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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Nova Roda Sensorial do Lúpulo

 
A Revolução no Copo: Nova Roda Sensorial do Lúpulo une Ciência e Bares sob a Liderança de Amanda Reitenbach

Ferramenta que traduz a complexidade química do lúpulo em aromas práticos ganha formato de "jogo americano" e promete profissionalizar desde a produção no campo até a experiência no balcão.

O mercado de cervejas artesanais e produtos lupulados acaba de ganhar um aliado definitivo para decifrar a "alma" da cerveja: o lúpulo. Fruto de um esforço conjunto entre a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), a Universidade de Brasília (UnB) e a Cervejaria Kairós, a nova Roda Sensorial do Lúpulo foi chancelada e disponibilizada gratuitamente para o público. À frente desse projeto inovador está a renomada cientista de alimentos e sommelier de cervejas Amanda Felipe Reitenbach, que liderou a pesquisa aplicada responsável por transformar dados moleculares complexos em uma ferramenta visual e acessível.

O projeto, que levou dois anos de estudos intensos, atualiza a clássica roda de aromas criada nos anos 1970 pelo cientista dinamarquês Morten Meilgaard. A grande inovação liderada por Amanda foi conectar, de forma direta e visual, os compostos químicos da planta com os aromas percebidos na taça, eliminando a necessidade imediata de laboratórios complexos para análises de rotina nas cervejarias.

Doutora com foco em neurociência sensorial aplicada à cerveja pela UFSC (em parceria com a prestigiada Versuchs- und Lehranstalt für Brauerei - VLB, na Alemanha), Amanda Reitenbach tem dedicado sua carreira a desmistificar a avaliação sensorial. Fundadora do Science of Beer Institute, ela é uma das principais vozes da América Latina na formação de profissionais do setor e na pesquisa sobre inteligência artificial e biotecnologia voltadas ao paladar. Com a nova Roda Sensorial, Amanda e a equipe de pesquisadores do Instituto de Química da UnB conseguiram mapear as substâncias orgânicas do lúpulo — como mirceno, linalol e geraniol — que dão origem a perfis cítricos, florais, herbais e frutados. O material organiza esses descritores em seis níveis de informação. Um aroma herbal, por exemplo, é rastreado na roda até sua origem química e associado a notas cotidianas de alecrim, hortelã ou chá verde.

Ciência que Ocupa o Balcão e Educa o Mercado

Para que o conhecimento não ficasse restrito aos laboratórios acadêmicos, Amanda Reitenbach e os desenvolvedores registraram o desenho industrial da ferramenta e a transformaram em um formato inusitado: um jogo americano impresso. Segundo Amanda, o principal objetivo da iniciativa é levar a ciência exatamente para onde a experiência de fato acontece. Bares, taprooms, escolas de gastronomia e cervejarias podem baixar o arquivo gratuitamente para treinar brigadas, realizar degustações guiadas ou educar o consumidor final. A ferramenta atua de forma estratégica em diferentes frentes.

No Campo, o documento ajuda produtores nacionais a identificar o terroir das fazendas brasileiras e a avaliar o perfil sensorial das colheitas. Na Fábrica, é uma ferramenta que facilita aos cervejeiros a padronização de receitas, o controle de qualidade e o refinamento de técnicas como o dry hopping (lupulagem a frio). Já em concursos cervejeiros servirá como guia técnico unificado para sommeliers e juízes em avaliações profissionais. No balcão dos bares, será capaz de  traduzir o jargão técnico em referências reais para o consumidor, permitindo escolhas mais intuitivas.

Mercado em Mutação e Acesso Gratuito

A chegada da ferramenta sobre esse insumo cervejeiro coincide com uma mudança clara no comportamento do consumidor, que hoje busca cervejas com perfis extremamente aromáticos, tropicais e de alta "drinkability" (fáceis de beber) — como as populares Hazy IPAs. Além disso, o lúpulo ganhou espaço fora das cervejas, compondo receitas inovadoras de chás e kombuchas.

