sexta-feira, 15 de maio de 2026

Cajuína São Geraldo

 


O Sabor Sagrado do Nordeste: A Trajetória da Cajuína São Geraldo

O refrigerante regional São Geraldo foi oficialmente fundado em 1976, com a criação da razão social Cajuína São Geraldo Ltda., em Juazeiro do Norte, no Ceará. A marca que comemora seus 50 anos agora em 2026, teve suas origens na década de 1950 sob o comando de José Amâncio de Souza, transformando uma pequena produção de bebidas artesanais no maior fenômeno de fidelidade de consumo da região. Hoje, a bebida é considerada uma verdadeira lovemark nacional, transportando a essência da cultura nordestina para o Brasil.

A Origem e o Fundador: Da Vaselina ao Suco de Caju

Na década de 1950, Juazeiro do Norte abrigava uma pequena fábrica voltada à manipulação de produtos diversos, como perfumaria, vaselina e vinhos alcoólicos à base de frutas locais (como jenipapo e jurubeba). O estabelecimento pertencia ao comerciante Luciano Teófilo de Melo. O rumo do negócio mudou quando José Amâncio de Souza ingressou na firma como funcionário. Demonstrando forte tino comercial e conquistando a confiança do proprietário, José Amâncio adquiriu o empreendimento apenas dois anos depois. O nome "São Geraldo" foi escolhido em homenagem ao santo italiano, fruto da profunda devoção religiosa da mãe do novo proprietário.

A Criação da Fórmula: O Segredo do Fruto

Originalmente, o caju era utilizado na fábrica apenas para dar sabor aos vinhos e licores artesanais. Na década de 1960, José Amâncio identificou o potencial desperdiçado da fruta abundante no Cariri cearense. Ele iniciou testes para desenvolver uma bebida não alcoólica, gasosa e refrescante.Matéria-prima Direta: Diferente dos refrigerantes tradicionais de uva ou laranja que utilizam apenas aromas artificiais, a fórmula da São Geraldo incluiu o suco natural da fruta.

Foram necessários vários anos de ajustes na proporção de açúcar, gaseificação e extrato para chegar ao balanço perfeito: uma bebida doce, encorpada, levemente ácida e com a cor dourada característica da cajuína tradicional. Para expandir a receita e industrializar o processo, o fundador trouxe seus irmãos, Francisco de Souza e Tarcila Sousa, para a sociedade, oficializando a marca em 1976.


O refrigerante São Geraldo conquistou o público inicialmente pelo forte vínculo com a comunidade local. Durante décadas, os próprios moradores da região colhiam os cajus e os transportavam em carroças ou balaios na cabeça até as portas da fábrica, criando uma cadeia produtiva totalmente integrada ao Cariri. A bebida deixou de ser apenas um produto comercial para se transformar em um símbolo de identidade e nostalgia. O consumidor nordestino passou a associar o refrigerante local ao almoço de domingo, às festas juninas e ao sentimento de pertencimento à sua terra natal.

A fábrica da Cajuína São Geraldo modernizou sua distribuição para além das fronteiras do Ceará. A marca oferece a versão do refrigerante tradicional, embalagens em lata personalizadas e a versão Zero Açúcar, desenvolvida após cinco anos de testes sensoriais para manter o mesmo gosto marcante do fruto. Com a introdução de novos canais de distribuição, o refrigerante é exportado espontaneamente por turistas e distribuído formalmente para grandes capitais fora do Nordeste, impulsionado por um público fiel que faz propaganda voluntária da marca.

Parabéns pelos 50 anos de fundação e sucesso pleno em sua jornada.





Heineken 0.0% e Serena Williams

 

Além do Lúpulo: Heineken Inova no Mercado Sem Álcool com Toque de Nectarina e Zimbro

Por Redação Ave Cesar Co.

A Heineken surpreendeu o mercado ao anunciar o lançamento da Heineken 0.0 Nectarine Juniper. A nova variante combina sumo de limão com notas aromáticas de nectarina e zimbro. A novidade reflete o amadurecimento do mercado de bebidas não alcoólicas. O setor busca perfis de sabores sofisticados para atender um consumidor consciente. É uma tendência que solidifica cada vez mais com o tempo.

A introdução do novo rótulo seguiu um cronograma estratégico por diferentes continentes. O primeiro mercado do mundo a receber o produto foi os Estados Unidos, em fevereiro, via Heineken USA. Na sequência o no produto, passou a ser comercializado no Reino Unido, a bebida, com estreia em abril. Ainda na Europa, Portugal foi o terceiro país a nível mundial e pioneiro na Europa Continental, anunciado pela Central de Cervejas.

