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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Visita em Cervejarias

Você Sabe Como Visitar Uma Cervejaria? A Gente Explica!

por Henrique Oliveira*

Durante a escrita de um artigo para o Blog Ave César Co., encontrei nos meus Alfarrábios, da terceira edição do livro Brasil Beer - O Guia de Cervejas Brasileiras, um manuscrito de minha autoria com dicas de visitação a uma cervejaria.

Visitar uma fábrica de cervejas é bastante interessante, sobretudo por aquele que nunca entrou neste ambiente. Apesar de ser uma indústria, há diversas fábricas que apresentam arquitetura peculiar e atraente. Muitas vezes apresentam ambientes de encantar os olhos, imponentes e que merecem um registro por meio de uma bela foto. Para que você possa aproveitar o máximo de um passeio em um ambiente que fabrica cervejas, aqui vão as dicas que deixo para você. Faça uma boa visita.

Dicas importantes

Roupas, calçados e acessórios

Use roupas leves. O Brasil é um país tropical e o calor prevalece boa parte do ano. Atenção deve ser dada ao uso de calçados. Algumas cervejarias não permitem acesso às instalações usando calçados abertos, como chinelos, sandálias ou sapatos de salto alto. Certifique-se qual calçado utilizar e se há especificações. Calçados fechados, como tênis e sapatos em couro são, normalmente, bem-vindos. A mesma restrição vale para bermudas, camisetas sem mangas e bonés. Pulseiras, cordões, relógios e anéis devem ser evitados quando se caminha pela cervejaria.

Câmeras fotográficas e smartphones

Certifique-se sobre a permissão do uso de câmeras fotográficas, smartphones e postagens em redes sociais. Algumas cervejarias não permitem fotografar o interior de suas instalações, devido a práticas de confidencialidade e a políticas quanto a segredo industrial.

Visitas guiadas

É comum a cobrança de ingresso para tours e/ou visitas guiadas. Certifique-se dos horários de atendimento à visitação. O valor varia entre cervejarias, bem como o tempo de duração de cada visita. Em determinados municípios, há empresas especializadas em promover tours e excursões. 

Ao marcar uma visita, procure chegar, pelo menos, com 15 minutos de antecedência. Leve consigo um documento de identidade com foto. Durante a excursão, evite andar sozinho pela fábrica. Esteja, preferencialmente, acompanhado de um guia, funcionário ou representante da empresa, a fim de evitar riscos e imprevistos. Obedeça ao uso de Equipamentos de Proteção Industrial (EPI’s) e às placas de sinalização, faixas de restrição de acessos e avisos (como superfície quente, alta tensão, vasos de pressão em trabalho, espaço confinado, etc.) 

Observe se há o uso de crachás. Caso demandado, este deverá estar visível, na altura do peito. Lembre-se de que uma cervejaria é, acima de tudo, uma planta industrial e há regras de segurança a serem seguidas.

Alimentação

Não menos importante: procure alimentar-se antes da visita. Nem toda fábrica de cervejas oferece refeição, petiscos ou tira-gostos para forrar o estômago. Comer algo previamente é salutar e evita riscos de tontura ou embriaguez súbita, devido a absorção rápida do álcool no organismo.

Postura de visitante

Evite exagerar na dose. Afinal de contas, conhecer uma fábrica de bebidas se trata de uma visita técnica, com uma dose de gastronomia. Certamente, parte do grupo presente possui a intenção de absorver e trocar conhecimentos, realizar networking e negócios futuros. Manter a postura é fundamental. Aproveite o momento para conhecer pessoas e fomentar uma experiência profissional. 

Estude

Pessoas que estudam previamente sobre a cervejaria e seu contexto, assimilam melhor o conteúdo no momento do passeio. Busque, por meio de amigos, profissionais e pela internet, informações sobre a empresa. Saiba quando essa foi fundada, seus proprietários, o mestre cervejeiro, o portfólio de cervejas e as premiações conquistadas. Tenha conhecimento sobre a principal cerveja da casa e aquela mais admirada pelo público. São pequenos detalhes que transformam e aprimoram a sua visita. Por outro lado, o anfitrião gosta daqueles que prestigiam de forma mais intensa a sua fábrica de cervejas. Os assuntos fluem de forma mais dinâmica e amistosa. Em consequência disso, é possível que você, (por ser um membro diferenciado do grupo), seja convidado para conhecer uma  novidade ou um lançamento que ainda está em fase experimental, fora do roteiro. É um brinde a parte. Um ponto extra na sua excursão.

Salienta-se um ponto importante, que carece a devida atenção: caso você tenha marcado de ir à uma visitação e ocorreu algum imprevisto, entre em contato com o estabelecimento e comunique a sua ausência. Trata-se de uma atitude elegante e ética. Comunicar previamente ajuda a cervejaria reorganizar os grupos e a sua estrutura interna de recepção e atendimento aos visitantes.

Companhias aéreas

Para os voos domésticos é requerido aos passageiros chegar ao aeroporto pelo menos 1 (uma) hora antes do voo marcado. Entretanto, devido ao aumento das exigências internacionais de inspeções físicas de passageiros e seus pertences (incluindo bagagens), a recomendação é que se chegue ao aeroporto pelo menos com 2 (duas) horas de antecedência. Para voos internacionais o prazo estimado é o mínimo de 3 horas. As principais companhias nacionais são as seguintes:

 LATAM

www.latamailines.com

tel.:4002 5700/ 0300 570 5700

GOL

www.voegol.com.br

Tel.: 0800 704 0465/ 0300 115 2121

Azul

www.voeazul.com.br

Tel.: 0800 880 1141/ 4003 1118/ What's App 4004 2985

 E, se beber, não dirija.

https://ge.globo.com/eu-atleta/saude/reportagem/2024/08/23/c-por-que-beber-alcool-de-barriga-vazia-faz-mal-entenda.ghtml

Foto: IA. e Visitação na Cervejaria Krug Bier, com Fabiana Bontempo

(*) - Henrique é Executivo Sênior de Governança, Riscos e Compliance


segunda-feira, 25 de maio de 2026

Prêmio Conexão Sommelier Brasil 2026 – Edição MG

 

Prêmio Conexão Sommelier Brasil 2026 – Edição Minas Gerais Abre Para Votação Pública

O Prêmio é um dos maiores reconhecimentos dedicado exclusivamente a colocar o profissional sommelier no centro das decisões estratégicas do mercado de bebidas mineiro.

