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quarta-feira, 22 de abril de 2026

Comida Di Buteco 2026


Comida di Buteco 2026 está imperdível e em vários estados do Brasil

O Comida di Buteco não é festival, e sim um concurso, pois é uma competição onde os votos do público e dos jurados definem as notas e um ranking dos participantes. Os 20% últimos colocados perdem o direito de participar no ano subsequente, igual ao futebol ou escolas de samba. E o público tem todo o mês do concurso, que sempre começa em abril, o mês dos butecos, para visitar quantos butecos quiser, comer, votar e ajudar a eleger os melhores butecos do Brasil.

Os butecos que participam do Comida di Buteco são selecionados com um ano de antecedência pela nossa equipe. Consulte a lista de cada cidade aqui no site e nos acompanhe nas nossas redes sociais. Cada buteco cria um petisco especialmente para participar, como uma gastronomia própria. Chame o garçom, peça o petisco participante e aproveite, foi feito com muito carinho!

Público e júri dão nota de 1 a 10 para 4 quesitos: petiscos, higiene, atendimento e temperatura da bebida. O peso do júri e do público é de 50% cada um. Com democracia e muito paladar é eleito o melhor buteco de cada cidade e do país! Os votos físicos são recolhidos e apurados por um instituto de pesquisas independente.

Em Belo Horizonte, visitei o Köbes Bar, da Chef Nair e dos Sommeliers Afonso e Ligia e o Diretor da Abrasel, Gustavo Alves, com direito a degustação dirigida de cachaças, Amstel e chopes artesanais vindos dos Tap Handles da casa e o tira-gosto "Prosa Verde e Roxa". Imperdível.


Boteco ou Botequim

O termo “boteco” é uma forma popular de “botequim”, palavra que tem origem no antigo “botica”, usado em Português para designar pequenas lojas onde se vendiam remédios e outros produtos. Essa palavra, por sua vez, vem do latim apotheca, derivado do Grego antigo apothēkē, que significava “depósito” ou “armazém”. Com o tempo, esses estabelecimentos deixaram de ser apenas pontos comerciais e passaram a funcionar como espaços de convivência, onde também se consumiam bebidas e comidas simples, dando origem ao sentido atual.

No Brasil, o boteco ganhou identidade própria e se tornou um símbolo cultural, especialmente em cidades como Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Mais do que um bar, o boteco é um espaço de encontro informal, marcado por mesas na calçada, cerveja gelada e petiscos típicos. Ele representa um estilo de vida descontraído e coletivo, onde amigos se reúnem para conversar, celebrar e compartilhar o cotidiano, consolidando seu lugar como um dos ambientes mais tradicionais e queridos da cultura brasileira.

O Comida di Buteco vai até o dia 10 de maio. Não perca!

Fonte e saiba mais em: https://comidadibuteco.com.br/

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Festival Butequeiros

 


Festival Butequeiros agita a região da Praça da Liberdade, em Belo Horizonte

Belo Horizonte é a capital dos bares, sem sombras de dúvidas. Nesse sentido, visitar bares, restaurantes, pubs e butecos é uma prática de todo belo horizontino e de todo turista que passa alguns dias na Capital mineira. 

Se você não tem tempo suficiente para visitar bares, essa é a oportunidade em comer comida de boteco em um lugar especial. O Festival Butequeiros, reunirá mais de 30 pratos diferentes da gastronomia popular e tipicamente mineira, com diversos estilos de cervejas especiais e artesanais. 

O evento será no dia 18 de abril, na Praça José Mendes Júnior, ao lado da Praça da Liberdade. Haverá também show com bandas regionais. O acesso é mediante apresentação do convite retirado no Sympla.




Fotos: Sterferson Rodrigues/Redes Sociais.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Armazém Gonzalez e Stadt Jever

 

Armazém Gonzalez mantem a tradição de um bom boteco na Capital nacional dos bares


O bairro Renascença, localizado na região Nordeste de Belo Horizonte, surgiu na década de 1930 a partir da instalação da Cia. Renascença Industrial (uma fábrica de panos e tecidos de capital alemão) em 1936, atuando originalmente como Vila Operária Melo Viana. O bairro desenvolveu-se ao redor da fábrica, que funcionou até 1996, tornando-se um local de tradição operária, casas simples e com forte identidade comunitária. Criou também o Esporte Clube Renascença, que formou jogadores talentosos como Wilson Piazza (capitão do Tri de 70), Procópio Cardoso, Silvinho e os goleiros Tonho e Mussula.


