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segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Corona Gigante

 

Alerta De Gatilho (e de Sede): Corona 19 Litros, Monster de WD-40 e o Relógio Heineken que nos Fizeram de Bobos

Se você passou mais de cinco minutos rodando o feed do Instagram ou do TikTok nos últimos tempos, você provavelmente foi impactado por uma trindade de produtos que desafiam as leis da física, do bom senso e do Procon.

O mais recente surto coletivo envolve a influenciadora ketrin.klimenko (e o criador de conteúdo da Rússia Blatoslaw), que apareceu ostentando um glorioso galão de 19 litros da Cerveja Corona. Sim, aquele mesmo galão azul de água mineral de firma, mas cheio de um líquido dourado e com o logo da marca mexicana. O vídeo viralizou e a internet imediatamente se dividiu entre "onde compra?" e "meu fígado chorou". (Detalhe: a 3 Rublos o Litro.)

Mas antes que você tente enfiar uma bomba de água manual numa Corona gigante, nós viemos estragar o seu sonho: é tudo brincadeira. E ela faz parte de uma santíssima trindade de fakes que a internet abraçou com força.

Para entender como fomos tapeados (de novo), precisamos olhar o histórico recente de produtos que uniram marcas que nunca deveriam ter se cruzado na história da humanidade.

Por que nós caímos (e compartilhamos) tanto? A resposta é simples: o brasileiro é movido pela criatividade e pela audácia. A internet descobriu que o design de produto é um playground sem regras. 

Quando criadores de conteúdo da Rússia posta um galão de 19 Litros de cerveja, nosso cérebro não pensa na logística de como aquela bebida ficaria choca em 20 minutos. Nós pensamos: "Isso ficaria maravilhoso na minha churrasqueira". O mesmo vale para o Monster de WD-40. O cansaço da rotina moderna é tão grande que um energético com sabor de lubrificante industrial pareceu, por alguns segundos, a única coisa capaz de dar energia para a semana.


Se você viu o vídeo da Ketrin e já estava separando o PIX para comprar o "Coronão", pode guardar o dinheiro. O máximo que você vai conseguir juntando Corona e 19 litros é uma bela dor de cabeça e muitas garrafas vazias para reciclar. Nem o ator Van Diesel daria conta. Esses produtos não existem no mundo real, mas no mundo dos memes, eles já são líderes de vendas. 

Na dúvida, continue bebendo sua cerveja na long neck tradicional e use o WD-40 apenas na dobradiça da porta. Seu estômago agradece.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Corona Cerveja

 


Brand Finance registra reconhecimento da marca Corona em 2026

Retransmitimos a mensagem de Felipe Baruque, Vice-Presidente de Suprimentos e Sustentabilidade da Ambev.

"Hoje celebramos mais um reconhecimento para Corona. Ela acaba de ser eleita, pelo terceiro ano consecutivo, a marca de cerveja mais valiosa do mundo no ranking global da Brand Finance.

 No Global 500 2026 Report, a marca mantém a liderança da categoria de cervejas e segue entre as mais valiosas do mundo. Aqui no Brasil, o portfólio premium continua crescendo com consistência, e Corona está entre as marcas que mais impulsionaram essa expansão.

 Estamos muito orgulhosos desse reconhecimento, resultado de um ecossistema que une inovação e tradição alinhado aos novos comportamentos do consumidor brasileiro.

 Ele também reflete a presença da marca em momentos de conexão com o público, em diferentes ocasiões, dos encontros ao ar livre com música, esporte e natureza à atuação em plataformas globais, como os Jogos Olímpicos e a WSL, além da criação de experiências proprietárias, como o Todo Mundo no Rio, sempre com um compromisso consistente com a sustentabilidade.

 No fim do dia, Corona segue fazendo o que sempre fez de melhor: convidar as pessoas a desacelerar, se reconectar e aproveitar o agora. Vamos juntos construindo". Cheers!

Outras marcas do segmento de bebidas que foram apontadas no ranking 500 da Brand Finance. Entre elas Coca-Cola, Starbucks, Pepsi, Red Bull, Vinho do Pântano e Dr Pepper. Estreou na lista Nescafé.




