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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Ave Cesar Books: História da Cerveja Da Origem Aos Dias Atuais


História da Cerveja: Da Origem aos Dias Atuais

Rafael Ramalho Rolim, lança um e-book sobre a fascinante jornada da bebida mais amada do mundo: das tabuletas de argila da Suméria à revolução das cervejas artesanais brasileiras.

Você sabia que a cerveja já foi considerada um alimento sagrado, pagou salários no Egito Antigo e foi salva por monges durante a Idade Média? No livro (e-book), História da Cerveja: Da Origem aos Dias Atuais, Rafael Ramalho Rolim guia o leitor por uma viagem milenar, desvendando os segredos, a ciência e a cultura por trás de cada gole. Mais do que um livro de história, este é um guia completo para entusiastas e cervejeiros, abordando:

A Evolução Histórica: O nascimento da bebida na Mesopotâmia, a Lei da Pureza Alemã (Reinheitsgebot) de 1516 e a Revolução Industrial.

As Escolas Cervejeiras: Um mergulho profundo nas tradições Alemã, Belga, Inglesa e Americana.

Inovação Nacional: O surgimento e a consolidação da Escola Brasileira, com destaque para a Catharina Sour e o uso de frutas tropicais.

Técnica e Produção: Entenda o papel vital da água, do malte, do lúpulo e da levedura, e conheça o processo de fabricação passo a passo.

Guia de Estilos e Harmonização: Aprenda a diferenciar uma Lager de uma Ale e descubra como combinar perfeitamente cervejas com pratos, desde uma Weiss com queijo de cabra até uma Stout com chocolate amargo.

Seja você um cervejeiro caseiro, um sommelier em formação ou apenas alguém que aprecia uma boa cerveja gelada e quer entender o que está no seu copo, este livro de cervejas é o brinde perfeito para o seu conhecimento. Beba da fonte do saber. Um brinde à história da cerveja!

O e-book está disponível na Amazon: História da Cerveja: Da Origem aos Dias Atuais eBook : Ramalho Rolim, Rafael: Amazon.com.br: Loja Kindle


domingo, 16 de novembro de 2025

Ave Cesar Education: História da Cerveja no Brasil

 


Academia da Cerveja lança breve curso sobre a História da Cerveja no Brasil


O curso da academia abordará a origem da cerveja no Brasil e como foi o processo de desenvolvimento até se tornar a principal bebida nacional. Como a cerveja evoluiu até os dias de hoje no país. Para iniciantes e curiosos com a nossa história, o curso é um estudo interessante e é gratuito. Está disponível no site do Sympla.


sábado, 15 de novembro de 2025

Cervejaria Hofbauer

 

Cerveja da igreja nossa Senhora da Glória, de Juiz de Fora, recebe prêmio internacional na categoria German-Style Leitchtes Weizen.

Bendita hora que eu encontrei com  Cristiam Nazareno, dono da marca de cervejas Profana, em Juiz de Fora, quem me apresentou a Cervejaria Hofbauer da Igreja Nossa Senhora da Glória há, aproximadamente, 10 anos atrás, onde naquela época o Irmão Flávio Campos havia retornado a produção artesanal de cervejas utilizando um conjunto de máquinas originais, como faziam ou ainda fazem os monges trapistas, beneditinos e os redentoristas.

Esse maquinário, vindo da Europa e instalado no porão da igreja, os irmãos holandeses, da Ordem Redentorista, fabricavam cervejas para consumo próprio dos padres e de alguns convivas, onde, após um culto ou encontro ecumênico, a cerveja era distribuída para deleite dos presentes com as bençãos de Jesus Cristo.


Os anos se passaram e a produção de cervejas, mesmo que modesta, continuou dentro do porão da igreja, mantendo a tradição secular na produção dessa bebida naquele ambiente religioso . Não duvido que Cristiam Nazareno tem incentivado o Irmão Taylor Bertoli a enviar amostras da sua Weiss Bier para concorrer no Brazilian International Beer Awards, realizado semana passadas em Alagoinhas, no estado da Bahia.

Por meio de um grupo seleto de jurados selecionados ao redor do mundo, a cerveja German Weiss, da Cervejaria Hofbauer, foi condecorada com medalha de ouro, recebendo a nota 97 em 100. 

Entendo que o feito é motivo de orgulho para Juiz de Fora e um ato de coragem dos padres, que sem medo de sofrer represálias, produziram, desde 1894, uma bebida tradicionalmente fabricada nos mesmos moldes do passado. Acreditaram e optaram por mostrar que a tradição da cultura cervejeira, apreciada de forma moderada, é sempre bem-vinda e abençoada. (Se até o papa tem cerveja, porque não?)

