Mostrando postagens com marcador historia da cerveja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador historia da cerveja. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Retrospectiva 2025



Restrospectiva 2025. O momento é de transformação

Ensaio de Gratidão. Passando pela linha do tempo do LinkedIn, percebo que 2025 foi um ano incrível para a minha profissão e para as relações interpessoais que conquistei com pessoas estratégicas no mercado. Participei de eventos relevantes que aprofundaram meu conhecimento e fortaleceram habilidades.

Fui convidado a montar um curso de pós-graduação na PUC Minas, bem como para ser um futuro membro da Comissão de Compliance da OAB/MG, (aos quais sou profundamente grato pela lembrança e consideração.) Passei no processo de avaliação de inserção ao IBGC - Instituto Brasileiro de Governança Corporativa. Ministrei cursos e palestras em empresas relevantes do mercado mineiro, bem como prestei consultorias em projetos, por meio de parceiros que nutri.

Conheci novas empresas, novos mercados e muita gente brilhante, que trabalha duro, focado em fazer bons negócios, sempre voltado ao sucesso de todos envolvidos, em um círculo virtuoso. Fiz novas amizades que serão certamente me serão vindouras. Tive a oportunidade conviver mais de perto com C-levels, conselheiros, diretores e especialistas, além de mestres de mercado, pessoas humildes e que são verdadeiras lendas em seus ramos de atuação. Orientei e coloquei energia, na medida do possível, àqueles que me solicitaram algum tipo ajuda, trabalho, consulta ou aconselhamento. Separei um tempo para ler alguns livros que me foram fontes de inspiração. Quanto à publicação de um livro próprio (Cervejarias Mineiras: da Imigração ao Copo), esse está sob análise das leis de incentivo, cujo conteúdo e respectivas solicitações serão acatadas e o projeto será aprovado.

Fui à China, visando compreender profissionalmente aquele país, sua nação, seus hábitos e suas formas de negociar. Participei de congressos, seminários, cursos e encontros estratégicos que me proporcionaram uma profunda conexão com pessoas, com novidades e tendências para os próximos anos. Me despedi de pessoas especiais que me ajudaram de alguma forma e que deixou essa terra a pedido de Deus.

Concluo 2025 com a certeza de que evolui em todos os sentidos, incluído a parte espiritual, graças à força e a persistência conjunta, vindas de minha família, de meus amigos e colegas de trabalho e profissão. Agradeço, de coração, à todos que me ajudaram. Vejo que o ano seguinte será desafiador, vibrante, com riscos que carecem de atenção, porém com oportunidades que não podem ser desperdiçadas.

Nesse sentido, espero que você tenha passado um Feliz Natal e desejo sucesso pleno em 2026! Que sua jornada seja extraordinária. Não desista, pois estamos em transformação. Conte comigo! A gente se vê em breve.

 #enjoytheride #rideforthebrand #pelosatelite 

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Cervejaria Catarinense

 Fonte de água da maior cervejaria de SC no passado continua “esquecida”

Área comprada pela prefeitura não tem plano de utilização

27/10/2025 - 11:55

Por jefferson.saavedra@nsc.com.brCasa com gramado e árvores ao fundo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

Fonte deixou de ser utilizada nos anos 90, com encerramento de produção de fábrica nas proximidades

Fora dos planos para a concessão do complexo da Cidadela Cultural, a fonte que forneceu água para cervejarias durante décadas em Joinville continua sem projeto de utilização da área. A última providência no local foi instalação de bueiro. No passado, a água do manancial era levada da fonte por tubulação até as cervejarias, localizadas na rua Quinze de Novembro, a pouco mais de mil metros de distância.

Assim como a Cidadela, o terreno da fonte foi comprado em 2001, pela prefeitura de Joinville. A proposta para o complexo era de transformação em centro cultural e de lazer, enquanto o imóvel da rua Anchieta ainda teria estudos sobre o que seria feito. Em 2010, as duas áreas foram tombadas pelo patrimônio histórico municipal. O complexo cultural nunca saiu do papel.

O município está avaliando a concessão da Cidadela, em processo iniciado em 2023 com lançamento de edital para receber estudos sobre modelagem da operação. Não há data estimada de quando será lançada a licitação para a nova gestão. Há decisão judicial, em ação do Ministério Público, determinado o restauro do complexo.