Como parte do compromisso de Amanda Reitenbach com a democratização do conhecimento cervejeiro, a Roda Sensorial do Lúpulo e o e-book complementar “Cervejas Lupuladas: Perfil Sensorial, Compostos Aromáticos e Inovações Tecnológicas” foram disponibilizados de forma 100% gratuita nos portais oficiais das universidades parceiras. O trabalho consolida o papel da pesquisadora como uma ponte essencial entre a ciência de ponta e o fortalecimento do mercado nacional de cervejas.

Saiba mais em: https://repositorio.unb.br/bitstream/10482/52403/1/LIVRO_CervejasLupuladasPerfil.pdf

quinta-feira, 20 de junho de 2024

Lúpulo Americano


 

Cultivo de lúpulo para cerveja cai no maior produtor mundial, os EUA

Confira o cenário da safra 2024 desse insumo, 18% menor; país é o maior fornecedor global, com 96% do mercado

Por Forbes Agro (Don Tse)

A área cultivada com lúpulo nos Estados Unidos destinada à colheita em 2024 caiu 18% em relação a 2023, de acordo com um relatório emitido pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). Nas últimas décadas, o país tornou-se o maior produtor mundial de lúpulo. Em 2021, alcançou o recorde de 52,8 mil toneladas, em 24 mil hectares.

Embora a indústria cervejeira tenha definhado nos últimos dois anos, o declínio dramático da área cultivada com lúpulo no país pode marcar agora, de fato, um ponto de virada na indústria fornecedora de lúpulo e um reconhecimento de que os dias inebriantes da cerveja correm um sério risco de chegar ao fim. Isso porque o lúpulo tem poucos usos comerciais fora da produção de cerveja.

De acordo com Shanleigh Thomson, um veterano de 12 anos na indústria de bebidas alcoólicas e atualmente chefe de vendas na costa oeste dos EUA para a da Roy Farms, um produtor centenário de lúpulo, “houve um aumento no estoque de lúpulo desde 2016”. Antes disso, havia escassez de lúpulo, pois a cerveja artesanal desfrutava de um crescimento explosivo.

“Por causa da essa escassez antes de 2016, houve um grande esforço para que as cervejarias celebrassem contratos de compra de lúpulo”, disse Thomson, “particularmente para variedades populares de lúpulo patenteadas, como Citra e Mosaic”. Os fornecedores de lúpulo começaram a incentivar as cervejarias a celebrar contratos de lúpulo de três anos e, como todas as cervejarias na época esperavam crescer, muitas contrataram excessivamente, levando a um excesso de oferta de lúpulo.

Leia mais em: https://forbes.com.br/forbesagro/2024/06/cultivo-de-lupulo-para-cerveja-cai-no-maior-produtor-mundial-os-eua/?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification

Conhece o lúpulo no Brasil? Clique aqui. Lúpulo Nacional,

#lupulo #lupuloamericano #avecesarco #pelosatelite

quarta-feira, 19 de junho de 2024

Dia do Mestre Cervejeiro

 19 de junho: 

Dia do Mestre Cervejeiro


Fala grande mestre! Dia 19 de junho, é a data que se celebra aquele que abastece o público com boas cervejas. É dia do Mestre Cervejeiro.

Profissional voraz, o mestre cervejeiro possui a habilidade de harmonizar os 4 ingredientes da cerveja, água, malte, lúpulo e levedo em maravilhas distintas em cor, textura, aromas e sabor, com muita cremosidade e certo teor alcóolico. Entendem de legislação, química, vasos de pressão, de temperaturas, armazenamento, assepsia e envase. São verdadeiros mecânicos, eletricistas e bombeiros. Adicionalmente, devem estar atentos às tendências, participar e ministrar cursos, entender de tecnologia atual, interpretação de dados e relatórios, esses cada vez mais presentes nas linhas de produção.

São responsáveis pela gestão de estoques, administração de custos e pela eficiência de produção. Tem que estar do lado do time de logística, suprimentos, de vendas, marketing, laboratório, Saúde e Segurança, RH, TI e até o time do Jurídico. Ou seja, trabalhar com performance e sustentabilidade de forma tempestiva. Fortalecem marcas e promovem a cultura e o turismo de experiências. 

