domingo, 19 de abril de 2026

Vinil e Cerveja


O Vinil e a Cerveja: um Encontro de Dois Clássicos 

Fui DJ na minha juventude, gostava de ir em matinês como da Space e Hippodromo, buscando tendências, antes de estudar um pouco mais sobre a cerveja e outras bebidas espirituosas. A conexão entre o vinil e a cerveja vai além do simples consumo; é um ritual de apreciação sensorial que une a textura do som analógico à complexidade das bebidas artesanais e especiais. Ambos exigem tempo, curadoria e um paladar (ou ouvido) treinado para notar as nuances.

Nesse sentido pesquisei alguns discos, bandas e cervejarias que associaram suas marcas ao mundo da música por meio do bolachão, o consagrado vinil.

Alguns álbuns e lançamentos remetem diretamente ao universo cervejeiro, seja pela estética ou pela própria composição física. Encontrei o Long Play (LP) German Beer Drinking Songs: Um clássico que reúne canções tradicionais alemãs feitas especificamente para acompanhar a atmosfera de uma cervejaria. Achei um disco da cerveja Miller, chamado de Miller High Life - Dive Bar Sounds. Trata-se de um projeto onde a marca lançou um disco de vinil preenchido com a própria cerveja dentro do material, criando um efeito visual super interessante, enquanto toca faixas que capturam o som ambiente de bares americanos.

Algumas Marcas de cervejas têm usado o disco de vinil para reforçar sua identidade cultural e criar experiências colecionáveis para o público. Esse foi o caso da Budweiser que desenvolveu um projeto que transformou porta-copos em pequenos discos de vinil funcionais.

A ação, voltada para o rap nacional, permitia que as "bolachas" de papelão fossem tocadas em picapes, unindo utilitário de bar e música. Um projeto semelhante ocorreu com a Bud e o cantor Will I Am, de nome Great Times Are Comming, onde o vinil foi impresso em material plástico e colocando em uma revista de mercado.


A propósito, o mercado de vinil vive uma renascença histórica, consolidando-se como o formato físico dominante tanto no Brasil quanto no mundo em 2025 e 2026. Mesmo em um cenário de streaming absoluto, o vinil se tornou um item de desejo impulsionado por colecionadores e pela Geração Z.

Em 2024, o vinil foi responsável por 76,7% do faturamento de todos os produtos físicos no país. As vendas de mídias físicas cresceram cerca de 25,6% em 2025, impulsionadas diretamente pelos "bolachões". Somente em 2023, o faturamento com vinil no Brasil cresceu 136%, superando CDs e DVDs pela primeira vez. Atualmente, três grandes nomes sustentam a produção nacional: Polysom (maior da América Latina), Vinil Brasil e Rocinante.

Em Minas Gerais, a Cervejaria Vinil surgiu no movimento musical de quatro amigos, pertencentes à ACervA Mineira, que se reuniam para escutar boas músicas com os amigos ao lado de uma boa
cerveja. Dessa forma, a marca baseia toda sua identidade no mundo dos LPs. Seus rótulos levam nomes como 33 RPM (Bohemian Pilsener), 45 RPM (British IPA) e 78 RPM (Stout), criando uma
"discografia" líquida que homenageia clássicos do rock.

Veja a seguir algumas capas de bandas e discos de vinil que encontrei pela internet. Em breve, posto também o Disc Picture que está relacionado a uma boa cerveja. Desfrute, escute uma música e aprecie uma boa cerveja.

Cheers!


sábado, 18 de abril de 2026

Oscar Schmidt Basquete e Cerveja

 

Oscar Schmidt, o Basquete e a Cerveja

Em homenagem a esse grande player que tivemos em nosso país, busquei nas redes algo que o associasse com a boa cerveja. Por incrível que pareça, encontrei algumas curiosidades interessantes.


