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quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

Coca-Cola Cursos

 


Coca-Cola  dá um gás no seu negócio

A Coca-Cola criou uma plataforma de cursos de formação, um Hub de capacitação gratuita, online e presencial, para micro e pequenos negócios de alimentos e bebidas. Há diversas parcerias estratégicas com Sebrae, Aliança Empreendedora, Abrasel e Ministério do Desenvolvimento Social, com investimentos de até R$ 200 milhões no apoio a mais de 300 mil empreendedores.

Podem participar Garçons, ambulantes, donos de bares, food trucks, delivery, restaurantes e pessoas que atuam em atividades similares.


Os cursos promovem certificados em parceria com a Coca-Cola e entidades envolvidas. Há também outras oportunidades como a seleção para aceleração de negócios: mentoria, consultoria e ajuda financeira. Há o prêmio “Um Gás Para Seu Negócio” que oferece capital semente e imersão presencial.  Há ainda a exibição de histórias inspiradoras, conteúdos motivacionais e suporte virtual via WhatsApp.

Participar é algo interessante e pode ser um diferencial competitivo, pois tratam-se de cursos rápidos, com conteúdos práticos para atendimento, vendas, marketing, finanças, sustentabilidade e ESG. Os certificados são reconhecidos, o que  propicia o aumento de credibilidade além de gerar oportunidade de networking. As mentorias e o apoio financeiro, inclusive presencial, para atrair e acelerar negócios locais.

Para se inscrever acesse cocacoladaumgasnoseunegocio.com, escolha o curso compatível com seu perfil e necessidade. A seguir, preencha o formulário (alguns programas exigem inscrição até uma data específica.) Faça o curso online ou presencial, receba seu certificado e participe de mentorias/mentoria coletivas.

Bom curso!

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Cervejaria Golen Profana


Sebrae e Microcervejeiros: Histórias de Sucesso

Cristiam Nazareno da Rocha, cervejeiro de Juiz de Fora e membro da ACervA Mineira, apresenta uma breve história de sua vida e da sua Cervejaria Profana, com apoio do Sebrae-MG. Seu famoso Bar "Boi Na Curva", especializado em caldos se modificou e ampliou a sua atuação, graças as cervejas premiadas desenvolvidas por esse incrível cervejeiro.  Nas palavras do mestre "A cerveja Profana surgiu enaltecendo o lado bom da vida. Como no primeiro milagre do criador, o sagrado e o profano são dois lados da mesma garrafa."

Antes de colocar a sua fábrica em prática, Cristiam estudou, pesquisou mercados, conheceu modelos e planos de negócios. Em 2002, frequentou o Empretec (seminário de empreendedorismo desenvolvido pela ONU e aplicado no Brasil exclusivamente pelo Sebrae) e a partir dalí, não parou mais.

Aliás, Juiz de Fora tem produzido cervejas incríveis, com roteiro gastronômico que vale a pena conhecer.

Veja como ficou essa história!  

Parabéns Cristiam!




quarta-feira, 14 de junho de 2017

Seminário Cervejeiro em Minas Gerais

Seminário Cervejeiro rompe barreiras do conhecimento

O empresário e professor Marco Falcone, proferirá a palestra "Microcervejarias Mineiras: marca coletiva, tendências e experiências". Essa é a segunda palestra do programa "Competitividade Industrial Regional" desenvolvida pelo SEBRAE em parceria com o Sindbebidas de Minas Gerais.

Trata-se de uma oportunidade em trocar experiências, esclarecer dúvidas e conhecer as tendências do mercado cervejeiro em Minas Gerais. O evento é importante para apreciadores e empresários do segmento e da cadeia produtiva (o que inclui bares, restaurantes, hotéis, etc.), e será ministrado na cidade de Juiz de Fora no dia 27 de junho, às 18:30hs no SEBRAE de Juiz de Fora.



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Microcervejarias Nacionais


Microcervejarias podem ajudar
É possível reduzir o déficit governamental, mas deve haver senso de justiça.

Por Henrique Oliveira*

O artigo do dia 5 de janeiro do Jornal “O Estado de São Paulo”, mais precisamente em seu caderno Economia & Negócios, denominado de “Concentração de Riqueza: Só 8% dos municípios brasileiros arrecadam mais do que gastam” fica clara a importância das microcervejarias no Brasil e que essas empresas devem ter uma taxação fiscal justa para suportar as suas atividades, perpetuando a arrecadação em sua área e atuação.

O artigo menciona que somente 417 cidades arrecadam mais do que gastam, sendo que esses gastos de origem pública estão vinculados ao pagamento de aposentados, transferências de renda, salários de servidores, gastos com manutenção de órgãos públicos, entre outros. Os municípios que concentram superávit são capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Manaus; zonas portuárias, como Santos, Itajaí e Paranaguá; polos industriais como São José dos Campos, Betim e Camaçari e locais com forte economia agrícola, como Uberlândia (MG) e Luiz Eduardo Magalhães (BA). Há ainda municípios de menor porte, com grandes fontes de recolhimento, a exemplo de Confins (MG), sede do aeroporto internacional que serve a capital das Minas Gerais.

Em contrapartida, 4.875 municípios apresentam déficit arrecadatório. O Distrito Federal gasta 4 vezes mais do que arrecada com a máquina pública atualmente existente. Em linha com a capital nacional, oito Estados nordestinos estão entre os dez maiores com maior defasagem entre arrecadação e gastos públicos; outros dois são Pará e Rondônia.