Ser mestre não é para qualquer um. Ser mestre e é para mestres! 


Registro o meu abraço aos mestres. Com afeto ao Max Falcone, Evandro Zanini, Paulo Schiaveto, Gabriela Montandon, Alfredo Figueiredo, Herwig Gangl, Mathias Gangl, Rogério Fonseca, Pablo Carvalho, Ronildo, Geraldo Furst, Miguel Carneiro, José Felipe Pedras, Tiago Pedras, Tiago Falcone, Rodrigo "Dino" Parisi, Fabiana Bontempo, Daniel Gontijo Draghenvaard, Alexandre Bazzo, Werner Emmel, Rodrigo Itamar Zanini, CH, Henrique Presser, Sandro Duarte, Ricardo Canabrava, Marcelo Carneiro, Samuel Cavalcanti, Katia Jorge, Cilene Saorin, Kathia Zanatta, Fernanda Ueno, Regina Nuruki, Marina Pascholatti, Hebert Schumacher.

Um brinde!

#pelosatelite #avecesarco #mestrecervejeiro



segunda-feira, 17 de junho de 2024

Brasil Brau e o Baixinho

Brasil Brau e o Baixinho da Kaiser


Após um dia de trabalho, fiquei feliz em encontrar velhos amigos que me atenderam na prospecção do meu livro "Cervejarias Mineiras: da imigração ao copo" em busca de patrocínio e apoio cultural. Aliás a Brasil Brau esse ano ficou mais técnica, com menos cervejarias e mais equipamentos e insumos para a produção e distribuição de cervejas. Diversas empresas nacionais e estrangeiras (sobretudo de origem asiática e europeia) demonstraram seus equipamentos, incluindo barris, válvulas, chopeiras, extratoras, cilindros, linhas de envase, além de equipamentos de monitoramento e execução de processos com o uso de tecnologia. Dos insumos, enzimas, leveduras, concentrados de malte e lúpulo, maltes, foram os destaques para essa edição. Houve ainda palestras específicas no Congresso Técnico da BB.

Ressalto que o foco técnico não dispensou a cerveja. A maioria dos estandes estavam com diversos estilos para apresentar aos clientes e interessados. Houve cervejas que foram envasadas na hora, para demonstrar o funcionamento de equipamentos de envase.

Agradeço ao Mário Bittencourt, aos Gabriel, ao Valdenir, essas da AEB Group pela recepção em seu estande que estava simplesmente incrível. Aos amigos Mateus Rizzi da Chopeiras Memo, ao Alexander da Agrária Malte, ao Flávio da Fermentis By Lesaffre. (Gabriela Montadon: senti a sua falta.)
Deixo também um abraço Silvestre Bruno do Marketing da Prozyn BioSolutions, ao Marcelo Nicolosi e ao sr. Volmir Gava, da EGISA, que cederam tempo e espaço para as minhas colocações perante o livro.

Na foto, o meu amigo Jose Valien Royo, o Baixinho da Cerveja Kaiser! Aliás, o Baixinho vai bem! Apesar de não estar na mídia com comerciais de bebidas (há limitações quanto ao uso de seu personagem que atualmente pertence ao Grupo Heineken), a saúde desse jovem de 84 anos está em boa forma e a turma cervejeira lembra dele com muito carinho e saudosismo. Basta passar pelos estandes que a sessão de fotos e autógrafos se iniciam. Um dia irei entender o porquê que não há, por parte da Heineken, propaganda nichada da Kaiser com o Baixinho nas regiões de maior consumo desse produto.

Um brinde!

#gratidao #pelosatelite #avecesarco #kaiser


quinta-feira, 29 de fevereiro de 2024

Lúpulo no Brasil 2024

 

Lúpulo no Brasil: Perspectivas e Realidades

Foi lançado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) o livro “Lúpulo no Brasil: Perspectivas e Realidades”, sob a Organização do engenheiro agrônomo mestre em agrossistemas Stephanie Gomes Kretzer e o especialista Alexander Creuz.

