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quinta-feira, 18 de junho de 2026

Biergarten Munique

Um Brinde à Tradição: A História do Biergarten Munique e o Legado de Arno van Enck na Zona Norte

Durante a semana da Brasil Brau em São Paulo, eu e meu amigo, o mestre cervejeiro Evandro Zanini estivemos rapidamente na Cachaça Fair, no Expo Center Norte, antes de voltarmos para Belo Horizonte.

Quem vai ao Expo Center, geralmente, almoça no shopping de mesmo nome. E foi o que fizemos: demos um pulo no Biergarten Munique e conversamos com o seu proprietário, o senhor Arno van Enck, que nos contou algumas histórias curiosas sobre sua vida pessoal e profissional.

Dono de tattoos incríveis em seus braços, a história de Arno van Enck com a restauração de alta qualidade é antiga. Antes de fundar o Biergarten Munique, sua família esteve à frente do icônico restaurante Recreio Holandês, que funcionou entre 1930 e 1983 em um tradicional bairro de forte influência europeia na capital paulista.

Quando o Shopping Center Norte abriu suas portas em 1984, Arno enxergou ali a oportunidade perfeita para inovar: criar um verdadeiro "jardim de cerveja" (o significado literal de Biergarten) em um ambiente climatizado e seguro, sem perder a essência das tabernas de Munique, mantendo a cultura cervejeira. O sucesso foi tão expressivo que o restaurante se tornou parada obrigatória não apenas para os moradores da Zona Norte, mas também para os milhares de turistas e congressistas que frequentam o vizinho Expo Center Norte.

Afinal, o que faz o Munique manter mesas cheias todos os dias após tantos anos? O segredo de Arno van Enck está no respeito absoluto à cultura que ele representa: o chopp perfeito. A principal preocupação da casa sempre foi a engenharia por trás da bebida. O chopp é tratado com tecnologias de refrigeração de ponta para garantir pressão, frescor e colarinho impecáveis a cada tirada.


Adicionalmente, o restaurante ostenta o título de embaixador oficial da centenária cervejaria alemã Paulaner. Ali, os clientes encontram com exclusividade os estilos Lager, Salvator e Weissbier, produzidos sob a histórica Lei de Pureza da Baviera de 1516, a Reinheitsgebot. O cardápio oferece clássicos irretocáveis como o imponente Eisbein (joelho de porco), as salsichas artesanais Bratwurst e Bock, além de guarnições tradicionais como salada de batatas e chucrute (Sauerkraut). Mais do que um restaurante, o Biergarten Munique funciona como um ponto de encontro cultural é uma referência de Oktoberfest o ano todo. A propósito, o Biergarten Munique se encontra registrado no livro Brasil Beer, em sua primeira edição.

Aqui, registro uma dica: durante a semana, na hora do almoço, é possível que você encontre o senhor Arno. 


Prosit!

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Uaiktoberfest 2025

 


Aconteceu: dias 8 e 9 de novembro de 2025, a Prefeitura de Nova Lima realizou o "Uaiktoberfest 2025"

Em parceria com o Circuito do Ouro, Emater e Cervejarias Mineiras, o evento  foi um sucesso, Ao todo, as cervejarias que participaram do evento foram: Slod, 040, Krug Bier, Laut, Colt, Clan, Albano's, Verace e São Sebastião.

Munido de boa gastronomia e show com músicos notáveis, o Uaiktoberfest foi realizado na charmosa Avenida Rio Branco, no centro de Nova Lima, próximo a Biblioteca Pública Municipal e a Casa da Cultura. 

 



quinta-feira, 9 de outubro de 2025

Oktoberfest Santa Cruz do Sul

Heilige apresenta rótulo comemorativo na Oktoberfest de Santa Cruz do Sul

A cervejaria Heilige fará a diferença na festa de 40 anos da Oktoberfest de Santa Cruz do Sul. Trata-se de uma cerveja de estilo Oktoberfest, edição limitada 2025, numa garrafa de 500 ml, com uma cerveja que leva 6,8% de teor alcoólico.

A cerveja poderá ser adquirida na loja de souvenires da Heilige, localizada dentro do Parque Cervejeiro de Santa Cruz. Haverá ainda outros produtos que poderão ser adquiridos com a marca da cervejaria, como copos chaveiros e abridores.

Localizada a155 quilômetros de Porto Alegre, a Oktoberfest de Santa Cruz do Sul terá duração de 12 dias e é um evento mais consagrado de todo município, responsável por movimentar parte de sua economia, com a ocupação de hotéis e pousadas, a venda de trajes típicos, além de movimentar bares e restaurantes. Nesse ano, a Heilige é a cerveja oficial do evento.

