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terça-feira, 30 de junho de 2026

Na Língua Fanzine

 


BeberÚ Lança Fanzine "Na Língua"

Quando visitei a Brasil Brau, passei rapidamente no EAP – Empório Alto dos Pinheiros e encontrei por lá a digníssima Bia Amorim, beer sommelier que conheço há um bom tempo. Ela me entregou um pedaço de papel com um QR Code e me disse: “Henriquinho, acessa lá e me prestigie”!

Vindo de Bia, com certeza, é coisa boa. O código QR me levou para o site da Fanzine “Na Língua”. Trata-se de uma publicação criada pela BeberÚ (uma agência do beber brasileiro) que investiga o Brasil, a partir de suas bebidas. O projeto foi viabilizado por meio do edital “Fermenta 2025”, da Ambev. O projeto propõe um olhar ampliado sobre o beber brasileiro como expressão cultural, histórica e sensorial.

A fanzine que esta na Safra 1, reúne textos autorais, ensaios, crônicas, ilustrações e fotografias que atravessam temas como memória, território, identidade, hospitalidade e descolonização do paladar. O conteúdo articula diferentes vozes, jornalistas, pesquisadores, artistas e profissionais do setor, para refletir sobre o que significa “beber o Brasil” hoje. 

Adorei o que encontrei, pois as matérias são desenvolvidas por um elenco de profissionais que estudam, questionam e aprimoram a arte de beber melhor.  

Para saber mais, acesse o QR Code anexo ou: https://beberu.com.br/na-lingua-zine-beber-brasil.

Na foto: Henrique, Bia Amorim, American Friend e Priscila Colares.


quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Cerveja e longevidade.



Agnes Fenton, uma moradora de Englewood, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, comemorou no último 1º de agosto seus 110 anos de idade

De acordo com a idosa, todo o fôlego que ainda tem para apagar as velinhas não está relacionada a sua situação conjugal ou por aderir à dietas específicas, mas porque simplesmente ela consome três cervejas por dia.   

A moradora de Englewood, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, no entanto, terá que deixar de lado o seu segredo de longevidade.

Por ordens médicas, Agnes deverá encerrar temporariamente o consumo de bebidas alcoolicas por não estar se alimentando bem.
Nada preocupante, pois segundo afirmou o médico de Agnes ao site NorthJersey.com "ela está totalmente maravilhosa". 

Quando questionada se seus cuidadores lhe permitiriam ingerir bebida alcoolica em seu aniversário de 111 anos, a idosa apenas retruca: "É melhor que sim".

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Mussum e a cerveja



Lendo o artigo de Bruno Hoffmann, da revista de bordo TAM Brasil – Almanaque de Cultura Popular de Julho desse ano, ele retrata o artista Antônio Carlos Bernardo Gomes, o nosso Mussum que tem se perpetuado em camisas, montagens de fotoshop, youtube e rede sociais.  Não poderia deixar de mencionar sobre esse artista que fazia sucesso tomando sua caninha e sua cerveja (pena que não chegou a conhecer o movimento das cervejas artesanais, recentemente) com muita irreverência.

Retrato aqui o parágrafo do artigo: “ (...) No início da década de 1970, Renato Aragão e Dedé Santana faziam uma dupla de humor na TV Excelsior. Estavam à procura de um novo integrante. Ao ver o sambista fazer graça em um programa Didi teve a idéia de convidá-lo. Quase não havia negros na tevê, e considerou a novidade positiva.  Sobre o tema racismo, aliás, Mussum afirmava: “Não vejo problema nisso, não. Para mim, todo mundo é preto”.

O grupo que viraria um quarteto com a entrada de Zacarias. Com os colegas, Mussum protagonizou grandes momentos da TV brasileira, sempre em busca de cachaça ou cerveja, como preferia chamarmé e suco de cevadis”, como preferia chamar as bebidas. “Eu tenho 50 anos muito bem bebidos”, afirmou em uma entrevista. Além dos programas, gravou 27 filmes com os trapalhões, dois como roteirista. (...).




Seu vídeo ao lado de Tião Macalé, armando uma “pindureta” num bar, já foi visto mais de 3 milhões de vezes. E para tanto colocamos aqui mais uma vez para você leitor Ave Cesar! 

Um Brinde!

domingo, 24 de março de 2013

Cervejarias no Brasil

A explosão das cervejarias no Brasil

Registros de fabricantes cresceram quase 15 vezes em 20 anos, mostra levantamento do GLOBO com base em dados do Ministério da Agricultura. Por Mario Beck de O Globo.
 
RIO – O ano de 2012 teve o maior número de registros de cervejarias por parte do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) dos últimos 30 anos, segundo levantamento feito pelo GLOBO a partir de dados enviados pelo órgão em 2012: foram 31 novos produtores da milenar bebida fermentada de grãos, que vem retomando um espaço de honra há muito perdido para o glamour do vinho.

Vinte anos antes, o número era quase 15 vezes menor: em 1992, apenas 2 registros foram concedidos. O Mapa contabiliza atualmente 232 estabelecimentos destinados à produção de chopes e cervejas. Analisados ano a ano, os dados comprovam a aceleração do mercado no país, geralmente abordada pelas associações e empresas por meio de estimativas e cálculos aproximados. Os últimos cinco anos, principalmente, foram intensos. Depois deste boom do mercado, o ritmo está mais lento neste ano, como não poderia deixar de ser; no primeiro trimestre de 2013, foram cinco novos empreendimentos, contra 12 em igual período de 2012.

Apenas quatro dos 26 estados não receberam autorizações: Acre, Alagoas, Rondônia e Tocantins. Os pedidos vieram de 171 municípios em 22 estados e do Distrito Federal. O estado de São Paulo é o campeão, com 58 estabelecimentos autorizados. Em seguida, vêm Santa Catarina (28), Rio Grande do Sul (26), Minas Gerais (25), Paraná (20), Rio de Janeiro (17) e Goiânia (11). A cidade com o maior número, surpreendentemente, não fica em nenhum destes estados, mas no Amazonas: Manaus, com 7 registros. É seguida do Rio de Janeiro e Teresópolis (RJ) e Goiânia (GO), com 5; já Petrópolis (RJ), Porto Alegre (RS), Ribeirão Preto (SP), Curitiba (PR), Frutal, Uberlàndia e Nova Lima (MG) tiveram 4.