Como sabermos, Oscar Schmidt tem uma história peculiar no esporte: é considerado um dos maiores jogadores de todos os tempos do basquete mesmo sem ter jogado na Liga da NBA, a mais forte liga da modalidade. Nos anos 1980, houve convite, mas o status de profissional do torneio americano o tiraria dos Jogos Olímpicos pela seleção brasileira. E o atleta escolheu defender seu país. Em 2017, essa história virou um comercial da Budweiser. Você se lembra desse comercial? (Veja o vídeo anexo.)

Dois anos mais tarde, a cerveja oficial da NBA, em 2019, mudou de roupagem e adotou um estilo especial para marcar o início das Finais da Liga norte-americana de basquete. A Budweiser criou latas com estampa de uma bola de basquete.

Naquele mesmo ano, em um evento fechado para autoridades, patrocinadores e convidados, o Mogi Basquete lançou, a Jaguá Beer, primeira cerveja pertencente a um time de basquete brasileiro.


Em 2025, o Grupo Petrópolis, da cerveja Itaipava, por meio de seu bebida energética TNT, se tornou patrocinadora oficial da NBA no Brasil, a partir de maio daquele ano. Essa parceria incluiu o lançamento de embalagens exclusivas e temáticas dos sabores Original e Zero, voltadas para a temporada 2025-26, visando conectar a marca ao basquete e ao estilo urbano. Em resumo: cerveja e basquete, acrescido de astros, realmente, combinam e caem bem. Efeito Chuá!


Para Oscar Schmidt saúdo com o meu brinde e desejo que faça muitos pontos onde é que você esteja.

 


Fonte: https://maquinadoesporte.com.br/noticia/melhor-campanha-publicitaria-oscar-na-nba-por-bud-e-espn/


sexta-feira, 17 de abril de 2026

Uaimií Chico Rei

 


Chico Rei com Ouro: Uma Lenda Líquida da Cervejaria Uaimií

A Cervejaria Uaimií, fundada em 2014 na cidade de Itabirito (MG) região de Ouro Preto, consolidou-se no mercado artesanal ao unir história, terroir e inovação. Seu nome, Uaimií, carrega uma herança ancestral: é o termo indígena (do tupi) para designar o Rio das Velhas, que nasce na região e foi fundamental para o desenvolvimento do Ciclo do Ouro em Minas Gerais.

Dentre suas criações mais emblemáticas, destaca-se a edição especial da Chico Rei, uma Dry Stout que eleva o conceito de homenagem histórica. Inspirada no lendário monarca escravizado que escondia pepitas de ouro em seus cabelos para comprar a liberdade de seus súditos, a cerveja traz em sua composição ouro de verdade. Trata-se de ouro comestível, proveniente de garimpo local na Estrada Real, que reluz suavemente em meio ao líquido negro profundo da Stout.  Uma cerveja para colecionador. Reza a lenda que Chico Rei, um rei africano trazido à força para a região de Ouro Preto, escondia ouro nos cabelos e, com o tempo, usou cada grama para conquistar sua liberdade e a de muitos outros homens e mulheres.

Sobre a cerveja


Fiel ao estilo britânico, a Chico Rei apresenta notas intensas de café e malte torrado, com um final seco e amargor equilibrado. A adição do ouro é um espetáculo visual que reforça a narrativa de resistência e riqueza cultural de Minas.

Para quem deseja ir além do copo, a Uaimií mantém as portas abertas para entusiastas e ao turismo da Estrada Real. A cervejaria oferece oportunidades de visitação à sua fábrica, onde é possível conhecer os processos de produção, os tanques de fermentação e degustar os rótulos diretamente da fonte, em um ambiente que respira a atmosfera histórica da região.

