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segunda-feira, 14 de julho de 2025

Sociedade Anônima Brahma S.A.B.


 Nova Campanha de Marketing da Brahma, busca apoiar 14 clubes de futebol brasileiros

A Sociedade Anônima da Brahma (S.A.B.) é uma iniciativa ousada da cervejaria Brahma, em parceria com o aplicativo Zé Delivery, que visa criar uma conexão mais direta entre torcedores e seus craques e clubes. A campanha envolve 14 clubes de diferentes divisões do futebol brasileiro, incluindo Corinthians, Flamengo, Grêmio, Atlético-MG, Atlético-GO, Avaí, Ceará, Coritiba, Cruzeiro, Goiás, Ponte Preta, Remo, Santos e Vitória. Cada equipe publicou em suas redes sociais uma imagem de seu estádio com a frase “(nome do clube) agora é S.A.B.”, acompanhada da data e horário do anúncio oficial. Segundo as postagens oficiais, a promessa é de um projeto que vai “mudar o futebol brasileiro”.

 O envolvimento de Ronaldo Fenômeno, ídolo do futebol e figura influente, eleva ainda mais as expectativas. Em uma postagem nas redes sociais, Ronaldo se apresentou como presidente da S.A.B., destacando seu orgulho em liderar uma ação com potencial de causar um impacto significativo no esporte. A escolha de um nome como Ronaldo reforça a relevância do projeto, já que sua experiência como jogador e gestor no futebol agrega credibilidade à iniciativa.

Ronaldo | Assim como eu, a Brahma sempre teve muito orgulho e vontade de apoiar o futebol brasileiro. Hoje, apresentamos a S.A.B., a Sociedade... | Instagram

sábado, 9 de novembro de 2024

Galo Brew Fala Zezé

 Galo Brew, a cerveja da torcida do Galão da Massa, em busca da vitória

Se você gosta de cervejas especiais curtindo o jogo do seu time favorito. em Minas Gerais, os torcedores do Clube Atlético Mineiro, Galo Brew, curtem a cerveja "Fala Zezé", produzida pelo cervejeiro Leonardo Dinardi, da Cervejaria Astúscia, localizada na cidade de Belo Horizonte, mais precisamente na região da Savassi.

A cerveja, produzida em homenagem ao time mineiro, se trata de uma Dry Stout, estilo preferido dos irlandeses e ingleses, que tem a cerveja irlandesa Guiness como a maior referência. Alguns a chamam também de Irish Stout.

Disponível em latas de 473ml, a cerveja possui cor escura, turva, sabor de maltes torrados e aromas que remetem notas de café e chocolate. De paladar seco, a cerveja possui colarinho branco, levemente bege, bastante cremoso. Tempestivamente, a Fala Zezé também foi produzida no estilo Session IPA.

Quem deseja obter alguns exemplares da Fala Zezé, basta ir na Cervejaria Astúcia. A casa possui 12 torneiras, sendo uma exclusiva para a Dry Stout, que é servida com gases nitrogênio e carbônico, dando um toque especial em sua apresentação e sabor. Algumas dessas torneiras recebem cervejas de cervejeiros convidados para expor novidades e lançamentos.

Anote o endereço:

Cervejaria Astúcia: Rua Viçosa, 121, loja 02, Savassi. Telefone: (31) 3567-9841.

#pelosatelite #avecesarco

terça-feira, 28 de maio de 2024

Clube Atlético Mineiro e Arena MRV

Atleticano bom de copo: Arena MRV faz balanço de resultados, após 20 jogos disputados no estádio.

A cerveja e o chope são destaques entre as bebidas consumidas.

Por Redação do GE.

O Clube Atlético Mineiro completou 20 jogos de futebol na Arena MRV. A casa própria, um sonho do torcedor, é também uma esperada nova fonte de receitas para o Galo. O clube divulgou um balanço de vendas de alimentos, bebidas e estacionamentos, além de bilheterias. 

De acordo com o Atlético, entre os faturamentos de bares, restaurantes e estacionamento (cerca de 2 mil vagas), o lucro foi de R$ 5,2 milhões. Em nota, o Alvinegro ressaltou que trata-se de uma "fonte de receita que não existia no Mineirão ou no Independência". O público total, das 20 partidas, foi cerca de 675 mil torcedores. Para alcançar esse ganho, o Atlético vendeu 1,5 milhão de produtos nos bares e restaurantes, entre bebidas e alimentos.

Os itens campeões de venda são o tropeiro e a cerveja. Foram comercializados aproximadamente 62 mil pratos da tradicional comida dos estádios mineiros - correspondente a 31 toneladas. Já a cerveja teve por volta de 888 mil latinhas vendidas, ou 322 mil litros. (Com o chope, somam-se mais 103.706 copos vendidos.)

