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terça-feira, 7 de maio de 2019

Whiskey 3 Lobos Backer

Whiskey 3 Lobos Artesanal produzido pela Cervejaria Backer fatura prêmio internacional

Sábado de madrugada, recebo uma mensagem inusitada de nada menos que Ana Paula Lebbos, proprietária da Cervejaria Backer, de BH.

Com um tom emocionado, Ana Paula citou que o Whiskey produzido pela família e comercializado na sua primeira batelada havia sido condecorado com melhada de bronze no London Spirits Competition, no Reino Unido.

Ao meu ver, não era de se esperar. Em uma conversa oportuna que tive com Ana Paula em um dia de trabalho, ela havia me contado sobre a jornada que foi executada para atingir os objetivos da Cervejaria Backer em produzir um Scotch de qualidade. Ana Paula foi até a sede do destilado Jack Daniels' nos Estados Unidos e logo em seguida foi rumo à Escócia, terra natal desta milenar bebida, para saber e conhecer as suas peculiaridades.

A faceta desta jornada está registrada dentro da garrafa de cada Whisky, produzido com muito critério e carinho. De aroma frutado, adocicado, destacam-se as notas de baunilha, pera e mel. E a arte do fabrico passa pelos olhos de Hayan Lebbos. Esta jornada também foi registrada no livro "Cervejarias Mineiras, da imigração ao copo", que está ainda no prelo, em fase de projeto para futura publicação.










Em geral, ela comenta: "Essa premiação é muito importante não só para a Backer, mas, para o estado de Minas Gerais e o Brasil. Fomos o único single malt brasileiro, fabricado por uma cervejaria mineira que utiliza matéria prima cervejeira e que ganha um prêmio de destaque como este em Londres! Com certeza este é um marco para o mundo dos destilados brasileiros."

Parabéns família Lebbos pela conquista! Mais que merecida.

Foto: Daniel Mansur.

domingo, 14 de agosto de 2011

Backer Exterminator



Série Extreme aponta inovação na Cervejaria da Serra do Curral

Um público reclamou do rótulo das cervejas especiais da Backer dizendo que tais rótulos lembravam os rótulos da Flying Dog. Grandes coisas! A turma preocupou com o que estava de fora, mas se esqueceram do que estava dentro! Tive o prazer de degustar todas as quatro maravilhas da Cervejaria Backer conhecidas como Série Extreme: Três Lobos American Pilsen com açúcar mascavo, Pele Vermelha, uma American IPA com raspas de laranja; Bravo American Imperial Porter maturada em barril de amburana e Exterminator American Wheat de trigo com capim limão.

Falando desta última, a Exterminator, não há como não ficar fã! O aroma e o sabor sutil do Capim Limão trouxe originalidade a esta cerveja. O contexto busca algo bastante refrescante para aquele que deseja degustar no calor do fim de semana. A cerveja apresenta corpo médio para acentuado e equilibrado amargo. A espuma é branca, cremosa e persistente. Em resumo: Vale cada centavo.

Parabéns ao mestre Paulo Schiaveto e a turma da Backer, e seus administradores Ana Paula Lebbos, Halim e Munir.


Saiba mais em: www.choppbacker.com.br

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mercado de Cervejas



Cervejarias mineiras inovam ao lançar versões com ingredientes brasileiros e inusitados

por Graziela Reis - Estado de Minas
Foto: Cristina Horta (EM)

As louras geladas que me perdoem, mas as cervejas especiais mineiras estão dando um banho de ousadia na concorrência e, por isso, ganhando clientela cativa e destaque no mercado. O estado, terceiro no ranking brasileiro da bebida artesanal com oito fabricantes, tem sido reconhecido no país e mesmo em outras regiões do mundo. Receitas criativas e originais é que têm feito a diferença e levado à expansão dos negócios. Já pensou em provar uma cerveja com jabuticaba, açúcar mascavo ou capim-limão?

