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segunda-feira, 10 de abril de 2023

Slow Brew Ribeirão 2023


Interior de Sampa celebra em Junho o Festival de Cervejas Slow Brew Ribeirão

Diferenciado dos demais festivais pela sua característica intimista, o Slow Brew Ribeirão® tornou-se uma tradição entre os cervejeiros. Cada edição é dedicada a um tema muito específico. Em 2023, a temática é: "As Paulistas: as melhores cervejas do Estado de São Paulo ".

Nesta edição serão apresentadas cervejas extraordinárias e diferenciadas exclusivas do Estado de São Paulo. Algumas dessas cervejas são reservas especiais e outras produzidas exclusivamente para o Slow Brew Ribeirão®. Chef renomados como Ronaldo Rossi, Dudu Quintela e cervejeiros, como o Mestre Evandro Zanini e outros profissionais do setor estão à frente da curadoria.

Para aproveitar de tudo que o festival propicia, tanto em termos de cervejas quanto a importância da gastronomia paulista para sua harmonização, a site do Slow Brew apresenta notas importantes como o propósito e o conceito do festival, o fundamento e os seus oito anos de história.

Este conhecimento interfere significativamente na participação do evento. Você pode aproveitá-lo melhor ao seguir as informações no site do evento. Slow Brasil: Dia 17 e 18 de junho em Ribeirão Preto.

Saiba mais em: https://www.slowbrewribeirao.com.br/home/

#slowbrew #pelosatelite #avecesarco #djjonesco

terça-feira, 12 de novembro de 2019

Cervejaria Pratinha e ZX Ventures

Cervejaria Pratinha agora é da ZX Ventures da Ambev



por Roberto Fonseca. 

A cervejaria Pratinha, de Ribeirão Preto, fechou um acordo com a empresa ZX Ventures, parte do grupo da multinacional cervejeira Ambev. O formato dessa relação (se compra total, parcial, criação de nova empresa ou outro modelo) não foi revelado por acordo de sigilo entre as partes.

Segundo José Virgílio Braghetto Neto, criador da Pratinha, "a cervejaria funcionará como hub de inovações". "Eu estarei capitaneando o processo. Isso se aplica a cervejas, outras bebidas e inovações de maneira geral, desde apps, AR, VR, data e outras tecnologias". A Pratinha, segundo ele afirmou, continuará normalmente com sua produção, e deve ainda abrir suas panelas para cervejeiros ciganos.

Este ano, a marca de Ribeirão lançou a Magic Booze, uma versão concentrada da PratIPA que deve ser misturada a água com gás. A Ambev adquiriu, em 2015, outra cervejaria de Ribeirão Preto,a Colorado. O ex-proprietário da marca, Marcelo Carneiro da Rocha, e Braghetto Neto são amigos de longa data.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Cervejaria em Ribeirão Preto

Cervejaria Walfänger inaugura quiosque no Ribeirão Shopping
A Cervejaria Walfänger inaugura, na próxima quinta-feira, 1, a primeira unidade fora do complexo da fábrica, em Bonfim Paulista. O novo ponto de venda da empresa, em formato de quiosque, será no RibeirãoShopping, em frente ao jardim suspenso e ao Centro de Eventos.
Diversos estilos típicos da Alemanha estarão disponíveis para degustação, além de um variado cardápio de petiscos que mesclam as gastronomias alemã e brasileira. “Cada vez mais as pessoas investem na degustação de cervejas artesanais puro malte, pois elas conhecem mais sobre este universo e entendem que o processo de fabricação artesanal e os ingredientes utilizados interferem diretamente no resultado final do produto, que apresenta uma qualidade superior às cervejas industriais mais populares”, comenta Caio Balieiro, sócio-diretor da Walfänger.
Além de difundir a cultura cervejeira, o quiosque da Walfänger, em Ribeirão Preto, será o projeto-piloto de um novo modelo de negócios da empresa: o sistema de franquias. De acordo com Baliero, a partir deste quiosque próprio, a empresa pretende abrir mais quiosques e comercializá-los como franquia, além de outras lojas físicas maiores, que também poderão ser montadas.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Choperia Pinguim Ribeirão Preto