De acordo com o livro Brasil Beer, a Cervejaria Heilige surgiu em 2009, no antigo galpão da indústria de olhos vegetais Klemm. A empreitada foi idealizada pelos jovens empreendedores Rodrigo Yung, Henrique Leo Eisenberger e o cervejeiro Paulo Sarvacinski. A empresa já foi considerada a melhor cervejaria da América do Sul no ano de 2015, no Festival Brasileiro de Cervejas, e em 2016, assumiu o segundo lugar nesse mesma premiação.

Para saber mais sobre: Home - Heilige Store

Foto: gaz.com.br

sábado, 20 de setembro de 2025

Oktoberfest de Munique 2025

 


Oktoberfest 2025 começa com preço da cerveja nas alturas

Por Silke Wünsch

Pavilhão em Munique deve receber até sete milhões de pessoas a partir do sábado. Mas visitantes devem se preparar para preços mais salgados que um pretzel, com a cerveja podendo alcançar quase 100 reais por caneca.

De 20 de setembro a 5 de outubro de 2025 será celebrada a 190ª edição da Oktoberfest em Munique.

Os preparativos estão em andamento desde o final de junho e agora, poucos dias antes de o prefeito de Munique abrir o primeiro barril de cerveja e declarar a célebre frase O'zapft is! ("está aberta") a Wiesn – como a Oktoberfest é chamada na Baviera –, que também é considerada a maior festa folclórica do mundo, está prestes a começar.

São esperados entre seis e sete milhões de visitantes nas próximas duas semanas e meia. A maioria virá da Alemanha, principalmente da Baviera. Já a maior parte dos visitantes internacionais virá dos Estados Unidos, Itália, Reino Unido, Áustria, Polônia, França, Suíça, Espanha, Holanda e também da Índia, com a maior presença no evento desde o ano passado.

Recorde: canecão de cerveja por 15 €

A pergunta mais importante todos os anos, provavelmente é: qual o preço da cerveja? Ao contrário do ano passado, quando um Maß (caneca tradicional com um litro de cerveja) estava próximo da marca dos 15 euros (R$ 93,5), os preços agora estarão acima desse patamar, com a cerveja mais cara sendo consumida no barracão Münchner Stubn por 15,80 euros (R$ 99). Apenas alguns estabelecimentos oferecem uma caneca de um litro por menos de 15 euros.

Embora Munique, capital da Baviera, seja a organizadora da Oktoberfest, os preços das bebidas são negociados entre os donos de restaurantes da cidade. Para evitar uma escalada ainda maior no valor, a prefeitura acompanha de perto a evolução dos preços. Contudo, não importa a quão cara seja a cerveja, cerca de 7 milhões de litros são consumidos todos os anos.

Alguns colecionadores tentam repetidas vezes contrabandear canecas vazias de Maß para fora do local, mas a maioria dos furtos é impedida pelos seguranças: em 2024, 98.000 canecas de cerveja foram recuperadas nas saídas dos barracões, em comparação com números muito maiores nos anos anteriores.

 Tendas com programação para todos

Há 14 tendas grandes e 21 de menor tamanho na Oktoberfest. Para o evento Oide Wiesn – uma parte separada que reaviva a atmosfera das antigas edições da Oktoberfest –, há três tendas adicionais. Em geral, as grandes podem acomodar uma média de 6.000 pessoas, enquanto nas tendas menores cabem até 3.000.

 No Oide Wiesn, bandas tradicionais com instrumentos de sopro tocam nas três tendas do festival, e as atracões, como os brinquedos, são igualmente clássicos. Tudo é um pouco mais tranquilo ali. Para preservar o caráter desta pequena parte do Wiesn, a entrada custa quatro euros.

 A Oktoberfest em si é gratuita; você pode simplesmente ir ao Theresienwiese – o terreno onde a Oktoberfest é montada todos os anos – de preferência de vestindo as roupas tradicionais, o dirndl para as mulheres ou as lederhosen para os homens. Nas grandes tendas do festival, é possível entrar, mas somente se elas não estiverem superlotadas.

 Reserve uma mesa com antecedência

Os interessados ​​podem reservar nos sites das tendas do festival. A programação nas tendas varia, desde música tradicional da Baviera até grandes festas de Schlager um estilo de música cafona alemã. A maioria das tendas tem bandas ao vivo tocando de tudo, desde os últimos sucessos da Oktoberfest até clássicos do rock.

Mais informações e fonte: Oktoberfest 2025 começa com preço da cerveja nas alturas – DW – 19/09/2025

domingo, 20 de outubro de 2024

Oktoberfest 2024

 Onde estão as principais Oktoberfests no Brasil?