O livro dividido em 5 capítulos, apresenta um diagnóstico da situação atual do cultivo de lúpulo no Brasil; um plano de viabilidade técnica e econômica para plantio comercial do lúpulo; um estudo sobre a estruturação da cadeia produtiva de lúpulo nos principais países produtores; um plano de ação para o futuro da produção de lúpulo no Brasil e; um manual de boas práticas agrícolas para a produção de lúpulo.

História

Curiosamente, segundo dados do próprio livro, o lúpulo já esteve no Brasil no século XIX, por volta de 1860, na região que hoje é o Rio Grande do Sul, trazidas pelo Barão Von Steinberg. Posteriormente no ano de 1868, na região de Petrópolis, as plantações de lúpulo cativaram o ministro da agricultura Joaquim Antão Fernandes leão e o Comendador Antônio José Gomes Pereira Bastos, proprietário de uma importante cervejaria na região.

A área de cultivo do lúpulo nesta época contava com aproximadamente 150 plantas que tiveram resultados satisfatórios justamente esses resultados que despertaram o interesse do Comendador Antônio José Gomes Pereira Bastos em uma de suas viagens à França onde seria membro adjunto da exposição Internacional de Paris ele teve contato com importantes cultivadores de lúpulo da Alemanha, Inglaterra e Bélgica, dos quais entre uma conversa e outra conseguiu absorver muito conhecimento para trazer ao Brasil junto com algumas mudas de lucro essas mudas foram destinadas ao ministro da agricultura para que distribuíssem pelas colônias nem porém todos esforços não parecia estar sendo correspondido. Com a seca e calor de verão de 1871, parte grande das plantações morreram. As poucas plantas que restaram foram distribuídas nas regiões de Nova Friburgo e em Minas Gerais, mais precisamente na região de Lavras. (Cito essa passagem no Livro Cervejarias Mineiras: da Imigração ao Copo), de minha autoria e ainda em produção.

O lúpulo tem sido utilizado na indústria alimentícia e cosmética além da utilização na medicina na culinária e na alimentação animal na indústria alimentícia. 97% do lúpulo produzido no mundo é destinado sobretudo a fabricação de cerveja, pois as resinas (alfa e beta-ácidos) e os óleos essenciais proporcionam cor, amargor, aroma e sabor, além de atuar como conservante natural e estabilizador de espuma.

O cultivo de lúpulo no país tem sido um passo muito importante para o início de uma nova cadeia produtiva do setor agrícola, a qual está iniciando e possui um papel estratégico dentro do mercado cervejeiro brasileiro, que é o terceiro maior produtor do mundo, com produção de 14 bilhões de litros por ano. Essa produção representa cerca de 2% do PIB com um faturamento de R$100 bilhões por ano e geração de 2.7 de empregos. A indústria cervejeira nacional importa 99% de todo lúpulo consumido. No ano de 2020, o Brasil importou mais de 3.200 toneladas de lúpulo, representando um montante de US$57 milhões no período.

Dentre as variedades mais cultivadas de lúpulo entre os produtores no país, atualmente, são as variedades Cascade, Chinook e Columbus. Curiosamente, há a existência do lúpulo Mantiqueira, uma variedade transformada ao acaso no Brasil, em um viveiro localizado em São Bento do Sapucaí, no estado de São Paulo.

O livro, de leitura rápida, é bastante instrutivo para aqueles que deseja conhecer a sua cadeia de valor. Naturalmente, para aqueles de desejam investir, alguns cuidados devem ser tomados, pois a planta necessita de solo e luminosidade adequados para gerar maior capacidade de produção, desenvolvimento e, por consequência, retorno sustentável ao investimento que, por hectare, é considerado alto.