Do pequeno bairro surgiram a Igreja Santo Afonso e sua conhecida paróquia, bem como a antiga “Quadra do Sheik”, de futebol de salão, além do Bar da Neuza, situado na rua Itu, quase esquina com Catanduvas e o Deles Bar, que iniciou suas atividades na rua Jacuí, esquina com Rua Caconde e que opera até os dias de hoje na mesma rua, porém nas imediações do Bairro Ipiranga. O Renascença foi também a morada de artistas como a intérprete Clara Nunes, o violonista Jadir Ambrósio e a escritora e poetisa Ana Elisa Ribeiro. Vivi a minha infância no Bairro Renascença, onde tenho grata lembrança e parte de minha família paterna ainda reside lá.

Com tanta arte e gastronomia, o Renascença vem passando por uma evolução econômica e cultural. Antigas casas vem se transformando em pequenas edificações verticais e tradicionais bares vem sendo restaurados, visando preservar seus legados com comida de boteco raiz, porém com uma dose de sofisticação e maior conforto.

Nessa esteira, está o Armazém Gonzalez, situado na Rua Itú, 1069. Inaugurado, em 2023, pelas mãos de Fernando Zanforlin, ex-proprietário do Empório Hiper Frios, o jovem empreendedor restaurou e repaginou um casarão com mais de 50 anos de construção. Tempos mais tarde, Fernando passou o ponto para Miguel Carneiro e Ustane Pedras, o "Casal 20" da Cervejaria Stadt Jever e de outros empreendimentos, para continuar a toada.


Naquele ambiente descontraído de pessoas de bem, além de destilados e cervejas de garrafa, há torneiras de chopes especiais da Stadt Jever gelados para atender o público que deseja um bom copo em mãos. São Pilsens, IPAs e Pale Ales cremosíssimos, servidos por um time de garçons atenciosos. No cardápio, porções a base de frango, tilápia, carne de sereno e filés, além de pastéis e bolinhos crocantes. Aos sábados, o Armazém oferece pratos de feijoada e de "trupico", ao som de um samba de roda tradicional.

E como disse Tia Ustane: “Riquinho, vá lá e me prestigie”! Eu fui, conforme demando, vi, apreciei e gostei. Recomendo, sem sombras de dúvidas. Fico honrado e grato em ver empresários de minas mantendo a cultura cervejeira e a gastronomia mineira na vanguarda, sem perder as tradições. 

Um brinde!


Armazém Gonzalez: Rua Itú, 1069
Instragram: @armazemgonzalez
Contato e reservas Whatsapp: (31)98413-5472



sábado, 8 de novembro de 2025

Festival Bar em Bar

 


Festival Bar em Bar 2025 movimenta centenas de bares em 15 estados brasileiros

Presente na vida dos brasileiros, o boteco é um dos lugares que vem a mente quando se fala em espaços para comemorar, confraternizar e criar boas memórias: não à toa, são cerca de duzentos mil bares espalhados pelo país.

E para celebrar esses ambientes e os bons encontros, está acontecendo a 19ª edição do festival Bar em Bar: com o tema “A cidade inteira cabe no bar”, centenas de bares em 15 estados prometem celebrar a cultura dos botecos até o dia 16 de novembro. A lista de estabelecimentos participantes está disponível no site www.barembar.com.br.

Promovido pela Abrasel, o festival é um convite para o público descobrir novos sabores, reunir os amigos familiares e aproveitar petiscos especiais criados exclusivamente para a ocasião — tudo a preços acessíveis.

O Bar em Bar é reconhecido por valorizar a gastronomia típica dos botecos e destacar os bares como espaços de convivência e celebração. Além de proporcionar experiências gastronômicas únicas, o evento também movimenta a economia local, gera oportunidades e fortalece o vínculo entre empreendedores e clientes.

Nesta edição, participam bares de Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo e Tocantins.

Com o objetivo de movimentar a economia local e reconectar moradores aos estabelecimentos da sua cidade, o Bar em Bar transforma cada balcão em oportunidade, como explica José Eduardo Camargo, líder de Conteúdo da Abrasel.