Como as cervejarias de Joinville influenciaram o Brasil | OPA BIER

A fonte não tem uso comercial desde os anos 90, quando foi encerrada a produção de cerveja nas edificações da rua Quinze de Novembro. A água do local foi utilizada pela Cervejaria Catharinense (lê-se Antarctica), a maior do Estado, em meados do século passado. A operação passou para a Antarctica em 1948, sendo mantida até o fechamento da fábrica. A área do manancial, com 55 mil metros quadrados, tem poços artesianos, duas edificações, moradia e cisterna. Já houve planos para a instalação de parque, construção do Memorial da Água e envase da água mineral, mas nenhuma iniciativa foi adiante. O espaço continua sem uso.


Foto: Thiago Moraes/Redes Sociais

Saiba mais e fonte: Fonte de água da maior cervejaria de SC no passado continua “esquecida” - NSC Total

sábado, 27 de fevereiro de 2021

A Cervejaria Mais Antiga do Mundo

 

Arqueólogos no Egito desenterraram o que pode ser a mais antiga fábrica de cerveja conhecida do mundo, com cerca de 5 mil anos.

Arqueólogos no Egito desenterraram o que pode ser a mais antiga fábrica de cerveja conhecida do mundo, com cerca de 5 mil anos.

Uma equipe de pesquisadores egípcios e americanos descobriu o local em Abydos, um antigo cemitério no deserto. Eles encontraram várias unidades contendo cerca de 40 potes usados ​​para aquecer uma mistura de grãos e água usada para fazer cerveja egípcia.

 A cervejaria provavelmente remonta à era do rei Narmer, de acordo com o Conselho Supremo de Antiguidades do Egito.

O rei Narmer governou o Egito há mais de 5 mil anos. Ele fundou a Primeira Dinastia e é considerado como responsável pela unificação do Egito.

A cervejaria consistia em oito grandes áreas, cada uma com 20 metros de comprimento. E cada uma continha cerca de 40 potes de cerâmica dispostos em duas fileiras, de acordo com Mostafa Waziry, secretário-geral do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito.

Uma mistura de grãos e água usada para a produção de cerveja era aquecida nos potes, com cada bacia "presa por alavancas de barro colocadas verticalmente em forma de anéis", diz.

 "A cervejaria pode ​​ter sido construída neste lugar especificamente para abastecer os rituais reais que aconteciam dentro das instalações funerárias dos reis do Egito", afirmou o Ministério do Turismo do Egito, citando o arqueólogo e cochefe da missão Matthew Adams, da Universidade de Nova York.

 Acredita-se que a cerveja era produzida em grande escala no local, com capacidade para produzir cerca de 22.400 litros de uma vez. "Evidências do uso de cerveja em ritos de sacrifício foram encontradas durante escavações nessas instalações", disse o comunicado.

Abydos é uma das cidades mais antigas do antigo Egito e abriga vastos cemitérios e templos. A área fica no sul da Província de Sohag, no Alto Egito, onde também fica a cidade de Luxor, um dos pontos turísticos mais populares do país.

No início deste mês, uma missão que trabalhava perto de Alexandria descobriu várias múmias de cerca de 2 mil anos com línguas de ouro dentro da boca.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/geral-56077763 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Universo da Cerveja

BH Shopping promove exposição Universo da Cerveja



De 03 a 28 de agosto, o BH Shopping abrigará, no Piso Mariana, a exposição “O Universo da Cerveja”. Mais uma ação do shopping para celebrar o mês dos Pais, a proposta é levar o visitante, de forma inédita e exclusiva, por uma viagem apaixonante sobre a bebida mais popular entre os brasileiros.

Com curadoria do cervejólogo Ronaldo Morado, a exposição terá fotos, imagens e vídeos que apresentam de forma dinâmica a cultura cervejeira milenar. Destaques para maquetes e painéis interativos, amostras reais de ingredientes que vão permitir o contato físico e olfativo do visitante e maquete em escala real de uma cervejaria.


Referência no assunto no país, Ronaldo Morado, esteve no mall dias 3 e 5 de agosto e fez palestras gratuitas para falar com o público sobre a história, ingredientes, características, processo de fabricação, estilos e as diferentes escolas cervejeiras ao redor do mundo. 

As palestras foram às 19h, no Espaço BHS - Piso Mariana. A programação integra as ações de Dia dos Pais promovidas pelo mall mais completo de Belo Horizonte.


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Cerveja Benta

Padre produz cerveja artesanal em convento de Juiz de Fora, MG

A cerveja Hofbauer é uma homenagem a São Maria Hofbauer, santo austríaco da Congregação do Santíssimo Redentor.

