Mostrando postagens com marcador Estudos cervejeiros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estudos cervejeiros. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 24 de março de 2026

Congresso Agrária 2026


Agraria Convida Profissionais do Setor Cervejeiro para Congresso Técnico Internacional 2026

A Agrária manterá o modelo do evento de 2025. Serão 2 eventos nos quais o participante pode se inscrever. Haverá visitas na Maltaria, à Cervejaria Experimental, FAPA, Museu Histórico, nos dias 06 e 10 de abril de 2026.


Congresso Técnico Internacional Agrária Malte - Dias 07, 08 e 09 de abril de 2026. O Congresso conta com almoços e jantares inclusos; além de acesso a diversas empresas expositoras do meio cervejeiro. Em suma: a programação será rica e variada, com palestras magnas e simultâneas, além de shows incríveis.

A programação completa totaliza 18 palestras, com profissionais internacionais e nacionais renomados no mercado cervejeiro. Durante a programação, haverá um tempo especial para conhecer cerca de 40 expositores estratégicos.

Sobre a Agrária

A Agrária Malte possui atualmente a maior maltaria da América Latina. São 375 mil toneladas de maltes produzidos por ano. O carro chefe é o Malte Pilsen, entretanto, a empresa produz

nacionalmente os Maltes Munique, Pale Ale, Vienna, Malte de Trigo, Pilsen Extra Claro e o Malte Distilling, voltado para destilarias

Além dos maltes produzidos, a empresa também atende clientes com uma vasta variedade de Maltes Alemães da Weyermann®, Maltes Belgas da Dingemans, Lúpulos Alemães da HVG, Lúpulos Americanos, Leveduras da Lallemand e da BIO4, Adjuvantes e Coadjuvantes da Prozyn e Adjuntos Cervejeiros, como o Flakes.

Congresso Técnico Internacional Agrária

De 7 a 9 de abril

Centro de Eventos Agrária

Saiba mais em: Voucher - Congresso Técnico Internacional

Programação - Congresso Técnico Internacional 2026


sexta-feira, 13 de março de 2026

Relatório de Sustentabilidade Sindicerv

 

Relatório inédito mostra compromisso da indústria cervejeira com a sustentabilidade

Documento lançado pelo Sindicerv traz dados e ações que comprovam atuação com responsabilidade ambiental, preocupação social e boas práticas de governança; promoção do consumo responsável também é destaque.

A indústria da cerveja brasileira acaba de dar um passo histórico. Com índices expressivos de reciclagem e de reuso de embalagens, avanços significativos em transição energética, redução robusta no uso de água na produção e impacto social ampliado, o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv) lançou seu primeiro Relatório de Sustentabilidade. O documento consolida a liderança consciente, com práticas ambientais, sociais e de governança de suas doze associadas, que representam 85% da produção nacional.

Os números impressionam: mais de 80% do portfólio de vidro é retornável, cerca de 400 caminhões elétricos são usados nas operações de transporte, houve uma redução de 40% no uso de água em 15 anos e milhares de pessoas são beneficiadas pelas iniciativas sociais das empresas, que atuam baseadas em princípios de governança pautados pela responsabilidade social, ética e integridade. É a fotografia de um setor que cresce e se reinventa com responsabilidade.

O consumo consciente também é destaque no documento, que ressalta o aumento dos portfólios de bebidas com menor teor alcoólico e sem álcool, o crescimento expressivo do volume de produção desses produtos e ações visando promover a moderação e combater o uso nocivo de bebidas alcoólicas. O Relatório nasce de uma construção coletiva que envolveu empresas de diferentes portes, regiões e perfis, todas unidas por uma agenda comum de impacto positivo. Essa união tem peso econômico e social significativo. O setor cervejeiro movimenta uma das maiores cadeias produtivas do país, gerando 2,5 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos, respondendo por 2% do PIB brasileiro e contribuindo com mais de 50 bilhões de reais em impostos anuais. Ao reunir doze associadas em um mesmo documento, o Sindicerv demonstra a maturidade de um ecossistema capaz de influenciar comportamentos, acelerar soluções e ampliar resultados sustentáveis em escala.

