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domingo, 15 de março de 2026

Mercado Novo BH

Cerveja Artesanal no Mercado Novo: o polo que redefiniu a boemia de Belo Horizonte

Por Henrique Oliveira*

Belo Horizonte reforçou, ao longo da última década, seu título de “capital dos bares”. Há um endereço em específico que vem representando bem a fusão entre tradição mineira, modernização urbana e cultura cervejeira quanto o Mercado Novo, no hipercentro da cidade. O espaço, parcialmente revitalizado a partir de 2018, tornou-se um fenômeno social e gastronômico, e hoje abriga algumas das experiências cervejeiras mais autênticas de Minas Gerais.

Entre bancas históricas, que foram reformadas em estilos despojados, o que inclui bebidas como o café, a cachaça e os drinques prontos (RTD’s), além de conversas que transitam pelos corredores, o Mercado tornou-se terreno fértil para cervejarias que apostam em ingredientes regionais, produções artesanais e ambientes descontraídos. É ali que se encontram nomes que estão se consolidando e novas propostas que atraem milhares de visitantes todas as semanas.

A Cervejaria Viela é presença obrigatória em praticamente qualquer lista dedicada ao Mercado Novo. Instalado no segundo andar, o espaço é apontado como um dos responsáveis por impulsionar a revitalização do local, (em conjunto com a Cozinha Tupis) transformando antigos corredores em pontos de encontro animados e requisitados. Com um ambiente rústico, mesas de madeira e atmosfera informal, a Viela se destaca pela criatividade nas receitas e experiência cervejeira. Um exemplo é a cerveja Jurubeba, feita com a planta típica do cerrado, que se tornou símbolo da casa.

Outro ponto de destaque dentro do mercado é o Mezcla, casa da premiada Cervejaria Verace, que já acumula reconhecimento no cenário mineiro e nacional. O local é descrito como uma das melhores paradas para quem quer variedade, reunindo estilos clássicos e rótulos exclusivos com chope sempre fresco.

Se Viela e Mezcla representam a modernidade, o Odeon Bebidas a Granel simboliza a reverência às raízes, por meio das cervejarias Mills e São Sebastião. O Odeon valoriza a cultura das bebidas mineiras e oferece desde rótulos clássicos até opções experimentais. A experiência é complementada por petiscos tradicionais e de Minas Gerais.

Ainda no segundo andar, a Mureta Choperia (do meu amigo Magrão) reúne, em um só balcão, alguns dos principais nomes da cultura cervejeira. Suas tap handles (torneiras) dispensam nos copos Krug Bier, Vinil, Albano’s, Sátira, Capa Preta, são algumas marcas que estão entre as mais de uma dezena de torneiras existentes.  

No ultimo andar há novidades que merecem ser exploradas, como a loja da Cervejaria Backer, a Jairo’s, fábrica que está na cidade de Betim e a cervejaria Rogon, que produz cervejas nos estilos Pilsen, IPA, Blonde, Weiss, e com vinho. A Rogon é fabricada na cidade de Ouro Branco, interior de Minas.

Vá e visite o Mercado Novo. Está na Avenida Olegário Maciel, 742, Centro.

(*) - Henrique Oliveira é Executivo de Governança, Riscos & Compliance e é escritor de livros e artigos sobre cervejas e bebidas em geral.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Backer 2026


Aos poucos, cervejaria mineira retorna ao mercado de cervejas artesanais

É sabido o episódio ocorrido, anos atrás, decorrente de uma série de falhas e infortúnios que chocou os mineiros e que colocou a Backer em cheque, enquanto entidade produtora de cervejas. A contaminação  em um de seus tanques, expôs, momentaneamente, o mercado de cervejas artesanais, pois o consumidor se viu acuado em adquirir produtos das pequenas cervejarias. Muitos passaram a questionar se essas possuíam a mesma acurácia qualitativa, como é percebida nas grandes fabricas de cervejas, produzidas em larga escala. No caso de dúvidas, parte do público voltou a consumir cervejas premium, das grandes corporações.

O caso da Backer pode ser entendido como uma exceção à regra, mas que merece a devida atenção. Foi, para a gestão de riscos corporativos, um case de seguradoras. Exatamente: seguradoras. Algumas lições foram aprendidas e, semelhantemente com o que se faz com as caixas pretas em aviões, coube ao mercado segurador abrir o caso e entender o que realmente aconteceu, as circunstâncias, os diversos cenários, para que riscos não venham ocorrer novamente. Nesse sentido, tornou-se inédito no setor cervejeiro, semelhantemente ao setor aeronáutico, estudar situações adversas que serviram de base para o desenvolvimento de um ambiente de controles mais robusto no setor de bebidas.