Idealizado pelo sommelier e consultor de mercado Ricardo Sá, o evento celebra o ofício em suas múltiplas vertentes — incluindo vinhos, cervejas, cachaças, cafés e destilados —, conectando profissionais que influenciam diretamente o consumo a marcas e produtores locais.

Categorias Concorrentes

O prêmio destaca diferentes perfis de atuação técnica e mercadológica através do voto popular. Entre as principais categorias em disputa pelos candidatos estão:

Sommelier do Ano (Território / Produto Local): Focado na valorização do terroir mineiro e da cultura gastronômica regional.

Trajetória Inspiradora: Destinado a profissionais que servem de exemplo e mentoria no setor de bebidas.

Melhor Sommelier Educador: Categoria voltada para quem atua no ensino, formação e desmistificação do conhecimento técnico.

Sommelière Revelação: Dedicado aos novos talentos que estão inovando e ampliando o alcance do mercado de forma acessível.

Sommelier de Gôndola: Reconhecimento voltado aos profissionais que se destacam no varejo, como em supermercados e lojas especializadas.

As votações públicas e ilimitadas para a edição de 2026 estão abertas e ocorrem de forma digital por meio de formulários oficiais compartilhados pelos organizadores e candidatos nas redes sociais, como o perfil do Conexão Sommelier Brasil. O encerramento da apuração antecede a realização do grande encontro corporativo do setor.

A programação do evento é estruturada em torno do papel do sommelier como articulador da cadeia de suprimentos, da identidade do produto nacional e das principais tendências de consumo.  Ao contrário de feiras tradicionais voltadas apenas para o consumidor final, o foco está na capacitação, relacionamento B2B e decisões comerciais que impactam restaurantes, hotéis e distribuidores de Minas Gerais.

Para votar no seu sommelier favorito, use o link a seguir: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdK6xbxNiBIJI9zslJTnHZB9icHQ5xWTIoSxQCI-xnYVRAaxw/viewform


segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Ave César Books: Cerveja a Mais Popular Bebida Brasileira

Cerveja, a Mais Popular Bebida Brasileira: Formação da Cultura Cervejeira Nacional


A Academia da Cerveja foi palco do lançamento de mais um livro que chega ao mercado editorial brasileiro que tem a bebida mais popular do país como protagonista. A obra faz um passeio pela história da cerveja no Brasil e conta como ela contribuiu para cultura nacional.

 Sob o comando da sommelière Bia Amorim, uma mesa redonda com a participação dos três autores permitiu ao público fazer perguntas, em um diálogo rico sobre a história da bebida no Brasil e como ela contribuiu para a cultura nacional. O evento teve o apoio do Sindicerv, que esteve presente.

 “Cerveja, a mais popular bebida brasileira – Formação da cultura cervejeira nacional” é uma produção de três autores egressos do meio acadêmico, com muitas pesquisas e publicações sobre cerveja: Eduardo Fernandes Marcusso , Silvia Limberger e Sergio Barra. A obra é editada pela Ife Editorial.

 São 4 capítulos que fazem um trajeto dos mais antigos registros da produção de cerveja em terras tupiniquins até os dias atuais com a grande diversidade de cervejas produzidas no país. Dentro desse caminho, a cerveja como cultura é abordada como parte da construção do povo brasileiro.

A ideia desse livro é discutir a formação da culturacervejeira nacional enquanto um processo histórico de desenvolvimento das forças produtivas nacionais, que tornou-se a preferência do consumidor brasileiro quando se trata de bebidas alcoólicas. A cerveja é consumida em casa, na casa de amigos e na rua em diversos tipos de estabelecimentos e faz parte do cotidiano do povo brasileiro.

Fonte: https://www.linkedin.com/posts/sindicerv_cerveja-a-mais-popular-bebida-brasileira-activity-7268685217530331137-qtnq?utm_source=share&utm_medium=member_desktop

quarta-feira, 14 de março de 2018

Os melhores da cerveja Ano 2017


Enquete do BOB aponta a opinião sobre cervejas e cervejarias, por quem entende do assunto


O Jornalista Roberto Fonseca, mais conhecido no meio como BOB, apresenta a formalização da sua enquete do ano de 2017 relacionada à diversos temas cervejeiros, entre eles a opinião sobre determinados estilos de cervejas, bares e restaurantes que apresentam os melhores chopes, opiniões sobre o mercado.

A enquete, é uma oportunidade para compreender um pouco como anda as perspectivas de mercado e consumo no Brasil, na visão de diversos entendedores do assunto, entre mestres cervejeiros, cervejeiros caseiros, jornalistas, escritores e empresários do ramo. O trabalho desenvolvido por este jornalista é sério e muito interessante. Confira mais sobre e enquete em https://osmelhoresde2017.wordpress.com/

E que venha a pesquisa de 2018!

Como BOB mesmo diz "Mandou bem Nobre"!

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Concurso Mestre Cervejeiro Eisenbahn 2017



Nesta quinta-feira (26 de outubro), às 23h30min, o canal TNT estreia o Reality Show Eisenbahn Mestre Cervejeiro, promovido pela cervejaria Eisenbahn. 