Fonte e Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/registros-de-cervejarias-cresceram-quase-15-vezes-em-20-anos-7910904#ixzz2OU3ZFX6N

quinta-feira, 14 de março de 2013

Hierarquia da Igreja Católica


Hierarquia Papal e Militar: saiba como são formadas ambas organizações


Muito se comentou sobre o novo Papa e uma dúvida surgiu no ar. Qual é a hierarquia papal? Tomando uma cerveja de abadia (já estou pensando quem vai ser o cervejeiro argentino que fará a cerveja do Papa), fiquei curioso em saber como funciona o sistema e em resumo segue abaixo, e de quebra segue também a hierarquia militar.

 Ao lado dessa hierarquia há as ordens (Franciscanos, Jesuítas, Redentoristas, etc.) Cheers e viva o novo Papa!


Na foto estão Papa Francisco e Marechal Waldemar Levy Cardoso, o último em exercício (1900-2009) no Brasil. Viveu 108 anos.


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Indústria Cervejeira Americana

Are We in Danger of a Beer Monopoly?
Every day, the Web site BeerPulse tries to list every single new beer available in the United States. And that’s harder than you might imagine. Recently, the site posted Cigar City’s Jamonera Belgian-style Porter, Odell Tree Shaker Imperial Peach IPA, as well as a rye lager, a cherry blossom lager and a barley wine. And the list goes on, and on. In 1978, there were 89 breweries in the United States; at the beginning of this year, there were 2,336, with an average of one new brewery per day. Most of them are tiny, but a handful, like Sam Adams and Sierra Nevada, have become large national brands. At the same time, sales of Budweiser in the United States have dropped for 25 consecutive years.

So I was surprised to learn that the Justice Department is worried that Anheuser-Busch InBev, the conglomerate that owns Bud, is on the cusp of becoming an abusive monopoly. In January, the department sued AB InBev to prevent it from buying the rest of Mexico’s Grupo Modelo, a company in which it already carries a 50 percent stake. The case is not built on any leaked documents about some secret plan to abuse market power and raise prices. Instead, it’s based on the work of Justice Department economists who, using game theory and complex forecasting models, are able to predict what an even bigger AB InBev will do. Their analysis suggests that the firm, regardless of who is running it, will inevitably break the law.

 For decades, they argue, Anheuser-Busch has been employing what game theorists call a “trigger strategy,” something like the beer equivalent of the Mutually Assured Destruction Doctrine. Anheuser-Busch signals to its competitors that if they lower their prices, it will start a vicious retail war. In 1988, Miller and Coors lowered prices on their flagship beers, which led Anheuser-Busch to slash the price of Bud and its other brands in key markets. At the time, August Busch III told Fortune, “We don’t want to start a blood bath, but whatever the competition wants to do, we’ll do.” Miller and Coors promptly abandoned their price cutting.

The trigger strategy, conducted in public, is entirely legal. In fact, it’s how airlines, mobile- phone companies and countless other industries keep their prices inflated. Since that dust-up in the late ’80s, the huge American beer makers have moved in tandem to keep prices well above what classical economics would predict. (According to the logic of supply and demand, competing beer makers should pursue market share by lowering prices to just above the cost of production, or a few cents per bottle.) Budweiser’s trigger strategy has been thwarted, though, by what game theorists call a “rogue player.” When Bud and Coors raise their prices, Grupo Modelo’s Corona does not. (As an imported beer, Corona is also considered to have a higher value.) And so, according to the Justice Department, AB InBev wants to buy Grupo Modelo not because it thinks the company makes great beer, or because it covets Corona’s 7 percent U.S. market share, but because owning Corona would allow AB InBev to raise prices across all of its brands. And if the company could raise prices by, say, 3 percent, it would earn around $1 billion more in profit every year. Imagine the possibilities. The Justice Department already has.

Representatives from AB InBev, however, have stated that the potential Corona acquisition is less about dominating the dwindling (albeit still $90 billion per year) U.S. beer market and more about a larger, global strategy. In that regard, AB InBev has been on quite a roll. The Brazilian firm Companhia de Bebidas das Américas, or AmBev, was born in 1999 around the concept of using innovative technology and managerial efficiency to disrupt the competition and channel the profits into buying them out. The company swallowed up several Latin American firms; in 2004, it merged with the Belgian giant Interbrew; in 2008, the new conglomerate, InBev, took over Anheuser-Busch. Along the way, it also picked up China’s third-largest brewer and the Canadian beer company Labatt.

We are still in the very early stages of what appears to be a global version of the scale-based consolidation we’ve seen in the United States over the past century. Before Prohibition, beer was largely a regional business, with thousands of small breweries serving markets often defined by city blocks. Until fairly recently, retail, food manufacturing, banking and countless other industries were also largely the domain of local or regional firms. And while in recent decades companies have scrambled to command international markets, the global fights have largely been over dominance of the United States, Western Europe and Japan.
 
But the goal of the Grupo Modelo merger, the company has stated, is to gear up for the big beer fight of the 21st century. As the traditional beer markets of the United States, Europe and Japan age, the most lucrative markets will be in China, India, Latin America, Eastern Europe, the wealthier countries of Africa and other places where, every single day, millions of young consumers will buy their first legal beer. On this front, AB InBev is already facing staunch competition from Denmark’s Carlsberg, Britain’s SABMiller and Japan’s Asahi. It’s not exactly worried about Sam Adams and Sierra Nevada.

These firms are among the many preparing for a global market several times larger than any that has ever existed. This helps explain why we have seen so many mergers in the past few months. The Justice Department recently approved the marriage of Penguin and Random House, and is expected to do the same with American Airlines and US Airways. Office Depot and OfficeMax are planning a merger of their own. These megamergers, however, do not inevitably create destructive monopolies. Carl Shapiro, the former chief economist at the Justice Department, told me that large mergers improve competition. Together, Penguin and Random House may be able to better stave off Amazon; American Airlines and US Airways can contend with Delta. Similarly, Office Depot and OfficeMax, once merged, may finally be large enough to really scare Staples. Fear, Shapiro says, is the key. Markets work best, he says, when “everyone has to watch their back.”

Shapiro admits that the Justice Department has lagged behind the work of many economists, and has been complicit in our fear of large mergers.(In some key decisions, like the 1962 Supreme Court ruling to block the merger of Brown Shoe and the Kinney Company, courts hurt consumers by preventing corporate efficiency.) But economic forecasting has improved since then, Shapiro says, and become more flexible. After AB InBev executives tweaked their Grupo Modelo acquisition plans, so not to affect their domestic interests, the Justice Department started to rerun the numbers. They’ll issue an opinion soon.

