafas sobreviventes em verdadeiros mitos do mundo do whisky.

O que torna o Lagavulin — especialmente a sua famosa versão de 16 anos — tão aclamado por especialistas? A resposta é o tempo. A destilaria realiza a destilação de forma extremamente lenta. Isso permite que o líquido passe mais tempo em contato com o cobre dos alambiques, arredondando o sabor.

O whisky jovem que sai do alambique é agressivo e fortemente defumado. São necessários 16 longos anos de maturação em barris de carvalho para que a turfa diminua de intensidade, dando espaço a notas ricas de baunilha, frutas secas e um toque salino que remete ao mar.



Eu provei e indico! Você já provou esse artigo de luxo antes? Deixe sua observação nos comentários!


Fotos: IA, Luke Bentley/Piotr J./Brian Walker/Henrique Oliveira

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Pepsi Football Nation

 

Pepsi Football Nation: Como dominar o campo sem ser o dono da bola

Por Redação Ave Cesar Co.

No mundo do marketing esportivo, nem sempre é preciso ser o patrocinador oficial de um torneio para ser o protagonista da conversa. A Pepsi acaba de provar isso com o lançamento da "Pepsi Football Nation", uma plataforma global que escala ninguém menos que David Beckham para liderar uma "revolução" no modo como vivemos o futebol.

Estrelando Beckham ao lado de ícones como Vini Jr., Mohamed Salah e a campeã mundial Alexia Putellas, (faltou Ronaldinho Gaúcho?) a campanha utiliza o humor para celebrar a cultura que pulsa fora das quatro linhas. O conceito central é o "Manual do Torcedor", onde os fãs são convidados a criar as leis de uma nova nação. Entre as "regras" que já viralizaram, destaca-se a Regra nº 1, que decreta: é "Football", não "Soccer". Para garantir que a lei seja cumprida, a marca lançou até uma extensão de navegador que substitui automaticamente o termo americano em qualquer site.

Estratégia de Guerrilha: O Drible na FIFA

A criação da "Pepsi Football Nation" não é apenas um exercício de criatividade, mas uma manobra estratégica de mestre (correndo por fora do campo). Como a fábrica de refrigerantes não detém os direitos de patrocínio da Copa do Mundo FIFA — território ocupado por sua principal rival, a Coca-Cola, a marca aposta no marketing de guerrilha no ambiente do futebol. A estratégia busca dominar a conversa cultural focando no comportamento do torcedor.

Sem poder citar o nome oficial do evento, a Pepsi utiliza o peso de suas celebridades para garantir alcance global, conectando-se à paixão que persiste nos fóruns do Reddit, nas redes sociais e nos rituais de dia de jogo, onde a marca de entretenimento se sente em casa.

Para garantir que a campanha não fique apenas nos comerciais de TV, a Pepsi desenhou uma série de ativações digitais focadas em interatividade e personalização: Customização no Reddit, nesse sentido, a marca criou espaços exclusivos em comunidades de futebol para que os fãs votem e sugiram novas regras para o "Manual", transformando a campanha em um documento vivo.


Filtros de Realidade Aumentada (AR): No Instagram e TikTok, torcedores podem usar filtros interativos para simular o "clima de estádio" em qualquer lugar, compartilhando suas próprias superstições e rituais.

Conteúdo "Behind the Scenes": Através de QR codes nas latas, o público ganha acesso a vídeos exclusivos de Beckham e Salah discutindo suas próprias manias de jogo, humanizando os astros e gerando dados valiosos de consumo. O tom é leve e irreverente, reforçando o posicionamento da Pepsi como uma marca que não apenas assiste ao jogo, mas vive a cultura pop do esporte junto com o fã.

Será que outras marcas farão o mesmo? A Heineken, por exemplo, jogará por fora da linha contra a Budweiser? É algo a se pensar.


quinta-feira, 23 de abril de 2026

Budweiser Budstalgia Copa FIFA 2026

 

Budstalgia: Budweiser celebra 40 anos de Copa do Mundo com garrafas colecionáveis

A Budweiser, cerveja oficial da Copa do Mundo FIFA há quatro décadas, acaba de dar o pontapé inicial para o mundial de 2026. Com a campanha global "Budstalgia", a marca lançou uma coleção exclusiva de garrafas de alumínio que transformam a história do futebol em itens de design.

Desenvolvida pela agência brasileira Africa Creative, a coleção temática não apenas antecipa o clima do próximo torneio, mas faz uma viagem no tempo, homenageando edições que marcaram gerações de torcedores.

