sábado, 2 de maio de 2026

Tendências e Futuro


Por que a agilidade intelectual vale mais do que qualquer planejamento estratégico para 2026?

Algumas semanas atrás, estava na sede da Krug Bier , em Minas Gerais e conversei brevemente com o Diretor Comercial, Lukas Gangl , sobre um livro que estava lendo pela segunda vez. Me refiro ao “Relatório Popcorn” de autoria de Faith Popcorn . Havia comentado que, apesar de ser uma obra escrita em 1999, essa se mantém atual, sobretudo sobre a sua visão em termos de comportamento humano, frente às tendências e ao futuro. Ao concluir a leitura, fiz um breve resumo com outros dois livros que li e que são amplamente conhecidos de mercado, e que possuem direções semelhantes ao Relatório Popcorn: “The Signals Are Talking”, de Amy Webb e “21 lições para o Século 21” de Yuval Harari.

Em suma, as obras relevam que o futuro não é um destino onde chegamos por acaso, mas um território moldado por sinais que ignoramos ou decidimos ler. Ao conectar as visões de Faith Popcorn, Amy Webb e Yuval Noah Harari, percebemos que, embora as épocas e métodos difiram, a bússola para navegar no amanhã aponta para direções muito semelhantes.

A principal semelhança entre as três obras é a ideia de que o futuro já está acontecendo agora, escondido em pequenos desvios de comportamento ou avanços tecnológicos incipientes:

A Identificação de Padrões: Faith Popcorn, introduziu a ideia de rastrear tendências comportamentais (como o escasulamento social). Amy Webb, em "Os Sinais Estão Falando", moderniza isso com uma metodologia rigorosa para identificar "sinais na periferia". Harari, por sua vez, olha para o padrão macro: a fusão da biotecnologia com a infotecnologia. Todos concordam que o futuro não é um "golpe de sorte", mas um exercício de observação.

A Adaptabilidade como Sobrevivência: Os três autores sugerem que o maior risco não é a mudança, mas a rigidez. Webb foca no erro das empresas que ignoram o óbvio; Harari foca na obsolescência do conhecimento humano; e Popcorn foca na incapacidade de entender os novos desejos do consumidor, ou seja, uma presença forte de vieses cognitivos.

A Relevância do Humano: Mesmo em contextos tecnológicos, o centro da análise é a experiência humana. Seja na busca por proteção e conforto (Popcorn), na resolução de problemas complexos através de algoritmos (Webb) ou na busca por significado e resiliência mental (Harari).

Afinal, com um mundo VULCA, BANI e outras turbulências, existe uma luz no fim do túnel?

 Entendo que existe luz, mas essa não é (e não será) estática. Para pessoas e empresas, a "luz" não é a chegada a um porto seguro, mas a aquisição de agilidade intelectual. Para as Empresas, a luz reside na escuta ativa. Webb e Popcorn mostram que empresas que sobrevivem são aquelas que não tentam prever o futuro com bolas de cristal, mas que constroem sistemas capazes de reagir a sinais de mudança em tempo real. O lucro futuro pertence a quem resolve as novas angústias humanas, não a quem apenas vende produtos. Para as Pessoas, Harari oferece a lição mais profunda: a luz está na educação emocional e na flexibilidade (resiliência). Em um mundo onde o que você aprendeu hoje pode ser irrelevante amanhã, a maior habilidade é a capacidade de "desaprender" e manter o equilíbrio mental diante do desconhecido.

 O "túnel” que tanto falamos é a própria transição constante. A luz brilha para quem aceita que o futuro é um rascunho contínuo, e que nossa maior vantagem competitiva continua sendo a nossa capacidade de colaborar, sentir e criar sentido onde as máquinas apenas processam dados. Recomendo a leitura de todos esses livros. Contam cases reais e são poderosos.

 Qual desses três autores (Popcorn, Webb ou Harari) mais ressoa com o momento atual da sua empresa ou de sua carreira? Diga-nos! Tenha um futuro brilhante.

 #FuturoDoTrabalho #Estrategia #Tendencias #GRC #riscos #mobileholding #pelosatelite


Inside LVMH

Inside LVMH: O Passaporte para o Universo do Luxo

A LVMH (Louis Vuitton Möet  Hennessy), líder global no setor de alto padrão, não domina apenas o mercado de consumo, mas também o de talentos. Por meio da plataforma Inside LVMH, o Grupo rompe a barreira do exclusivismo para oferecer a estudantes e profissionais  de todo o mundo uma visão privilegiada de seus bastidores.