Somando o consumo nos bares e acesso ao estacionamento com as bilheterias dos 20 jogos, o Atlético arrecadou cerca de R$ 45 milhões brutos até agora, na Arena MRV. O lucro foi de R$ 25,4 milhões.

Saiba mais em: https://ge.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2024/05/26/arena-mrv-quanto-o-atletico-mg-ja-lucrou-com-bilheteria-bares-e-estacionamento-confira.ghtml

#galo #pelosatelite #avecesarco #djjonesco #MRV #atleticomineiro

terça-feira, 14 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas

Cervejas nos Estádios de Minas: Volta? Volta! Volta! Volta!

Agora só falta a sanção do governador Fernando Pimentel para a volta das cervejas aos palcos do futebol mineiro. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALGM) aprovou nesta terça-feira, em segundo turno, o projeto de lei que libera a venda de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. A votação registrou 35 votos favoráveis e 15 contrários. Esse é um passo decisivo para o retorno das cervejas aos palcos esportivos. A tendência é que Pimentel analise o caso em 15 dias. Assim, ser for sancionada pelo governador, as bebidas alcoólicas já estarão à venda nas arenas do estado em agosto.

O projeto original permite a venda e o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios durante o primeiro tempo da partida e nos 15 minutos correspondentes ao intervalo. A regra se estende a uma área de 500 metros em torno dos estádios.

Ficará sob responsabilidade dos gestores das arenas definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebida serão permitidos, sendo vedada a prática nas arquibancadas e cadeiras.

Segundo o líder do governo na Assembleia Legislativa, Durval Ângelo (PT), o governador ainda não tem uma posição oficial sobre o texto da "Lei da cerveja". Pimentel analisará a lei do ponto de vista jurídico, entre outros aspectos. Para Durval, a lei não fere o Estatuto do Torcedor - considerado um ponto polêmico pelo Ministério Público -, uma vez que a venda de bebidas alcoólicas foi liberada durante a Copa do Mundo e estados como Bahia e Rio Grande do Norte, por exemplo, permitem a comercialização de cervejas em qualquer evento esportivo.

O Estatuto do Torcedor (Lei 12.299/2010), no artigo 13-A do texto, considera ilegal a entrada e permanência nas arenas com "bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência".

O autor do projeto de lei, Alencar da Silveira Júnior (PDT), confia no, segundo ele, “bom senso do Ministério Público”, que já se posicionou contrário à medida: “Ele (promotor Leonardo Barbabela) vai ter que levar em conta o que está acontecendo nos estádios. Acho que, no fim, ele vai ter o bom senso de ler a lei e vai acabar tomando uma cervejinha no estádio também”, brincou o deputado.

Fonte:http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/interior/2015/07/14/noticia_interior,314887/assembleia-legislativa-aprova-lei-da-cerveja.shtml


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas Gerais

Projeto que tramita na Assembléia de Minas cria "Cerveja da Paz"


Um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa pretende trazer de volta a bebida alcoólica para os estádios esportivos mineiros de uma forma inusitada. Para dar um drible na legislação federal e marcar o gol que parte dos torcedores espera, o deputado estadual Anselmo José Domingos (PTC) quer decretar, pela lei, que a cerveja, preferência nacional dos brasileiros e uma das principais companhias dos frequentadores assíduos dos jogos de futebol, não é capaz de provocar atos violentos do consumidor.
O alvo é a Lei 12.299/10, o Estatuto do Torcedor, que considera ilegal a entrada e permanência nos estádios com bebidas ou substâncias “proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”. Segundo parágrafo único do projeto de lei de Anselmo Domingos, a cerveja “não é bebida suscetível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência em estádios, arenas desportivas e eventos desportivos”.

Já o assunto e o primeiro artigo da proposta trazem praticamente uma definição de dicionário: “Define-se cerveja como uma bebida alcoólica carbonatada, produzida através da fermentação de materiais com amido, principalmente cereais maltados como a cevada e o trigo, incluindo água como parte importante no processo e, em algumas receitas, lúpulo e fermento, além de outros temperos, como frutas, ervas e outras plantas”.

“A gente, na realidade, faz uma redundância apenas para confirmar que cerveja é uma bebida alcoólica que não é capaz de gerar violência”, explicou o autor do texto. O parlamentar disse ter corrido para apresentar o projeto, que ainda pode ser aperfeiçoado. O projeto de Anselmo vai ser apreciado em conjunto com outro, de autoria de Alencar da Silveira Junior (PDT), que delimita o período em que a venda poderá ocorrer durante as partidas de futebol. Segundo Anselmo Domingos, sua versão é mais ampla, trazendo uma visão diferente do projeto ao qual foi anexado.