A festa cervejeira mais famosa do mundo, a Oktoberfest, inicia-se na verdade em setembro, e o seu principal evento ocorre todos os anos em Munique, na Alemanha. A festa foi um acontecimento especial ocorrido no ano de 1810, para comemorar o casamento real do Principe Luís I, futuro rei da Baviera com a princesa Teresa de Saxe-Hildburghausen. O evento, que contou com a participação dos moradores de Munique durou dias. Além das tradicionais cervejas da Escola Alemã, houve muita música e até corridas de cavalos. A felicidade foi tanta que a Oktoberfest se tornou um marco na cultura germânica e foi replicada ao redor do mundo.



No Brasil, terceiro maior consumidor de cervejas no mundo, não ficou para trás. Em terras brasileiras, a mais tradicional Oktoberfest está em Blumenau. Inaugurada em 1984, conta com a presença de mais de 100 mil participantes, e para 2024 está marcada para ocorrer de 09 a 24 de outubro. (Outro local interessantíssimo de conhecer é o Tirolerfest, localizado na cidade de Treze Tílias.)



Em Belo Horizonte, as mais conhecidas são a Oktoberfest Beagá, que ocorre no Parque de Exposições do Expominas, no Bairro Gameleira. Ainda na Região Metropolitana, há a UAIOktoberfest que ocorre mais precisamente na cidade de Nova Lima e conta com mais de 40 cervejarias. Outros eventos acontecem em bares, restaurantes e microcervejarias locais.



No Rio de Janeiro, a Oktoberfest toma lugar em vários pontos turísticos da cidade, convidando diversos públicos de várias partes do país. Outro evento de mesma magnitude é o tradicional Mondial de La Bière, também celebrado na capital fluminense. Outro ponto que não pode ser deixado de lado é a Oktober da cidade real de Petrópolis.



Em São Paulo, a Prefeitura não deixou a São Paulo Oktoberfest para trás. Tratou de chamar para si a responsabilidade de unir paulistanos, paulistas e outros estados no Parque Villa-lobos para manter a tradição cervejeira em pauta.



E você, conhece alguma Oktoberfest na sua região? Cite nos comentários. Faremos questão de incluí-la nesse breve artigo.

Saiba mais em:

https://oktoberfestblumenau.com.br/

https://tirolerfest.com.br/

https://www.instagram.com/oktoberfestpetropolis/

https://www.novalima.mg.gov.br/cidadao/noticias/vem_ai_a_uaiktoberfest_2024_festa_da_cerveja_artesanal_de_nova_lima

https://saopaulooktoberfest.com.br/

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Balbúrdia na Oktoberfest


Cerveja com aroma de maconha é proibida na Oktoberfest

A Cervejaria Balbúrdia, convidada para participar da 37ª Oktoberfest de Blumenau, teve a sua cerveja Hemp, com aromas que remetem a cannabis, retirada do cardápio de cervejas oferecidas no festival.

Apesar do estilo fabricado seja uma American Pale Ale (APA), a cerveja reforça a droga com a estampa uma folha da erva na lata. O aromatizante natural utilizado na cerveja é de uma classe chamada de Terpenos e não utiliza a cannabis em sua produção. Entretanto, extratos de outros vegetais que, depois de adicionados como um adjunto à bebida apresentam aroma que remete a maconha, mesmo que não possuem nenhum princípio psicoativo ou alucinógeno.

O marketing incentiva o uso da droga, que no Brasil, é considerado crime. Nesse caso a cerveja gerou bastante polêmica, e por bom senso, a Prefeitura de Blumenau solicitou a retirada do produto do festival.

Em contrapartida, a cervejaria citou os seus esclarecimentos e manterá a sua presença com outras bebidas para serem conhecidas.

Confira a nota da cervejaria na íntegra:

 “A Balbúrdia Cervejaria vem a público informar que recebeu com surpresa, no dia de hoje (4/10), notificação da Fundação Promotora de Eventos e Exposições de Blumenau (Proeb), realizadora da 37ª Oktoberfest, solicitando a retirada de comercialização da cerveja Balbúrdia Hemp da festa.

A Cervejaria lamenta a decisão da organização da festa esclarecendo que o referido rótulo tem os devidos registros no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, não contendo qualquer produto ilegal em sua composição.

Os aromas semelhantes à cannabis são derivados de terpenos botânicos extraídos de flores e outras plantas, e também do lúpulo, não possuindo qualquer princípio psicoativo.