Tradicional choperia Pinguim fecha as portas em Ribeirão Preto
Conhecida mundialmente pelo chopp tradicional, choperia Pinguim perde uma de suas unidades no município de Ribeirão Preto. A unidade localizada no shopping Santa Úrsula, no centro da cidade, deixou de funcionar no dia 31 de janeiro.
A choperia Pinguim continua de portas abertas em dois locais do município. O tradicional ponto, localizado no quarteirão paulista, e a franquia do Ribeirão Shopping continuam com seus trabalhos normais. Além da outra unidade em Belo Horizonte, Minas Gerais.
De acordo com Paulo Ferreira, proprietário das franquias, o motivo pelo fechamento foi dado pela movimentação baixa da loja no centro de compras central. "Tentamos ao máximo, no entanto, não foi possível que nosso estabelecimento continuasse nas instalações do shopping", afirma.
Mesmo com a decisão da empresa, ainda é possível se deliciar com o tradicional chopp Antárctica nas unidades do Pinguim da rua General Osório, 389, ao lado do Theatro Pedro II, ou no Ribeirão Shopping.
Fonte: Revista Revide http://www.revide.com.br/noticias/choperia-tradicional-fecha-portas-em-ribeirao-preto/

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Biergarten Ribeirão 7 anos

Biergarten: Empório & Bar
Biergarten de Ribeirão Preto completa 7 anos em plena atividade

Retransmito com muita satisfação as palavras do amigos Marcelinho e Gabriela;

O sete é o número natural que segue o seis e precede o oito. São as 7 maravilhas do mundo, o número 7 da arte e das notas musicais,  das virtudes humanas e dos pecados capitais, das cores do arco íris, dos mares (de cerveja), dos Power Rangers e das esferas do dragão.

Depois de 25.554 dias, olhamos para trás e vemos: um dia, no balcão do nosso bar predileto, um guardanapo desenhado com um simples plano de negócio. Uma ideia, um sonho e muito empenho para, em 3 meses, inaugurar a "lujinha". Sim, nosso Biergarten: Cultivando Prazeres, aquele de 17m2, com 68 rótulos. Antes fomos pedir a benção ao nosso papa cervejeiro e ganhamos nossa primeira geladeira, uma Antoine belga, que era de um dos primeiros bares especializados de um certo Xavier  que tinha fechado.  Já pensou que inauguramos com um bistrôzinho e três banquetas? Nossa clássica mesa comunitária veio depois.

O tempo passou, rompemos a estatística brasileira e comemoramos nosso primeiro ano e com ele nossa primeira Oktoberfest. Uma festa simples, com poucas chopeiras e muito animada. Essa animação era garantida por um quinteto de sopro tocando musiquinhas alemãs.

Esse Sr. Tempo é impetuoso e foi passando. E a "lujinha" foi crescendo, quebramos o limite e anexamos mais dezessete metros quadrados com mais mesas, geladeiras (que ninguém podia mexer) e mais 5 torneiras de chope. De gole em gole, de sarau em sarau, as coisas foram mudando. O sarau acabou, o Finado João surgiu e com ele, o som estava garantido no BGT.

Mas ficar igual por muito tempo para nós não é uma opção aceita: queríamos mudar, deixar de ser "a lojinha do Mercadão", para ser um bar! Éramos um bar sem cozinha, onde você podia ir andar pelo Mercadão e voltar com sua bandeja de queijos, castanhas e pastéis. Queríamos fazer o nosso pastel, ter o nosso cheiro de gordura, ter mais mesas, mais espaço e mais geladeiras - agora essas, ninguém mais além de nós iriamos mexer! Como poucos sabem, essa foi a "piadinha interna" em muitas outras geladeiras cervejeiras da cidade.

Resolvemos crescer, comemos o pão que o diabo amassou em uma reforma que esse estendeu por longos e quase infinitos 120 dias. Incompetência ou não, nunca contrate o BOB construtor. Com todos os desafios durante a reforma, o Biergarten (BGT) voltou a ficar com 17 metros. E meses depois abrimos o Biergarten: Empório & Bar que somos agora. E como não sabemos ficar quietos, já é hora de mudar!

O universo cervejeiro brasileiro mudou muito nestes 7 anos, Ribeirão Preto deixou de ser a capital do chope para ser o polo cervejeiro do país com 6 cervejarias, de dois ou três cervejeiros caseiros para um número que nem a ACervA deve saber. Falando nisso, nós sabemos dos 40 primeiros que fizeram o curso com o Leonardo Botto em 2009.

Não vivemos do passado e sim, temos orgulho dele!
Amigos do Biergarten

Com esse orgulho agradecemos aqueles que passaram em nossas mesas e balcão: uma, duas , três vezes e mais ainda aqueles que voltam sempre. Destes tantos, alguns hoje fazem parte da nossa vida, temos um vínculo de afeto, de amizade, de cumplicidade e de amor.  Acompanhamos casamentos, viagens, gestações, nascimentos e vemos, ano após ano, os filhos dos nossos amigos crescendo junto com o nosso filho Biergarten.