Espero ainda tomar novamente uma amostra dessa cerveja, quando retornar a Juiz de Fora, visitando o seu circuito gastronômico

Agendamento

Aqueles que desejam conhecer a cervejaria Hofbauer deverão ir até a paróquia de Nossa Senhora da Glória, em Juiz de Fora, na Avenida dos Andradas, 855. Sugiro que liguem antes para agendar visita pelo telefone (32) 3215 1831 ou pelo email gloria@paroquiadagloria.org.br

Um brinde e Amém!

Cerveja Hofbauer Weissbier

Uma cerveja amarela claro turva com boa formação e retenção de espuma branca e cremosa. Destaca-se o aroma frutado, presença de notas de cravo, frutas maduras com a presença de cítrico. Na boca tem corpo médio baixo e baixo amargor. No sabor predominam características da fermentação em harmonia com os maltes de cevada e trigo. Finalização levemente cítrica.

 ABV: 5,3% | IBU: 10 | EBC: 8

Cervejaria - Hofbauer - Nº da Emenda 43020021; cervejahofbauer@gmail.com



sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Historia da Cerveja no Brasil e no Mundo

 


Museu Regional do Norte de Minas abre exposição sobre a história da cerveja

por Ascom Unimontes

Você sabe onde surgiu a cerveja? E como ela é fabricada? As respostas para estas perguntas e outras informações sobre a história da bebida mais consumida pelos brasileiros serão apresentadas em uma exposição inédita que acontecerá no Museu Regional do Norte de Minas (MRNM Unimontes), vinculado à Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). A entrada é gratuita.

A exposição “Da Mesopotâmia ao Sertão: Uma Breve História da Cerveja” será aberta neste sábado (06/01/2024) e prosseguirá até o dia 27 de janeiro. Durante a mostra, por meio de painéis, imagens e vídeos, serão apresentados ao público a história da cerveja desde o surgimento da bebida, na antiga Mesopotâmia, até os dias atuais.

Os visitantes também vão conhecer as etapas da produção da cerveja artesanal e terão contato direto com os ingredientes usados no processo, podendo sentir a textura e o aroma dos produtos, além de outras curiosidades da cultura cervejeira.

“O principal objetivo da Exposição é apresentar ao público a história da cultura cervejeira no mundo, passando pelo Brasil, Minas Gerais e chegando a Montes Claros. Assim, será possível perceber como a história da cerveja dialoga com o desenvolvimento da humanidade até o seu processo civilizatório, mediando sociabilidades e afetos”, afirma o diretor do Museu Regional, Georgino Jorge Souza Neto.

Com a curadoria do Museu Regional, a exposição inédita tem a parceria da Associação dos Cervejeiros Artesanais de Minas Gerais – Regional Norte/Acerva Norte Mineira – e a organização das Cervejarias Mut, Empírica e Casa Nobre.  “A exposição será importante para aumentar o conhecimento da população de nossa região sobre a cultura cervejeira demonstrando sua história, estilos e sua forma de produção”, afirma Alexandre Moura, novo presidente da Acerva Norte Mineira, que será empossado neste sábado.

Fonter e saiba mais em:

https://unimontes.br/exposicao-inedita-apresenta-a-historia-da-cerveja-no-museu-regional-do-norte-de-minas-bebida-surgiu-na-antiga-mesopotamia-mostra-vai-ate-27-de-janeiro/


#Museu da Cerveja, #Museu Regional do Norte de Minas, #História da Cerveja, #ACervA Norte Mineira, #ACervA Mineira, #Feiras e Exposições, #pelosatelite, #avecesarco, #djjonesco

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

A História da Cerveja em Belo Horizonte

Lançamento do documentário sobre a história da Cerveja Artesanal em Belo Horizonte

 O Sommelier de cerveja Bruno Orsini realiza projeto trazendo o resgate histórico da cerveja artesanal na capital mineira.

No dia 20 de setembro(segunda-feira) às 14h30, acontecerá o lançamento do documentário "História da Cerveja Artesanal em Belo Horizonte”. Devido às medidas de isolamento social que ainda se fazem necessárias, o evento será transmitido online através do canal do youtube da cervejaria Falke Bier. (https://youtu.be/xFvFKveAPo4)  A realização do projeto é da produtora Cerveja Sustentável.

De acordo com Bruno Orsini, sommelier de cerveja e fundador do projeto,o objetivo do filme é a propagação da cultura cervejeira Belo Horizontina e de recuperação da imagem do mercado das cervejas artesanais locais, afirma Orsini.

O filme conta com a presença de grandes personalidades da história gastro-cervejeira da capital como: Rodrigo Ferraz (diretor geral do projeto Fartura, gestor do festival gastronômico de Tiradentes), Marco Falcone (proprietário da cervejaria Falke Bier, Presidente da Febracerva -Federação Brasileira de Cerveja Artesanal), Carlos Henrique: Mestre cervejeiro da Hofbräuhaus Belo Horizonte, Henrique Oliveira (Consultor e Autor do Livro Brasil Beer) e outros grandes nomes do mercado de cerveja artesanal mineira.

