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terça-feira, 12 de maio de 2026

Taxa de Rolha e Couvert

 


Taxa de Rolha e Couvert: Onde o Serviço Encontra a Estrutura

Por Redação Ave Cesar Co.

No universo da gastronomia, poucos temas dividem tanto as opiniões entre clientes e restaurateurs quanto a famosa taxa de rolha. O que para alguns parece uma cobrança excessiva, para o mercado é a garantia da sustentabilidade do serviço. Recentemente, o assunto ganhou as manchetes nacionais após um episódio explosivo envolvendo o músico Ed Motta em um restaurante carioca, trazendo à tona a discussão sobre etiqueta, legalidade e os custos "invisíveis" de uma mesa posta.

O Caso Ed Motta: Quando a Cortesia Vira Conflito

O debate reacendeu em maio de 2026, quando o cantor Ed Motta se envolveu em uma confusão no restaurante Grado, no Rio de Janeiro. O músico, conhecido por seu paladar refinado e vasta coleção de vinhos nobres, revoltou-se ao ser cobrado pela taxa de rolha (R$ 100), algo que ele alegava ser isento em visitas anteriores. A reação exaltada — que envolveu desde insultos até o arremesso de objetos — terminou em delegacia, mas deixou um alerta importante para os apreciadores de vinho: a isenção da taxa é sempre uma liberalidade do estabelecimento, e nunca um direito adquirido do cliente.

A Filosofia do "Coperto": A Visão de Gero Fasano

Para compreender a lógica por trás dessas taxas, é preciso olhar para a tradição europeia, defendida por ícones da hospitalidade brasileira como Gero Fasano. Ele é um dos grandes defensores do conceito de "Coperto" (ou cover), um termo italiano que vai muito além de um simples couvert. O Coperto justifica que o cliente não está pagando apenas pelo que come ou bebe, mas pelo "lugar àmesa". Essa taxa engloba custos operacionais que muitas vezes ignoramos ao abrir uma garrafa trazida de casa:

A Cristalleria: O uso de taças específicas e adequadas para cada tipo de vinho.

Manutenção: A lavagem e engomagem de toalhas e guardanapos de pano.

Logística: O gelo, o decanter e o serviço técnico do sommelier.

Desgaste: O uso de talheres, pratos, velas e o próprio aluguel do espaço físico ocupado.

O Equilíbrio entre a Experiência e o Negócio


A taxa de rolha existe para compensar o lucro que o restaurante deixa de ter ao não vender uma garrafa de sua própria carta, mantendo o equilíbrio financeiro da operação. De acordo com a Associação Nacional de Restaurantes (ANR), a prática é legítima, desde que o valor seja informado previamente ao consumidor.

Para o cliente, levar uma garrafa especial de sua adega pessoal pode tornar o jantar memorável. Para o restaurante, cobrar pelo serviço prestado em torno dessa garrafa é o que garante a continuidade da excelência. No fim das contas, a boa gastronomia é sobre o respeito mútuo: o estabelecimento entrega a infraestrutura perfeita, e o cliente reconhece o valor desse cenário que muitas das vezes é de luxo ou elevado padrão.

Você acredita que a transparência no cardápio é o segredo para evitar conflitos, ou o restaurante deveria sempre oferecer uma rolha livre na primeira garrafa?

Foto: Fasano

Fonte: Do autor/IA.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Coca-Cola Cursos

 


Coca-Cola  dá um gás no seu negócio

A Coca-Cola criou uma plataforma de cursos de formação, um Hub de capacitação gratuita, online e presencial, para micro e pequenos negócios de alimentos e bebidas. Há diversas parcerias estratégicas com Sebrae, Aliança Empreendedora, Abrasel e Ministério do Desenvolvimento Social, com investimentos de até R$ 200 milhões no apoio a mais de 300 mil empreendedores.

Podem participar Garçons, ambulantes, donos de bares, food trucks, delivery, restaurantes e pessoas que atuam em atividades similares.


Os cursos promovem certificados em parceria com a Coca-Cola e entidades envolvidas. Há também outras oportunidades como a seleção para aceleração de negócios: mentoria, consultoria e ajuda financeira. Há o prêmio “Um Gás Para Seu Negócio” que oferece capital semente e imersão presencial.  Há ainda a exibição de histórias inspiradoras, conteúdos motivacionais e suporte virtual via WhatsApp.

Participar é algo interessante e pode ser um diferencial competitivo, pois tratam-se de cursos rápidos, com conteúdos práticos para atendimento, vendas, marketing, finanças, sustentabilidade e ESG. Os certificados são reconhecidos, o que  propicia o aumento de credibilidade além de gerar oportunidade de networking. As mentorias e o apoio financeiro, inclusive presencial, para atrair e acelerar negócios locais.

Para se inscrever acesse cocacoladaumgasnoseunegocio.com, escolha o curso compatível com seu perfil e necessidade. A seguir, preencha o formulário (alguns programas exigem inscrição até uma data específica.) Faça o curso online ou presencial, receba seu certificado e participe de mentorias/mentoria coletivas.