O Conceito "Budstalgia"

A coleção global da campanha de marketing conta com 11 designs diferentes, inspirados nas edições da Copa de 1986 até a atual. Cada garrafa utiliza elementos visuais, cores e símbolos que remetem à identidade visual e aos momentos icônicos de cada ano. No Brasil, o foco está em seis edições específicas, escolhidas pela conexão emocional com o torcedor brasileiro:

México 1986: Estreia da parceria e o surgimento da famosa "Ola". EUA 1994: O ano do tetra e do recorde de público nos estádios americanos. Coreia e Japão 2002: A consagração do Penta da Seleção Brasileira.

Alemanha 2006: A era das Fan Fests e da celebração global. África do Sul 2010: O ritmo das vuvuzelas e a primeira Copa no continente africano. Copa 2026: O design futurista que celebra o próximo torneio na América do Norte.

As garrafas de 330ml não são apenas objetos de decoração e colecionismo. Cada unidade vem equipada com um QR Code que, ao ser escaneado, transporta o consumidor para uma experiência digital. O conteúdo inclui vídeos, curiosidades e a "atmosfera" da época correspondente à garrafa, permitindo que novos e antigos fãs revivam a nostalgia do futebol.

O lançamento oficial ocorre nesse mês de abril de 2026. No Brasil, o canal prioritário de venda foi o Mercado Livre, onde um kit exclusivo contendo as seis garrafas colecionáveis foi disponibilizado por valores que variam, dependendo da demanda e promoções vigentes.

As unidades avulsas devem chegar às gôndolas dos principais supermercados e pontos de venda físicos a partir de maio, permitindo que os colecionadores busquem suas edições favoritas individualmente.

Promoção Bud Fan Store

Acompanhando o lançamento das garrafas, a Budweiser também ativou a plataforma Bud Fan Store. Através dela, os consumidores podem cadastrar suas notas fiscais de compra para concorrer a prêmios exclusivos e itens de merchandising oficial da marca para a Copa do Mundo 2026.

Fonte e saiba mais: https://www.budstalgia.com 



quinta-feira, 28 de novembro de 2024

FIFA Futebol 2026

 



Fifa fecha segundo patrocínio para o Mundial e terá maior cervejaria do mundo

Depois da chinesa Hisense, entidade terá a parceria da AB InBev

Da Redação de Exame

A Fifa anunciou nesta segunda-feira, 25 de novembro, o segundo patrocínio para o Mundial de Clubes, com a AB InBev, considerada a maior cervejaria do mundo. A empresa é detentora de marcas conhecidas como Budweiser e Michelob ULTRA. O primeiro acordo anunciado pela Fifa foi com a empresa chinesa de eletrônicos Hisense, que assinou contrato no fim de outubro.


O Super Mundial de futebol vai marcar um novo formato para a competição a partir de meados de 2025 e será disputado de quatro em quatro anos, com 32 clubes de futebol divididos em oito chaves de quatro equipes. Nesta semana, a Fifa anunciou os 12 estádios que vão receber os jogos do torneio, localizados em 11 cidades dos Estados Unidos. A decisão será no estádio MetLife Stadium, em Nova York, mesmo local da final da Copa do Mundo de 2026.

Saiba mais em: https://exame.com/esporte/fifa-fecha-segundo-patrocinio-para-o-mundial-e-tera-maior-cervejaria-do-mundo/


quinta-feira, 31 de outubro de 2024

Mahou San Miguel

 


Cervejaria em estádios: um sonho tornado realidade

A equipe Mahou San Miguel e Santiago Bernabéu apresenta ‘Plaza Mahou’, um novo espaço dedicado à icónica marca de cerveja madrilena com um legado de mais de 130 anos, dentro de um estádio de futebol.

Esta abertura emocionante para os membros do clube e amantes da cerveja é um marco coletivo para ambos, que permitirá à Mahou ampliar o seu plano de diversificação; vislumbrando seu poder de gerar experiências em torno de seus produtos. O espaço também faz história na cultura cervejeira nacional ao se tornar a primeira cervejaria dentro de um estádio esportivo.


Com este projeto a Mahou San Miguel presta homenagem à sua origem tradição e excelência cervejeira mas também mostra o enorme potencial que esta empresa tem para inovar e criar experiências que se conectem com diferentes perfis de consumidores nacionais e internacionais' afirma Eduardo Diaz diretor de Hospitalidade, Espaços e Eventos Comerciais da Mahou San Miguel. "É um luxo poder fazê-lo num local como o Bernabéu que, tal como a nossa marca Mahou, está ligada ao nome de Madrid e continua a evoluir para contribuir para a riqueza e projeção da cidade", acrescenta.

