terça-feira, 28 de abril de 2026

The Cointreau Margarita Challenge 2026

 

A Busca pela Margarita Perfeita: The Cointreau Margarita Challenge 2026

Se existe um coquetel que define o equilíbrio entre o frescor e a intensidade, é a Margarita. E para elevar esse ícone ao status de arte, o The Cointreau Margarita Challenge retorna em 2026, desafiando os melhores bartenders do mundo a reinventarem o clássico usando o ingrediente que está no coração da receita original: o licor Cointreau.

O concurso é uma celebração global da mixologia que busca a "Margarita do Amanhã". O objetivo não é apenas misturar ingredientes, mas contar uma história através de uma receita autoral que respeite a base clássica (Cointreau, Tequila e suco de limão), mas que mostre uma assinatura única, técnica impecável e uma apresentação memorável.

O caminho até o título de melhor Margarita do mundo é dividido em etapas rigorosas:

Inscrição e Seleção Digital: Bartenders submetem suas receitas exclusivas, fotos e o conceito por trás da criação através da plataforma oficial da marca.

Finais Nacionais: Os selecionados de cada país competem presencialmente, sendo avaliados por um júri técnico em quesitos como sabor, originalidade, técnica e a "alma" da bebida.

A Grande Final Global: Os vencedores de cada nação viajam para a França (geralmente para a histórica Angers ou Paris), onde enfrentam o desafio final diante de jurados experts, mestres destiladores e ícones da coquetelaria mundial.

Por que o Cointreau?

Como diz a famosa frase de Margaret Sames, a criadora da receita em 1948: "Uma Margarita sem Cointreau não vale nem o sal". O desafio reforça que a qualidade dos óleos essenciais da casca de laranja do Cointreau é o que dá estrutura e sofisticação ao drink.

Para a Ave Cesar Co, acompanhar competições deste nível é essencial para entender as tendências que ditam o que será servido nos melhores balcões do mundo. Em 2026, a expectativa gira em torno de ingredientes sustentáveis, técnicas de clarificação e perfis de sabores regionais integrados ao clássico.


Sobre a Família Cointreau

A história do Cointreau remonta a 1849, na cidade de Angers, na França, onde os irmãos Adolphe e Edouard-Jean Cointreau fundaram sua destilaria original. No entanto, foi apenas em 1875 que o filho de Edouard-Jean, Édouard Cointreau, revolucionou o mercado ao criar um licor de laranja perfeitamente cristalino e equilibrado. Ele buscava uma bebida que fosse mais elegante e menos doce do que os licores de curaçau da época, resultando no que hoje conhecemos como o padrão ouro do "Triple Sec", apresentado em sua icônica garrafa quadrada de cor âmbar.

Atualmente, a marca é um dos pilares do grupo Rémy Cointreau, um dos maiores conglomerados de bebidas de luxo do mundo. O grupo surgiu em 1990 a partir da fusão entre a empresa da família Cointreau e a E. Rémy Martin & Cie SA. Apesar de ser uma gigante global listada na bolsa de valores, a gestão permanece profundamente ligada às suas raízes, sendo controlada pelas lideranças das famílias fundadoras, que preservam o processo de produção artesanal e o segredo da receita que atravessa gerações.



Fonte: IA e https://www.cointreau.com/int/en/ 

Tabela Periódica das Cervejas

 

O Mapa do Malte: A Tabela Periódica da Cerveja Artesanal

A cerveja artesanal é um universo de complexidade técnica, mas para o consumidor comum, a variedade de siglas e estilos pode ser intimidadora. Foi para traduzir esse mundo que surgiu a Tabela Periódica da Cerveja, um guia visual que organiza as bebidas não por átomos, mas por famílias, aromas e intensidades.

Embora o conceito visual de organizar cervejas em uma grade similar à de Mendeleiev (o mesmo que padronizou a Vodka) tenha surgido originalmente nos Estados Unidos (atribuído frequentemente ao designer Kevin Cain nos anos 90), a versão brasileira teve uma mais emblemática que eu vi estava associado o cervejeiro LeonardoBotto.

Botto, um dos mestres cervejeiros mais respeitados do Brasil e fundador do Botto Bar, idealizou a tabela como uma ferramenta pedagógica. O objetivo era claro: educar o paladar do brasileiro. Em um mercado então dominado pelas Lagers produzidas em alta escala, a tabela servia como um "mapa do tesouro" para quem desejava navegar entre as cervejas de trigo, as Weiss, Lambics e Porters sem se perder.

Para ganhar escala e chegar às paredes de bares e colecionadores de todo o país, o projeto contou com o apoio estratégico da Cervejaria Eisenbahn, da família Mendes. Na época, a marca era a principal porta de entrada para o segmento "premium" e artesanal no Brasil.

A colaboração entre o Botto Bar e a Eisenbahn resultou em um material gráfico rico, que classificava as cervejas por Família, diferenciando fermentações altas (Ales) e baixas (Lagers), Graduação Alcoólica, do leve ao robusto, Escala de Cor (SRM) e Amargor (IBU): Ajudando o cliente a prever o impacto no paladar.

