CAMALEON: Onde o Fermentado de Cana não se Transforma em Cachaça
por Henrique Oliveira*
Observei nas redes sociais uma garrafa do tipo champagne que
me chamou a atenção por seu rótulo, que mencionava que se tratava de um fermentado
de cana.
Curioso, realizei algumas pesquisas, e ficou claro que determinadas marcas independentes decidem desafiar o tradicionalismo de rótulos consagrados. Esse é
o caso do Camaleon, um fermentado de cana com 12% de teor alcoólico que aposta
na versatilidade e na leveza para conquistar o público contemporâneo.
Produzido sem passar pelo processo de destilação convencional da cachaça, o Camaleon foca exclusivamente na fermentação do caldo de cana, resultando em uma bebida de coloração dourada fosca, paladar suave e
aroma delicado.
Fiel ao seu nome, que evoca a capacidade de adaptação do
animal homônimo, o Camaleon foi desenhado para ser consumido sem regras
rígidas. Ele pode ser apreciado puro e bem gelado, servido com gelo para
acentuar o frescor em dias quentes, ou utilizado como base para coquetéis criativos. Por causa de seus 12% de graduação alcoólica, a bebida transita
perfeitamente entre o universo dos vinhos leves e dos destilados, aceitando
misturas com frutas, xaropes naturais, tônicas ou refrigerantes.
Atualmente, o fermentado destaca-se em sua versão
tradicional em garrafas de 750 mililitros, que valorizam a identidade visual
rústica e elegante da marca. Além do Camaleon, o portfólio da NAVE Bebidas
comandada por Thiago Nacional é amplo e diversificado. A fábrica produz gins premium da linha Mixologist, a vodka Dash filtrada com cristal de quartzo e pedra
vulcânica, cachaças envelhecidas como a Dona Treta Amburana, além de linhas prontas para beber conhecidas como Queen e Colaí, consolidando Patos de Minas
como um polo criativo de bebidas autorais no país.
Saiba mais no Instagram
da bebida: @camaleon.brasil
(*) - Henrique Oliveira é Escritor e Executivo de Governança, Riscos e Compliance
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