Os fiéis talvez nem imaginem, mas no porão da Igreja de Nossa Senhora da Glória, na cidade mineira de Juiz de Fora, funciona sabe o quê? Uma fábrica de cerveja artesanal. E o melhor: cerveja abençoada.
A cerveja é a produzida pelo padre Flavio. Hofbauer: a cerveja do convento. Uma homenagem a São Maria Hofbauer, santo austríaco da Congregação do Santíssimo Redentor. Parece inédito, mas a cena já foi muito comum antigamente.
“Ela compunha o almoço no cotidiano da comunidade. A Igreja nunca viu como uma incoerência o consumo da cerveja com a convivência comunitária, com a fé”, conta o padre Flávio Leonardo Campos.
Se já é curioso um padre fazer cerveja tem mais um detalhe que também chama a atenção: o local onde a cerveja é feita. A cervejaria fica dentro de um convento, construído por religiosos holandeses da Congregação Redentorista no fim do século XIX.
“É a primeira vez que eu vejo falar que tem cerveja na igreja. Eu não sabia”, diz o aposentado Afonso Oliveira.
“Não estou sabendo disso, não”, admite a dona de casa Maria Helena Castro.
“Nós temos a nossa novena. Cervejaria nós não temos não”, afirma a aposentada Maria Ferreira.
Pouca gente conhece porque a produção é pequena, feita duas vezes ao ano para o consumo dos padres.
“Os irmãos holandeses passaram para os irmãos brasileiros e ela parou com o irmão Geraldo em 1994. Então, de 1994 a 2009, houve um espaço em que ninguém aprendeu, ninguém produziu. E recolocar em funcionamento a cervejaria foi ter um pouquinho de paciência para entender como funcionava, ter um equipamento que, mesmo outros que produzem hoje, desconhecem o funcionamento”, conta o padre Flávio.
Na Idade Média, a cerveja era fabricada por religiosos em mosteiros e conventos. “É uma forma bem antiga de produção”, esclarece o padre.
Antiga e 100% manual. O padre tem que fazer força para bombear a cerveja e para engarrafar também. Para retomar a produção, ele contou com a receita original e com a ajuda de cervejeiros da cidade.
“O primeiro grande desafio foi desvendar um processo de produção em um equipamento de 120 anos e que, apesar de toda essa defasagem tecnológica e temporal, é um equipamento extremamente eficiente. Tem uma herança cultural muito grande, não só para Juiz de Fora, Minas Gerais, como para o Brasil todo. Nós não temos notícia de outra produção dessa operando hoje fora da Europa”, diz o cervejeiro Cristiam Rocha.
O Ritual Romano é o livro que reúne os livros da Igreja Católica. Nele tem uma bênção dedicada à cerveja. Confira no vídeo acima.
“Do que vale você ter um patrimônio histórico como esse e ele ser parado, morto? Então, ele está aqui para produzir cerveja”, define o padre Flávio.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Divirta-se Estado de Minas

Guia de cervejas brasileiras que promove viagem pelo país é lançado em Belo Horizonte

Noite de autógrafos do livro 'Brasil Beer' acontece nesta quinta-feira, no Pátio Savassi, com direito a degustação de cervejas

Mestres cervejeiros e apaixonados pela bebida possuem agora um aliado na busca por microcervejarias ao redor do país. A arte da produção artesanal de cerveja pelos quatro cantos do Brasil é tema do guia ‘Brasil Beer: O guia de cervejas brasileiras’, que será lançado em sessão de autógrafos nesta quinta-feira, na Livraria Leitura do Pátio Savassi.

De autoria dos especialistas no tema Henrique Oliveira e Helcio Drummond, o livro mistura guia turístico e catálogo em uma verdadeira “Road trip” degustativa por 157 cidades brasileiras.  No “mapa da mina”, o leitor é convidado a conhecer mais de 450 cervejas e 120 microcervejarias, além dos pontos turísticos e belezas das cidades visitadas. “Este é o primeiro guia completo de turismo cervejeiro com foco exclusivo no Brasil, que abrange microcervejarias com uma amplitude maior. A ideia é que o leitor viaje com a gente pelo Brasil, conhecendo o estilo de fazer cerveja de cada local”, explica o mineiro Henrique Oliveira, cervejeiro e ex-presidente da Associação de Cervejeiros Artesanais de Minas (ACervA Mineira).

Com a proposta do “turismo cervejeiro”, o livro foca tanto nos aficionados pela arte quanto os interessados no turismo gourmet. “Ao falarmos dos pontos turísticos e dos programas de cada local, fizemos com que o livro ficasse mais leve, e não uma coisa massiva focada só em cerveja”, completa Oliveira.