A empresa reforça assim a sua ligação com o Real Madrid, clube do qual é patrocinador oficial com a sua marca Mahou e com o qual colabora desde o seu início. Aliás, na década de 1940, a cervejaria assumiu a gestão do bar do estádio de futebol, formalizou a sua relação publicitária na década de 1980 e, em 2001, assinou o seu primeiro contrato de patrocínio.


Em tempo: conheça alguns craques do futebol que são garotos propaganda ou ainda possuem marcas próprias de cervejas. https://cervejaavecesar.blogspot.com/2024/05/futebol-e-cerveja.html

Saiba mais: https://www.mahou.es/plaza-mahou/


sábado, 8 de junho de 2024

Neymar Jr Proibidão

#tbt: Neymar posa de garoto propaganda para a Cerveja "Proibida"


Para quem não se lembra, o "Menino Ney" também foi garoto propaganda de uma cerveja no Brasil. A marca era a Cerveja Proibida. O comercial foi lançado em 2015, quando a Proibida buscava ascenção no mercado nacional. Para tanto, o slogan da campanha foi "Cerveja No.10", número de referência às camisas 10 da Seleção Brasileira e do Paris Saint-German, onde o profissional do futebol passou. Assista o vídeo do comercial abaixo.



A Proibida pertence à Companhia Brasileira de Bebidas Premium. A empresa possui instalações industriais situadas nas cidades de Pindoretama (CE), Frutal (MG), onde se fabricava a cerveja Fass e em Dias d'Ávila (BA), onde se fabricava a cerveja D'Avila Beer. Também possui uma filial administrativa na cidade de São Paulo.

Veja também outros craques que fizeram propagandas de cervejas próprias ou de empresas no link a seguir: https://cervejaavecesar.blogspot.com/2024/05/futebol-e-cerveja.html

#pelosatelite #avecesarco #neymarjr #cervejaproibida #neymar #futebol

terça-feira, 28 de maio de 2024

Clube Atlético Mineiro e Arena MRV

Atleticano bom de copo: Arena MRV faz balanço de resultados, após 20 jogos disputados no estádio.

A cerveja e o chope são destaques entre as bebidas consumidas.

Por Redação do GE.

O Clube Atlético Mineiro completou 20 jogos de futebol na Arena MRV. A casa própria, um sonho do torcedor, é também uma esperada nova fonte de receitas para o Galo. O clube divulgou um balanço de vendas de alimentos, bebidas e estacionamentos, além de bilheterias. 

De acordo com o Atlético, entre os faturamentos de bares, restaurantes e estacionamento (cerca de 2 mil vagas), o lucro foi de R$ 5,2 milhões. Em nota, o Alvinegro ressaltou que trata-se de uma "fonte de receita que não existia no Mineirão ou no Independência". O público total, das 20 partidas, foi cerca de 675 mil torcedores. Para alcançar esse ganho, o Atlético vendeu 1,5 milhão de produtos nos bares e restaurantes, entre bebidas e alimentos.

Os itens campeões de venda são o tropeiro e a cerveja. Foram comercializados aproximadamente 62 mil pratos da tradicional comida dos estádios mineiros - correspondente a 31 toneladas. Já a cerveja teve por volta de 888 mil latinhas vendidas, ou 322 mil litros. (Com o chope, somam-se mais 103.706 copos vendidos.)

Somando o consumo nos bares e acesso ao estacionamento com as bilheterias dos 20 jogos, o Atlético arrecadou cerca de R$ 45 milhões brutos até agora, na Arena MRV. O lucro foi de R$ 25,4 milhões.

Saiba mais em: https://ge.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2024/05/26/arena-mrv-quanto-o-atletico-mg-ja-lucrou-com-bilheteria-bares-e-estacionamento-confira.ghtml

