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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Corona Cerveja

 


Brand Finance registra reconhecimento da marca Corona em 2026

Retransmitimos a mensagem de Felipe Baruque, Vice-Presidente de Suprimentos e Sustentabilidade da Ambev.

"Hoje celebramos mais um reconhecimento para Corona. Ela acaba de ser eleita, pelo terceiro ano consecutivo, a marca de cerveja mais valiosa do mundo no ranking global da Brand Finance.

 No Global 500 2026 Report, a marca mantém a liderança da categoria de cervejas e segue entre as mais valiosas do mundo. Aqui no Brasil, o portfólio premium continua crescendo com consistência, e Corona está entre as marcas que mais impulsionaram essa expansão.

 Estamos muito orgulhosos desse reconhecimento, resultado de um ecossistema que une inovação e tradição alinhado aos novos comportamentos do consumidor brasileiro.

 Ele também reflete a presença da marca em momentos de conexão com o público, em diferentes ocasiões, dos encontros ao ar livre com música, esporte e natureza à atuação em plataformas globais, como os Jogos Olímpicos e a WSL, além da criação de experiências proprietárias, como o Todo Mundo no Rio, sempre com um compromisso consistente com a sustentabilidade.

 No fim do dia, Corona segue fazendo o que sempre fez de melhor: convidar as pessoas a desacelerar, se reconectar e aproveitar o agora. Vamos juntos construindo". Cheers!

Outras marcas do segmento de bebidas que foram apontadas no ranking 500 da Brand Finance. Entre elas Coca-Cola, Starbucks, Pepsi, Red Bull, Vinho do Pântano e Dr Pepper. Estreou na lista Nescafé.




Fonte: https://www.linkedin.com/posts/felipe-baruque_maisrazaelesparabrindar-activity-7420097156520452096-7PhG?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAQjwpcB3jgdanI4FOWx82vkvvNXe1t7txI

 #MaisRazõesParaBrindar. #pelosatelite

 



domingo, 23 de novembro de 2025

Corona 2025


Governador Jorginho Mello participa da inauguração da expansão de cervejaria em Lages

Por Osvaldo Sagaz | Secom

O governador Jorginho Mello participou, na manhã deste sábado, 22, da cerimônia de inauguração da nova linha de produção de cervejas Corona na unidade da Cervejaria da Serra, da Ambev, em Lages. Com a expansão, a Ambev estima a criação de 50 novos empregos diretos e cerca de 1.700 postos indiretos, o que deverá impulsionar a economia regional e beneficiar cadeias locais de fornecedores e logística.

“Para a cidade de Lages e para a nossa Serra catarinense é muito importante ter a Ambev expandido suas operações com a cerveja Corona. Isso nos enche de orgulho. Por isso fiz questão de vir hoje a Lages, no aniversário da cidade, participar deste momento especial. Estamos investindo na rede trifásica para melhorar a qualidade da energia elétrica nas cidades do interior. Com energia segura, o empresário consegue melhorar o seu negócio e todo mundo ganha com isso. Estamos transformando Santa Catarina em todas as áreas”, disse o governador no seu discurso.



Saiba mais e fonte: Governador Jorginho Mello participa da inauguração da expansão de cervejaria em Lages  - Agência de Notícias SECOM



terça-feira, 30 de julho de 2024

Olimpíadas 2024 Corona Cero Sunbrew

Corona Cero: A cerveja patrocinadora das Olimpíadas de Paris 2024



A Ambev, por meio de sua cerveja mexicana Corona, lançou nas Olimpíadas de Paris, a cerveja Corona Cero Sumbrew B4Y. A cerveja é sem álcool e contém vitamina D, visando aumentar a nutrição de quem a consome. É uma forma de vincular resfrescância da uma cerveja Lager com a nutrição para aqueles que praticam esportes sem largar a mão da cerveja.

Saiba mais em: https://www.corona.com/pt-br/corona-cero



terça-feira, 11 de janeiro de 2022

Corona Sunbrew

 


Corona lança cerveja vitaminaDa

Corona abriu o ano com o lançamento da primeira cerveja com vitamina D do mundo

A bebida é fabricada sem álcool, e apresenta baixa caloria e conta com uma dose correspondente a 30% do que é recomendado ser consumido em vitamina D por garrafa.