Entre os destaques, está o desempenho excepcional da reciclagem de latas de alumínio no país, que alcançou 97,3% em 2024, mantendo o Brasil entre os líderes globais. Mais de 33,5 bilhões de unidades retornaram ao ciclo produtivo e podem voltar às prateleiras em apenas 60 dias, em média, sendo que a indústria cervejeira representa mais da metade do mercado brasileiro de latas. A reciclagem de vidro também avançou, impulsionada pela “Circula Vidro”, iniciativa que reúne indústria, entidades e fabricantes para transformar um dos materiais mais desafiadores da cadeia. Uma mesma garrafa de cerveja é reutilizada, em média, 25 vezes.

No campo da inovação, o Relatório evidencia o avanço da indústria na transição energética, uma das pautas ambientais mais urgentes do mundo. Praticamente 100% da energia elétrica utilizada pelas associadas já vem de fontes renováveis, seja por autogeração – como parques solares e eólicos –, seja por contratos de compra de energia limpa. A frota elétrica em expansão reforça esse compromisso e reduz emissões diretas, aproximando o setor das metas de descarbonização. E mais: a indústria se destaca por um conjunto de ações de cunho ambiental: cerca de 3 milhões de árvores plantadas, 2.780 hectares de matas nativas restauradas, 11 mil hectares de áreas de conservação mantidas.

Mas a sustentabilidade que move o setor vai além da técnica. O Relatório destaca o papel essencial dos catadores e das cooperativas na economia circular. Ao reconhecer, apoiar e fortalecer esse trabalho, o setor demonstra que resultados ambientais expressivos dependem, sobretudo, de pessoas. É a combinação entre tecnologia e humanidade que torna possível transformar resíduos em recursos e inclusão social em impacto permanente.

Ao apresentar seu primeiro Relatório de Sustentabilidade, o Sindicerv formaliza o compromisso de ampliar impactos positivos e fortalecer uma agenda que une crescimento econômico, preservação ambiental e inclusãosocial. Mais do que um documento, é um pacto de futuro e um convite para que toda a sociedade participe dessa construção.

Fonte e saiba mais em: sustentabilidade.pdf

sábado, 27 de dezembro de 2025

Tecnologia cervejeira

 


Cientista cria cerveja que funciona como vacina e causa controvérsia internacional

Chris Buck realizou autoexperimentação com levedura geneticamente modificada e relata aumento de anticorpos, o que abriu debate sobre ética, segurança e regulação de sua pesquisa

Por Carina Gonçalves 27/12/2025

Um cientista dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH), dos Estados Unidos, criou um problema ética e científica após criar, em sua própria cozinha, uma cerveja que atua como vacina oral contra um poliomavírus potencialmente perigoso. O virologista Chris Buck, que descobriu quatro dos 13 poliomavírus humanos conhecidos, decidiu ultrapassar as barreiras impostas pela burocracia regulatória e testar em si mesmo a viabilidade de uma vacina comestível.

O testes não são aceitos pela classe médica tampouco foi aprovado em õrgãos de certificação. Saiba mais em:

Scientist creates beer-vaccine, tests it on himself, publishes data without peer review, and sparks international ethical and scientific controversy - CPG Click Oil and Gas

Cientista cria cerveja que funciona como vacina e causa controvérsia internacional

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Garçons: Bora Formar!

 


Academia da Cerveja mantêm curso profissionalizante para garçons

A Academia da Cerveja, escola cervejeira da Ambev, em colaboração com Abrasel, Catho e Bora Hub apresentam o Bora Formar: Garçons.

Capacitação gratuita para quem busca trabalhar em bares e restaurantes, com diversos conteúdos sobre cervejas, atendimento, serviço e construção de currículo.

São ao todo 4 módulos, divididos em Cerveja (História, Conceito, Ingredientes); Atendimento (práticas e técnicas); Serviço (para que servir, e tipos de serviços) e Currículo (como montar, e preparação para entrevistas etc.)

Garçom é uma profissão incrível. Requer dedicação e sobretudo postura. Todo curso é mais que bem-vindo.