Mapa do Brasil

Da mesma forma que um mapa, o guia foi crescendo inesperadamente e ganhando volume à medida em que a dupla desbravava novos locais e microcervejarias. “A ideia começou como um compêndio, com as cervejas definidas por ordem alfabética. O volume das marcas foi crescendo e passou a fazer sentido separarmos o guia por regiões”.

Cada uma das regiões está contemplada com uma cor distinta, facilitando a localização de informações sobre as cidades produtoras, com um serviço completo para os que pretendem conhecê-las, incluindo desde onde se hospedar até serviços de táxi disponível.

O trabalho de catalogação foi dividido então em duas frentes: enquanto Henrique levantava microcervejarias e marcas, Hélcio adquiria informações relevantes sobre as cidades como: pontos turísticos, hotéis e restaurantes e como chegar. “Queremos que o aficionado em cerveja não só descubra a bebida, mas que consiga encontra-la no local onde é feita e saiba aproveitar aquele local”, explica Henrique. “Vamos dizer, por exemplo, que você chegue a uma determinada cervejaria e ela está fechada. Com o guia, você pode localizar quais são os restaurantes que vendem a cerveja, e assim a degustação não é perdida”, explica.

Em Minas Gerais

No Brasil Beer, estão presentes nove cidades mineiras, sendo elas Belo Horizonte, Contagem, Ribeirão das Neves, Nova Lima, Juiz de Fora, Frutal, Uberlândia, Monte Verde e Delfim Moreira. Combinadas, elas representam 15 microcervejarias e mais de 90 cervejas a serem degustadas, mas Henrique afirma que o número é ainda maior. “Não colocamos todas no catálogo, mas existem regiões como Formiga, por exemplo, onde a atividade cervejeira está crescendo”.

Para Henrique, o ‘boom’ de cervejeiros no estado tem motivo. Enquanto os paulistas (maioria no guia, com 22 cidades) produzem a cerveja por tradição ou empreendedorismo, no caso dos mineiros a nova febre é resultado da paixão pelo lado gourmet da produção artesanal. “O mineiro descobriu que ele pode conhecer o dono da cervejaria, as instalações e o processo de fabricação da cerveja. Como consequência, um maior número de cervejarias começou a surgir no estado”.

Leitura e degustação
A sessão de autógrafos na Leitura do Pátio guarda uma deliciosa surpresa para os aficionados e plantão. Acompanhando Hélcio e Henrique estarão representantes de cinco microcervejarias mineiras – Krug Bier, Backer, Wäls, Taberna do Vale e Falke Bier, em uma degustação onde leitores poderão brindar com os autores no melhor estilo cervejeiro.


LIVRO
‘Brasil Beer – O guia de cervejas brasileiras – Editora Gutenberg’
Autores: Henrique Oliveira e Hélcio Drumond (304 páginas, R$ 45,00)
Sessão de autógrafos e degustação na Livraria Leitura Pátio Savassi
Data: Quinta-feira, 16/05 – 19 horas

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Cerveja Antarctica

Cervejaria Antarctica tem tombamento definitivo

De Ribeirão Preto, por Juliana Rangel

Tombamento oficial
A área da antiga Cervejaria Antarctica, localizada na esquina da avenida Jerônimo Gonçalves com a rua Luiz da Cunha, teve o tombamento definitivo como patrimônio histórico pelo Conppac (Conselho de Preservação do Patrimônio Artístico e Cultural) aprovado na reunião do último dia 19. No local será construído um shopping para as classes C e D.

Preservado

No relatório do Conppac, consta que devem ser mantidas as fachadas e o piso de paralelepípedo. Já a caixa d’água e dois prédios, dos quais restaram somente algumas ruínas, serão retirados do local. O tombamento provisório da área ocorreu em 2011, quando já pertencia ao grupo de empresas que construirá o shopping, previsto para o segundo semestre de 2014.

Só no papel

As obras do novo centro de compras na antiga Cervejaria Antarctica tinham previsão de começar no segundo semestre do ano passado, porém, ainda não tiveram início. Em nota, a assessoria de imprensa do Grupo formado por Cem Mil Empreendimentos, WGL Empreendimentos, Nassau Empreendimento e Terral Shopping Centers, informou que "a construção do Shopping Buriti encontra-se ainda em fase de aprovação de projetos e execução de projetos complementares. Em 60 dias, a administração do shopping terá mais claro os planejamentos de implantação". Na cervejaria, inúmeros mestres cervejeiros, passaram por lá, deixando saudades da antiga fábrica. por meio de boas cervejas.

Veja algumas fotos de época:




Real Time Web Analytics