 

#Uaimii #ChicoRei #CervejaArtesanal #MinasGerais #EstradaReal

Copa Sul-Americana de Cerveja IV

 

Sul-Americana de Cerveja consagra vencedores e reforça consolidação da Serra Gaúcha em polo cervejeiro

Melhor Cervejaria da Copa foi a Cervejaria Salva, de Bom Retiro do Sul/RS, e prêmio de Melhor Cerveja da Copa também ficou com a Salva. Com recorde de inscrições e crescimento de 45%, edição 2026 amplia alcance internacional e destaca protagonismo brasileiro no setor.

Ao todo, foram distribuídas 272 medalhas, entre ouro, prata e bronze, contemplando 114 cervejarias. O volume de premiados e a diversidade de origens reforçam o caráter técnico da competição e sua relevância como espaço de reconhecimento e troca entre produtores do continente.

O título de Melhor Cervejaria do Ano ficou com a Cervejaria Salva, de Bom Retiro do Sul (RS), seguida pela Cervejaria Leopoldina, de Garibaldi (RS), e pela Cervejaria Nahualli, de Farroupilha (RS). Entre as cervejas, o primeiro lugar geral foi conquistado pelo rótulo “Tô com Amendoim Cheio”, da Cervejaria Salva, seguido por “Xiuhte”, da Cervejaria Nahualli, e “Kaingang Double Juicy IPA”, da Kaingang Cervejaria, de Santa Catarina.

A edição de 2026 da Copa teve números inéditos. O concurso reuniu 1.212 amostras inscritas por 257 cervejarias de sete países da América do Sul, um crescimento de 45% em relação ao ano anterior. A diversidade também se reflete nos estilos avaliados: foram 160 ao todo e na capilaridade da participação brasileira, com representantes de 18 estados e 189 cidades.

“O crescimento desta edição confirma que a Copa Sul-Americana de Cerveja vem se consolidando como uma plataforma de referência no continente”, avalia Fabrício Scalco, Diretor do concurso. “Tivemos um aumento expressivo no número de inscrições, mais países participantes e uma diversidade técnica que mostra o amadurecimento do setor. É um resultado que reflete não só a evolução das cervejarias, mas também a força da cultura cervejeira na América do Sul”, afirma. A ampliação do número de países participantes e o crescimento consistente de inscrições indicam não apenas maior adesão, mas um amadurecimento do mercado sul-americano, cada vez mais técnico, diverso e integrado.

A força brasileira se destaca tanto em volume quanto em desempenho. O Rio Grande do Sul liderou o número de amostras inscritas, enquanto Santa Catarina foi o estado com maior número de medalhas, seguido de perto pelos gaúchos. Estilos como American IPA, American Lager e Catharina Sour figuraram entre os mais inscritos, refletindo tendências consolidadas e a valorização de identidades locais.

Principais resultados


Melhores cervejarias do ano (2026):

 1º lugar — Cervejaria Salva (Bom Retiro do Sul – RS)

 2º lugar — Cervejaria Leopoldina (Garibaldi – RS)

 3º lugar — Cervejaria Nahualli (Farroupilha – RS)

 4º lugar — Cervejaria Turatti (Fortaleza – CE)

 5º lugar — Kaingang Cervejaria (Xaxim – SC)

Melhores cervejas do ano (2026):

 1º lugar — Field Beer “Tô com Amendoim Cheio” (Cervejaria Salva)

 2º lugar — German-style Eisbock “Xiuhte” (Cervejaria Nahualli)

 3º lugar — Juicy ou Hazy Strong Pale Ale “Kaingang Double Juicy IPA” (Kaingang Cervejaria)

 

Veja o o resultado geral 2026: https://copasulamericanadecerveja.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Lista-Ganhadores-COPA-2026.pdf

Fonte: Site da Copa Sul-Americana.