A Falke Bier, instalada em um condomínio de Ribeirão as Neves, na Grande BH, é exemplo de cervejaria mineira que está registrando bons resultados até o colarinho. Sabores diferentes, como o da Vivre, que chega ao mercado no fim do mês e tem gosto de jabuticaba, levaram os sócios da empresa a partir para a ampliação. “Não temos mais para onde crescer”, afirma Marco Falcone, sócio e cervejeiro da Falke. Ele já está procurando um novo terreno, também nos arredores de Belo Horizonte, e planeja investir cerca de R$ 1 milhão na nova planta.

Falcone calcula quadruplicar a produção, que hoje está em 12 mil litros mensais, assim que a nova cervejaria estiver funcionando. Na unidade antiga, inaugurada há sete anos, será concentrada a fabricação da Vivre, que vai ser vendida por cerca de R$ 200, e da Monasterium, também especial, já disponível para os apreciadores da bebida no mercado, e que sai por R$ 60, aproximadamente. Os preços, segundo Falcone, são justificados pelos diferenciais das receitas. Para ter ideia, a Vivre é feita com três grãos (malte de cevada, trigo e aveia). Depois de fermentada no tanque, ela é engarrafada e fica em maturação pelo período de dois a quatro anos, enquanto ganha acidez. Só após esse prazo que é retirada da garrafa e volta para o tanque, quando entram novos ingredientes: mais levedura e a frutose, que é da jabuticaba e confere o aroma e o sabor da fruta à bebida. “É uma cerveja no estilo sour ale and fruit bier e tem mesmo gosto de jabuticaba”, explica Falcone, que também é diretor do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (Sindbebidas-MG). A produção da Vivre, lançada nacionalmente durante a Feira Brasil Brau, em São Paulo, será limitada em 1,2 mil garrafas ao ano. (...)

Sabores diversos

(...) As outras cervejarias mineiras especializadas no segmento premium, a Três Lobos (que produz a Backer) e a Krug (responsável pela marca Áustria), também não param de lançar novidades em estilos bem diferentes do seguido pela tradicional loura gelada, a pilsen produzida em escala mais comercial no país. Na Backer a criatividade impera. A cervejaria, que inovou ao lançar a Brown (cerveja com aroma de chocolate), agora prepara uma nova série, a Extreme, com opções no estilo americano – a Três Lobos (american pilsen com açúcar mascavo), Pele Vermelha (imperial india pale ale com raspas de laranja- da-terra), Exterminador de Trigo (wheat beer com capim-limão) e Bravo (imperial porter maturada em barris de umburana normalmente usados no envelhecimento de cachaça).

Segundo a diretora de Marketing da cervejaria, Ana Paula Lebbos, as novas versões chegam ao mercado no fim do mês e vão custar a partir de R$ 7. “O objetivo é inovar sempre. O caminho para as cervejas especiais é este”, afirma. Ela acredita que as cervejarias do estado têm se destacado porque acabam refletindo em suas bebidas a tradição mineira de bem receber e bem cozinhar. “As empresas daqui já chegam com um pé na frente”, reforça. Prova do que ela diz pôde ser conferida no resultado do South Beer Cup. A Pele Vermelha, antes mesmo de ser lançada, conquistou a medalha de bronze do campeonato sul-americano da bebida.

Hoje, são produzidos cerca de 180 mil litros de Backer por mês. Em 2010, quando a fábrica que fica no Bairro Olhos d’Água, em BH, recebeu investimentos de cerca de R$ 500 mil para expandir sua capacidade para 240 mil litros mensais, as vendas da cerveja cresceram 12,5%. Para este ano, a expectativa é manter o crescimento de dois dígitos, entre 10% e 15%.

Mais detalhes em: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2011/07/10/internas_economia,238824/cervejarias-mineiras-inovam-ao-lancar-versoes-com-ingredientes-brasileiros-e-inusitados.shtml
Publicação: 10/07/2011 07:14 Atualização: 10/07/2011 13:12
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