Saiba mais em: Bora Formar: Garçons - online - Sympla

segunda-feira, 31 de março de 2025

Gases de Efeito Estufa em Cervejarias

 


Cerveja ou leite?

Estudo propõe refletir sobre bebidas de consumo humano considerando a emissão de gases de efeito estufa em sua produção e o valor nutricional de cada uma delas

Por Luiz Josahkian* para a Globo Rural

29/01/2025

O ano de 2023 foi um recorde, mas não para ser comemorado. Foi o ano mais quente nos 174 anos de história do planeta em que as temperaturas têm sido aferidas. Dados da Organização Meteorológica Mundial indicam 1,4°C acima da média histórica, muito próxima de 1,5°C, o ponto limite em que não haverá mais retorno para evitar os efeitos do aquecimento global.

Se isso não for motivo para não comemorar o recorde, o ano de 2024 é um forte candidato para desbancar o breve reinado de 2023. Atingir essa marca, contudo, não é irremediável, mas liga o alerta dos organismos internacionais d vigilância do clima e traz a baila o fraco discurso da COP28, realizada em Dubai, cujo ponto central foi a transição do uso dos combustíveis fósseis para fontes de energia limpa.

Embora o acordo final, assinado por quase 200 países, seja emblemático sob o ponto de vista do reconhecimento dessa necessidade, não houve compromissos quantificáveis e com prazos a serem cumpridos, uma lacuna do acordo criticada por muitos. Mas sabemos que será um longo processo, uma reconfiguração da economia mundial, uma remodelação dos negócios e na forma como a sociedade fará suas escolhas de consumo. Esse Novo Mundo estabelecerá paradigmas diferentes, inaceitáveis nos padrões atuais. Falar sobre eles agora seria quase irônico, mas as transformações em escala global instituíram parâmetros de decisão queiram nos tirar da zona de conforto.

Só como exemplo, e lembrando do que podemos optar para deixar de fazer quase tudo, menos o de nos alimentar, vejamos a questão da produção de alimentos sobre a perspectiva proposta por SMED-MAN et al. (Disponível em HTTPS://doi.org/10.3402/fnr.v54i0.5170) em um artigo intitulado “Nutriet Density of Beverages e Relation to Climate Impact”. Os autores nos propõe refletir sobre a produção de algumas bebidas de consumo humano sobre um ponto de vista relativo entre o total de emissão de gases de efeito estufa (GEE) em toda a sua cadeia de produção e o valor nutricional de cada uma delas. Em outras palavras, é uma forma de avaliar o custo-benefício do ponto de vista humano no impacto climático.

Para tanto, criar um índice em que a densidade nutricional de cada produto (levando em conta 21 nutrientes essenciais) era comparado com a taxa de emissão de GEE medido em toda a sua cadeia de produção (produção, manufatura, embalagem e distribuição.) Denominaram esse indicador de NDCI (Nutriet Density to Climate Impact.) Foram avaliados leite, refrigerante, suco de laranja, cerveja, vinho tinto, água mineral, bebida de soja e bebida de aveia. Infelizmente, para os apreciadores, refrigerante, vinho e cerveja apresentar os piores índices, porque, além das maiores taxas de emissão de GEE, seus valores nutricionais se aproximam de zero.

O suco de laranja e bebidas de soja foram equivalentes em uma zona intermediária, como a ligeira vantagem do ponto de vista nutricional para o suco de laranja. O leite, por sua vez, apresentou o melhor NDCI, praticamente o dobro da bebida de soja e 53 vezes superior ao da cerveja e do vinho. Então, que opções faremos no futuro: cerveja ou leite?

Luiz Josahkain é Zootecnicista, professor de melhoramento genético e superintendente técnico da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Os melhores da cerveja 2016

RobertoFonseca
Os melhores da cerveja de 2016


Enquete de Roberto Fonseca, o Bob, mostra as diversas percepções da cerveja de forma objetiva e aberta

Mais um ano transmitindo as minhas observações para o mundo de BOB!

