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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Tattoo e Cerveja

 

Sangue, Tinta e Malte: O Ritual Secreto Entre a Tatuagem e a Cerveja Gelada

por Henrique Oliveira*

Inspirei-me nessa matéria em minha sobrinha Paulinha Mendes, que é cantora e tatuadora profissional, e Jean Felipe, um cunhado-afim, que possui uma Tattoo Shop nos Estados Unidos.

A agulha dita o ritmo na pele por duas, três ou quatro horas. O barulho da máquina funciona como um teste de resiliência. Marcar o corpo é um processo que exige energia, dor e paciência. Mas, para todo bom entusiasta da cultura urbana, a verdadeira recompensa não termina quando o tatuador limpa o excesso de tinta e cola o plástico protetor. O ritual só fica completo no balcão do bar mais próximo, celebrando o traço novo com o primeiro gole de uma cerveja trincando, muitas vezes ao som de uma banda ou de um bom disco de vinil.

Essa relação vai além do mero alívio pós-dor. Tatuagem e cerveja compartilham a mesma essência: são manifestações de arte contracultura, personalidade e, acima de tudo, celebração da liberdade individual.

A Ciência do Relaxamento: Por que a Cerveja Pós-Sessão é Sagrada?

Durante uma sessão de tatuagem, o corpo descarrega uma quantidade massiva de adrenalina e endorfina para lidar com a dor. Quando a máquina desliga, ocorre o famoso "choque pós-tattoo": o corpo relaxa abruptamente, a glicose baixa e você sente um cansaço físico real. É aí que o copo americano (em Minas Copo Lagoinha) entra em ação, como uma descompressão mental: O primeiro gole sinaliza para o cérebro que a "batalha do grafite no corpo" acabou.

Trata-se de uma socialização instantânea. Tatuar-se com amigos e esticar para o boteco transforma a dor em uma boa história, porém deve-se seguir a regra de ouro: nunca beba antes da sessão, pois o álcool afina o sangue e atrapalha a fixação da tinta. Mas depois? É praticamente um dever cívico.

Do Copo para a Pele: A Cerveja como Protagonista da Arte

Para o universo masculino, a paixão pelo universo cervejeiro é tão intensa que transborda do paladar direto para a pele. Para as mulheres cervejeiras, é comum tatuar elementos do malte e do lúpulo, pois virou uma tendência forte entre quem aprecia o estilo de vida clássico e artesanal. Os estilos mais procurados nos estúdios ao redor do mundo variam entre o visual retrô e o minimalismo.

Há Old School Clássico: Canecos transbordando espuma, ramos de cevada e designs tradicionais que remetem aos marinheiros e à velha guarda.

Há também o Minimalismo Urbano: O icônico design do copo americano ou silhuetas simples que carregam um significado gigante de boemia. Alguns registram o Boteco Raiz, com desenhos bem-humorados que celebram a cultura cervejeira brasileira, como a clássica cadeira de plástico amarela acompanhada de uma garrafa. É um trabalho de arte.

Se você está planejando o seu próximo risco na pele, que tal se inspirar no seu próprio brinde? Afinal, se a vida é curta demais para beber cerveja ruim, ela também é curta demais para ter a pele em branco.

Recomendo os trabalhos de Tattoo, no Brasil: Paula Mendes (https://www.instagram.com/paulamendes.art/) 

Nos Estados Unidos: Jean Felipe (https://www.youtube.com/channel/UC6BpK2WAkVQvE5mYWrAnixQ)


Fotos: pinterest/internet/estúdios de tattoo/divulgação.
(*) - Executivo e Beersommelier nas horas vagas.

sábado, 2 de maio de 2026

Inside LVMH

Inside LVMH: O Passaporte para o Universo do Luxo

A LVMH (Louis Vuitton Möet  Hennessy), líder global no setor de alto padrão, não domina apenas o mercado de consumo, mas também o de talentos. Por meio da plataforma Inside LVMH, o Grupo rompe a barreira do exclusivismo para oferecer a estudantes e profissionais  de todo o mundo uma visão privilegiada de seus bastidores.

