Mostrando postagens com marcador Levedura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Levedura. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 21 de outubro de 2024

Análise sensorial de cervejas

 Acerva Mineira efetua analise sensorial de cervejas com leveduras selvagens

Mensagem da ACervA Mineira 

"Sábado, 19 de outrubro, foi realizado uma Análise Sensorial das cervejas produzidas pelo @inctleveduras com apoio da ACervA Mineira (@acervamg) e da @mamathabrewery.

As cervejas Belgian Blond Ale e Weizenbock foram fermentadas por Saccharomyces cerevisae selvagem.

Esta levedura foi isolada em dorna de fermentação de cachaça pela UFMG no laboratório chefiado pelo Prof. Carlos Rosa.

A intenção da avaliação sensorial das cervejas, com sommeliers, cervejeiros e juízes BJCP, é divulgar a versatilidade da levedura e as características sensoriais que a levedura pode agregar à cerveja e também receber a avaliação de profissionais da área.

Agradecer a todos os presentes pela participação nesse projeto e em breve teremos mais."

Venha para a ACervA Mineira, associe-se!

👉https://acervamineira.com.br/como-se-associar

#inctleveduras #levedurasbrasileiras #cervejaartesanal
#acervamineira

quinta-feira, 27 de junho de 2024

Cerveja rara e caseira do Egito


 Cervejeiro amador dos EUA recria cerveja egípcia de 3 mil anos

Inspirado em receitas do Egito Antigo, cervejeiro usa figos raros e fermento de 850 a.C. para criar a bebida

Durante a pandemia, Dylan McDonnell, um cervejeiro amador de Utah, nos Estados Unidos, teve a ideia de recriar uma cerveja inspirada em antigas receitas egípcias, utilizando fermento de 850 a.C.. A inspiração veio de Seamus Blackley, influenciador e designer de videogames, que fez pão com fermento egípcio de 4,5 mil anos. McDonnell decidiu tentar fazer o mesmo com cerveja. A reportagem é do The New York Times.

Recentemente, ele produziu uma cerveja âmbar que acredita ser a mais próxima do que Ramsés, o Grande, poderia ter bebido. Nos últimos anos, houve várias tentativas de recriar cervejas antigas, mas o americano foi além ao buscar ingredientes exatos que os egípcios usariam, fermentando-os com levedura antiga.

Enquanto o vinho é frequentemente associado à civilização greco-romana, “a cerveja era integral para as sociedades antigas no Levante e no antigo Oriente Próximo”, disse Marie Hopwood, estudiosa de cerveja antiga, em entrevista ao NYT. “Todos bebiam cerveja”, especialmente porque a água muitas vezes estava contaminada. Somente recentemente, a arqueologia da cerveja ganhou o respeito dado ao estudo do vinho, devido a preconceitos modernos.

Teor alcoólico menor e quente

A cerveja antiga teria menos teor alcoólico e era servida quente. Mulheres geralmente eram as responsáveis por fabricá-la. Limitado pelo trabalho e pela família, McDonnell levou mais de três anos para realizar sua ideia. Ele consultou o Papiro Ebers, um texto egípcio de receitas médicas de 1500 a.C., e encontrou cerca de 75 receitas de cerveja, compilando os ingredientes mais mencionados: tâmaras do deserto, mel de Sidra do Iêmen, figos sicômoros, passas douradas israelenses, bagas de zimbro espinhosas, alfarroba, cominho preto e incenso.

Figos sicômoros foram especialmente difíceis de encontrar. Mas, por sorte, a amiga Marika Dalley Snider, historiadora da arquitetura, encontrou uma família no Egito que cultivava esses figos há gerações. Para os grãos base, McDonnell escolheu cevada roxa egípcia e trigo emmer. Ele também procurou um fermento antigo, encontrando uma cepa extraída de uma ânfora em Israel usada pelos filisteus por volta de 850 a.C.

O fermento tem a capacidade de ficar dormente por longos períodos. As células em uma colônia dormente “ainda se comunicam”, disse Itai Gutman, fundador da Primer’s Yeast, que vende cepas antigas de microrganismos. Ele argumenta que a diferença entre o fermento antigo e o comercial é a mesma entre um lobo e um golden retriever. O fermento comercial cria um perfil de sabor mais previsível, enquanto o fermento selvagem é associado a sabores "off".

McDonnell ficou satisfeito com sua mistura histórica, que é inicialmente azeda, mas depois se torna mais complexa, com uma qualidade refrescante e parecida com a sidra. O sabor sugere damasco, com baixa carbonatação. Frequentemente perguntam a McDonnell como a cerveja se chama. Sem planos de vender a bebida, ele decidiu por um nome que reflete o perfil de sabor e suas origens: “Sabor do Sinai”.

Você beberia dessa cerveja? Ou seria capaz de produzi-la? Deixe o seu comentários abaixo e siga a gente no blog! Sua participação é fundamental para seguirmos nessa jornada cervejeira!

Fonte e saiba mais em: https://exame.com/pop/cervejeiro-amador-dos-eua-recria-cerveja-egipcia-de-3-mil-anos/

Foto realizada por IA

#pelosatelite #avecesarco #cervejarara #cervejaegipcia #egito

terça-feira, 24 de maio de 2016

Estudos técnicos cervejeiros


Leo Botto dá dicas para cervejeiros aprendizes


Oportunidade boa para quem que aprender mais sobre práticas cervejeiras, conheça Leo Botto, um mestre na arte da fabricação de cervejas artesanais, fundador da ACervA Carioca, e professor de diversos homebrewers. Atualmente é dono de um dos bares mais cobiçados em cervejas especiais, no Rio de Janeiro, na Praça da Bandeira, o Botto Bar.

Assista o vídeo, da Maria Cevada.








quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Grimor 18


Cervejaria Incofidentes lança cerveja com leveduras genuinamente nacional

Belo Horizonte – O mercado de cervejas artesanais do Brasil viveu um divisor de águas histórico com o lançamento da Grimor 18, rótulo mineiro que quebrou a dependência da indústria nacional em relação aos insumos importados.

A Engenhosidade Mineira foi desenvolvida pelos cervejeiros da Grimor, Paulo Patrus e Gabriela Montandon.  A Grimor 18 nasceu como uma resposta à busca por uma identidade legitimamente brasileira no copo. O projeto combinou a experiência técnica de Patrus naCervejaria Inconfidentes com o pioneirismo científico de Montandon, bióloga e doutoranda que dedicou quatro anos de pesquisa para isolar a primeira levedura comercial 100% nativa do país.

Até então, todas as fábricas brasileiras dependiam de microrganismos importados da Europa ou dos Estados Unidos.

O resultado dessa parceria foi uma clássica Belgian Blond Ale com DNA tropical. Entre as principais características do produto, inicia-se no visual: Coloração dourada límpida, com uma espuma branca, cremosa e persistente. No aroma são destacados notas frutadas e condimentadas. Já no paladar, a base maltada apresenta um final seco. O teor possui equilíbrio com seu amargor sutil.


A validação da levedura em solo belga elevou o patamar da pesquisa mineira. O lançamento da Grimor 18 provou que a ciência e a criatividade local são capazes de redefinir os rumos da bebida no Brasil.

Real Time Web Analytics