Mais informações: http://ficc.net.br/
Fonte: http://bhaz.com.br/2015/08/26/vem-ai-o-festival-internacional-de-cerveja-e-cultura/
por Thais Pimentel do G1
O consumidor que pedir um chope da cervejaria Colorado
poderá ter na mesa um produto da Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) ou
um fabricado por uma unidade localizada em Nova Lima, na Região Metropolitana
de BH, que conta com apenas oito funcionários.
A diferença é que o chope feito pela microcervejaria só é
vendido em Minas Gerais. A empresa tem, desde 2013, licença para produzir
bebidas criadas pela cervejaria Colorado, originária de Ribeirão Preto e recém
comprada pela Ambev. Ao contrário da parceira paulista, a mineira ficou fora do
negócio.
“Nós ficamos sabendo da compra da Ambev pelo G1”, disse um
dos três sócios da Colorado em Nova Lima, Eduardo Nunes. Segundo ele, tinham
rumores de uma aproximação com Ribeirão Preto, mas por causa do acordo de
confidencialidade firmada com a gigante cervejeira, os detalhes não chegaram
aos mineiros.
“Estamos conversando com o pessoal de Ribeirão Preto, mas
ainda não há nenhuma decisão firmada. Nós temos a licença para produzir o chope da Colorado. Temos que seguir as mesmas técnicas de fabricação e receita que a
cervejaria de lá. É uma situação inusitada. Curiosa mesmo”, contou Eduardo.
De acordo com ele, não houve qualquer aproximação da Ambev
até o momento. Já a empresa preferiu não se manifestar sobre o assunto. A
cervejaria Colorado foi procurada pelo G1, mas ainda não se pronunciou sobre o
assunto.
Na época da negociação, A Ambev garantiu que a produção continuaria sendo feita de forma artesanal. Mesmo assim, muitos apreciadores ficaram receosos quanto uma possível perda da identidade da marca fundada há 20 anos. “Tem muita gente dizendo que agora vai vir aqui pra comprar a Colorado, que ‘ainda há esperança’”, brincou Eduardo Nunes.
Sabores brasileiros
Desde a fundação, em 1996, a Cervejaria Colorado,
representada por um urso, mistura o malte e o lúpulo, tradicionais na produção
cervejeira, com ingredientes especiais, como café, rapadura, mandioca, mel e
castanha do Pará, formando sabores inusitados e legitimamente brasileiros.
Foto: Taiga Cazarine/G1
O resgate de cultura por meio do compartilhamento de memória
Por Henrique Oliveira
Ao assisitr o filme francês “Lucy” filmado em 2014 e
produzido por Luc Bresson, tendo como principal atriz Scarlet Johanson como o
personagem-título e Morgan Freemam como Professor Norman, uma cena me chamou
atenção que tem muito haver com a preservação de uma cultura.
No filme, Lucy é contaminada por uma droga sintética – CPH4
que propiciou um aumento expressivo da capacidade intelectual. Como resultado,
ela gradativamente começa a adquirir capacidades físicas e mentais cada vez
mais elevadas, como telepatia, telecinese, etrocinese além de absorver
conhecimento instantaneamente. Esses excessos, em contra-partida, iniciam um
processo de degradação celular em todo
seu corpo podendo a levar à morte.
Ao encontrar com professor Norman, Lucy pergunta o que fazer
com tanto conhecimento, uma vez que a morte está por vir. E nesse momento
professor Norman diz a máxima: “- Passe para frente! Compartilhe”! (Veja a cena
abaixo sobre isso.)
Essa cena foi marcante. Não estamos aqui para todo sempre. O
que mais guardamos conosco é conhecimento e comportamento. Nossos pais, nós
mesmos aprendemos com eles ou por meio de outros conhecimento e comportamento e
o conjunto dessas ações, quando tomadas de conjunto, em um grupo coletivo,
forma o que chamamos de cultura.
Para que uma cidade ou mesmo um município não perca a sua cultura (suas artes, gastronomia, etc.), locais de “reunião de cultura” foram e
são formados. Nessas circunstâncias, arquivos públicos, bibliotecas, museus,
institutos culturais e de memória são mantidos pelo governo ou por particulares
com o intuito de preservar a memória individual e coletiva.
Participe! Vasculhe suas antigas gavetas e compartilhe! Pense nisso! Isso é história!
Henrique Oliveira é escritor especialista em cervejas, autor do livro Brasil Beer – O Guia de Cervejas Brasileiras.