Saiba mais sobre o livro “Lúpulo no Brasil: Perspectivas e Realidades: no link abaixo:

livro_lupulo-no-brasil-perspectivas-e-realidade_baixa_semmarcacao.pdf (www.gov.br)

#pelosatelite  #MAPA  #avecesarco  #lupulo #avecesarbooks

quinta-feira, 17 de agosto de 2023

II Seminário Capixaba do Fomento ao Lúpulo e da Cadeia Cervejeira

 Prefeitura de Viana e Instituto Federal do Espirito Santo elaboram Seminário para produtores de cervejas e entusiastas

Nessa próxima sexta-feira, dia 18 de agosto, ocorrerá o II Seminário Capixaba do Fomento do Lúpulo e da Cadeia Cervejeira em Viana. Serão oito palestras com profissionais que entendem do assunto, passando as últimas notícias tecnológicas com dicas e pontos de atenção.

O evento é gratuito e aberto ao público. Os 100 primeiros inscritos a chegarem terão o almoço garantido.

🕘 Início às 9:00 horas, com término previsto para as 18:00 hs.

🔛Local: Teatro Municipal de Viana - Centro de Viana - ao lado da Prefeitura Municipal.

#pelosatelite , #avecesarco , #djjonesco , #viana

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Fonte de alegrias

Caneco na mão! Cidade planeja construir fonte que jorra cerveja na Europa

A ideia está sendo anunciado como a primeira do tipo no continente

Tentando atrair mais turistas para o local, uma pequena cidade na Eslovênia pretende criar uma atração que é, basicamente, o sonho de consumo de todo bom bebedor: uma fonte pública que jorra cerveja.

De acordo com o site da FoxNews, o projeto deverá custar US$ 400 mil (cerca de R$ 1,5 milhão na cotação de hoje) e será instalado em Zalec, cidade conhecida por suas plantações de lúpulo - um dos principais ingredientes da cerveja. A ideia está sendo anunciada como a primeira do tipo na Europa, mas esqueça a gratuidade. Os visitantes sedentos poderão experimentar uma enorme variedade de cervejas eslovenas pagando cerca de US$ 7 (R$ 27) por três canecas.

Zalec está localizada a cerca de 56km a nordeste da capital Liubliana, e conta com uma população de cinco mil pessoas. A ideia da tal fonte de cerveja (uma espécie de chopeira estilizada) surgiu baseada na cidade eslovena de Rogaska Slatina, que tem uma fonte que jorra água mineral gratuita para os hóspedes de um hotel.

Segundo a prefeitura, os contribuintes irão custear por volta US$ 190 mil (R$ 750 mil) do valor total, sendo que o restante será pago pela iniciativa privada. Alguns dos representantes locais não gostaram muito da ideia, pois acreditam que o dinheiro poderia ser melhor utilizado.

"É verdade que a fonte não sairá barata", diz Janko Kos, prefeito da cidade, ao site de notícias Dnevnik. "Mas é um projeto de desenvolvimento, um produto turístico."

Fonte: Uol.  http://viagem.uol.com.br/noticias/2016/02/12/caneco-na-mao-cidade-planeja-construir-fonte-que-jorra-cerveja-na-europa.htm

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Casa Olec BH


Casa Olec Muda de Endereço em Belo Horizonte

Reproduzimos, com louvor a mensagem da turma da Casa Olec, o espaço do Homebrew de Belo Horizonte;

"Salve salve cervejeiros! É com muito orgulho que comunicamos a mudança da Casa OLEC para um novo endereço. Teremos um espaço maior e mais confortável para o atendimento aos clientes. Mas não é só, estaremos num ponto nobre da cidade e de fácil acesso. Estamos reinaugurando já com muitas novidades: mais opções de malte, lúpulos e equipamentos, além do nosso novo xodó: a Cigarra Elétrica!

Nosso novo lar trará ainda uma serie de novidades. Teremos em breve um tasting room novinho em folha, alem de um espaço para brassagens! Convidamos a todos para bebemorar essa conquista. 

Faremos um encontro informal com troca de cervejas caseiras, além de chopp e petiscos por conta da OLEC!

Traga a sua cria ou venha apenas conhecer nossa casa.

