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domingo, 13 de setembro de 2026

CAMALEON Fermentado de Cana

 

CAMALEON: Onde o Fermentado de Cana não se Transforma em Cachaça

por Henrique Oliveira*

Observei nas redes sociais uma garrafa do tipo champagne que me chamou a atenção por seu rótulo, que mencionava que se tratava de um fermentado de cana.

Curioso, realizei algumas pesquisas, e ficou claro que determinadas marcas independentes decidem desafiar o tradicionalismo de rótulos consagrados. Esse é o caso do Camaleon, um fermentado de cana com 12% de teor alcoólico que aposta na versatilidade e na leveza para conquistar o público contemporâneo.

Produzido sem passar pelo processo de destilação convencional da cachaça, o Camaleon foca exclusivamente na fermentação do caldo de cana, resultando em uma bebida de coloração dourada fosca, paladar suave e aroma delicado.

A criação do Camaleon e de todo o ecossistema da NAVE Bebidas tem à frente o empresário e CEO Thiago Nacional. Fundada em 2020 com sede na cidade de Patos de Minas, em Minas Gerais, a empresa nasceu com o propósito de inovar no setor de bebidas artesanais no Brasil. Sob a liderança de Thiago Nacional, a destilaria e plataforma de inovação se destacou por métodos modernos de produção, como a infusão de vapor em gins e filtragens especiais.

Fiel ao seu nome, que evoca a capacidade de adaptação do animal homônimo, o Camaleon foi desenhado para ser consumido sem regras rígidas. Ele pode ser apreciado puro e bem gelado, servido com gelo para acentuar o frescor em dias quentes, ou utilizado como base para coquetéis criativos. Por causa de seus 12% de graduação alcoólica, a bebida transita perfeitamente entre o universo dos vinhos leves e dos destilados, aceitando misturas com frutas, xaropes naturais, tônicas ou refrigerantes.

Atualmente, o fermentado destaca-se em sua versão tradicional em garrafas de 750 mililitros, que valorizam a identidade visual rústica e elegante da marca. Além do Camaleon, o portfólio da NAVE Bebidas comandada por Thiago Nacional é amplo e diversificado. A fábrica produz gins premium da linha Mixologist, a vodka Dash filtrada com cristal de quartzo e pedra vulcânica, cachaças envelhecidas como a Dona Treta Amburana, além de linhas prontas para beber conhecidas como Queen e Colaí, consolidando Patos de Minas como um polo criativo de bebidas autorais no país.

Saiba mais  no Instagram da bebida: @camaleon.brasil

(*) - Henrique Oliveira é Escritor e Executivo de Governança, Riscos e Compliance

segunda-feira, 23 de junho de 2025

CEO's Talk Show: Paula Lindenberg da Diageo

 CEO's Talk Show com Nizan Guanaes: Episódio Diageo


Nizan vem apresentando um podcast bem interessante sobre mercados e negócios em diversos setores de atuação no Brasil. Entrevistando pessoas de referência, sobretudo CEO's, Nizan vem nos dando oportunidade para conhecer um pouco mais sobre ações profissionais, com base em histórias, experiências e lições aprendidas.

Nesse episódio, relacionado com a Diageo no Brasil, por meio da CEO Paula Lindenberg, você irá entender como essa empresa atua no mercado nacional, com base no desejo, na experiência do cliente e no consumo responsável.

Conheça mais sobre o que pensa a CEO da Diageo, e depois, deixe o seu registro nos comentários.


#mercadodebebidas #bebidasnobrasil #consumoresponsavel #pelosatelite



segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Bourbon Americano


Fim da festa do Bourbon Americano. Agora é hora da ressaca

Após anos de vendas crescentes, as destiladoras estão lutando contra a diminuição da demanda e o excesso de oferta

de Wall Street Jornal

Quando Rob Masters pôs à venda on-line 400 barris de bourbon de dois anos por US$ 900 cada, esperava que eles desaparecessem em poucos dias. Oito meses depois, os barris ainda estão lá. “Não estamos vendo nem o cheiro”, disse Masters, destilador-chefe da destilaria The Family Jones em Denver.

Apenas dois anos antes, Masters poderia ter arrecadado US$ 2 mil por barril semelhante. “Naquela época, conseguiria vende-los com dois telefonemas”, disse ele.

O boom do bourbon nos Estados Unidos acabou e empresas grandes e pequenas estão começando a sofrer, com destilarias cortando empregos e engavetando planos de expansão.

As vendas de bebidas alcoólicas dispararam durante a pandemia, quando os americanos cheios de dinheiro gastavam em bebidas, fazendo coquetéis em casa e bebendo com mais frequência. Agora os bebedores estão reduzindo o consumo, bebendo as garrafas que acumularam nos últimos anos e optando por marcas mais baratas.

A crescente popularidade de medicamentos antiobesidade, da cannabis e das bebidas com baixo teor alcoólico ou sem álcool também está prejudicando cada vez mais as vendas. O cirurgião-eral dos EUA disse recentemente que o álcool deve ter rótulos de advertência contra o câncer, uma recomendação que, se promulgada, pode prejudicar as vendas de uma indústria que já enfrenta uma retração no consumo pelos mais jovens.

