segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Lacres de latas

Bora Lacrar? Como ajudar o próximo com o lacre da sua cerveja preferida

Em fevereiro, o consultor Henrique Oliveira notou que em diversas cidades, sede de bloquinhos e carnavais, ainda não praticam o ato de reciclar lacres de latas. Além de ser salutar em preservar o meio ambiente, pois o alumínio se decompõe em média em 250 anos e pode ser retornável por meio de lingotes em até 6 semanas, a prática possui também o viés de reduzir o consumo de energia elétrica (o processo de produção da alumina consume muita energia), bem como proporciona um cunho social significativo, por meio da ação contributiva de empresas sem fins lucrativos. É um ato sustentável relevante.

Nesse vídeo, o consultor explica a importância de juntar lacres de latas para ajudar socialmente quem precisa. Assista o vídeo e saiba mais sobre a reciclagem com sustentabilidade.


Sabe quem criou o lacre de latas?

O acre de latas foi criado pelo engenheiro Ermal Cleon Fraze, num momento frustado, ao tentar abrir uma lata de cervejas, que tinha que ser aberta por meio de um abridor de latas. Sem abridor, não teve sucesso. O engenheiro decidiu estudar o caso e anos mais tarde, em sua oficina mecânica, desenvolveu algo que eliminaria os abridores externos. A solução foi criar uma tampa de alumínio, com uma linha de enfraquecimento, discreta e imperceptível, que criasse pressão em naquela área delimitada. Sobre a região, Ermal instalou uma pequena peça, uma espécie de alavanca rebitada à tampa. A ser puxada o metal se romperia da lata, no ponto projetado. 

Era importante que a lata fosse capaz de suportar a pressão interna da gaseificação dos líquidos, sem romper a área delimitada e sem realizar rasgos ou explosões desnecessárias. Esse equilíbrio entre pressão interna e facilidade em abrir a lata foi o "X" da questão. Em 1963 Fraze patenteou o sistema nos Estados Unidos e licenciou a tecnologia para a Alcoa e para a Pitsburgh Brewing Company, que a testou em sua cerveja, a Iron City. O resto é história.



Saiba mais também em: https://www.lacredobem.org.br/
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