A iniciativa se baseia em um ecossistema digital e educacional desenhado para conectar a próxima geração de líderes com o ecossistema de mais de 75 Maisons (Mansões) do Grupo, o que inclui, marcas ícones como Louis Vuitton, Dior, Whisky Glenmorangie, Möet & Chandon e Don Pérignon. O objetivo é claro: compartilhar o savoir-faire (o saber-fazer) que mantém o grupo no topo por décadas.


O grande destaque é o  programa de certificação chamado de Inside LVMH Certificate. Este curso é gratuito e 100% on line, permite que os participantes mergulhem em módulos fundamentais sobre:

"Fundamentos do Luxo: História, Códigos e Cultura das Marcas"; 
"Cadeia de Valor: Do Design e Criação à Exelência na Fabricação"; 
"Estratégia e Inovação: Como a Tradição se Funde com a Tecnologia e a Sustentabilidade".

Ao final, os aprovados recebem uma certificação oficial, que se tornou um diferencial de peso no currículo de quem busca ingressar no mercado de luxo. Para a LVMH a ação é estratégica. A plataforma funciona como um radar de talentos global. Ao democratizar o acesso ao conhecimento especializado, o grupo atrai perfis diversos e apaixonados, garantindo que o DNA de inovação e criatividade da companhia continue pulsando. É em essência o encontro entre a herança histórica e o futuro do varejo global. 

As inscrições para a próxima turma do Iinside LVMH Certificate estão atualmente abertas e seguem o seguinte cronograma para a edição de maio de 2026. As inscrições vão até 11 de maio de 2026, às 23h59 (horário UTC) no site oficial Inside LVMH. O acesso ao conteúdo de aprendizagem começa em 12 de maio e vai até o mês de julho.

O grupo geralmente oferece essa oportunidade duas vezes ao ano, com turmas iniciando em abril/maio e setembro/outubro. O certificado exige a conclusão de módulos sobre os fundamentos do luxo e um teste final para a emissão do documento oficial.

Saiba  mais: https://www.insidelvmh.com/  






terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

John Currin

 Køb en reproduktion af Stamford after Brunch - John Currin

John Currin e a arte de pintar uma boa bebida

Natural de Boulder, Estados Unidos, John Currin é um dos artistas mais importantes e polêmicos da sua geração, conhecido sobretudo pela incorreção política de suas Pin Ups. Em pinturas de execução meticulosa que por vezes lembram o realismo de artistas tão diversos quanto Lucas Cranach, Norman Rockwell e Édouard Manet ele se regala no desafio técnico de justapor superfícies diferentes. E ao combinar temas ousados há uma obstinada devoção à antiquada linguagem da pintura confronta duplamente os tabus da arte contemporânea.

Selecionei algumas de suas pinturas de arte que mencionam o tema da bebida em momentos de confraternização ou de personalidade individual, apreciando um bom copo. A pintura acima é "Stamford After Brunch". A obra captura a camaradagem vertiginosa de três mulheres com braços delicados e infantis e pernas incrivelmente magras e angulares. Enquanto as figuras riem, bebem martinis e fumam charutos, a paisagem invernal lá fora contrasta fortemente com o conforto interior de conversas calorosas e roupas leves.

 Aprecie e um brinde!

Foto editada de pessoa sorrindo

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

John Currin - Alain Elkann Interviews

John Currin - Selected Works

John Currin 20th Century & Contemporary Art Evening Sale

Fonte: Stamford after Brunch | The Art Institute of Chicago


terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Ave Cesar Books: História da Cerveja Da Origem Aos Dias Atuais


História da Cerveja: Da Origem aos Dias Atuais

Rafael Ramalho Rolim, lança um e-book sobre a fascinante jornada da bebida mais amada do mundo: das tabuletas de argila da Suméria à revolução das cervejas artesanais brasileiras.

