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segunda-feira, 13 de julho de 2020

Ave César Movies The Lucky Dukies

The Lucky Duckies: Trupe portuguesa faz clipe musical em homenagem a cerveja


Novo clip relacionado ao tema. Dessa vez dos amigos de Portugal, The Lucky Duckies. Saiba mais! Aprecie!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Tianastácia Golden Ale by Krug

Tianastácia lança cerveja em parceria com a mineira Krug Bier


Mais uma banda entra no hall das cervejarias. Dessa vez a também banda de Rock mineira Tianastácia (http://www.tianastacia.com.br/) elaborou em conjunto com a cervejaria Krug Bier uma clássica Golden Ale. Os aromas e sabores são dignos da banda. Vale a pena beber e vale a pena escutar o Rock and Roll desses caras.

Tivemos acesso com exclusividade ao primeiro lote produzido. O rótulo ficou muito bacana por sinal. As garrafas já se encontram disponíveis para venda na Krug Bier pelo telefone (31) 3507-0777


Destaque no cenário musical do país, a banda é reconhecida pela diversidade de estilo musical e irreverência.
Com a base musical ancorada no bom e velho rock’n roll, a família Nastácia transita por diversos estilos. Pop, rock, música eletrônica, romântica e outros ritmos possibilitam que o grupo surpreenda e cative novos públicos a cada álbum lançado. A irreverência, o bom humor e a criatividade nas músicas fazem do Tianastácia um dos maiores ícones do pop rock mineiro.
Em 1992, os amigos André Miglio (vocal), Henrique Rodarte (guitarra), Antônio Júlio (guitarra), Beto Nastácia (baixo) e Cadu (bateria) se juntaram para se divertir fazendo música. A brincadeira ficou séria em 1995, quando o Tianastácia venceu o FestValda, com a música Cabrobó – que estourou nas rádios de todo o território nacional -, na categoria Inéditas.
O primeiro álbum da banda, Acebolado, foi gravado em 1996 pela Cogumelo Records, selo que lançou o Sepultura. Nessa mesma época, Léo Nastácia assumiu as guitarras, substituindo Henrique Rodarte. No fim de 1997, o vocalista André Miglio deixou o grupo e foi substituído por Podé e Maurinho. Logo em seguida os artistas gravaram o segundo álbum, Tianastácia, dedicado à memória do baterista Cadu, que faleceu na época. Por esse motivo, Glauco Nastácia entrou para a banda.



quarta-feira, 24 de julho de 2013

Mussum e a cerveja



Lendo o artigo de Bruno Hoffmann, da revista de bordo TAM Brasil – Almanaque de Cultura Popular de Julho desse ano, ele retrata o artista Antônio Carlos Bernardo Gomes, o nosso Mussum que tem se perpetuado em camisas, montagens de fotoshop, youtube e rede sociais.  Não poderia deixar de mencionar sobre esse artista que fazia sucesso tomando sua caninha e sua cerveja (pena que não chegou a conhecer o movimento das cervejas artesanais, recentemente) com muita irreverência.

Retrato aqui o parágrafo do artigo: “ (...) No início da década de 1970, Renato Aragão e Dedé Santana faziam uma dupla de humor na TV Excelsior. Estavam à procura de um novo integrante. Ao ver o sambista fazer graça em um programa Didi teve a idéia de convidá-lo. Quase não havia negros na tevê, e considerou a novidade positiva.  Sobre o tema racismo, aliás, Mussum afirmava: “Não vejo problema nisso, não. Para mim, todo mundo é preto”.

O grupo que viraria um quarteto com a entrada de Zacarias. Com os colegas, Mussum protagonizou grandes momentos da TV brasileira, sempre em busca de cachaça ou cerveja, como preferia chamar “mé e suco de cevadis”, como preferia chamar as bebidas. “Eu tenho 50 anos muito bem bebidos”, afirmou em uma entrevista. Além dos programas, gravou 27 filmes com os trapalhões, dois como roteirista. (...).




Seu vídeo ao lado de Tião Macalé, armando uma “pindureta” num bar, já foi visto mais de 3 milhões de vezes. E para tanto colocamos aqui mais uma vez para você leitor Ave Cesar! 

