O Justin Bieber não pode comprar Ferraris. E isso tem tudo a
ver com reputação de marca
Após infringir o código de conduta da marca, Justin Bieber
entrou para a “lista negra” da Ferrari e está proibido de adquirir novos
modelos.
por Luiza Vilela
No mundo dos negócios atual, um mercado bastante preocupado
com a prosperidade e o lucro, fica até mesmo difícil imaginar uma empresa que
proíba algumas pessoas de comprarem seus produtos. Mas essa é uma realidade
existente: é o caso da Ferrari, que incluiu no início desse mês o tão famoso
Justin Bieber na lista das “personas no gratas” da companhia.
O cantor, que em 2011 mostrava na garagem uma Ferrari 458
Itália, ficou impedido de adquirir qualquer outro carro da companhia. O motivo
é o “mal uso” do produto, algo semelhante ao que aconteceu com outros famosos
que já tiveram carros da marca, como o ator Nicholas Cage, a famosa Kim
Kardashian e o rapper 50 Cent.
Na lista de “desrespeitos” ao código de conduta estabelecido
pela Ferrari, Justin Bieber marcou pelo menos três passagens que deixaram a
marca bastante aborrecida.
A primeira ação que deixou a marca bem descontente foi 2016,
quando o cantor deixou a Ferrari estacionada na rua, perdida por duas semanas
inteiras. Ele havia voltado de uma balada em Beverly Hills e o carro, nesse
período todo que ficou “perdido”, foi guinchado. O astro também recebeu uma
multa pela ação, o que já deixou a marca mais atenta às ações de Bieber com o
modelo.
Algum tempo depois, Justin Bieber também resolveu
personalizar o modelo e recorreu a uma pintura, que alterou a cor original
branca para um azul cintilante. Até mesmo o logo da marca saiu do vermelho para
o novo tom de azul. Isso por si só já sai do estabelecido no código de conduta
da marca, mas o real problema foi o local que realizou a personalização do
automóvel: a loja não tinha credenciamento da Ferrari.
Nossos grifos: O propósito e a sua reputação de uma empresa (sobretudo de alto luxo) falam mais alto, para manter a sua perpetuidade, admiração e respeito intactos. são atributos que moldam a marca. Não importa o quão milionário ou bilionário seja a pessoa. O quesito de permanência e associação à marca não é financeiro ou de status; é acima de tudo, comportamental. Pessoas que não respeitam seus pares e a marca devem ser desligados. É uma questão de princípio. Não é discriminação. É critério. Caso contrário essa sofre o risco de entrar em crise. Pense nisso.
Saiba mais em:
https://www.consumidormoderno.com.br/2022/05/12/justin-bieber-ferrari/
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