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sábado, 15 de novembro de 2025

Indústria do Futebol 2025

                                   

Deloitte Football Money League 2025

Controle de campo: Em sua 28ª edição, o Deloitte Football Money League traça o perfil dos clubes de futebol com maior faturamento no mundo.

A temporada 2023/24 fez história no futebol, com o Real Madrid, de Messi e Ronaldinho Gaúcho, se tornando o primeiro clube a gerar € 1 bilhão em uma única temporada. O sucesso financeiro do clube durante a temporada foi impulsionado pela reforma e ampliação do Estádio Santiago Bernabéu, que proporcionou um aumento significativo nas receitas de bilheteria e comerciais em comparação com a temporada anterior.

No total, os clubes da Money League geraram € 11,2 bilhões em 2023/24, um recorde, um aumento de 6% em relação à temporada 2022/23, com receitas recordes de bilheteria, comerciais e de transmissão. Em 2023/24, o clube médio da Money League gerou € 560 milhões, compostos por € 244 milhões (44%) de receita comercial, € 213 milhões (38%) de receita de transmissão e € 103 milhões (18%) de receita de bilheteria.

O aumento da capacidade dos estádios dos clubes, dos preços dos ingressos em geral e das ofertas premium nos dias de jogo fez com que as receitas dos dias de jogo crescessem 11% em relação ao ano anterior, tornando-se novamente a fonte de receita de crescimento mais rápido para os clubes da Money League. As receitas dos dias de jogo ultrapassaram € 2 bilhões (€ 2,1 bilhões) pela primeira vez na história da publicação, representando 18% da receita total, a maior participação desde 2014/15, quando foram registrados 19%.

Com € 4,9 bilhões, o setor comercial manteve-se como a maior fonte de receita para os clubes da Money League pelo segundo ano consecutivo, representando 44% da receita total. O aumento de 10% em relação ao ano anterior foi impulsionado principalmente pelo crescimento na realização de eventos ao vivo não relacionados ao futebol, pelo melhor desempenho do varejo e pelo aumento nas receitas de patrocínio.

Clubes de Futebol

Durante a temporada 2023/24, diversos clubes de futebol sediaram grandes eventos esportivos em seus estádios, impulsionando as receitas comerciais. Por exemplo, alguns clubes franceses se beneficiaram da Copa do Mundo de Rugby de 2023 e clubes alemães da Eurocopa de 2024. O reconhecimento da confiabilidade e do potencial de crescimento da receita gerada pelos estádios levou metade dos clubes da Money League a buscar a reforma de seus estádios em 2025, incluindo o FC Barcelona e o Manchester City (atualmente em fase de construção) e o Manchester United (atualmente explorando as opções disponíveis para a reforma de Old Trafford).

Os 20 maiores faturamentos por clube de futebol

 


Além disso, oito clubes da Money League apresentaram um desempenho de varejo mais forte, destacando sua capacidade de alavancar o valor da marca e o sucesso esportivo para impulsionar a receita comercial e, provavelmente, uma tendência de os clubes controlarem mais da cadeia de valor da venda de produtos licenciados do que nunca – talvez um sinal de como o modelo de negócios dos clubes de futebol está evoluindo para o futuro.

Em contrapartida, não houve aumento na receita de transmissão (€4,3 bilhões) acumulada reportada pelos clubes da Money League em 2023/24, visto que cada uma das cinco principais ligas permaneceu no mesmo ciclo de transmissão nacional da temporada anterior. As cinco principais ligas estão entrando, ou entrarão, em um período de receitas de transmissão relativamente estáveis ​​devido a contratos de direitos de mídia nacionais de longo prazo, pelo menos até 2027. A Premier League deverá se beneficiar de um aumento no valor de seus direitos de mídia internacionais a partir de 2025/26, principalmente por meio de novos acordos nas regiões do Oriente Médio, Norte da África (MENA) e Ásia-Pacífico (APAC). Além disso, em novembro, a Premier League anunciou planos para estabelecer uma operação de mídia interna, sinalizando uma possível evolução em seu modelo de negócios. Com lançamento previsto para 2026/27, essa iniciativa será responsável pela produção e distribuição de conteúdo internacional, podendo remodelar a relação da liga com suas emissoras parceiras.

Saiba mais em: Deloitte Football Money League 2025

quinta-feira, 28 de novembro de 2024

FIFA Futebol 2026

 



Fifa fecha segundo patrocínio para o Mundial e terá maior cervejaria do mundo

Depois da chinesa Hisense, entidade terá a parceria da AB InBev

Da Redação de Exame

A Fifa anunciou nesta segunda-feira, 25 de novembro, o segundo patrocínio para o Mundial de Clubes, com a AB InBev, considerada a maior cervejaria do mundo. A empresa é detentora de marcas conhecidas como Budweiser e Michelob ULTRA. O primeiro acordo anunciado pela Fifa foi com a empresa chinesa de eletrônicos Hisense, que assinou contrato no fim de outubro.