Um Brinde!

sábado, 13 de abril de 2013

MAX MIX 10


Os Megamixes que Abalaram as Casas Noturnas e as Rádios do Brasil

Isso aqui é para quem gosta dos discos de vinil em remix de 1989-1990 da dupla espanhola MAX MIX. Os caras do tempo da House Music são de fato extraordinários. 

O primeiro volume da famosa série de megamixes espanhola Max Mix, lançado em 1985, pela gravadora Max Music, foi criado e mixado pela dupla de DJs formada por Mike Platinas e Javier Ussia. Eles venceram um concurso organizado pelo selo para encontrar os DJs mais criativos da época. Anos mais tarde vieram a dupla Toni Peret e José Maria Castells. Esses revolucionaram o mercado, introduzindo samplers, scratches e outras artemanhas gravados em fitas de rolo, que eram editados de forma artesanal, com o uso de gilete e fita adesiva especial. 
Tempos mais tarde, partiram para o uso de tecnologia, como sistemas de ondas (wave), que eram elaborados por programas de computador. Max Mix 10 e Max Mix 11 foram clássicos inesquecíveis nas casas noturnas de toda Europa e no Brasil.

Que me desculpe a turma do rock n' roll, mas o papo aqui é da turma do Dance Music, que lotavam as casas como a Hippodromo (que tinha duas unidades, sendo uma em São Paulo e outra em BH), a Olympia, a Baturité (que tinha em Balneário do Camburiú e em Belo Horizonte), a Focus e a Arena (ambos dos donos da Cervejaria Backer), a Space, a Toco e Over Night e por ai vai, além das frequências de sintonia das Rádios como a Jovem Pan, a Rádio Extra e a 107,9Fm Rádio Ativa. Move That Body!

Saudações!



#pelosatelite, #avecesarco, #avecesarmusic, #djjonesco, #Hippodromo, #Olympia, #Focus #SPACE

sábado, 1 de setembro de 2012

Watching You!

Essa é da  Dance para quem curte. Escuto de vez em quando um carinha chamado Paulo Pringles que roda um programa na Jovem Pan, o Planeta DJ, sob a tutela do famoso Crazy MDF Banana. O site dele é bacana www.djpaulopringles.com. O site é uma webradio e por ele é possível conhecer o que está tocando nas paradas mundiais.

Para combinar o momento estou tomando uma Kaiser Bock (o que sobrou na geladeira) e tá valendo, o defumando de sempre. Cervejinha bem feita. O clipe no link é do Kh33n Feat. David Edward - Watching You (Official Video). Kh33n lê-se como "Kheen". https://www.youtube.com/watch?v=4JA1QDFqASU  . Não podemos reproduzir o vídeo, de acordo com as regras do youtube, por isso clique no link!



domingo, 15 de julho de 2012

Cervejaria na Europa

Novas cervejarias explodem e tomam conta de Londres*

Tendência que teve início em 2009 proporciona a turistas curiosos em busca de novos sabores conhecer diferentes cantos da capital britânica

No meio do meu primeiro pint de Nightwatchman - uma cerveja com malte levemente torrado da cervejaria East London Brewing Co. - o barman trocou o LP da banda Little Willie pelo disco do cantor de blues Lightnin’ Hopkins. Eu abri um pacote de torresmo e absorvi o ambiente em uma tarde comum em um pub tipicamente britânico: um balcão de madeira com 10 diferentes opções de cervejas locais tiradas na pressão, que até então eram desconhecidas para mim, seguidas por oito sidras das quais eu nunca tinha ouvido falar.

No ambiente levemente iluminado, os locais liam seus jornais ou conversavam baixo acompanhados de suas bebidas da mesma maneira que eu imagino que os londrinos fazem há séculos e eu achei muito fácil começar uma conversa com um senhor que estava sentado ao meu lado.

O que foi mais difícil de entender, no entanto, é o que ele me disse: que o bonito pub Southampton Arms, localizado no bairro londrino de Gospel Oak, não tinha realmente feito parte da cultura de pubs londrinos desde do início dos tempos.