Data de início de funcionamento no novo endereço: 
Dia 09/06/14 às 9:00
Data da festa de abertura: 
Dia 10/06/14 a partir das 18:00

Endereço: 
Rua Raimundo Correia 210, São Pedro. (próximo ao Pátio Savassi)

Sds!

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Colorado Alles Les Bleus



Colorado lança "Vai Azul" em homenagem ao time francês de futebol na copa
Ribeirão Preto foi escolhida como a cidade sede da Seleção Francesa na Copa do Mundo. Para celebrar a escolha, a Cervejaria Colorado, também da cidade, resolveu lançar a cerveja Allez Les Bleus, uma pilsen especial com lúpulo francês.
A cerveja conta com um rótulo bilíngue em português e francês para ser vendido nos dois países. A receita é uma versão da Cauim, uma Pilsen que leva mandioca na fórmula, porém com lúpulos da região da Alsácia (Triskel e strisselpalt).
Trata-se de uma cerveja clara, com 4,5% de teor alcoólico. Serão produzidos 15 mil litros da Allez les Bleus, disponibilizados em garrafas de 310 ml, com previsão de chegada aos pontos de venda a partir de maio de 2014.
Para o lançamento da cerveja “Allez Les Bleus”, a Casa Darwin criou um filme polêmico para apresentar “o toque francês” que dá a diferença na cerveja de um jeito muito inusitado.
Fonte: http://manualdohomemmoderno.com.br/cerveja/colorado-lanca-cerveja-irreverente-homenageando-franca-para-copa 

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Lúpulo e a Saúde


Substância amarga da cerveja pode levar a medicamentos contra diabetes e cancro


Investigadores da Universidade de Washington, nos EUA, conseguiram determinar a configuração precisa de humulones, substâncias derivadas do lúpulo que dão à cerveja o seu sabor característico. A pesquisa derruba resultados reportados na literatura científica nos últimos 40 anos e pode levar a novos medicamentos para tratar diabetes, alguns tipos de cancro e outras doenças, avança o portal Isaúde.

"Agora que temos os resultados pretendidos, o que acontece ao lúpulo amargo no processo de produção de cerveja faz muito mais sentido", afirma o investigador Werner Kaminsky.

O estudo foi publicado na revista Angewandte Chemie International Edition.

Estudos anteriores mostraram que a cerveja e os seus ácidos, em moderação, têm efeitos benéficos sobre o diabetes, alguns tipos de cancro, inflamação e, talvez, até mesmo na perda de peso. 


No Brasil, o plantio de lúpulo vem ganhando cada vez mais espaço, tendo em vista a melhoria genética da planta, e as regiões geográficas em que essa tem sido cultivadas. De forma interessante, esse não está totalmente destinado à indústria de cervejas. Há aplicações nas industrias de cosméticos e farmacêutica. Saiba mais sobre como anda o mercado de lúpulo no Brasil:  https://cervejaavecesar.blogspot.com/2024/02/lupulo-no-brasil-2024.html 

#pelosatelite #lupulo #avecesarco #insumoparacerveja

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

BrewDog Brasil


Cervejeiro escocês anuncia bar com pizza de lúpulo em SP
por: Juliana Crem - São Paulo

Cervejas extremadas, com muito lúpulo e álcool, pizza de lúpulo e hambúrgueres são algumas das promessas que deverão ser encontradas no bar da cervejaria BrewDog, que será inaugurado na capital paulista ainda em 2012. A novidade foi contada por James Watt, proprietário da cervejaria escocesa, que esteve na capital paulista na noite de terça-feira (1) para contar a novidade, firmada em parceria com a Importadora Tarantino, da mesma cidade. "Estamos procurando uma locação, mas ainda não temos um lugar preferido ou definido", contou o cervejeiro, que disse que todas as bebidas da marca são criadas pensando na harmonização com alimentos. "Acredito que a combinação da cerveja com a comida seja ideal para ter uma experiência gastronômica perfeita e sempre que criamos uma bebida, já imaginamos com o que ela vai combinar", completou, explicando que a paixão pelo sabor amargo do lúpulo levou ao desenvolvimento da pizza com massa feita com o ingrediente, que pretende trazer ao bar brasileiro por "combinar perfeitamente com cerveja".

