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segunda-feira, 22 de junho de 2026

Birrería Macha e o Mercado De Cervejas da Colômbia

 

Revolução Cervejeira na Colômbia: Birrería Macha faz história ao chegar à Bolsa de Valores

A Birrería Macha, cervejaria artesanal de Bogotá, fez história ao formalizar sua entrada na Bolsa de Valores da Colômbia (BVC). O movimento inédito ocorreu por meio da plataforma de financiamento coletivo a2censo da BVC. A marca busca arrecadar $2.000 milhões de pesos colombianos. O foco principal do investimento é a abertura de cinco novas unidades em Bogotá. Os pacotes de ações começam a partir de um milhão de pesos colombianos (aproximadamente R$1.500,00), democratizando o acesso**.

O Legado Familiar da Birrería Macha, trata-se de uma tradição vida. A empresa resgata o legado da antiga Cervecería Andina, uma vez que o cofundador Pablo Bermúdez é bisneto de um dos últimos cervejeiros independentes do país. Pablo e sua esposa, Valentina Facundo, fundaram e lideram a marca com foco nos Millenials, na Geração Z e na sustentabilidade do negócio. A matéria-prima selecionada para produzir cervejas é importada. Utilizam quatro tipos de malte e três de lúpulo trazidos da Alemanha. Num primeiro momento, o foco é a produção de cervejas Lagers artesanais.

A Colômbia consolida-se como o segundo maior mercado de cerveja da América do Sul, atrás apenas do Brasil. O país apresenta um consumo médio expressivo que ultrapassa os 50 litros por pessoa ao ano. Historicamente, o setor é dominado por gigantes industriais, com destaque absoluto para a Bavaria (subsidiária da AB InBev). Essa gigante detém o controle de marcas de grande apelo popular e comercial de massa no país.

Apesar do domínio corporativo tradicional, o ecossistema independente vive sua fase de consolidação no mercado local, uma vez que a demanda se encontra aquecida. Cerca de 40% dos consumidores colombianos afirmam preferir opções artesanais. Essa fidelização demonstra que o consumo migrou da mera experimentação para a compra repetida habitual. A Colômbia conta atualmente com mais de 250 microcervecerías registradas e a Blonde Ale funciona como a principal porta de acesso para novos consumidores.

** - avalie os riscos de investimento, com consultores especialistas.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Cerveja Corona



Petrobrás perde posto de marca mais valiosa para cerveja mexicana Corona

A Petrobras passou a ocupar o quarto lugar, com valor de US$ 5,7 bilhões, queda de 45% no valor da marca

por Marina Rigueira - Estado de Minas


A marca mexicana de cerveja Corona ultrapassou a Petrobras e é a marca mais valiosa da América Latina este ano, de acordo com o ranking anual das 50 marcas mais valiosas da região, divulgado nesta terça-feira pela Brand Analytics. Acerveja mexicana tem o valor de US$ 6,6 bilhões, um avanço de 29% em comparação ao ano passado, enquanto a Petrobras passou a ocupar o quarto lugar, com valor de US$ 5,7 bilhões, queda de 45% no valor da marca. Em 2012, a petrolífera liderava o ranking da BrandAnalytics.

O ranking engloba companhias da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. Juntos, esses países representam aproximadamente US$ 4,75 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados da divulgação. A Telcel ocupou o segundo lugar este ano, com US$ 6,57 bilhões e a Skol está na terceira posição, com US$ 6,52 bilhões.


As outras marcas que completam o ranking das dez primeiras são a varejista chilena Falabella com US$ 5,611 bilhões, o Bradesco com US$ 5,492 bilhões, a petrolífera colombiana Ecopetrol com US$ 5,137 bilhões, a Claro com US$ 4,454 bilhões, o Itaú com US$ 4,006 bilhões e a cervejaria Aguila com US$ 3,903 bilhões.

Faltou pouco para as demais Coronas passassem a Petrobras!

Ducha Banhão Branca 220v 6800w - Ref: 40053 - Corona
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