Na verdade, a atmosfera rarefeita (e sua lista de cervejas) nasceram em 2009, parte de uma explosão da cultura cervejeira na capital britânica durante os últimos anos."Eu suspeito que é o momento mais emocionante para se estar bebendo cerveja em Londres desde os anos 70", disse Des de Moor, autor de “The CAMRA Guide to London’s Best Beer, Pubs & Bars" (O Guia CAMRA Para as Melhores Cervejas, Pubs e Bares de Londres, em tradução livre ), quando eu o conheci bebendo uma cerveja no dia seguinte.

Tendência

De fato, Londres está experimentando um renascimento de cervejas artesanais tão notável que o ato de acompanhar estas mudanças está virando um trabalho de tempo integral para os conhecedores, como de Moor, que regularmente atualiza seu site com suas novas descobertas. Apesar de sua história como o lar de muitos dos estilos de cerveja mais amados do mundo - IPA, Porter, Ale, Stout Brown Ale e Imperial Russian Stout são todas daqui – a cultura londrina de cerveja sofreu com várias décadas de declínio, resultando em apenas sete cervejarias funcionando até meados de 2006, de acordo com Moor.

Mais informações e fonte: New York Times http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/nyt/2012-07-14/novas-cervejarias-explodem-e-tomam-conta-de-londres.html
* Reportagem de Evan Rail

quarta-feira, 9 de maio de 2012

ZZ Top

ZZ TOP Apresenta Jeremiah Weed Dentro de um Refrigerador

O ZZ TOP debutou seu novo single “I’ve Got To Get Paid” para um grupo de admirados compradores de cerveja em um novo comercial online da marca Jeremiah Weed. É a primeira prévia oficial de material do tão aguardado novo álbum da banda.

No show aparentemente não-armado, luzes de palco e uma batida de bateria saindo de uma geladeira aparentemente normal de cerveja atraem vários clientes a abrir o refrigerador, revelando o ZZ TOP em toda sua glória barbada, tocando a nova música como se estivessem num estádio lotado.

Nós só conseguimos ouvir 90 segundos da nova faixa, mas parece bem bluesy, com Billy Gibbons tocando slide com uma lata de cerveja e mandando “25 lighters on my dresser / Yessir” e seu parceiro de longa data, Dusty Hill terminando a frase com “You know I’ve got to get paid.”

Não se sabe ainda quando ouviremos a música nova na íntegra, ou saberemos mais do álbum, ou quando ele sairá, ou mesmo se o ZZ Top volta ao Brasil para divulgá-lo.

Fonte: ZZ Top: banda estreia música nova em comercial de cerveja - Novidades (Notícia) http://whiplash.net/materias/news_839/154261-zztop.html#ixzz1uL1xYKXB

terça-feira, 10 de abril de 2012

O Rei da Roleta

O maior empresário de casinos no Brasil de todos os tempos: Joaquim Rolla



O meu amigo Euler Conradi escreveu com seu amigo João Perdigão o livro "O Rei da Roleta", a incrível vida de Joaquim Rolla, o grande empreendedor do famoso Casino da Urca do Rio de Janeiro, do Quintandinha localizado em Petrópolis e o Casino da Pampulha e do Edifício JK, ambos em Belo Horizonte. Walt Disney, Carmem Miranda, foram alguns frequentadores das casas de jogos e dos salões de espetáculos, com muito glamour. 

Na oportunidade da arte e da pesquisa, ambos foram no Programa do Jô falar um pouco sobre o livro. Ao meu amigo Euler "Jubinha" dou os meus parabéns e aos amigos cervejeiros recomendo esta belíssima obra.


#pelosatelite #avecesarco #djjonesco #joaquimrolla #casinonobrasil #casino




segunda-feira, 9 de abril de 2012

Dia Mundial do Aço

9 de abril: Dia mundial do Aço

Aproveitando o fato de que trabalho em uma empresa que a mais de 90 anos produz aço no Brasil não poderia deixar de mencionar o quão importante foi o metal na vida dos humanos. Seu conceito, sucintamente descrevendo, trata-se de uma liga metálica formada essencialmente por ferro e carbono, com percentagens deste último variando entre 0,008 e 2,11%. Distingue-se do ferro fundido, que também é uma liga de ferro e carbono, mas com teor de carbono entre 2,11% e 6,67%.  A diferença fundamental entre ambos é que o aço, pela sua ductibilidade, é facilmente deformável por forja, laminação e extrusão, enquanto que uma peça em ferro fundido é muito frágil. (Wikipedia).