A enquete do jornalista Roberto Fonseca é mais do que dar pitacos. É uma prestação de serviços quando se quer ter uma análise de percepção do mercado cervejeiros por aqueles que o compreendem, vivenciam e praticam diversos atos dentro do segmento cervejeiro, seja produzindo cervejas, revendendo-as, escrevendo sobre, ministrando aulas, ou simplesmente as degustando.


Criado a quase 10 anos, Roberto Fonseca iniciou sua carreira, dando opiniões e executando visitas que eram formalizadas em seu blog entitulado de "Latinhas do BOB". Desde então, sua prática passou por meios de comunicação importantes, como o jornal O Estadão e a Revista Veja.

Conheça mais:

https://osmelhoresde2016.wordpress.com/2017/01/23/henrique-oliveira/

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Universo da Cerveja

BH Shopping promove exposição Universo da Cerveja



De 03 a 28 de agosto, o BH Shopping abrigará, no Piso Mariana, a exposição “O Universo da Cerveja”. Mais uma ação do shopping para celebrar o mês dos Pais, a proposta é levar o visitante, de forma inédita e exclusiva, por uma viagem apaixonante sobre a bebida mais popular entre os brasileiros.

Com curadoria do cervejólogo Ronaldo Morado, a exposição terá fotos, imagens e vídeos que apresentam de forma dinâmica a cultura cervejeira milenar. Destaques para maquetes e painéis interativos, amostras reais de ingredientes que vão permitir o contato físico e olfativo do visitante e maquete em escala real de uma cervejaria.


Referência no assunto no país, Ronaldo Morado, esteve no mall dias 3 e 5 de agosto e fez palestras gratuitas para falar com o público sobre a história, ingredientes, características, processo de fabricação, estilos e as diferentes escolas cervejeiras ao redor do mundo. 

As palestras foram às 19h, no Espaço BHS - Piso Mariana. A programação integra as ações de Dia dos Pais promovidas pelo mall mais completo de Belo Horizonte.


terça-feira, 24 de maio de 2016

Estudos técnicos cervejeiros


Leo Botto dá dicas para cervejeiros aprendizes


Oportunidade boa para quem que aprender mais sobre práticas cervejeiras, conheça Leo Botto, um mestre na arte da fabricação de cervejas artesanais, fundador da ACervA Carioca, e professor de diversos homebrewers. Atualmente é dono de um dos bares mais cobiçados em cervejas especiais, no Rio de Janeiro, na Praça da Bandeira, o Botto Bar.

Assista o vídeo, da Maria Cevada.








quarta-feira, 20 de maio de 2015

Estudos cervejeiros

Cientistas criam morfina 'caseira' a partir da fabricação de cerveja

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Açaí Weizen

Universitários do Amazonas apresentam cerveja artesanal de Açaí tipo Weizen

Na noite de terça-feira (20), apresentaram os resultados para a
pró-reitoria da Ufam, professores e estudantes e, na
oportunidade, ofereceram degustação da cerveja.