Refletindo, achamos que acertamos mais do que erramos, que agradamos mais que desagradamos. Não somos santos e nem pretendemos ser. Trabalhamos honestamente e seguimos nossos conceitos e convicções, onde sim é sim e não é não, sem saideira e chorinho. Abrimos as portas para o mercado de hoje, onde você pode beber uma boa cerveja em quase qualquer lugar, participamos ativamente do que hoje é esse mundaréu de cervejeiros caseiros, bebemos das primeiras produções de quase todas as cervejarias da cidade. Estamos aqui para ficar mais 7 anos. Ou mais.

Que venha o oitavo ano e hoje é dia de comemorar!

Parabéns, Biergarten! Sete anos cultivando prazeres!

sábado, 30 de maio de 2015

Cervejarias de Ribeirão Preto


Cervejas artesanais influenciam novos hábitos de consumo da bebida

por Taiga Cazarine (G1 Ribeirão-Franca)
O mercado de cervejas artesanais em Ribeirão Preto (SP) desperta o paladar dos fãs da bebida e atrai o interesse de pessoas que antes ignoravam seus prazeres. A variedade de produtos tem conseguido mudar o padrão de consumo e as escolhas dos consumidores. Dessa forma, boa parte do público já tem modificado os hábitos de forma quase que natural, bebendo menos, mas bebendo melhor.
Outra mudança é o flerte para novos empreendimentos no setor. De olho nas novidades, empresários apostam em produções inusitadas como alimentos, que levam cerveja em sua composição, e na fabricação de bebidas por meio do crowdfunding - financiamento coletivo.

