quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Grupo Corona

 

Homem olhando para o lado

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Morre Adrián Corona, CEO do Grupo Corona

O presidente CEO do Grupo Corona, José Adrián Corona Radillo, foi encontrado morto no dia 29 de dezembro de 2025, após ter sido vítima de sequestro e assassinato nas estradas de Jalisco, México.

No dia 27 de dezembro, Adrián Corona viajava com sua esposa e filhos pela rodovia na altura do Crucero Volcanes, nas proximidades de Atenguillo, a caminho de Puerto Vallarta, quando seu carro foi interceptado por homens armados. Todos os ocupantes tiveram seus pertences roubados, mas apenas Adrián foi levado com violência, enquanto a família foi liberada ilesa após interrogatórios menores.

Seu corpo foi encontrado dois dias depois, na margem da estrada, próximo ao local do sequestro. O laudo da perícia revelou sinais de espancamento e ferimento por arma de fogo. Não houve qualquer exigência de resgate por parte dos sequestradores, o que levantou dúvidas sobre o verdadeiro motivo do crime.

A Fiscalia de Jalisco confirmou o assassinato e confirmou que as investigações seguem em curso para identificar os responsáveis. As autoridades acreditam tratar-se de um ataque aleatório, possivelmente ligado à insegurança nas rodovias da região, notoriamente dominadas por grupos criminosos.


 Quem foi Adrián Corona

O CEO era a terceira geração da família empresária fundadora da empresa, originária de Tonaya, Jalisco. O Grupo Corona, fundado em 1954 por Dom Armando Corona, destaca-se por produzir mezcal, tequila (como a linha Tequila Don Armando) e licores, em parceria com mais de 110 produtores de agave, empregando centenas de pessoas na região. Seu legado no mercado de tequilas inclui o fortalecimento da economia local e práticas sustentáveis na produção de bebidas destiladas.


A notícia gerou profunda comoção no meio empresarial e na comunidade de Jalisco, reacendendo as preocupações sobre segurança em estradas rurais do centro-oeste mexicano.  O Grupo Corona manifestou seu pesar publicamente e organizou cerimônias de homenagem em Tonaya, contando com a participação de funcionários e moradores locais.

 A morte de Adrián Corona coloca em foco os riscos enfrentados por empresários no México, especialmente em áreas vulneráveis a atos de violência e sequestro. A investigação continua, na esperança de trazer justiça e segurança à região.

Ressalta-se que o Grupo Corona não tem relação com a Cerveja Corona, que possui suas origens em Antonino Fernández e o Grupo Modelo. Atualmente é uma marca do grupo AB Inbev.

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