Over the coming decades, though, the opinion of American government officials might not matter quite so much. China’s National People’s Congress approved its first antimonopoly law in 2008, which, many economists fear, could be used to block foreign competitors and to promote local giants. India’s version, which went into effect in 2009, is even less clear. It’s quite possible that the true monopolistic battles of the 21st century will not be among massive corporations but among the self-interested governments. We can only hope that they don’t engage in a trigger strategy of their own.
 
Picture: Illustration by Jasper Rietman

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Cervejarias do Sul de Minas

Produtores de cerveja artesanal montam fábricas no Sul de Minas

Mercado está em expansão na região e água é um dos fatores importantes. Campanha (MG) é uma das cidades que recebem a produção da bebida.

Do G1 Sul de Minas
=

O hábito de degustar cervejas artesanais tem crescido no Sul de Minas. O Estado de Minas Gerais é o segundo maior em produção artesanal no país. São pelo menos um milhão de litros produzidos por mês e muitos produtores têm saído de outras cidades para produzir na região.

De acordo com o Sindicato das Indústrias de Cervejas e Bebidas em Geral, a produção mineira, no ao passado, teve um aumento de 20% na comparação com 2011. Atualmente, são 12 fábricas de 72 cervejeiros caseiros em todo Estado, mas a expectativa é que o número de fábricas dobre até 2015.
Há seis anos, Luiz Wilson Sant´Ana começou a fabricar a bebida. “No início eu usava uma panela de apenas 20 litros e o teste de qualidade era feito pelos meus amigos, que eram presenteados “, contou.

A cerveja feita por ele agradou tanto que a produção aumentou. Hoje, a panela utilizada tem capacidade para 100 litros. “Foram cerca de R$ 600 mil em investimentos, mas eu espero crescer mais”, destacou o produtor.

Na cidade de Campanha (MG), a produção de cerveja coordenada pelos irmãos Luiz Paulo e José Carlos Hargreaves de Vilhena começou em um poço artesiano. “O poço tem 37 metros de profundidade. Toda água mineral que sai dele vai direto para a produção  e a água é o segredo da boa cerveja, porque melhora a fermentação, o que é fundamental”, disse Luiz.

Produtores de cerveja artesanal montam fábricas no Sul de Minas (Foto: Reprodução EPTV)
Produtores de cerveja artesanal montam fábricas no Sul de Minas (Foto: Reprodução EPTV)

Para garantir a pureza, a água é filtrada duas vezes. Outra matéria-prima da cerveja é também o grão conhecido como levedura. Ele é misturado ao lúpulo, responsável por dar o gosto amargo à bebida. Em seguida, são adicionados ingredientes específicos para o tipo de cerveja que se quer produzir. “Ela sai das panelas, entra no fermentador e fica lá por 10 dias. Em seguida, fica 20 dias na garrafa para criar o gás, porque ela é gaseificada naturalmente”, explicou o dono da fábrica, José Carlos.

Ainda de acordo com ele, a cerveja artesanal demora cerca de 30 dias para ser fermentada e ficar pronta para a comercialização, que também tem aumentado na região.

Segundo a vendedora Adrimênia Aparecida Zanin, a bebida é muito procurada pelos clientes. “As garrafas de 600 ml se tornaram uma opção de presente. Muita gente vem querendo comprar e dar para os amigos e quem ganha a cerveja, depois vem também comprar, com isso, temos um retorno muito bom”, comentou.

Fonte: Para ler mais notícias do G1 Sul de Minas, clique em g1.globo.com/suldeminas. Siga também o G1 Sul de Minas no Twitter e por RSS.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Academia ou Bar?

Não sei de quem é a autoria desse pensamento. Todavia, achei interessante publicá-lo.

 
BAR  X  ACADEMIA


 
Minutos de Sabedoria
Por que será que é mais fácil freqüentar um bar do que uma academia? Para resolver esse grande dilema, foi necessário freqüentar os dois (o bar e a academia) por uma semana. 
     
Vejam o resultado desta importante pesquisa: 

Vantagem numérica:
- Existem mais bares do que academias.
Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho.
*1x0 pro bar.** 

Ambiente: 
- No bar, todo mundo está alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia amolece no primeiro gole de cerveja.
- Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia.
*2x0.**

Amizade simples e sincera: 
- No bar, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda. Os companheiros do bar só reparam se o seu copo está cheio ou vazio. *3x0.*

Compaixão: 
- Você já ganhou alguma saideira na academia?
-Alguém já te deu uma semana de ginástica de graça?
- No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja 'por conta'.
  *4x0.*

Liberdade: 
- Você pode falar palavrão na academia?
*5x0*.

Libertinagem e democracia: 
- No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, problema é seu...
- Na academia, dividir um aparelho dá até briga.
*6x0.**

Saúde: 
- Você já viu um 'barista' (freqüentador de bar) reclamando de dores musculares, joelho bichado, tendinite?
*7x0.*

Saudosismo: 
- Alguém já tocou a sua música romântica preferida na academia? É só 'bate-estaca' , né?
*8x0.*

Emoção: 
- Onde você comemora a vitória do seu time?No bar ou na academia?
*9x0.*

Memória: 
- Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos?
 *10x0 pro BAR!!!**

Portanto, se você tem amigos na academia, repasse este e-mail para salvá-los do mau caminho!**

PS: Você já fez amizade com alguém bebendo Isotônico???

ENTÃO, VAMOS SIMBORA PRO BAR!!!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Lei Seca

Nova lei seca põe fim à brecha do bafômetro, mas depende de tribunais

Para especialistas ouvidos pelo G1, mudança sancionada ficou 'subjetiva'.
Mais provas serão aceitas contra motorista; multa sobe para R$ 1.915.

Para advogados, a lei aumenta o poder da autoridade policial de dizer quem está embriagado e, para defensores da tolerência zero ao volante, a norma transfere aos tribunais a tarefa de interpretar cada caso, dando margem para que motoristas alcoolizados escapem da Justiça.

O que mudaA mudança no Código Brasileiro de Trânsito sancionada sem vetos nesta quinta-feira (20) pela presidente Dilma Rousseff possibilita que vídeos, relatos, testemunhas e outras provas sejam considerados válidos contra os motoristas embriagados. Além disso, aumenta a punição administrativa, de R$ 957,70 para R$ 1.915,40. Esse valor é dobrado caso o motorista seja reincidente em um ano.