Segundo o empresário Walter Soares, da Guilda GIV, o que acontece atualmente no mercado brasileiro de cervejas é o que ocorreu no mercado de vinhos no país nos anos 1980. Soares diz que, na época, havia vinhos populares, como o Chapinha e o Sangue de Boi, e que todos eram doces e muito parecidos. Até que opções de importados começaram a ganhar mercado. “De repente, as pessoas começaram a se interessar por aquilo e era chique, era nobre. Hoje, brasileiro consome um volume de vinhos importados de todas as nacionalidades, e o Brasil é um dos principais mercados mundiais em consumo de vinho de alto valor de rótulo”, afirma.
A história do sommelier e dono do Empório Toscana, Almir Tavares, confirma a fala de Soares. Ele diz que apostou suas fichas no vinho, no entanto, a cerveja especial tomou conta da casa. Segundo Tavares, 60% dos produtos da loja são bebidas alcoólicas, e desse montante, 60% são cervejas, sendo as artesanais as mais procuradas pelos clientes. “Na época de calor, minha venda em cerveja chega a ser 70% da venda total da loja”, explica.
O sommelier Almir Tavares diz que há uma curva no perfil dos consumidores de cerveja (Foto: Taiga Cazarine/G1)O sommelier Almir Tavares diz que há uma curva no
perfil dos consumidores (Foto: Taiga Cazarine/G1)
No entanto, o mercado brasileiro ainda está em crescimento. Um dos idealizadores do crowdfunding Social Beers, Matheus Franco, faz uma comparação ao mercado americano, o maior do mundo em produção artesanal. Ele diz que nos Estados Unidos abrem, em média, uma e meia cervejaria artesanal por dia. Portanto, a quantidade em produção lá é muito maior que a brasileira, mas que a região de Ribeirão Preto tem uma economia muito grande e potencial de gerar renda. “O mercado ainda é um bebezão, isso porque temos muita dificuldade com a legislação. É tudo engessado. Produzir em um bar é complicado, ninguém sabe como funciona e os fiscais não sabem bem o que autorizar ou se podem autorizar. Em algum momento temos que solucionar esse dilema. Acho que para crescer o mercado artesanal, tem que crescer o mercado do cervejeiro amador. Sou otimista. A longo prazo, vamos reunir forças e conduzir melhor”, afirma.
Para um dos donos do brewpub Weird Barrel em Ribeirão Preto, Rafael Moschetta, o boom de vendas ainda não aconteceu. Ele acredita que o movimento está começando a ganhar força, mas que ainda há muito espaço para crescer. Segundo Moschetta, o Brasil ainda está no primeiro estágio e a cada dia surgem mais pessoas interessadas em entrar no mercado, sendo que muitas delas não possuem bagagem empresarial no setor. “É um processo em cadeia que aumenta o mercado na cidade e, eu acho que, se a prefeitura resolver olhar pra isso como um grande potencial de atração turística e ver que Ribeirão tem esse potencial do turismo cervejeiro altíssimo e resolver investir nisso, então a cidade conseguirá trazer de volta essa marca de cidade cervejeira do Brasil, mas precisa de apoio público. Não dá só para os empresários fazerem isso”, afirma.
Rafael Moschetta e João Becker, da Weird Barrel, em Ribeirão Preto, SP (Foto: Taiga Cazarine/G1)Rafael Moschetta e João Becker, da Weird Barrel, em Ribeirão Preto, SP (Foto: Taiga Cazarine/G1)
Os profissionais afirmam que a falta de incentivo impede o crescimento do mercado. Se houvesse alterações, aumentaria a produção com a abertura de mais cervejarias. “O imposto mata a cervejaria artesanal, porque a cerveja é vista como bebida alcoólica e acham que haverá malefícios, o que não é verdade, porque ela vai custar, pelo menos, o dobro do valor de uma padrão. O governo tem que olhar isso de forma diferente, todas as autoridades”, afirma Franco.
Sem contar que, segundo os especialistas, para os bebedores de artesanais existe um lema: ‘Beba menos, beba melhor’. Para os profissionais, quando se bebe melhor, naturalmente se consome menos. Os consumidores passam a apreciar e beber porque gostam, e não apenas para socializar. “O que tem que se levar em consideração é que a cerveja é também uma bebida nobre, ela não é para qualquer tipo de público, a qualquer momento. Ela merece um lugar melhor do que ela está hoje”, diz Danhone.
Para Moschetta, a cerveja é para ser celebrada, mas a sofisticação não é uma premissa. “Nosso posicionamento [de abrir um pub com temática de pirataria] não vai agradar todo mundo, mas o que a gente está questionando é a sofisticação em excesso. A cerveja tem que ser valorizada sem ser ‘afrescalhada’, e tem que ser brindada em conjunto. Você pode tomá-la sozinho, mas não acho que é para isso que ela nasceu”, afirma.
O blogueiro Fabrício Santos, do blog Full Pint, um dos mais acessados no Brasil (Foto: Rogério Volgarine)O blogueiro Fabrício Santos, do blog Full Pint, um
dos mais acessados (Foto: Rogério Volgarine)
Descobridores de cervejas
Contudo, a região de Ribeirão Preto está à frente de outras e, para os empresários, a mudança de comportamento do consumidor é visível e ocorre de forma natural. Para Tavares, existem alguns perfis de consumidores: tem a pessoa que é sedenta por novidades e tem o público que já sabe a que veio. O sommelier diz que há uma demanda crescente de pessoas começando a provar a bebida. Segundo ele, o consumidor começa a se interessar pelo produto artesanal e, em um ano, não toma mais as cervejas mainstream - de grandes marcas, o que caracteriza uma curva. “O público que já sabe o que quer é o melhor para mim, porque se eu depender de trazer novidades, não me sustento. Nessa questão da curva, tem o Francisco, um chileno que trabalhou aqui. Ele gostava de sentar e tomar uma caixa de cerveja, e em quatro meses diminuiu o ritmo. A grande sacada é quando você perde o hábito de beber rápido e procura aroma e sabor”, explica.
Até os anos 1990, existiam os bebedores de uma marca e bebedores de outra. Todos consumiam um só estilo, mas um bebia Brahma, o outro Antárctica, Skol, e elas tinham diferenças entre si no paladar, conta Soares. Atualmente, não há diferença alguma entre elas, e é aí que o movimento das artesanais ganha força, atraindo pessoas que buscam algo diferente. “Havia um estilo e várias marcas. Hoje, a gente tem vários estilos e poucas marcas, mas temos opções, um pouco mais de liberdade para escolher o que você quer beber.”