A tabela não surgiu apenas por estética. Ela foi uma resposta ao crescimento vertiginoso das microcervejarias no mercado de cervejas nacional. Com a explosão de novos rótulos, o público precisava de uma hierarquia lógica para entender que uma IPA e uma Pale Ale eram "parentes", ou por que uma Stout era escura. Ela transformou o balcão do bar em uma sala de aula informal, onde o design facilitava o consumo consciente e a experimentação.

Concurso Anual e Nacional New Spirits 2026

O Melhor Concurso de Destilados do Brasil Apresenta os Campeões de 2026

O 15º Concurso Anual e Nacional New Spirits está chegando ao momento mais aguardado: a divulgação dos resultados que revelam os grandes destaques da produção nacional de cachaças de alambique, gins e destilados.

Mais do que uma premiação, (foram mais de 550 inscrições) esse é o palco que valoriza a excelência, reconhece produtores e impulsiona marcas para o mercado de destilados nacional e internacional. Sob a mestria do executivo e Presidente do Expocachaça, José Lúcio Mendes, organizador deste relevante evento sobre nosso Brazilian Spirit, o profissional deixa a pergunta no ar: "Quem serão os medalhados desta edição?"

Não Perca. Assista! Recomedo!

28 de abril Das 20h às 21h30

Ao vivo no YouTube @concursonewspirits 

https://www.youtube.com/@CONCURSONEWSPIRITS

#cachaca #eventosbh #gin #destilados #bhz


segunda-feira, 27 de abril de 2026

F1 2026 e o mercado de bebidas

F1 2026: A Nova Era de Marcas, Motores e o Fator Cadillac

A temporada de 2026 marca o início de um dos capítulos mais transformadores da história da Fórmula 1. Além de uma revolução técnica, o Grid verá um realinhamento de forças comerciais e a chegada de um gigante norte-americano.

O "Boom" das Bebidas e Patrocínios

O setor de bebidas domina o cenário de parcerias e patrocínios para 2026. A PepsiCo assume protagonismo com a Mercedes, utilizando a Gatorade e a Sting para conectar performance e entretenimento. Enquanto isso, a Ferrari e a Audi (que estreia oficialmente) reforçam o mercado europeu com a Chivas, Peroni 0.0% e a Cervejaria Paulaner, respectivamente. A Williams recupera a Estrella Galicia 0,0, consolidando a tendência de cervejas sem álcool como pilares de visibilidade global. A brasileiríssima Oakberry continua firma com a escuderia Haas na temporada, com o seu Açaí e bebidas funcionais, visando a sua expansão global.

A grande novidade no asfalto é a confirmação da Cadillac como a 11ª equipe. A marca da General Motors não chega apenas como nome; ela traz consigo o apoio da Jim Beam e um projeto de expansão no mercado americano, (haja vista que o Bourbon daquele país, vem sofrendo quedas de venda, no mercado geral). Sua entrada é vista como o passo final para a "americanização" definitiva da F1, unindo o prestígio europeu ao poderio industrial de Detroit.

A temporada de 2026 marca também uma nova era de prestígio nas pistas: a Moët Hennessy assume o protagonismo da hospitalidade na Fórmula 1 através da megaparceria de dez anos com o Grupo LVMH. 

O movimento vai muito além do tradicional estouro da Moët & Chandon no pódio; ele estabelece um ecossistema de luxo completo, introduzindo a Belvedere como a primeira vodka oficial da categoria e a French Bloom como o expoente da tendência alcohol-free, no Paddock Club. Ao alinhar suas marcas ao dinamismo global da F1, a Moët Hennessy deixa de ser mera patrocinadora para se tornar o padrão ouro de celebração e estilo de vida que define a elite do automobilismo mundial.


Sustentabilidade e Potência Elétrica dos Motores

Toda essa movimentação é impulsionada pelas novas regras de motores. Em 2026, as unidades de potência sofrerão três mudanças críticas: Combustível 100% Sustentável: a F1 abandona os combustíveis fósseis tradicionais; aumento da Potência Elétrica: O sistema híbrido agora entregará quase 50% da potência total (cerca de 350kW), triplicando a recuperação de energia atual e o fim do MGU-H: Para reduzir custos e atrair novas montadoras (como Audi e Ford), o complexo sistema que recuperava energia do calor dos gases de escape foi removido.

Até o momento, a temporada de 2026 da Fórmula 1 tem sido dominada pela Mercedes, que se adaptou melhor ao novo regulamento técnico. O jovem italiano Andrea Kimi Antonelli lidera o campeonato de pilotos após três etapas, seguido de perto por seu companheiro de equipe, George Russell.