Antes do aço, um dos metais mais utilizados foi o estanho principalmente para a confecção de copos, cálices e canecas para cervejas. Este metal era extremamente tóxico ao ingerir bebidas álcoolicas por longos períodos. Motivo ao qual muitos Reis morriam envenenados, ou ficavam "caídos no chão" numa espécia de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcóolica com o óxido de estanho.
 Haja cerveja!

Minas Gerais ainda guarda alguns produtores tradicionais de estanho na cidade de histórica de São João Del Rey. Merece destaque a John Somers Estanhos Ltda e a Emel Estanhos e Ligas Ltda. Vale a pena conhecer uma dessas fábricas que além de visita guiada é possível comprar produtos da lojinha de fábrica. Um brinde!

Saiba mais em: https://www.johnsomers.com.br/ 

#pelosatelite #avecesarco #djjonesco #copoparacerveja #mugstein





quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A cerveja e o desenho

A cerveja nas telas do desenho animado


Escutamos constantemente que o uso indevido da bebida pode influenciar crianças. Mas nada que um bom ensinamento por parte dos pais iniba este tipo de ocorrência. As crianças devem saber que existem sim bebidas alcóolicas e que elas não devem consumi-las até a idade determinada por lei. Também não devemos estimular o seu consumo, mesmo dentro de casa por meio de cervejas sem álcool. Afinal, cerveja é cerveja e não é coisa de criança.

Não obstante, verificamos a existência de vários, enfatizamos, inúmeros desenhos animados que mostram cenas de celebração que envolvam esta democrática bebida. Os desenhos animados de Walt Disney a exemplo, "Como Ensinar o seu Dragão", "A Bela e a Fera" "Enrolados" são alguns deles. (Não se trata de uma crítica, mas sim a mostra de uma realidade.)

Interessante que muitos passam por tavernas, saloons, fogueiras a ceu aberto com muita música e personagens, retratando a história como ela realmente foi, seja em um período medieval, colonial (Farwest) ou na atualidade. Aproveite as imagens!



#pelosatelite #avecesarco #djjonesco #disney #beeratdisney

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Devassa II

Conheça as preferidas de Hugh Hefner no Carnaval do Rio

Maior playboy do mundo vai escolher entre quatro finalistas quem será a estrela da cervejaria Devassa. Na Sapucaí, Hefner ficará em um trono envidraçado.

Há coisas que só Hugh Hefner pode fazer. E há coisas que só o carnaval do Rio é capaz de proporcionar. Viajar em um Boeing repleto de coelhinhas, três delas suas namoradas ‘oficiais’, e receber um milhão de dólares para ser 'garoto-propaganda' de um camarote na Marquês de Sapucaí é um feito exclusivo para o criador da PLAYBOY. E fazer com que Hefner, aos 85 anos, venha pela primeira vez à América do Sul será quase um milagre operado por uma cervejaria que diz ter oferecido, além do dinheiro, a possibilidade de o octogenário mais invejado do mundo experimentar, a esta altura da vida, algo ainda desconhecido.

“Hefner não precisa de dinheiro”, diz Augusto Cruz, CEO da agência Mood, que assina a campanha da Devassa. Tampouco é um garoto - apesar de se comportar como tal. “Mas todo mundo quer ser desejado, não importa a idade”, afirma ele, num dos poucos momentos em que é possível lançar mão de racionalidade para entender o estilo de vida do milionário de Los Angeles que tem em seu extenso currículo, a partir de agora, o título de sucessor de Sandy.

Hefner é o que a Devassa prepara para fazer frente a Jennifer Lopez, que será a estrela da Brahma. E, assim como ele e J. Lo, as quatro finalistas do concurso que vai escolher a “Garota Devassa”, estrela da campanha publicitária da marca, devem ser clicadas e expostas à exaustão durante o carnaval.