De acordo com o empresário da Guilda GIV, Gustavo Danhone, toda pessoa que começa a tomar uma cerveja diferente, começa pela pilsener. O próximo estágio é consumir as bebidas de trigo, tidas como mais encorpadas. Em seguida, o consumidor descobre as cervejas belgas, mais adocicadas e aromáticas. “Ele pensa: ‘nossa, isso não pode ser cerveja!’, no caso da Tripel Karmeliet, todos ficam impressionados. O primeiro dado de que seu paladar está evoluído é quando você começa a gostar de amargor. Nesse momento todo mundo vira hophead [com mania de lúpulo]”, explica.
Provar cerveja não é mania só dos jovens. A degustadora Lucia Del Lama, de 58 anos, experimenta a bebida desde os 25 anos. Lucia conta que o que mais a atrai é o fato da cerveja estar sempre presente em reuniões e comemorações de amigos e familiares.
O professor de literatura Melécio Junior, de 45 anos, diz consumir cerveja em primeiro lugar pela qualidade, pelo trato dado ao produto até chegar ao consumidor, desde a produção, passando por envasamento, rotulagem, além da relação custo-benefício, que é muito positiva. Ele também considera, assim como os empresários, que o mercado pode se tornar melhor se o governo olhar com mais respeito pelo universo dos produtos artesanais e repensar os impostos incidentes sobre essa categoria e insumos em geral.
Matheus Franco, do crowdfunding Social Beers (Foto: Taiga Cazarine/G1)Matheus Franco, do crowdfunding Social Beers
(Foto: Taiga Cazarine/G1)
Mais empreendedorismo
Mais do que formar um novo mercado e mudar o perfil dos consumidores, as cervejas artesanais também trouxeram produtos e empreendimentos inovadores, como é o caso da
Social Beers, que surgiu como um crowdfunding. Funciona desta forma: os empresários elaboram a receita e o conceito do produto e lançam no site. Quanto mais o consumidor compra em litros, mais prêmios ele ganha, como camisetas e canecas. Se as compras não atingem a quantidade mínima de produção em determinado limite de tempo, a cerveja não é produzida.
O empreendimento foi fundado em abril de 2013 e teve cinco produções de sucesso em um ano, sendo que três deles foram pedidos de terceiros. “A cerveja ‘Sexta-feira’ foi a primeira, lançada no dia 21 de fevereiro com data limite para 17 de março, com mínimo de mil litros para ser produzida. Em 20 dias, bateu a meta e produzimos 1.270 litros, com o total de 494 participantes. O número só aumentou com o tempo”, conta Franco.
Surgiram também a rede social Bier Society, as festas especializadas, como o Slow Brew Brasil, o IPA Day, produtos como sabonetes, sorvetes e até molhos feitos com cerveja.
A chef de cozinha e dona da Casa de Criações Culinárias, Sabrina Gali, desenvolveu os pães EYB, sigla em inglês para ‘Eat Your Beer’, em português ‘Coma Sua Cerveja’. Os produtos estão à venda sob encomenda. Como existe uma infinidade de pratos, sobremesas e pães que podem ser preparados com estilos diferentes de cerveja, o cliente também pode pedir o orçamento de alguma receita ou preparação que não conste no cardápio. A partir de uma quantidade mínima, o produto será desenvolvido de acordo com o pedido. “Sempre gostei de fazer pães em casa, para meu consumo próprio mesmo, e em um evento de harmonização com cervejas, sugeri fazermos os pães que seriam servidos com a própria cerveja que seria usada para harmonizar. Foi um sucesso, e a ideia foi crescendo, até que virou uma marca e uma linha de produtos”, diz Sabrina.
Um dos cinco blogs mais acessados do setor no Brasil é de Ribeirão Preto. O Fullpint fez cinco anos em abril e surgiu da vontade de Fabrício Santos compartilhar e registrar as cervejas que degustava. Para o blogueiro, o mais importante é passar informações corretas aos leitores, afinal, por meio do blog, Santos começou uma confraria, que hoje já tem membros mais conhecedores do que ele mesmo.
Santos ressalta que há necessidade das pessoas e as mídias darem visão aos blogs de cerveja. “Queria que entendessem que a melhor maneira de se atualizar é com quem se atualiza todo dia. Não vivo do blog, mas me dedico ao máximo para que tenha sempre algo relevante e interessante a passar. Gosto de cliques, mas respeito muito mais quem clica. Todos hoje são muito instruídos, sabem o que querem e onde procurar. E eu acho o máximo estar à frente, ajudando a trilhar o caminho da cerveja artesanal no Brasil”, diz.
Carolina Okubo, trabalha no controle de qualidade da Cervejaria Invicta (Foto: Taiga Cazarine/G1)Carolina Okubo, trabalha no controle de qualidade
da Cervejaria Invicta (Foto: Taiga Cazarine/G1)
Elas entendem de cerveja
O setor também está mudando a forma de ver as mulheres. Muitas profissionais renomadas mostram que mulher pode entender e fazer cerveja tão bem quanto os homens. Só na Cervejaria Colorado em Ribeirão Preto são duas - a supervisora de produção Fernanda Ueno e a supervisora do controle de qualidade Fernanda Reche.
Na Cervejaria Invicta, o controle de qualidade é feito pela engenheira de alimentos, Carolina Okubo. “Ainda tem preconceito, acham que o trabalho de uma mulher cervejeira não será tão eficiente como de um homem, mas é sim. Ao mesmo tempo que cobram demais, por ser um mundo ainda muito masculino, eles esperam menos”, conta Ueno.
Outras mulheres que dominam o mercado são a beer sommelier Carolina Oda, que já passou na cidade para realizar uma das aulas do curso Science of Beer, coordenado pela também engenheira de alimentos e sommelier de cervejas, Amanda Felipe Reitenbach. “Ribeirão Preto surgiu como uma excelente oportunidade. A cidade já tem uma cultura cervejeira em desenvolvimento há mais tempo que muitas capitais do país, e conta com cervejarias reconhecidas nacional e internacionalmente. Em um contato com o Rodrigo Silveira, da Cervejaria Invicta, ele me falou de sua ideia de trazer o Sommelier de Cerveja para a cidade (na época já estávamos divulgando a primeira turma em Florianópolis). Formamos duas turmas de Sommelier de Cerveja na cidade e pretendemos voltar a Ribeirão em 2015.”