#galo #pelosatelite #avecesarco #djjonesco #MRV #atleticomineiro

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Corinthians na cerveja

Corinthians anuncia renovação de contrato com cervejaria até 2021


O Corinthians continuará a fazer propaganda para a Estrella Galicia nos seus uniformes de treinos e banners até pelo menos 2021. Nesta segunda-feira, o clube anunciou a prorrogação do vínculo com a cervejaria, sua parceira desde setembro do ano passado, pelas próximas quatro temporadas.
“Em um momento difícil, ficamos felizes por renovar a parceria. Isso mostra mais uma vez a força da marca Corinthians”, celebrou Vinicius Azevedo, gerente de marketing do clube, que ainda enfrenta dificuldades para encontrar um patrocinador máster fixo – a Cia do Terno tem acordo válido somente até o final do ano.
A relação entre Corinthians e Estrella Galicia vai além da publicidade habitual. A empresa está presente também no chamado Esquenta da Fiel, festa que antecede os jogos em Itaquera, e até distribuiu taças comemorativas em formato de chuteira (contendo cerveja sem álcool) para os jogadores comemorarem o título brasileiro conquistado após a vitória sobre o Fluminense.
Resultado de imagem para camisa do corinthians Estrella Galicia
Em outubro, a Estrella Galicia, que também patrocina o Deportivo La Coruña, ainda viabilizou um amistoso entre o time sub-20 do Corinthians e a equipe espanhola, no Estádio Riazor. Os novatos do clube brasileiro sofreram uma vexatória goleada por 7 a 0.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Cerveja em Estádios


LEI Nº 21.737, DE 5 DE AGOSTO DE 2015

Dispõe sobre a comercialização e o consumo de bebida alcoólica nos estádios de futebol localizados no Estado e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, O Povo do Estado de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, promulgo a seguinte Lei:

Art. 1º A comercialização e o consumo de bebida alcoólica nos estádios de futebol localizados no Estado serão permitidos desde a abertura dos portões para acesso do público ao estádio até o final do intervalo entre o primeiro e o segundo tempo da partida. 

Art. 2º Cabe ao responsável pela gestão do estádio de futebol definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebidas serão permitidos. Parágrafo único. É vedado comercializar ou consumir bebida alcoólica nas arquibancadas e cadeiras do estádio.

Art. 3º O descumprimento do disposto nos arts. 1º e 2º desta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo da aplicação da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990:

I – se consumidor, retirada das dependências do estádio e multa no valor de até 500 Ufemgs (quinhentas Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais);

II – se fornecedor, advertência escrita e multa no valor de até 5.000 (cinco mil) Ufemgs.

Parágrafo único. A multa a que se refere este artigo poderá ser aplicada em dobro, em caso de reincidência, assegurado o devido processo administrativo.

Art. 4º Fica autorizada a instalação de sistemas de reconhecimento facial nos estádios de futebol localizados no Estado.

Art. 5º VETADO.

Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte, aos 5 de agosto de 2015; 227º da Inconfidência Mineira e 193º da Independência do Brasil. FERNANDO DAMATA PIMENTEL

terça-feira, 14 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas

Cervejas nos Estádios de Minas: Volta? Volta! Volta! Volta!

Agora só falta a sanção do governador Fernando Pimentel para a volta das cervejas aos palcos do futebol mineiro. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALGM) aprovou nesta terça-feira, em segundo turno, o projeto de lei que libera a venda de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. A votação registrou 35 votos favoráveis e 15 contrários. Esse é um passo decisivo para o retorno das cervejas aos palcos esportivos. A tendência é que Pimentel analise o caso em 15 dias. Assim, ser for sancionada pelo governador, as bebidas alcoólicas já estarão à venda nas arenas do estado em agosto.

O projeto original permite a venda e o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios durante o primeiro tempo da partida e nos 15 minutos correspondentes ao intervalo. A regra se estende a uma área de 500 metros em torno dos estádios.

Ficará sob responsabilidade dos gestores das arenas definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebida serão permitidos, sendo vedada a prática nas arquibancadas e cadeiras.

Segundo o líder do governo na Assembleia Legislativa, Durval Ângelo (PT), o governador ainda não tem uma posição oficial sobre o texto da "Lei da cerveja". Pimentel analisará a lei do ponto de vista jurídico, entre outros aspectos. Para Durval, a lei não fere o Estatuto do Torcedor - considerado um ponto polêmico pelo Ministério Público -, uma vez que a venda de bebidas alcoólicas foi liberada durante a Copa do Mundo e estados como Bahia e Rio Grande do Norte, por exemplo, permitem a comercialização de cervejas em qualquer evento esportivo.

O Estatuto do Torcedor (Lei 12.299/2010), no artigo 13-A do texto, considera ilegal a entrada e permanência nas arenas com "bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência".

O autor do projeto de lei, Alencar da Silveira Júnior (PDT), confia no, segundo ele, “bom senso do Ministério Público”, que já se posicionou contrário à medida: “Ele (promotor Leonardo Barbabela) vai ter que levar em conta o que está acontecendo nos estádios. Acho que, no fim, ele vai ter o bom senso de ler a lei e vai acabar tomando uma cervejinha no estádio também”, brincou o deputado.