Segundo o site Dprevtododia.com.br, a vitamina D vitamina D é considerada um pré-hormônio, pois ao contrário das outras vitaminas, essa é produzida pelo próprio corpo humano, embora também possa ser ingerida por outras fontes. Inclusive, o termo “vitamina D” é considerado por alguns como incorreto. Ela foi descoberta no início da década de 1920 por cientistas que pesquisavam doenças ósseas infantis, e desde então vem se revelando uma aliada em muitos aspectos do organismo.

Chamada de Corona Sunbrew essa cerveja iniciou as suas vendas e six pack em lojas do Canadá, mais precisamente na cidade de Quebec. A cidade, durante o inverno no mês janeiro, apresenta luz solar limitada e temperatura que não ultrapassa os 8 graus célsius. A visão da cervejaria, foi promover uma “dose de vitamina D” em qualquer estação do ano.

Curiosamente, a Vitamina D auxilia na formação de ossos e dentes, na absorção de cálcio e fósforo, no funcionamento dos sistemas imunológico e muscular; na manutenção dos níveis de cálcio no sangue e no processo de divisão celular.

Saiba mais em: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2022/01/10/empresa-lanca-cerveja-com-vitamina-d-faz-sentido-beber-para-adquirir.htm

e https://dprevtododia.com.br/vitamina-d/

 

 

terça-feira, 3 de março de 2020

Cerveja Corona vs Corona Vírus


Cerveja Corona também é “vítima” de coronavírus
Por Anurag Kotoky, Bloomberg

A marca Corona, cujo nome faz referência à coroa solar em espanhol e não tem nada a ver com o vírus, é a terceira cerveja mais popular dos EUA.

Resultado de imagem para Corona cervejaO novo coronavírus tem uma vítima inesperada: uma das cervejas mais populares do mundo.
A cerveja Corona virou alvo de memes e vídeos compartilhados nas redes sociais com o maior número de vítimas do vírus em todo o mundo. Dados sobre o aumento das buscas na Internet por “vírus da cerveja corona” e “coronavírus da cerveja” mostram que a cerveja mexicana não conseguiu escapar da associação. A chamada intenção de compra entre adultos nos EUA caiu para o menor nível em dois anos, segundo dados da YouGov.

O impacto se agravou nos últimos dias com o aumento das infecções. As ações da Constellation Brands, fabricante da cerveja Corona, despencaram 8% nesta semana em Nova York. A pontuação de percepção da marca Corona – que monitora se adultos nos EUA cientes da marca ouviram coisas positivas ou negativas sobre ela – caiu para 51 em relação ao pico de 75 no início do ano, segundo a YouGov.


segunda-feira, 17 de junho de 2019

Corona em latas


Com lata e 600 ml, Ambev reposiciona Corona — e vendas disparam no Brasi

Brasil já é o segundo maior mercado da cerveja mexicana no mundo; agora começa a testar embalagens de 600 ml, numa disputa acirrada do mercado premium com a Heineken.

Do Réveillon de São Miguel dos Milagres para o happy hour dos faria limers. Antes lembrada quase que unicamente pelos momentos de relaxamento na praia, a Corona virou a principal aposta da Ambev na disputa pelo mercado de cervejas premium.

 Por muito tempo, a concorrente Heineken liderou o segmento com folga — mas, nos últimos cincos anos, ele também tem se tornado o carro-chefe de crescimento da dona da Skol e da Brahma. Desde 2019, os rótulos de maior valor agregado triplicaram em vendas.

Em 2024, a cerveja mexicana é o rótulo de maior crescimento da Ambev. Apenas no primeiro trimestre o salto foi de 70% em comparação com o mesmo período do ano passado. Agora, o Brasil se tornou o maior mercado da Corona fora do México, seu país de origem. Há três anos, era apenas o quinto mercado.