O canal do Youtube da Cervejaria Falke Bier possui uma programação disponível com o seu fundador e mestre cervejeiro Marco Falcone chamada “8 minutos com Falcone”, falando sobre o universo das cervejas com trinta e seis edições disponíveis. O filme faz parte desta série, fechando com chave de ouro a programação do canal.

As gravações ocorreram em diversos cenários cervejeiros e tradicionais da capital mineira como cervejarias (Krug Bier e Albanos), bares (Casa Falke e Albanos) e locais turísticos como a Serra do Curral (Espaço Vila da Serra).

Este projeto é realizado com patrocínio do chamamento: ‘Belo Horizonte 4 Estações’ da  Belotur - Prefeitura de Belo Horizonte.

Serviço: 

Lançamento do documentário sobre a história da Cerveja Artesanal em Belo Horizonte

Data: 20 de setembro de 2021.  Horário: 14h30

Transmitida no canal através do canal  Falke Bier.

Realização: Cerveja Sustentável

Assessoria de Imprensa: Paula Granja (31) 99649-2968.


quarta-feira, 23 de outubro de 2019

Cervejas Americanas - Parte 2


The Johannes Dotterweich's Brewery

I have been study in Bolivar Central School, in the 90's promoted by a International Exchange Student Program from Brazil and USA. 
Recently, I found some history about a flip top bottle from a old brewery located near Bolivar, NY, at the city of Olean. This company transfered its activities to Dunkirk, NY. 
I found a interesting fact: "In 1890, the brewing process was modernized with the installation of two boilers in the rear building with the tall stack. Stem coils could now be placed directly in the brew kettles, while before, wood fires had to be kept burning under the kettles. Ice could now be produced in large freezers kept cold by a steam-powered ammonia compression system.
Previously, it had been necessary to dam the pond that once extended south of Sixth Street and harvest ice in the middle of winter. A small scale brewery was established on this site in 1854 by George Dotterweich, a recent immigrant from Bavaria. He was joined by his brother Andrew, who took over management of the brewery after George’s death in 1884. A third brother, Johannes Dotterweich, established an independent brewery in Olean, New York


In the mid-1890s, these breweries were among the more than 700 in operation throughout the country. With the coming Prohibition in 1920, Andrew Dotterweich’s City Brewery was shut down. The buildings were later occupied by the Bedford Products Co., a processor of jellies made from local grapes and other fruits, and were demolished during the 1950s.” 


segunda-feira, 26 de março de 2018

Revolução cervejeira em Minas

Revolução cervejeira em Minas

Por Wilson Renato PereiraJornalista, Psicólogo e Psicanalista – 

Eles foram aparecendo aos poucos, trocaram confidências na noite belorizontina e descobriram que tinham os mesmos ideais. Em pouco tempo, seus sonhos se tornaram realidade e, após muita luta, os novos revolucionários mineiros conquistaram o mundo…da cerveja, ganhando importantes prêmios nacionais e vencendo concursos internacionais para o Brasil.