Bom curso!

quarta-feira, 26 de novembro de 2025

Garçons: Bora Formar!

 


Academia da Cerveja mantêm curso profissionalizante para garçons

A Academia da Cerveja, escola cervejeira da Ambev, em colaboração com Abrasel, Catho e Bora Hub apresentam o Bora Formar: Garçons.

Capacitação gratuita para quem busca trabalhar em bares e restaurantes, com diversos conteúdos sobre cervejas, atendimento, serviço e construção de currículo.

São ao todo 4 módulos, divididos em Cerveja (História, Conceito, Ingredientes); Atendimento (práticas e técnicas); Serviço (para que servir, e tipos de serviços) e Currículo (como montar, e preparação para entrevistas etc.)

Garçom é uma profissão incrível. Requer dedicação e sobretudo postura. Todo curso é mais que bem-vindo.

Saiba mais em: Bora Formar: Garçons - online - Sympla

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Tartar & Co.



O que dizer de um artista das panelas? Visitar o Tartar & CO Bistronomia de Erick Jacquim é um bom momento para curtir um pouco mais da gastronomia paulistana. Tudo começou com a Revista 29 horas do Aeroporto de Congonhas que anunciou em sua contra capa o convite para visitar esse restaurante, que tem o tartar como carro chefe. Segundo a literatura, o bife tártaro é um prato de carne de vaca crua e finamente picada, misturada com vários condimentos e servida com uma gema de ovo crua. A carne deve ser magra, de preferência filé, e cortada apenas com uma faca, não moída na máquina.

Confesso que não sou fã de comidas cruas, mas arrisquei a enfrentar esse desafio. O resultado foi surpreendente! Fui atendido pelo gerente da casa – Sr. Emanoel que me recepcionou muito bem. Extremamente cortês, Emanuel me direcionou a mais duas pessoas bacanas, o meitre Edijan e a garçonete Nelma.

Solicitei de entrata o Stake Tartar acompanhado de um vinho tinto.  A iguaria é realmente rica em aromas, alho, cheiro verde, adicionada a uma espuma de mostarda Dijon bem marcante. A entrada remeteu aos preparos que meu pai comumente executa nos fins de semana para nossa família, que antes mesmo de cozinhar ou leva-los ao forno, os sabores ali contidos  já anunciam que algo bom estava por vir.

Posteriormente, solicitei como prato principal a Fraldinha e Gratin Dauphinois com molho Béarnaise. Recebi também o molhor Poivre para experimentar. A carne suculenta, soltando seu suco levada na chapa com sal grosso triturado, me lembrou um belo de um churrasco. O ramo de alecrim que deu um toque bem aromático à peça.

Por fim dediquei-me a sobremesa Graufe de Creme e Calda de Frutas Vermelhas. Fantástico.

Em suma: casa é bem aconchegante e velas na mesa dão o toque romântico para os casais. A cozinha é aberta e um vidro temperado separa a equipe de chefs do seleto público. Essa transparência é muito bacana o que mostra que a turma da cozinha é fera e repassam claramente os ensinamentos dochefe para os diversos pratos, sem medo de mostrar o que faz de melhor. No dia, o chefe Felipe Macambira estava como líder das panelas. Os toaletes são bem limpos e dignos de uso. Os preços pagos foram justos. Um ponto de atenção é a carta de cervejas: pilseners e cervejas especiais, a maioria “ambevariana”, apresentaram preços um pouco salgados.  Não obstante, a carta de vinhos tem uma variedade para todos os gostos e bolsos. Tomei um tinto de médio preço que regou todos os pratos com muito louvor, e como estava alone, levei a botella para casa.


Minha mensagem:  Vale a pena a visita! Um brinde! E vida longa ao Tartar & Co.


Saiba mais em www.tartarandco.com;  Rua Pedroso de Moraes, 1003. Reservas (11) 3031-1020.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Degustação de Cervejas

Procura-se degustador de cerveja: funcionário será pago para beber e atestar qualidade


Que tal trabalhar como degustador de cerveja? Ou testador de toboágua? A Halls criou uma campanha de marketing que dará empregos “incríveis” a seus consumidores. São 15 opções de trabalho. Também há vagas para VJ da MTV, barman, etc.

O que fará um degustador de cerveja?  “Será encarregado de acompanhar o mestre cervejeiro durante todas as etapas do processo de fabricação, além de degustar novas receitas e testar a qualidade dos produtos atuais. E o melhor: ainda ser pago por isso!”, explica a página de inscrição. O escolhido irá para a Cervejaria Colorado, em Ribeirão Preto.

Não é preciso experiência. Para participar do processo seletivo, é necessário ir à página no Facebook, escolher a vaga e gravar um vídeo. Das 15 opções disponíveis, apenas cinco serão efetivamente preenchidas. E o “trabalho” dura apenas uma semana. Quem sabe vira um futuro beer sommelier?

Fonte: http://blogs.estadao.com.br/radar-pop/procura-se-degustador-de-cerveja-funcionario-sera-pago-para-beber-e-atestar-qualidade/?doing_wp_cron=1369649936.0484941005706787109375
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