“Ao reunir petiscos exclusivos a preços acessíveis, o festival cria uma rodada de oportunidades para pequenos empreendedores e oferece ao público a chance de redescobrir sua cidade. É um momento de apoio mútuo entre quem produz e quem consome”, explica.

O festival segue até 16 de novembro e a lista completa de bares participantes por estado está disponível no site www.barembar.com.br.



Serviço: 30 de outubro a 16 de novembro.

Mais informações: www.barembar.com.br

Fonte: Abrasel Festival Bar em Bar 2025 movimenta centenas de bares em 15 estados brasileiros - Abrasel

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Mercado Americano de Cervejas

 
Mercado Americano de
Cervejas

Mercado de cerveja artesanal nos Estados Unidos migra definitivamente para um estágio de crescimento moderado de acordo com visão da Brewers Association.

A Brewers Association  (BA) – a associação comercial que representa as cervejarias artesanais americanas pequenas e independentes (definidas aqui) – reportou em seu relatório sobre o primeiro semestre de 2023 que definitivamente o mercado para cervejarias artesanais nos EUA atingiu um estágio de maturidade.

Bart Watson, economista-chefe da entidade, responsável pelo relatório desejou expressar com essa avaliação que a década de grande furor e crescimento acelerado do mercado passou, mas que o período porvir ainda oferece oportunidade que estão presentes em canais e ocasiões ainda pouco explorados.

Embora uma ligeira queda de 2% em vendas no acumulado do ano indique que os negócios estão difíceis no momento, ele acredita que há dias melhores pela frente para a cerveja artesanal, especialmente para segmentos específicos neste mercado.

A avaliação de Bart Watson é que o negócio para cervejarias artesanais continuará crescendo nos EUA, mas a taxas bem mais modestas do que o que ocorreu ao longo dos anos 2010s, e que isso significa que o mercado de cerveja artesanal atingiu um patamar que é comum a outros segmentos presentes no país, deixando de ser um foguete de crescimento isolado.

Saiba mais em: https://catalisi.com.br/crescimento-meteorico-da-cerveja-artesanal-nos-eua-acabou-declara-a-brewers-association/

Meus grifos: Tenho notado uma redução da performance no mercado nacional de cervejas artesanais nas principais capitais do eixo Sul e Sudeste. (Seria ainda efeitos pós-covid? Ou mudança de Hábito de Consumo por outros tipos de bebidas?) 

Há exemplo, festivais tradicionais em Minas Gerais como o Comida de Boteco já atingiu os seus objetivos iniciais, ou cerveja, cerveja gelada, petiscos saborosos, banheiros limpos e atendimento primoroso. É um evento que já atingiu o seu ápice na Capital Mineira. Festivais de Cervejas estão indo para um mesmo caminho. O que se observa é um crescimento no interior dos estados de nosso país, com cervejarias locais, com a cara do município ao qual pertence. 

No Brasil, certamente há mais espaço para crescer a cerveja artesanal do que os Estados Unidos em termos percentuais e nesse sentindo os formadores de opinião, os empreendedores e o público entusiasta não podem deixar a peteca cair. Cabe também o Poder Público fomentar mais o setor, com reduções de impostos e um impulso ao turismo, por exemplo. 

É uma questão de oportunidade e prestígio ao segmento. Caso contrário, outros produtos como o Vinho, o Espumante, o Gin, o Whisky, o Rum e outros espíritos absorverão parte do mercado artesanal de cervejas. 

Saudades da efervescência das ACervas na década de 2010!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Cerveja Artesanal em Juiz de Fora


Juiz de Fora e região vem se destacando na produção de cervejas artesanais

Não se pode negar: Viajar é sempre bom demais! Esta semana estou na Região da Zona da Mata Mineira, passando por cidades como Ubá, Muriaé, etc. e penoitando em Juiz de Fora. Na oportunidade, nada melhor rever os amigos. E desta vez fui prestigiar o meu amigo cervejereiro Cristiam Nazareno Rocha, um dos mais premiados cervejeiros caseiros no Brasil, detentor da marca Profana. Cristiam já papou um segundo lugar no Concurso da ACervA Mineira e um primeiro na ACervA Carioca, entre outros concursos locais.