O Boom dos Mocktails e a Nova Coquetelaria Zero

O lançamento da Heineken não acontece por acaso. Ele surfando na crista da onda do crescimento explosivo dos mocktails (coquetéissem álcool) e do movimento global Sober Curious (curiosos pela sobriedade). O consumidor moderno substituiu o refrigerante por misturas complexas, artesanais e com ingredientes botânicos de alta qualidade. Nesse sentido, bares e restaurantes agora dedicam menus inteiros aos mocktails, garantindo que quem não bebe álcool tenha uma experiência gastronômica premium idêntica à dos coquetéis tradicionais.

Para amplificar a categoria, a Heineken anunciou a lenda do tênis Serena Williams como embaixadora global. (Veja o vídeo acima.) A parceria conecta a bebida com a prática do padel — esporte de forte apelo social. A estratégia consolida o consumo pós-treino e o estilo de vida ativo, provando que a coquetelaria zero e o esporte caminham juntos.

Fonte: IA e Saiba mais em: https://www.broadcast.com.br/releases/serena-williams-returns-to-the-court-as-new-heineken-0-0-global-ambassador-celebrating-the-social-spirit-of-padel/

Foto Créditos: https://www.globenewswire.com/NewsRoom/AttachmentNg/34faf389-12c5-4fd2-8573-5a1b0b0f1fd2

quinta-feira, 14 de maio de 2026

Brahma Watch Party Cup

 

Ambev promove o Watch Party em capitais para assistir os jogos do Brasil na Copa 2026

A Ambev, por meio da Cerveja Brahma, confirmaram o lançamento oficial da Arena Nº1, o hub oficial de experiências que promete reunir mais de 600 mil pessoas durante o Mundial de 2026.  O projeto de marketing é inovador e ocupará simultaneamente cinco capitais brasileiras, trazendo mega painéis de LED para a transmissão dos jogos com os craques da Seleção Brasileira, ativações tecnológicas exclusivas e grandes shows nacionais com entrada totalmente gratuita.

Para os torcedores que planejam acompanhar o Brasil na Arena Nº1, a FIFA já oficializou o calendário completo dos confrontos da primeira fase. Saiba as datas a seguir:

1ª Rodada — 13 de junho (Sábado), às 19h: Brasil x Marrocos (MetLife Stadium, Nova York/Nova Jersey).

2ª Rodada — 19 de junho (Sexta-feira), às 21h30: Brasil x Haiti (Lincoln Financial Field, Filadélfia).

3ª Rodada — 24 de junho (Quarta-feira), às 19h: Escócia x Brasil (Hard Rock Stadium, Miami).

Desenhado em parceria com a Agência California, o circuito nacional funcionará como uma arena proprietária e independente. A estrutura personalizada estará montada nos seguintes locais:

Belo Horizonte (MG): Concentração no tradicional Estádio Mineirinho.

Salvador (BA): O ponto de encontro baiano será na Praça Maria Felipa, no Comércio.

Goiânia (GO): Transmissões na esplanada do Centro Cultural Oscar Niemeyer.

Porto Alegre (RS): Estrutura montada na área da ADVB/RS.

Recife (PE): O público pernambucano se reúne no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem.


O encerramento de cada partida da Seleção Brasileira marcará o início de um festival multicultural dentro dos polos. O line-up oficial conta com artistas de peso para celebrar a cultura nacional, com as apresentações confirmadas da cantora Ludmilla, Shows de Bell Marques, Banda Eva, Ferrugem e Dilsinho, além das performances de Marcos & Belutti, Mari Fernandez e Gustavo Mioto.

Saiba mais no Sympla: 

https://www.sympla.com.br/evento/arena-n1-em-belo-horizonte/3411864?share_id=copiarlink


 

quarta-feira, 13 de maio de 2026

Stadt Jever 43 anos

 


Resistência Germânica na Savassi: Stadt Jever Celebra 43 Anos Como Guardião da Cultura Alemã em BH

Por Redação Ave Cesar Co.

Belo Horizonte é mundialmente reconhecida como a capital dos botecos, mas quem caminha pelas ruas da cidade percebe que os tradicionais redutos de colônia estrangeira estão se tornando joias raras. Entre as poucas e bravas resistências que mantêm acesa a chama da cultura alemã nas Alterosas, o Stadt Jever destaca-se como um verdadeiro patrimônio. Localizado na icônica Avenida do Contorno, o pub prepara-se para comemorar seus 43 anos de história no dia 17 de maio, domingo, a partir das 12h.