Pela primeira vez na televisão, o programa, que conta com episódios de 30 minutos cada, vai transmitir a oitava edição da tradicional competição Mestre Cervejeiro Eisenbahn que, até então, ocorria longe das telas. Idealizado pela Eisenbahn e Leo Burnett Tailor Made, e criado e produzido pela Endemol Shine Brasil, o formato segue o objetivo de levar o conhecimento cervejeiro para mais pessoas, descobrir e valorizar a autêntica cerveja artesanal do Brasil. (Para mais notícias e dicas sobre cerveja caseira, acompanhe a seção da Beer Art.)

Fonte e mais informações: http://revistabeerart.com/news/reality-eisenbahn-mestre-cervejeiro

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Great South Beer Cup 2017



Lohn Bier é eleita cervejaria do ano na Argentina

A Lohn Bier foi eleita a cervejaria do ano na Great South Beer Cup, na Argentina, no último sábado, dia 27. Além do reconhecimento inédito, a cervejaria de Lauro Müller foi premiada com três medalhas: uma de ouro e duas de prata. A Quadruppel ganhou ouro na categoria Belgian Strong Ale; a Carvoeira e a IPA Bretta levaram prata nas categorias Specialty e Wild Beer, respectivamente. Com menos de três anos de existência, a Lohn já acumula 16 medalhas em competições nacionais e internacionais.
O concurso idealizado na Argentina tem edições anuais, ora na Argentina ora em outros países. Em 2016, a Lohn Bier ganhou uma medalha de bronze na competição também com a Carvoeira, cerveja icônica da marca e que homenageia importante atividade econômica do município de Lauro Müller - a mineração de carvão.

Para Richard Westphal Brighenti, sommelier e cervejeiro da Lohn, “participar de concursos e ganhar premiações é importante, já que neste mercado, que é muito diversificado, ter uma receita premiada é desígnio de qualidade”. De acordo com Richard, a Lohn produz cervejas dentro de um padrão máximo de exigência. “Fazemos cervejas com muita atenção, somos entusiasmados por cerveja e mesmo aquelas que não são premiadas são bons produtos. Temos um cuidado especial com todos os rótulos, da moagem ao recém montado laboratório”, explica. “A premiação de Melhor Cervejaria do ano de fato não era esperada, já que temos menos de três anos neste mercado. Mas honraremos o título continuando a entregar bons produtos e contribuindo para um mercado de cervejas mais aberto.” conclui.

No início do ano a Lohn Bier já havia sido premiada com quatro medalhas no 5º Concurso Brasileiro de Cerveja de Blumenau. Foram duas medalhas de ouro (a única cervejaria de SC a levar dois ouros) e duas de bronze para quatro rótulos da marca catarinense: Trippel e Carvoeira Wood Aged (ouro);  Laguna e Catharina Sour com Jabuticaba (bronze).
Ainda em 2017 a Lohn conquistou outro importante reconhecimento internacional. A Carvoeira Wood Aged levou a medalha de bronze na Copa Latinoamericana de Cervezas Artesanales. O concurso foi realizado em Cusco, no Peru, e reuniu mais de 400 cervejas de 12 países, que foram avaliadas por um exigente time de juízes.
Menina dos olhos da Lohn, a Carvoeira, que possui duas versões, acumula outros prêmios importantes, como a medalha de prata na Copa Cervezas de América, no Chile, em 2016; um certificado de excelência no Brussels Beer Challenge, realizado na Bélgica (principal festival belga de cerveja com 1250 amostras avaliadas); e a medalha de bronze no South Beer Cup, também em 2016. No início deste ano, a cerveja Carvoeira ganhou uma versão de café, disponível com todos os produtos da marca no endereço da loja virtual em www.lohnbier.com.br/loja .
Colaboração: Clarissa Antunes / Comunicação/Redação Engeplus

domingo, 12 de outubro de 2014

Electra Vienna Lager

Ponte Aérea



Bar com unidades no Rio e em São Paulo lança a Electra, Vienna Lager que remete ao avião que fazia os voos entre as duas cidades até 1991

 Após anos de sucesso no centro do Rio, o bar Aconchego Carioca inaugurou em 2012 sua filial paulistana, nos Jardins. Com isso, os paulistanos puderam conhecer algumas das delícias típicas da baixa gastronomia da Cidade Maravilhosa, como os bolinhos de feijoada, as almofadinhas de tapioca recheadas de camarão e as costelinhas de porco com molho de goiabada cremosa – criações da simpaticíssima chef Kátia Barbosa. Vivendo entre Rio e São Paulo, ela e seu sócio paulistano – o beer sommelier Edu Passarelli – acabam de lançar a cerveja própria da casa. Batizada como Electra, é um rótulo que homenageia o turboélice que foi usado do início dos anos 60 a 1991 nos voos da ponte aérea entre Congonhas e Santos Dumont. 

Os Electra chegaram a fazer 66 voos diários entre os dois aeroportos, com uma partida a cada 15 minutos. A Electra é uma Vienna Lager, cerveja de estilo austríaco com cor âmbar, notas maltadas que lembram biscoito, lúpulo com agradável amargor e teor alcoólico de 5,3%. Produzida na cervejaria Bamberg, em Votorantim (SP), é vendida nos dois endereços do bar em garrafas de 600 ml ao preço de R$ 17. 

Aconchego Carioca – Rio de Janeiro – Rua Barão de Iguatemi, 379, Centro, tel. 21 2273-1035. São Paulo – Alameda Jaú, 1.372, Jardins, tel. 11 3062-8262.

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

I Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cerveja 2014


O Instituto da Cerveja de São Paulo, promove em conjunto com a Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP), um campeonato da categoria. As inscrições deverão ser feitas pelo próprio participante pelo link (http://goo.gl/c33Gwi), com envio de CPF, qualquer documento com foto e certificado de formação digitalizados. Os inscritos receberão um e-mail de confirmação, com o número de inscrição, que deverá ser apresentado no dia da primeira prova a ser realizada.