Sobre a ótica das seguradoras, três pontos mereceram destaque. Primeira lição: quando uma microcervejaria começa a tomar corpo rumo ao próximo patamar, é importante passar a comprar dos grandes fornecedores ou, ainda, daqueles de referência, por meio de diligências e práticas de compliance. As grandes empresas fornecedoras, apesar de cobrarem mais caro, essas possuem um sistema de controles de qualidade e procedimentos mais desenvolvidos, mitigador de riscos e geralmente munidos de seguro. Dessa forma, a empresa alimentícia ou cervejeira, ao se tornar um pouco maior, é importante se unir à líderes de mercado, como por exemplo, fornecedores de gases (e.g.: White Martins, Supergasbrás, Gasmig, etc.), de produtos químicos ou ainda de matérias-primas. Essas empresas, normalmente, possuem certificações de qualidade reconhecidos (e.g.: ISO, FSSC, APPCC, ANBT), time técnico profissional capaz de executar instalações e manutenções de equipamentos críticos, executar revisões tempestivas e substituir peças e acessórios quando julgam necessário. Em casos de sinistros, apresentam departamentos de compliance, jurídico e de seguros para assumir eventos, como parte de um processo de responsabilização.

O segundo item, refere-se à implantação de um sistema de controles internos de detecção e monitoramento, auditável, capazes de identificar anomalias, divergências e desvios fora do padrão. Esses devem ser questionados por aqueles que os gerenciam, informado, a contento, às lideranças e ao corpo diretivo da organização. Devem ser investigados, com minúcia, visando a correção, a prevenção e a melhor performance. Em casos de eventos, que haja planos ágeis de contingência e de gestão de crises efetivos.

O terceiro item é a contratação de seguros específicos. Empresas em transição de porte, se tornam cada vez mais complexas. Nessas circunstâncias, devem formalizar um mapa de riscos estratégico, tático e operacional, identificando e mensurando seus impactos e probabilidades, visando adquirir apólices de seguros correspondentes, em seguradoras de primeira linha, de forma a atingir os seus objetivos estratégicos, sem grandes percalços. Organizações devem buscar o compartilhamento de seus riscos mais críticos, de forma específica e compatível ao tamanho da operação, como riscos de responsabilidade civil, ambiental, fiscal, danos à propriedade, interrupção dos negócios, lucro cessantes, riscos de saúde e segurança, de terceiros, FLEXA, D&O, E&O, etc, de forma que os proteja de eventos de grande monta. São tipos de seguros que cujos prêmios tendem a ser um pouco mais caros, porém são capazes de abranger um leque maior de cobertura, correspondente à natureza das operações, do volume de atividades, processos e pessoas envolvidas. 

É importante ressaltar que, eventos dessa natureza, como no caso da Backer, raros de acontecer, são conhecidos no mercado, como “Black Swans” ou “Cisnes Negros”. Trata-se de um termo designado para eventos de baixíssima probabilidade, porém com altíssimo impacto, incluindo danos à imagem e a reputação. Rompimentos de barragens, quedas de grandes aeronaves, catástrofes, são classificados como Black Swans. E aqui está um elemento chave do negócio: a reputação. Algo difícil de construir e, quando fragilizado, torna-se difícil a sua reconquista. É na reputação que está credibilidade de toda organização. Nesse caso, a Backer, vem passando por esse processo, de forma lenta e gradual, buscando sair da uma recuperação judicial, iniciada em 2023. A empresa busca se manter de pé, para indenizar vítimas, corrigir os erros do passado e recuperar a saúde econômica e financeira e, sobretudo, a sua reputação.

Durante esse processo de ajuste de rota, observa-se que a cervejaria mineira mudou o design, a logo e os rótulos de seus produtos. Está revendo seu propósito, seus valores, no sentido de reaver a sustentabilidade do negócio, contribuindo econômica e socialmente para o estado e à população, gerando empregos e renda no mercado de cervejas artesanais.


Nas gôndolas dos supermercados, o que se vê é a presença dos estilos que marcaram a empresa, em seus tempos áureos: a famosa Capitão Senra, nos estilos Amber Lager e Session IPA; a Tommy Gun, uma Double IPA premiada; a Pele Vermelha, uma IPA com cascas de laranja da linha Exterminator; a famosa Medieval, uma Belgian Ale e as que fundaram a empresa, como Backer Pilsen e Backer Pale Ale e a novidade Backer sem Álcool. Na fábrica, mais precisamente no Templo Cervejeiro, o Valle Gastronômico tem sido gerenciado pelo jovem Lucas e seu time de frente, apresentando, com cordialidade, chopes bem servidos e petiscos, além de pratos saborosos e sobremesas feitas com muito esmero. Os fãs da marca e os adeptos à cerveja, buscam prestigiar a empresa visitando o Valle Gastronômico sempre que oportuno, em busca de um copo gelado e uma espuma cremosa, daquela que foi considerada, no ano de 2019, a melhor cervejaria das Américas, pela Copa de Cervezas de América, no Chile.