O Super Mundial de futebol vai marcar um novo formato para a competição a partir de meados de 2025 e será disputado de quatro em quatro anos, com 32 clubes de futebol divididos em oito chaves de quatro equipes. Nesta semana, a Fifa anunciou os 12 estádios que vão receber os jogos do torneio, localizados em 11 cidades dos Estados Unidos. A decisão será no estádio MetLife Stadium, em Nova York, mesmo local da final da Copa do Mundo de 2026.

Saiba mais em: https://exame.com/esporte/fifa-fecha-segundo-patrocinio-para-o-mundial-e-tera-maior-cervejaria-do-mundo/


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Cerveja em Estádios


LEI Nº 21.737, DE 5 DE AGOSTO DE 2015

Dispõe sobre a comercialização e o consumo de bebida alcoólica nos estádios de futebol localizados no Estado e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, O Povo do Estado de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, promulgo a seguinte Lei:

Art. 1º A comercialização e o consumo de bebida alcoólica nos estádios de futebol localizados no Estado serão permitidos desde a abertura dos portões para acesso do público ao estádio até o final do intervalo entre o primeiro e o segundo tempo da partida. 

Art. 2º Cabe ao responsável pela gestão do estádio de futebol definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebidas serão permitidos. Parágrafo único. É vedado comercializar ou consumir bebida alcoólica nas arquibancadas e cadeiras do estádio.

Art. 3º O descumprimento do disposto nos arts. 1º e 2º desta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo da aplicação da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990:

I – se consumidor, retirada das dependências do estádio e multa no valor de até 500 Ufemgs (quinhentas Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais);

II – se fornecedor, advertência escrita e multa no valor de até 5.000 (cinco mil) Ufemgs.

Parágrafo único. A multa a que se refere este artigo poderá ser aplicada em dobro, em caso de reincidência, assegurado o devido processo administrativo.

Art. 4º Fica autorizada a instalação de sistemas de reconhecimento facial nos estádios de futebol localizados no Estado.

Art. 5º VETADO.

Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte, aos 5 de agosto de 2015; 227º da Inconfidência Mineira e 193º da Independência do Brasil. FERNANDO DAMATA PIMENTEL

terça-feira, 14 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas

Cervejas nos Estádios de Minas: Volta? Volta! Volta! Volta!

Agora só falta a sanção do governador Fernando Pimentel para a volta das cervejas aos palcos do futebol mineiro. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALGM) aprovou nesta terça-feira, em segundo turno, o projeto de lei que libera a venda de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. A votação registrou 35 votos favoráveis e 15 contrários. Esse é um passo decisivo para o retorno das cervejas aos palcos esportivos. A tendência é que Pimentel analise o caso em 15 dias. Assim, ser for sancionada pelo governador, as bebidas alcoólicas já estarão à venda nas arenas do estado em agosto.

O projeto original permite a venda e o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios durante o primeiro tempo da partida e nos 15 minutos correspondentes ao intervalo. A regra se estende a uma área de 500 metros em torno dos estádios.

Ficará sob responsabilidade dos gestores das arenas definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebida serão permitidos, sendo vedada a prática nas arquibancadas e cadeiras.

Segundo o líder do governo na Assembleia Legislativa, Durval Ângelo (PT), o governador ainda não tem uma posição oficial sobre o texto da "Lei da cerveja". Pimentel analisará a lei do ponto de vista jurídico, entre outros aspectos. Para Durval, a lei não fere o Estatuto do Torcedor - considerado um ponto polêmico pelo Ministério Público -, uma vez que a venda de bebidas alcoólicas foi liberada durante a Copa do Mundo e estados como Bahia e Rio Grande do Norte, por exemplo, permitem a comercialização de cervejas em qualquer evento esportivo.

O Estatuto do Torcedor (Lei 12.299/2010), no artigo 13-A do texto, considera ilegal a entrada e permanência nas arenas com "bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência".

O autor do projeto de lei, Alencar da Silveira Júnior (PDT), confia no, segundo ele, “bom senso do Ministério Público”, que já se posicionou contrário à medida: “Ele (promotor Leonardo Barbabela) vai ter que levar em conta o que está acontecendo nos estádios. Acho que, no fim, ele vai ter o bom senso de ler a lei e vai acabar tomando uma cervejinha no estádio também”, brincou o deputado.

Fonte:http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/interior/2015/07/14/noticia_interior,314887/assembleia-legislativa-aprova-lei-da-cerveja.shtml


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas Gerais

Projeto que tramita na Assembléia de Minas cria "Cerveja da Paz"


Um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa pretende trazer de volta a bebida alcoólica para os estádios esportivos mineiros de uma forma inusitada. Para dar um drible na legislação federal e marcar o gol que parte dos torcedores espera, o deputado estadual Anselmo José Domingos (PTC) quer decretar, pela lei, que a cerveja, preferência nacional dos brasileiros e uma das principais companhias dos frequentadores assíduos dos jogos de futebol, não é capaz de provocar atos violentos do consumidor.
O alvo é a Lei 12.299/10, o Estatuto do Torcedor, que considera ilegal a entrada e permanência nos estádios com bebidas ou substâncias “proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”. Segundo parágrafo único do projeto de lei de Anselmo Domingos, a cerveja “não é bebida suscetível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência em estádios, arenas desportivas e eventos desportivos”.

