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segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Análise sensorial de cervejas

 Acerva Mineira efetua analise sensorial de cervejas com leveduras selvagens

Mensagem da ACervA Mineira 

"Sábado, 19 de outrubro, foi realizado uma Análise Sensorial das cervejas produzidas pelo @inctleveduras com apoio da ACervA Mineira (@acervamg) e da @mamathabrewery.

As cervejas Belgian Blond Ale e Weizenbock foram fermentadas por Saccharomyces cerevisae selvagem.

Esta levedura foi isolada em dorna de fermentação de cachaça pela UFMG no laboratório chefiado pelo Prof. Carlos Rosa.

A intenção da avaliação sensorial das cervejas, com sommeliers, cervejeiros e juízes BJCP, é divulgar a versatilidade da levedura e as características sensoriais que a levedura pode agregar à cerveja e também receber a avaliação de profissionais da área.

Agradecer a todos os presentes pela participação nesse projeto e em breve teremos mais."

Venha para a ACervA Mineira, associe-se!

👉https://acervamineira.com.br/como-se-associar

#inctleveduras #levedurasbrasileiras #cervejaartesanal
#acervamineira

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Confraria da Cerveja BH

A evolução da Confraria da Cerveja de Belo Horizonte 

A Associação de Cervejeiros Artesanais de Minas Gerais, a  ACervA Mineira surgiu por meio do movimento iniciado por um dos cervejeiros mais "antigos" que conheço da nova onda de cervejas artesanais - Rodrigo Lemos, que junto com mais 11 amigos em comum decidiram criar uma associação de produtores. Naquela época se chamava Confraria da Cerveja de Belo Horizonte. Tive o prazer de mandar confeccionar os primeiros e únicos 400 copos da confraria para fins de degustação.



Eis a palavra de seu presidente abaixo no que tange a uma convocação de "Assembléia Geral Extraordinária":

Oi pessoal! O Luiz Flávio pediu para avisar: a velha guarda vai se encontrar lá no Tasting Room da Wäls, sábado agora, 12:30 o'clock! Mesa já reservada com o Zé Felipe, quem quiser chegar antes pode e deve chegar, porque enche à beça lá! A partir de 11:00 da manhã tá valendo!

Todos estão mais do que convidados, MAS A PRESENÇA DA VELHA GUARDA É OBRIGATÓRIA, OK? :-)

Bora botar o papo, a cerveja e o joelho de porco em dia!

Abraços e até lá!

Rodrigo J. Lemos
Zitólogo e Beer Sommelier
(31) 9978-9713


segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Apreciar cervejas é muito bom!

Você sabe apreciar a sua cerveja?

Falar de cerveja no Brasil parece ser tarefa fácil quando se trata de um país tropical e apaixonado por uma gelada, não é? Mas a tarefa não é tão fácil assim não…
Por Gabrielle Mazzetti
No Brasil estima-se que existam mais de 200 microcervejarias concentradas nas regiões Sul e Sudeste. As cervejas artesanais atualmente já indicam 0,15% do mercado brasileiro. No ano de 2012 foram produzidos 13,7 bilhões de litros de cervejas no país, incluindo as industriais, o que representa 422 milhões a mais do que as produzidas em 2011.
Henrique Cesar Pires De Oliveira, escritor do livro Brasil Beer – O guia de cervejas brasileiras, um dos mestres cervejeiros mais requisitados do Brasil para montagem de cervejarias e elaboração de fórmulas de cervejas Evandro Zanini Sady Homrich baterista da banda Nenhum de Nós conversaram com a Residenciais e exploraram o mundo cervejeiro Brasileiro de outra maneira, convidando a todos a conhecerem um novo olhar sobre o assunto.
EvandroHenrique
Evandro Zanini e Henrique Cesar – Foto: Arquivo Pessoal
A “nova cerveja” que aparece nos dias de hoje no Brasil está formada pelo universo Tupiniquim das microcervejarias, diz Henrique. Com o olhar aliado a paixão do dono do negócio, as cervejas artesanais ou gourmets são elaboradas com muito critério, no intuito de encantar os olhos, o nariz e a boca dos clientes, que estão ávidos a curiosidades gastronômicas em torno da bebida.
Dicas e truques
As dicas que dou quando nos deparamos em frente a uma gondola são pelo menos três:
  • Leia o rótulo, valorize a garrafa. Atrás do rótulo está à história do fabricante, o porquê daquela cerveja, o que ele levou a produzir aquela iguaria. Entenda seu nome, o estilo de cerveja que ele está oferecendo a você. Isso vai mudar a maneira de apreciação.