Fonte: https://www.linkedin.com/posts/felipe-baruque_maisrazaelesparabrindar-activity-7420097156520452096-7PhG?utm_source=share&utm_medium=member_desktop&rcm=ACoAAAQjwpcB3jgdanI4FOWx82vkvvNXe1t7txI

 #MaisRazõesParaBrindar. #pelosatelite

 



quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Grupo Corona

 

Homem olhando para o lado

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

Morre Adrián Corona, CEO do Grupo Corona

O presidente CEO do Grupo Corona, José Adrián Corona Radillo, foi encontrado morto no dia 29 de dezembro de 2025, após ter sido vítima de sequestro e assassinato nas estradas de Jalisco, México.

No dia 27 de dezembro, Adrián Corona viajava com sua esposa e filhos pela rodovia na altura do Crucero Volcanes, nas proximidades de Atenguillo, a caminho de Puerto Vallarta, quando seu carro foi interceptado por homens armados. Todos os ocupantes tiveram seus pertences roubados, mas apenas Adrián foi levado com violência, enquanto a família foi liberada ilesa após interrogatórios menores.

Seu corpo foi encontrado dois dias depois, na margem da estrada, próximo ao local do sequestro. O laudo da perícia revelou sinais de espancamento e ferimento por arma de fogo. Não houve qualquer exigência de resgate por parte dos sequestradores, o que levantou dúvidas sobre o verdadeiro motivo do crime.

A Fiscalia de Jalisco confirmou o assassinato e confirmou que as investigações seguem em curso para identificar os responsáveis. As autoridades acreditam tratar-se de um ataque aleatório, possivelmente ligado à insegurança nas rodovias da região, notoriamente dominadas por grupos criminosos.


 Quem foi Adrián Corona

O CEO era a terceira geração da família empresária fundadora da empresa, originária de Tonaya, Jalisco. O Grupo Corona, fundado em 1954 por Dom Armando Corona, destaca-se por produzir mezcal, tequila (como a linha Tequila Don Armando) e licores, em parceria com mais de 110 produtores de agave, empregando centenas de pessoas na região. Seu legado no mercado de tequilas inclui o fortalecimento da economia local e práticas sustentáveis na produção de bebidas destiladas.

A notícia gerou profunda comoção no meio empresarial e na comunidade de Jalisco, reacendendo as preocupações sobre segurança em estradas rurais do centro-oeste mexicano.  O Grupo Corona manifestou seu pesar publicamente e organizou cerimônias de homenagem em Tonaya, contando com a participação de funcionários e moradores locais.

 A morte de Adrián Corona coloca em foco os riscos enfrentados por empresários no México, especialmente em áreas vulneráveis a atos de violência e sequestro. A investigação continua, na esperança de trazer justiça e segurança à região.

Ressalta-se que o Grupo Corona não tem relação com a Cerveja Corona, que possui suas origens em Antonino Fernández e o Grupo Modelo. Atualmente é uma marca do grupo AB Inbev.

domingo, 23 de novembro de 2025

Corona 2025


Governador Jorginho Mello participa da inauguração da expansão de cervejaria em Lages

Por Osvaldo Sagaz | Secom

O governador Jorginho Mello participou, na manhã deste sábado, 22, da cerimônia de inauguração da nova linha de produção de cervejas Corona na unidade da Cervejaria da Serra, da Ambev, em Lages. Com a expansão, a Ambev estima a criação de 50 novos empregos diretos e cerca de 1.700 postos indiretos, o que deverá impulsionar a economia regional e beneficiar cadeias locais de fornecedores e logística.

“Para a cidade de Lages e para a nossa Serra catarinense é muito importante ter a Ambev expandido suas operações com a cerveja Corona. Isso nos enche de orgulho. Por isso fiz questão de vir hoje a Lages, no aniversário da cidade, participar deste momento especial. Estamos investindo na rede trifásica para melhorar a qualidade da energia elétrica nas cidades do interior. Com energia segura, o empresário consegue melhorar o seu negócio e todo mundo ganha com isso. Estamos transformando Santa Catarina em todas as áreas”, disse o governador no seu discurso.



Saiba mais e fonte: Governador Jorginho Mello participa da inauguração da expansão de cervejaria em Lages  - Agência de Notícias SECOM



terça-feira, 30 de julho de 2024

Olimpíadas 2024 Corona Cero Sunbrew

Corona Cero: A cerveja patrocinadora das Olimpíadas de Paris 2024



A Ambev, por meio de sua cerveja mexicana Corona, lançou nas Olimpíadas de Paris, a cerveja Corona Cero Sumbrew B4Y. A cerveja é sem álcool e contém vitamina D, visando aumentar a nutrição de quem a consome. É uma forma de vincular resfrescância da uma cerveja Lager com a nutrição para aqueles que praticam esportes sem largar a mão da cerveja.