A saga desse bravo pessoal começou há mais de dez anos e agora está sendo registrada em livro que será lançado pela editora Autêntica. Além de revolucionário de primeira hora, proprietário da cerveja “Ave Cesar” e ex-presidente da Associação dos Cervejeiros Artesanais Mineiros (Acerva) o autor, Henrique Oliveira, é escritor, formado em Ciências Contábeis e gestor de governança, riscos e compliance da Belgo Bekaert Arames.
O grupo que iniciou o movimento era formado por amantes da cerveja de qualidade e a maioria residia em Belo Horizonte. Entre eles, Rodrigo Lemos, Rômulo Gresta, José Augusto Silveira, Danilo Leite Mendes, Thomas Karpens, Daniel Gontijo “Draghenvaard”, Pablo Carvalho, Paulo Patrus, Gabriela Montandon, Marco Falcone, Luiz Flávio Leão, Daniel Pinheiro, Felipe Viegas e o mestre cervejeiro Paulo Schiaveto. Nas suas inconfidências, trocavam dicas e experiências cervejeiras via internet e degustavam suas descobertas no icônico bar Frei Tuck Slow Beer, de propriedade de Luiz Flávio.
“A turma ficou conhecida pelo nome de Confraria BH. Aliás, em março daquele mesmo ano, era formada a Confraria Feminina da Cerveja – Confece, também em Belo Horizonte, por um grupo de amigas que também curtiam boas cervejas. Quando os conheci, trocamos afinidades, e apesar de não fabricar cervejas, me juntei a eles”, registra Henrique Oliveira.
Além de consumir, o pessoal também produzia suas próprias cervejas em casa e as compartilhavam com amigos e convidados. A idéia evoluiu para o I BH Home Bier – Mostra de Cervejas Caseiras de BH, realizada no Frei Tuck com o apoio da Falke Bier e da distribuidora Bier Wein. Foram avaliadas cerca de dez cervejas e premiadas as três melhores, produzidas por Thomas Karpen, José Augusto Silveira e Daniel Teixeira Chaves. O evento lotou o lugar e o seu sucesso levou à realização de mais quatro edições.
Inspirados nas associações de cervejeiros artesanais do Rio de Janeiro e São Paulo, em outubro de 2007 alguns cervejeiros caseiros de Minas se reuniram na casa do pai de Henrique Oliveira, para criar entidade semelhante no estado, a ACervA Mineira. O número de associados cresceu rapidamente, assim como o volume da produção de cervejas caseiras, sob a orientação do mestre Paulo Schiavetto.
Por meio da associação, os cervejeiros faziam compras conjuntas de ingredientes, como malte, lúpulo, levedo e alguns equipamentos de menor porte, como chopeiras, cilindros e conexões. Já havia um certo clima de empreendedorismo. Uns passaram a palestrar e dar aulas sobre cervejas, outros decidiram se dedicar à cerveja como profissão. Entre eles, Felipe Viegas da Taberna do Vale, Alencar Barbosa (Cervejaria Küd), Paulo e Geraldo Furst (Fürst Bier); Daniel Pinheiro, Humberto Mendes, Paulo Patrus e amigos (Cervejaria Inconfidentes), Alfredo Figueiredo e Marco Antônio (VM Beer), Normado Morg (Cervejaria Uaimií), Cristiam Nazareno (Cerveja Profana, de Juiz de Fora), Bernardo Gosling (Gosling Beer).
Pablo Carvalho, Rodrigo Parisi, Kelvin Azevedo e Rafael Patrício se tornaram grandes profissionais cervejeiros. José Bento Valia Vargas montou uma distribuidora de insumos e cervejas. João Becker se tornou dono de um bar famoso em Ribeirão Preto, Armando Fontes se tornou designer especializado em rótulos. “O movimento cultural e empresarial relacionado à cerveja então explodiu de vez, com a Acerva Mineira se tornado uma incubadora de talentos”, contou Henrique Oliveira.
Tendo se integrado depois ao grupo dos pioneiros, a jornalista Fabiana Arreguy, da CBN de Belo Horizonte criou o programa Pão e Cerveja, contribuindo para difundir a cultura da cerveja de qualidade em Minas. Por meio do Extra-Malte, o músico Sady Homrich também foi importante nesse aspecto, assim como Carol Patrus, da distribuidora Mamãe Bebidas.
Em razão da qualidade das bebidas produzidas pelo seu setor artesanal, Minas Gerais passou a ser conhecida como a Bélgica brasileira, fama advinda da criatividade dos seus cervejeiros. A ACervA Mineira teve, ainda, participação importante na qualificação de associados para obter a certificação de juízes do BJCP (Beer Judge Certification Program), tornando o maior estado do Brasil em representatividade nas mesas julgadoras de concursos internacionais.
Em seu livro, Henrique Oliveira, registra ainda que, ao longo de décadas, Minas sempre teve destaque no setor cervejeiro graças ao esforço de seus empresários. “Desde o surgimento da primeira cervejaria mineira, em 1841, e a decadência do segmento, logo após a crise americana de 1929, guerreiros como Felício Brandt, Hermógenes Ladeira e Luiz Otávio Possas Gonçalves mantiveram a luz acesa durante as décadas de 1960 a 1990, enfrentando o poderio da Brahma e da Antarctica”.
“Luiz Otávio, o último daquela velha guarda, resistiu até 1999, quando essas duas empresas se uniram após aprovação do CADE”. Mesmo após aquela derrocada, quase que mortal, o candeeiro do micro produtor foi sabiamente repassado em 1997 para Herwig Gangl, Teodósios Tersis, Rodrigo Ferraz e Marcus Brodnik, quando resolveram fundar a Cervejaria Krug Bier. Simultaneamente, naquele mesmo ano, os irmãos Halim e Munir Kalil e Paula Lebbos, incrementavam os seus negócios com a criação da Cervejaria Bäcker”, destacou o autor.
Henrique Oliveira enxerga o cenário cervejeiro artesanal de Minas em franco crescimento, tanto no número de empreendimentos e como pela ousadia dos produtores. “Minas Gerais possui um forte apoio institucional por parte de entidades como a Acerva Mineira, o SindBebidas e a Codemig”.  Para ele, os governos vêm compreendendo que o micro produtor de cervejas não pode ser sufocado com altas taxas tributárias.
“Mas, o futuro requer cautela. As micro cervejarias, para se manter num mercado concorrido e monopolizado por grandes fabricantes, precisam de um bom planejamento, estratégias adequadas, atenção ao fluxo de caixa, atendimento primoroso a clientes e, acima de tudo, racionalização de custos. Fábricas, mesmo que pequenas, requerem ganhos de escala, investimentos constantes em manutenção e ampliação, excelência em seu gerenciamento”, aconselhou.
Fonte: https://mercadocomum.com/revolucao_cervejeira_em_minas/

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Curso Cultura Cervejeira

Cervejeiro Marco Falcone estréia curso especializado em São Paulo


O professor Marco Falcone, da Falke Bier, traz para São Paulo seu curso de história da cerveja e cultura cervejeira, com degustação de seis rótulos harmonizados com queijos premium.