Fonte:http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/interior/2015/07/14/noticia_interior,314887/assembleia-legislativa-aprova-lei-da-cerveja.shtml


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas Gerais

Projeto que tramita na Assembléia de Minas cria "Cerveja da Paz"


Um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa pretende trazer de volta a bebida alcoólica para os estádios esportivos mineiros de uma forma inusitada. Para dar um drible na legislação federal e marcar o gol que parte dos torcedores espera, o deputado estadual Anselmo José Domingos (PTC) quer decretar, pela lei, que a cerveja, preferência nacional dos brasileiros e uma das principais companhias dos frequentadores assíduos dos jogos de futebol, não é capaz de provocar atos violentos do consumidor.
O alvo é a Lei 12.299/10, o Estatuto do Torcedor, que considera ilegal a entrada e permanência nos estádios com bebidas ou substâncias “proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”. Segundo parágrafo único do projeto de lei de Anselmo Domingos, a cerveja “não é bebida suscetível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência em estádios, arenas desportivas e eventos desportivos”.

Já o assunto e o primeiro artigo da proposta trazem praticamente uma definição de dicionário: “Define-se cerveja como uma bebida alcoólica carbonatada, produzida através da fermentação de materiais com amido, principalmente cereais maltados como a cevada e o trigo, incluindo água como parte importante no processo e, em algumas receitas, lúpulo e fermento, além de outros temperos, como frutas, ervas e outras plantas”.

“A gente, na realidade, faz uma redundância apenas para confirmar que cerveja é uma bebida alcoólica que não é capaz de gerar violência”, explicou o autor do texto. O parlamentar disse ter corrido para apresentar o projeto, que ainda pode ser aperfeiçoado. O projeto de Anselmo vai ser apreciado em conjunto com outro, de autoria de Alencar da Silveira Junior (PDT), que delimita o período em que a venda poderá ocorrer durante as partidas de futebol. Segundo Anselmo Domingos, sua versão é mais ampla, trazendo uma visão diferente do projeto ao qual foi anexado.

Alencar propõe que a bebida seja liberada nos primeiros 45 minutos de jogo e no intervalo, proibindo a venda e o consumo em dias de jogos a partir do primeiro minuto do segundo tempo. A regra, que enquadra os 500 metros do entorno das arenas, valerá para as dependências de estádios da administração pública direta e indireta do estado. Alencar diz que seu projeto atende interesses do esporte mineiro, “motivando o retorno aos estádios dos que abandonaram em face ao perigo que a violência representa para a sua integridade física”.

Outro projeto anexado ao de Alencar foi o de Gustavo Valadares (PSDB), que prevê a regulamentação da venda de bebidas alcoólicas durante todo o tempo das partidas. A restrição é que sejam cerveja, chope ou afins e que o recipiente tenha até 500 ml. Anselmo Domingos acredita que o projeto de Alencar esteja com as discussões mais avançadas. “Vou trabalhar pelo meu, mas o projeto do Alencar tem preferência nisso. Se ele acertar, a gente recua e vamos aprovar o dele”, afirmou. O projeto de lei que autoriza as bebidas está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia.

Os deputados estaduais já tentaram aprovar a liberação da bebida em legislaturas anteriores, mas o tema é sempre polêmico na Casa. No início de junho, a Comissão de Esporte, Lazer e Juventude fez uma audiência pública para discutir o assunto. O Supremo Tribunal Federal ainda deve se posicionar em ações diretas de inconstitucionalidades sobre leis aprovadas nos estados da Bahia e Espírito Santo.

RETROCESSO 
Em audiência pública na Câmara Municipal de Belo Horizonte sobre a venda de bebida alcoólica em estádios, o promotor de Justiça Fernando Abreu afirmou que a liberação representaria um retrocesso. “O consumo de álcool potencializa a violência e aumenta o número de ocorrências nos jogos. Toda e qualquer medida favorável à comercialização interna é um retrocesso”, disse.

O gerente de operações do consórcio Minas Arena, que administra o Mineirão, Severiano Braga, reforçou a experiência negativa da venda de bebidas alcoólicas na Copa do Mundo. “Não vimos cenas boas. Bares foram saqueados, pais perderam os filhos. Ela (a bebida) potencializa reações violentas”, contou. “Se foi liberada, tem que haver mecanismos de controle e regras”, completou.