Saiba mais em: https://www.corona.com/pt-br/corona-cero



segunda-feira, 17 de junho de 2019

Corona em latas


Com lata e 600 ml, Ambev reposiciona Corona — e vendas disparam no Brasi

Brasil já é o segundo maior mercado da cerveja mexicana no mundo; agora começa a testar embalagens de 600 ml, numa disputa acirrada do mercado premium com a Heineken.

Do Réveillon de São Miguel dos Milagres para o happy hour dos faria limers. Antes lembrada quase que unicamente pelos momentos de relaxamento na praia, a Corona virou a principal aposta da Ambev na disputa pelo mercado de cervejas premium.

 Por muito tempo, a concorrente Heineken liderou o segmento com folga — mas, nos últimos cincos anos, ele também tem se tornado o carro-chefe de crescimento da dona da Skol e da Brahma. Desde 2019, os rótulos de maior valor agregado triplicaram em vendas.

Em 2024, a cerveja mexicana é o rótulo de maior crescimento da Ambev. Apenas no primeiro trimestre o salto foi de 70% em comparação com o mesmo período do ano passado. Agora, o Brasil se tornou o maior mercado da Corona fora do México, seu país de origem. Há três anos, era apenas o quinto mercado.

Mais informações e fonte: https://exame.com/insight/com-lata-e-600-ml-ambev-reposiciona-corona-e-vendas-disparam-no-brasil/p 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Cerveja Corona



Ambev traz cerveja Corona ao Brasil neste 2º semestre
Ação é parte da estratégia de aumentar o peso dos rótulos premium no País
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A Ambev enxerga um cenário melhor para a venda de cerveja em 2014 e prevê o lançamento da marca Corona no Brasil no segundo semestre, dentro da estratégia de aumentar o peso dos rótulos premium, com maior margem, no volume total comercializado.
Em teleconferência com analistas nesta quarta-feira, o diretor geral da companhia, João Castro Neves, afirmou que a Corona deverá estrear no Brasil após a Copa do Mundo, posicionada como uma cerveja "super premium".

A marca passou a integrar o portfólio global da AB InBev, controladora da Ambev, após a companhia comprar o controle do grupo mexicano Modelo, num negócio anunciado em 2012.
No ano passado, as marcas premium da Ambev responderam por cerca de 7% do volume de cerveja da empresa no Brasil, com avanço de dois dígitos em marcas como Original, Budweiser e Stella Artois, incluídas pela empresa nesta categoria.
Segundo o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Nelson Jamel, o percentual ficou acima do peso de 5% a 6% do segmento premium no mercado em geral.
O participação das cervejas mais caras da Ambev cresceu na contramão dos números totais da empresa: o volume de cerveja vendido pela companhia recuou 4,3% no Brasil em 2013, afetado por fatores como inflação e clima desfavorável.
Classificando a estreia ainda sem data da Corona como uma "adição importante" na plataforma de marcas globais, Jamel afirmou em teleconferência com jornalistas que vê uma clara tendência de expansão para o segmento premium.
"Não temos número específico, mas quando olhamos outros mercados desenvolvidos, o peso de marcas premium no total atinge mais de 10%, 15%, até 25%", afirmou. "É uma distância grande dos 7% que temos hoje para os 25%, então tem muito espaço para crescer", completou.
Jamel afirmou que as perspectivas para o setor em geral também são positivas em 2014, com a indústria cervejeira voltando a mostrar aumento de volume, apoiada por preços menores. "A nossa expectativa para o ano de 2014 é ter preços em patamares inferiores ao que a gente viu. É o principal fator para cenário de crescimento de volume. Lógico que aí você soma Copa doMundo", afirmou o executivo.
Ele chamou o evento esportivo de "um verão no meio do ano", em função do aumento de vendas esperado para um período que é tradicionalmente mais morno para a empresa. "Tivemos uma experiência bem positiva com a Copa das Confederações no ano passado, foi único período do ano em que nosso volume chegou a crescer um pouquinho ou pelo menos não cair", disse.
Os investimentos da companhia no Brasil deverão ficar próximos dos níveis observados em 2013, quando fecharam em R$ 2,8 bilhões, de um total aplicado pela companhia de R$ 3,8 bilhões no ano. A Ambev vai inaugurar duas fábricas no Brasil em 2014: uma em Uberlândia (MG), em março, e outra em Ponta Grossa (PR), ainda sem previsão de abertura.
Resultados