O fechamento será com a premiada e primeira tripel brasileira, a rolhada Monasterium, cerveja elaborada por Marco Falcone e Paulo Schiaveto, que é maturada ao som de canto gregoriano na cave da Falke Bier.

Oportunidade única em São Paulo!

Conteúdo programático e lista de rótulos e queijos no folheto anexo. São somente 20 vagas, em data única.

Quando: 15/07/2017, das 10h às 14h

Investimento: R$280,00

Inscrições: Sympla, ou diretamente na Mr. Beer Tutóia

Informações: tutoia@mrbeercervejas.com.br


terça-feira, 23 de agosto de 2016

Universo da Cerveja

BH Shopping promove exposição Universo da Cerveja



De 03 a 28 de agosto, o BH Shopping abrigará, no Piso Mariana, a exposição “O Universo da Cerveja”. Mais uma ação do shopping para celebrar o mês dos Pais, a proposta é levar o visitante, de forma inédita e exclusiva, por uma viagem apaixonante sobre a bebida mais popular entre os brasileiros.

Com curadoria do cervejólogo Ronaldo Morado, a exposição terá fotos, imagens e vídeos que apresentam de forma dinâmica a cultura cervejeira milenar. Destaques para maquetes e painéis interativos, amostras reais de ingredientes que vão permitir o contato físico e olfativo do visitante e maquete em escala real de uma cervejaria.


Referência no assunto no país, Ronaldo Morado, esteve no mall dias 3 e 5 de agosto e fez palestras gratuitas para falar com o público sobre a história, ingredientes, características, processo de fabricação, estilos e as diferentes escolas cervejeiras ao redor do mundo. 

As palestras foram às 19h, no Espaço BHS - Piso Mariana. A programação integra as ações de Dia dos Pais promovidas pelo mall mais completo de Belo Horizonte.


quinta-feira, 19 de maio de 2016

História do Brasil e a cerveja


A História do Brasil e de Minas Gerais

No dia 17 de maio, Henrique Oliveira palestrou para profissionais do segmento, meio acadêmico e curiosos sobre a história da cerveja no Brasil e em Minas Gerais, retratando acontecimentos culturais, econômicos e sociais.

Na história da cerveja no Brasil, Henrique vinculou o seu livro Brasil Beer - O Guia de Cervejas Brasileiras. Já na história da cerveja em Minas Gerais foi mencionado o prelo de seu mais novo trabalho, Cervejarias Mineiras - Da Imigração ao Copo. O evento contou com a participação do cervejeiro Marco Falcone.

Foi um momento lúdico, com muita participação do grupo por meio de uma agradável seção de "Perguntas e Respostas". Houve sorteio de brindes dos apoiadores (Backer, Furst Beer, Ave César e Krug Bier) e emissão de certificado.

O evento ocorreu na Biblioteca Pública de Belo Horizonte.




sábado, 6 de fevereiro de 2016

Livro de cervejas brasileiro

Cerveja, Alemães e Juiz de Fora




A literatura nacional cervejeira ganhou mais uma obra que merece a apreciação de todos. O livro "Cerveja, Alemães e Juiz de Fora" do autor Alexandre Hill Maestrini narra os fatos das principais cervejarias do século passado e anuncia novas as cervejarias da "Rota Cervejeira de Juiz de Fora" do futuro.

São inúmeras histórias interessantes mostrando as dificuldades, o entusiasmo, a paixão e o cansaço dos cervejeiros juizforenses, que não deixaram a peteca cair, mesmo nesse cenário de pessimismo evidente ao qual estamos vivenciando.

O livro foi produzido pelo Instituto Autobanh, ao qual Alexandre é um dos diretores. 

Meus grifos: comprei o livro e achei muito interessante, e este é parte de minha biblioteca

Para aqueles que desejarem comprar um exemplar para sua coleção e para conhecer mais sobre as cervejarias da região da Zona da Mata mineira o link é http://mg.olx.com.br/regiao-de-juiz-de-fora/livros-e-revistas/cerveja-alemaes-e-juiz-de-fora-136970968

Mais informações sobre o autor e sua obra veja em:

Alexandre Hill Maestrini
Alexandre@institutoautobahn.com.br
Diretor do Instituto Autobahn
Avenida Barão do Rio Branco 2872 sala 1908
Edifício Milênio Center - Juiz de Fora
CEP 36016-311
Telefone +55 (32) 3026-5084
http://www.InstitutoAutobahn.com.br
http://www.facebook.com/institutoautobahn

#pelosatelite #avecesarco #livro #avecesarbooks

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Cultura e Memória

O resgate de cultura por meio do compartilhamento de memória

Por Henrique Oliveira

Ao assisitr o filme francês “Lucy” filmado em 2014 e produzido por Luc Bresson, tendo como principal atriz Scarlet Johanson como o personagem-título e Morgan Freemam como Professor Norman, uma cena me chamou atenção que tem muito haver com a preservação de uma cultura.