Lion Lager faz tributo ao mais famoso leão do Zimbabue:
Cecil
Harare - O novo anúncio da cerveja Lion Lager, do Zimbabue,
apareceu recentemente na imprensa estatal e surpreendeu a população:
"Nosso orgulho continua vivo - Um tributo ao leão Cecil", diz o
slogan em referência ao leão abatido pelo dentista americano Walter Palmer.
A morte deste animal causou enorme comoção no mundo todo,
mas passou mais despercebida no país sul-africano, e alguns zimbabuanos lembram
que, para eles, a cerveja local Lion é muito mais conhecida do que o próprio
Cecil.
Apesar do sentimento de alienação provocado pela morte de
Cecil, várias empresas locais não deixaram passar a oportunidade de ganhar um
pouco de atenção internacional graças ao triste final do leão.
Outro anúncio da cervejaria, este em vídeo, fez sucesso nas
redes sociais. O comercial mostra um cliente bebendo um gole de uma garrafa de
Lion e, após deixá-la na mesa, rugir com força enquanto uma voz diz:
"Todos estamos tristes que Cecil tenha partido, mas seu rugido segue
vivo". (Vide abaixo.)
Os anúncios tiveram grande aceitação entre os zimbabuanos
que, como o magnata Mike Madoda, os interpretaram como um tributo ao leão,
apesar de ser mais uma boa cartada da cervejaria.
Ironicamente, não foram tão hábeis os responsáveis da
agência de publicidade Jericho Advertising, que compartilha nome com outro
leão, irmão de Cecil, que acreditava-se também ter sido morto por um caçador,
mas no final foi encontrado são e salvo.
O leão Jericho ocupa agora o lugar de Cecil na manada e já
foi visto copulando com uma das leoas e buscando os filhotes de seu irmão para
matá-los para que seus futuros filhotes sobrevivam.
No polêmico anúncio, que foi divulgado no Facebook e
imediatamente se espalhou pelas redes sociais, o leão Jericho aparece montando
uma leoa, e um texto ao pé da foto diz: "Jericho está são e salvo. É bom
estar no topo. #RIPCecil".
A controvérsia foi tão grande que o próprio fundador da empresa, Denford Magora, ordenou a retirada da imagem do ar e publicou uma mensagem pedindo desculpas pela incoveniência da campanha.
Magora afirmou que, desta vez, a agência tinha ido
"longe demais com o anúncio" e que tinha pedido aos publicitários
para que buscassem "outra forma de comemorar que Jericho tenha escapado
das garras dos caçadores".
Os casos de Cecil e Jericho despertaram tanto interesse fora
do Zimbábue que o WildCRU, grupo de pesquisa da Universidade de Harvard que
acompanhava Cecil, recebeu US$ 780 mil em doações para continuar seu trabalho.
Ciente da gravidade da repercussão do caso, a Autoridade dos
Parques e Vida Selvagem do Zimbábue (ZPWMA) estabeleceu um fundo para espécies
em perigo que organizará grupos para monitorar mais de perto a atividade da
indústria da caça, que durante anos viveu no mais absoluto sigilo.
Apesar da morte de Cecil e das possibilidades comerciais que
alguns viram na tragédia, a sensação generalizada no Zimbábue é que a história
foi exagerada e ofuscou outros problemas muito mais graves que o país africano
tem.
Em um editorial, o jornal estatal "Chronicle"
lamentou que o "circo" gerado por Cecil "tenha ido longe
demais" e pediu à comunidade internacional para que deixe o país "em
paz".
Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/leao-favorito-do-zimbabue-nao-e-cecil-mas-sim-uma-cerveja
#pelosatelite #avecesarco #cecil #lionlager
Agnes Fenton, uma moradora de Englewood, em Nova Jersey, nos
Estados Unidos, comemorou no último 1º de agosto seus 110 anos de idade.
De acordo com a idosa, todo o fôlego que ainda tem para apagar as velinhas não está relacionada a sua situação conjugal ou por aderir à dietas específicas, mas porque simplesmente ela consome três cervejas por dia. A moradora de Englewood, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, no entanto, terá que deixar de lado o seu segredo de longevidade.
Por ordens médicas, Agnes deverá encerrar temporariamente o
consumo de bebidas alcoólicas por não estar se alimentando bem.
Nada preocupante, pois segundo afirmou o médico de Agnes ao site NorthJersey.com "ela está totalmente maravilhosa". Quando questionada se seus cuidadores lhe permitiriam ingerir bebida alcoólica em seu aniversário de 111 anos, a idosa apenas retruca: "É melhor que sim".
Fonte:
http://www.opovo.com.br/app/maisnoticias/curiosidades/2015/08/04/noticiascuriosidades,3479761/mulher-de-110-anos-atribui-longevidade-a-cerveja.shtml