Abaixo, apresentamos o quadro das escuderias e empresas de bebidas patrocinadoras em 2026:


 Mais informações: https://www.formula1.com/

Johnnie Walker Black Ruby

 

O Novo Clássico: Johnnie Walker Black Ruby Chega para Redefinir o Paladar

Se você achava que o icônico Black Label era o limite da versatilidade da Johnnie Walker, o novo Black Ruby chegou para provar que sempre há espaço na arte para a inovação. Recém-lançado pela Diageo, como uma adição permanente ao portfólio da marca, este rótulo não é apenas uma variação, mas uma celebração das notas frutadas e vibrantes.

Desenvolvido pela Master Blender Dr. Emma Walker, o Black Ruby é o resultado de uma seleção meticulosa de whiskies maturados em barris especiais que antes guardavam vinhos tintos e vinhos de Jerez (Oloroso e Pedro Ximénez). O resultado? Uma profundidade de sabor que equilibra a doçura do mel com a intensidade das frutas vermelhas. Uma novidade para mixologistasbartendersdonos de bares e restaurantes especializados.

O Perfil Sensorial


Diferente da fumaça marcante do rótulo tradicional, aqui o protagonismo é das notas de framboesa, amora e ameixa. No paladar, ele entrega uma textura aveludada, finalizando com aquela nota sutil de especiarias e o DNA defumado da Johnnie Walker, mas de forma muito mais leve e acessível.

Por que apostar nele?

O Black Ruby foi desenhado para a coquetelaria de alto nível. Ele brilha em drinks como o Black Ruby Sour ou em versões contemporâneas do Negroni, sendo a escolha perfeita para quem busca um whisky que transita bem entre o consumo puro e misturas sofisticadas.

Seja para renovar o bar de casa ou para presentear quem aprecia o "Old Money" com um toque moderno, o Black Ruby é a prova de que o clássico pode, sim, se reinventar com maestria.


Fonte: Forbes Brasil e https://www.johnniewalker.com/en/black-ruby-campaign

sexta-feira, 24 de abril de 2026

O Melhor Bar de Nova York 2026

 

Sip & Guzzle é eleito o melhor bar de Nova York em 2026

O bar Sip & Guzzle (traduzido em português como “Tome & Bebe”) alcançou o topo da lista apenas dois anos após sua inauguração em janeiro de 2024, saltando da 5ª posição em 2025 para o 1º lugar em 2026, ou seja, o melhor. Este reconhecimento consolida a parceria entre dois ícones da coquetelaria mundial: Shingo Gokan (do SG Group em Tóquio) e Steve Schneider (veterano do lendário Employees Only).

O Sip & Guzzle destaca-se por oferecer dois ambientes distintos em um único endereço na icônica Cornelia Street. o bar é divido em dois pavimentos:

Guzzle (Andar Superior): Um espaço vibrante que celebra a cultura de bares americana. Foca em releituras criativas de coquetéis clássicos e pratos reconfortantes, proporcionando uma atmosfera de pub sofisticado e descontraído.

Sip (Andar Inferior): Um speakeasy intimista inspirado na precisão e hospitalidade da coquetelaria japonesa. Aqui, a experiência é centrada em coquetéis sob medida (bespoke), executados com técnica magistral e ingredientes de alta qualidade.

Especialistas e juízes do 50 Best elogiaram a capacidade do bar em unir a "energia de um ponto de encontro nova-iorquino" com a "precisão técnica japonesa". O local é descrito como uma força definidora da cultura de coquetéis da região, oferecendo um programa de bebidas executado com perfeição que agrada tanto entusiastas quanto profissionais do setor.

Conheça três coquetéis preferidos do público:

Doctor Green:  Servido no Sip, é composto por carbonação de tequila, tomatillo, maçã verde, shiso e raiz-forte.

Miami Vice Negroni: Uma das criações notáveis, que utiliza óleo de coco fat-washed e morangos sazonais, dando um twist tropical ao clássico italiano.

Negroni in the Shade: Considerado um favorito do público, é uma versão elegante feita com White Negroni, melão, kiwi e chá gyokuro.


Sip & Guzzle

Endereço: 29 Cornelia St, New York, NY

Telefone: +1 917-259-6974

Fonte: Rolling Stone, Travel + Leisure 

Foto: Robert Simonson, Instragram do Bar.


quinta-feira, 23 de abril de 2026

Reinheitsgebot 510 anos

Reinheitsgebot: A Lei que Moldou a Cerveja como a Conhecemos há 510 anos

Hoje é dia! Se você gosta de ler rótulos de cerveja, com certeza já cruzou com a palavra Reinheitsgebot. Mas o que esse termo impronunciável para muitos significa e por que ele ainda é motivo de orgulho para tantas cervejarias, mais de 500 anos depois?

O Nascimento da Pureza se deu quando foi promulgada, em 23 de abril de 1516, pelo Duque Guilherme IV da Baviera, a Reinheitsgebot, a famosa Lei da Pureza da Cerveja Alemã. Ela é considerada uma das regulamentações de segurança alimentar mais antigas do mundo ainda em vigor. Originalmente, a lei era curta e grossa: a cerveja só poderia levar três ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo. (Há um bar em Viena que se chama 1516, em homenagem à Lei.)