Hefner escolheu, entre centenas de garotas mostradas em vídeo, quatro favoritas. As sortudas são a carioca Júlia Dykstra, 28 anos; a pernambucana Juliana Salles, 30; a gaúcha Camila Macedo, 28; e a santista Sumessis Brito, 28. Augusto Cruz lembra que a vencedora será escolhida unicamente por Hefner. “Ele há 50 anos escolhe as capas de PLAYBOY. É a pessoa indicada para escolher a garota Devassa”, diz.

Hefner ficará em um trono no segundo andar do camarote, em uma sala envidraçada – que, desde já, torna-se o lugar mais cobiçado da Sapucaí, pelo menos para quem sonha em ter uma chance na Mansão Playboy.

No Boeing ‘PBJ’ que trará Hefner de sua mansão de Los Angeles até o Rio virão também 21 pessoas – entre elas suas três namoradas. Hefner fez um pedido - não uma imposição - de menu de primeira classe no voo e em sua temporada carioca. Mas, segundo os organizadores do camarote, não há “frescuras” ou restrições alimentares.

No Rio, o maior playboy do mundo ficará hospedado a partir de domingo na ‘casa’ do maior playboy carioca, Jorginho Guinle, morto em 2004. Um andar inteiro do Copacabana Palace, hotel construído pela familha Guinle, foi reservado para a comitiva de Hefner.

Fonte: http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/conheca-as-preferidas-de-hugh-hefner-no-carnaval-do-rio

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Livros sobre cervejas


Melhores sabores, cores e aromas

por Sara Saar
Do Diário do Grande ABC


 Pago para experimentar cervejas, Tim Hampson admite ter uma das melhores profissões do mundo. O jornalista britânico agora publica o título "Grandes Cervejas - 700 das Melhores do Mundo" (Agir, 384 páginas, R$ 50 em média), que chega ao Brasil com tradução de Ricardo Aníbal Rosenbusch. O livro é indicado a quem deseja aprofundar o conhecimento sobre a bebida - uma das mais apreciadas pelos brasileiros - e sair em busca de rótulos interessantes das mais variadas origens.

Baseada em "O Livro da Cerveja" (2009), também assinado por Hampson, a publicação mostra em ordem alfabética seleção das 350 maiores cervejarias do mundo. Entre elas estão algumas clássicas, a exemplo de Quilmes, Erdinger e Guinness. Há também lista de 700 das melhores cervejas, apresentada com fotografias em cores, segredos de fabricação, informações sobre os ingredientes e notas de degustação.

Em tamanho de bolso ideal para levar a bares que possuam grande variedade de rótulos, o livro é guia básico para o leitor aprender a degustar a bebida de acordo com o estilo - pilsner ou trigo, ale ou gueuze belga, entre outros.

Na maioria dos casos, é possível encontrar as opções em cervejarias e pubs. Mas a obra também indica passeios por Oregon (Estados Unidos), Bruxelas (Bélgica), Praga (República Tcheca) e outros destinos cervejeiros do mundo para quem deseja viajar em busca de bebidas especiais. 

Cada roteiro apresenta mapa com dados do trajeto assim como descrição de cada lugar sugerido entre pubs, restaurantes e cervejarias. Em Oregon, por exemplo, o amante da boa cerveja pode cumprir roteiro de três dias, iniciado na cidade litorânea de Newport, onde se situa a icônica cervejaria Rogue Ales.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Cerveja e Futebol

Parceira doará R$ 0,01 a cada cerveja vendida para fundo de clubes do Rio

Ambev anuncia novidade que beneficiará quatro grandes cariocas, aos quais já vem auxiliando com melhorias em estádios e ações promocionais

Parceira dos quatro grandes cariocas, a Ambev anunciou uma novidade neste Natal: por meio de seu perfil no facebook, revelou a criação de um fundo de melhoria para os clubes do Rio de Janeiro a partir do dia 1º de janeiro. A ação consiste na arrecadação de R$ 0,01 de cada cerveja da marca Brahma, pertencente ao conglomerado, vendida no estado. No futuro, o montante seria dividido igualmente entre os clubes de futebol Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco.