Vida que segue. Sucesso à Backer em suas atribuições, responsabilizações e projetos.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

Comunicado Cervejaria Backer



"COMUNICADO Nesse momento, a Backer mantém o foco nos pacientes e seus familiares. empresa prestará suporte necessário, mesmo antes de conclusão sobre o episódio. Desde já coloca à disposição para eles precisarem. A cervejaria informa que continua colaborando, sem restrições, com investigações. A empresa segue apurando internamente o que poderia ter ocorrido com lotes de cerveja apontados pela Polícia. A Backer adianta na semana passada, solicitou uma perícia independente aguarda resultados. Reitera em processo produtivo, utiliza, exclusívamente, o agente monoetilenoglicol. CERVEJARIA Bäcker"

terça-feira, 7 de maio de 2019

Whiskey 3 Lobos Backer

Whiskey 3 Lobos Artesanal produzido pela Cervejaria Backer fatura prêmio internacional

Sábado de madrugada, recebo uma mensagem inusitada de nada menos que Ana Paula Lebbos, proprietária da Cervejaria Backer, de BH.

Com um tom emocionado, Ana Paula citou que o Whiskey produzido pela família e comercializado na sua primeira batelada havia sido condecorado com melhada de bronze no London Spirits Competition, no Reino Unido.

Ao meu ver, não era de se esperar. Em uma conversa oportuna que tive com Ana Paula em um dia de trabalho, ela havia me contado sobre a jornada que foi executada para atingir os objetivos da Cervejaria Backer em produzir um Scotch de qualidade. Ana Paula foi até a sede do destilado Jack Daniels' nos Estados Unidos e logo em seguida foi rumo à Escócia, terra natal desta milenar bebida, para saber e conhecer as suas peculiaridades.

A faceta desta jornada está registrada dentro da garrafa de cada Whisky, produzido com muito critério e carinho. De aroma frutado, adocicado, destacam-se as notas de baunilha, pera e mel. E a arte do fabrico passa pelos olhos de Hayan Lebbos. Esta jornada também foi registrada no livro "Cervejarias Mineiras, da imigração ao copo", que está ainda no prelo, em fase de projeto para futura publicação.










Em geral, ela comenta: "Essa premiação é muito importante não só para a Backer, mas, para o estado de Minas Gerais e o Brasil. Fomos o único single malt brasileiro, fabricado por uma cervejaria mineira que utiliza matéria prima cervejeira e que ganha um prêmio de destaque como este em Londres! Com certeza este é um marco para o mundo dos destilados brasileiros."

Parabéns família Lebbos pela conquista! Mais que merecida.

Foto: Daniel Mansur.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Concurso Brasileiro de Cervejas 2019 - Resultados

Conheça as Cervejarias Premiadas do 7º Concurso Brasileiro de Cervejas

Na noite desta terça-feira, 12, o Bela Vista Country Club recebeu a premiação do Concurso Brasileiro de Cervejas, evento considerado o Oscar da cerveja brasileira.

Ao todo, foram distribuídas 73 medalhas de ouro, 93 prata e 90 bronze no total de 255 medalhas, o que corresponde a 8,18% do número de cervejas inscritas premiadas, em 154 categorias. 

O destaque ficou por conta da premiação das The Best of Show nas categorias Comercial, que reuniu produtos já disponíveis no mercado, e Experimental, que avaliou rótulos ainda não lançados para o público.

Dentro das categorias foram definidos outros três grupos: pequeno, médio e grande portes, medidos por volume de produção mensal. Pequeno porte: até 10 mil litros; Médio porte: de 10 mil e um a 100 mil litros; e grande Porte: a partir de 100 mil litros.

Confira abaixo a relação das vencedoras.

Vencedores da categoria The Best of Show Experimental

Médio Porte

Cervejaria: Salva Craft Beer (RS)

Cerveja: Export Salva – Estilo Pilsener

Pequeno Porte

Cervejaria: Donner Craft Brew (RS)

Cerveja: Cerveja Forte Clara Puro Malte – Strong Pale Ale

Vencedores do The Best of Show Comercial

Grande Porte

Cervejaria: Tupiniquim (RS)

Cerveja: Tupiniquim Funky Sour – Estilo Culture Brett Beer

Médio Porte

Cervejaria: Unika (SC)

Cerveja: Unika Catharina Sour Ameixa e Laranja – Estilo Catharina Sour

Pequeno Porte

Cervejaria: Salvador Brewing Co. (RS)

Cerveja: Ardenas Sour Pepino – Field Beer

As cervejarias do ano também foram separadas em grande, médio e pequeno porte

Cervejaria do Ano – Grande porte

Cervejaria Backer (MG)

Cervejaria do Ano – Médio porte

Cervejaria Cathedral (PR)

Cervejaria do Ano – Pequeno porte

Suricato Ales (RS)

Fonte: Redação do O Município de Blumenau

 fonte: https://omunicipioblumenau.com.br/conhecidas-cervejarias-premiadas-7o-concurso-brasileiro-de-cervejas/

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

St. Patricks Day Backer 2019


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St. Patricks Day Backer 2019


Data: 16.03.2019 - 17:00

O maior festival de cultura Irlandesa em BH está de volta!  A Agência EORA.ag em parceria com a Cervejaria Backer, se juntaram para trazer a Irlanda até você.