Autor da cerveja Sink The Bismark, com 41% de álcool, a BrewDog tem expandido horizontes e conta com quatro bares no Reino Unido. "Eles vão abrir o quinto em breve e querem fechar o ano com dez bares em toda a Europa", contou Gilberto Tarantino, da importadora que leva seu sobrenome.

Com perfil contemporâneo e decoração que prioriza a reciclagem, os bares da BrewDog são conhecidos pela presença constante do rock'n roll e de cervejas de diversos países, como Estados Unidos, Japão, Nova Zelândia etc. "Teremos no bar as cervejas do portfolio da BrewDog e da Tarantino, algumas cervejas nacionais, algumas produções especiais da cervejaria escocesa, além de cervejas internacionais que não teriam condições de exportar para cá sem a ajuda deles", contou Tarantino.

Fundada em 2007, na Escócia, pelos amigos Martin Dickie e James Watt, que faziam cervejas na garagem de casa, o hobbie se transformou em cervejaria profissional e de sucesso, em expansão mesmo em tempos de crise. E a escolha pelo Brasil como locação para um bar temático não foi aleatória. "Eu e Martin notamos que de uns cinco anos pra cá o Brasil tem melhorado em qualidade e em quantidade de cervejas degustadas. Houve um crescimento e uma melhora significativos no modo como o brasileiro enxerga a cerveja e só por isso já vale a pena abrir o bar. Nosso trabalho é também de aprendizado. Sabemos que 99% das pessoas tomam cervejas ruins e queremos fazer diferença, ensinando-as a beber algo com sabor", contou o escocês enquanto apreciava uma de suas criações em um empório paulistano.

"É bastante bizarro - mas muito bom - saber que o que começamos a fazer na garagem de casa hoje em dia faz sucesso em países tão distantes como o Brasil. Eu trabalhava como capitão de um barco de pesca e fazia cerveja em casa com o meu amigo porque não gostava das bebidas que encontrávamos por aí. Um dia encontramos o especialista em cervejas Michael Jackson, que morreu em 2007, e ele experimentou a nossa Punk IPA, que tem bastante lúpulo e aromas e sabores frutais. Ele recomendou que deixássemos nossos empregos para viver de cerveja e consideramos a possibilidade. Por dois anos fomos só eu e o Martin para fazer, embalar e vender as cervejas, que não recebem aditivos ou são pasteurizadas. Hoje temos 85 funcionários apenas na cervejaria e já exportamos para diversos países", contou.

Criatividade é o que não falta ao cervejeiro, que escreve todos os rótulos das cervejas que produz. E tantas ideias se refletem na novidade que trouxe ao Brasil: a cerveja Sunk Punk, com produção de mil garrafas que foram fermentadas mergulhadas no mar da Escócia. "Temos sorte de que a água do mar tem temperatura estável durante o verão, por isso não afetou negativamente a fermentação. Mergulhei por 15 minutos entre tubarões para deixar as cervejas no fundo do mar e de lá saiu a inspiração para o rótulo, que tem polvos e peixes desenhados", contou sobre a India Pale Ale com 7,1% de álcool.

Aos que se interessam pela profissão cervejeira, o escocês deixou a dica: "não ter preconceitos com as cervejas, provar todas e nunca perder a paixão e o entusiasmo pelo segmento". No Brasil, Watt ficou fã da Colorado Indica e da Duas Cabeças, fabricada por Salo Maldonado, do Rio de Janeiro (RJ), mostrando que seu paladar é mesmo aficionado por lúpulo.

Fonte: http://culinaria.terra.com.br/receitas/noticias/0,,OI5588350-EI13867,00-Cervejeiro+escoces+anuncia+bar+com+pizza+de+lupulo+em+SP.html
Foto: Janis S.
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