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Cerveja Benedita

Jornalistas lançam segunda edição de cerveja 
com "furrundu"


Movido por paixão pela bebida, hobby começou em 2012; agora, bebida vai entrar em escala comercial

PRISCILLA VILELA
Da Redação

Os amantes de cerveja artesanal de Cuiabá, a partir de fevereiro próximo, terão a oportunidade de começar a provar a cerveja “Benedita”.

De sabor um tanto exótico, a marca, idealizada pelos jornalistas Anselmo Duarte e Rodrigo Vargas, após dois anos de criação, começa finalmente a atingir escala de comercialização para que todos cuiabanos possam experimentar o que, até agora, somente amigos próximos e familiares dos criadores já puderam constatar: furrundu e malte combinam, sim.

O furrundu, doce popular cuiabano composto com rapadura e mamão, é a matéria-prima que dá o sabor diferenciado da Benedita para a fórmula oficial, que será colocada nas prateleiras de mercados.

De classificação Stout, a cerveja é mais encorpada, cremosa, com bastante espuma, ou como dizem Anselmo e Rodrigo, "de personalidade".

A marca Benedita, aliás, é totalmente pensada em traduzir uma faceta da personalidade cultural cuiabana, passando pela gastronomia, história e valorização de produtores da terra.

O furrundu que "dá a vida" a cerveja, por exemplo, é produzido por uma doceira conhecida da região, a Dona Eugênia, que fabrica seus doces caseiros em sua própria casa, no tradicional Ribeirão do Lipa, na região do Santa Rosa.

“Nossa maior intenção era fazer uma cerveja que valorizasse a culinária, a história e a cultura de Cuiabá. Além disso, tem o fato de que a Benedita faz girar aqui uma espécie de rede, porque o furrundu que usamos para a fabricação é todo feito aqui. A viola de cocho de embalagens especiais é feita por um artesão da cidade também. Tem essa questão da valorização cultural”, afirmou Anselmo.

Como não há fábrica própria ainda, a Benedita está sendo feita em Ribeirão Preto (SP), pela Invicta, e distribuída pela empresa Células Distribuidora.

Quem quiser mais informações sobre a Benedita, pode acessar a página da marca no Facebook: www.facebook.com/cervejabenedita.

Para saber onde será vendida a bebida, basta ligar na distribuidora Única, no telefone 
(65) 8449-9393.

Foto: Rodrigo Vargas

quinta-feira, 20 de março de 2014

Walfänger Ribeirão Preto

Ribeirão vai ganhar nova cervejaria gourmet

A inauguração deve acontecer no segundo semestre, em Bonfim Paulista

20/03/2014 - 09:55


Ribeirão está prestes a ganhar uma nova cervejaria gourmet. A Walfänger vai
reunir fábrica e um pub de degustação para 120 pessoas. A inauguração 
deve acontecer no segundo semestre. Sediada em Bonfim Paulista, a 
Walfänger irá, inicialmente, dedicar-se a três tipos de cerveja: Weiss, Bock e Helles.
O projeto da Walfänger é assinado pelo arquiteto Marcos Cotrim e vai
 ganhar mesas e cadeiras feitas à mão e talhadas na Indonésia. Segundo
o sócio-proprietário, Diego Lapparo, a ideia é levar uma experiência afetiva
aos visitantes, que terão um espaço aconchegante para passar bons
 momentos com os amigos.
Fonte: http://www.jornalacidade.com.br/social/giro/NOT,2,2,934973,Ribeirao+vai+ganhar+nova+cervejaria+gourmet.aspx

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Cervejaria Lund


Cervejaria Lund de cara nova

Bacana visitar os amigos! Estamos com novas idéias, vida nova! Nova logomarca, novos estilos de cervejas, sem perder o tino comercial e industrial da família empresária, comandada pelo sr. Yussif. 

E dessa forma não deixaria para trás de registrar os bons momentos do dia! Um brinde!



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Empório Biergarten 5 anos

Desejo e afirmação de que daria certo: Esse é o Biergarten de Ribeirão Preto!

Retransmitimos as palavras de nosso amigo e camarada Marcelo, com muito louvor e desejando antecipadamente os parabéns! Gabi e Marcelo tudo de bom!