  • Tenha em casa alguns copos especiais para receber a sua cerveja especial. A exemplo, cervejas de trigo, do estilo Weiss ou Weizen são servidas em copos longos, de topo abaulado para receber todo o creme e leveduras, partes integrantes da cerveja. Nesse copo se percebe bem os aromas característicos do estilo. Já as cervejas belgas “gostam” de copos baixos de bojos arredondados para concentrar melhor seus aromas.

  • Faça um pequeno ritual: Ao abrir a cerveja, escute o “ttsss” quando abrir a sua tampa veja a fumaça fria saindo do gargalo. Enxague bem o copo. Escorra bem a água, mas não seque com pano! Coloque o copo a 45 graus e deslize a cerveja. Veja a espuma se formando. Veja o gás se misturando com a espuma, linda. Quando o copo estiver na metade coloque-o de forma ereta e deixe o creme da espuma atingir o seu topo. Aproxime seu nariz, cheire normalmente (nada de cheirar forte, você ficará ofegante!). Associe os aromas com que estava escrito no rótulo, associe a experiências saborosas que você já passou.  Olhe para o copo, passe a mão, tirando o embaçado criado pelo frio. Veja o brilho da cerveja. Leve o copo a sua boca e sinta a textura da cerveja, seu amargor, o frio, o gás…! Meeeuuu Deus do Céu! Tim-tim!

  • Por fim…  Deixe sua cerveja na porta da geladeira. Nada de estupidamente gelada. Elementos muito frios devem ser muito ácidos ou muito doces, ou seja, sorvetudos! Cerveja não é sorvete. Assim como o vinho, trate a sua cerveja de acordo com a temperatura que ela merece. O rótulo normalmente indica a temperatura ideal de serviço.
 As melhores cervejas do Brasil e do Mundo 
No Brasil: Ave Cesar Export; Wals Petroleum;  Backer Medieval; Lund Hefe-Weizen; Falke Monasterium; Bodebrown Blanche de Curitiba; Way; Bierbaum; Bierland; Lund; Dama; Colorado; Invicta; Abadessa Emigrator; Bamberg Camila; Bierbaum Weizen Rauchbier; Seasons Green Cow;  Wäls Dubbel etc. Os brasileiros estão fazendo maravilhas dignas de prêmios nacionais e até internacionais .
No Mundo: Bosteels Deus; Samuel Adams Oktoberfest; Benediktiner Weiss; Meantime India Pale Ale; Lindemans kriek; Westvleteren 12; Brooklyn Chocolate Stout; Pilsener Urquell; Chimay Grand Reserve; La Trappe Blond; Augustiner Edelstoff; BrewDog Punk IPA; Brooklyn Silver Anniversary Lager; Evil Twin Femme Fatale Bret; Fantôme Saison; Fuller’s Vintage Ale.
 Harmonização
A cerveja tem versatilidade. Quer combinar cerveja com comida apimentada mexicana? E japonesa? Nessas situações provavelmente um vinho passaria por um belo de um aperto! Carnes brancas acompanham cervejas claras, mas leves e refrescantes. Carnes vermelhas gordurosas se dão bem com cervejas escuras, encorpadas, tostadas e torradas. As combinações são diversas e podem ser executadas por semelhanças ou diferenças; Já pensou em comer um mousse de chocolate amargo com uma cerveja Porter ou Stout? É simplesmente um espetáculo de harmonização!
Sady Homrich
Sady Homrich – Baterista da banda Nenhum de Nós e Burgomestre
Dicas de Degustação do Burgomestre:
- ao degustar um estilo desconhecido, procure alguma informação sensorial antes de tomá-la. É bom estar preparado para surpresas, já que existem quase 200 sub-estilos;
- cerveja barata não foi feita pra ser degustada, apenas pra ‘encher a cara’;
- sempre valorize a espuma: ela indica a saúde de sua cerveja.
Analise os 5 itens principais:
- aparência (espuma, cor e turbidez); - aroma (frutado, floral, resina. biscoito, caramelo, baunilha, café);
- sabor (amargo, doce, ácido, salgado e azedo); - sensação de boca (corpo, calor, retrogosto);
- equilíbrio final. (impressão geral da cerveja).
Não ostente nem esbanje. Os produtores das melhores cervejas são pessoas simples e apaixonadas. Converse, agregue brinde e desfrute!
Que a fonte nunca seque! 
- See more at: http://residenciais.org/2013/11/voce-sabe-apreciar-a-sua-cerveja/#sthash.8PmCk6ZS.dpuf