Monster WD 40

 

Monster Energy: Do Morango ao Mito do WD-40

O universo dos energéticos foi agitado recentemente pelo lançamento do Monster Ultra Strawberry Dreams. Integrante da linha “Ultra” — conhecida por ser zero açúcar e de baixa caloria — este novo sabor aposta em um perfil de morango leve, equilibrando a doçura da fruta com um toque refrescante de acidez. Ele chega para consolidar a preferência do público por bebidas mais leves, mas que mantêm o "punch" de cafeína característico da marca. (A Red Bull, lançou a sua versão sabor maçã, zero açúcar.)

Paralelamente ao sucesso do Strawberry Dreams, um boato inusitado tomou conta das redes sociais: o Monster sabor WD-40 (uma associação com máquinas e carros de alta velocidade). Embora as imagens de latas azuis e amarelas pareçam reais, trata-se apenas de uma brincadeira da internet e artes criadas por fãs. Não existe uma colaboração oficial entre a Monster e a fabricante de lubrificantes; a "bebida" é um meme visual que viralizou em plataformas como Instagram e TikTok.

O Monster Energy original foi lançado em abril de 2002, pela Hansen Natural Company (hoje Monster Beverage Corporation). A empresa revolucionou o mercado com sua embalagem icônica e marketing voltado a esportes radicais. Atualmente, a marca conta com um reforço de peso em sua distribuição e estratégia global: o Grupo Coca-Cola, que possui uma participação societária relevante na Monster (cerca de 16,7%), fruto de uma parceria estratégica firmada em 2015, que transferiu a linha de energéticos da Coca-Cola para a Monster e vice-versa.

O Mercado de Energéticos em 2026

O mercado de bebidas energéticas vive um momento de franca expansão no Brasil, com projeções de crescimento global contínuo até 2033. Em 2026, o setor é moldado por um consumidor mais informado, seletivo e atento à saudabilidade. A Geração Z (18 a 24 anos) é o principal motor desse crescimento, representando até 60% do público ativo. Esse grupo busca produtos que combinem funcionalidade, sabor autêntico e identidade visual forte.

Com tendência de saudabilidade, há uma migração clara para opções zero açúcar e com benefícios funcionais. O consumidor moderno busca "energia estável" e ingredientes que ofereçam foco e bem-estar, em vez de apenas um pico de cafeína.

Adicionalmente, novos hábitos tomam vigor no mercado, uma tendência já mencionada no final do exercício de 2025. Dados recentes indicam que as bebidas não alcoólicas, como energéticos sem açúcar, ganham espaço frente às alcoólicas, especialmente em eventos sociais e de grande visibilidade, como a Copa do Mundo de 2026.

Fonte: por meio de IA em fontes públicas e artigo vindo do autor.


quarta-feira, 15 de abril de 2026

O melhor whisky do mundo em 2026

O Trunfo de Islay: Bowmore 21 Anos é Eleito o Melhor Whisky do Mundo em 2026

LONDRES – O cenário global do whisky tem um novo e incontestável soberano. Em uma cerimônia marcada pelo reconhecimento da tradição aliada à precisão técnica, o Bowmore 21 Years Old Sherry Oak Cask acaba de ser coroado como o Melhor Single Malt do Mundo pelo World Whiskies Awards 2026.

O título não é apenas uma vitória para a icônica destilaria de Islay, mas um marco que sinaliza o que os especialistas chamam de "a era da maturação disciplinada".

O júri internacional foi unânime ao descrever o rótulo como uma "aula magistral". Envelhecido por duas décadas em uma combinação de barris de carvalho que anteriormente continham Bourbon e Xerez Oloroso, o whisky passa por uma finalização luxuosa em barris de Pedro Ximénez de primeiro uso.

O resultado é uma complexidade que tem fascinado mercados da Ásia à América Latina. No paladar, o clássico caráter defumado e marítimo da Bowmore funde-se a notas densas de mel, toffee e cera de abelha, com um final persistente que remete a tabaco e frutas secas. Há alugns anos atrás o whisky fez uma série especial em parceria com a Aston Martin, o famoso carro do James Bond 007.