Mas o bacana mesmo foi conhecer o bar que pertencia ao pai dele, o "Boi na Curva" famoso na cidade por servir caldos especiais. E vou te dizer uma coisa: É nostálgico ao visitar o local. O bar está em um antigo prédio e o cenário lembrar os botiquims do interior. No centro do bar um conjunto de panelões liberam os mais diversos aromas dos caldos, destacando o caldo de inhame com linguiça, o caldo de rabada, a canjiquinha e o tradicional da casa - "boi na curva" feito com carne de panela e mandioca. Naturalmente, para harmonizar as cervejas Profana descem goela abaixo com muito frescor! Da chopeira fui prestigiado com um Weiss de espuma cremosa e toques de cravo.

Das garrafas tomei a Profana Volúpia, uma cerveja no estilo Bock digna de respeito por parte dos mais tradicionais cervejeiros germânicos. E para finalizar, dividimos uma garrafa de American IPA. Essa em atenção ao Cristiam eu não vou tercer aqui os meus comentários por que podem ser comprometedores! Já o informei pessoalmente o que encontrei na misteriosa garrafa. A Doppel Bock ficou para uma outra visita que em breve formalizarei no mesmo local com muito louvor.

*****

Juiz de Fora vem resgatando com rapidez e seriedade as cervejas artesanais feitas por micros e cervejeiros caseiros. Em parceria com o SEBRAE, foi feito o Guia das Cervejas Artesanais de Juiz de Fora e Região, destacando algumas das cervejarias aqui em franco crescimento. Menciono: Mr. Tugas, Alvânia, Arthorius, Profana, Barbante, Artez, Eon, Timboo e Antuérpia. Um verdadeiro turismo gastronômico.

Um Brinde!

Foto: divulgação.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Museu Abílio Barreto


Em volta dessas mesas, uma cidade: bares como lugares na história de Belo Horizonte

A exposição aborda a relação da capital mineira com os bares, desde os primórdios de sua construção. Mostra lugares que foram e são emblemáticos na história da capital, preservando hábitos tradicionais de consumo e sociabilidade, configurando-se como locais de fruição cultural e de memória. 

Transitando por diversas temporalidades e tipologias, a exposição destaca a importância dos bares para a manutenção de múltiplas identidades, tribos e grupos que compartilham a dinâmica da realidade urbana. Mostra que, desde sua inauguração, a cidade é marcada pela presença de bares, cafés e botequins, dos mais refinados aos populares. Há diversas peças, acessórios, rótulos, latas e copos de colecionismo, garrafas de refrigerantes e cervejas antigas, equipamentos, fotografias e outras memórias relevantes para revisitar e relembrar.


Local: Museu Abílio Barreto. Sala de exposições do edifício-sede.
Visitação: terça, sexta, sábado e domingo, das 10h às 17h; quarta e quinta-feira, das 10h às 21h.
Foto: João Werner
Fonte e mais informações: http://www.amigosdomhab.org.br/

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Comida de Buteco

Kobes mais um ano no comida de boteco

Após dois anos "batendo na trave" sendo indicado como um dos favoritos na categoria "Melhor Bar", o Kobes - de propriedade dos nossos amigos e chefes da gastronomia, Nair e Afonso, elaboraram com muita atenção o prato "Mineiríssimo", que leva em sua composição a boa goiabada cascão. Ainda não tivemos a oportunidade de experimentá-lo, mas faremos com muito prazer!  

O Kobes está renovado: a casa agora conta com um telhado termoacústico que mantém o ambiente bem mais fresco. De quebra, uma nova pintura e iluminação foram instalados para deixar o ambiente mais amplo, contudo aquele jeitinho acolhedor que o Kobes sempre foi se manteve no devido lugar!


A História do Comida de Buteco

Segundo Eduardo Maia, idealizador do evento: "Há séculos, o boteco faz parte da paisagem de nossas cidades. Mas por ser um espaço de comércio popular, não despertava a atenção necessária e, portanto, vivia à margem da sociedade. Quando o Comida di Buteco começou em Belo Horizonte, foi como se colocássemos um holofote sobre toda a riqueza da culinária de raiz da nossa região e destes estabelecimentos que tem, em sua maioria, uma história familiar por trás. Isso mudou a forma como as pessoas viam o boteco, e, junto a esse carinho para o qual a população se despertou, os estabelecimentos também tiveram a oportunidade de se profissionalizar e de se tornar sustentável, sem deixar de lado sua essência".

O CDB vai de 13 de abril a 13 de maio. http://www.comidadibuteco.com.br/
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