    Em apenas três meses, quatro alunos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) elaboraram um projeto científico-experimental que resultou no processo de fabricação de uma cerveja artesanal a partir do Açaí.
Desafiados pelo professor da disciplina Operações Unitárias I, do 6º e 8º  período, dos cursos de Engenharia Química e Petróleo e Gás, Johnson Pontes de Moura, os alunos desenvolveram o trabalho “Produção da Cerveja de Açaí – Tipo Weizen”. Na noite de terça-feira (20), apresentaram os resultados para a pró-reitoria da Ufam, professores e estudantes e, na oportunidade, ofereceram degustação da cerveja.
Johnson Pontes disse ter laçado esse desafio para que os estudantes contemplassem processos reais, dimensionassem os equipamentos e principalmente, valorizassem as competências e habilidades que tiveram até o momento nas disciplinas de engenharia. O professor ficou satisfeito com os resultados. “Sinto-me, não na função de professor, mas na função de educador, orgulhoso em ver o resultado desse trabalho”, admite o professor.
Diogo Freire, um dos integrantes da equipe, justifica a escolha do Açaí devido a abundância do fruto na região, seu alto valor nutricional e por ser um produto fácil de ser encontrado. No processo de fabricação da cerveja, Freire diz que o fruto foi o grande salvador. “Graças a ele, conseguimos o açúcar necessário para a formação do álcool. Em determinados processos de fabricação da cerveja nós tivemos alguns erros, tivemos que eliminar alguns açúcares que o açaí lá na frente recompensou. Com isso, tivemos um teor de álcool de 6% na cerveja”, detalhou o estudante do curso de Petróleo e Gás.
Outro benefício apontado durante a apresentação pela estudante, Aurilene de Paula, é o potencial do fruto em sua formulação bioquímica com a presença de antioxidantes. De acordo com a pesquisa realizada durante o projeto, a cerveja do Açaí do tipo Weizer também apresenta compostos que colaboram no tratamento de ferimentos na pele. “O alto teor de vitaminas do complexo B presentes nesse tipo de cerveja é considerado benéfico para a pele. Na Alemanha, por exemplo, as cervejas do tipo Weizen são receitadas no tratamento de doenças de pele”, explicou.
 A pró-reitora de Inovação Tecnológica,  em exercício, professora Maria do Perpétuo Socorro Coelho, acompanhou a apresentação dos alunos, e elogiou a dedicação da equipe com a produção científica. Segundo ela, a universidade quer que os alunos façam as suas práticas e que elas possam ser úteis para a sociedade, transformando-se em um negócio futuro com a utilização e inclusão, principalmente, de matéria prima regional. O custo para a produção de mais de 20 litros foi de R$ 1.285,00 reais.
O açaí 
Fruto de uma palmeira nativa da várzea da Região Amazônica, o açaí é um fruto pequeno, de cor roxa que se forma em cachos. De acordo com as características descritas em diversas pesquisas, ele possui um alto poder antioxidante, vasodilatador e anti-inflamatório. Em sua composição há presença das vitaminas B1, C e E, além de potássio, cálcio, ferro, fósforo, potássio, sódio, entre outras. No Norte do Brasil, é considerado um alimento muito importante devido suas qualidades nutricionais.
 Cerveja de açaí é eleita a melhor em 2014
 A cerveja Açaí Stout (7,2% de teor alcoólico), da paraense Amazon Beer, foi eleita em 2014, no Festival Brasileiro da Cerveja, em Blumenau (SC) a melhor cerveja do Brasil.
 Segundo noticiou o site brasileiro Globo.com, o júri formado por 25 especialistas nacionais e internacionais escolheu a cerveja da Amazon Beer, fundada em 2000, em Belém – onde tem uma fábrica e um bar na Estação das Docas, pointnoturno da capital paraense – entre 414 concorrentes.
 Segundo a equipe que desenvolveu o projeto “Produção da Cerveja de Açaí – Tipo Weizen”, a partir da apresentação e aprovação do sabor da bebida pelos degustadores, a expectativa é reunir o grupo e definir os próximos passos a serem tomados.
*Com informações da assessoria de comunicação.
https://www.fapeam.am.gov.br/universitarios-do-amazonas-apresentam-cerveja-artesanal-de-acai-tipo-weizen/

terça-feira, 27 de maio de 2014

Como manusear um cilindro de Co2

Aprenda como usar corretamente um cilindro de Co2

A comunidade cervejeira vem ganhando cada vez mais adeptos que, com entusiasmo, buscam fazer uma cerveja artesanal, em casa. Vira e mexe deparamos com notícias não muito agradáveis com o uso de gás carbônico, seja pela compra de cilindros usados ou "camuflados" ou vazamentos sérios que poderiam causar uma possível explosão. Cilindros camuflados são normalmente extintores adaptados. Veja o depoimento de quem comprou um cilindro nessas condições:( http://www.homebrewtalk.com.br/f38/cilindro-co2-6kg-403306/ )


A White Martins e empresas do segmento sempre anexam em cada cilindro uma etiqueta plástica ou um adesivo próprio relacionado às práticas de manuseio, visando mitigar riscos e aumentar a segurança. Há cuidados importantes que devem ser levados em consideração, tais como carregar sempre o cilindro em pé, executar testes hidrostáticos para identificar fissuras, evitar o uso em locais de muito calor (cilindro do lado de churrasqueiras...), não executar repasse ou transferência de gás entre cilindros etc. (A foto mostra um cilindro que passou por temperatura elevada).