No quarto trimestre, a companhia melhorou os resultados operacionais apesar da queda nos volumes no Brasil, seu principal mercado, apoiando-se no aumento de preços e em uma menor alíquota efetiva de impostos. Antes da abertura do mercado, a Ambev divulgou um avanço de 27,2% no lucro líquido trimestral ante igual período de 2012, a R$ 4,75 bilhões.

No consolidado do 2013, a Ambev elevou o lucro líquido em 9%, a R$ 11,35 bilhões, e a receita líquida em 7,9%, a R$ 34,8 bilhões, apesar de uma queda de 2,7% no volume geral. "Gostaríamos de ter visto melhores tendências de volume ao longo de 2013, mas a Ambev conseguiu entregar bons resultados no ano, especialmente no segundo semestre, na esteira de sua estratégia em preços, inovação e (segmento) premium", disse o Itaú BBA, em relatório assinado por Thiago Macruz.

"Considerando a taxa de imposto mais baixa, acreditamos que os ganhos poderiam crescer acima de 20% em 2014, suportando um bom desempenho para a ação", afirmou o BBA. Às 16h40, as ações da companhia operavam em alta de 1%, a R$ 16,76, com o Ibovespa recuando 0,23% no mesmo momento.
Fonte: http://economia.terra.com.br/ambev-traz-cerveja-corona-ao-brasil-neste-2-semestre,8304ebd04c964410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html 
#pelosatelite #avecesarco #corona #ambev

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Joint-ventures em cervejarias

Constellation eleva projeção com alta das vendas de cerveja

Homem passa em frente a um caminhão de entregas com a marca de cerveja Corona na cidade do México

A Constellation Brands, maior fabricante de vinhos rotulados do mundo, elevou sua projeção anual de lucro devido ao efeito positivo das vendas das cervejas Corona e Modelo Especial nas receitas.
A empresa adquiriu direitos de distribuição das cervejas nos Estados Unidos no ano passado, quando comprou a fatia do Grupo Modelo na joint venture de cervejas nos EUA, a Crown Imports.
O lucro da companhia praticamente dobrou e suas receitas saltaram 88 por cento no terceiro trimestre encerrado em 30 de novembro.
A Constellation elevou sua projeção de lucro anual para entre 3,10 e 3,20 dólares por ação, de uma projeção anterior entre 2,80 e 3,10 dólares por ação. A média dos analistas esperava 3 dólares por ação, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Paul Walker

Os filmes de ação perde uma de suas estrelas: Paul Walker. O Astro hollywoodiano morreu aos 40 anos em acidente de carro no sábado, no sul da Califórnia, EUA. 

Cena do camarada tomando uma saideira com Van Diesel.  


Sobre a cerveja: Um dos muitos produtos básicos da franquia Velozes e Furiosos é o aparecimento da cerveja Corona, mas a colocação do produto é mais do que aparenta. Desde a primeira entrada da série em 2001, as garrafas Corona têm sido um acessório comum nos filmes Velozes e Furiosos. Entre os elementos principais que se pode esperar de qualquer filme da franquia estão o uso frequente da palavra “família”, os cenários de ação cada vez mais bobos e pelo menos uma cena do elenco principal de Velozes e Furiosos bebendo garrafas de Corona.

Bastidores revelam que Paul Walker era fã do mundo automotivo. Ele aprendeu a pilotar para não utilizar dublês em algumas cenas, e pegou gosto pela coisa. Antes de sua morte, o ator tinha um acervo de 18 automóveis que incluía Nissan 370Z, BMW M3, Audi S4 e até um Ford Bronco.

Kristy McCracken, investigador da polícia de Los Angeles, descreveu o acidente ao The Guardian em 2013. “O motorista perdeu o controle em alta velocidade e o veículo girou. Ao colidir na calçada, o Porsche foi arremessado contra uma árvore e depois bateu em um poste de luz”, afirmou. “De acordo com as testemunhas, a força da colisão fez o esportivo girar 180° mais uma vez. Assim, o lado do passageiro bateu contra outra árvore. Logo depois, o Carrera GT pegou fogo”, conta.