Você sabia que a cerveja já foi considerada um alimento sagrado, pagou salários no Egito Antigo e foi salva por monges durante a Idade Média? No livro (e-book), História da Cerveja: Da Origem aos Dias Atuais, Rafael Ramalho Rolim guia o leitor por uma viagem milenar, desvendando os segredos, a ciência e a cultura por trás de cada gole. Mais do que um livro de história, este é um guia completo para entusiastas e cervejeiros, abordando:

A Evolução Histórica: O nascimento da bebida na Mesopotâmia, a Lei da Pureza Alemã (Reinheitsgebot) de 1516 e a Revolução Industrial.

As Escolas Cervejeiras: Um mergulho profundo nas tradições Alemã, Belga, Inglesa e Americana.

Inovação Nacional: O surgimento e a consolidação da Escola Brasileira, com destaque para a Catharina Sour e o uso de frutas tropicais.

Técnica e Produção: Entenda o papel vital da água, do malte, do lúpulo e da levedura, e conheça o processo de fabricação passo a passo.

Guia de Estilos e Harmonização: Aprenda a diferenciar uma Lager de uma Ale e descubra como combinar perfeitamente cervejas com pratos, desde uma Weiss com queijo de cabra até uma Stout com chocolate amargo.

Seja você um cervejeiro caseiro, um sommelier em formação ou apenas alguém que aprecia uma boa cerveja gelada e quer entender o que está no seu copo, este livro de cervejas é o brinde perfeito para o seu conhecimento. Beba da fonte do saber. Um brinde à história da cerveja!

O e-book está disponível na Amazon: História da Cerveja: Da Origem aos Dias Atuais eBook : Ramalho Rolim, Rafael: Amazon.com.br: Loja Kindle


terça-feira, 18 de novembro de 2025

Norman Rockwell

 

As ilustrações de Normam Rockwell, quando o tema é cerveja

Norman Rockwell foi um pintor e ilustrador mundialmente famoso por suas ilustrações de capas para a revista “The Saturday Evening Post”, que retratavam a vida cotidiana nos Estados Unidos.

Norman também pintou retratos de presidentes e outras personalidades, e seu trabalho artístico, conhecido como Realismo Americano, é reverenciado por capturar a arte e a cultura americana com um toque de idealismo e no estilo pin-up. O artista também produziu calendários, posters, livros e ilustrações. Ele foi um dos artistas prediletos da Coca-Cola. 

Norman Rockwell foi um orgulho americano. Seria, no Brasil, um Ziraldo, um Daniel Azulay ou ainda um Maurício de Souza.

Encontrei algumas ilustrações que tem a cerveja como parte de suas obras. Veja a seguir:


segunda-feira, 13 de outubro de 2025

Ave César Movies IA

IA e a boa bebida

 IA gera imagens inusitadas de artistas em cenas de filmes e séries incríveis

Passando pelo Pinterest.com, vi algumas fotos geradas por IA que realmente nos faz divertir e imaginar como seria a cena. Não irei delongar. Apenas veja e aproveite. Saúde!






Cheers!







sexta-feira, 28 de junho de 2024

Latas de cerveja com arte

 Arte moderna em latas de cervejas


Quando se fala de arte moderna em latas o americano e artista plástico Noah Delleda é uma referência no assunto. Com técnica e muita prática o designer transforma uma simples lata de cervejas uma verdadeira obra de arte. (Nosso escultor mineiro José Bento fez algo semelhante com cilindros em madeira de lei.)

Veja o vídeo a seguir e compreenda mais sobre a sua forma de esculpir latas de cervejas.


#pelosatelite #avecesarco #artemoderna #lata #latasdecerveja

segunda-feira, 13 de julho de 2020

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Linha Expressionista Krug Bier

Pinturas artísticas inspira Cervejaria Krug Bier a elaborar a sua Linha Expressionista de Cervejas


A cerveja Calúnia da Krug Bier foi inspirado em uma pintura de Apeles chamada "A Calúnia".