A iniciativa se baseia em um ecossistema digital e educacional desenhado para conectar a próxima geração de líderes com o ecossistema de mais de 75 Maisons (Mansões) do Grupo, o que inclui, marcas ícones como Louis Vuitton, Dior, Whisky Glenmorangie, Möet & Chandon e Don Pérignon. O objetivo é claro: compartilhar o savoir-faire (o saber-fazer) que mantém o grupo no topo por décadas.


O grande destaque é o  programa de certificação chamado de Inside LVMH Certificate. Este curso é gratuito e 100% on line, permite que os participantes mergulhem em módulos fundamentais sobre:

"Fundamentos do Luxo: História, Códigos e Cultura das Marcas"; 
"Cadeia de Valor: Do Design e Criação à Exelência na Fabricação"; 
"Estratégia e Inovação: Como a Tradição se Funde com a Tecnologia e a Sustentabilidade".

Ao final, os aprovados recebem uma certificação oficial, que se tornou um diferencial de peso no currículo de quem busca ingressar no mercado de luxo. Para a LVMH a ação é estratégica. A plataforma funciona como um radar de talentos global. Ao democratizar o acesso ao conhecimento especializado, o grupo atrai perfis diversos e apaixonados, garantindo que o DNA de inovação e criatividade da companhia continue pulsando. É em essência o encontro entre a herança histórica e o futuro do varejo global. 

As inscrições para a próxima turma do Iinside LVMH Certificate estão atualmente abertas e seguem o seguinte cronograma para a edição de maio de 2026. As inscrições vão até 11 de maio de 2026, às 23h59 (horário UTC) no site oficial Inside LVMH. O acesso ao conteúdo de aprendizagem começa em 12 de maio e vai até o mês de julho.

O grupo geralmente oferece essa oportunidade duas vezes ao ano, com turmas iniciando em abril/maio e setembro/outubro. O certificado exige a conclusão de módulos sobre os fundamentos do luxo e um teste final para a emissão do documento oficial.

Saiba  mais: https://www.insidelvmh.com/  





terça-feira, 28 de abril de 2026

The Cointreau Margarita Challenge 2026

 

A Busca pela Margarita Perfeita: The Cointreau Margarita Challenge 2026

Se existe um coquetel que define o equilíbrio entre o frescor e a intensidade, é a Margarita. E para elevar esse ícone ao status de arte, o The Cointreau Margarita Challenge retorna em 2026, desafiando os melhores bartenders do mundo a reinventarem o clássico usando o ingrediente que está no coração da receita original: o licor Cointreau.

O concurso é uma celebração global da mixologia que busca a "Margarita do Amanhã". O objetivo não é apenas misturar ingredientes, mas contar uma história através de uma receita autoral que respeite a base clássica (Cointreau, Tequila e suco de limão), mas que mostre uma assinatura única, técnica impecável e uma apresentação memorável.

O caminho até o título de melhor Margarita do mundo é dividido em etapas rigorosas:

Inscrição e Seleção Digital: Bartenders submetem suas receitas exclusivas, fotos e o conceito por trás da criação através da plataforma oficial da marca.

Finais Nacionais: Os selecionados de cada país competem presencialmente, sendo avaliados por um júri técnico em quesitos como sabor, originalidade, técnica e a "alma" da bebida.

A Grande Final Global: Os vencedores de cada nação viajam para a França (geralmente para a histórica Angers ou Paris), onde enfrentam o desafio final diante de jurados experts, mestres destiladores e ícones da coquetelaria mundial.

Por que o Cointreau?

Como diz a famosa frase de Margaret Sames, a criadora da receita em 1948: "Uma Margarita sem Cointreau não vale nem o sal". O desafio reforça que a qualidade dos óleos essenciais da casca de laranja do Cointreau é o que dá estrutura e sofisticação ao drink.

Para a Ave Cesar Co, acompanhar competições deste nível é essencial para entender as tendências que ditam o que será servido nos melhores balcões do mundo. Em 2026, a expectativa gira em torno de ingredientes sustentáveis, técnicas de clarificação e perfis de sabores regionais integrados ao clássico.


Sobre a Família Cointreau

A história do Cointreau remonta a 1849, na cidade de Angers, na França, onde os irmãos Adolphe e Edouard-Jean Cointreau fundaram sua destilaria original. No entanto, foi apenas em 1875 que o filho de Edouard-Jean, Édouard Cointreau, revolucionou o mercado ao criar um licor de laranja perfeitamente cristalino e equilibrado. Ele buscava uma bebida que fosse mais elegante e menos doce do que os licores de curaçau da época, resultando no que hoje conhecemos como o padrão ouro do "Triple Sec", apresentado em sua icônica garrafa quadrada de cor âmbar.