O QUE MUDA NO CÓDIGO DE TRÂNSITO
Art. 306 - Parte principal foi alterada:
ANTESDEPOIS
Conduzir veículo automotor, na via pública, estando com concentração de álcool por litro de sangue igual ou superior a 6 decigramas, ou sob a influência de qualquer outra substância psicoativa que determine dependênciaConduzir veículo automotor com capacidade
psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra
substância psicoativa que determine dependência
Novas formas de comprovação:
1 - concentração igual ou acima de 6 dg/L de álcool no sangue ou de 0,3 mg/L no ar alveolar (medido por bafômetro)
2 - sinais que indiquem, segundo o Contran, alteração da capacidade psicomotora
3 - imagem, vídeo, testemunhas e outras provas lícitas
Pena continua igual: detenção, de seis meses a 3 anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo
Art. 165 - Pena administrativa: Infração gravíssima - 7 pontos na carteira
Multa: R$ R$ 957,70 e suspensão do direito de dirigir por 1 anoR$ 1.915,40 e suspensão do direito de dirigir por 1 ano
Medida administrativa: retenção do veículo até a apresentação de condutor habilitado e recolhimento da habilitaçãoRecolhimento da habilitação
e retenção do veículo
--Se houver reincidência em até 1 ano, a multa é o dobro
Art. 262. destino do veículo apreendido
O recolhimento ao depósito e manutenção
ocorrerá por serviço público
Art. 276. penaliza concentração de álcool no sangue e também no ar alveolar
Órgão do Poder Executivo federal disciplina margens de tolerânciaO Contran disciplina margens de tolerância
quando a infração for apurada por meio de aparelho de medição
Art. 277. acidentes e blitz
Todo condutor sob suspeita será submetido a testes de alcoolemia, exames clínicos, perícia ou outro exameO condutor poderá ser
submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro exame para verificar a suspeita de álcool ou outra substância psicoativa, que ainda serão regulamentadas pelo Contran
A lei seca havia sido esvaziada depois que o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu que o bafômetro e o exame de sangue eram obrigatórios para comprovar o crime. Motoristas começaram a recusar os exames valendo-se de um direito constitucional: ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo. O condutor era multado, perdia a carteira e tinha o veículo apreendido, mas não respondia a processo.
Isso acontecia porque a lei previa como conduta proibida dirigir com mais de 6 dg/L (decigramas por litro) de álcool no sangue. Agora, passa a ser crime “conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência”. Com isso, o limite de álcool passou a ser uma das formas de se comprovar a embriaguez, e não mais um requisito de punição.
CríticasPara o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), autor de um projeto que previa tolerância zero aos motoristas, as mudanças são como "enxugar gelo". "A lei poderia ter sido mais ousada, porque nós estamos diante de uma epidemia. São mais de 40 mil mortes por ano."
O maior problema, no entanto, segundo o senador, está na subjetividade da nova lei. “Eu acho que ficou muito subjetivo. Os agentes vão fotografar, vão filmar. Mas como o juiz vai interpretar essa prova? O bafômetro é a única ferramenta eficaz de comprovar”, defende. "Nós teremos problemas na interpretação disso [pelos tribunais]."
“Eu acho que a lei traz inovações e mudanças que faziam parte da proposta de nossa autoria aprovada no Senado. O vídeo, imagem, testemunho para inibir esse consórcio perverso que é a embriaguez e a direção no trânsito”, afirma Ferraço. “Mas estou aguardando para ver na prática esta forma tão subjetiva que a lei incorporou de comprovar a embriaguez”, afirma.
O advogado constitucionalista Pedro Serrano também avalia que as novas regras possuem conceitos subjetivos que podem abrir espaço para contestações no Supremo Tribunal Federal (STF).
“No direito penal, o crime tem que ser previsto usando palavras precisas, e não palavras abertas. É muito vago falar em 'afetar a capacidade psicomotora'. Isso acaba jogando na autoridade policial o poder de definir, e não na lei. Cabe à lei definir qual é a conduta proibida, e não à autoridade policial”, afirma. “Do contrário, fere o Estado de Direito.”
"Qualquer pessoa que sofrer esse tipo de constrangimento pode levantar essa questão. É um princípio constitucional", completa.
ElogiosJá para o juiz criminal de São Paulo Fábio Munhoz Soares, um dos que devem julgar casos envolvendo pessoas embriagadas ao volante, a mudança "é um avanço”.
“Agora basta qualquer tipo de prova que demonstre que você está embriagado. Não adianta recusar o bafômetro. A lei acabou com aquela situação do sujeito que sai cambaleando e não tem como comprovar que estava bêbado. Ele é encaminhado para a delegacia para o perito para fazer o exame clínico”, diz.
Para o magistrado, o policial tem papel relevante. "Sempre foi desse jeito. O policial sempre foi ouvido, ele é uma testemunha muito importante", afirma.

O promotor Marcelo Barone também elogia a alteração. Segundo o integrante do Ministério Público, a forma anterior da lei impedia que os motoristas alcoolizados fossem denunciados. “Digamos que não era uma brecha, era uma avenida inteira. Eu mesmo cheguei a deixar de oferecer denúncia. Agora vão aumentar os flagrantes, prisões, denúncias. A pessoa vai sentir alguma consequência no ato”, avalia.

Mas o juiz ressalva que, "para que seja processado criminalmente e condenado, é necessário que fique demonstrado que o indivíduo teve a capacidade alterada". "Do contrário, não há como ser condenada", afirma.

PenasO aumento da multa aos motoristas não é consenso entre os especialistas, mas, sobre a punição na esfera penal, ele avaliam que o Congresso perdeu a oportunidade de aumentar as penas em caso de condenação. “Essas multas muito pesadas são só para dizer que é mais severo, mas tem muito pouca eficácia”, avalia o juiz Munhoz Soares. "Mas matar bêbado no trânsito devia ser uma causa de aumento de pena. É esse o tipo de crime que nos deixa mais perplexos. Se quer realmente prender, tem que colocar uma pena alta, mais de quatro anos."

Para o promotor, a pena deveria ter sido aumentada, porque hoje geralmente é convertida em serviços à comunidade. “Por que nos Estados Unidos funciona? Porque lá é preso, aqui não. Mas isso implica em aumentar o número de pessoas presas. Tem que construir presídios, não interessa para o governo”, diz.