Tais cervejas são comercializadas legalmente no Brasil e em outros países, sendo inovadoras do ponto de vista sensorial e trazendo uma experiência degustativa para os apreciadores das cervejas artesanais.

Apesar da retirada de comercialização da Oktoberfest, a Balbúrdia Cervejaria continuará presente nesta edição da festa com outras cervejas e a Balbúrdia Hemp estará disponível, a partir de hoje, nos bares da cervejaria em Blumenau e Itajaí. Ein prosit!

Blumenau, 16h20 de 4 de outubro de 2022.

Balbúrdia Cervejaria”

 Meus comentários: Talvez seria um ato de Balbúrdia? Cheers. 

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Oktoberfest Nova Lima 2017

Oktoberfest em Nova Lima

Nova Lima recebe pela primeira vez, no dia 21 de Outubro, sábado, um grande encontro gastronômico e cultural com 10 horas de atrações para toda a família!

Na festa mais alemã de Nova Lima você encontrará:

- Uma super cervejaria nacional com rótulos tipicamente alemães e opções nacionais;
- As melhores cervejarias artesanais mineiras, com dezenas de tipos e rótulos de chopes;
- Bares e restaurantes com pratos da culinária germânica;
- Concursos de chopp no metro, danças típicas e brincadeiras;
- Decoração temática com as cores da Alemanha e da Oktoberfest;
- Espaço Kids com cama elástica, pintura facial e brinquedos infláveis;
- Show com as bandas tradicionais e DJs com o melhor da música alemã;
- Apresentação de grupos de danças folclóricas alemãs;
- Muitas mesas e cadeiras para você curtir os melhores pratos e cervejas da festa.

A festa mundial da cultura alemã surgiu para comemorar o casamento de um rei. Mais de um século depois ela se tornou a maior festividade mundial, sendo comemorada em mais de 200 países pelo mundo.

Especialmente nas localidades onde existem colônias com imigrantes da Alemanha, a Oktoberfest se tornou uma oportunidade de relembrar e preservar os costumes germânicos, dentre eles o de apreciar uma deliciosa cerveja.

Por isso, a Oktoberfest de Nova Lima trará dezenas de rótulos e diferentes tipos de cervejas e chopes para você experimentar e conhecer o universo cervejeiro internacional.

Com o apoio do Consulado da Alemanha e da Prefeitura de Nova Lima, a Oktoberfest Nova Lima é produzida pela Cria! Cultura e Love Entretenimento,  que organiza respectivamente o Harmonize, Bebida, Comida e Amor – um encontro das cervejarias artesanais com a culinária mineira e o Villa Bier  – Uma verdadeira Villa Cervejeira com exclusivos rótulos do Brasil e do Mundo. Toda a experiência adquirida nestes projetos, os melhores expositores e o alto astral destes eventos, estarão presentes este ano no Vale do Sereno em Nova Lima para alegrar e divertir o público de todas as idades.
  
Ein, Zwei, G’sufa! (Um, dois, beber!)

Adquira aqui os produtos oficiais da Oktoberfest:

A retirada de produtos deve ser realizada no dia do evento no estande oficial em Nova Lima ou no escritório da Cria! Cultura, a partir do dia 15/10, no horário comercial (9h às 18h), R. Ouro Fino 452, Loja 27, Mercado do Cruzeiro BH.



segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Cervejaria Caborê Rio







Mensagem da Cervejaria Caborê aos amigos e clientes:

Prezado(a) Colega,


Informamos que nos dias 18 à 22 de Outubro haverá a Oktoberfest na Cervejaria Cabore com Pratos Típicos Alemães, Chope com 50% de desconto, Música ao Vivo, Palestra sobre como fazer cerveja em casa e ainda uma fabricação de Cerveja em Panelas Coletiva!

Acompanhe nossa programação pelo Facebook.

*Palestra e Brassagem será necessário o cadastro antecipado (vagas limitadas)

Esperamos por você!


A Cerveja Artesanal de Paraty

terça-feira, 3 de outubro de 2017

São Paulo Oktoberfest


São Paulo celebra o seu primeiro Oktoberfest oficial

É um evento paulistano que veio para ficar. A Oktoberfest de São Paulo reúne além de atrações tipicamente germânicas, atrações brasileiras.

Anexado ao Anhembi, ou Sambódramo, o evento conta com um parque de diversões, uma mega tenda com mesas compartilhadas e um palco que irá tocar canções folclóricas da Baviera, acrescido de DJ's e cantores nacionais. As cervejas, de maioria do grupo Ambev, da Alemanha e do Estado de São Paulo compõe o cardápio de bebidas. Além da tenda, chamada de Biertent, há o Biergarten, a Área das Cervejas Artesanais, Área dos Camarotes e a Área Shot, onde são servidos diversos drinks, a base de cachaças, vodkas, whisky e tequilas.