Você, cervejeiro que é, deve estar se perguntando: "E a levedura?". Em 1516, a ciência ainda não sabia que os microrganismos existiam. O processo de fermentação era visto quase como um milagre — os cervejeiros simplesmente reutilizavam o sedimento de uma leva anterior. Foi apenas séculos depois, com os estudos de Louis Pasteur, que a levedura foi oficialmente reconhecida e adicionada à lista permitida.

A lei imposta, teve foco em três objetivos:

Proteção ao Consumidor: Evitar que ervas tóxicas ou ingredientes bizarros (como cogumelos alucinógenos) fossem usados para baratear a produção. (Há também a versão de que o governo recebia, em forma de pagamento de impostos, a entrega compulsória de cervejas, essas muito ruins, mal feitas. A adulteração da bebida, usando adjuntos, certamente irritou a Monarquia naqueles tempos.)

Segurança Alimentar: Reservar o trigo e o centeio para os padeiros foi uma estratégia. Se os cervejeiros usassem esses grãos, o preço do pão disparava e o povo corria o risco de passar fome.

Padronização: Criar um perfil de qualidade, colocaria as cervejas da Alemanha num patamar de referência técnica, no mercado de cervejas, que se tornaria a marca registrada da Alemanha.

Atualmente, a Reinheitsgebot não é mais uma obrigação legal, rígida para todas as cervejas (especialmente as importadas ou estilos especiais na Alemanha), mas continua sendo um selo de prestígio nacional. No movimento das artesanais, ela divide opiniões: de um lado, os tradicionalistas que prezam pela técnica pura; de outro, os inovadores que querem usar frutas, especiarias, condimentos e outros adjuntos.

Seja você um purista ou um fã de ousadias, o fato é que a Reinheitsgebot ensinou o mundo a respeitar a base da cerveja. Quando uma bebida é feita apenas com quatro ingredientes e, ainda assim, entrega uma complexidade absurda de aromas e sabores, sabemos que ali existe a verdadeira maestria do mestre cervejeiro.

Um brinde! Vou celebrar a data com uma caneca especial. Prosit!

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Budweiser Budstalgia Copa FIFA 2026

 

Budstalgia: Budweiser celebra 40 anos de Copa do Mundo com garrafas colecionáveis

A Budweiser, cerveja oficial da Copa do Mundo FIFA há quatro décadas, acaba de dar o pontapé inicial para o mundial de 2026. Com a campanha global "Budstalgia", a marca lançou uma coleção exclusiva de garrafas de alumínio que transformam a história do futebol em itens de design.

Desenvolvida pela agência brasileira Africa Creative, a coleção temática não apenas antecipa o clima do próximo torneio, mas faz uma viagem no tempo, homenageando edições que marcaram gerações de torcedores.

O Conceito "Budstalgia"

A coleção global da campanha de marketing conta com 11 designs diferentes, inspirados nas edições da Copa de 1986 até a atual. Cada garrafa utiliza elementos visuais, cores e símbolos que remetem à identidade visual e aos momentos icônicos de cada ano. No Brasil, o foco está em seis edições específicas, escolhidas pela conexão emocional com o torcedor brasileiro:

México 1986: Estreia da parceria e o surgimento da famosa "Ola". EUA 1994: O ano do tetra e do recorde de público nos estádios americanos. Coreia e Japão 2002: A consagração do Penta da Seleção Brasileira.

Alemanha 2006: A era das Fan Fests e da celebração global. África do Sul 2010: O ritmo das vuvuzelas e a primeira Copa no continente africano. Copa 2026: O design futurista que celebra o próximo torneio na América do Norte.

As garrafas de 330ml não são apenas objetos de decoração e colecionismo. Cada unidade vem equipada com um QR Code que, ao ser escaneado, transporta o consumidor para uma experiência digital. O conteúdo inclui vídeos, curiosidades e a "atmosfera" da época correspondente à garrafa, permitindo que novos e antigos fãs revivam a nostalgia do futebol.

O lançamento oficial ocorre nesse mês de abril de 2026. No Brasil, o canal prioritário de venda foi o Mercado Livre, onde um kit exclusivo contendo as seis garrafas colecionáveis foi disponibilizado por valores que variam, dependendo da demanda e promoções vigentes.

As unidades avulsas devem chegar às gôndolas dos principais supermercados e pontos de venda físicos a partir de maio, permitindo que os colecionadores busquem suas edições favoritas individualmente.

Promoção Bud Fan Store

Acompanhando o lançamento das garrafas, a Budweiser também ativou a plataforma Bud Fan Store. Através dela, os consumidores podem cadastrar suas notas fiscais de compra para concorrer a prêmios exclusivos e itens de merchandising oficial da marca para a Copa do Mundo 2026.