Atualmente, a marca é um dos pilares do grupo Rémy Cointreau, um dos maiores conglomerados de bebidas de luxo do mundo. O grupo surgiu em 1990 a partir da fusão entre a empresa da família Cointreau e a E. Rémy Martin & Cie SA. Apesar de ser uma gigante global listada na bolsa de valores, a gestão permanece profundamente ligada às suas raízes, sendo controlada pelas lideranças das famílias fundadoras, que preservam o processo de produção artesanal e o segredo da receita que atravessa gerações.



Fonte: IA e https://www.cointreau.com/int/en/ 

Tabela Periódica das Cervejas

 

O Mapa do Malte: A Tabela Periódica da Cerveja Artesanal

A cerveja artesanal é um universo de complexidade técnica, mas para o consumidor comum, a variedade de siglas e estilos pode ser intimidadora. Foi para traduzir esse mundo que surgiu a Tabela Periódica da Cerveja, um guia visual que organiza as bebidas não por átomos, mas por famílias, aromas e intensidades.

Embora o conceito visual de organizar cervejas em uma grade similar à de Mendeleiev (o mesmo que padronizou a Vodka) tenha surgido originalmente nos Estados Unidos (atribuído frequentemente ao designer Kevin Cain nos anos 90), a versão brasileira teve uma mais emblemática que eu vi estava associado o cervejeiro LeonardoBotto.

Botto, um dos mestres cervejeiros mais respeitados do Brasil e fundador do Botto Bar, idealizou a tabela como uma ferramenta pedagógica. O objetivo era claro: educar o paladar do brasileiro. Em um mercado então dominado pelas Lagers produzidas em alta escala, a tabela servia como um "mapa do tesouro" para quem desejava navegar entre as cervejas de trigo, as Weiss, Lambics e Porters sem se perder.

Para ganhar escala e chegar às paredes de bares e colecionadores de todo o país, o projeto contou com o apoio estratégico da Cervejaria Eisenbahn, da família Mendes. Na época, a marca era a principal porta de entrada para o segmento "premium" e artesanal no Brasil.

A colaboração entre o Botto Bar e a Eisenbahn resultou em um material gráfico rico, que classificava as cervejas por Família, diferenciando fermentações altas (Ales) e baixas (Lagers), Graduação Alcoólica, do leve ao robusto, Escala de Cor (SRM) e Amargor (IBU): Ajudando o cliente a prever o impacto no paladar.

A tabela não surgiu apenas por estética. Ela foi uma resposta ao crescimento vertiginoso das microcervejarias no mercado de cervejas nacional. Com a explosão de novos rótulos, o público precisava de uma hierarquia lógica para entender que uma IPA e uma Pale Ale eram "parentes", ou por que uma Stout era escura. Ela transformou o balcão do bar em uma sala de aula informal, onde o design facilitava o consumo consciente e a experimentação.

Concurso Anual e Nacional New Spirits 2026

O Melhor Concurso de Destilados do Brasil Apresenta os Campeões de 2026

O 15º Concurso Anual e Nacional New Spirits está chegando ao momento mais aguardado: a divulgação dos resultados que revelam os grandes destaques da produção nacional de cachaças de alambique, gins e destilados.

Mais do que uma premiação, (foram mais de 550 inscrições) esse é o palco que valoriza a excelência, reconhece produtores e impulsiona marcas para o mercado de destilados nacional e internacional. Sob a mestria do executivo e Presidente do Expocachaça, José Lúcio Mendes, organizador deste relevante evento sobre nosso Brazilian Spirit, o profissional deixa a pergunta no ar: "Quem serão os medalhados desta edição?"

Não Perca. Assista! Recomedo!

28 de abril Das 20h às 21h30

Ao vivo no YouTube @concursonewspirits 

https://www.youtube.com/@CONCURSONEWSPIRITS

#cachaca #eventosbh #gin #destilados #bhz


segunda-feira, 27 de abril de 2026

F1 2026 e o mercado de bebidas

F1 2026: A Nova Era de Marcas, Motores e o Fator Cadillac

A temporada de 2026 marca o início de um dos capítulos mais transformadores da história da Fórmula 1. Além de uma revolução técnica, o Grid verá um realinhamento de forças comerciais e a chegada de um gigante norte-americano.