No setor de alimentos os pratos variam desde um tradicional hamburger, passando por pizzas, kebabs, pastéis e iguarias da culinária germânica. Para se ter idéia no sábado passado foram consumidos mais de duas toneladas de joelho de porco. Há ainda espaço kids, food park e boutique.

Imperdível!

São Paulo Oktoberfest
De 04 a 08 de Outubro
Sambódramo
Avenido Professor Milton Rodrigues, Portão 30.
Bairro Santana
Zona Norte - SP.


sábado, 5 de novembro de 2016

Eisenbahn Oktberfest Belo Horizonte


Data: 5 e 6 de novembro, sábado e domingo
- Horário: de 12h às 21h
- Local: Praça da Assembleia. (Praça Carlos Chagas) Av. Olegário Maciel, próximo nº 2025, Gutierrez, Belo Horizonte/MG
- Atrações artísticas:

.Sábado, 05/11:
1) Banda típica alemã Bauernband
2) Grupo de dança tradicional Mosel Volkstanzebanda
3) Grupo de dança folclórica germânica Schmetterling Germanische Volkstanzgruppe
4) Banda BeerJuice
5) Dj Kriok 

. Domingo, 06/11:
1) Grupo Berliner (música alemã contemporânea)
2) Banda típica alemã Bauernband
3) Grupo de dança tradicional Mosel Volkstanzebanda
4) Banda BeerJuice

quarta-feira, 6 de abril de 2016

HB em BH o retorno

Sócios da Hofbräuhaus contam o que deu errado na implantação da cervejaria


“Teve gente falando que fechamos porque acharam um dedo na salsicha. A gente ouve várias coisas. Fechamos porque ficamos sem cerveja. Simples assim”, afirma Bruno Vinhas, de 28 anos. Ele é um dos sócios à frente da filial da cervejaria alemã Hofbräuhaus em Belo Horizonte (a primeira aberta na América Latina), cuja aguardada inauguração, em novembro passado, transformou-se num legítimo pesadelo. Vendeu-se muito mais cerveja do que o esperado e a casa foi fechada apenas dois dias depois da abertura, funcionando por mais 19 dias com capacidade reduzida. Reaberta recentemente, passa por reforma para aumentar a produção da bebida.

Nas redes sociais, ele e seus sócios – Henrique Rocha, de 29, e Francisco Vidigal, de 28, foram massacrados. “Eu chegava triste para trabalhar. Cheguei a parar de olhar o Facebook”, confessa Vinhas. Somado a isso, há o fato de serem jovens sem qualquer experiência na área, tendo levantado o empreendimento de R$ 9 milhões graças ao “paitrocínio” de um deles. Aliás, a reforma necessária para reabrir a cervejaria custou mais R$ 1 milhão ao projeto. “São motivos a mais para as pessoas falarem de imaturidade, amadorismo e tal”, diz Vinhas.

Ele mesmo assume: “Subdimensionamos. Por mais que tenhamos nos baseado em dados, o erro foi nosso. Uma empresa fez análise do mercado atual e com ela alimentamos a matriz, lá em Munique, na Alemanha. Com uma penca de dados na mão, mandaram de lá a estimativa de consumo de cerveja por pessoa, que era de 700ml. Eles não conhecem esse mercado, não iam acertar. Foi melhor recuar e arrumar o que estava errado”. Detalhe: a casa serve a bebida, sua especialidade, em canecas de até 1 litro.

Não seria um número baixo esse de 700ml? “Você vem com alguém que não bebe ou que bebe pouco, por exemplo. Então, é uma média razoável. Além disso, aqui é um restaurante e vamos mudar essa visão centrada na cerveja”, responde Vinhas. Vidigal, seu sócio, completa: “Para a matriz, o chamariz é a atmosfera, não a cerveja”. A média de consumo da bebida, que chegou a ultrapassar 2 litros por pessoa na inauguração (quando a fila de espera chegou a três horas), está em 1,6 l e deverá estacionar em 1,4l.


“Todo dia tinha gente vomitando no banheiro. O clima que temos é de Oktoberfest. A gente gosta dessa animação, todo mundo sai daqui com sorriso no rosto. Só não precisa vomitar”, observa Vinhas. A produção, que fica no mesmo imóvel e é feita diante da freguesia, foi redimensionada para atender à média de consumo de 1,8l por pessoa. Para isso, encomendaram mais tanques de fermentação (que levaram cerca de 45 dias para ficar prontos), ampliando o volume total deles de 12 mil para 26 mil litros.