Fonte e saiba mais: https://www.budstalgia.com 



Comida Di Buteco 2026


Comida di Buteco 2026 está imperdível e em vários estados do Brasil

O Comida di Buteco não é festival, e sim um concurso, pois é uma competição onde os votos do público e dos jurados definem as notas e um ranking dos participantes. Os 20% últimos colocados perdem o direito de participar no ano subsequente, igual ao futebol ou escolas de samba. E o público tem todo o mês do concurso, que sempre começa em abril, o mês dos butecos, para visitar quantos butecos quiser, comer, votar e ajudar a eleger os melhores butecos do Brasil.

Os butecos que participam do Comida di Buteco são selecionados com um ano de antecedência pela nossa equipe. Consulte a lista de cada cidade aqui no site e nos acompanhe nas nossas redes sociais. Cada buteco cria um petisco especialmente para participar, como uma gastronomia própria. Chame o garçom, peça o petisco participante e aproveite, foi feito com muito carinho!

Público e júri dão nota de 1 a 10 para 4 quesitos: petiscos, higiene, atendimento e temperatura da bebida. O peso do júri e do público é de 50% cada um. Com democracia e muito paladar é eleito o melhor buteco de cada cidade e do país! Os votos físicos são recolhidos e apurados por um instituto de pesquisas independente.

Em Belo Horizonte, visitei o Köbes Bar, da Chef Nair e dos Sommeliers Afonso e Ligia e o Diretor da Abrasel, Gustavo Alves, com direito a degustação dirigida de cachaças, Amstel e chopes artesanais vindos dos Tap Handles da casa e o tira-gosto "Prosa Verde e Roxa". Imperdível.


Boteco ou Botequim

O termo “boteco” é uma forma popular de “botequim”, palavra que tem origem no antigo “botica”, usado em Português para designar pequenas lojas onde se vendiam remédios e outros produtos. Essa palavra, por sua vez, vem do latim apotheca, derivado do Grego antigo apothēkē, que significava “depósito” ou “armazém”. Com o tempo, esses estabelecimentos deixaram de ser apenas pontos comerciais e passaram a funcionar como espaços de convivência, onde também se consumiam bebidas e comidas simples, dando origem ao sentido atual.

No Brasil, o boteco ganhou identidade própria e se tornou um símbolo cultural, especialmente em cidades como Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Mais do que um bar, o boteco é um espaço de encontro informal, marcado por mesas na calçada, cerveja gelada e petiscos típicos. Ele representa um estilo de vida descontraído e coletivo, onde amigos se reúnem para conversar, celebrar e compartilhar o cotidiano, consolidando seu lugar como um dos ambientes mais tradicionais e queridos da cultura brasileira.

O Comida di Buteco vai até o dia 10 de maio. Não perca!

Fonte e saiba mais em: https://comidadibuteco.com.br/

terça-feira, 21 de abril de 2026

Restaurant Week BH 2026

 

Restaurant Week estreia em Minas com 46 estabelecimentos participantes

Com a alta inflação no ano de 2026, o preço dos serviços elevou-se de forma relevante, para algumas atividades e setores no Brasil. Nesse sentido, o consumidor ficou mais atento e tem buscado mais oportunidades que apresentam melhor custo-benefício, na hora de adquirir algo para si.

Esse cenário tem colocado vários restaurantes a participar de programas que possam propiciar experiência, conforto, comida boa, dentro de uma faixa de preço justa aos seus clientes. Dessa forma, de 17 abril a 17 de maio, restaurantes selecionados de Belo Horizonte e Nova Lima participam do 29º Restaurant Week

O evento promove, no almoço e no jantar, uma experiência gastronômica com entrada, prato principal e sobremesa há um preço atraente. São, ao todo, 44 estabelecimentos na Capital Mineira e 2 na região da cidade de Nova Lima para serem conhecidos e desvendados.

O Restaurant Week é uma oportunidade para o consumidor conhecer locais especiais que, talvez a conta apertaria o bolso na hora de pagar em um dia normal.  Além do ambiente, o cliente tem a oportunidade de conhecer um serviço especial e uma gastronomia diferenciada, além de reunir pessoas próximas ou ainda quando deseja-se encurtar as boas relações

Idealizado em Nova York em 1991, o Restaurante Week é um dos maiores eventos gastronômicos do mundo. Está presente em mais de 100 países, incluindo o Brasil. O evento iniciou em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, chegando em Belo Horizonte em 2010.

Aproveite o Restarant Week! Recomendo.

Saiba mais em: https://eventos.restaurantweek.com.br/belohorizonte


segunda-feira, 20 de abril de 2026

História do Whisky

 

Glen: Uma História Sobre o Scotch Whisky

Você já notou que algumas marcas de whisky escocês possuem em comum palavra Glen em seus títulos?

O termo "Glen" é uma palavra de origem gaélica escocesa (gleann) que significa "vale". A abundância desse prefixo no mundo do whisky regional escocês deve-se à geografia da Escócia e a necessidades práticas de produção que remontam principalmente ao século XIX.

Quando surgiu essa tendência?