Os volumes de vendas de uísque dos EUA — incluindo bourbon, Tennessee e rye — caíram 1,2% em 2023, marcando a primeira queda desde 2002, de acordo com a IWSR, que monitora a indústria. Essa queda se acentuou no ano passado, com os volumes caindo 4% nos primeiros nove meses de 2024.

A Brown-Forman, que fabrica o Jack Daniel’s e o Woodford Reserve, notou que o mercado de uísque dos EUA se deteriorou acentuadamente há um ano. “Para ser sincero, não está realmente melhorando muito”, disse o CEO Lawson Whiting no mês passado, depois que a empresa divulgou uma queda de 3% nas vendas líquidas nos EUA nos seis meses até 31 de outubro.


Embora os grandes atores não estejam imunes à desaceleração, os destiladores menores estão sendo os mais atingidos, porque não têm poder financeiro para enfrentar a turbulência. A American Craft Spirits Association (Associação Americana de Produtores Artesanais de Destilados) disse em agosto que a taxa de fechamento de destilarias artesanais acelerou em relação ao ano anterior.

Fabricantes de bebidas alcoólicas de todos os tipos estão lutando com a diminuição da demanda: em 2023, o volume de destilados vendidos nos EUA caiu pela primeira vez em quase três décadas, disse a IWSR. No entanto, os fabricantes de bebidas destiladas envelhecidas têm o desafio adicional de apostar na demanda futura, envelhecendo barris com anos de antecedência.

Fonte: https://investnews.com.br/the-wall-street-journal/chega-ao-fim-a-festa-do-bourbon-americano-agora-e-hora-da-ressaca/

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Duke Whiskey

Duke: o Whiskey do Velho Oeste

Quem possui pais ou parentes acima dos 70 anos, provavelmente, deve ter acompanhado os antigos filmes de faroeste, onde cowboys, índios, mocinhos e donzelas e bandidos eram os astros que compunham as telas. É nítido que a conquista do Velho Oeste não foi das mais fáceis. Duelos e Bang-Bangs eram uma prática comum, o que fez com que os estados americanos se unissem e criassem uma guarda nacional, formando quartéis e tropas de patrulhamento (Rin-tin-tin e Rusty que os digam a respeito.)


Uma das cenas memoráveis são os velhos Saloons. Os bares que serviam cervejas que ficavam armazenadas em uma adega rudimentar abaixo do bar para manter a temperatura fria, além das aguardentes, a destacar Moonshine, Whiskey e Bourbon Americano. 

Dessa forma, separei o destilado que foi elaborado para refletir a bebida do astro ícone do velho Oeste: John Wayne, também conhecido por muitos pelo apelido de Duke.

Legendary Duke é um Bourbon produzido pela Duke Spirits e engarrafado pela OZ Tyler Distillery em Owensboro, Kentucky. A empresa foi organizada por Ethan Wayne, o filho mais novo de John Wayne, e o parceiro de negócios Chris Radomski.

A gênese da Duke foi a descoberta por Ethan Wayne de uma vasta coleção de uísques, reunida por seu pai, que estava lacrada desde a morte de John Wayne em 1979. Trabalhando com o Mestre Destilador da OZ Tyler, Jacob Call, a empresa confiou nas próprias notas e engarrafamentos personalizados de Wayne para criar um bourbon no que eles acreditavam ser o estilo preferido de John Wayne.

A cor é âmbar-dourado.



No olfato, o Bourbon é leve e floral. Há notas de mel e caramelo, e um pouco de tempero de centeio de canela, noz-moscada e cravo, junto com um traço de raspas de laranja e um toque de menta e pêssego.

No paladar, há mais caramelo doce, junto com notas de maçã cozida, e toques de baunilha, pêssego e frutas tropicais secas. Há notas de especiarias de canela e outras especiarias tropicais, e um apimentado perceptível que se constrói rapidamente e então se dissipa, acompanhado por um leve amargor.

As notas de especiarias mostram uma forte influência de centeio, e são mais pronunciadas do que você esperaria, exceto pelos 13% de centeio no mash bill. As notas de especiarias são muito parecidas com Wild Turkey, mais uma evidência circunstancial das origens do Bourbon.

O final é de comprimento médio, suave, doce, com notas de caramelo e frutas secas acompanhadas de um toque apimentado persistente. É isso ai Pelegrino!

Fonte: https://www.forbes.com/sites/joemicallef/2019/06/13/legendary-duke-could-have-been-john-waynes-whiskey/


segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Still G.I.N.

Still G.I.N. Para todos: um brinde entre lendas

Os astros do Rap e do Hip-Hop Dr. Dre e Snoop Dogg elevam o gin ao próximo nível na elaboração de sua primeira bebida espirituosa pura engarrafada: o ultra-premium Still G.I.N. por Dre e Snoop.

Moderno, mas elegante, o último lançamento da nova empresa de bebidas espirituosas dos ícones do hip-hop destaca com notas de tangerina, jasmim e coentro para um final aromático inesquecível. Conforme descrito no site: o gin é “Desafiadoramente suave”.

Veja o vídeo que a dupla fez com Frank Sinatra e Little Richard.



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