A celebração promete parar a Savassi. Para os primeiros clientes que cruzarem as portas de madeira da casa, o bar disponibilizará uma cota de 100 litros de chopp totalmente por conta da casa. Além disso, o tradicional chopp Pilsen de 500ml sairá pelo valor promocional de R$ 15 durante todo o dia, acompanhado por uma trilha sonora de peso com três shows de rock ao vivo (bandas Open Bar, Usina e Geoharri) e o clássico almoço germânico servido até as 14h. 

A Saudade que Fundou um Império de Madeira e Malte


A trajetória do Stadt Jever começou a ser desenhada em 5 de maio de 1983. O responsável foi o imigrante alemão Hans Joachin, que buscava em Belo Horizonte uma forma de mitigar a saudade de sua terra natal. Hans projetou um espaço aconchegante, revestido de madeira escura, focado em duas grandes paixões: a autêntica culinária alemã e cervejas de alta qualidade.

Com o passar das décadas, o controle da casa mudou de mãos, mas nunca perdeu o DNA cervejeiro. Em 2011, a família Pedras Carneiro — fundadora da renomada Cervejaria Wäls — assumiu o comando do Stadt Jever. Miguel Carneiro, Ustane Pedras e seus filhos, José Felipe e Tiago Pedras Carneiro, modernizaram o portfólio de bebidas sem descaracterizar a atmosfera clássica do ambiente. Mais recentemente, o pub expandiu seus horizontes de mercado ao realizar uma fusão comercial  em e-commerce, com as marcas mineiras Prussia Bier e Fürst, consolidando-se como um polo de forças artesanais no estado.

Um dos Últimos dos Moicanos Alemães em Belo Horizonte?

A longevidade do Stadt Jever é um feito ainda maior quando analisamos o cenário gastronômico histórico de Belo Horizonte. A cidade, que já abrigou grandes e memoráveis instituições germânicas, viu quase todas desaparecerem com o tempo. A caminhada do Jever evoca a memória de gigantes do passado que deixaram saudades nos belo-horizontinos:

O Restaurante Alpino: Inaugurado em 1961, na Rua Tupinambás, pelas famílias austríacas Aichinger e Benesch, marcou época sob o comando do icônico Hans Aichinger. Era o ponto de encontro da boemia e da intelectualidade dos anos 1960.

O Haus München: Outro gigante da culinária alemã tradicional que funcionou por anos na capital mineira, famoso por seus salsichões e atmosfera europeia, fundado na década de 1960 pelo casal de alemães Anttonieta Voight e Gerhad Voight. A casa, que foi vendida para o empresário Rodrigo Ferraz, funcionou até 2018, na Rua Juiz de Fora, no Bairro Santo Agostinho. O local se transformou em um edifício que leva o nome do bar “Haus”.

O Botequim Alemão: Reduto que também encerrou suas atividades, deixando órfãos os amantes de joelho de porco (Eisbein) e chucrute. Atualmente, com o Stadt Jever, permanece a HB – Hofbräuhaus, uma franquia vinda de Munique, na Alemanha, esse aberto em 2015, por Bruno Vinhas.

Em uma cidade onde os negócios fecham as portas rapidamente, alcançar 43 anos mantendo a mesma proposta do fundador Hans Joachin é um marco que merece ser brindado. O aniversário do Stadt Jever não é apenas a festa de um bar; é a celebração da sobrevivência de um pedaço da Europa que escolheu Belo Horizonte como lar.

Se você gostou deste resgate histórico, continue acompanhando o Ave Cesar Co. para mais crônicas e novidades sobre a vida urbana e gastronômica.

Deixe nos comentários: Qual a sua melhor lembrança do Stadt Jever ou dos antigos bares alemães de BH? Prosit!

Stadt Jever - Avenida do Contorno, 5771,  Savassi - BH/MG.

terça-feira, 12 de maio de 2026

Taxa de Rolha e Couvert

 


Taxa de Rolha e Couvert: Onde o Serviço Encontra a Estrutura

Por Redação Ave Cesar Co.

No universo da gastronomia, poucos temas dividem tanto as opiniões entre clientes e restaurateurs quanto a famosa taxa de rolha. O que para alguns parece uma cobrança excessiva, para o mercado é a garantia da sustentabilidade do serviço. Recentemente, o assunto ganhou as manchetes nacionais após um episódio explosivo envolvendo o músico Ed Motta em um restaurante carioca, trazendo à tona a discussão sobre etiqueta, legalidade e os custos "invisíveis" de uma mesa posta.