Debate 

A venda de bebidas alcoólicas em estádios divide vereadores de BH, onde tramitam projetos proibindo e também permitindo o comércio em eventos esportivos. Ontem, o assunto foi tema de audiência pública. O subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, major Marcelo Campos Pinheiro, afirmou que a corporação é contra a venda dentro e fora dos estádios. “A PM é contra qualquer uso. Os torcedores entram no estádio alcoolizados e faltando poucos minutos para o jogo. É complicado 10 mil pessoas querendo entrar na mesma hora. Estamos tendo problema no acesso”, afirma. Já o secretário municipal adjunto de Fiscalização de BH, Alexandre Salles Cordeiro, defende a liberação e reconhece que a fiscalização é pequena perto do número de ambulantes. “A prefeitura também é a favor que se libere a esplanada do Mineirão para se colocar uma feira de alimentos”, diz.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Cerveja em estádios de Minas Gerais

Clubes da capital apoiam a volta da venda de cerveja nos estádios


Proibida desde 2007 em Minas Gerais, a comercialização de bebidas alcoólicas dentro e no entorno dos estádios de futebol e demais praças esportivas conta com o apoio dos clubes e da Federação Mineira de Futebol (FMF).

Autor do projeto de lei que regulamenta a venda de bebidas alcoólicas, o deputado estadual Alencar da Silveira Jr. (PDT), que também é um dos presidentes do América, reuniu-se com dirigentes de Cruzeiro, Atlético e FMF em um badalado restaurante de Belo Horizonte.

Otimista com a tramitação da pauta na Assembleia, Alencar crê que mais de 50 dos 77 parlamentares votarão a favor. Ele estima que a cerveja volte a ser comercializada nos estádios já no segundo semestre.

O presidente do Atlético, Daniel Nepomuceno, classifica como “irracional” a proibição, alegando que torcedores consomem cerveja até a hora do início das partidas, nas imediações.

Já para o Cruzeiro, a volta da venda dentro do Mineirão será importante para o aumento da receita do clube em dias de jogos e para evitar confusões durante a entrada dos torcedores.

Oposição ao projeto

O deputado Antonio Jorge (PPS), opositor ao projeto, afirma que é hipocrisia “tratar a cerveja como refrigerante”. Presidente da Comissão de Combate ao Crack e Outras Drogas, ele se baseia no artigo 13 do Estatuto do Torcedor, que determina a proibição de “portar objeto, bebida ou substância proibida ou susceptível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”.

Já de acordo com o professor de direito desportivo, Gustavo Lopes Pires, o Estatuto não proíbe a cerveja. “Não há estudos que provem que a cerveja esteja ligada à violência”, explica.

Foto: freepik

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Cervejas em estadios

O novo presidente da CBF disse que vai lutar pela liberação de cervejas nos estádios de futebol. Para Marco Polo Del Nero, em entrevista o ESPN.com.br, a bebida tem de ser permitida antes do início das partidas e somente no espaço dos bares das arenas. 
"Estamos vendo isso também. Conversando. Tem de trabalhar. Eu sou favorável à liberação da bebida, da cerveja, mas que seja tomada só no bar, não na cadeira. Na cadeira tem de ser proibido levar o copo. Mas antes, qual o problema [de ter cerveja]?", disse o dirigente.
"Futebol é entretenimento. É isso. Tem que fazer o torcedor chegar uma hora antes, se divertir. Toma uma cervejinha... O que eles têm feito: bebem na rua, no bar da esquina e lá tem pinga, bebida mais forte. Então, dentro do estádio eles só estariam bebendo cerveja", completou.
Foto: freepik

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Super Bowl em números e cervejas

Os impressionantes números no Super Bowl

Quanto tempo leva para se consumir 1,2 bilhão de litros de cerveja? Esse volume todo foi bebido durante um jogo de final de futebol americano. Os números dos produtos Super Bowl são impressionantes. O comentarista de economia do Hora 1, Dony de Nuccio, faz um balanço do evento.

Os Estados Unidos param um dia do ano para ficar de olho grudado numa partida que acontece em um gramado com 11 jogadores de cada lado. Tem capacete, bola achatada, arremesso, quatro tempos e palavras como 'touchdown'. Os dados do famoso Super Bowl, a grande final de futebol americano na terra do Tio Sam, são de cair o queixo. A audiência bateu o recorde de todos os tempos na TV americana. Foram mais de 114,4 milhões de telespectadores, três vezes mais que população inteira do Canadá.

Metade de todas as casas com televisão nos Estados Unidos estavam sintonizadas no jogo de futebol deles. Em 1980, por exemplo, a preferência ainda era o debate presidencial. Com todo esse público, o tempo dos anunciantes é disputado a tapas e a cifras. O custo é de US$ 4,5 milhões para cada 30 segundos.