A CALÚNIA DE APELES E BOTTICELLI

Apeles foi um pintor grego nascido provavelmente em Colófon em 352 a.C., cidade do interior da Jônia, Ásia Menor. Ele foi o mais famoso pintor da época clássica e autor do único retrato de Alexandre, o Magno, conhecido no mundo atual. Detalhes de sua vida são desconhecidos, e apenas relatos das suas obras foram conservados, não sendo conhecida nenhuma obra de sua autoria. Há, porém, descrições de suas pinturas, escritas por autores antigos, especialmente por Plínio, o Velho (23-79), além de Estrabão, Luciano, Ouvídio, Petrônio e outros.

Apeles foi aluno de Pânfilo de Sícion, e seu grande mérito foi saber reunir a graça da Escola Jônica com a severidade da Escola de Sícion. Suas pinturas se caracterizaram pela graça e pelo realce de um brilhante colorido.

Apeles foi caluniado por seu rival Antífios por conspirar contra Ptolomeu IV Filopatore e foi preso. Após provar sua inocência ele pintou o quadro "A Calúnia" para expressar o que teria acontecido com ele. Baseados nos relatos do quadro, vários pintores tentaram reproduzir "A Calúnia". A mais importante reprodução foi executada por Botticelli (1445-1510), chama de "A Calúnia de Apeles" e se encontra atualmente na Galeria dos Uffizi, em Florença.

O quadro mostra o Rei sentado no trono cercado por duas conselheiras, a Ignorância e a Desconfiança. Elas murmuram-lhe ao ouvido palavras venenosas. Ele possui orelhas de burro e fecha os olhos à realidade. O Rancor estende o braço comprido para o Rei e traz pela mão a Calúnia, a bela jovem de azul, que tem uma tocha em sua mão esquerda para mostrar credibilidade às mentiras que ela espalha. Por detrás da Calúnia, estão a má fé e a Inveja, que não param de adornar a sua amante, Calúnia, fazendo uso insidioso da Inocência e da Pureza.

Resultado de imagem para linha expressionista krugApeles aparece na figura de um homem inocente, arrastado pela Calúnia, que o agarra pelos cabelos. Atrás deles está vestido de preto o Remorso. Como o Remorso sempre está ligado a fatos passados, e olha para trás e se depara com a Verdade. Todos ocultam a sua verdadeira natureza com muita roupa. Somente a Inocência e a Verdade se mostram. Entretanto, a Inocência não se mostra por completo.

Outro quadro famoso, foi a Calúnia, pintada pela artista mineira Irma Renault, na década de 1980. Ela se inspirou na sua própria experiência de vida. O quadro é composto por 14 figuras que representam os sentimentos e comportamentos humanos.

A CALÚNIA DA KRUG



O quadro "A Calúnia da Krug" foi performado em 2016, por Rafael Resende, artista das terras de Minas, também. A ideia dos personagens já estava relativamente bem concebida, porém o tipo de traço do quadro demandou muitas horas de reflexões e cervejas. Finalmente, um traço moderno e caricato foi escolhido para exacerbar os comportamentos da sociedade atual. O comportamento humano foi a fonte de inspiração para a Krug elaborar as suas cervejas. Normalmente, as cervejarias escolhem o estilo em primeiro lugar. Na linha expressionista da Krug Bier, o estilo foi a última escolha; as cervejas foram concebidas no comportamento dos humanos.

Ao todo são oito personagens que se relacionam com oito cervejas. A Calúnia de cor rosa, com uma língua de cobra, que tem inserções de cobras em seu corpo, fala suas calúnias ao ouvido da Inocência, que lhe dá atenção. A Inocência, de óculos, apesar dos olhos vendados, não vê nada, porém escuta calúnias. A Inocência carrega na cabeça uma auréola falsa, mas o seu cabelo mostra duas pequenas mechas que remetem dois chifres. O que se esconde atrás deste sorriso solista, de camisa abotoada até o pescoço e de suas asas angelicais vermelhas? A resposta está na cerveja.