Vista-se de verde, chame os amigos se prepare para dançar e cantar muito na terra da gaita. E não deixe de conhecer a Maternidade Cervejeira e o Parque da Backer. É um ambiente muito agradável.






Local:    Maró Space

contato@maro.space
Rua Gabriela de Melo, nº 367 A – Olhos d’água – BH | MG
Telefones: 9.9757-8101  |  9.9215-2353


#St.Patricks #Backer #FestaIrlandesa #MaróSpace

segunda-feira, 30 de julho de 2018

As 6 cervejarias artesanais mais famosas de Minas Gerais

Conheça as 6 cervejarias artesanais mais famosas em Minas Gerais

Você sabia que existem diversas opções de cervejarias artesanais em Minas Gerais? São inúmeras marcas que estão se destacando cada vez mais no cenário nacional das cervejas.
Em Minas Gerais, esse modelo de produção está ganhando forças com empresas de alta qualidade, atraindo fãs do Brasil e do mundo, que visitam as diversas fábricas para degustação.
Que tal conhecer as principais cervejarias artesanais em Minas Gerais? Separamos uma lista com as fábricas do estado para você degustar!
Resumindo, o que é uma cerveja artesanal?
As cervejas artesanais são produzidas de maneira caseira, mesmo em microcervejarias que utilizam equipamentos modernos e engarrafam as suas produções. O termo surgiu devido ao cuidado das empresas em todos os processos da fabricação, desde a escolha dos ingredientes básicos, as receitas de preparo até os conservantes, que são todos naturais.
Quais são as principais cervejarias artesanais em Minas Gerais?
Você sabia que o estado mineiro carrega o apelido de Bélgica brasileira? E com reconhecimento internacional pelas suas cervejarias artesanais de alta qualidade?
Anote na sua agenda e reserve alguns dias do seu roteiro de folga para conhecer as fábricas dessas cervejarias artesanais em Minas Gerais. Confira.
1. Wäls
A Wäls lançou a sua primeira linha de cervejas artesanais em 2008, que foi inspirada em produtos da Bélgica e da República Tcheca. Apesar de recente, a marca já acumula uma medalha de ouro e uma de prata na Copa do Mundo da Cerveja, em 2014.
Atualmente a marca produz 19 linhas de cervejas artesanais, sendo uma das mais procuradas pelo público a Dubbel e Quadruppel. Quer conhecer mais sobre a empresa? Visite o Ateliê Wäls em Olhos D’água e faça o tour, que dura aproximadamente 40 minutos e oferece uma degustação dos produtos disponíveis.
2. Backer
Considerada pioneira no ramo de cervejarias artesanais em Minas Gerais, essa fábrica surgiu em 1999. Já são 17 cervejas em seu catálogo, cada uma com diferentes características.
O nível de qualidade dos produtos é tão alto que tornou a Backer uma das líderes do mercado em Belo Horizonte. Para degustar as cervejas artesanais da marca, visite o Templo do Cervejeiro, localizado na capital mineira.
3. Falke Bier
Fundada em 2004, a intenção dos seus donos é que a cerveja artesanal Falke se torne uma paixão e não um produto. São 7 linhas de produção, que incluem variados aromas e histórias por trás das receitas.
Para visitar a fábrica da Falke Bier, em Ribeirão das Neves, é preciso agendar a sua visita.
4. Verace
Preparada para produzir até 120 mil litros por mês, a marca, que surgiu do desejo de fabricar cervejas artesanais em casa, se tornou referência no território nacional. Seguindo uma linha de experiências sensoriais, a Verace possui 15 produtos diferentes, para todos os gostos. Localizada em Nova Lima, a fábrica da marca é aberta todos os sábados para a visitação do público. Acesse o site e agende o seu horário!
5. Fürst
Criada em 2013, a marca Fürst Beer tem o objetivo de se tornar referência de cervejarias artesanais em Minas Gerais até 2020. Atualmente, a capacidade da empresa é de produzir 80hL/mês em sua sede matriz e 30hL/mês na fábrica terceirizada em Belo Horizonte. São 6 linhas de produção fixas e 2 sazonais, a Oktoberfest e Wee Heavy. Devido às reformas, a Fürst não está recebendo visitas em suas fábricas, no entanto, essa opção deve ser restabelecida em breve.

6. Küd
A segunda cervejaria mais jovem da lista, fundada em 2010 e inspirada no rock’n’roll, a marca já está ganhando espaço de grandes nomes no mercado nacional e internacional.
São 6 linhas de cervejas produzidas com referências belgas, alemãs e inglesas. Além disso, a marca oferece 9 produções sazonais, pontos para a Tricks N’ Treats, criada especialmente para o Halloween.
Na Küd a visitação precisa ser agendada com antecedência, porém o visitante ganha o direito de degustar 3 chopes e leva uma taça para casa.
São diversas opções de cervejarias artesanais em Minas Gerais para você conhecer e degustar. Contudo, existe uma mensagem muito importante que devemos lembrar: se beber, não dirija!
Gostou de conhecer quais são as cervejarias artesanais em Minas Gerais? Continue a sua visita em nosso blog e descubra se vale a pena viajar com o carro próprio!