Embora a destilação na Escócia ocorra há séculos (com registros desde 1494), a popularização do prefixo "Glen" em nomes de marcas comerciais ganhou força no meio para o final do século XIX. Foi nesse período que a produção de whisky deixou de ser puramente artesanal ou ilícita para se tornar uma indústria formal e comercialmente estabelecida.

Por que as destilarias usam o termo "Glen"? O uso do nome está ligado a três fatores principais:

Recursos Naturais: Para produzir whisky, é necessária uma fonte abundante de água pura. Os "glens" (vales) da Escócia abrigam rios e riachos essenciais para as etapas de maceração, fermentação e resfriamento. Além disso, os vales costumam ter terras férteis ideais para o cultivo da cevada.

Logística Histórica: No passado, era mais prático construir destilarias na base de colinas e em vales do que em terrenos elevados, facilitando o transporte e o acesso à água.

Identidade e Marketing: O termo tornou-se um selo de autenticidade e qualidade. Hoje, o nome evoca a herança e a tradição escocesa, sendo tão associado ao país que a Associação do Whisky Escocês (SWA) protege legalmente o uso do termo para evitar que produtores de outros países confundam os consumidores.

Dessa forma, separei 12 Nomes de whiskies escoceses e destilarias que começam com o termo "Glen".


Glenmorangie: Traduzido frequentemente como "Vale da Tranquilidade". Fundada em 1843, por William Matheson. Harrison Ford, foi garoto-propaganda da marca. Glenfiddich: Significa "Vale dos Cervos". A destilaria foi fundada em 1887, por William Grant, em Dufftown, na região de Speyside.

Glen Elgin: Uma destilaria clássica de Speyside, fundada em 1898. Glenkinchie: Conhecido como o "Malte de Edimburgo".Glenfarclas: "Vale da Grama Verde". Fundada em 1836 e continua empresa familiar.

The Glenlivet: "Vale do Rio Livet", fundada por George Smith em Speyside, em 1824. Glen Moray: Localizado na região de Speyside, no Vale Moray, fundada em 1897.

Glen Garioch: Refere-se aos campos férteis de cevada no "Vale do Garioch", nas Highlands Orientais da Escócia.  A destilaria escocesa foi fundada em 1797, por John Manson e seus irmãos em Oldmeldrum. 

Glen Grant: Fundada em 1840, pelos irmãos Grant em Rothes, também de Speyside.


Glen Scotia: Uma das poucas destilarias sobreviventes na região de Campbeltown, fundada em 1832, por James Stewart e pelo provost John Galbraith. Conhecida por estar em uma região altamente marítima. 

Glengoyne: "Vale do Goyne". Localizada exatamente na linha que divide as Highlands das Lowlands, ao norte de Glasgow. Fundada em 1833, por George Connell, embora a produção clandestina no local (Burnfoot Farm) tenha começado por volta de 1820. É famosa por produzir whisky single malt sem o uso de fumo de turfa. 

Glendronach: Significa "Vale das Sarças ou Vale dos Arbustos" (amoras pretas). Foi fundada em 1826, por James Allardice nas Terras Altas (Highlands) da Escócia, especificamente em Forgue, Aberdeenshire. É reconhecida historicamente por ser uma das primeiras destilarias licenciadas e pelo uso tradicional de barris de xerez (sherry casks) para amadurecimento, resultando em whiskies ricos e intensos.

Espero que com essas informações, você tem mais um assunto para conversar quando tomar um Scotch com os amigos, na região do melhor whisky do mundo.

Fonte: LinkedIn, The Dram Team, Master Of Malt, Wikipédia.

Fotos: Redes Sociais, Divulgação.

domingo, 19 de abril de 2026

Vinil e Cerveja


O Vinil e a Cerveja: um Encontro de Dois Clássicos 

Fui DJ na minha juventude, gostava de ir em matinês como da Space e Hippodromo, buscando tendências, antes de estudar um pouco mais sobre a cerveja e outras bebidas espirituosas. A conexão entre o vinil e a cerveja vai além do simples consumo; é um ritual de apreciação sensorial que une a textura do som analógico à complexidade das bebidas artesanais e especiais. Ambos exigem tempo, curadoria e um paladar (ou ouvido) treinado para notar as nuances.

Nesse sentido pesquisei alguns discos, bandas e cervejarias que associaram suas marcas ao mundo da música por meio do bolachão, o consagrado vinil.

Alguns álbuns e lançamentos remetem diretamente ao universo cervejeiro, seja pela estética ou pela própria composição física. Encontrei o Long Play (LP) German Beer Drinking Songs: Um clássico que reúne canções tradicionais alemãs feitas especificamente para acompanhar a atmosfera de uma cervejaria. Achei um disco da cerveja Miller, chamado de Miller High Life - Dive Bar Sounds. Trata-se de um projeto onde a marca lançou um disco de vinil preenchido com a própria cerveja dentro do material, criando um efeito visual super interessante, enquanto toca faixas que capturam o som ambiente de bares americanos.