Mais informações e fonte: https://exame.com/insight/com-lata-e-600-ml-ambev-reposiciona-corona-e-vendas-disparam-no-brasil/p 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Cervejaria Corona

  • Não foi para os moradores: dono de cervejaria morre e deixa fortuna para familiares


Você doaria R$ 700 milhões para desconhecidos? A informação de que o criador da cerveja Corona, Antonino Fernández, enriqueceu todas as pessoas de sua cidade natal teve repercussão em todo o mundo. A história viralizou e foi compartilhada por milhões de internautas pelo mundo afora. Mas ela não era totalmente verdadeira.
De acordo com o jornal britânico The Guardian, o falecido foi muito generoso com a aldeia ao longo da vida, mas a herança, avaliada em 200 milhões de euros, foi deixada para os sobrinhos. Não teve doação de R$ 8,4 milhões para 80 moradores.
Não há informações de como o boato se espalhou, mas a Fundação Cerezales Antonino e Cinia, ligada ao ex-bilionário, acredita que foi após uma reportagem no jornal local Diario de Leon. 
Antonino Fernández morreu em agosto, aos 99 anos. Ele era pobre e foi forçado a deixar a escola aos 14 anos. Aos 32 anos, emigrou para o México e virou presidente de uma das maiores cervejarias locais.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Cerveja Corona



Ambev traz cerveja Corona ao Brasil neste 2º semestre
Ação é parte da estratégia de aumentar o peso dos rótulos premium no País
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A Ambev enxerga um cenário melhor para a venda de cerveja em 2014 e prevê o lançamento da marca Corona no Brasil no segundo semestre, dentro da estratégia de aumentar o peso dos rótulos premium, com maior margem, no volume total comercializado.
Em teleconferência com analistas nesta quarta-feira, o diretor geral da companhia, João Castro Neves, afirmou que a Corona deverá estrear no Brasil após a Copa do Mundo, posicionada como uma cerveja "super premium".

A marca passou a integrar o portfólio global da AB InBev, controladora da Ambev, após a companhia comprar o controle do grupo mexicano Modelo, num negócio anunciado em 2012.
No ano passado, as marcas premium da Ambev responderam por cerca de 7% do volume de cerveja da empresa no Brasil, com avanço de dois dígitos em marcas como Original, Budweiser e Stella Artois, incluídas pela empresa nesta categoria.
Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Nelson Jamel, o percentual ficou acima do peso de 5% a 6% do segmento premium no mercado em geral.
O participação das cervejas mais caras da Ambev cresceu na contramão dos números totais da empresa: o volume de cerveja vendido pela companhia recuou 4,3% no Brasil em 2013, afetado por fatores como inflação e clima desfavorável.
Classificando a estreia ainda sem data da Corona como uma "adição importante" na plataforma de marcas globais, Jamel afirmou em teleconferência com jornalistas que vê uma clara tendência de expansão para o segmento premium.
"Não temos número específico, mas quando olhamos outros mercados desenvolvidos, o peso de marcas premium no total atinge mais de 10%, 15%, até 25%", afirmou. "É uma distância grande dos 7% que temos hoje para os 25%, então tem muito espaço para crescer", completou.
Jamel afirmou que as perspectivas para o setor em geral também são positivas em 2014, com a indústria cervejeira voltando a mostrar aumento de volume, apoiada por preços menores. "A nossa expectativa para o ano de 2014 é ter preços em patamares inferiores ao que a gente viu. É o principal fator para cenário de crescimento de volume. Lógico que aí você soma Copa doMundo", afirmou o executivo.
Ele chamou o evento esportivo de "um verão no meio do ano", em função do aumento de vendas esperado para um período que é tradicionalmente mais morno para a empresa. "Tivemos uma experiência bem positiva com a Copa das Confederações no ano passado, foi único período do ano em que nosso volume chegou a crescer um pouquinho ou pelo menos não cair", disse.
Os investimentos da companhia no Brasil deverão ficar próximos dos níveis observados em 2013, quando fecharam em R$ 2,8 bilhões, de um total aplicado pela companhia de R$ 3,8 bilhões no ano. A Ambev vai inaugurar duas fábricas no Brasil em 2014: uma em Uberlândia (MG), em março, e outra em Ponta Grossa (PR), ainda sem previsão de abertura.
Resultados

No quarto trimestre, a companhia melhorou os resultados operacionais apesar da queda nos volumes no Brasil, seu principal mercado, apoiando-se no aumento de preços e em uma menor alíquota efetiva de impostos. Antes da abertura do mercado, a Ambev divulgou um avanço de 27,2% no lucro líquido trimestral ante igual período de 2012, a R$ 4,75 bilhões.