Em resposta à ação, que ficou sob suspense nas últimas semanas, nas próprias redes sociais, alguns torcedores criticam o ato diante do valor ínfimo da doação, em comparação ao que se necessita para manter um elenco ou contratar um jogador, ainda que, anualmente, ele possa chegar a R$ 40 milhões. Outros, no entanto, aplaudem a iniciativa. A empresa tem apostado em patrocinar ideias de melhorias e reformas nos estádios, especialmente Engenhão e São Januário.

A principal necessidade do quarteto é adquirir ou concluir um Centro de Treinamento. O Botafogo conta com Marechal Hermes, que está em fase de retoques finais. O trabalho foi iniciado meses depois do início da primeira gestão de Mauricio Assumpção. Já o Flamengo trabalha no Ninho do Urubu, que ainda carece de melhorias. O projeto só deve ser concluído em 2013.

O Flu, por sua vez, tem uma opção no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste da cidade, mas não comprou o terreno, por enquanto. E o Vasco segue caminho semelhante. Até aqui, só tem em evolução o CT para as categorias de base, em Maricá.

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, mantém a ideia de auxiliar os clubes nestes projetos e já autorizou um cálculo que aponta o valor de R$ 10 milhões para cada como fundamentais. Esse aporte, porém, não deve por completo do poder público e também não tem data para sair. A vontade é a de que antes da Copa do Mundo de 2014 haja uma definição.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Bon Vivant Blumenau

Alemanha Tropical: Blumenau pelo terceiro ano se torna a “Capital da Cerveja Brasileira”
Por Diego Cartier, Guilherme Schwinn & Marcelo Cury

Nos dias 17, 18 e 19 de Novembro aconteceu a terceira edição do Festival Brasileiro da Cerveja, que reuniu 80 expositores: cervejarias artesanais, importadoras, lojas especializadas e restaurantes, mais de 450 rótulos e 20 mil apreciadores das boas cervejas.

Esta edição foi repleta de novidades. Além de contar com o Beer Films – reprodução de filmes, peças publicitárias e documentários ligados à cerveja – e ser cenário para a gravação de documentário da Cerveja Brasilis – que será lançado em meados de março de 2012 -, as cervejarias trouxeram diversos lançamentos.

Dentre eles, o mais aguardado era a cerveja colaborativa 8s, uma Double American Pale Ale, produzida por algumas das maiores figuras da chamada “cerveja extreme“ mundial: Graeme Wallace, da escocesa Brewdog; Joseph Tucker, do site americano Rate Beer; Jacques Bourdouxhe, cervejeiro caseiro belga radicado no Canadá e os brasileiros: Alessandro Oliveira, da Cervejaria Way; Samuel Cavalcanti, da Cervejaria Bodebrown; José Felipe Carneiro, da Wäls Cervejas Especiais; e Rafael Rodrigues, da Cervejaria Coruja.

Dessa iguaria foram produzidos somente 3 mil litros. Sua base foi a american pale ale (APA), da Cervejaria Way. Mas para essa edição especial foram utilizados malte e lúpulo em dobro da original. No aroma se sobressai o frutado do lúpulo Amarillo, lembrando maracujá e com a adição da nova variedade de lúpulo Falconer´s Flight , a cerveja ganhou um aroma cítrico e floral. Na boca, fica evidente sua acentuada característica lupulada, com amargor médio à alto e o caramelo proeminente do malte. Cerveja muito saborosa, refrescante e muito fácil de beber. Outra grande novidade, a qual vamos dar destaque, foi a primeira harmonização realizada dentro do próprio evento.

Em sua primeira edição, intitulada de “Harmonização 5 Estados”, valorizou-se os cinco estados da federação presentes no Festival, sendo coordenado pelo Gastrônomo e Beer Sommelier Guilherme Schwinn Rodrigues – do blog Gastrobirra – e tendo como principal fim cervejas que estão começando a entrar no mercado brasileiro – sejam elas caseiras e/ou comerciais. O evento reuniu 60 pessoas.

