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quinta-feira, 4 de junho de 2026

Festa Junina e Monin

 

O que a Festa Junina e a França tem em comum? Monin.

A Festa Junina no Brasil possui uma forte ligação histórica com a França, especialmente por meio da quadrilha, a dança mais tradicional da festividade. Embora a base religiosa e estrutural da festa tenha sido trazida pelos colonizadores portugueses, a nossa celebração absorveu elementos marcantes da cultura francesa que persistem até hoje.

A dança da quadrilha nasceu nos salões da aristocracia francesa nos séculos XVIII e XIX com o nome de “quadrille”. Era uma dança sofisticada, executada por quatro casais da nobreza. Essa chegou ao Brasil em 1808, trazida pela corte portuguesa e virou febre entre a elite do Rio deJaneiro. Com o tempo, o povo se apropriou da dança, trocou os salões nobres pelo chão de terra batida e a adaptou com músicas e encenações caipira.

A maior prova dessa herança são os comandos falados pelo marcador da quadrilha. Como detalhado em artigos sobre o tema na Revista Quero Bolsa, vários termos são adaptações fonéticas da língua francesa, como “Anarrié”, “Balance” e “Alavantú”.

Nessa pegada, a empresa francesa de xaropes de alta qualidade Monin, que possui a sua fábrica no Brasil, no Estado de São Paulo, promoveu uma fusão entre a alta coquetelaria francesa e a tradição brasileira ao lançar a coleção “Doces Brasileiros”. Essa linha de xaropes premium foi criada especificamente para as Festas Juninas no Brasil, unindo a expertise da marca com os sabores mais emblemáticos do nosso São João: Brigadeiro, Doce de Leite e Pé de Moleque. A estratégia representa uma conexão perfeita entre a sofisticação europeia e a cultura popular nordestina e caipira.


Thiago Zanon, Diretor Comercial e de Marketing da Monin, destacou que a coleção "Doces Brasileiros" visa conectar a marca à cultura local, explorando a memória afetiva com sabores de festa junina que também possuem versatilidade para uso o ano todo. O executivo ressaltou que os novos xaropes de Brigadeiro, Doce de Leite e Pé de Moleque, disponíveis no e-commerce da marca, buscam celebrar a gastronomia brasileira e democratizar o acesso aos produtos.

Saiba mais em: https://monin.com.br/




sexta-feira, 5 de maio de 2017

Dia Mundial da Língua Portuguesa


Dia da Língua Portuguesa e da Cultura
Como escritor não poderia deixar de mencionar o dia especial de hoje. O Dia da Língua Portuguesa e da Cultura é comemorado anualmente em 5 de maio entre os países lusófonos.
Esta data celebra a importância cultura e histórica da língua portuguesa para toda a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP)
Durante esta data, os países que formam a CPLP promovem eventos especiais na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York.
No Brasil, o idioma portuguesa também é celebrado durante o Dia Nacional da Língua Portuguesa, em 5 de novembro. Esta data foi instituída no país através do decreto de lei nº 11.310/2006.
Veja o comentário final de Joseval Peixoto sobre a língua portuguesa no Jornal da Manhã da Rádio Jovem Pan ,São Paulo às 9:56 da manhã (2:30 minutos do vídeo). Um espetáculo a parte! Temos que realmente estudar mais, aprender mais e melhorar a nossa prática em "macaquiar" a sintaxe Lusíada. https://www.youtube.com/watch?v=VbXpmJz_5j4.

Um brinde!

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Museu Abílio Barreto


Em volta dessas mesas, uma cidade: bares como lugares na história de Belo Horizonte

A exposição aborda a relação da capital mineira com os bares, desde os primórdios de sua construção. Mostra lugares que foram e são emblemáticos na história da capital, preservando hábitos tradicionais de consumo e sociabilidade, configurando-se como locais de fruição cultural e de memória. 

Transitando por diversas temporalidades e tipologias, a exposição destaca a importância dos bares para a manutenção de múltiplas identidades, tribos e grupos que compartilham a dinâmica da realidade urbana. Mostra que, desde sua inauguração, a cidade é marcada pela presença de bares, cafés e botequins, dos mais refinados aos populares. Há diversas peças, acessórios, rótulos, latas e copos de colecionismo, garrafas de refrigerantes e cervejas antigas, equipamentos, fotografias e outras memórias relevantes para revisitar e relembrar.


Local: Museu Abílio Barreto. Sala de exposições do edifício-sede.
Visitação: terça, sexta, sábado e domingo, das 10h às 17h; quarta e quinta-feira, das 10h às 21h.
Foto: João Werner
Fonte e mais informações: http://www.amigosdomhab.org.br/

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