Alencar propõe que a bebida seja liberada nos primeiros 45 minutos de jogo e no intervalo, proibindo a venda e o consumo em dias de jogos a partir do primeiro minuto do segundo tempo. A regra, que enquadra os 500 metros do entorno das arenas, valerá para as dependências de estádios da administração pública direta e indireta do estado. Alencar diz que seu projeto atende interesses do esporte mineiro, “motivando o retorno aos estádios dos que abandonaram em face ao perigo que a violência representa para a sua integridade física”.

Outro projeto anexado ao de Alencar foi o de Gustavo Valadares (PSDB), que prevê a regulamentação da venda de bebidas alcoólicas durante todo o tempo das partidas. A restrição é que sejam cerveja, chope ou afins e que o recipiente tenha até 500 ml. Anselmo Domingos acredita que o projeto de Alencar esteja com as discussões mais avançadas. “Vou trabalhar pelo meu, mas o projeto do Alencar tem preferência nisso. Se ele acertar, a gente recua e vamos aprovar o dele”, afirmou. O projeto de lei que autoriza as bebidas está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia.

Os deputados estaduais já tentaram aprovar a liberação da bebida em legislaturas anteriores, mas o tema é sempre polêmico na Casa. No início de junho, a Comissão de Esporte, Lazer e Juventude fez uma audiência pública para discutir o assunto. O Supremo Tribunal Federal ainda deve se posicionar em ações diretas de inconstitucionalidades sobre leis aprovadas nos estados da Bahia e Espírito Santo.

RETROCESSO 
Em audiência pública na Câmara Municipal de Belo Horizonte sobre a venda de bebida alcoólica em estádios, o promotor de Justiça Fernando Abreu afirmou que a liberação representaria um retrocesso. “O consumo de álcool potencializa a violência e aumenta o número de ocorrências nos jogos. Toda e qualquer medida favorável à comercialização interna é um retrocesso”, disse.

O gerente de operações do consórcio Minas Arena, que administra o Mineirão, Severiano Braga, reforçou a experiência negativa da venda de bebidas alcoólicas na Copa do Mundo. “Não vimos cenas boas. Bares foram saqueados, pais perderam os filhos. Ela (a bebida) potencializa reações violentas”, contou. “Se foi liberada, tem que haver mecanismos de controle e regras”, completou.

Debate 

A venda de bebidas alcoólicas em estádios divide vereadores de BH, onde tramitam projetos proibindo e também permitindo o comércio em eventos esportivos. Ontem, o assunto foi tema de audiência pública. O subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, major Marcelo Campos Pinheiro, afirmou que a corporação é contra a venda dentro e fora dos estádios. “A PM é contra qualquer uso. Os torcedores entram no estádio alcoolizados e faltando poucos minutos para o jogo. É complicado 10 mil pessoas querendo entrar na mesma hora. Estamos tendo problema no acesso”, afirma. Já o secretário municipal adjunto de Fiscalização de BH, Alexandre Salles Cordeiro, defende a liberação e reconhece que a fiscalização é pequena perto do número de ambulantes. “A prefeitura também é a favor que se libere a esplanada do Mineirão para se colocar uma feira de alimentos”, diz.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Cerveja em estádios de Minas Gerais

Clubes da capital apoiam a volta da venda de cerveja nos estádios


Proibida desde 2007 em Minas Gerais, a comercialização de bebidas alcoólicas dentro e no entorno dos estádios de futebol e demais praças esportivas conta com o apoio dos clubes e da Federação Mineira de Futebol (FMF).

Autor do projeto de lei que regulamenta a venda de bebidas alcoólicas, o deputado estadual Alencar da Silveira Jr. (PDT), que também é um dos presidentes do América, reuniu-se com dirigentes de Cruzeiro, Atlético e FMF em um badalado restaurante de Belo Horizonte.

Otimista com a tramitação da pauta na Assembleia, Alencar crê que mais de 50 dos 77 parlamentares votarão a favor. Ele estima que a cerveja volte a ser comercializada nos estádios já no segundo semestre.

O presidente do Atlético, Daniel Nepomuceno, classifica como “irracional” a proibição, alegando que torcedores consomem cerveja até a hora do início das partidas, nas imediações.

Já para o Cruzeiro, a volta da venda dentro do Mineirão será importante para o aumento da receita do clube em dias de jogos e para evitar confusões durante a entrada dos torcedores.

Oposição ao projeto

O deputado Antonio Jorge (PPS), opositor ao projeto, afirma que é hipocrisia “tratar a cerveja como refrigerante”. Presidente da Comissão de Combate ao Crack e Outras Drogas, ele se baseia no artigo 13 do Estatuto do Torcedor, que determina a proibição de “portar objeto, bebida ou substância proibida ou susceptível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”.

Já de acordo com o professor de direito desportivo, Gustavo Lopes Pires, o Estatuto não proíbe a cerveja. “Não há estudos que provem que a cerveja esteja ligada à violência”, explica.