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Cerveja Weiss



Sextou: É hora de tomar uma cerveja!

Essa sexta-feira em minha casa, recebi com alegrias meu amigo Evandro Zanini, para degustarmos algumas cervejas do estilo Weizen.

Das maravilhas provamos algumas que merecem destaque. Saint Beer Hefe Weizen - uma surpresa: melhorou bastante desde então, Alba Weizen, Benediktiner Weissbier uma verdadeira obra prima de equilíbrio e complexidade do estilo. As cervejas de Juiz de Fora, Barbante Weiss (esse merece atenção na levedura e no controle - a amostra apresentava certa acidez) e Antuérpia de Trigo.

Tomamos também a cerveja Província Weizenbier em lata, executada pela mestre cervejeira Kátia Jorge e que ficou muito bacana.

Nesse intercâmbio cultural, recebi algumas levas da Cervejaria Casa do Fritz para análise. Fui um momento marcante para colocar o papo em dia. Sobre as amostras postarei comentários em breve.

Ave César!

Revista da Cerveja



Revista da Cerveja no Mondial de La Bière


Em pouco mais de um ano de existência, a Revista da Cerveja vem constatando e registrando o crescimento da cultura cervejeira no Brasil. Prova disso é o espaço cada vez maior do país no olhar cervejeiro internacional através de premiações, campeonatos e eventos. Um dos mais importantes é o Mondial de La Bière, que pela primeira vez terá uma edição brasileira no Rio de Janeiro, de 14 a 17 de novembro. Acompanhando este movimento, a Revista da Cerveja estará presente no Mondial com sua 7ª edição.

A 7ª edição traz na capa uma conquista que atesta este crescimento da cultura cervejeira: no III Campeonato Mundial de Beer Sommelier, realizado em Munique/Alemanha, a paulista Tatiana Spogis conquistou medalha de bronze. Você confere uma entrevista exclusiva com a beer sommelier falando sobre a experiência, além de uma conversa com Oliver Wesseloh, alemão que levou o primeiro lugar, e da cobertura completa do Campeonato.

A edição chega cheia de novidades. Tem a estreia da seção Bem Servido, com novidades de bares do país, trazendo um olhar sobre cartas cervejeiras, e o início de duas séries de reportagens: a primeira sobre consultorias, uma tendência no mercado nacional, e a segunda na seção Histórias Cervejeiras, com a Cervejaria Ritter de Porto Alegre abrindo a série sobre cervejarias que originaram a Continental.

Comemorando a passagem do IPA Day, a 7ª edição vem bastante lupulada: o beer sommelier da ABSC Rodrigo Tomasel traz a análise sensorial de dez IPAs nacionais e internacionais; no Fazendo Cerveja, a receita de uma IPA pelo beer sommelier da ABSC Marcelo Scavone, e a lupulomania no IPA Day Brasil 2013, em Ribeirão Preto/SP. A Fábrica da vez é a Cervejaria Bamberg, que coleciona prêmios no Brasil e no exterior. Harmonizando, o chef Ricardo Teruchkin e sua arte gastronômica que destaca o melhor de cada cerveja. E para quem está entrando agora no universo cervejeiro, a seção ABCerveja traz a beer sommelier Bia Amorim explicando as famílias cervejeiras.