Mais informações acesse: http://institutodacerveja.com.br/

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Revista da Cerveja



Revista da Cerveja no Mondial de La Bière


Em pouco mais de um ano de existência, a Revista da Cerveja vem constatando e registrando o crescimento da cultura cervejeira no Brasil. Prova disso é o espaço cada vez maior do país no olhar cervejeiro internacional através de premiações, campeonatos e eventos. Um dos mais importantes é o Mondial de La Bière, que pela primeira vez terá uma edição brasileira no Rio de Janeiro, de 14 a 17 de novembro. Acompanhando este movimento, a Revista da Cerveja estará presente no Mondial com sua 7ª edição.

A 7ª edição traz na capa uma conquista que atesta este crescimento da cultura cervejeira: no III Campeonato Mundial de Beer Sommelier, realizado em Munique/Alemanha, a paulista Tatiana Spogis conquistou medalha de bronze. Você confere uma entrevista exclusiva com a beer sommelier falando sobre a experiência, além de uma conversa com Oliver Wesseloh, alemão que levou o primeiro lugar, e da cobertura completa do Campeonato.

A edição chega cheia de novidades. Tem a estreia da seção Bem Servido, com novidades de bares do país, trazendo um olhar sobre cartas cervejeiras, e o início de duas séries de reportagens: a primeira sobre consultorias, uma tendência no mercado nacional, e a segunda na seção Histórias Cervejeiras, com a Cervejaria Ritter de Porto Alegre abrindo a série sobre cervejarias que originaram a Continental.

Comemorando a passagem do IPA Day, a 7ª edição vem bastante lupulada: o beer sommelier da ABSC Rodrigo Tomasel traz a análise sensorial de dez IPAs nacionais e internacionais; no Fazendo Cerveja, a receita de uma IPA pelo beer sommelier da ABSC Marcelo Scavone, e a lupulomania no IPA Day Brasil 2013, em Ribeirão Preto/SP. A Fábrica da vez é a Cervejaria Bamberg, que coleciona prêmios no Brasil e no exterior. Harmonizando, o chef Ricardo Teruchkin e sua arte gastronômica que destaca o melhor de cada cerveja. E para quem está entrando agora no universo cervejeiro, a seção ABCerveja traz a beer sommelier Bia Amorim explicando as famílias cervejeiras.

Na edição você também confere um balanço da Brasil Brau 2013, evento que marca o cenário cervejeiro do país, e o resultado 1º Prêmio Brasil Brau de Gestão de Negócios em Cerveja – que trouxe para a Revista da Cerveja o 1º lugar da categoria Comunicação da Cultura Cervejeira. Além da presença de renomados colunistas, eventos, notícias, novidades e roteiros – tudo sobre o universo cervejeiro concentrado trimestralmente nas páginas da Revista da Cerveja. 

E aguarde: 2014 promete novidades!

Mais informações:
Letícia Garcia
(51) 3779.7094
redacao@revistadacerveja.com.br
facebook.com/revistadacerveja 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Cerveja Artesanal

O hobby da cerveja especial

As cervejas especiais, principalmente as nacionais, são encontradas em seções próprias de alguns supermercados

Diário de Guarapuava  por João Quaquio
 
Nos últimos anos, é crescente o interesse do brasileiro pela apreciação de cervejas especiais. Seja pela predominância de um dos ingredientes tradicionais ou pela adição pouco conhecida de outros, como cacau ou coentro, o consumidor já tem à disposição esses produtos em bares, restaurantes e supermercados. Em Guarapuava, o cenário não é diferente. Além da disponibilidade em alguns estabelecimentos, há quem fabrique cerveja em casa ou quem seja especialista no ofício de identificar os diversos tipos da bebida.

Há três anos com um estabelecimento em Guarapuava, o sócio-proprietário de um pub, William Mores, conta que há cinco anos era difícil encontrar cervejas especiais sendo comercializadas na cidade. Mas uma mudança no perfil do consumidor contribuiu para que o cenário começasse a mudar. “O consumidor de cervejas ficou mais exigente. Há alguns anos, não existia um lugar em Guarapuava para consumir cerveja especial. Isso acaba lhe expandindo um pouco o horizonte”, diz.

Um exemplo típico de que há o interesse pelas cervejas especiais é o fato do frequentador do pub dificilmente sair do estabelecimento sem ao menos provar um dos 76 rótulos disponíveis. “O consumidor não só experimenta uma cerveja diferente, mas ele pesquisa sobre essa cerveja. Ele quer saber se é vermelha, se o teor alcoólico é maior”, comenta Mores. E o preço não é barreira para a venda. Uma das melhores cervejas belgas, a Deus, é comercializada no pub a R$ 200. “É superdifícil encontrá-la. Mas, quando a encontro, vendo imediatamente. É uma garrafa que está sempre em falta”, revela.
Atualmente, as cervejas especiais, principalmente as nacionais, são encontradas em sessões próprias de alguns supermercados da cidade, em lojas de conveniência de postos de combustíveis, em hamburguerias e restaurantes mais sofisticados da cidade.

O interesse por experimentar sabores surgiu na cozinha de casa, na colônia Vitória, em Entre Rios. Mas, o analista de marketing da cooperativa Agrária, Alexander Weckl, jamais imaginava um dia tornar-se um sommelier de cervejas. Foi por acaso que ele descobriu aptidão para o ofício, quando viajava a trabalho, na Alemanha. Três anos depois, em setembro de 2013, ele retorna ao país para disputar com 50 especialistas o título de melhor biersommelier no mundo.

Boa parte dos conhecimentos que Alex adquiriu no curso, em viagens e nas degustações serão testados no 3º Campeonato Mundial de Sommelier de Cervejas, promovido pela própria Doemens Akademie. A competição deve reunir, dentre os 50 participantes, dez brasileiros. O sommelier guarapuavano não sabe precisamente qual será o formato da competição.