Processos na fabricação da cerveja também foram aperfeiçoados, encurtando a produção da bebida de 40 para 25 dias – sem descaracterizar o produto final, garantem eles, que precisa ser o mais fiel possível ao que é servido em Munique. O resfriamento dos tanques de fermentação, por exemplo, tornou-se mais eficiente. No momento, trabalha-se na conclusão da laje sobre os tanques novos e do isolamento térmico de tubulações. A casa produz três estilos de cerveja: helles (lager semelhante à pilsen), de trigo e dunkel (lager escura).

TRINCANDO
E não bastou: ainda foi preciso alterar a temperatura de serviço da cerveja. “Tivemos muita reclamação e precisamos adaptar. O padrão era o alemão, entre 7 e 8 graus. Reformulamos todo o sistema de refrigeração e estamos servindo a 1 grau. Tentamos fazer um meio-termo, pois o brasileiro gosta de cerveja quase congelada, a 2 ou 3 graus negativos. Fazemos cerveja como a de Munique e não a serviríamos tão fria a ponto de não ser possível sentir seu sabor. É uma cerveja agradável de beber, mas não vem trincando”, diz Vinhas.

Ele assegura que o incidente não gerou mal-estar entre franqueados e matriz e que, a partir disso, descobriu que não estava só: “Fizemos estudo de mercado, mas o planejamento veio baseado na experiência deles com outras franquias. Depois é que descobrimos que não foi a primeira vez que tiveram de fechar uma franquia. Foi a segunda ou terceira vez”.

Os novos tanques começarão a ser usados nas próximas semanas e a previsão é de que a cervejaria volte a funcionar com horário normal (de terça a domingo) no fim do mês que vem – por enquanto, abre apenas de sexta a domingo. O cardápio permanece inalterado, com clássicos germânicos (joelho de porco, salsichão etc.) e o mesmo pretzel que se come em Munique (ele é trazido de lá congelado). “Errar uma vez o pessoal perdoa. Duas não dá”, resume Vinhas. Sorte ou não, a casa tem ficado constantemente cheia.

Bruno Vinhas conta que ele teve a ideia de trazer a cervejaria para a capital mineira sete anos atrás, quando viajava pela Alemanha. “Comecei a ligar para o restaurante mesmo, pois não tinha os nomes dos diretores”, conta ele. No ano seguinte, voltou ao país europeu para uma viagem de “mochilão”. “De repente, recebi e-mail para marcar reunião. Não tinha roupa nenhuma. Comprei uma blusa social, uma pasta de couro, enchi de papel em branco e fui para a reunião. Um amigo meu também foi para me dar apoio moral”, lembra.

Ele diz que, naquela época, usava cabelo grande e seu visual não causou boa impressão nos alemães. Mesmo assim, as negociações prosseguiram e, seis anos depois, o contrato foi assinado. Os jovens mineiros tornaram-se, então, proprietários da master franquia da Hofbräuhaus no Brasil, o que significa que tudo o que envolva a marca por aqui deverá passar por eles. Não por acaso, o trio planeja abrir mais 10 unidades da cervejaria até 2035.

Originalmente, conta Vinhas, a intenção era abrir a casa antes da Copa do Mundo. “Tive problemas com o alvará na prefeitura. Pedi alvará de reforma e só me deram depois de insistir bastante. Já havia passado a Copa e fiquei um ano parado, pagando aluguel”, lembra. As obras duraram um ano e, antes que terminassem, BH havia ganho a incômoda fama pela derrota do Brasil para a Seleção Alemã por 7 a 1, no Mineirão.

Didatismo de mestre
Nos bastidores, muito se falou sobre a escolha do mestre cervejeiro da Hofbräuhaus, Carlos Henrique Vasconcelos. Ele é formado em biologia, dá aulas sobre cerveja e atua profissionalmente no ramo há apenas dois anos, tendo prestado consultorias para as cervejarias VM Beer e Krug Bier. Inicialmente, ele não havia sido sondado para o cargo e seu currículo só seguiu para análise na Alemanha porque, coincidentemente, esteve no local para tentar parceria como professor. “Eram salários e experiências diferentes. No caso dele, gostamos muito da sua alma didática e de ser proativo”, diz Bruno Vinhas, um dos sócios da casa.