A Calúnia coloca a sua mão direita na Ignorância, num sinal que ela a calunia. Porém a Ignorância é o único personagem que parece estar realmente feliz. Apesar da Calúnia estar caluniando a Ignorância, para a Inocência, a Ignorância continua a beber feliz, sem se importar com os outros. A Ignorância está fora da trama e por isso se projeta à frente ao quadro, ela não se preocupa com o ambiente, apenas com o seu prazer, sem se submeter à fala alheia.

Quem nunca falou algo de que se arrependesse? A exceção dos sociopatas, todos sentem isto com alguma frequência. A palavra remorso vem do latim "remorsus", particípio de "remodere", que significa tornar a morder. A pessoa com remorso se fere, se multila, se tortura. Ele vem acompanhado de arrependimento e culpa. O remorso está preso a acontecimentos do passado. O Remorso que é retratado em verde escuro, chora por  algo que fez e se arrependeu, e carregando a culpa (esta representada por uma bigorna sobre a cabeça). A bigorna é oca e emite alguns sinais cifrados.

O Sarcasmo, com um falso sorriso na boca, reconforta o Remorso, dando-lhe cerveja para suavizar a sua dor. O sarcasmo começa com um sorriso, uma anedota, mas visa eliminar o outro da sociedade. Estaria o Sarcasmo simulando uma ajuda, sabendo que no dia seguinte o Remorso estaria mais abatido? As três figuras femininas se encontram do lado esquerdo do quadro. Elas parecem ser a mesma pessoa em momentos diferentes.

O Rancor, com seus olhos vermelhos de raiva reprimida, encara a Submissão, uma vez que a origem da rancor é a submissão de não se colocar presente nas relações. O rancor não se manifesta no momento e guarda um veneno no coração. O rancor é como uma pessoa que toma veneno para matar o outro, representado pelo cigarro que ela fuma.

A Submissão, por sua vez, não se preocupa com nada a não ser manter-se dentro das dietas da moda e ser admirada pelos outros. Ser magra, jovem, conectada. A Submissão se coloca abaixo das outras figuras no quadro, pois seu prazer depende do que os outros pensam dela.

No alto da tela está a Pretensão, uma mulher mais velha que pretende passar para a nova. Aparentemente seria a Submissão após 40 anos. Ela se acha muito superior às outras figuras e por isto olha para o outro lado desprezando todos os outros personagens.

As cervejas expressionistas da Krug foram concebidas para expressar a natureza humana, associando-se aos comportamentos do dia-a-dia.

Conheça os estilos de cada linha no site da Krug em http://krug.com.br/linha-expressionista-2-2/ ou ainda pelo vídeo a seguir:


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Mussum e a cerveja



Lendo o artigo de Bruno Hoffmann, da revista de bordo TAM Brasil – Almanaque de Cultura Popular de Julho desse ano, ele retrata o artista Antônio Carlos Bernardo Gomes, o nosso Mussum que tem se perpetuado em camisas, montagens de fotoshop, youtube e rede sociais.  Não poderia deixar de mencionar sobre esse artista que fazia sucesso tomando sua caninha e sua cerveja (pena que não chegou a conhecer o movimento das cervejas artesanais, recentemente) com muita irreverência.

Retrato aqui o parágrafo do artigo: “ (...) No início da década de 1970, Renato Aragão e Dedé Santana faziam uma dupla de humor na TV Excelsior. Estavam à procura de um novo integrante. Ao ver o sambista fazer graça em um programa Didi teve a idéia de convidá-lo. Quase não havia negros na tevê, e considerou a novidade positiva.  Sobre o tema racismo, aliás, Mussum afirmava: “Não vejo problema nisso, não. Para mim, todo mundo é preto”.

O grupo que viraria um quarteto com a entrada de Zacarias. Com os colegas, Mussum protagonizou grandes momentos da TV brasileira, sempre em busca de cachaça ou cerveja, como preferia chamar “mé e suco de cevadis”, como preferia chamar as bebidas. “Eu tenho 50 anos muito bem bebidos”, afirmou em uma entrevista. Além dos programas, gravou 27 filmes com os trapalhões, dois como roteirista. (...).




Seu vídeo ao lado de Tião Macalé, armando uma “pindureta” num bar, já foi visto mais de 3 milhões de vezes. E para tanto colocamos aqui mais uma vez para você leitor Ave Cesar! 