Fabricação em casa
O interesse por cervejas artesanais e importadas levou o publicitário guarapuavano Leonardo Sampaio, 29 anos, a dominar o processo de fabricação caseira de cerveja. Após dois anos em Curitiba, de degustação em degustação, ele participou de um curso e aprendeu como produzir a bebida na panela. Assim surgiu a marca Hank Bier, que faz sucesso entre amigos. A vontade em conhecer bebidas novas levou o publicitário a bares especializados na capital a partir de 2008. “Comecei a conhecer grupos de pessoas que frequentavam esses locais. A partir de um deles, conheci a cervejaria Bodebrown, que toda sexta-feira, no final do expediente, fazia encontros para degustação de cervejas diferentes”, contou. “Como nesses encontros compareciam pessoas que já produziam, a cervejaria começou a ministrar cursos para ensiná-las a fazer a bebida na panela”, completa ele, que participou de uma turma formada em 2010.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Degustação de Cervejas

Procura-se degustador de cerveja: funcionário será pago para beber e atestar qualidade


Que tal trabalhar como degustador de cerveja? Ou testador de toboágua? A Halls criou uma campanha de marketing que dará empregos “incríveis” a seus consumidores. São 15 opções de trabalho. Também há vagas para VJ da MTV, barman, etc.

O que fará um degustador de cerveja?  “Será encarregado de acompanhar o mestre cervejeiro durante todas as etapas do processo de fabricação, além de degustar novas receitas e testar a qualidade dos produtos atuais. E o melhor: ainda ser pago por isso!”, explica a página de inscrição. O escolhido irá para a Cervejaria Colorado, em Ribeirão Preto.

Não é preciso experiência. Para participar do processo seletivo, é necessário ir à página no Facebook, escolher a vaga e gravar um vídeo. Das 15 opções disponíveis, apenas cinco serão efetivamente preenchidas. E o “trabalho” dura apenas uma semana. Quem sabe vira um futuro beer sommelier?

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/radar-pop/procura-se-degustador-de-cerveja-funcionario-sera-pago-para-beber-e-atestar-qualidade/?doing_wp_cron=1369649936.0484941005706787109375

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Cerveja Artesanal e Harmonização


O sommelier Rafael Paredes ministra oficina de harmonização de cervejas no Senac
Foto: Agência O Globo / Fernanda Dias

Aumento do consumo de cervejas artesanais incentiva criação de novas marcas

Leandra Lima

Antes habituados a consumir apenas pilsen, os brasileiros passaram a se interessar por cervejas de outros sabores e texturas. As chamadas cervejas especiais, que reúnem — segundo a Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil) — as artesanais, as importadas e as industriais de categoria premium, ocupam hoje 5% do mercado e têm previsão de dobrar o número de vendas nos próximos cinco anos.

Na Barra e em bairros próximos surgem negócios de olho nesse novo filão da economia. Exemplo disso é a fábrica da cerveja artesanal Fraga Weiss, em Vargem Pequena. Depois de investirem R$ 1 milhão na montagem da cervejaria, Sergio Fraga — idealizador da cerveja — e outros três sócios se preparam para comercializar o produto a partir do mês que vem, por preço ainda a ser definido. Os pontos de venda fechados até o momento são o bar Beer Taste, no Città America; Colarinho e Beer Jack, em Botafogo; e Botto Bar, na Praça da Bandeira, todos com tradição na venda de cervejas especiais. O cervejeiro conta que é apreciador da bebida (desde que de qualidade) há tempos.— Eu já tinha o hábito de preparar minha receita em casa. Em 2007, surgiu o projeto da fábrica, e agora já está tudo pronto para ela começar a funcionar. Nossa produção será em média de quatro mil litros por mês — afirma. (...)

A onda das cervejas especiais se prepara para arrebentar também no restaurante Pe’ahi. A partir da vontade de oferecer uma bebida exclusiva, os sócios da casa, Alexandre Serrado e Felipe Gama, convidaram o mestre-cervejeiro Pedro Bevilaqua para elaborar uma receita para o restaurante. Bevilaqua explica que a cerveja Pe’ahi — cujo desenho do rótulo é inspirado na famosa xilogravura “A grande onda de Kanagawa”, do japonês Hokusai — harmoniza com o molho shoyu e os peixes utilizados na culinária asiática, que normalmente têm sabores suaves. Para chegar à tal harmonia, Bevilaqua explica que optou por criar uma American Amber Ale. Para Serrado, a cerveja é refrescante, mas sem deixar de ser marcante e original.

O saboroso exercício de harmonizar
Os sócios do Pe’ahi estão em vias de definir a fábrica onde sua cerveja será produzida. A estimativa é que, até agosto, a bebida esteja à venda nos mercados. Antes disso, ela poderá ser apreciada nas duas filiais, a da Barra e a da Gávea. Já a partir de junho, será oferecida ao preço de R$ 15 a garrafa de 600ml.

Se não param de surgir cervejas especiais nos bares e nos restaurantes da cidade, aumenta também o interesse por aprender a harmonizar tantos tipos de cervejas com diferentes opções de comida. No próximo dia 29, o Senac da Barra oferece a oficina Harmonização com Cervejas Especiais.

De acordo com Rafael Paredes, o sommelier de cerveja responsável pelo curso de harmonização da instituição, quem participar da oficina vai aprender a harmonizar as cervejas com chocolate. — Vamos fazer a harmonização de chocolates branco, ao leite e amargo com três tipos diferentes de cerveja. A oficina funcionará como um convite para as pessoas conhecerem o Senac da Barra e entenderem, também, como funciona o curso de sommelier de cerveja — adianta.

O expert ensina, por exemplo, que, ao servir uma comida de sabor suave, o ideal é que a cerveja seja igualmente leve.
— Se, neste caso, servirmos uma cerveja muito forte, a bebida vai sobressair. E, na harmonização, procuramos ressaltar os sabores tanto do alimento como da cerveja. É um exercício gostoso que trabalha sua intuição — diz. A oficina faz parte do projeto Senac de Portas Abertas, e a inscrição para participar do evento é gratuita. (...)