Já Dirceu Rodrigues Alves Jr, da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), acredita que a única solução é a tolerância zero de álcool no trânsito. “Essa legislação realmente facilita o diagnóstico. O bafômetro passa a ser usado como fator de negativa do álcool, ou seja, o motorista vai soprar para provar que não ingeriu álcool. Mas tudo fica alterado com a bebida, atenção, concentração, raciocínio, respostas, reflexos, visão, audição. Teria que proibir totalmente”, afirma.

Fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2012/12/nova-lei-seca-poe-fim-brecha-do-bafometro-mas-depende-de-tribunais.html

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Stella Artois


Stella Artois lança cerveja em garrafa de champanhe por R$15,90; veja outros lançamentos

Por Juliana Américo Lourenço da Silva 

SÃO PAULO – Para comemorar o Natal e a chegada de 2013 a cerveja Stella Artois lança uma embalagem semelhante a de uma garrafa de champanhe. O produto comemorativo custa R$ 15,90, podendo ser encontrado em pontos selecionados de São Paulo e pelo site Empório da Cerveja.
Embalagem em formato de garrafa de champagne da Stella Artois custa R$ 15,90 (Divulgação)
A garrafa é rotulada com sleeve e fechada com rolha, gabieta e capuz. A Stella Artois pode ser encontrada em embalagens individuais de 750 ml ou em caixa com seis unidades. A marca também criou um cartão de Natal personalizado que pode ser enviado para a casa de alguém, através de um aplicativo que integra Facebook e Google Street View.

Embalagem em formato de garrafa de champagne da Stella Artois custa R$ 15,90 (Divulgação)

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

The Plot to Destroy America's Beer





Brian Rinfret likes imported beer from Germany. He sometimes buys Spaten. He enjoys an occasional Bitburger. When he was 25 years old, he discovered Beck’s, a pilsner brewed in the city of Bremen in accordance with the Reinheitsgebot, the German Purity Law of 1516. It said so right on the label. After that, Rinfret was hooked.

One Friday night in January, Rinfret, who is now 52, stopped on the way home from work at his local liquor store in Monroe, N.J., and purchased a 12-pack of Beck’s. When he got home, he opened a bottle. “I was like, what the hell?” he recalls. “It tasted light. It tasted weak. Just, you know, night and day. Bubbly, real fizzy. To me, it wasn’t German beer. It tasted like a Budweiser with flavoring.”

He examined the label. It said the beer was no longer brewed in Bremen. He looked more closely at the fine print: “Product of the USA.” This was profoundly unsettling for a guy who had been a Beck’s drinker for more than half his life. He was also miffed to have paid the full import price for the 12-pack.
Rinfret left a telephone message with AB InBev (BUD), the owner of Beck’s and many other beers, including Budweiser. Nobody got back to him. He had better luck with e-mail. An AB InBev employee informed him that Beck’s was now being brewed in St. Louis along with Budweiser. But never fear, the rep told Rinfret: AB InBev was using the same recipe as always.

He wasn’t satisfied. In March, he posted a plea on Beck’s official Facebook (FB) page: “Beck’s made in the U.S. not worth drinking. Bring back German Beck’s. Please.” He had plenty of company. “This is a travesty,” a fellow disgruntled Beck’s drinker raged. “I’m pretty bummed,” wrote another. “I’ve been drinking this beer religiously for over 20 years.” Rinfret kept trashing Beck’s on Facebook. Until, he says, AB InBev unfriended him in May. “They banned me from their site. I can’t post anything on there any longer.”

Rinfret was only temporarily silenced. He now complains on a Facebook page called Import Beck’s from Germany. AB InBev may be paying a price for disappointing Beck’s loyalists like him. According to Bump Williams, a beer industry consultant in Stratford, Conn., sales of Beck’s at U.S. food stores were down 14 percent in the four weeks ending Sept. 9 compared with the same period last year. “They are getting their proverbial asses kicked,” Williams says. “Too many customers were turned off when the switch was made.” Sales of Budweiser in the U.S. have fallen recently, too. And yet AB InBev is extraordinarily profitable.

There has never been a beer company like AB InBev. It was created in 2008 when InBev, the Leuven (Belgium)-based owner of Beck’s and Stella Artois, swallowed Anheuser-Busch, the maker of Budweiser, in a $52 billion hostile takeover. Today, AB InBev is the dominant beer company in the U.S., with 48 percent of the market. It controls 69 percent in Brazil; it’s the second-largest brewer in Russia and the third-largest in China. The company owns more than 200 different beers around the world. It would like to buy more.

The man in charge of AB InBev is 52-year-old Carlos Brito. The Brazilian-born chief executive is a millionaire many times over. He speaks English fluently and dresses like the manager of a local hardware store. At the Manhattan headquarters, he wears jeans to work and tucks in his shirts. He keeps his company identification badge clipped to his waist where everybody can see it, even though everyone knows who he is. To the rest of the world, he keeps a low profile. He does not, for example, accept interview requests from
Bloomberg Businessweek
. That might be his character, and it might be calculated. The Busch family is a legendary American dynasty. Many people in the U.S. aren’t thrilled that a foreign company now owns Budweiser, America’s beer.

This is not to say that Brito lacks American admirers. Many can be found on Wall Street, where investors care less about where beers are brewed than about how profitable they are. This is where Brito shines. After InBev bought Anheuser-Busch, he slashed costs at the combined company by $1.1 billion in a single year. AB InBev’s margins widened substantially, and its share price has nearly quadrupled since the takeover. In 2011, Brito made Fortune magazine’s Fantasy Sports Executive League Dream Team as a designated hitter.

Fonte: http://www.businessweek.com/articles/2012-10-25/the-plot-to-destroy-americas-beer
Foto: Photograph by Jamie Chung for Bloomberg Businessweek


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

TAM nas nuvens

Essa saiu na TAM deste mês por Juliana Araújo: Café Viena (BH), Melograno (SP), Herr Brauer (RJ), Bier Markt (POA).

domingo, 7 de outubro de 2012

Milho na cerveja

Cerveja nacional tem muito milho, afirma pesquisa da USP

Uma das análises químicas mais completas já feitas com marcas de cerveja do Brasil e do exterior dá peso a uma tendência que estudos menores já indicavam: as grandes marcas nacionais têm elevadas quantidades de milho em sua composição, embora a matéria-prima tradicional da bebida seja a cevada. São os nomes mais conhecidos do público, como Antarctica, Brahma, Skol e Nova Schin. A análise sugere que essas marcas estão no limite da porcentagem de milho como matéria-prima para cerveja que a legislação nacional determina (45%) ou podem até tê-lo ultrapassado. As empresas produtoras questionaram a análise. Por outro lado, o estudo indicou que algumas cervejas em pequena escala possuem o teor que se esperaria de uma bebida feita só com água, cevada e lúpulo, como reza a tradição alemã.