No consolidado do 2013, a Ambev elevou o lucro líquido em 9%, a R$ 11,35 bilhões, e a receita líquida em 7,9%, a R$ 34,8 bilhões, apesar de uma queda de 2,7% no volume geral. "Gostaríamos de ter visto melhores tendências de volume ao longo de 2013, mas a Ambev conseguiu entregar bons resultados no ano, especialmente no segundo semestre, na esteira de sua estratégia em preços, inovação e (segmento) premium", disse o Itaú BBA, em relatório assinado por Thiago Macruz.

"Considerando a taxa de imposto mais baixa, acreditamos que os ganhos poderiam crescer acima de 20% em 2014, suportando um bom desempenho para a ação", afirmou o BBA. Às 16h40, as ações da companhia operavam em alta de 1%, a R$ 16,76, com o Ibovespa recuando 0,23% no mesmo momento.
Fonte: http://economia.terra.com.br/ambev-traz-cerveja-corona-ao-brasil-neste-2-semestre,8304ebd04c964410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html 
#pelosatelite #avecesarco #corona #ambev

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Paul Walker

Os filmes de ação perde uma de suas estrelas: Paul Walker. O Astro hollywoodiano morreu aos 40 anos em acidente de carro no sábado, no sul da Califórnia, EUA. 

Cena do camarada tomando uma saideira com Van Diesel.  


Sobre a cerveja: Um dos muitos produtos básicos da franquia Velozes e Furiosos é o aparecimento da cerveja Corona, mas a colocação do produto é mais do que aparenta. Desde a primeira entrada da série em 2001, as garrafas Corona têm sido um acessório comum nos filmes Velozes e Furiosos. Entre os elementos principais que se pode esperar de qualquer filme da franquia estão o uso frequente da palavra “família”, os cenários de ação cada vez mais bobos e pelo menos uma cena do elenco principal de Velozes e Furiosos bebendo garrafas de Corona.

Bastidores revelam que Paul Walker era fã do mundo automotivo. Ele aprendeu a pilotar para não utilizar dublês em algumas cenas, e pegou gosto pela coisa. Antes de sua morte, o ator tinha um acervo de 18 automóveis que incluía Nissan 370Z, BMW M3, Audi S4 e até um Ford Bronco.

Kristy McCracken, investigador da polícia de Los Angeles, descreveu o acidente ao The Guardian em 2013. “O motorista perdeu o controle em alta velocidade e o veículo girou. Ao colidir na calçada, o Porsche foi arremessado contra uma árvore e depois bateu em um poste de luz”, afirmou. “De acordo com as testemunhas, a força da colisão fez o esportivo girar 180° mais uma vez. Assim, o lado do passageiro bateu contra outra árvore. Logo depois, o Carrera GT pegou fogo”, conta.

Paul Walker morreu em decorrência de efeitos traumáticos e do fogo que consumiu o veículo. Seu amigo Roger Rodas morreu antes do esportivo parar por completo, após a forte colisão contra a primeira árvore.

O laudo apontou que o Porsche Carrera GT quase foi partido ao meio. Não há qualquer indício de que Rodas fazia manobras perigosas antes do acidente, mas foi comprovado que o esportivo bateu contra a árvore a mais de 160 km/h. O motorista, inclusive, tinha licença de piloto profissional. Naquele momento, Paul Walker se tornou um mártir para os fãs da franquia.