Um Brinde!

sábado, 13 de abril de 2013

MAX MIX 10


Os Megamixes que Abalaram as Casas Noturnas e as Rádios do Brasil

Isso aqui é para quem gosta dos discos de vinil em remix de 1989-1990 da dupla espanhola MAX MIX. Os caras do tempo da House Music são de fato extraordinários. 

O primeiro volume da famosa série de megamixes espanhola Max Mix, lançado em 1985, pela gravadora Max Music, foi criado e mixado pela dupla de DJs formada por Mike Platinas e Javier Ussia. Eles venceram um concurso organizado pelo selo para encontrar os DJs mais criativos da época. Anos mais tarde vieram a dupla Toni Peret e José Maria Castells. Esses revolucionaram o mercado, introduzindo samplers, scratches e outras artemanhas gravados em fitas de rolo, que eram editados de forma artesanal, com o uso de gilete e fita adesiva especial. 
Tempos mais tarde, partiram para o uso de tecnologia, como sistemas de ondas (wave), que eram elaborados por programas de computador. Max Mix 10 e Max Mix 11 foram clássicos inesquecíveis nas casas noturnas de toda Europa e no Brasil.

Que me desculpe a turma do rock n' roll, mas o papo aqui é da turma do Dance Music, que lotavam as casas como a Hippodromo (que tinha duas unidades, sendo uma em São Paulo e outra em BH), a Olympia, a Baturité (que tinha em Balneário do Camburiú e em Belo Horizonte), a Focus e a Arena (ambos dos donos da Cervejaria Backer), a Space, a Toco e Over Night e por ai vai, além das frequências de sintonia das Rádios como a Jovem Pan, a Rádio Extra e a 107,9Fm Rádio Ativa. Move That Body!

Saudações!



#pelosatelite, #avecesarco, #avecesarmusic, #djjonesco, #Hippodromo, #Olympia, #Focus #SPACE

sábado, 1 de setembro de 2012

Watching You!

Essa é da  Dance para quem curte. Escuto de vez em quando um carinha chamado Paulo Pringles que roda um programa na Jovem Pan, o Planeta DJ, sob a tutela do famoso Crazy MDF Banana. O site dele é bacana www.djpaulopringles.com. O site é uma webradio e por ele é possível conhecer o que está tocando nas paradas mundiais.

Para combinar o momento estou tomando uma Kaiser Bock (o que sobrou na geladeira) e tá valendo, o defumando de sempre. Cervejinha bem feita. O clipe no link é do Kh33n Feat. David Edward - Watching You (Official Video). Kh33n lê-se como "Kheen". https://www.youtube.com/watch?v=4JA1QDFqASU  . Não podemos reproduzir o vídeo, de acordo com as regras do youtube, por isso clique no link!



terça-feira, 24 de julho de 2012

Beer Truck

O fenômeno mundial dos Beer Trucks

Me lembro dos tempos que estudei na AMPAQ MG sobre a cachaça mineira e lá conheci um casal de empresários fantástico que haviam se enveredado no mundo deste destilado com muito capricho. Eles são Roberto e Roberta Navarro, proprietários da Cachaça Boa Vitória.

Naquela época, a Cachaça Boa Vitória, de Brumadinho, já possuía caminhões do início do século (imagino pré-guerra) em seu portfólio de marketing. Lembro-me claramente das peças de demolição naqueles veículos e os barris de carvalho presentea na apresentação das aguardentes da cachaçaria. (Se não me engano, foram reformados pelo famoso restaurador de carros antigos "Balalau" de Belo Horizonte.). Com muita dificuldade achei uma pequena foto dessa dupla de caminhões que inspiraram outros produtores a fazerem o mesmo, tanto no setor de cachaças, quanto no segmento de cervejas.