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quarta-feira, 25 de abril de 2018

Enquente do Bob - Repostas do Henrique Oliveira


Enquete do Bob 2017, por Henrique Oliveira

1) Melhor IPA produzida no Brasil (American, Imperial/Double, New England/Juicy, Black, White, Belgian, Red etc)
Cervejaria Uaimií – Carcará IPA
Justificativa
Tomar essa cerveja no Pub da Cervejaria Uaimií é uma experiência e tanto. Amargor no teor certo, sem exageros, boa cremosidade e sabor acentuado. Apresenta ótima drinkability.
1 a) Melhor cerveja de origem inglesa/irlandesa produzida no Brasil

Cervejaria Klein Bier – Brown Ale
Justificativa
Notas tostadas, cor acobreada dão um toque adicional à essa cerveja. Uma das minhas preferidas.
1 b) Melhor Ale produzida no Brasil (outros estilos, exceto os dos itens 1 e 1a
Cervejaria Krug Bier – Pretensão Wood-Aged Beer
Justificativa
Cerveja complexa, maturada em carvalho francês, deixa uma incógnita do que tem dentro do líquido. Sabor, aroma e cor fantásticos! Vale a pena cada centavo.
2) Melhor Pilsen/”tipo Pilsen” produzida no Brasil (German Pils, Bohemian Pils, American Lager, American Light Lager, Australasian, Latin American or Tropical Style Light Lager e International Style Pils)
Cervejaria Wals – Bohemian Pilsener
Justificativa
Um show de capricho à parte.
2 a) Melhor Lager produzida no Brasil (outros estilos, exceto o do item 1)
Cervejaria Backer – Tommy Gun Double IPA
Justificativa
Eita cerveja boa! Amargor, douçura residual, cor exuberante, enfim, um show!
3) Qual a melhor Sour/Wild Ale produzida no Brasil? (cervejas ácidas)
Não votou
Justificativa
Não tomo cervejas do estilo.
4) Qual a melhor Wood/Barrel Aged Beer produzida no Brasil? (cervejas maturadas em madeira)
Cervejaria Krug Bier – Pretensão Wood-Aged Beer
Justificativa
Cerveja complexa envelhecida em carvalho francês. Alcóolica, apresenta aromas e sabores dignos do estilo, bastante complexo. Um abraço aos cervejeiros Alfredo, Ronildo e equipe que fizeram dessa cerveja uma verdadeira jóia.
5) Melhor Ale estrangeira à venda no Brasil
Chimay – Chimay Blue Grand Reserve
Justificativa
Tomei uma Chimay que guardei desde 2013 em minha casa. A cerveja estava perfeita, digna de nota máxima.
6) Melhor Lager estrangeira à venda no Brasil
Cervejaria Samuel Adams – Boston Lager
Justificativa
Cerveja complexa, e com alta drinkability. Sempre voto nessa cerveja, que além de apresentar um bom gosto, o preço ainda é acessível.
7) Melhor Sour/Wild Ale estrangeira à venda no Brasil
Não votou
Justificativa
Não tomo cervejas do estilo.
8) Melhor Wood/Barrel Aged estrangeira à venda no Brasil
Tennet’s – Tennent’s Whisky Oak
Justificativa
Cerveja complexa, uma novidade trazida pela Beer Maniacs. Vale a pena experimentar.
9) Melhor cerveja caseira do Brasil (favor citar estilo, nome, sobrenome e cidade do cervejeiro; votos não identificáveis serão anulados)
Não votou
Justificativa
Não tive a oportunidade de tomar uma cerveja caseira esse ano. Me enviem exemplares, eu compro!
10) Em 2017, você consumiu:
b) Menos cervejas que em 2016
11) Do total consumido, a maioria era
a) Nacional
12) Qual foi sua principal forma de consumo de cerveja?
a) Garrafa
13) Em relação a growlers/crowlers, você
a) Usou menos que em 2016
14) Onde você consumiu mais cervejas em 2017?
c) Em casa
15) Melhor bar cervejeiro nacional
Templo Cervejeiro Backer – Belo Horizonte
Justificativa
Ao meu ver, disparadamente é o melhor bar-restaurante no Brasil. Vale a visita, vale tomar boas cervejas lá, ao lado dos proprietários, gerentes e garçons. O atendimento é cortês, há refeições e cervejas sensacionais. Vá e comprove.

15 a) Melhor brewpub/taproom nacional
Ateliê Wäls – Belo Horizonte
Justificativa
A Wäls tinha tudo para sair de BH e ir para o Rio, São Paulo, etc., mas resolveram ficar na capital mineira. Isso é um feito de seus criadores, Tiago e José Felipe Pedras que, com coragem, criaram um verdadeiro ateliê da cerveja, com arquitetura arrojada, modernista, desenhada pelo arquiteto renomado Gustavo Pena. Tomar um chope lá é especial.