O "Boom" das Bebidas e Patrocínios

O setor de bebidas domina o cenário de parcerias e patrocínios para 2026. A PepsiCo assume protagonismo com a Mercedes, utilizando a Gatorade e a Sting para conectar performance e entretenimento. Enquanto isso, a Ferrari e a Audi (que estreia oficialmente) reforçam o mercado europeu com a Chivas, Peroni 0.0% e a Cervejaria Paulaner, respectivamente. A Williams recupera a Estrella Galicia 0,0, consolidando a tendência de cervejas sem álcool como pilares de visibilidade global. A brasileiríssima Oakberry continua firma com a escuderia Haas na temporada, com o seu Açaí e bebidas funcionais, visando a sua expansão global.

A grande novidade no asfalto é a confirmação da Cadillac como a 11ª equipe. A marca da General Motors não chega apenas como nome; ela traz consigo o apoio da Jim Beam e um projeto de expansão no mercado americano, (haja vista que o Bourbon daquele país, vem sofrendo quedas de venda, no mercado geral). Sua entrada é vista como o passo final para a "americanização" definitiva da F1, unindo o prestígio europeu ao poderio industrial de Detroit.

A temporada de 2026 marca também uma nova era de prestígio nas pistas: a Moët Hennessy assume o protagonismo da hospitalidade na Fórmula 1 através da megaparceria de dez anos com o Grupo LVMH. 

O movimento vai muito além do tradicional estouro da Moët & Chandon no pódio; ele estabelece um ecossistema de luxo completo, introduzindo a Belvedere como a primeira vodka oficial da categoria e a French Bloom como o expoente da tendência alcohol-free, no Paddock Club. Ao alinhar suas marcas ao dinamismo global da F1, a Moët Hennessy deixa de ser mera patrocinadora para se tornar o padrão ouro de celebração e estilo de vida que define a elite do automobilismo mundial.


Sustentabilidade e Potência Elétrica dos Motores

Toda essa movimentação é impulsionada pelas novas regras de motores. Em 2026, as unidades de potência sofrerão três mudanças críticas: Combustível 100% Sustentável: a F1 abandona os combustíveis fósseis tradicionais; aumento da Potência Elétrica: O sistema híbrido agora entregará quase 50% da potência total (cerca de 350kW), triplicando a recuperação de energia atual e o fim do MGU-H: Para reduzir custos e atrair novas montadoras (como Audi e Ford), o complexo sistema que recuperava energia do calor dos gases de escape foi removido.

Até o momento, a temporada de 2026 da Fórmula 1 tem sido dominada pela Mercedes, que se adaptou melhor ao novo regulamento técnico. O jovem italiano Andrea Kimi Antonelli lidera o campeonato de pilotos após três etapas, seguido de perto por seu companheiro de equipe, George Russell.

Abaixo, apresentamos o quadro das escuderias e empresas de bebidas patrocinadoras em 2026:


 Mais informações: https://www.formula1.com/

Johnnie Walker Black Ruby

 

O Novo Clássico: Johnnie Walker Black Ruby Chega para Redefinir o Paladar

Se você achava que o icônico Black Label era o limite da versatilidade da Johnnie Walker, o novo Black Ruby chegou para provar que sempre há espaço na arte para a inovação. Recém-lançado pela Diageo, como uma adição permanente ao portfólio da marca, este rótulo não é apenas uma variação, mas uma celebração das notas frutadas e vibrantes.

Desenvolvido pela Master Blender Dr. Emma Walker, o Black Ruby é o resultado de uma seleção meticulosa de whiskies maturados em barris especiais que antes guardavam vinhos tintos e vinhos de Jerez (Oloroso e Pedro Ximénez). O resultado? Uma profundidade de sabor que equilibra a doçura do mel com a intensidade das frutas vermelhas. Uma novidade para mixologistasbartendersdonos de bares e restaurantes especializados.

O Perfil Sensorial


Diferente da fumaça marcante do rótulo tradicional, aqui o protagonismo é das notas de framboesa, amora e ameixa. No paladar, ele entrega uma textura aveludada, finalizando com aquela nota sutil de especiarias e o DNA defumado da Johnnie Walker, mas de forma muito mais leve e acessível.

Por que apostar nele?

O Black Ruby foi desenhado para a coquetelaria de alto nível. Ele brilha em drinks como o Black Ruby Sour ou em versões contemporâneas do Negroni, sendo a escolha perfeita para quem busca um whisky que transita bem entre o consumo puro e misturas sofisticadas.

Seja para renovar o bar de casa ou para presentear quem aprecia o "Old Money" com um toque moderno, o Black Ruby é a prova de que o clássico pode, sim, se reinventar com maestria.


Fonte: Forbes Brasil e https://www.johnniewalker.com/en/black-ruby-campaign

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