A pesquisa é assinada por cientistas do Centro de Energia Nuclear na Agricultura, da USP de Piracicaba, e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas). O grupo piracicabano, coordenado por Luiz Antonio Martinelli, já estudou cervejas antes, além de verificar a presença de álcool de cana no vinho nacional. "Ninguém aqui está dizendo que a cerveja é pior por ter milho --aliás, eu nem bebo cerveja, só vinho", diz Martinelli. Ele ressalta também que o trabalho tem margens de erro e que o propósito não foi denunciar que certas marcas não seguem a lei. "A diferença de composição é muito pequena [no caso das que parecem ter muito milho]", diz a bióloga Sílvia Mardegan, orientanda de Martinelli e autora principal do estudo, que sairá na revista científica "Journal of Food Composition and Analysis". Além disso, ela lembra que só uma unidade de cada marca foi estudada, e que existem variações por lote e por região do país. Por outro lado, a variedade de marcas (77, sendo 49 nacionais e 28 importadas) ajuda a dar um panorama amplo do mercado.

Fonte: Marcos Augusto - Voz da Bahia, http://www.jornaldiadia.com.br/index.php/know-how-e-tecnologia/107815-cerveja-nacional-tem-muito-milho-afirma-pesquisa-da-usp

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Tributos na cerveja

Fabricantes de cerveja repassam imposto 12% mais caro

Nos últimos 12 meses, a bebida consumida dentro de casa ficou 12,97% mais cara, enquanto a consumida na rua subiu 12,58%

RIO - Os alimentos vêm sendo apontados como os vilões da inflação ao consumidor nos últimos meses. Entretanto, as bebidas também estão pesando mais no orçamento das famílias. O avanço foi superior ao do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado sugere uma antecipação do aumento de impostos sobre o produto.

Nos últimos 12 meses, a cerveja consumida dentro de casa ficou 12,97% mais cara, enquanto a cerveja consumida na rua subiu 12,58%. O avanço representa mais do que o dobro da inflação oficial no período, que acumulou uma alta de 5,24%, informou o IBGE. "As cervejas têm aumentado muito. Parece que houve uma antecipação do aumento do imposto", avaliou Irene Machado, técnica da Coordenação de Índices de Preços do instituto.

Irene refere-se ao aumento de impostos determinado por decreto publicado em 31 de maio no Diário Oficial. À época, os fabricantes calcularam que a mudança no método de cálculo do IPI e do PIS/Cofins incidentes sobre cervejas e refrigerantes resultariam em uma elevação de 27% nos impostos sobre a cerveja e de 10% sobre os refrigerantes.

"É o maior aumento de imposto da história do País. Nunca houve um aumento de imposto tão grande", disse Alexandre Loures, diretor de Comunicação da Ambev, que detém 68% do mercado brasileiro de cerveja.

Nova tabela
A nova tabela de cálculo passa a vigorar em outubro, mas os fabricantes já começaram a repassar os custos maiores com os tributos. No Rio de Janeiro, um restaurante decidiu acalmar os ânimos dos frequentadores aborrecidos com o aumento na garrafa de cerveja, que saiu de R$ 7,00 para R$ 9,00, com cartazes colados no estabelecimento que creditavam o encarecimento a um reajuste de 18% no produto praticado pela Ambev. Os avisos tiveram repercussão entre os clientes e a cervejaria acabou negociando com a casa um aumento menor, segundo funcionários do lugar.

A Ambev nega que tenha praticado um aumento de 18% em qualquer uma de suas marcas de cerveja. Mas a empresa confirmou que espera aumentar em 10%, em média, o preço do produto este ano, sendo que 5% seriam apenas do repasse dos impostos mais altos. Desde junho, a Ambev já aumentou em 7% o preço da cerveja. Os outros 3% serão repassados até o fim do ano.

"Conforme já havíamos anunciado, o aumento do imposto implicará em um aumento de 5% na cerveja. Mas também costumamos repassar nessa época do ano as perdas com a inflação. E agora ainda tem a pressão do câmbio, que, com o dólar subindo, aumenta muito os custos com os nossos insumos importados, como malte e lúpulo", explicou Loures.

A Agência Estado procurou os demais grandes fabricantes de cerveja do País para comentar os aumentos nos preços da bebida. O Grupo Petrópolis informou que não comenta suas estratégias em relação a preços ou impostos. A cervejaria Heineken também se negou a comentar reajustes de preços, enquanto a Schincariol não deu retorno à demanda da reportagem.

Fonte: http://www.tribunahoje.com/noticia/40678/brasil/2012/09/25/fabricantes-de-cerveja-repassam-imposto-12-mais-caro.html

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Propaganda em cervejas

Propaganda é a alma do negócio, mas não da cerveja.

 
Essa veio do amigo do Blog One Life, All Beers!
 
"O texto abaixo não é meu. Nunca tive problemas com brejas puramente comerciais, mas também dei a sorte de ser doutrinado pelas cervejas de verdade a tempo e não precisei parar com essa maravilhosa bebida.

Como envolve duas coisas que amo - publicidade e cervejas, não necessariamente nessa ordem - acho legal colocar aqui também.
 
Foi publicado na edição 1525 do Meio & Mensagem, de 3 de setembro. Seu autor, Rodrigo Leão é sócio-diretor de criação da Casa Darwin e professor da FIA. E agora, suponho, é também mais um grande entusiasta desta complexa bebida, que vai muito além do que as propagandas mostram. Confira:"
 
"Há alguns anos parei de tomar cerveja. Porque toda vez que tomava eu tinha dor de cabeça, me sentia enjoado e no dia seguinte tinha uma ressaca irritante. “Acho que não me dou bem com fermentados”, era como me justificava diante da incredulidade de amigos, que, de imediato, começavam a suspeitar da garra do meu heterossexualismo.
 
Então, na hora de beber, eu partia pros drinques. Houve a fase hi-fi, a fase gin tônica, a fase Mojito, e assim por diante. Nunca em excesso - dois drinques e ponto. Acordava novinho em folha e não tinha enjoo nem dor de cabeça. Não sentia falta nenhuma da cerveja.