16) Quando você acessa uma mídia cervejeira, qual seu objetivo principal?
e) Outros
17) Qual mídia cervejeira você mais acessa?
a) Blogs/Sites
18) Qual o melhor dentre os representantes da mídia cervejeira que você mais acessa? (baseie-se na sua resposta à pergunta anterior, ou seja, se escolheu blogs/sites, por exemplo, informe apenas qual o melhor blog ou site)
Beer Art – O Portal da Cerveja
Justificativa
Diariamente o blog lança novidades e sua base de reportagens é bem acessível, para fins de pesquisa e consulta.
19) Melhor evento cervejeiro nacional de 2017
Experimente – Nova Lima
Justificativa
É um encontro cervejeiro mensal, que ocorre sempre no segundo sábado do mês, faça chuva, faça sol, reunindo mais de 10 mil pessoas por evento. Trata-se de um momento social onde famílias levam suas crianças para brincar, fazer piqueniques. Desde os primórdios de sua criação não houveram tumultos ou confusões e sim oportunidade de conhecer pessoas, comidas, cervejas e música de qualidade. É um evento social, formador de cultura, sobretudo cultura cervejeira.
20) Melhor fato cervejeiro de 2017
A coragem dos produtores de cervejas, que surgem aos montes a cada ano que passa. Empreender neste segmento de indústria não é fácil, tem que ter dedicação, dinheiro e persistência. Na contramaré da crise, muitos empresários investiram e isso é positivo tanto para o setor, para o consumidor e ao Estado, que receberá seus impostos.
21) Pior fato cervejeiro de 2017
Os impostos precisam ser reduzidos. Microcervejaria é microempresa. Tem que haver reduções de alíquotas para auxiliar o desenvolvimento do segmento. Aqui cabe um adendo: novos segmentos, novos modelos de negócios devem ter uma menor de tributação, para que haja uma redução dos impostos indiretos, criando acessibilidade e uma nova cara no sistema de consumo. Governos devem ganhar impostos por consumo e não alíquotas.
22) Qual a maior inovação cervejeira de 2017 e qual deve ser a de 2018?
Aumento no volume de eventos cervejeiros colocando em prática o que o segmento microcervejeiro deve ser: um prestador de serviços. Produtos de qualidade várias cervejarias produzem, inclusive as megascervejarias. Entretanto, estar cara a cara com o cliente, prestando serviços de atendimento, entretenimento e comunicação são itens essenciais, trata-se de um diferencial competitivo. Para 2018, o mercado se recuperará (aos poucos) e a criação de novas cervejarias será uma constante. Orçamento e planejamento estratégicos devem ser primordiais, levando em consideração que 2017 foi um ano de baixo faturamento e de renegociação dívidas de curto prazo. Atenção deve ser dada ao Dólar e ao Euro que devem subir de patamar, tendo em vista a redução dos juros SELIC. Por fim, cabe as microcervejarias focar em melhorar a eficiência os gastos operacionais, como por exemplo gastos com energia elétrica (usem lampadas LED!), gases, água e serviços de logística. No mais, desejo sorte ao segmento.
23) A Catharina Sour reúne condições para ser reconhecida formalmente como estilo brasileiro?
c) Não sei
Justificativa
24) Qual sua opinião sobre a atuação da Abracerva (entidade que reúne microcervejarias brasileiras) em 2017?
f) Não sei/não acompanho
Justificativa
25) Diante do tamanho atual do mercado, o total de cervejarias ciganas:
c) Ainda é pouco e há espaço para mais produtores ciganos se apresentarem
Justificativa
Meus grifos: ‘O Brasil é um continente dividido em 23 países’. Há muito espaço para crescer, desde que não haja aglomeração de mercado, em determinados polos (sobretudo as Capitais). A concorrência é saudável, mas quando há excesso de oferta, essa acaba por danificar a saúde do mercado. Acredito que o futuro das cervejarias ciganas e das microcervejarias deverão seguir os passos da microregionalização. Acredito que aquele empreendedor que montar uma pequena fábrica no interior de um Estado, será reconhecido e prestigiado em pela comunidade em que ele estará inserido. A empresa certamente sobreviverá e prosperará, com o apoio da comunidade local. Há muitas cidadezinhas históricas com turismo pungente, cidades médias com bom PIB percapta atraente, cidades com fluxo de pessoas interessantes. Nessas regiões há muito espaço para crescer. Por que não experimentar? Baden-Baden, Eisenbanh são exemplo de empresas que iniciaram suas atividades em cidades relativamente pequenas.
26) O que você acha de importadores/distribuidores venderem cervejas diretamente ao consumidor, e não apenas em pontos de venda (bares, restaurantes e lojas)?
a) A favor
Justificativa
Apresentar produtos a mercado direto, não é problema, desde que haja referência, qualidade e preço. Há muita cerveja importada de qualidade, há muito cerveja ruim também. O mesmo vale para as nacionais. Aqui cabe um adendo: os mesmos direitos que uma cerveja importada tem no Brasil, a cerveja nacional deverá ter. Uma atenção especial deve ser dada pelo MAPA. Isso cabe não só para cervejas: cabe para vinhos, aguardentes, queijos, etc.
27) O que você tem feito para que seu consumo / sua produção de cerveja cause menos impacto ambiental no planeta?
Procedimentos de reciclagem consciente.
28) Você manteve ou mantém algum tipo de relação comercial ou profissional com as cervejas, pessoas e locais citados nas perguntas acima? Em caso afirmativo, favor indicar os números das questões em que isso ocorre.
Não. Todas as respostas foram baseadas em análise independente, com empatia.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Festival Brasileiro de Cervejas de Blumenau