Todo o planejamento de produção da cervejaria já estava definido quando Vasconcelos chegou, tendo participado apenas de sua implantação. “O equipamento que temos aqui é extremamente singular, importado da Alemanha. A fábrica dele, Kaspar Schulz, tem mais de 300 anos. É muito bom, muito experimentado, mas extremamente raro no Brasil. Somos a quinta cervejaria no Brasil a operar com equipamento desse. Ele dá aferição, controle e padronização absurdos no processo”, afirma Vasconcelos. Paralelamente, Paulo Schiaveto, também mestre cervejeiro, foi chamado nesta segunda fase para redimensionar e otimizar a produção.

Palavras minhas: Agora eu vou lá!

Fonte: Estado de Minas

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Mercado de Cervejas



Cervejas artesanais geram 

lucros de até R$ 3 milhões 

para empresários

Mercado projeta avanço de 21%, mas questão tributária
ainda atrapalha investidores

Escrito por Felipe José de Jesus em Economia - 10/10/2014


Minas Gerais é o 2° maior Estado em volume de produção
(Foto:Divulgação)

Recentemente Minas Gerais recebeu o prêmio de melhor cerveja artesanal
do mundo, eleita pela ‘World Beer Cup’- (Copa do Mundo das Cervejas) –
realizada nos Estados Unidos. Com isso, a cerveja vem ganhando adeptos
e o setor pode gerar lucro de até R$ 3 milhões por ano. O mercado que
cresce 21% ao ano, vem sendo impulsionado por pubs e franquias.
Para se ter ideia, no Estado existem quase 30 empresas registradas
no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Em entrevista ao jornal Edição do Brasil, o superintendente do
Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de
Minas Gerais (SindBebidas-MG), Cristiano Lamego, fala  que Minas
Gerais é o 2º maior Estado em volume de produção e número de
microcervejarias. “O mercado está em franca expansão devido ao
aumento de renda da população. Minas é chamada de “Bélgica brasileira”.
Segundo ele, outra característica marcante na produção de cerveja
na Grande BH é extensa diversidade na oferta de estilos de cerveja
O grande potencial do turismo aliado a produção de cerveja na capital
tem causado excelentes resultados. Recebemos turistas ávidos para
conhecer nossas cervejas por causa dos futuros eventos esportivos,
por isso, as empresas têm investido bastante no setor”.

De acordo com Lamego, estão sendo desenvolvidos estudos para aprimorar
a cerveja em Minas Gerais, na Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
para atrair cada vez mais apreciadores ao Estado. “Na universidade é
feita a seleção de leveduras de fermentação de cachaça para a produção
de cervejas com características peculiares regionais. Aliado a isto,
Belo Horizonte e região tem sido destaque pela crescente oferta
de bares e restaurantes especializados em cervejas artesanais.
Isso tem contribuido com a difusão da cultura cervejeira e
consequentemente no aumento do mercado”. explica.

Cervejeiros
A cervejaria mineira Wäls, foi premiada na Copa do Mundo das Cervejas
 neste ano e, além disso, abriu uma fábrica nos Estados Unidos. Pela
relevância no mercado, ela tem sido influência para novos cervejeiros.
O publicitário Marcelo Rezende já pretende colocar o seu lote de cerveja
caseira em produção comercial até o fim do ano. “Sou cervejeiro de fundo
de quintal desde janeiro. Investi quase R$ 3 mil na compra de equipamentos
e insumos. Minha expectativa de vendas chega a 10% e quando profissionalizar
em escala industrial espero vender mais. Já estou com mais dois sócios
focados no marketing”.

Já para o sócio da Lamas Brew Shop, Alexandre Morais, o setor é
interessante e lucrativo. “Eu e meus sócios temos 9 mil consumidores
 ativos e três lojas físicas,  uma em São Paulo, outra em Campinas
e uma em Belo Horizonte. Fora isso, vendemos pela internet. No ano
passado, foram R$ 3,2 milhões de faturamento e a projeção para este
ano é de R$ 4,6 milhões. Trabalhamos também com atendimento
a cervejeiros caseiros com confecção de panelas e fermentadores,
tudo sob encomenda”, diz.

Para aqueles que querem produzir em escala industrial, Lamego
esclarece que os investimentos são maiores. “Neste caso, o gasto
é de cerca de R$ 300 mil por causa dos equipamentos e existe um
regulamento. A principais preocupações que a pessoa deve ter são:
agregar valor ao produto e focar o negócio em um determinado
perfil de consumidor”.

Realidade
A cerveja artesanal mesmo com toda pompa, tem uma baixa participação
de apenas 0,2% no mercado nacional de bebidas. O superintendente
do SindBebidas-MG,comenta que a carga tributária atrapalha o
cenário que poderia ser bem melhor. “A gente domina 0,2% do
mercado nacional de bebidas, já nos Estados unidos isso chega a 10%”.