No filme, Lucy é contaminada por uma droga sintética – CPH4 que propiciou um aumento expressivo da capacidade intelectual. Como resultado, ela gradativamente começa a adquirir capacidades físicas e mentais cada vez mais elevadas, como telepatia, telecinese, etrocinese além de absorver conhecimento instantaneamente. Esses excessos, em contra-partida, iniciam um processo de degradação celular em  todo seu corpo podendo a levar à morte. 

Ao encontrar com professor Norman, Lucy pergunta o que fazer com tanto conhecimento, uma vez que a morte está por vir. E nesse momento professor Norman diz a máxima: “- Passe para frente! Compartilhe”! (Veja a cena abaixo sobre isso.)

Essa cena foi marcante. Não estamos aqui para todo sempre. O que mais guardamos conosco é conhecimento e comportamento. Nossos pais, nós mesmos aprendemos com eles ou por meio de outros conhecimento e comportamento e o conjunto dessas ações, quando tomadas de conjunto, em um grupo coletivo, forma o que chamamos de cultura.

Para que uma cidade ou mesmo um município não perca a sua cultura (suas artes, gastronomia, etc.), locais de “reunião de cultura” foram e são formados. Nessas circunstâncias, arquivos públicos, bibliotecas, museus, institutos culturais e de memória são mantidos pelo governo ou por particulares com o intuito de preservar a memória individual e coletiva.

Se você tem um depoimento, alguma fotografia antiga, um objeto – não valioso materialmente, mas que retrate a história ou um momento marcante, um jornal, anuário ou periódico antigo ou ainda um bom livro, não deixe de avaliar e procurar um desses estabelecimentos. O conhecimento deve e tem que ser compartilhado! Doando um livro, uma foto, você pode perpetuar a memória que talvez esteja sendo apagada pelo tempo ou pelo descaso.

Participe! Vasculhe suas antigas gavetas e compartilhe! Pense nisso! Isso é história!

Henrique Oliveira é escritor especialista em cervejas, autor do livro Brasil Beer – O Guia de Cervejas Brasileiras.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Cerveja e Arte

Cartunista de Blumenau publica história da cerveja no mundo em quadrinhos


O cartunista blumenauense Alex Guenther publica no próximo dia 29 de abril a continuação da revista A História da Cerveja do Mundo e em Blumenau, lançada no ano passado.
Em A Saborosa Empreitada da Cerveja pelo Mundo, Hugo Barman e sua sobrinha Edith viajam pela Bélgica, Alemanha, Inglaterra, República Tcheca e outros países para conhecer o processo de fabricação de várias cervejas.
lançamento será na cervejaria Container, na Itoupava Central, em Blumenau, a partir das 19h30min.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Hermógenes Ladeira




O Engraxate e outras crônicas

Hermonegenes Ladeira lança, no dia 26, no Espaço V, livro com textos publicados na Viver Brasil

Como se estivesse diante de um passado palpável, o cronista Hermógenes Ladeira estende o olhar sobre a sacada de seu apartamento, em uma rua ainda tranquila da Savassi. Tem muita história para contar esse cearense de 77 anos, que chegou a Belo Horizonte aos 6, em plena Segunda Guerra, para viver com a família em um quarto da pensão da avó, na esquina entre a rua Espírito Santo e a avenida Augusto de Lima. Do primeiro emprego como engraxador de sapatos – lembrança adolescente que dá título ao livro O Engraxate e outras crônicas do Viver, que será lançado no dia 26 de agosto, no Espaço V, da VB Comunicação –, Hermógenes fez de tudo um pouco: formou-se em direito pela PUC Minas, trabalhou na sucursal mineira do icônico diário Última Hora, dirigido por Samuel Wainer, fundou e dirigiu a Companhia Alterosa de Cervejas, em Vespasiano, e, num golpe de mestre, vendeu a fábrica para a Antarctica, da qual foi um dos cabeças nas praças de Minas, Rio e São Paulo.
Casado com Diva Ladeira há 49 anos, o saudosista Hermógenes desfia, desde março de 2011, sua prosa aos leitores da Viver Brasil, em artigo assinado que passou a ocupar o nobre espaço da última página há exatamente um ano. “Recebi o convite do Paulo Cesar de Oliveira, o PCO, em uma viagem a Lisboa. Do hotel mesmo, escrevi 3 crônicas. Confesso que me surpreendi com o resultado, pois, desde a saída do Última Hora, só havia escrito por questões de circunstância”, conta. A própria passagem pelo jornalismo, aliás, foi circunstancial. Vindo de um emprego na Publicidade Danilo Valle, Hermógenes entrou para o jornal aos 19 anos, como redator de página de automobilismo – função que, 2 anos depois, foi ocupada pelo próprio PCO, que acabava de chegar a Belo Horizonte, vindo de Montes Claros, onde passou sua infância.
Mas Hermógenes descobriu a vocação mais marcante em outros departamentos do jornal. Primeiro, com apenas 21 anos, atuou como gerente regional de publicidade. Com o golpe militar de 1964, o governo fechou o Última Hora, ligado a Jango e ao Getulismo. “Um ano depois, o jornalista Dauro Mendes, ex-integrante do diário, me convidou a participar de sua reabertura em Minas. Aceitei e passei a atuar como diretor comercial.”
A grande virada veio em 1967. Aos 30 anos, Hermógenes trocou o cargo em um jornal de prestígio pela aventura da fundação da fábrica Companhia Alterosa de Cervejas – que, de início, não tinha nada de cervejaria, vale ressaltar. “O investimento necessário era de 10 milhões de dólares, mas os idealizadores da empresa não tinham nada, apenas a ideia, que, por pouco, não se transformou em um desastre lamentável. Hoje, ao me lembrar desses acontecimentos, sinto um frio na espinha”, relata Hermógenes, em um daqueles momentos em que o olhar se volta para o vívido retrato daqueles dias.