Mas, de uns seis meses pra cá, por influência do meu sócio, Márcio Cócaro, um fã desse tipo de bebida, resolvi experimentar umas cervejas artesanais. Não sou muito de cheirar rolha (sabe, como fazem aqueles caras que manjam de vinho e ficam passando a rolha em frente ao nariz e detectando subtons amadeirados?). Então, durante cada um de seus excelentes churrascos gaúchos, ele me apresentava algumas dessas e falava: “Ah! Essa aqui foi feita por monges Trapistas na Bélgica”, e eu não dava muita bola. “Essa aqui ganhou o prêmio xisipisilonzê...” e eu estava, na verdade, curtindo a direção de arte bem louca do rótulo (que é muito comum nesse segmento).

Até que percebi que não passava mal com aquelas cervejas. “De repente eu sou fresco mesmo e meu corpo só se adapta a artigos de luxo,” pensei. Tudo bem que, de fato, aquelas brejas não se pareciam nada com as redondinhas que a gente normalmente toma por aí. Reparei que só se tomava uma ou duas garrafas numa rodada, mais como um vinho do que como as cervejas que eu conhecia. Mas era curioso perceber como a mesma bebida causava reações tão diferentes no meu corpo.

Até que recentemente começamos a trabalhar para uma premiada cervejaria artesanal e o pessoal que faz a cerveja me explicou a diferença.
A maioria das cervejas industrializadas não é feita para ser uma boa cerveja: é feita para dar o maior lucro. E essa é uma diferença importante no resultado.

Como assim? Assim ó: além de lúpulo, cevada e água, na latinha entram arroz, milho e outros tipos de cereal mais barato. Aí, vai um produto químico pra fazer uma espuma bonita; outro pra ter cor dourada bonita; e outro para o sabor sair homogêneo. Hoje, tem até umas com mais químicos pra você não empapuçar e beber e gastar mais. Ou seja, não era a cerveja que me fazia mal, era o kit “meu pequeno químico” que as empresas usam pra deixar o produto mais lucrativo que me zoava.
Lembrei então de um artigo que escrevi quando tinha uma coluna no jornal Metro em que eu comparava a mentalidade do empreendedor que gosta do que faz e do empreendedor que só gosta de dinheiro. Apresentava-os como o “O Homem do Negócio” e “O Homem de Negócios”.

O “Homem do Negócio” gosta de fazer bem aquele negócio em que ele se meteu: o faz por obsessão, e não por dinheiro, mas acaba ganhando algum porque necessariamente faz muito bem o que se propõe a fazer. Tanto que muitas vezes integra o nome ao próprio negócio. Como meu amigo Eddy do Trombone, o Rogério Fasano ou mesmo o Professor Porsche.O objetivo final é o próprio processo de viver fazendo algo que faz muito bem feito. Na propaganda, costumávamos ter muitos desses.

o “Homem de Negócios” se interessa mais pelas recompensas que um negócio oferece do que no negócio propriamente dito. O objetivo é lucrar, seja vendendo karaokês evangélicos ou vibradores eletrônicos, propaganda ou produtos de arame e plástico. O bom “Homem de Negócios” tende a ficar muito rico pois não importa em que negócio se meta, sempre dá um jeito de ganhar muita grana - faz o que for preciso para lucrar, como, por exemplo, encher a sua loirinha de produtos químicos.

A especialidade do “Homem do Negócio” é criar valor. A especialidade do “Homem de Negócios” é extrair valor. É curioso ver como grandes grupos econômicos internacionais controlam a propaganda que a gente consome e a cerveja que a gente bebe. Eu fico aqui pensando: será que a ressaca que a maioria das propagandas vem me causando atualmente não é causada pelo mesmo motivo da cerveja? Você pode até dizer que eu sou fresco, hipster ou mesmo comunista, mas eu acho muito errado celebrar quem tira mais em lugar de quem acrescenta mais."

Fonte:  http://www.onelifeallbeers.com.br/2012/09/propaganda-e-alma-do-negocio-mas-nao-da.html?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Cerveja do Obama

Cerveja do Barack Obama tem sua receita divulgada pela Casa Branca

A Casa Branca divulgou neste sábado (1º) as receitas das cervejas artesanais tomadas pelo presidente americano Barack Obama. Após pressão popular, o candidato à reeleição optou por publicar o passo a passo das bebidas no blog da Casa Branca.

As cervejas, chamada White House Honey Ale e White House Honey Porter, começaram a ser fabricadas em 2011. Confira como são feitas as bebidas do presidente americano. (Nossos grifos: Veja que eles fabricam com extratos e maltes. No Brasil o Homebrewer - o cervejeiro caseiro- produz normalmente usado 100% grãos de malte).

White House Honey Porter
Ingredientes
1,5 kg de extrato de malte sem lúpulo
320 g de malte Munick
450 g de malte 20 crystal
168 g de malte preto
84 g de malte chocolate
450 g de mel
280 gramas de lúpulo de amargor
20 g de lúpulo com aroma Hallertau
1 pacote de fermento seco Nottingham
3/4 xícara de açúcar de milho para o engarrafamento

Modo de preparo
1. Em uma panela, adicione os grãos para 2,5 litros de água a 75 graus. Misture bem e baixe a temperatura para 68 graus. Deixe a mistura no fogo por 45 minutos. Enquanto isso, esquente dois litros de água a 75 graus, em uma panela grande.
2. Coe a mistura e depois, acrescente dois litros de água quente.  Descarte os grãos e leve a mistura para o fogo.
3. Adicione as 2 latas de extrato de malte e mel no pote. Mexa bem.
4. Deixe ferver durante uma hora. Adicione metade do lúpulo de amargor na marca de 15 minutos, a outra metade deverá ser adicionada aos 30 minutos. Quando já estiver perto da marca de uma hora, acrescente o lúpulo aromático.
5. Separe e deixe descansar por 15 minutos.
6. Pegue 2 litros de água gelada e adicione o fermento seco. Depois, junte o mosto quente. Se necessário, cubra com mais água até chegar à marca de 5 litros. Colocar num banho de gelo para que a temperatura baixe para 23 graus.
7. Deixe fermentar à temperatura ambiente de 3 a 4 dias.
8. Para engarrafar faça uma mistura no fogão com uma xícara de água estéril e ¾ de uma xícara de açúcar priming. Deixe ferver por 5 minutos. Despeje a mistura na cerveja fermentada, coloque o líquido em garrafas e deixe descansar por uma ou duas semanas a 23 graus.