Para ele, a questão tributária é o maior gargalo do setor. Os cervejeiros
 menores pagam impostos, proporcionalmente, mais altos do que os
grandes grupos. Isso porque os tributos são calculados a partir do
 preço de venda ao consumidor. Isso faz com que a competitividade
diminua e o produtor de cerveja artesanal acaba não podendo entrar
 no Simples Nacional (SN). Os impostos estaduais tiveram uma queda
 do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias
 e Sobre Prestações de Serviços (ICMS), porém no caso dos federais
 isso ainda não aconteceu.






terça-feira, 14 de outubro de 2014

I Festival de Cervejas de Paraty


Prezados Colegas,

Informamos que amanhã iniciará a Promoção Oktoberfest na Choperia Caborê com Pratos Típicos Alemães a preços promocionais e chope duplo!

Teremos como abertura da promoção o 1º Festival de Cervejas de Paraty. Serão 10 tipos de cervejas de 5 diferentes Cervejarias com copos à R$ 4,00 (250ml).

Venha participar!

Equipe Cervejaria Caborê

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Bierwagen

Bierwagen distribui cerveja em ruas de Blumenau durante a Oktoberfest

Programação do 'Carro da Cerveja' vai até dia 25 de outubro.
Aos sábados a distribuição da bebida sem álcool ocorre a partir das 10h.


Bierwagen distribui cerveja até dia 25 de outubro em Blumenau (Foto: Mariângela Hoffmann/Divulgação)

O  tradicional Bierwagen, o 'carro da cerveja', começou a distribuição gratuita de bebida pelas ruas de Blumenau, no Vale do Itajaí, dois dias antes do início da 31ª Oktoberfest. As primeiras apresentações de retretas, bandas que tocam músicas germânicas em áreas públicas do município, também iniciaram na segunda-feira (6).
O carro de divulgação da maior festa alemã brasileira distribui cerveja 0% álcool ao público. O trajeto parte da Alameda Duque de Caxias e segue em direção à rua XV de Novembro. A ação acontece todos os dias de semana a partir das 16h até o fim da festa. Aos sábados a distribuição da cerveja ocorre a partir das 10h. Não há programação aos domingos.
Retretas
A programação das retretas ocorre na Praça Dr. Blumenau, na praça em frente à Prefeitura e no Parque Vila Germânica com a participação de diversas bandas.

Faculdade de Cerveja no Brasil

Blumenau tem a primeira faculdade de cerveja e malte da América Latina

Apaixonados por cerveja procuram a cidade da Oktoberfest para estudar.
Eles podem se especializar no assunto por algumas horas ou até por anos.


Gabriela MachadoBlumenau, SC
Além de sediar a mais famosa festa da cerveja brasileira, Blumenau tem agora também a primeira faculdade de cerveja e malte da América Latina.
Um copo de cerveja combina com descontração para a maioria dos brasileiros. Mas, para os estudantes da faculdade de cerveja, isso é coisa séria. Apaixonados por cerveja de todo o país estão procurando a cidade da Oktoberfest para se especializar na única escola superior de cerveja e malte da América Latina.
Rodrigo faz parte da primeira turma e encara 400 km de estrada toda semana para estudar lá. "Unir o útil ao agradável", diz o hoteleiro Rodrigo Daros. Ele e outros 600 colegas conseguem a  nota com uma prova, mas o resultado de um trabalho em grupo é a bebida.
Grandes conhecedores de cerveja ou, simplesmente, apreciadores de final de semana. Na escola superior, se reúnem alunos de vários níveis. Eles podem estudar por algumas horas ou até por anos. E, no final, só querem a mesma coisa: beber uma cerveja com a cara deles.
Alunos da pós-graduação, como Fernando, buscam também o diploma de técnico cervejeiro. "Eu já estava estudando cervejas e chegou uma hora que eu tinha que decidir, e resolvi optar pela cerveja". conta ele.
A formação equivale à de mestre cervejeiro concedida em escolas no exterior. Um professor se formou em uma delas, na Alemanha. Ele virou um dos grandes nomes brasileiros quando o assunto é malte. 
"O que agregaria para você fazer lá fora é para você ver outras formas de fazer cerveja. Formas diferentes de pensar e fazer cerveja. Mas a formação básica para se fazer uma cerveja de excelente qualidade eu não tenho dúvida que você consegue aqui", diz Otto Zschoerper, professor especialista em malte.
A hora é boa para apostar em microcervejarias no Brasil. O mercado cresce 21% ao ano e conquista uma fatia cada vez maior na produção de cerveja. A cada um milhão de litros produzidos, as grandes empresas admitem um trabalhador. Já as pequenas, 15 profissionais.
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