Esta arte, em ter um veículo de grande porte com a logomarca da cervejaria ou destilaria não é novidade. Um pouco que passei pela internet verificamos a presença de vários tipos de veículos para transportar a boa cerveja. O foco foi apenas em caminhões. Cada um merece o seu destaque. Há cervejarias que até levam o nome do caminhão ou o tópico "beer truck" em sua logomarca.

Que essas fotos sejam de inspiração para transportar alguma dessas maravilhas de cervejas especiais que tanto apreciamos.

Aprecie as fotos e as imagens!












domingo, 15 de julho de 2012

Cervejaria na Europa

Novas cervejarias explodem e tomam conta de Londres*

Tendência que teve início em 2009 proporciona a turistas curiosos em busca de novos sabores conhecer diferentes cantos da capital britânica

No meio do meu primeiro pint de Nightwatchman - uma cerveja com malte levemente torrado da cervejaria East London Brewing Co. - o barman trocou o LP da banda Little Willie pelo disco do cantor de blues Lightnin’ Hopkins. Eu abri um pacote de torresmo e absorvi o ambiente em uma tarde comum em um pub tipicamente britânico: um balcão de madeira com 10 diferentes opções de cervejas locais tiradas na pressão, que até então eram desconhecidas para mim, seguidas por oito sidras das quais eu nunca tinha ouvido falar.

No ambiente levemente iluminado, os locais liam seus jornais ou conversavam baixo acompanhados de suas bebidas da mesma maneira que eu imagino que os londrinos fazem há séculos e eu achei muito fácil começar uma conversa com um senhor que estava sentado ao meu lado.

O que foi mais difícil de entender, no entanto, é o que ele me disse: que o bonito pub Southampton Arms, localizado no bairro londrino de Gospel Oak, não tinha realmente feito parte da cultura de pubs londrinos desde do início dos tempos.

Na verdade, a atmosfera rarefeita (e sua lista de cervejas) nasceram em 2009, parte de uma explosão da cultura cervejeira na capital britânica durante os últimos anos."Eu suspeito que é o momento mais emocionante para se estar bebendo cerveja em Londres desde os anos 70", disse Des de Moor, autor de “The CAMRA Guide to London’s Best Beer, Pubs & Bars" (O Guia CAMRA Para as Melhores Cervejas, Pubs e Bares de Londres, em tradução livre ), quando eu o conheci bebendo uma cerveja no dia seguinte.

Tendência

De fato, Londres está experimentando um renascimento de cervejas artesanais tão notável que o ato de acompanhar estas mudanças está virando um trabalho de tempo integral para os conhecedores, como de Moor, que regularmente atualiza seu site com suas novas descobertas. Apesar de sua história como o lar de muitos dos estilos de cerveja mais amados do mundo - IPA, Porter, Ale, Stout Brown Ale e Imperial Russian Stout são todas daqui – a cultura londrina de cerveja sofreu com várias décadas de declínio, resultando em apenas sete cervejarias funcionando até meados de 2006, de acordo com Moor.

Mais informações e fonte: New York Times http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/2012-07-14/novas-cervejarias-explodem-e-tomam-conta-de-londres.html
* Reportagem de Evan Rail

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ZZ Top

ZZ TOP Apresenta Jeremiah Weed Dentro de um Refrigerador

O ZZ TOP debutou seu novo single “I’ve Got To Get Paid” para um grupo de admirados compradores de cerveja em um novo comercial online da marca Jeremiah Weed. É a primeira prévia oficial de material do tão aguardado novo álbum da banda.

No show aparentemente não-armado, luzes de palco e uma batida de bateria saindo de uma geladeira aparentemente normal de cerveja atraem vários clientes a abrir o refrigerador, revelando o ZZ TOP em toda sua glória barbada, tocando a nova música como se estivessem num estádio lotado.

Nós só conseguimos ouvir 90 segundos da nova faixa, mas parece bem bluesy, com Billy Gibbons tocando slide com uma lata de cerveja e mandando “25 lighters on my dresser / Yessir” e seu parceiro de longa data, Dusty Hill terminando a frase com “You know I’ve got to get paid.”