A seguir segue o link das normas da White Martins sobre o manuseio técnico que deve-se dar a devida atenção. Trata-se de uma ficha de informação de segurança. A boa leitura desse documento lhe propiciará um grande aprendizado de como usar corretamente um cilindro de  gás carbônico CO2. 

Por fim, caso vá adquirir algum equipamento de CO2, para sua segurança, procure não economizar. Compre o seu primeiro kit 100% em equipamentos novos, incluindo manômetros e conexões. Neles haverá nota fiscal e a garantia do fabricante. O preço é sempre acessível para todos os bolsos, sem grandes preocupações. E lembre-se o cilindro é da cor prata/grafite. Não é da cor vermelha. Cada cor de cilindro está associado a um tipo específico de gás.

Mesmo com o manuseio adequado, acidentes podem acontecer. Ter procedimentos de emergência claros é essencial.

Vazamentos: Se você suspeitar de um vazamento de CO₂, evacue a área imediatamente. Ventile se possível e ligue para os serviços de emergência, se necessário. Não tente reparar o cilindro sozinho.

Congelamento: Se o CO₂ líquido entrar em contato com a pele, aqueça imediatamente a área afetada com água morna. Não esfregue nem use água quente.

Exposição ao fogo ou ao calor: Embora o CO₂ não seja inflamável, o calor extremo pode causar a ruptura dos cilindros. Evacue a área e chame a equipe de emergência se um cilindro for exposto ao fogo.


Boas Cervejas!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Fundação Zerrener



Cervejaria terá escola técnica
por Zulmira Furbino

A Fundação Zerrener, entidade sem fins lucrativos que é uma das controladoras da Ambev, está investindo R$ 60 milhões na construção de uma escola voltada para o ensino fundamental, médio e profissionalizante em Sete Lagoas, na Região Central do estado. 

As obras de terraplanagem foram iniciadas no mês passado. O Colégio Professor Roberto Gusmão terá capacidade atender até 1.800 alunos ao dia. O projeto arquitetônico foi desenvolvido pelo arquiteto Gustavo Penna, responsável pela reforma do estádio de futebol Mineirão. As obras deverão ser concluídas no fim de 2014 e as aulas serão iniciadas no início de 2015, informou Edmar Fernando de Alcântara, gerente de educação profissional do Serviço Nacional da Indústria (Senai), que ficará responsável por gerir os cursos técnicos voltados para a formação profissional.

O Senai já tem uma escola na cidade, atualmente com capacidade para 1.200 alunos. “Com a nova escola, a gente mais do que dobra o número de vagas em cursos técnicos na região”, calcula. O colégio será erguido num terreno de 36 mil metros quadrados e terá 21 mil metros quadrados de área construída. A parceria com o Senai será feita nos moldes da Escola Técnica Walter Belian, também implantada pela fundação em São Paulo, em 1943. De acordo com Alcântara, os cursos técnicos a serem oferecidos inicialmente serão voltados para as áreas de automação industrial, química e Tecnologia da Informação. O investimento do Senai será de R$ 3 milhões, somente em contratação de pessoal.

“Os alunos da Fundação Zerrenner terão prioridade (quando encerrarem ensino médio, poderão optar pela educação continuada no ensino técnico-profissionalizante), mas a escola será aberta a toda a comunidade”, diz Edmar Alcântara. O prefeito do município, Márcio Dias Moreira, disse que o terreno para a instalação do colégio foi cedido pela prefeitura.

De 2003 e 2012, a cidade recebeu R$ 1,14 bilhão em investimentos, que geraram 9,2 mil empregos. Entre eles estão a fábrica da Ambev (R$ 402 milhões) e da Bombril (R$ 60,3 milhões).