Mais informações: Oficina Harmonização com Cervejas Especiais - dia 29, das 19h às 21h30m. Inscrições pelo Disque Senac: 4002-2002. Grátis
Foto: Sommelier Rafael Paredes Agência O Globo / Fernanda Dias

 

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Divirta-se Estado de Minas

Guia de cervejas brasileiras que promove viagem pelo país é lançado em Belo Horizonte

Noite de autógrafos do livro 'Brasil Beer' acontece nesta quinta-feira, no Pátio Savassi, com direito a degustação de cervejas

Mestres cervejeiros e apaixonados pela bebida possuem agora um aliado na busca por microcervejarias ao redor do país. A arte da produção artesanal de cerveja pelos quatro cantos do Brasil é tema do guia ‘Brasil Beer: O guia de cervejas brasileiras’, que será lançado em sessão de autógrafos nesta quinta-feira, na Livraria Leitura do Pátio Savassi.

De autoria dos especialistas no tema Henrique Oliveira e Helcio Drummond, o livro mistura guia turístico e catálogo em uma verdadeira “Road trip” degustativa por 157 cidades brasileiras.  No “mapa da mina”, o leitor é convidado a conhecer mais de 450 cervejas e 120 microcervejarias, além dos pontos turísticos e belezas das cidades visitadas. “Este é o primeiro guia completo de turismo cervejeiro com foco exclusivo no Brasil, que abrange microcervejarias com uma amplitude maior. A ideia é que o leitor viaje com a gente pelo Brasil, conhecendo o estilo de fazer cerveja de cada local”, explica o mineiro Henrique Oliveira, cervejeiro e ex-presidente da Associação de Cervejeiros Artesanais de Minas (ACervA Mineira).

Com a proposta do “turismo cervejeiro”, o livro foca tanto nos aficionados pela arte quanto os interessados no turismo gourmet. “Ao falarmos dos pontos turísticos e dos programas de cada local, fizemos com que o livro ficasse mais leve, e não uma coisa massiva focada só em cerveja”, completa Oliveira.


Mapa do Brasil

Da mesma forma que um mapa, o guia foi crescendo inesperadamente e ganhando volume à medida em que a dupla desbravava novos locais e microcervejarias. “A ideia começou como um compêndio, com as cervejas definidas por ordem alfabética. O volume das marcas foi crescendo e passou a fazer sentido separarmos o guia por regiões”.

Cada uma das regiões está contemplada com uma cor distinta, facilitando a localização de informações sobre as cidades produtoras, com um serviço completo para os que pretendem conhecê-las, incluindo desde onde se hospedar até serviços de táxi disponível.

O trabalho de catalogação foi dividido então em duas frentes: enquanto Henrique levantava microcervejarias e marcas, Hélcio adquiria informações relevantes sobre as cidades como: pontos turísticos, hotéis e restaurantes e como chegar. “Queremos que o aficionado em cerveja não só descubra a bebida, mas que consiga encontra-la no local onde é feita e saiba aproveitar aquele local”, explica Henrique. “Vamos dizer, por exemplo, que você chegue a uma determinada cervejaria e ela está fechada. Com o guia, você pode localizar quais são os restaurantes que vendem a cerveja, e assim a degustação não é perdida”, explica.

Em Minas Gerais

No Brasil Beer, estão presentes nove cidades mineiras, sendo elas Belo Horizonte, Contagem, Ribeirão das Neves, Nova Lima, Juiz de Fora, Frutal, Uberlândia, Monte Verde e Delfim Moreira. Combinadas, elas representam 15 microcervejarias e mais de 90 cervejas a serem degustadas, mas Henrique afirma que o número é ainda maior. “Não colocamos todas no catálogo, mas existem regiões como Formiga, por exemplo, onde a atividade cervejeira está crescendo”.

Para Henrique, o ‘boom’ de cervejeiros no estado tem motivo. Enquanto os paulistas (maioria no guia, com 22 cidades) produzem a cerveja por tradição ou empreendedorismo, no caso dos mineiros a nova febre é resultado da paixão pelo lado gourmet da produção artesanal. “O mineiro descobriu que ele pode conhecer o dono da cervejaria, as instalações e o processo de fabricação da cerveja. Como consequência, um maior número de cervejarias começou a surgir no estado”.

Leitura e degustação
A sessão de autógrafos na Leitura do Pátio guarda uma deliciosa surpresa para os aficionados e plantão. Acompanhando Hélcio e Henrique estarão representantes de cinco microcervejarias mineiras – Krug Bier, Backer, Wäls, Taberna do Vale e Falke Bier, em uma degustação onde leitores poderão brindar com os autores no melhor estilo cervejeiro.


LIVRO
‘Brasil Beer – O guia de cervejas brasileiras – Editora Gutenberg’
Autores: Henrique Oliveira e Hélcio Drumond (304 páginas, R$ 45,00)
Sessão de autógrafos e degustação na Livraria Leitura Pátio Savassi
Data: Quinta-feira, 16/05 – 19 horas

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Harmonização

Hamonização de Cervejas

Rodrigo Lemos em mais uma sessão de harmonização cervejeira no restaurante mosteiro. Serão 5 estilos diferentes de cerveja harmonizados com 5 pratos executados pelo chef Laurent Prous, professor de cozinha francesa da Faculdade de Gastronomia Estácio de Sá.

Será uma excelente oportunidade para aprender mais sobre cerveja e para beber cervejas espetaculares, escoltadas por clássicos da gastronomia. O Rodrigo Lemos conduzirá o jantar, divulgando informações sobre cerveja, análise sensorial e harmonização.

Vai ser uma noite muito agradável.