Não se sabe ainda quando ouviremos a música nova na íntegra, ou saberemos mais do álbum, ou quando ele sairá, ou mesmo se o ZZ Top volta ao Brasil para divulgá-lo.

Fonte: ZZ Top: banda estreia música nova em comercial de cerveja - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/154261-zztop.html#ixzz1uL1xYKXB

terça-feira, 10 de abril de 2012

O Rei da Roleta

O maior empresário de casinos no Brasil de todos os tempos: Joaquim Rolla



O meu amigo Euler Conradi escreveu com seu amigo João Perdigão o livro "O Rei da Roleta", a incrível vida de Joaquim Rolla, o grande empreendedor do famoso Casino da Urca do Rio de Janeiro, do Quintandinha localizado em Petrópolis e o Casino da Pampulha e do Edifício JK, ambos em Belo Horizonte. Walt Disney, Carmem Miranda, foram alguns frequentadores das casas de jogos e dos salões de espetáculos, com muito glamour. 

Na oportunidade da arte e da pesquisa, ambos foram no Programa do Jô falar um pouco sobre o livro. Ao meu amigo Euler "Jubinha" dou os meus parabéns e aos amigos cervejeiros recomendo esta belíssima obra.


#pelosatelite #avecesarco #djjonesco #joaquimrolla #casinonobrasil #casino




segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dia Mundial do Aço

9 de abril: Dia mundial do Aço

Aproveitando o fato de que trabalho em uma empresa que a mais de 90 anos produz aço no Brasil não poderia deixar de mencionar o quão importante foi o metal na vida dos humanos. Seu conceito, sucintamente descrevendo, trata-se de uma liga metálica formada essencialmente por ferro e carbono, com percentagens deste último variando entre 0,008 e 2,11%. Distingue-se do ferro fundido, que também é uma liga de ferro e carbono, mas com teor de carbono entre 2,11% e 6,67%.  A diferença fundamental entre ambos é que o aço, pela sua ductibilidade, é facilmente deformável por forja, laminação e extrusão, enquanto que uma peça em ferro fundido é muito frágil. (Wikipedia).


Antes do aço, um dos metais mais utilizados foi o estanho principalmente para a confecção de copos, cálices e canecas para cervejas. Este metal era extremamente tóxico ao ingerir bebidas álcoolicas por longos períodos. Motivo ao qual muitos Reis morriam envenenados, ou ficavam "caídos no chão" numa espécia de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcóolica com o óxido de estanho.
 Haja cerveja!

Minas Gerais ainda guarda alguns produtores tradicionais de estanho na cidade de histórica de São João Del Rey. Merece destaque a John Somers Estanhos Ltda e a Emel Estanhos e Ligas Ltda. Vale a pena conhecer uma dessas fábricas que além de visita guiada é possível comprar produtos da lojinha de fábrica. Um brinde!

Saiba mais em: https://www.johnsomers.com.br/ 

#pelosatelite #avecesarco #djjonesco #copoparacerveja #mugstein





quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A cerveja e o desenho

A cerveja nas telas do desenho animado


Escutamos constantemente que o uso indevido da bebida pode influenciar crianças. Mas nada que um bom ensinamento por parte dos pais iniba este tipo de ocorrência. As crianças devem saber que existem sim bebidas alcóolicas e que elas não devem consumi-las até a idade determinada por lei. Também não devemos estimular o seu consumo, mesmo dentro de casa por meio de cervejas sem álcool. Afinal, cerveja é cerveja e não é coisa de criança.

Não obstante, verificamos a existência de vários, enfatizamos, inúmeros desenhos animados que mostram cenas de celebração que envolvam esta democrática bebida. Os desenhos animados de Walt Disney a exemplo, "Como Ensinar o seu Dragão", "A Bela e a Fera" "Enrolados" são alguns deles. (Não se trata de uma crítica, mas sim a mostra de uma realidade.)

Interessante que muitos passam por tavernas, saloons, fogueiras a ceu aberto com muita música e personagens, retratando a história como ela realmente foi, seja em um período medieval, colonial (Farwest) ou na atualidade. Aproveite as imagens!



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