Na edição você também confere um balanço da Brasil Brau 2013, evento que marca o cenário cervejeiro do país, e o resultado 1º Prêmio Brasil Brau de Gestão de Negócios em Cerveja – que trouxe para a Revista da Cerveja o 1º lugar da categoria Comunicação da Cultura Cervejeira. Além da presença de renomados colunistas, eventos, notícias, novidades e roteiros – tudo sobre o universo cervejeiro concentrado trimestralmente nas páginas da Revista da Cerveja. 

E aguarde: 2014 promete novidades!

Mais informações:
Letícia Garcia
(51) 3779.7094
redacao@revistadacerveja.com.br
facebook.com/revistadacerveja 

terça-feira, 27 de agosto de 2013

mestrecervejeiro.com


ACerva Mineira com Humberto Ribeiro Mendes: Episódio 67

Cervejas Degustadas (Somente Caseiras)

Saison

Cervejeiro: Rafael Reis
Teor Alc.: 6,8%
Origem: Belo Horizonte, MG.


Weissbier com Pé de Moleque

Cervejeiros: Kelvin Figueiredo
Teor Alc.: 4,8%
Origem: Belo Horizonte, MG.

Black Witbier

Cervejeiro: Carlos Henrique Vasconcelos
Teor Alc.: 5,2%
Origem: Belo Horizonte, MG.

Saison com Tamarindo

Cervejeiro: Kelvin Figueiredo
Teor Alc.: 6,0%
Origem: Belo Horizonte, MG.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Cervejaria Lund, Casa do Fritz e outras afins


Degustação de cervejas artesanais 

Fim de semana prolongado é bom por que é possível beber e descansar sem a preocupação de sair do lugar. Num momento como esse, nada mais bacana do que ter os amigos por perto para curtir. E nesse rítimo desacelerado que tivemos um tempo para degustar algumas das maravilhas do estilo Weizen elaboradas pelo meu amigo Evandro Zanini.

A primeira leva, desenvolvida pelo mestre cervejeiro, foram as cervejas de trigo da Cervejaria Lund (Ribeirão Preto) e Casa do Fritz (Penedo). A mostra incida que as cervejas estão no caminho certo do estilo e com um detalhe: feita sobre encomenda e desejo de cada empreendedor das marcas.

A Lund Hefeweizen, apresentou os aromas do malte e sobressaindo o gostinho do cravo. Já a Casa do Fritz lembra bem a cerveja Licher, uma cerveja Alemã com notas frutadas que destacam os aromas de banana. A cor também difere em ambos os casos. A perlage de ambas é intensa, o que se espera de uma cerveja de trigo, mostrando potência e refrescância.  Importante ressaltar o rótulo da Lund: Maravilhoso! A tampa na cor creme combinando com o rótulo no mesmo tom e parte baixa deste rótulo em roxo e a garrafa no estilo alemão deu charme ao produto.

Na sequência, experimentamos a Weizen da Kraemerfass, obra originária de Delfim Moreira, Sul de Minas. Tão boa quanto às demais. Pena que tínhamos apenas uma garrafa dessa iguaria! A potência dos sabores e aromas também marcaram essa cerveja, especialmente desenvolvida em conformidade ao desejo do empreendedor. Uma cerveja peculiar!

Em tempo: Escondida no meio da adega, achamos uma Brown Ale 2011 da Cervejaria Klein que estava refermentando na garrafa. Percebeu-se nitidamente a perda de potência decorrente de seu vencimento, mas boa parte da Brown estava ali, para o nosso deleite. Tivemos ainda no portfólio da degustação, a cerveja Extrema do Empório Biergarten, a ligth lager da Taberna do Vale (esta em barril), Stout da Klein Bier, entre outras.


Segue as fotos acima para celebrar o momento que foi muito gracioso.

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