Algumas Marcas de cervejas têm usado o disco de vinil para reforçar sua identidade cultural e criar experiências colecionáveis para o público. Esse foi o caso da Budweiser que desenvolveu um projeto que transformou porta-copos em pequenos discos de vinil funcionais.

A ação, voltada para o rap nacional, permitia que as "bolachas" de papelão fossem tocadas em picapes, unindo utilitário de bar e música. Um projeto semelhante ocorreu com a Bud e o cantor Will I Am, de nome Great Times Are Comming, onde o vinil foi impresso em material plástico e colocando em uma revista de mercado.


A propósito, o mercado de vinil vive uma renascença histórica, consolidando-se como o formato físico dominante tanto no Brasil quanto no mundo em 2025 e 2026. Mesmo em um cenário de streaming absoluto, o vinil se tornou um item de desejo impulsionado por colecionadores e pela Geração Z.

Em 2024, o vinil foi responsável por 76,7% do faturamento de todos os produtos físicos no país. As vendas de mídias físicas cresceram cerca de 25,6% em 2025, impulsionadas diretamente pelos "bolachões". Somente em 2023, o faturamento com vinil no Brasil cresceu 136%, superando CDs e DVDs pela primeira vez. Atualmente, três grandes nomes sustentam a produção nacional: Polysom (maior da América Latina), Vinil Brasil e Rocinante.

Em Minas Gerais, a Cervejaria Vinil surgiu no movimento musical de quatro amigos, pertencentes à ACervA Mineira, que se reuniam para escutar boas músicas com os amigos ao lado de uma boa
cerveja. Dessa forma, a marca baseia toda sua identidade no mundo dos LPs. Seus rótulos levam nomes como 33 RPM (Bohemian Pilsener), 45 RPM (British IPA) e 78 RPM (Stout), criando uma
"discografia" líquida que homenageia clássicos do rock.

Veja a seguir algumas capas de bandas e discos de vinil que encontrei pela internet. Em breve, posto também o Disc Picture que está relacionado a uma boa cerveja. Desfrute, escute uma música e aprecie uma boa cerveja.

Cheers!


sábado, 18 de abril de 2026

Oscar Schmidt Basquete e Cerveja

 

Oscar Schmidt, o Basquete e a Cerveja

Em homenagem a esse grande player que tivemos em nosso país, busquei nas redes algo que o associasse com a boa cerveja. Por incrível que pareça, encontrei algumas curiosidades interessantes.


Como sabermos, Oscar Schmidt tem uma história peculiar no esporte: é considerado um dos maiores jogadores de todos os tempos do basquete mesmo sem ter jogado na Liga da NBA, a mais forte liga da modalidade. Nos anos 1980, houve convite, mas o status de profissional do torneio americano o tiraria dos Jogos Olímpicos pela seleção brasileira. E o atleta escolheu defender seu país. Em 2017, essa história virou um comercial da Budweiser. Você se lembra desse comercial? (Veja o vídeo anexo.)

Dois anos mais tarde, a cerveja oficial da NBA, em 2019, mudou de roupagem e adotou um estilo especial para marcar o início das Finais da Liga norte-americana de basquete. A Budweiser criou latas com estampa de uma bola de basquete.

Naquele mesmo ano, em um evento fechado para autoridades, patrocinadores e convidados, o Mogi Basquete lançou, a Jaguá Beer, primeira cerveja pertencente a um time de basquete brasileiro.


Em 2025, o Grupo Petrópolis, da cerveja Itaipava, por meio de seu bebida energética TNT, se tornou patrocinadora oficial da NBA no Brasil, a partir de maio daquele ano. Essa parceria incluiu o lançamento de embalagens exclusivas e temáticas dos sabores Original e Zero, voltadas para a temporada 2025-26, visando conectar a marca ao basquete e ao estilo urbano. Em resumo: cerveja e basquete, acrescido de astros, realmente, combinam e caem bem. Efeito Chuá!


Ele ainda fez um ponto comercial para a Coca-Cola, junto com o Baixinho da Kaiser, José Valien, entre as décadas de 1980 e 1990. O Baixinho fez questão de me enviar a foto para conhecimento de todos!


Para Oscar Schmidt saúdo com o meu brinde e desejo que faça muitos pontos onde é que você esteja.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Uaimií Chico Rei

 


Chico Rei com Ouro: Uma Lenda Líquida da Cervejaria Uaimií

A Cervejaria Uaimií, fundada em 2014 na cidade de Itabirito (MG) região de Ouro Preto, consolidou-se no mercado artesanal ao unir história, terroir e inovação. Seu nome, Uaimií, carrega uma herança ancestral: é o termo indígena (do tupi) para designar o Rio das Velhas, que nasce na região e foi fundamental para o desenvolvimento do Ciclo do Ouro em Minas Gerais.