O resultado dessa primeira harmonização você confere abaixo:

1. Tartare de polvo defumado, manga e pimenta rosa; Cerveja Seasons Funhouse:
Para degustar: Rolling Stones – She’s a Rainbow

A Seasons é uma micro-cervejaria situada na cidade de Porto Alegre/RS, que além de fazer cervejas originais, tem a ânsia de disseminar a cultura cervejeira em parceria com homebrews e outras cervejarias.
Para acompanhar o tartare de polvo defumado, foi escolhida a Seasons Funhouse: belgian blond ale com adição de laranjas e sementes de coentro.
Apesar do “defumado” assustar no polvo, o defumado traz belas notas condimentadas. A proposta do prato era brincar com o doce e o salgado – doce da manga e salgado do defumado. Este contraste passaria também à harmonização, juntamente com as notas condimentadas da cerveja e da preparação.
Inicialmente, a cerveja acabou sobressaindo-se ao prato por conta de sua característica mais adocicada, porém, quando de encontro com o picante da pimenta rosa e o doce da manga trouxe uma harmonia em nossas bocas.
Seasons Funhouse – Belgian Blond Ale, 6% ABV, volume 500mL, Preço sugerido: R$ 15,80.

2. Arroz de Javaporco confitado; Cerveja; Küd Bier Blackbird
Para aproveitar cada gole: The Beatles – Blackbird A Cervejaria Küd Bier, situada em Nova Lima, região metropolitana de Belo Horizonte, se intitula como a “maior cervejaria Rock´n´roll do Brasil”. Além de todas suas cervejas levarem nome de clássicos do rock, ainda produz um festival de música dentro de suas dependências.

Blackbird é uma Black India Pale Ale, uma das únicas no Brasil, com notas tostadas lembrando café, leve caramelo e amargor de médio à alto. Excelente cerveja. Nesta harmonização, a proposta era combinar as características torrada da cerveja, com o tostado e adocicado da preparação da carne de javaporco. Por ser bastante gordurosa – tanto por sua característica inicial, como pela preparação do confit – cozimento/guarda na própria gordura -, o lúpulo faria o trabalho de limpeza do paladar, preparando-o para mais uma degustação.
Seria uma harmonização perfeita se não fosse por razões técnicas do chope, pois chegou praticamente sem gás, tornando-a difícil de degustar e sobressaindo o prato.
Küd Bier Blackbird – Black IPA, 7.5% ABV, cerveja encontrada somente em chope na própria cervejaria e em bares e restaurantes da região de BH, 300 ml, Preço sugerido: R$ 6,50.

3. Pernil de ovelha com musselini da terra; Cerveja: Leuven Dubbel
Se deliciando com: The Monkees – I’m a Believer

Inspirada em uma das principais regiões de produção cervejeira da Belgica, a Cervejaria Leuven, de Piracicaba/SP, traz aos copos brasileiros três clássicos belgas: uma blond ale, red flandres e a dubbel.
Com características levemente distintas das já conhecidas Dubbels do mercado, traz ao paladar leves notas tostadas, caramelo, frutado, lembrando peras e algumas frutas secas e ao final um sabor picante.
Tais características realizaram o casamento com o prato, principalmente o “musselini da Terra”, feito com batata baroa e bata doce. A proposta da harmonização, por semelhança, era combinar as notas de caramelo, toffee e condimentadas com a carne de ovelha.

Já o caráter doce da cerveja combinaria muito bem com a musselini. Uma harmonização em que a cerveja e o prato se complementariam, trazendo uma nova sensação na boca.
Leuven Dubbel – Belgian Dubbel, 8% ABV, volume 750mL, Preço sugerido: R$ 27,50.

4. Tartelette de creme de amêndoas e geléia de figo; Cerveja: Insana Double Chocolate Porter
Para finalizar: Alice Cooper – Clones Cerveja caseira produzida em Palmas – interior do Paraná –, foi uma das maiores surpresas não apenas da harmonização, mas do ano. Uma parceria entre a cervejaria e a fábrica paranaense de chocoletes Salware, resultando em uma Porter de corpo médio, leve amargor, notas leves de amêndoas e sabor pronunciado de chocolate. A sobremesa pedia uma cerveja com bom corpo, sabores complexos, principalmente por conta da gordura do creme e seu sabor doce decorrente da geléia de figo.