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Síndrome da autocervejaria



Síndrome rara leva americano a produzir álcool no próprio intestino

Com infecção intestinal por leveduras, homem fica embriagado quando ingere carboidratos

Começa parecendo uma anedota e termina como um relato médico de deixar os fãs de cerveja querendo uma infecção: um cervejeiro de 61 anos chega a uma emergência médica no Texas se dizendo enjoado. Os médicos desconfiam, aplicam o teste do bafômetro e o equipamento detecta a taxa de 0,37% de álcool no sangue do sujeito embriagado, que jura não ter ingerido uma gota de álcool sequer desde que acordou.

O desfecho é inacreditável. A esposa, que já acompanhava os enjoos do marido havia tempo, disse que ela mesma tinha um bafômetro para lidar com suas bebedeiras espontâneas. A chefe de enfermagem Barbara Cordell e o gastrenterologista Justin McCarthy desconfiaram e colocaram o homem em isolamento, vai que o homem era um alcoólatra que disfarçava o problema.

Foi só depois que o paciente isolado recebeu comida, e os médicos viram o bafômetro indicar novamente que havia álcool naquele corpo, que os médicos realizaram exames e apontaram: o sexagenário era uma cervejaria ambulante, graças à abundância de levedura em seu intestino.

A infecção com o fungo Saccharomyces cerevisiae, usado tanto em pães quanto em cerveja, fermentava os açúcares do que quer que o homem comesse. Pesquisas comprovam que a levedura pode se instalar no intestino e inclusive reproduzir-se ali. A síndrome de fermentação intestinal, ou "auto-brewery syndrome" ("síndrome da autocervejaria", em tradução livre), foi descrita meses atrás no Journal of Clinic Medicine.


Para solucionar o problema, o homem tomou um fungicida que, acompanhado por uma dieta pobre em carboidratos, equacionando o problema.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Tecnologia em cerveja

Cerveja ficará mais barata e encorpada com a ajuda da biologia sintética

  • Pesquisadores britânicos alteram genoma do fermento natural usado na fabricação da bebida 

Cerveja: nova levedura permite que a bebida fique com um sabor mais forte
Foto: Laura Marques
Cerveja: nova levedura permite que a bebida fique com um sabor mais forte Laura Marques

RIO - Com a ajuda da ciência, pesquisadores britânicos estão desenvolvendo um novo tipo de levedura que poderá ser usado na produção de uma cerveja mais barata e com um sabor mais forte. O trabalho faz parte de um projeto internacional de biologia sintética, que desenvolve novas formas de vida.

A levedura usada na indústria cervejeira (Saccharomyces cerevisiae) como um fermento natural recebeu alterações genéticas. As novas cepas conseguem tolerar mais álcool antes de morrer, dando o gosto mais encorpado à bebida. Além disso, o novo processo de fermentação é mais eficiente, já que precisa de menos energia, explica Paul Freemont, professor do centro de biologia sintética e inovação do Imperial College London.

O projeto de desenvolvimento da levedura sintética, conhecido como Sc2.0, recebeu 1 milhão de libras do Reino Unido.
Especialistas de diversas partes do mundo estão nesta semana em Londres para trocar informações sobre este assunto.
A expectativa dos pesquisadores é que o ministro de Ciência do Reino Unido, David Willett, anuncie investimentos de 10 milhões de libras para o desenvolvimento de novos organismos sintéticos. A iniciativa deverá beneficiar projetos de novos combustíveis, medicamentos e alimentos.
A biologia sintética, entretanto, não está imune a críticas. Há quem acuse os cientistas de estarem “brincando de Deus” por criarem novas formas de vida. Outros dizem que os organismos sintéticos podem escapar ao controle, ameaçando outras formas de vida.

Os pesquisadores, rebatendo as acusações, garantem que são capazes de projetar mecanismos de segurança, impedindo que organismos criados pelo homem sobrevivam na natureza. Além disso, alegam que seguem normas muito rígidas no trabalho.


Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/cerveja-ficara-mais-barata-encorpada-com-ajuda-da-biologia-sintetica-8996004#ixzz2YqCnfo4i

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Cerveja sem álcool

#cerveja (Foto: Philippe Huguen/AFP)

Cerveja sem álcool aciona área do cérebro ligada ao vício, diz estudo

Pesquisa aponta que o simples gosto é suficiente para ativar sistema. Efeito é maior em pessoas com histórico de alcoolismo na família.

Da France Presse

O sabor da cerveja sozinho, mesmo sem qualquer efeito alcoólico, ativa o sistema de recompensas do cérebro, revela um estudo publicado nesta segunda-feira (15). Neurologistas da Universidade de Indiana pediram a 49 homens que escolhessem beber entre sua cerveja favorita e um isotônico, tipo de bebida utilizada por quem pratica esportes, enquanto seus cérebros eram escaneados por uma tomografia.

O objetivo foi observar a dopamina, elemento químico em uma área do cérebro denominada estriado ventral, que dá a sensação de recompensa. A cerveja foi racionada em minúsculas porções -- apenas 15 mililitros ou uma colher de sopa a cada 15 minutos -- de forma que o cérebro pudesse ser escaneado sem a influência tóxica do álcool.
 
Saiba mais

Apenas sentir o gosto da cerveja ativou os receptores de dopamina e este efeito foi maior do que no caso do isotônico, mesmo que muitos voluntários tenham dito preferir o gosto de refrigerantes, afirmaram os cientistas.

O efeito da dopamina foi significativamente maior entre os voluntários com histórico familiar de alcoolismo, explicaram. "Nós acreditamos que esta é a primeira experiência em humanos a demonstrar que apenas sentir o sabor de uma bebida alcoólica, sem qualquer efeito intoxicante alcoólico, pode trazer à tona a atividade da dopamina nos centros de recompensa do cérebro", afirmou David Kareken, professor de neurologia que chefiou os experimentos.

A dopamina tem sido há muito tempo associada ao forte desejo de uma substância. Em casos isolados, há registros que sugerem que ela pode ser ativada pelo som, pela visão ou pelo cheiro de um bar.
Consequentemente, os cientistas se concentraram em técnicas para evitar ou minimizar estes gatilhos. Enquanto isso, especialistas em farmacologia estudam tratamentos para bloquear a resposta das células à dopamina.

O estudo, publicado no periódico "Neuropsychopharmacology", provocou respostas contraditórias em especialistas externos.

Alguns consideraram o estudo inovador, enquanto outros consideram que foi muito restrito e muitos ficaram intrigados com o fato de uma conexão familiar com o alcoolismo ter sido vinculada com uma resposta maior da dopamina. "Sabemos que a exposição a estas recompensas condicionadas às vezes é o gatilho que induz dependentes químicos em abstinência a sofrer recaída", disse Dai Stephens, professor de psicologia experimental da Universidade britânica de Sussex.

"Entender o mecanismo por trás das diferenças nas consequências deste tipo de condicionamento entre indivíduos com e sem riscos de sofrer de alcoolismo poderia apontar caminhos para reduzir esses riscos", acrescentou.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/04/cerveja-sem-alcool-aciona-area-do-cerebro-ligada-ao-vicio-diz-estudo.html

Cerveja (Foto: Philippe Huguen/AFP)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Ciência & Estudos Cervejeiros

Ciência em cervejas

Um recente estudo realizado na Bélgica acaba de nos trazer uma notícia de importância crucial para nossas vidas.

O doutor Manuel Castillo, da universidade de Granada chegou à conclusão que a cerveja (quando tomada com moderação) após exercícios físicos, ajuda a hidratar o seu corpo tanto quanto a água.

O estudo foi realizado com homens jovens e saudáveis que praticam exercícios físicos semanalmente.

Agora, quando você sair pra jogar futebol com os amigos e chegar tarde e bêbado em casa, diga a sua mulher que correu tanto durante a partida e o desgaste foi tão grande, que você precisou beber muita cerveja pra reidratar o seu corpo.

Fonte: http://www.tribunahoje.com/noticia/50065/saude/2012/12/24/estudo-afirma-que-beber-cerveja-apos-exercicios-fisicos-hidrata-mais-do-que-agua.html
Real Time Web Analytics