"Pensando em tudo que já fizemos e no que somos hoje, podemos dizer que realizamos muitas coisas e temos uma história já bonita de contar.

Há 5 anos, no dia que abrimos nossa pequena lojinha, que tinha tanto cerveja quanto jardinagem - porque não sabíamos como seria o mercado e nem se teríamos público para tomar as cervejas "diferentes" com as quais trabalhamos até hoje -, não sabíamos onde estávamos nos metendo. Foi o dinheiro que seria usado para o nosso casamento, foi o sonho de ter um negócio próprio, foi a vontade de ter cerveja com preço mais acessível e mais possibilidades de escolha. Foi a paixão por beber com amigos.

Fomos pioneiros. Como nós, só nós. A bagagem que nos levou a montar o Biergarten com tantas prateleiras e tanta variedade de cervejas, veio nas fotos que voltaram da Bélgica. Ainda não havia nada parecido no Brasil. Padarias, restaurantes, rotisserias em São Paulo, que visitamos antes de decidir a abertura de nosso espaço, vendiam cervejas especiais. Mas uma casa especializada? A nossa foi a primeira. E estamos no interior, veja só.

E no estouro do interesse do brasileiro por cervejas especiais, estávamos lá, explicando o que era a cerveja diferente das convencionais, mostrando e aprendendo como beber. Fizemos muitos amigos na jornada - desafetos também, por termos sempre a mesma postura e opinião em relação a atendimento, a beber cerveja, a preços, a trabalho justo.

Não é fácil. Todos os dias é um novo aprendizado, todo dia uma pessoa diferente no balcão pra saber a diferença de ale e lager e sobre aquela tal lambic. São cinco anos falando de cervejas todos os dias.

E o Biergarten foi crescendo: do primeiro para o segundo ano, chopeiras. Do terceiro para o quarto ano, expansão, cozinha. E nesse meio tempo, muita gente começou a fazer cerveja em casa e muitas delas experimentamos em nosso espaço: promovemos cursos com o Botto (já faz tempo...), incentivamos amizades cervejeiras - hoje, grupos de amigos que começaram no Biergarten continuam fazendo cervejas juntos, bebendo bem.

A vida que é assim: a cerveja sempre une, mesmo que seja por um breve período de um copo. Temos orgulho de participar disso tudo em Ribeirão Preto e poder dizer que fazemos um trabalho honesto, de formiguinha e de batalhadores - porque quem está no meio sabe que o mercado não é fácil e que é preciso manter o pé no chão pra manter as portas abertas.

São 5 anos de muito trabalho e de muitas recompensas. Aqui, o nosso muito obrigado por participar de nossa história - seja da forma que for. Você nos ajudou a sermos o que somos hoje. Seja bebendo, seja fornecendo cervejas, seja trocando experiências, seja criticando.

Obrigado! E que tenhamos fôlego para muitos anos mais!

Vamos bebemorar!!!!

Gabi e Marcelo".

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

IPA Day Brasil 2013

IPA Day Brasil atrai 1,4 mil fãs da cerveja amarga

Foram 1.400 pessoas prestigiando o momento em Ribeirão Preto. Foram 11 cervejarias e 22 cervejas do estilo India Pale Ale e suas variações. A organização teve a participação da Cervejaria Colorado, que segundo o próprio público presente a organização foi nota 10!

 Com cerveja tinha-se a boa gastronomia que variou entre os sanduíches da Komburguer e as deliciosas coxinhas do Vila Dionísio. Uma barraquinha de churros de doce de leite também estava por lá amaciando as gargantas amargas de tanto lúpulo. O Rock and Roll foi a parte sonora do evento, já munidos de muito aroma e sabor.

O copo foi algo inusitado e um tanto quanto estranho. Um vidro de maionese! Vai entender...

Mais informações e Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/blogs/bar-do-celso/ipa-day-brasil-atrai-cerca-de-14-mil-fas-da-cerveja-amarga/

Foto: Edson Carvalho Jr.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Lund Weizen

Cervejara Lund lança no kit de cervejas

Chegou em boa hora! Às vesperas do Natal e do Ano Novo é aquele corre-corre para comprar um presente para os amigos, não deixando passar batido a data tão aclamada. E para salvar aqueles que querem presentear os seus entes queridos com uma cerveja especial, a Cervejaria Lund, de Ribeirão Preto, lançou o Kit Tulipa e Garrafa da sua cerveja Weizen, feita com  maltes de trigo e cevada.

A embalagem da Lund ficou muito bonita e delicada que, na melhor das hipóteses dispensa até papel de presente!