Minas fatura 27 medalhas no Festival Brasileiro de Cervejas


Peço desculpas por não estar postando com frequência reportagens, pois estou em fase de conclusão do meu livro, Cervejarias Mineiras: da Imigração ao Copo.

Mas ai está os ganhadores das Cervejarias de Minas que fizeram bonito em Blumenau: (fonte: Wilson Renato, da coluna "Cerveja & Cia." da revista Mercado Comum.
  • 3 ORELHAS: Belgian Saison (prata)
  • ALBANO'S: Irish Dry Stout (bronze)
  • ANTUÉRPIA: Barley Wine (ouro), Wood and Barred Aged Dark (bronze)
  • BACKER: Belgian Blonde Ale (ouro), Brazilian IPA (ouro), British Barley Wine (ouro), Imperial Red Ale (ouro), Specialty Beer (ouro), Spices&Herbs (prata).
  • CAPA PRETA: Porter Berry (ouro).
  • GUIZAS BEER: Brazilian Fruit Beer (ouro) - Best of Show
  • JÓIA MESQUITA: Dunkel Weizen (bronze)
  • LOBA: Vienna Lager (bronze)
  • MANTRAP: Barley Wine (prata)
  • PRUSSIA: Extra Special Bitter (ouro)
  • TIMBOO: Brown Porter (ouro)
  • VERACE: Dark Strong Ale (ouro), Experimental Ice Cream Pale Ale (prata), ( American Brown Ale (prata), Tropical Light Lager (bronze)
  • VINIL: Stout (ouro), Kellerbier Lager (prata)
  • WÄLS: Belgian Tripel (ouro), Imperial Red Ale (prata) 
Em 21 a 23 de junho Blumenau sediará um Festival Internacional de Cervejas. Aguardem por mais informações.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Mapa Cervejeiro de Minas Gerais


Mapacervejeiro.com entra em sua segunda edição


Dia 27 de junho foi relançado o Mapa Cervejeiro de Minas Gerais, na uma ferramenta especial para o turismo cervejeiro no Estado mineiro. Com um editorial variado, fui convidado para falar um pouquinho sobre a história do setor na região das montanhas. Com a criação da Estela, o mapa teve o apoio das cervejarias Falke Bier, Bäcker, PubChopp, Prússia Bier, Gotter, Sátira, Aleluia, Loba. Os bares parceiros que também deram a sua contribuição foram Agosto Butiquim, Bar Sapucaí, Cervejaria Escola Mirante, Laviola Cervejaria, de Catas Altas. O Centro Cervejeiro, Lamas Brew Shop BH e Confraria do Malte e a Água Minera Viva não ficaram para trás. O design ficou a cargo da Eh Up! Comunicação. A genialidade do mapa, seu conceito e processo ficou por conta da Estrela Brasil Produções e Eventos, (lê-se cervejeira Cindra Gomes) e tem o apoio institucional do Sindbebidas e patrocínio da Codemig.

O mapa é gratuito e está disponível nas lojas especializadas em cervejas e pontos turísticos em geral.

Aqui vai o Editorial Histórico do mapa:

A rota do novo descobrimento da cerveja

Ao longo dos séculos, Minas se tornou um solo arraigado de culturas, variante nas artes, na arquitetura e sobretudo na gastronomia, construída por nativos e complementada por imigrantes de diversas partes do mundo, em processos e tempos de imigração distintos. E foram esses imigrantes que trouxeram as bebidas espirituosas, fermentadas, ao qual se destacaram o vinho e a cerveja.

Desde 1841, a cerveja se fez presente em Minas através da primeira fábrica de licores e cervejas que se tem notícia, mais precisamente na Rua Direita, casa 45, em Ouro Preto. Ali talvez tenha sido o marco de um setor que, vinte anos depois se transformou num vultoso polo cervejeiro em Juiz de Fora.

Após a década de 1930, seja pela quebra da bolsa de nova-iorquina, seja pelo baixo preço do café nacional, as diversas cervejarias mineiras encerraram as suas atividades, levando o setor praticamente à estaca zero. O seu ressurgimento, na década de 1960, se firmou com indústrias de porte, lançadas inclusive em mercado de capitais, como a Cia. Alterosa de Cervejas e a CMC – Cia. Mineira de Cervejas. 