Foto: freepik

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Cervejas em estadios

O novo presidente da CBF disse que vai lutar pela liberação de cervejas nos estádios de futebol. Para Marco Polo Del Nero, em entrevista o ESPN.com.br, a bebida tem de ser permitida antes do início das partidas e somente no espaço dos bares das arenas. 
"Estamos vendo isso também. Conversando. Tem de trabalhar. Eu sou favorável à liberação da bebida, da cerveja, mas que seja tomada só no bar, não na cadeira. Na cadeira tem de ser proibido levar o copo. Mas antes, qual o problema [de ter cerveja]?", disse o dirigente.
"Futebol é entretenimento. É isso. Tem que fazer o torcedor chegar uma hora antes, se divertir. Toma uma cervejinha... O que eles têm feito: bebem na rua, no bar da esquina e lá tem pinga, bebida mais forte. Então, dentro do estádio eles só estariam bebendo cerveja", completou.
Foto: freepik

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Globo Esporte: Galo em Marrocos

Como tomar cerveja sem ser preso em Marrakesh: Mundial exige respeito
Atleticanos que invadirão o Marrocos encontrarão realidade muito diferente da brasileira. Cuidados básicos ajudarão a evitar problemas com as leis africanas
Por Alexandre Alliatti Direto de Marrakesh, Marrocos
O sujeito está lá, feliz da vida em Marrakesh, curtindo o Mundial de Clubes, e bate aquela sede. Entra no supermercado, procura, procura, procura, até que encontra uma cerveja. Compra. Vai a algum dos jardins marroquinos, se acomoda em um banco qualquer, contempla a beleza da natureza africana e começa a beber, tranquilo. No terceiro gole, vai em cana.

A cena tem algum exagero, claro, mas pode acontecer. Os 10 mil atleticanos que irão ao Marrocos torcer pelo Galo precisam ficar atentos, pois encontrarão uma realidade bastante diferente da brasileira - e alguns cuidados são essenciais para evitar incômodos. O país do norte da África tem maioria muçulmana, com regras rígidas de comportamento, mas também está acostumado a receber turistas em pencas. Por isso, está longe de ser radical. Os visitantes são bem aceitos e bem tratados. Desde que não saiam dos limites impostos pela cultura local. 

O álcool parece ser a questão central em um evento com futebol e brasileiros. Aquela cervejinha pré-jogo à beira do estádio, hábito tão comum em outros países, é risco de encrenca no Marrocos. Não é proibido beber. Mas é proibido beber em espaço público – ou seja, incluindo a rua. Descumprir essa lei é crime. Dá cadeia – embora o policial possa relevar quando são turistas. 

Praticamente não existem bares na cidade. Eles são substituídos por cafés, que não têm o hábito de colocar bebidas alcoólicas em seus cardápios. Alguns restaurantes, os mais turísticos, são uma opção. Aqueles que ficam dentro de hotéis são tiro certo: lá o turista encontrará cervejas, vinhos e até destilados. Mas, se a garganta estiver clamando por ajuda, talvez o melhor caminho sejam os supermercados. Eles vendem bebidas alcoólicas – e algumas são inclusive feitas no Marrocos. O curioso é que geralmente elas ficam em um espaço reservado, até em um andar separado do resto dos itens. Questão de discrição. Ali, o visitante pode comprar o que bem entender. Porém, ao sair do mercado, convém carregar a compra dentro de sacolas, sem deixar as bebidas à mostra. E bebê-las entre quatro paredes, longe do olhar de guardas.

Aliás, policiais são bastante gentis em Marrakesh. Dão informações com toda a atenção do mundo. Mas cabe evitar maiores intimidades, como tirar fotos deles sem autorização. Existe respeito às autoridades no Marrocos. O povo local chega a cumprimentá-los com um gesto de reverência, como aqueles dos militares, levando a mão à cabeça. Muitos policiais falam apenas árabe, boa parte deles se comunica bem no francês e uma pequena parte também se vira no inglês. (...)

No estádio 

Os cuidados devem ser levados também ao estádio. Lá, seguem proibidas as bebidas alcoólicas – e qualquer tipo de droga, claro. A Fifa avisa que:
- É proibido o uso de expressões que possam ser interpretadas como incitação à violência;
- É preciso se vestir adequadamente;
- Menores de 18 anos só entram acompanhados;
- É proibido colocar bandeiras e cartazes nas muretas laterais, por causa dos patrocinadores;
- Não é permitido entrar com comidas e bebidas;
- É vetado o uso de cartazes ou faixas com conotação política, ideológica ou comercial;
- É proibido entrar com uma série de itens: desde armas, claro, até guarda-chuvas, instrumentos musicais e, como diz o site da Fifa, “animais, domesticados ou não”.
O Itamaraty, em sua página oficial, dá dicas de comportamento e sugestões práticas aos brasileiros que vão ao Mundial. Confira aqui.

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