O Mundo Além do Malte


Embora o Bowmore tenha levado a honraria máxima entre os maltes, a edição de 2026 do prêmio revelou outras forças que estão moldando o consumo global:

A Ressurreição dos Blends: O Ballantine’s 23 Year Old conquistou o título de Melhor Blended do Mundo, provando que a arte da mistura escocesa recuperou seu prestígio frente aos colecionadores.

O Domínio Asiático tem o seu destaque por meio da destilaria taiwanesa Kavalan que foi nomeada Produtora do Ano, consolidando o Extremo Oriente como o novo centro de gravidade da inovação no setor. (Nosso whisky nacional, tem muito a aprender.)


Adicionalmente, pela primeira vez, um whisky de centeio espanhol, o Siderit PX Cask Rye, desbancou gigantes americanos e canadenses, sendo eleito o melhor de sua categoria.

Tendência de Mercado

Especialistas apontam que o sucesso do Bowmore 21 anos reflete o comportamento do consumidor atual: a busca por garrafas que contem uma história de tempo e paciência. "Não se trata mais apenas de potência alcoólica, mas de equilíbrio entre a madeira e o destilado", afirma um dos jurados.

 Com a demanda global em alta, espera-se que o lote premiado se torne um dos itens mais disputados por investidores e apreciadores nos próximos meses, elevando ainda mais o status de Islay no mapa mundial dos destilados de luxo.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Dia Mundial do Café

 

O Dia Mundial do Café e a Força Mineira

O café é muito mais do que uma bebida; é um pilar cultural e econômico que conecta bilhões de pessoas diariamente. No Brasil, o Dia Mundial do Café é celebrado, hoje, dia 14 de abril. Além desta data, o setor também comemora o Dia Nacional do Café (24 de maio), que marca o início da colheita no país, e o Dia Internacional do Café (1º de outubro), oficializado pela Organização Internacional do Café (OIC) e recentemente reconhecido pelas NaçõesUnidas.

A história do café remonta à Etiópia, na África. A lenda mais famosa narra as observações de um pastor de nome Kaldi, que notou suas cabras ficarem excepcionalmente ariscas após consumirem os frutos de um arbusto. Monges locais começaram a usar os frutos em infusões para se manterem despertos durante longas horas de oração, e a partir do Iêmen, a bebida se espalhou pelo mundo árabe e, posteriormente, pela Europa.


O café entrou no Brasil em 1727, por meio do Sargento-mor Francisco de Melo Palheta. Vindo da Guiana Francesa, Palheta trouxe mudas e sementes que foram inicialmente plantadas em Belém do Pará. Embora tenha começado no Norte, a cultura encontrou solo e clima ideais para expansão comercial quando chegou ao Sudeste, especialmente no Rio de Janeiro e, posteriormente, em Minas Gerais.

Minas se tornou protagonista absoluto da cafeicultura brasileira, sendo responsável por mais de 50% da produção nacional e cerca de 20% da produção global. O estado se destaca pela produção de café arábica, espécie conhecida por sua alta qualidade e sabores complexos. As plantações passam pelas regiões do Sul de Minas, Zona da Mata, Cerrado, Matas Mineiras, Mantiqueira e Campos da Vertentes. É a força mineira no cenário mundial da semente mais consumida no mundo, junto com a Coca-Cola, o chá, a cerveja, o destilado e a cachaça

Ao longo do tempo bebida se tornou versátil, sendo servida de diversas formas e adicionadas em outras bebidas, movimentando a criatividade de baristas, mixologistas e sommeliers.

Parabéns ao Dia Mundial do Café.  Como trabalhei alguns anos no mercado de cafés, vou tomar uma xícara e vou te indicar o livro de John Thorn - O Guia do Café para aumentar o seu conhecimento. Saúde!

https://www.amazon.com.br/Guia-do-Cafe-Jon-Thorn/dp/972841854X 


Real Time Web Analytics