As redes sociais também ficaram agitadas. No Twitter foram 28,4 milhões de mensagens ligadas à partida, enquanto no Facebook, 65 milhões de pessoas comentaram ou publicaram algo a respeito.

Outros números são ainda mais inusitados. A estimativa é que 5 milhões de quilos de batatas chips tenham sido consumidos; 158 milhões de abacates foram usados para fazer guacamole, acompanhamento tradicional dos petiscos; e 1,2 bilhão de litros de cerveja fizeram parte da festa e da alegria dos torcedores.

Um jogador famoso é o Tom Brady, que joga pelo New England Patriots. Ele ganhou o Super Bowl quatro vezes, inclusive no domingo (1), mas sobre ele, melhor do que qualquer estatística, é o matrimônio. A esposa é nossa conhecida, a brasileira Gisele Bündchen.


Fonte: http://g1.globo.com/hora1/noticia/2015/02/12-bilhao-de-litros-de-cerveja-foram-consumidos-durante-o-super-bowl.html

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Budweiser Rise as One



Budwiser faz garrafa e copo especial e campanha de marketing para a Copa do Mundo

Com o tema "Levante como se fosse um" Budweiser produz diversos itens de sua cerveja tradicional para colecionador lembrar desse precioso momento no Brasil. O copo plástico é o que vem sendo utilizado para se tomar a cerveja nos estádios.




quinta-feira, 12 de junho de 2014

Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e sua cerveja



Cerveja da Geral do Grêmio começa a ser vendida na semana que vem





Cerveja da Geral do Grêmio começa a ser vendida na semana que vem Júlio Cordeiro/Agencia RBS

A partir da semana que vem, os "borrachos" da Geral do time de futebol Grêmio — e qualquer outro torcedor tricolor — poderão sentir o gosto de "alentar" o time durante os 90 minutos de jogo. Mas com moderação.

Chega às principais lojas especializadas em cerveja artesanal a Avalanche, bebida de trigo belga não-maltado (witbier) feita em homenagem à torcida que se vangloria de nunca parar de cantar.

A ideia partiu do empresário João Hernández, sócio da distribuidora H3RTAV junto de Gustavo Tavares. Gremista de coração, ele procurava uma alternativa azul à flauta de clientes que procuravam os quiosques de cervejas artesanais em busca da Colorado, de Ribeirão Preto (SP). O produto nada tem a ver com o Inter, mas a justificativa do interlocutor era sempre a mesma: — Vou dar de presente a um amigo gremista!

Certo dia, no ano passado, Hernández confabulava ideias com ele próprio em um ônibus da Capital e teve o estalo: "uma cerveja da Geral"! O primeiro passo foi procurar os líderes da torcida, alguns deles amigos de infância. 

Com a ideia aprovada, a próxima etapa era encontrar uma cervejaria especializada no ramo. Encontrou a HBier, de Santa Cruz do Sul. Com a ajuda do mestre cervejeiro Henrique Dopke, o estilo witbier soou adequado à proposta da cerveja.


Foto: Júlio Cordeiro / Agência RBS 


— É suave e refrescante, daquelas que você bebe e tem vontade de repetir. Para pessoas que estão abertas a um novo estilo (de cerveja). Classificaria em um "gol engarrafado". Nenhuma torcida no mundo tem uma cerveja especial — afirma Hernández.

Uma amostra foi levada aos integrantes da Geral daquele time de futebol, que tomaram gosto pelo produto. E não conseguiam mais esconder a ansiedade à espera do lançamento. Entretanto, de agosto a março o projeto ficou estacionado aguardando a liberação do Ministério da Agricultura.

Após mais uma sequência de trâmites burocráticos, a Avalanche deve chegar às lojas na próxima semana — futuramente em supermercados — em um lote limitado para "sentir a aceitação do público", conforme Hernández. O preço deve ficar na faixa das cervejas artesanais tradicionais vendidas em Porto Alegre. Para o empresário, os altos impostos embutidos na bebida dificultam tornar o valor mais popular.

— A (cerveja) artesanal é uma coisa tão boa que todo mundo tem que provar. Infelizmente, a alta carga tributária impede que ela se popularize. Existe a ideia de fazer uma Avalanche no estilo Pilsen, mais voltada para o grande público — explica Hernández.

A H3RTAV promete lançar novas linhas de cervejas, como a Velho Casarão, em homenagem ao Olímpico, a Catimba 77 e outras duas para lembrar o técnico Valdir Espinosa e o centenário de Lupicínio Rodrigues, autor do hino do Grêmio.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Preços das cervejas na Copa


Preços em Estádios durante a Copa irão aquecer os cartões de crédito

Tudo pronto para refrescar-se durante os jogos da Copa (para aqueles que irão aos estádios).