Paul Walker morreu em decorrência de efeitos traumáticos e do fogo que consumiu o veículo. Seu amigo Roger Rodas morreu antes do esportivo parar por completo, após a forte colisão contra a primeira árvore.

O laudo apontou que o Porsche Carrera GT quase foi partido ao meio. Não há qualquer indício de que Rodas fazia manobras perigosas antes do acidente, mas foi comprovado que o esportivo bateu contra a árvore a mais de 160 km/h. O motorista, inclusive, tinha licença de piloto profissional. Naquele momento, Paul Walker se tornou um mártir para os fãs da franquia.

#pelosatelite #avecesarco #corona #velozesefuriosos #paulwalker

Fonte: https://autoesporte.globo.com/entretenimento/noticia/2023/11/10-anos-sem-paul-walker-ator-de-velozes-e-furiosos-aprendeu-a-pilotar-e-tinha-colecao-de-carros.ghtml

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Cerveja Corona



Petrobrás perde posto de marca mais valiosa para cerveja mexicana Corona

A Petrobras passou a ocupar o quarto lugar, com valor de US$ 5,7 bilhões, queda de 45% no valor da marca

por Marina Rigueira - Estado de Minas


A marca mexicana de cerveja Corona ultrapassou a Petrobras e é a marca mais valiosa da América Latina este ano, de acordo com o ranking anual das 50 marcas mais valiosas da região, divulgado nesta terça-feira pela Brand Analytics. Acerveja mexicana tem o valor de US$ 6,6 bilhões, um avanço de 29% em comparação ao ano passado, enquanto a Petrobras passou a ocupar o quarto lugar, com valor de US$ 5,7 bilhões, queda de 45% no valor da marca. Em 2012, a petrolífera liderava o ranking da BrandAnalytics.

O ranking engloba companhias da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. Juntos, esses países representam aproximadamente US$ 4,75 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados da divulgação. A Telcel ocupou o segundo lugar este ano, com US$ 6,57 bilhões e a Skol está na terceira posição, com US$ 6,52 bilhões.


As outras marcas que completam o ranking das dez primeiras são a varejista chilena Falabella com US$ 5,611 bilhões, o Bradesco com US$ 5,492 bilhões, a petrolífera colombiana Ecopetrol com US$ 5,137 bilhões, a Claro com US$ 4,454 bilhões, o Itaú com US$ 4,006 bilhões e a cervejaria Aguila com US$ 3,903 bilhões.

Faltou pouco para as demais Coronas passassem a Petrobras!

Ducha Banhão Branca 220v 6800w - Ref: 40053 - Corona

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Cervejaria Dominicana


Heineken compra Cervejaria Nacional Dominicana, diz site


Negócio teria custado 1,6 bilhão de dólares para a empresa holandesa, que se tornará dona da cerveja Presidente

Por Marcela Ayres da Exame.com

São Paulo - Depois de ter sido disputada pela AB InBev, a Cervecería Nacional Dominicana, dona da cerveja Presidente, será comprada pela Heineken por 1,6 bilhão de dólares. As informações são do site do jornal dominicano El Siglo 21, que sustenta que o negócio será assinado nesta sexta e anunciado na próxima semana. 

A Heineken já possui 9,3% da companhia. Depois de fechar acordo com o Grupo León Jimenes, que detém 84% da CND, a cervejaria holandesa se tornará controladora da empresa.

Fundada em 1929, a CND exporta a Presidente, seu carro-chefe, para os Estados Unidos, Europa e diversos países do Caribe. Além disso, também distribui as marcas Miller e Corona na República Dominicana. De acordo com o El Siglo 21, o Bank of America Merrill Lynch teria atuado como assessor financeiro do operação.

A CND divulgou nota à imprensa afirmando que não comenta rumores de mercado. Procurada, a Heineken não se pronunciou a respeito da possível aquisição. Segundo edição desta quinta do The Wall Street Journal, a AB InBev, dona da Ambev no Brasil, ainda estaria no páreo - e seria a principal candidata a levar o negócio.

Foto: Divulgação
Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/aquisicoes-fusoes/noticias/heineken-compra-cervejaria-dominicana-diz-site
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