O Caso Ed Motta: Quando a Cortesia Vira Conflito

O debate reacendeu em maio de 2026, quando o cantor Ed Motta se envolveu em uma confusão no restaurante Grado, no Rio de Janeiro. O músico, conhecido por seu paladar refinado e vasta coleção de vinhos nobres, revoltou-se ao ser cobrado pela taxa de rolha (R$ 100), algo que ele alegava ser isento em visitas anteriores. A reação exaltada — que envolveu desde insultos até o arremesso de objetos — terminou em delegacia, mas deixou um alerta importante para os apreciadores de vinho: a isenção da taxa é sempre uma liberalidade do estabelecimento, e nunca um direito adquirido do cliente.

A Filosofia do "Coperto": A Visão de Gero Fasano

Para compreender a lógica por trás dessas taxas, é preciso olhar para a tradição europeia, defendida por ícones da hospitalidade brasileira como Gero Fasano. Ele é um dos grandes defensores do conceito de "Coperto" (ou cover), um termo italiano que vai muito além de um simples couvert. O Coperto justifica que o cliente não está pagando apenas pelo que come ou bebe, mas pelo "lugar àmesa". Essa taxa engloba custos operacionais que muitas vezes ignoramos ao abrir uma garrafa trazida de casa:

A Cristalleria: O uso de taças específicas e adequadas para cada tipo de vinho.

Manutenção: A lavagem e engomagem de toalhas e guardanapos de pano.

Logística: O gelo, o decanter e o serviço técnico do sommelier.

Desgaste: O uso de talheres, pratos, velas e o próprio aluguel do espaço físico ocupado.

O Equilíbrio entre a Experiência e o Negócio


A taxa de rolha existe para compensar o lucro que o restaurante deixa de ter ao não vender uma garrafa de sua própria carta, mantendo o equilíbrio financeiro da operação. De acordo com a Associação Nacional de Restaurantes (ANR), a prática é legítima, desde que o valor seja informado previamente ao consumidor.

Para o cliente, levar uma garrafa especial de sua adega pessoal pode tornar o jantar memorável. Para o restaurante, cobrar pelo serviço prestado em torno dessa garrafa é o que garante a continuidade da excelência. No fim das contas, a boa gastronomia é sobre o respeito mútuo: o estabelecimento entrega a infraestrutura perfeita, e o cliente reconhece o valor desse cenário que muitas das vezes é de luxo ou elevado padrão.

Você acredita que a transparência no cardápio é o segredo para evitar conflitos, ou o restaurante deveria sempre oferecer uma rolha livre na primeira garrafa?

Foto: Fasano

Fonte: Do autor/IA.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Pepsi Football Nation

 

Pepsi Football Nation: Como dominar o campo sem ser o dono da bola

Por Redação Ave Cesar Co.

No mundo do marketing esportivo, nem sempre é preciso ser o patrocinador oficial de um torneio para ser o protagonista da conversa. A Pepsi acaba de provar isso com o lançamento da "Pepsi Football Nation", uma plataforma global que escala ninguém menos que David Beckham para liderar uma "revolução" no modo como vivemos o futebol.

Estrelando Beckham ao lado de ícones como Vini Jr., Mohamed Salah e a campeã mundial Alexia Putellas, (faltou Ronaldinho Gaúcho?) a campanha utiliza o humor para celebrar a cultura que pulsa fora das quatro linhas. O conceito central é o "Manual do Torcedor", onde os fãs são convidados a criar as leis de uma nova nação. Entre as "regras" que já viralizaram, destaca-se a Regra nº 1, que decreta: é "Football", não "Soccer". Para garantir que a lei seja cumprida, a marca lançou até uma extensão de navegador que substitui automaticamente o termo americano em qualquer site.

Estratégia de Guerrilha: O Drible na FIFA

A criação da "Pepsi Football Nation" não é apenas um exercício de criatividade, mas uma manobra estratégica de mestre (correndo por fora do campo). Como a fábrica de refrigerantes não detém os direitos de patrocínio da Copa do Mundo FIFA — território ocupado por sua principal rival, a Coca-Cola, a marca aposta no marketing de guerrilha no ambiente do futebol. A estratégia busca dominar a conversa cultural focando no comportamento do torcedor.