Antes da cerveja, o grupo lançou, em 1970, dois refrigerantes,: o Mineirinho, feito de chapéu-de-couro, e o refrigerante Guaraná Alterosa. Produto fluminense, apesar do nome, o Mineirinho não pegou por aqui. Já o Guaraná Alterosa... “Chegamos a vender mais que o Guaraná Antarctica”, lembra o cronista. Quando, em 1972, a etapa cervejeira finalmente foi inaugurada, Hermógenes implantou modelos de negócio pioneiros no Brasil, como engradados de plástico, garrafas descartáveis produzidas na França, embalagens six pack, refrigerante de 1 litro, bem como a padronização dos caminhões de entrega e geladeiras nos bares. “Grandes fabricantes como Antarctica e Brahma não esperavam que a Alterosa vingasse e tivesse tantas inovações. Mas não inventamos nada. Apenas trouxemos o que já era aplicado em outros mercados do mundo.” O investimento se refletiu na produção: de 15 milhões de litros de cerveja produzidos em 1972, a companhia passou a 45 milhões em 1977.
Faturamento triplicado, sucesso depois de muita batalha... O que fazer com o negócio? Vender. O embrião de fusões de grandes empresas já começava a dar as caras naquela época, em que um dos marcos foi a compra da Skol pela Brahma, em abril de 1980. A Antarctica deu sequência ao processo, adquirindo a fábrica da Alterosa, em Vespasiano, em julho do mesmo ano, por 165 milhões de cruzeiros, em negociação que já durava mais de 2 anos. “Apesar de todos os esforços, éramos um grupo pequeno.
Não aguentaríamos a competição por muito tempo e iríamos quebrar”, explica. Com o negócio formalizado e a posse da cervejaria, Hermógenes não saiu de cena. Ao contrário: em 1981, a assembleia geral do grupo Antarctica o elegeu como presidente da empresa em Minas, tornando-o responsável por toda a área comercial e financeira. Uma das primeiras providências da gestão foi agregar ao grupo a Companhia Itacolomy de Cervejas, de Pirapora, no Norte de Minas. “Também apresentei à Antarctica um projeto ambicioso de reformulação de imagem, investimento em publicidade e reforma do centro de distribuição. A proposta era dobrar a participação no mercado mineiro, que, na época, era de 26%”, relata o empreendedor. Com as medidas tomadas, o resultado foi superior às metas: em 1983, a cervejaria fechou o balanço anual com 62% no market share de Minas. “Só na fábrica de Vespasiano, eram 100 milhões de litros produzidos ao ano”, contabiliza.
A partir de números tão expressivos, a Antarctica apostou em Hermógenes para repetir o feito no Rio, na fábrica de Jacarepaguá. É claro que ele topou o desafio e, para lá, se mudou, em 1992. Nos bares fluminenses, a Brahma era a líder absoluta havia mais de 100 anos. O objetivo era quebrar esse hegemonia. “No espaço de 5 anos, a produção passou de 150 milhões para 450 milhões de litros.” O segredo da multiplicação de cervejas, diz Hermógenes, não foi investimento na qualidade do produto, que já era indiscutível há muito tempo. “Por trás de tudo, havia estratégias de marketing muito bem definidas, como o investimento em merchandising, ações de venda e padronização da apresentação e da distribuição do produto.”
O último capítulo de Hermógenes na Antarctica foi em São Paulo, a partir de 1997, na sede da empresa. “Era onde estavam consolidados todos os erros que entendia que deveria corrigir.” Por lá, porém, as coisas não aconteceram como o previsto: esbarrou na burocracia, excesso de cobranças e problemas de relacionamento. Ainda assim, ele conduziu a campanha São Paulo, capital da Antarctica, em parceria com a agência DM9, de Nizan Guanaes, um dos marcos publicitários da cidade. A Antarctica estava a um passo de se transformar na líder da praça, mas os rumores da fusão que daria origem à AmBev, em julho de 1999, já se anunciavam. Hermógenes se antecipou e se desligou do cargo de diretor comercial 3 meses antes.
De volta a BH, ele se sentiu novamente em casa. Por aqui, reencontrou a tal mineiridade vista por ele pela primeira vez na década de 1940, quando a família chegou à cidade em busca de melhores condições de vida. O olhar que resgata o passado volta, então, ao tempo em que brincava de bola de gude e jogava pelada com os amigos dos bairros Cruzeiro, Carlos Prates e Barroca, residências para as quais a família foi se mudando de acordo com a conveniência. Inquieto, não fica parado por muito tempo: faz uso de sua formação como advogado e gestor e passa a trabalhar com precatórios. Abre sua própria empresa, a PGP, com sede no Rio e escritório no Barro Preto. Passa os anos na ponte-aérea, até que problemas de coluna o forçam a ficar de cama por 6 meses. “Atualmente, tenho trabalhado graças ao computador e ao telefone.”
É de seu apartamento que saem as crônicas que o leitor da Viver Brasil aprecia quinzenalmente, um retrato do mosaico de culturas e influências desse homem. “Hoje, sei que alcancei o que pretendia justamente pela pluralidade de competências. Cada uma delas, a seu tempo, me trouxe algo a mais na formação da personalidade e da minha contribuição para um mundo melhor.”
Meus grifos do Blog Ave Cesar Co.: 
Tive a oportunidade em entrevista e estar com Hemórgenes Ladeira, que me contou boa parte de sua história o que muito me honrou. Ele nos deixou em agosto de 2022.
Nota do blog: Sr. Hemórgenes Ladeira nos deixou em Setembro de 2022.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Lançamento do livro Brasil Beer