Garanto que os "esquentas" antes dos jogos será o mais bacana! Prepare o bolso! Aceita-se cartões de crédito! Budwiser sairá a R$ 13,00! A cerveja no estádio terá um gosto um pouco mais amargo...no bolso.


sábado, 24 de maio de 2014

Heineken Champions League e Shoestock


Champions League, Heineken e Shoe Stock, what else?

Juntar mulher, futebol e cerveja na mesma promoção só pode ser um sucesso infalível, certo? Não necessariamente. A Heineken aproveitou a final do campeonato de futebol da Champions League no sábado para fazer uma promoção, dando 50% de desconto nos sapatos vendidos em algumas das lojas Shoestock durante o jogo. A ideia era fazer as mulheres se divertirem enquanto deixam os maridos vendo a final em paz. Mas deu em polêmica. A promoção foi para os trending topics do Twitter e gerou uma enxurrada de comentários na página da marca, tanto defendendo a campanha quanto os que odiaram.

“Sou maluca por sapatos, sou maluca por cerveja, mas a Heineken perdeu uma consumidora, porque não dá pra tolerar proliferação de estereótipo sexista. Primeiro por presumir que mulher não teria interesse em acompanhar o parceiro no jogo, segundo por utilizar o estereótipo da mulher maluca consumista, terceiro em usar os sapatos como forma de ‘distrair’ a mulher enquanto o cara aproveita pra beber com os amigos”, diz Carol Mariano, uma das pessoas que se revoltou com a campanha. “E o mais grave de tudo é propagar estereótipo ‘homem ama futebol, mulher ama sapatos’.”
Talita Noguchi, dona do bar Las Magrelas, na Vila Madalena, pensa em trocar de marca. “Como dona de um bar que vende uma quantidade além de razoável de Heinekens por mês me sinto aviltada quando vejo um comercial desse, que entre outras coisas passa a ideia que a mulher é uma consumista insana que não tem mais o que fazer a não ser atrapalhar seu macho. Meu público é mais politizado, sendo uma parte considerável constituída por mulheres. Eu me sinto envergonhada de continuar trabalhando com a marca, o que me faz agora ter que buscar uma alternativa a ela.”
Uma das pessoas a criticar a marca de cerveja no Facebook é a publicitária e produtora de vídeos Camila Ximenes. “A campanha da Heineken é mais uma das milhares de gotas que já transbordaram o enorme copo de paciência das mulheres. Na defesa do social media da marca, podemos ver que eles respeitam as mulheres que gostam de futebol e elas sim estão convidadas para assistir a grande final, enquanto as outras não. Eu não acho que um boicote desses faça cócegas no faturamento da Heineken ou da Shoestock, mas reeduca os nossos publicitários”, desabafa.
Apesar das críticas, nem todo mundo achou a ação para a final da Champions League um tiro no pé. “Temos que entender o publico alvo da campanha. claramente são os caras. Então tudo bem fazer uma piadinha com esses estigmas. Se o público-alvo fosse só as mulheres aí eu acho que seria outro caminho a ser usado. Nossa missão como mulher e como cervejeira quebrar esses mitos e estigmas, isso eu concordo. Mas eu tenho reações piores com propagandas chamando modelos de biquini de ‘essa é a gostosa’ e coisas do tipo”, diz Julia Reis, sommelier, cervejeira caseira e sócia da Sinnatrah Cervejaria Escola.
A Heineken disse que foi apenas uma brincadeira com seus consumidores. “A Heineken patrocina a Liga dos Campeões da Europa há mais de uma década e, a cada ano, cria campanhas inusitadas de engajamento com seus consumidores. A intenção da Heineken com a campanha ‘Shoe Sale’ é divulgar a grande final da UEFA Champions League de maneira bem humorada, fazendo analogia a situações corriqueiras no relacionamento de alguns casais. A marca não tem a intenção de reforçar estereótipos ou causar qualquer desconforto ou constrangimento. A Heineken reitera o respeito por todos os seus consumidores”.
Fonte: Uol http://mais.uol.com.br/view/15045486 
http://saltoalto.blogosfera.uol.com.br/2014/05/22/heineken-e-acusada-de-machismo-por-causa-de-campanha-na-liga-dos-campeoes/
E eu que tive na Shoestock na comprando sapatos na terça-feira...a mais pura verdade! Entendi como uma ideia de marketing diferente e não vi nada de machista. Machismo acredito ser muito exagero.


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