White House Honey Ale
Ingredientes
1,5 kg de extrato de malte light
450 g de extrato seco de malte
370 g de malte crysta lâmbar
250 g Bisquit Malt
450 g de mel
50 g de lúpulo Kent Goldings
50 g Fuggles granulados
2 colheres de chá de gesso
1 pacote de fermento seco Windsor
¾ xícara de açúcar de milho para o priming

Modo de preparo
1. Em uma panela, coloque os grãos em 1,5 litros de água estéril a 68 graus. Deixe ferver por meia hora e depois, retire os grãos.
2. Adicione as duas latas de extrato de malte e extrato seco e deixe ferver.
3. Para o primeiro aroma, adicione a  50 g Kent Goldings e 2 colheres de chá de gesso. Deixe ferver por 45 minutos.
4. Para o segundo aroma, adicionar os 20 g de granulados Fuggles perto dos 45 minutos.
5. Adicione o mel e deixe ferver por mais 5 minutos.
6. Coloque 2 litros de água gelada estéril no fermentador primário e adicione o mosto quente. Cubra com mais água para o total de 5 litros.
7. Deixe fermentar à temperatura ambiente cerca de 7 dias.
8. Passe para um fermentador secundário, e deixe fermentar por mais 14 dias.
9. Para engarrafar, dissolva o açúcar de milho em 2 litros de água fervente por 15 minutos. Despeje a mistura em um balde de engarrafamento vazio. Sifão a cerveja do fermentador por cima. Distribua uniformemente o açúcar priming. Deixe descansar de  duas a três semanas em temperatura ambiente.



segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Rede Sociais em Cervejarias

Heineken, Petrópolis e Schin disputam nas redes sociais segundo lugar no mercado de cervejas

Com base no comportamento de seus consumidores, marcas desenvolvem ações digitais diferenciadas para promover seus produtos e engajar seus seguidores.

Quinto maior fabricante de cerveja no mundo, o Brasil produz anualmente 10,34 bilhões de litros da bebida e fatura mais de R$ 25 bilhões, segundo o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja (Sindicerv). De olho no mercado e em seu potencial, os grupos Heineken, Petrópolis e Schincariol lançam estratégias cada vez mais focadas nas mídias sociais para atrair consumidores e disputar o segundo lugar, atrás apenas da gigante Ambev. Hoje, a dona da Skol, Antarctica e Brahma é considerada a companhia mais valiosa do país, estimada em R$ 215,14 bilhões pela Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

Longe das estratégias agressivas da década de 1990, os quatro grupos assinaram recentemente um pacto de não-agressão para evitar sanções do Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar). Depois das telefônicas, as cervejarias são as campeãs de disputas na publicidade e Marketing. Ainda que nas mídias tradicionais as campanhas sejam mais apelativas, nas redes sociais os grupos trabalham cada vez mais a interatividade para atrair novos consumidores.

O reposicionamento da Kaiser é um case de sucesso recente no mercado cervejeiro. Comprada pelo grupo Heineken há pouco mais de um ano, a mudança na identidade visual e na fórmula do produto, é reforçada por meio do Facebook, que ajuda a fidelizar e atrair consumidores, principalmente da classe média emergente. A Kaiser tem mais de 188 mil fãs na rede social e conta com ações divertidas na plataforma, como o "Churrasco na Laje", em que incentiva eventos nas comunidades sugerindo a compra da cerveja. O número é maior do que o perfil da própria Cervejaria Heineken Brasil, com 161 mil pessoas.


Como marca, a página mundial da cerveja holandesa conta com mais de oito milhões de seguidores e tem sistema de reconhecimento por países. A estratégia é fazer com que cada marca se sobressaia, sem mostrar competitividade entre elas, trazendo conteúdo. "A qualidade do diálogo é muito nítida e percebemos que no caso da Kaiser, por exemplo, passamos de um estado de rejeição e resistência para consumidores que se transformaram em advogados da marca. Hoje, o Facebook tem um papel estratégico e a audiência ajuda a criar nosso discurso baseado na verdade", avalia Chiara Martini, Gerente de Mídia Digital da Heineken Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Quando a estratégia manda

Um perfil nas redes sociais não basta. Ainda que as marcas de cerveja estejam conectadas a plataformas digitais, o diferencial será feito por aquelas que entenderem que tipo de consumidor procuram e de que forma chegar até eles. A Skol, por exemplo, têm 6,4 milhões de fãs no Facebook, o maior número entre as marcas nacionais e, como estratégia de Marketing, conta com ações promocionais ao longo do ano e até uma rádio para interatividade. A Brahma também inovou ao lançar perfis na rede social a partir de times de futebol, o do Flamengo conta com mais de 1,5 milhões de seguidores.


Desde que as redes sociais surgiram e se popularizaram, o comportamento do consumidor e a relação dele com as marcas passaram por mudanças até então impensáveis. No mercado cervejeiro, o destaque irá para os que souberem usar a linguagem a seu favor. "Nosso mercado é super competitivo, a diferença é que o ambiente do digital permite que a estratégia tenha mais valor do que o investimento. Antes era uma via: determinava-se a mensagem e a transmitia na TV, jornal e revista. Hoje existe uma preocupação de como entrar na conversa", pontua Chiara.

A semelhança entre os produtos acaba sendo a maior dificuldade dos grupos. Mesmo que haja diferenciação na qualidade e ingredientes, a linguagem de abordar o consumidor será fundamental para as marcas terem destaque. "É preciso chegar ao consumidor participando da vida dele, celebrando bons momentos. Nas redes sociais, a relação é direta, ele reage a estímulos que fazemos e isso é essencial. Ouvir nosso público nos direciona para qual caminho devemos seguir", diz Luciano Sadi, Gerente da Marca Nova Schin, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A diferença no relacionamento entre as mídias tradicionais e as mídias sociais acaba sendo a influência que o consumidor gera, antes preterido apenas ao papel de receptor. "As redes sociais são fundamentais, ou você tem ou terão por você. É uma ferramenta importante e um trabalho efetivo para formar opinião, buscar consumidores e embaixadores da sua marca. Acaba sendo um termômetro dos nossos produtos", afirma Douglas Costa, Diretor de Mercado do Grupo Petrópolis, em entrevista ao portal. 

Fonte: ISA SOUZA - Mundo Marketing http://www.administradores.com.br/informe-se/marketing/heineken-petropolis-e-schin-disputam-nas-redes-sociais-segundo-lugar-no-mercado-de-cervejas/58946/
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