Livro Brasil Beer é sucesso de vendas em seu lançamento, em Belo Horizonte

Noite maravilhosa, simplesmente assim podemos resumir!  Mais de 300 pessoas prestigiando e quase que os estoques foram esgotados! Dos 200 livros disponíveis na livraria Leitura do Pátio Savassi, 184 livros sumiram em 2 horas e meia das pratileiras. Amigos e parentes, aficionados em cervejas, curiosos, empresários do segmento cervejeiro, entusiastas,  invadiram o salão de lançamentos de livros da Leitura em busca de um momento especial. Escrevemos para cada um desses nobres presentes, uma mensagem de agradecimento na contra capa do livro Brasil Beer.

Ficamos muito agradecidos (eu e Hélcio) nos sentimos honrados pela oportunidade e pelo momento. Mais a fundo no lançamento do livro, as cervejarias, Backer, Wals, Krug, Taberna do Vale, Falke Bier (e uma surpresa! Cervejaria Colorado), deixaram suas marcas com uma degustação especial com chopes para lá de especiais. Todos gostaram e degustaram preciosidades que os mineiros cervejeiros estão movimentando no mercado nacional. Foi marcante!

O trabalho valeu a pena e caro leitor, podemos dizer que o livro está sensacional e aguarda por você! Com o livro Brasil Beer desejamos uma boa leitura! Ou melhor, boa viagem! Saúde!





quarta-feira, 20 de junho de 2012

Antarctica de Ribeirão

Prédio da primeira fábrica de cerveja de Ribeirão Preto será shopping

A primeira fábrica de cerveja instalada em Ribeirão Preto (SP) dará lugar a um shopping até dezembro de 2014, anunciou na terça-feira (19) um grupo de acionistas de Goiás e São Paulo em evento com participação de autoridades municipais.

Estimado em R$ 300 milhões, o complexo do grupo Buriti ficará em um prédio desativado da Avenida Jerônimo Gonçalves, na Vila Tibério, onde funcionou Cervejaria Antarctica, fundada em 1911 e que ajudou a cidade a ficar conhecida como a “Capital do Chope”.

Além de estabelecimentos comerciais, o complexo com 55 mil metros quadrados abrigará um hotel e um empreendimento imobiliário com apartamentos residenciais e salas comerciais, de acordo com o empresário Marcos Romiti. “Viemos aqui apaixonados pelo mercado de Ribeirão Preto e também pela localização deste terreno”, afirmou.

Quatro estruturas originais do prédio, segundo Romiti, serão mantidas e restauradas, onde será construído um memorial dedicado à fabricação de cerveja na cidade, seguindo solicitação feita pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural (Conpacc).



As obras estão previstas para começar no segundo semestre deste ano e os acionistas esperam gerar cerca de 5 mil empregos diretos e indiretos com o negócio.

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