Contato para participar: Raquel Benjamin da DEGUSTE
Telefone: (31) 9824-3232

segunda-feira, 4 de março de 2013

Clubes de Cerveja

Clubes de cerveja dobram de tamanho e popularizam bebida artesanal


Todos os meses, mais de 48 mil garrafas de cervejas artesanais viajam pelo Brasil sem passar pelas gôndolas dos supermercados ou pelas lojas especializadas. Os responsáveis por essa movimentação são os clubes de cerveja, um tipo recente de associação que está em franca expansão no país nos últimos três anos. Os clubes escolhem, encomendam e enviam a bebida para os assinantes desse serviço – funcionam como intermediários entre as microcervejarias e o consumidor. A fórmula do negócio é simples e parecida para todos, sejam os clubes nacionais ou regionais. Em média, quatro garrafas são entregues mensalmente por valores entre 59 reais a 80 reais - alguns oferecem opções mais baratas, a partir de 45 reais, mas a quantidade de garrafas diminui - em planos de assinatura que variam de mensal a anual. As cervejas são enviadas com uma ficha técnica que descreve a origem, o estilo, a coloração, o sabor, entre outras características. O material é preparado por especialistas consultados pelos clubes e funciona quase como uma aula à distância. Mimos como copos também podem estar incluídos. Só os nomes parecem seguir um padrão, digamos, internacional: Have a Nice Beer, OnBeer, CluBeer, entre outros. “Nos Estados Unidos, o público associado é diferente e os clubes trabalham com grandes quantidades de garrafas por mês”, diz Alexandre Bratt, sócio do CluBeer.

Estimativas de especialistas do universo cervejeiro mostram que os cinco principais clubes do país dobraram de tamanho em 2012. Juntos, eles somam mais de 12 mil assinantes e têm um respeitável faturamento de, aproximadamente, 6 milhões de reais - que deve duplicar novamente em 2013, de acordo com estudiosos do setor. Embora a projeção de crescimento soe exagerada, os clubes parecem ter espaço de sobra para conquistar novos associados.


Um exemplo é o Clube do Malte, uma loja especializada em cervejas artesanais de Curitiba, no Paraná, que recebe 35 000 visitantes por mês e envia, periodicamente, informações e promoções para 15 000 pessoas. Desde 2011 a loja possui 20 tipos diferentes de kits que podem ser adquiridos pela internet, mas há apenas quatro meses foi criado o serviço de assinatura mensal, chamado de beerpack. Nesse período, conquistou quase 600 adeptos. Nos próximos meses, os esforços estarão concentrados em transformar os consumidores da loja em assinantes do clube. Outro mercado que todos buscam é atrair associados de cidades onde não existem empórios especializados em cerveja artesanal. “Os clubes são a opção mais acessível para quem mora longe das principais capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre ou Curitiba”, diz o importador Gilberto Tarantino.


Porém, o diferencial de cada clube está no que eles chamam de proposta de valor. Parece algo imperceptível, mas é parte da identificação do associado com o serviço. O Have a Nice Beer trabalha apenas com rótulos inéditos no mercado brasileiro. Para isso, o planejamento é realizado com cinco meses de antecedência – pode ser pela necessidade de importação ou pela produção de uma bebida especial com um fabricante nacional. Por outro lado, o CluBeer aposta na diversificação entre novidades e campeões de venda. O importante é montar uma seleção que tenha uma história, como neste mês de Páscoa. Em março, a belga Chimay, que já é conhecida no país, foi uma das selecionadas pelas especialistas em cerveja e sócias do clube, Kathia Zanatta e Cristiana Bratt.

O crescimento dos clubes acompanha a expansão das fabricantes de cervejas especiais no país. No ano passado, o mercado brasileiro conheceu aproximadamente 180 novos rótulos da bebida e ultrapassou a marca de 1000 rótulos diferentes à venda, entre nacionais e importados. Além disso, nove microcervejarias começaram a produzir com autorização do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Esses dois mercados criaram uma oportunidade de trabalho em conjunto: cervejas exclusivas para os clubes em parceria com as microcervejarias, em lotes de 1000 a 5000 garrafas. No final do ano passado, os associados da Have a Nice Beer receberam a Have a Nice Season, uma bebida de estilo belga preparada em parceria com as cervejarias cariocas Duas Cabeças e Mistura Clássica. A curitibana Bodebrown elaborou a Cerveja do Amor, com trigo e amora, para o CluBeer. E a também curitibana GaudenBier elaborou para o Clube do Malte a cerveja de estilo porter Chicago Blues. “A parceria com os clubes é estimulante para os mestres cervejeiros”, diz Eduardo Bier, sócio da Dado Bier, que prepara uma cerveja exclusiva para um clube que ainda não pode ser divulgada.

Com quase 14 bilhões de litros de cerveja produzidos por ano no Brasil, mais de 99,5% das vendas no país ainda são das tradicionais pilsen, a famosa "loira gelada". Tornar a cerveja artesanal com seus diferentes tipos e estilos conhecida é uma das principais missões dos clubes de cerveja, que se inspiraram na história da popularização do vinho. Há alguns anos, os amantes da bebida passaram a criar clubes para aumentar o conhecimento sobre o vinho. “Os clubes vão ajudar a inovar o mercado de cerveja no Brasil”, diz Rafael Borges, sócio do Have a Nice Beer. Mas, como toda novidade, muitos aventureiros imaginam ter tempo e conhecimento para administrar um clube em paralelo às atividades profissionais. Há custos envolvidos que só são conhecidos com o negócio em operação, como a aquisição das cervejas e a logística de entrega. O site de VEJA teve conhecimento de três clubes que abriram e fecharam as portas em menos de quatro meses no ano passado. Por isso, antes de se associar fique atento e busque informações porque toda a troca de dados é feita pela internet – do endereço ao pagamento, que pode ser cartão de crédito. Atenção é a melhor maneira de se unir a um clube e poder consumir, todos os meses, sem preocupação.