Sem poder citar o nome oficial do evento, a Pepsi utiliza o peso de suas celebridades para garantir alcance global, conectando-se à paixão que persiste nos fóruns do Reddit, nas redes sociais e nos rituais de dia de jogo, onde a marca de entretenimento se sente em casa.

Para garantir que a campanha não fique apenas nos comerciais de TV, a Pepsi desenhou uma série de ativações digitais focadas em interatividade e personalização: Customização no Reddit, nesse sentido, a marca criou espaços exclusivos em comunidades de futebol para que os fãs votem e sugiram novas regras para o "Manual", transformando a campanha em um documento vivo.


Filtros de Realidade Aumentada (AR): No Instagram e TikTok, torcedores podem usar filtros interativos para simular o "clima de estádio" em qualquer lugar, compartilhando suas próprias superstições e rituais.

Conteúdo "Behind the Scenes": Através de QR codes nas latas, o público ganha acesso a vídeos exclusivos de Beckham e Salah discutindo suas próprias manias de jogo, humanizando os astros e gerando dados valiosos de consumo. O tom é leve e irreverente, reforçando o posicionamento da Pepsi como uma marca que não apenas assiste ao jogo, mas vive a cultura pop do esporte junto com o fã.

Será que outras marcas farão o mesmo? A Heineken, por exemplo, jogará por fora da linha contra a Budweiser? É algo a se pensar.


quinta-feira, 7 de maio de 2026

Como fazer cerveja caseira

 

Reportagem 2000: Como fazer cerveja em casa

Em 2007, José Augusto Silveira, um jovem cervejeiro caseiro, membro da ACervA Mineira, dava uma entrevista para a Revista Sexy, em um artigo escrito pela Jornalista Patrícia Lapertosa. Nessa matéria, citada na coluna "Manual" teve a manchete: "Cerveja: Faça Você Mesmo".

Sem segredos, José Augusto apresentou passos simples, porém que carecem de cuidados para praticar o Homebrewing, ou seja fazer a sua cerveja favorita de forma artesanal. Essa nota de registro em nosso blog Ave Cesar Co, completamos, hoje, o universo de 2000 artigos, reportagens e matérias sobre o que tanto gostamos e apreciamos: o mundo da cerveja e das bebidas espirituosas em geral, o que inclui o café brasileiro, a nossa autêntica cachaça, os vinhos tradicionais e as novas repaginações de outros destilados que estão em voga no país, como o Gin, o Rum, o Whisky e a Tequila. Há também os líquidos não alcoólicos, os considerados mais saudáveis e até os exóticos.

O blog Ave Cesar Co., ao longo dos seus 15 anos, tem criado uma fonte orgânica de informação atual e de pesquisa. É comum observarmos leituras de matérias antigas sendo relidas, com uma frequência muito acima das expectativas. Para o blog, isso significa geração e transmissão de valor, além de perpetuidade histórica, o que faz do site uma referência na busca de dados nas três linhas do tempo: Passado, Presente e Futuro, esse moldado por meio de matérias que invocam tendências, previsões, além de artigos atemporais. É também fonte que une trabalho, nostalgia, prazer e entretenimento, pois citamos notas de mercado, oportunidades de emprego, eventos regionais e globais, filmes & arte, fatos e acontecimentos que marcaram época, análises e estudos, sempre com dados fidedignos, fotos e vídeos interessantes, sejam de autoria própria ou de terceiros profissionais, divulgados com ética, integridade e lisura.

Nesse sentido, agradeço a você, leitor, que mantêm esse humilde meio de comunicação ativo, ao qual acompanho diariamente a sua evolução. São mais de 1,8 milhão de views registrados, vindos de diversas partes do mundo. Uma média de 3 mil visualizações diárias em um simples blog. Sem a audiência de vocês, não haveria propósito para seguirmos em frente. 

Muito obrigado! 

Aproveito e peço, gentilmente que nos siga, basta clicar no botão do blog em "Seguidores". Isso irá nos ajudar e muito. Em breve, estudaremos uma forma de irmos para outras platadformas, como o Instagram e o Youtube.

Bom, a seguir, deixo o registro das páginas da Revista Sexy para seu conhecimento, pesquisa e aprimoramento na fabricação de sua primeira ou próxima cerveja. 

(Aliás, a receita do José levou 4,5kg de malte pilsen, 20 litros de água, 500g de malte torrado, 50 g de lúpulo, 1 sachê de levedura S-04). Boa leitura.




Um brinde! Vamos em frente!








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