#pelosatelite #avecesarco #corona #velozesefuriosos #paulwalker

Fonte: https://autoesporte.globo.com/entretenimento/noticia/2023/11/10-anos-sem-paul-walker-ator-de-velozes-e-furiosos-aprendeu-a-pilotar-e-tinha-colecao-de-carros.ghtml

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Cerveja Corona



Petrobrás perde posto de marca mais valiosa para cerveja mexicana Corona

A Petrobras passou a ocupar o quarto lugar, com valor de US$ 5,7 bilhões, queda de 45% no valor da marca

por Marina Rigueira - Estado de Minas


A marca mexicana de cerveja Corona ultrapassou a Petrobras e é a marca mais valiosa da América Latina este ano, de acordo com o ranking anual das 50 marcas mais valiosas da região, divulgado nesta terça-feira pela Brand Analytics. Acerveja mexicana tem o valor de US$ 6,6 bilhões, um avanço de 29% em comparação ao ano passado, enquanto a Petrobras passou a ocupar o quarto lugar, com valor de US$ 5,7 bilhões, queda de 45% no valor da marca. Em 2012, a petrolífera liderava o ranking da BrandAnalytics.

O ranking engloba companhias da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. Juntos, esses países representam aproximadamente US$ 4,75 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados da divulgação. A Telcel ocupou o segundo lugar este ano, com US$ 6,57 bilhões e a Skol está na terceira posição, com US$ 6,52 bilhões.


As outras marcas que completam o ranking das dez primeiras são a varejista chilena Falabella com US$ 5,611 bilhões, o Bradesco com US$ 5,492 bilhões, a petrolífera colombiana Ecopetrol com US$ 5,137 bilhões, a Claro com US$ 4,454 bilhões, o Itaú com US$ 4,006 bilhões e a cervejaria Aguila com US$ 3,903 bilhões.

Faltou pouco para as demais Coronas passassem a Petrobras!

Ducha Banhão Branca 220v 6800w - Ref: 40053 - Corona

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Indústria Cervejeira Americana

Are We in Danger of a Beer Monopoly?
Every day, the Web site BeerPulse tries to list every single new beer available in the United States. And that’s harder than you might imagine. Recently, the site posted Cigar City’s Jamonera Belgian-style Porter, Odell Tree Shaker Imperial Peach IPA, as well as a rye lager, a cherry blossom lager and a barley wine. And the list goes on, and on. In 1978, there were 89 breweries in the United States; at the beginning of this year, there were 2,336, with an average of one new brewery per day. Most of them are tiny, but a handful, like Sam Adams and Sierra Nevada, have become large national brands. At the same time, sales of Budweiser in the United States have dropped for 25 consecutive years.

So I was surprised to learn that the Justice Department is worried that Anheuser-Busch InBev, the conglomerate that owns Bud, is on the cusp of becoming an abusive monopoly. In January, the department sued AB InBev to prevent it from buying the rest of Mexico’s Grupo Modelo, a company in which it already carries a 50 percent stake. The case is not built on any leaked documents about some secret plan to abuse market power and raise prices. Instead, it’s based on the work of Justice Department economists who, using game theory and complex forecasting models, are able to predict what an even bigger AB InBev will do. Their analysis suggests that the firm, regardless of who is running it, will inevitably break the law.

 For decades, they argue, Anheuser-Busch has been employing what game theorists call a “trigger strategy,” something like the beer equivalent of the Mutually Assured Destruction Doctrine. Anheuser-Busch signals to its competitors that if they lower their prices, it will start a vicious retail war. In 1988, Miller and Coors lowered prices on their flagship beers, which led Anheuser-Busch to slash the price of Bud and its other brands in key markets. At the time, August Busch III told Fortune, “We don’t want to start a blood bath, but whatever the competition wants to do, we’ll do.” Miller and Coors promptly abandoned their price cutting.