Fonte: http://www.paraiba.com.br/2013/03/03/38647-clubes-de-cerveja-dobram-de-tamanho-e-popularizam-bebida-artesanal

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

SENAC MG

Marco Falcone e Fabiana Arreguy
Marco Falcone e Fabiana Arreguy

O Senac de Minas Gerais acaba de contratar mestre-cervejeiro Marco Falcone, da Falke Bier, e a jornalista e somelier de cervejas, Fabiana Arreguy, do programa Pão e Cerveja, para elaborar um curso básico sobre o assunto. A instituição, que vinha sendo procurada por um público que já atua no ramo gastronômico em busca de conhecimentos sobre o setor, buscou no mercado especialistas que pudessem desenvolver o curso, bem como escrever o material didático a ser utilizado. Os nomes de Marco Falcone e Fabiana Arreguy foram apresentados ao Senac pela mestre-cervejeira e beer sommelier Cilene Saorin, representante da Doemens Academy no Brasil, como docentes formados na primeira turma de sommeliers pelo Senac SP/Doemens, em dezembro de 2010.

Na última semana, depois de dois meses de trabalho conjunto com os técnicos do Senac em Belo Horizonte, os dois especialistas entregaram o material completo para que o curso passe a ser oferecido pela instituição já a partir de março. A primeira turma, para a formação de corpo docente para as demais unidades do Senac em Minas Gerais, deve contar com o Marco e Fabiana como professores. Não está descartado o desenvolvimento de projetos maiores, ligados ao segmento, como cursos técnicos mais avançados.

Fonte: Site do Brejas/Docência do SENAC http://www.brejas.com.br/blog/26-02-2013/senac-mg-abrira-curso-basico-de-cervejas-13421/

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Wäls Briefing After Brew

Foi um bom momento. Não participei da brassagem mas entendo que foi meio canção de Chico Buarque cantando por Milton Nascimento - Cio da Terra.

Como comemoração à brassagem, Mr Oliver foi recepcionado pela Wals em sua sede rodeado de amigos que estão vinculados à cultura cervejeira. Foi realmente uma oportunidade de encontrar velhos amigos. Zazá foi o chef de cozinha - sempre bem atuante -  a banda BH Gypsy Jazz foi a descontração musical. Bonito também foi ver o Miguel e o Zé Felipe tocando saxofone! Não vou escrever muito, as fotos valem por sí só!



"Decepar a cana Recolher a garapa da cana/Roubar da cana a doçura do mel/Se lambuzar de mel".

domingo, 4 de novembro de 2012

Brooklin, Wäls e Vale Verde

REALIDADE: Produção de cerveja de caldo de cana em Minas Gerais
REALIDADE: Produção de cerveja de caldo de cana em Minas Gerais Em parceria com norte-americanos, cervejaria mineira quer explorar a matéria-prima para desenvolver lote de cerveja artesanal O grupo Vale Verde, especializado no segmento de cachaças e bebidas finas, anunciou que vai fornecer a matéria-prima para a produção da cerveja feita a partir de caldo de cana. O produto será fabricado pela cervejaria mineira Wäls, que atua no segmento de cervejas especiais, em pareceria com a americana Brooklyn Brewery, de Nova Iorque (EUA). A Vale Verde deve destinar a mesma cana-de-açúcar utilizada na produção de suas cachaças premiadas.

O novo produto ficará sob a responsabilidade do norte-americano Garrett Oliver, considerado uma das maiores autoridades do mundo em cerveja. Ele é o editor-chefe da prestigiada The Oxford Companion to Beer. No dia 10 de novembro, Oliver vai conhecer a fazenda da Vale Verde exclusivamente dedicada à produção de cana-de-açúcar, no município de Esmeraldas (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte.

A ideia é que ele veja de perto o canavial que oferece um dos melhores ‘brix’, o índice que mede o teor de sacarose da matéria-prima, que chega a 23% na região. O terroir possui um microclima perfeito para o cultivo da cana. De acordo com o sócio-proprietário da Wäls, Tiago Carneiro, a cervejaria que aproveitar a expertise da Verde Vale na produção de cachaça artesanal. “Nós buscamos no mercado uma cana de uma reserva especial, nobre que pudesse agregar qualidade e identidade na cerveja”, assegura.

A cerveja de cana, batizada Saison de Capipira, terá entre 6% e 8% de teor alcoólico e estará disponível no mercado a partir de dezembro na versão de 375 ml e a um custo médio R$ 15,00. Segundo Carneiro, o primeiro lote será de 2000 litros, parte da produção fica em solo brasileiro e a outra segue para público de Nova Iorque.

Fonte: http://www.ariquemesonline.com.br/noticia.asp?cod=286609&codDep=52

domingo, 28 de outubro de 2012

Cervejas, Brejas & Birras

 
 

Mauricio Beltramelli, criador do site Brejas e proprietário do Bar Brejas, lança em novembro seu primeiro livro pela editora LeYa "Cervejas, Brejas & Birras" - Um guia para desmistificar a bebida mais popular do mundo”. Um livro que ajudará tanto iniciados quanto leigos a descobrir tudo sobre os mais de 100 tipos de cerveja existentes no mundo, por meio de uma linguagem simples e divertida, como numa conversa de amigos entre um chope e outro.

Noites de autógrafos:
07/11 - Empório Alto dos Pinheiros, em São Paulo/SP
08/11 - Bar Brejas, em Campinas/SP
13/11 - Vila Dionísio, Ribeirão Preto/SP.
Todos os eventos serão abertos ao público.


Ficha Técnica
Título: Cervejas, Brejas & Birras – Um guia para desmistificar a bebida mais popular do mundo
Autor: Mauricio Beltramelli
Formato: 17 x 23 cm
Nº de páginas: 320
Preço: R$ 49,90
Fonte:
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