Enfim, nada melhor que um bom presente composto de um belo copo e uma excelente cerveja, feita com muita paixão e critério de qualidade.

Encomendas:
Cervejaria Lund
Rua José Roberto Vittorazzi, 325.
Ribeirão Preto - SP
Tel.: (16) 3621 5915
http://www.cervejarialund.com.br/

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Biergarten Ribeirão


Reenviamos este email porque temos mais um patrocinador confirmado e não podemos omitir informação, não é mesmo?

A festa está quase aí! Vamos mandar confeccionar as camisetas - cada uma é feita especialmente para cada convidado e por isso não podemos mais esperar! Portanto, você que ainda não decidiu, tem até amanhã para ir até o Biergarten e confirmar sua presença.

Para quem já confirmou:

Dia 27 de outubro, a partir das 16h, no Espaço Festa S.A.
Rua Maestro Ignácio Stábile, n° 99
Próximo à Pres. Vargas, na rua da antiga Churrascaria Ribeirão

Veja o mapa: http://goo.gl/maps/C2kJF

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Cervejaria Lund, Casa do Fritz e outras afins


Degustação de cervejas artesanais 

Fim de semana prolongado é bom por que é possível beber e descansar sem a preocupação de sair do lugar. Num momento como esse, nada mais bacana do que ter os amigos por perto para curtir. E nesse rítimo desacelerado que tivemos um tempo para degustar algumas das maravilhas do estilo Weizen elaboradas pelo meu amigo Evandro Zanini.

A primeira leva, desenvolvida pelo mestre cervejeiro, foram as cervejas de trigo da Cervejaria Lund (Ribeirão Preto) e Casa do Fritz (Penedo). A mostra incida que as cervejas estão no caminho certo do estilo e com um detalhe: feita sobre encomenda e desejo de cada empreendedor das marcas.

A Lund Hefeweizen, apresentou os aromas do malte e sobressaindo o gostinho do cravo. Já a Casa do Fritz lembra bem a cerveja Licher, uma cerveja Alemã com notas frutadas que destacam os aromas de banana. A cor também difere em ambos os casos. A perlage de ambas é intensa, o que se espera de uma cerveja de trigo, mostrando potência e refrescância.  Importante ressaltar o rótulo da Lund: Maravilhoso! A tampa na cor creme combinando com o rótulo no mesmo tom e parte baixa deste rótulo em roxo e a garrafa no estilo alemão deu charme ao produto.

Na sequência, experimentamos a Weizen da Kraemerfass, obra originária de Delfim Moreira, Sul de Minas. Tão boa quanto às demais. Pena que tínhamos apenas uma garrafa dessa iguaria! A potência dos sabores e aromas também marcaram essa cerveja, especialmente desenvolvida em conformidade ao desejo do empreendedor. Uma cerveja peculiar!

Em tempo: Escondida no meio da adega, achamos uma Brown Ale 2011 da Cervejaria Klein que estava refermentando na garrafa. Percebeu-se nitidamente a perda de potência decorrente de seu vencimento, mas boa parte da Brown estava ali, para o nosso deleite. Tivemos ainda no portfólio da degustação, a cerveja Extrema do Empório Biergarten, a ligth lager da Taberna do Vale (esta em barril), Stout da Klein Bier, entre outras.


Segue as fotos acima para celebrar o momento que foi muito gracioso.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Antarctica de Ribeirão

Prédio da primeira fábrica de cerveja de Ribeirão Preto será shopping

A primeira fábrica de cerveja instalada em Ribeirão Preto (SP) dará lugar a um shopping até dezembro de 2014, anunciou na terça-feira (19) um grupo de acionistas de Goiás e São Paulo em evento com participação de autoridades municipais.

Estimado em R$ 300 milhões, o complexo do grupo Buriti ficará em um prédio desativado da Avenida Jerônimo Gonçalves, na Vila Tibério, onde funcionou Cervejaria Antarctica, fundada em 1911 e que ajudou a cidade a ficar conhecida como a “Capital do Chope”.

Além de estabelecimentos comerciais, o complexo com 55 mil metros quadrados abrigará um hotel e um empreendimento imobiliário com apartamentos residenciais e salas comerciais, de acordo com o empresário Marcos Romiti. “Viemos aqui apaixonados pelo mercado de Ribeirão Preto e também pela localização deste terreno”, afirmou.

Quatro estruturas originais do prédio, segundo Romiti, serão mantidas e restauradas, onde será construído um memorial dedicado à fabricação de cerveja na cidade, seguindo solicitação feita pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural (Conpacc).



As obras estão previstas para começar no segundo semestre deste ano e os acionistas esperam gerar cerca de 5 mil empregos diretos e indiretos com o negócio.

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