Dentre suas criações mais emblemáticas, destaca-se a edição especial da Chico Rei, uma Dry Stout que eleva o conceito de homenagem histórica. Inspirada no lendário monarca escravizado que escondia pepitas de ouro em seus cabelos para comprar a liberdade de seus súditos, a cerveja traz em sua composição ouro de verdade. Trata-se de ouro comestível, proveniente de garimpo local na Estrada Real, que reluz suavemente em meio ao líquido negro profundo da Stout.  Uma cerveja para colecionador. Reza a lenda que Chico Rei, um rei africano trazido à força para a região de Ouro Preto, escondia ouro nos cabelos e, com o tempo, usou cada grama para conquistar sua liberdade e a de muitos outros homens e mulheres.

Sobre a cerveja


Fiel ao estilo britânico, a Chico Rei apresenta notas intensas de café e malte torrado, com um final seco e amargor equilibrado. A adição do ouro é um espetáculo visual que reforça a narrativa de resistência e riqueza cultural de Minas.

Para quem deseja ir além do copo, a Uaimií mantém as portas abertas para entusiastas e ao turismo da Estrada Real. A cervejaria oferece oportunidades de visitação à sua fábrica, onde é possível conhecer os processos de produção, os tanques de fermentação e degustar os rótulos diretamente da fonte, em um ambiente que respira a atmosfera histórica da região.

 

#Uaimii #ChicoRei #CervejaArtesanal #MinasGerais #EstradaReal

Copa Sul-Americana de Cerveja IV

 

Sul-Americana de Cerveja consagra vencedores e reforça consolidação da Serra Gaúcha em polo cervejeiro

Melhor Cervejaria da Copa foi a Cervejaria Salva, de Bom Retiro do Sul/RS, e prêmio de Melhor Cerveja da Copa também ficou com a Salva. Com recorde de inscrições e crescimento de 45%, edição 2026 amplia alcance internacional e destaca protagonismo brasileiro no setor.

Ao todo, foram distribuídas 272 medalhas, entre ouro, prata e bronze, contemplando 114 cervejarias. O volume de premiados e a diversidade de origens reforçam o caráter técnico da competição e sua relevância como espaço de reconhecimento e troca entre produtores do continente.

O título de Melhor Cervejaria do Ano ficou com a Cervejaria Salva, de Bom Retiro do Sul (RS), seguida pela Cervejaria Leopoldina, de Garibaldi (RS), e pela Cervejaria Nahualli, de Farroupilha (RS). Entre as cervejas, o primeiro lugar geral foi conquistado pelo rótulo “Tô com Amendoim Cheio”, da Cervejaria Salva, seguido por “Xiuhte”, da Cervejaria Nahualli, e “Kaingang Double Juicy IPA”, da Kaingang Cervejaria, de Santa Catarina.

A edição de 2026 da Copa teve números inéditos. O concurso reuniu 1.212 amostras inscritas por 257 cervejarias de sete países da América do Sul, um crescimento de 45% em relação ao ano anterior. A diversidade também se reflete nos estilos avaliados: foram 160 ao todo e na capilaridade da participação brasileira, com representantes de 18 estados e 189 cidades.

“O crescimento desta edição confirma que a Copa Sul-Americana de Cerveja vem se consolidando como uma plataforma de referência no continente”, avalia Fabrício Scalco, Diretor do concurso. “Tivemos um aumento expressivo no número de inscrições, mais países participantes e uma diversidade técnica que mostra o amadurecimento do setor. É um resultado que reflete não só a evolução das cervejarias, mas também a força da cultura cervejeira na América do Sul”, afirma. A ampliação do número de países participantes e o crescimento consistente de inscrições indicam não apenas maior adesão, mas um amadurecimento do mercado sul-americano, cada vez mais técnico, diverso e integrado.

A força brasileira se destaca tanto em volume quanto em desempenho. O Rio Grande do Sul liderou o número de amostras inscritas, enquanto Santa Catarina foi o estado com maior número de medalhas, seguido de perto pelos gaúchos. Estilos como American IPA, American Lager e Catharina Sour figuraram entre os mais inscritos, refletindo tendências consolidadas e a valorização de identidades locais.

Principais resultados


Melhores cervejarias do ano (2026):

 1º lugar — Cervejaria Salva (Bom Retiro do Sul – RS)

 2º lugar — Cervejaria Leopoldina (Garibaldi – RS)

 3º lugar — Cervejaria Nahualli (Farroupilha – RS)

 4º lugar — Cervejaria Turatti (Fortaleza – CE)

 5º lugar — Kaingang Cervejaria (Xaxim – SC)

Melhores cervejas do ano (2026):

 1º lugar — Field Beer “Tô com Amendoim Cheio” (Cervejaria Salva)

 2º lugar — German-style Eisbock “Xiuhte” (Cervejaria Nahualli)

 3º lugar — Juicy ou Hazy Strong Pale Ale “Kaingang Double Juicy IPA” (Kaingang Cervejaria)

 

Veja o o resultado geral 2026: https://copasulamericanadecerveja.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Lista-Ganhadores-COPA-2026.pdf

Fonte: Site da Copa Sul-Americana.

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