O que se observa é uma nítida ausência de indústrias regionais no Brasil; e podem vir os questionadores apresentarem números da indústria para contrapor, que, mesmo relevantes sejam os números apontados ainda sabe-se que não é o suficiente.  A indústria regional, aquela da cidade do interior, descentralizada dos grandes centros, essa sim faz falta, muita falta. Um país não cresce seu PIB significativamente se não tiver indústria. Um município ou cidade idem. Basta ver o que é a cidade americana de Detroit hoje se comparada há 80 anos; do apogeu do automóvel ao completo abandono. E é nesse hiato fabril regionalizado no país que hoje se vivência é que entram as microcervejarias, com produção honrosa, geradora de renda local e de impostos, procurando ajudar a conter um pouco desse déficit municipal.
Na atualidade, especula-se mais de 200 microcervejarias instaladas no país e boa parte dessas em municípios parcialmente isolados dos grandes centros. O livro Brasil Beer (Editora Autêntica) apresenta várias cidades com a existência de apenas uma microcervejaria movimentando uma série de outros negócios em seu município sede, desde o abastecimento em bares e restaurantes, passando por atividades em agências de turismo, hotéis e pousadas, serviços logísticos, marketing e propaganda, além de eventos sociais e de natureza cultural, como shows e festivais, formaturas, concursos, cursos, etc.

Como pagar, mensal e assiduamente, os aproximados 54% de impostos gerados nesse tipo de empreendimento, com produção de baixa escala e custos elevados (uma vez que essas micros utilizam uma quantidade maior de ingredientes nobres na bebida) com a finalidade de prover um melhor produto ao consumidor?  Essa é uma conta muito difícil de fechar e árdua em manter. Atribuir preço à cerveja poderia ser a resposta chave para “passar a régua” nesse emaranhado de obrigações, mas o mercado responde rápido quanto a sua rejeição a produtos que se tornam caros. Nessas circunstâncias, a balança está realmente desnivelada.

As microempresas pagam seus impostos e querem continuar pagando com pelo menos certa sensação de justiça. Realmente não se consegue extrair um sorriso do empresariado do segmento, uma vez que a carga tributária se torna uma efetiva sócia da empresa e não uma parte coadjuvante de um processo de geração de valor por meio de rodadas de negócios em torno da cerveja. A tributação mais plausível promove uma melhor expectativa de crescimento das atuais microempresas cervejeiras e anuncia que é oportuno o surgimento de novas, com perenidade. (Acredita-se que, com algum incentivo, há espaço no Brasil para o desenvolvimento de mais de 1.000 microcervejarias). Está passando da hora das três esferas hierárquicas de governo – Prefeitura, Estado e a União, prestar uma melhor vista para esse nicho de mercado no intuito de prover uma taxação mais justa, visando ajudar na mitigação do déficit provocado por essas mesmas esferas, em destaque, os municípios. Pelo menos há uma dose de consolo: instituições como a FIEMG e o Sebrae, vem cumprindo a sua parte: instruindo e capacitando pessoas e talentos em toda a cadeia de valor.




quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Revista Passo a Passo 148




O livro Brasil Beer está na revista Passo a Passo do Sebrae do mês de novembro. A revista é rica em cases de empreendedorismo, investimentos calculados, e artigos elaborados por especialistas do mundo empresarial.  Para conhecer a revista eletrônica acesse:  http://www.sebraemg.com.br/diversos/arquivos2013/web/revista/anoXIV/148/

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Franquia em cervejas


Acordo Sebrae e Ambev dobra número de franquias
Parceria vai aumentar para duas mil a quantidade de franqueados no país em 2012 

O Sebrae e a Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) assinaram acordo de cooperação para dobrar o número de franqueados e chegar ao final de 2012 com duas mil micro franquias. A parceria foi firmada nesta sexta-feira, no Rio de Janeiro (RJ).

O diretor de Novos Negócios da Ambev, Francisco Prisco, explica que o foco da companhia está na microfranquia, modelo que compreende investimentos de até R$ 60 mil. Segundo ele, o segmento será beneficiado com os eventos esportivos que acontecerão no Brasil, como a Copa do Mundo.

Francisco ressalta que a meta não é só aumentar os pontos de venda, por meio de franquias. "O acordo com o Sebrae é importante, pois queremos manter também a durabilidade dos negócios. Conseguimos chegar a cerca de mil franqueados desse porte nos últimos oito anos e, com o pacote de soluções oferecidos pela instituição, temos certeza que dobraremos esse número até o final de 2012”, reforçou.

“O acordo não é uma política social, mas de negócios. A relação é de ganha-ganha, porque a Ambev amplia sua marca para outro tipo de público e o Sebrae entra com portfólio de soluções disponíveis em todo o país”, valorizou o presidente do Sebrae, Luiz Barreto. Jésus Costa, presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Rio de Janeiro, destacou que “é uma iniciativa louvável das duas instituições, que vão investir no mesmo cliente”.

O projeto começa em São Paulo, mas terá abrangência nacional. Os interessados em adquirir uma franquia da quarta maior cervejaria do mundo terão acesso a capacitações on line e presenciais, oficinas, palestras e consultorias. Todas as ações serão acompanhadas por um comitê técnico, tanto para avaliar o impacto das atividades, quanto para planejar novas iniciativas.

O diretor-superintendente do Sebrae no Rio de Janeiro, Cezar Vasquez, sugeriu que as instituições também estudassem um modelo que poderia ser replicado nas áreas que já receberam as Unidades de Polícia Pacificadora (UPP). A Ambev se comprometeu a analisar a proposta e anunciou intervenções na orla carioca. Carlos Alberto dos Santos, diretor-técnico do Sebrae, também participou da reunião nesta sexta-feira.


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