Combinação maravilhosa, que trouxe à sobremesa notas de chocolate, quebrando o elevado dulçor do prato. Ao final, limpava o paladar pelo álcool e carbonatação – superior às demais do estilo, assim pedindo mais uma colher da sobremesa e um nove gole desta cerveja, em ciclos.
Insana Double Chocolate Porter – Porter, 4.9% ABV, volume 500mL, Preço sugerido: R$ 15,20. A partir de março de 2012 a cervejaria começará a produção comercialmente de suas cervejas.

Um verdadeiro deleite para nossas bocas. O festival seguiu com muita cerveja boa e muito rock and roll, onde tivemos inclusive, bandas formadas apenas por cervejeiros!
Saúde!

* Guilherme Schwinn foi nosso correspondente no festival, nos trazendo essa verdadeira experiência gastronômica!
** Fotos por Michele Meiato Xavier

Fonte: http://playboy.abril.com.br/blogs/bon-vivant/2011/11/30/alemanha-tropical/

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Comida de Boteco - O Gordo e o Magro


Preparando para o gole com o Gordo e o Magro


Neste vídeo, o Gordo e o Magro estão se preparando para ir ao Boteco, adaptado à musica do Santana. Um expetáculo de adaptação simples e bem criativa. Show de bola! Assista!

Laurel and Hardy (br: O Gordo e o Magro) foi uma famosa dupla de comediantes e uma das equipes cômicas mais populares do cinema dos Estados Unidos, em atividade desde o cinema mudo até meados da Era de Ouro de Hollywood. Composta por um magro, o inglês Stan Laurel (1890–1965) e um gordo, o americano Oliver Hardy (1892–1957), a dupla tornou-se conhecida durante as décadas de 1920 e 1930 pelo seu trabalho em filmes de comédia e também apareceram em apresentações teatrais na América e na Europa.

Os dois comediantes trabalharam juntos pela primeira vez no filme mudo The Lucky Dog (1921). Após um período aparecendo separadamente em vários curta-metragens no estúdio de Hal Roach durante a década de 1920, eles começaram a atuar juntos em 1926. Laurel e Hardy tornaram-se oficialmente uma dupla no ano seguinte, e logo se tornaram as estrelas mais lucrativas de Hal Roach. Entre seus filmes mais populares e bem sucedidos estão os longa-metragens Filhos do Deserto (1933), Dois Caipiras Ladinos (1937), e A Ceia dos Veteranos (1938) e os curtas Negócio de Arromba (1929), Liberdade e Seus Perigos (1929) e Caixa de Música (1932), este último vencedor do Oscar de Melhor Curta-Metragem (Comédia).

A dupla deixou o estúdio de Roach em 1940, e apareceram em oito comédias "B" da 20th Century Fox e Metro-Goldwyn-Mayer de 1941 até 1944. Decepcionados com os filmes em que tinham pouco controle criativo, de 1945 a 1950, a dupla não apareceu em nenhuma produção cinematográfica e se concentrou em suas apresentações teatrais, embarcando em uma turnê pela Inglaterra, Irlanda e Escócia. O último filme d'O Gordo e o Magro foi Atoll K (1951), e depois se aposentaram das telonas. No total, eles apareceram juntos em 106 filmes, sendo 40 curtas sonoros, 32 curtas mudos e 23 longa-metragens, e nos outros 11 filmes fizeram pequenas pontas.

fFonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Gordo_e_o_Magro

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Backer Arte em Porta Copos


A Arte em Porta-Copos

A Cervejaria Backer, em referência a sua série de cervejas especiais denominada de “Série Extreme”, lança uma coleção de porta-copos para lá de interessantes. 

Além de algumas bolachas reproduzirem os rótulos das cervejas Capim Limão, Pele Vermelha, Bravo ( com Umburana) e Pilsen, há outros desenhos diferentes e que retratam de forma bem humorada o "velho-oeste" que contagiava a antiga casa 3 Lobos, localizada no alto da Avenida Raja Gabaglia, em Belo Horizonte.



As bolachas estão disponíveis nos bares especializados onde a Cervejaria Backer é parceira. (Não colocamos todos os desenhos para que você, estimado leitor, descubra as outras novidades!)

De fato trata-se de uma arte distinta que provoca boas mudanças na apresentação dos porta-copos, elemento integrante na apresentação de um bom chope.
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