Apesar do esforço de ambas, Minas foi dominada pelas grandes empresas do eixo Rio-São Paulo, mas não seria esse o fim. 

O mineiro Luiz Otávio Possas também teve o seu forte protagonismo na história da cerveja em Minas Gerais com a criação da cervejaria Kaiser em 1980, que nasceu com a árdua missão de competir com a Brahma eAntarctica e, mesmo que só, manteve a chama ativa por alguns anos.

Porém, graças aos trabalhos incansáveis da Krug Bier e da Cervejaria Bäcker, ambas fundadas em 1997, a chama amarela da cerveja especial reascendeu em Minas, revitalizando o velho hábito de tomar uma cerveja da casa, com o olhar do dono, que gosta e sabe bem o que faz. A esse bom hábito, associado ao prazer de dividir, estudar e celebrar é o que chamamos de “cultura cervejeira” – que está brilhando em cada copo como nunca. É como se tomássemos um gole de luz, repleto de alegrias e felicitações.

Esse mapa é a luz que irá te iluminar em busca de uma boa cerveja, que te levará ao encontro de bons momentos e que encurtará a distância entre amigos que irá conhecer. Esse mapa, sintetiza a cultura cervejeira em Minas. Boa viagem! 

(por Henrique Oliveira)


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Capitão Senra

Capitão Senra vai pilotar nos céus

Capitão Senra foi uma cerveja desenvolvida pela Cervejaria Bäcker que homenageia e resgata a história do capitão dos batedores do Exército na época do ex-Presidente Juscelino Kubitschek que tem mais de 50 anos de paixão pelas motos Harley Davidson.

Fazer uma cerveja que resgatasse o universo das motocicletas por meio de um pitloto ícone, foi uma ideia genial promovida pelo time da Diretoria de Marketing da Backer. A cervejaria mineira desenvolveu uma cerveja no estilo Amber Lager.

Tive a oportunidade de guardar uma garrafa exclusiva autografada pelo próprio Capitão, em uma feira de cervejas em Belo Horizonte, a Expocachaça.


Hoje a sua moto pediu para ser guardada. O Capitão Senra colocou o descanso e se foi para os céus. É de lá que ele continuará a pilotar.

Esse personagem com certeza fará falta, e será relembrando em nossas rodas cervejeiras, ao tomar a aquela cerveja que passou a ser a sua preferida: aquela que leva o seu próprio nome: Capitão Senra.

Um brinde Capitão! Boa viagem!


sexta-feira, 11 de março de 2016

Concurso Brasileiro de Cervejas


Os grandes vencedores do Concurso Brasileiro de Cervejas 2016
O Concurso Brasileiro de Cervejas foi realizado no Festival Brasileiro de Cervejas que ocorreu na semana passada. Das mineiras, tivemos a Cervejaria Backer como destaque. Confira os principais ganhadores:
CERVEJA DO ANO

1º lugar: Red "Meth", da Cervejaria Maniba (RS)
Estilo: Belgian-Style Flanders Oud Bruin or Oud Red Ale

2º lugar
RedCor Ryequeoparta, da Cervejaria Araucária (PR)
Estilo: Rye Beer

3º lugar
Urwald Dortmunder Export, da Cervejaria Urwald (RS)
Estilo: Dortmunder/European-Style Export
CERVEJA EXPERIMENTAL
1º lugar: Backer Reserva, da Cervejaria Backer (MG)
Estilo: Old Ale


2º lugar
Seven'r Inn, da Cerveja Ópera (SP)
Estilo: Brazilian Beer

3º lugar
Backer Julieta, da Cervejaria Backer (MG)
Estilo: Belgian-Atyle Fruit Beer
CERVEJARIA DO ANO
1º - Cervejaria Tupiniquim, Porto Alegre (RS)
2º - Cervejaria Heilige, Santa Cruz do Sul (RS)
3º - Cervejaria Bodebrown, Curitiba (PR)
Um brinde aos ganhadores! Um brinde à Backer!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Cerveja em voôs nacionais

Voô da Gol para Porto Seguro com cerveja da Backer


O aeroporto internacional de Confins, que atende a capital Belo Horizonte, agora conta dentro da sua principal sala de embarque, uma loja especializada em cervejas chamada Beer Liquor Store (Drink it). Ao todo são 6 geladeiras repletas de cervejas nacionais e importadas, a preços de aeroporto mesmo.

Ao comprar uma long neck ou lata, os funcionários da loja colocam o líquido em um copo de plástico. Normas do aeroporto? Vai saber.

Comprei uma Backer Las Mafiosas IPA para aguçar os sentidos. Como meu vôo havia sido chamado, solicitei mais uma IPA e a levei para dentro da aeronave!

Que beleza! Ir para Porto Seguro já tomando uma especial dentro do voô da Gol, já é um bom começo.

Quem sabe isso não se torna uma realidade, a venda de cervejas especiais em vôos no Brasil?

Halim, conforme prometido!

Cheers!




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