The trigger strategy, conducted in public, is entirely legal. In fact, it’s how airlines, mobile- phone companies and countless other industries keep their prices inflated. Since that dust-up in the late ’80s, the huge American beer makers have moved in tandem to keep prices well above what classical economics would predict. (According to the logic of supply and demand, competing beer makers should pursue market share by lowering prices to just above the cost of production, or a few cents per bottle.) Budweiser’s trigger strategy has been thwarted, though, by what game theorists call a “rogue player.” When Bud and Coors raise their prices, Grupo Modelo’s Corona does not. (As an imported beer, Corona is also considered to have a higher value.) And so, according to the Justice Department, AB InBev wants to buy Grupo Modelo not because it thinks the company makes great beer, or because it covets Corona’s 7 percent U.S. market share, but because owning Corona would allow AB InBev to raise prices across all of its brands. And if the company could raise prices by, say, 3 percent, it would earn around $1 billion more in profit every year. Imagine the possibilities. The Justice Department already has.

Representatives from AB InBev, however, have stated that the potential Corona acquisition is less about dominating the dwindling (albeit still $90 billion per year) U.S. beer market and more about a larger, global strategy. In that regard, AB InBev has been on quite a roll. The Brazilian firm Companhia de Bebidas das Américas, or AmBev, was born in 1999 around the concept of using innovative technology and managerial efficiency to disrupt the competition and channel the profits into buying them out. The company swallowed up several Latin American firms; in 2004, it merged with the Belgian giant Interbrew; in 2008, the new conglomerate, InBev, took over Anheuser-Busch. Along the way, it also picked up China’s third-largest brewer and the Canadian beer company Labatt.

We are still in the very early stages of what appears to be a global version of the scale-based consolidation we’ve seen in the United States over the past century. Before Prohibition, beer was largely a regional business, with thousands of small breweries serving markets often defined by city blocks. Until fairly recently, retail, food manufacturing, banking and countless other industries were also largely the domain of local or regional firms. And while in recent decades companies have scrambled to command international markets, the global fights have largely been over dominance of the United States, Western Europe and Japan.
 
But the goal of the Grupo Modelo merger, the company has stated, is to gear up for the big beer fight of the 21st century. As the traditional beer markets of the United States, Europe and Japan age, the most lucrative markets will be in China, India, Latin America, Eastern Europe, the wealthier countries of Africa and other places where, every single day, millions of young consumers will buy their first legal beer. On this front, AB InBev is already facing staunch competition from Denmark’s Carlsberg, Britain’s SABMiller and Japan’s Asahi. It’s not exactly worried about Sam Adams and Sierra Nevada.

These firms are among the many preparing for a global market several times larger than any that has ever existed. This helps explain why we have seen so many mergers in the past few months. The Justice Department recently approved the marriage of Penguin and Random House, and is expected to do the same with American Airlines and US Airways. Office Depot and OfficeMax are planning a merger of their own. These megamergers, however, do not inevitably create destructive monopolies. Carl Shapiro, the former chief economist at the Justice Department, told me that large mergers improve competition. Together, Penguin and Random House may be able to better stave off Amazon; American Airlines and US Airways can contend with Delta. Similarly, Office Depot and OfficeMax, once merged, may finally be large enough to really scare Staples. Fear, Shapiro says, is the key. Markets work best, he says, when “everyone has to watch their back.”

Shapiro admits that the Justice Department has lagged behind the work of many economists, and has been complicit in our fear of large mergers.(In some key decisions, like the 1962 Supreme Court ruling to block the merger of Brown Shoe and the Kinney Company, courts hurt consumers by preventing corporate efficiency.) But economic forecasting has improved since then, Shapiro says, and become more flexible. After AB InBev executives tweaked their Grupo Modelo acquisition plans, so not to affect their domestic interests, the Justice Department started to rerun the numbers. They’ll issue an opinion soon.

Over the coming decades, though, the opinion of American government officials might not matter quite so much. China’s National People’s Congress approved its first antimonopoly law in 2008, which, many economists fear, could be used to block foreign competitors and to promote local giants. India’s version, which went into effect in 2009, is even less clear. It’s quite possible that the true monopolistic battles of the 21st century will not be among massive corporations but among the self-interested governments. We can only hope that they don’t engage in a trigger strategy of their own.
 
Picture: Illustration by Jasper Rietman
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