Já o assunto e o primeiro artigo da proposta trazem praticamente uma definição de dicionário: “Define-se cerveja como uma bebida alcoólica carbonatada, produzida através da fermentação de materiais com amido, principalmente cereais maltados como a cevada e o trigo, incluindo água como parte importante no processo e, em algumas receitas, lúpulo e fermento, além de outros temperos, como frutas, ervas e outras plantas”.

“A gente, na realidade, faz uma redundância apenas para confirmar que cerveja é uma bebida alcoólica que não é capaz de gerar violência”, explicou o autor do texto. O parlamentar disse ter corrido para apresentar o projeto, que ainda pode ser aperfeiçoado. O projeto de Anselmo vai ser apreciado em conjunto com outro, de autoria de Alencar da Silveira Junior (PDT), que delimita o período em que a venda poderá ocorrer durante as partidas de futebol. Segundo Anselmo Domingos, sua versão é mais ampla, trazendo uma visão diferente do projeto ao qual foi anexado.

Alencar propõe que a bebida seja liberada nos primeiros 45 minutos de jogo e no intervalo, proibindo a venda e o consumo em dias de jogos a partir do primeiro minuto do segundo tempo. A regra, que enquadra os 500 metros do entorno das arenas, valerá para as dependências de estádios da administração pública direta e indireta do estado. Alencar diz que seu projeto atende interesses do esporte mineiro, “motivando o retorno aos estádios dos que abandonaram em face ao perigo que a violência representa para a sua integridade física”.

Outro projeto anexado ao de Alencar foi o de Gustavo Valadares (PSDB), que prevê a regulamentação da venda de bebidas alcoólicas durante todo o tempo das partidas. A restrição é que sejam cerveja, chope ou afins e que o recipiente tenha até 500 ml. Anselmo Domingos acredita que o projeto de Alencar esteja com as discussões mais avançadas. “Vou trabalhar pelo meu, mas o projeto do Alencar tem preferência nisso. Se ele acertar, a gente recua e vamos aprovar o dele”, afirmou. O projeto de lei que autoriza as bebidas está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia.

Os deputados estaduais já tentaram aprovar a liberação da bebida em legislaturas anteriores, mas o tema é sempre polêmico na Casa. No início de junho, a Comissão de Esporte, Lazer e Juventude fez uma audiência pública para discutir o assunto. O Supremo Tribunal Federal ainda deve se posicionar em ações diretas de inconstitucionalidades sobre leis aprovadas nos estados da Bahia e Espírito Santo.

RETROCESSO 
Em audiência pública na Câmara Municipal de Belo Horizonte sobre a venda de bebida alcoólica em estádios, o promotor de Justiça Fernando Abreu afirmou que a liberação representaria um retrocesso. “O consumo de álcool potencializa a violência e aumenta o número de ocorrências nos jogos. Toda e qualquer medida favorável à comercialização interna é um retrocesso”, disse.

O gerente de operações do consórcio Minas Arena, que administra o Mineirão, Severiano Braga, reforçou a experiência negativa da venda de bebidas alcoólicas na Copa do Mundo. “Não vimos cenas boas. Bares foram saqueados, pais perderam os filhos. Ela (a bebida) potencializa reações violentas”, contou. “Se foi liberada, tem que haver mecanismos de controle e regras”, completou.

Debate 

A venda de bebidas alcoólicas em estádios divide vereadores de BH, onde tramitam projetos proibindo e também permitindo o comércio em eventos esportivos. Ontem, o assunto foi tema de audiência pública. O subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, major Marcelo Campos Pinheiro, afirmou que a corporação é contra a venda dentro e fora dos estádios. “A PM é contra qualquer uso. Os torcedores entram no estádio alcoolizados e faltando poucos minutos para o jogo. É complicado 10 mil pessoas querendo entrar na mesma hora. Estamos tendo problema no acesso”, afirma. Já o secretário municipal adjunto de Fiscalização de BH, Alexandre Salles Cordeiro, defende a liberação e reconhece que a fiscalização é pequena perto do número de ambulantes. “A prefeitura também é a favor que se libere a esplanada do Mineirão para se colocar uma feira de alimentos”, diz.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Backer Mineirão


O Mineirão é Nosso!


A cervejaria mineira Backer está lançando uma cerveja especial, limitada, para comemorar os 50 anos do estádio Mineirão. Com o rótulo O Mineirão é Nosso, o lançamento faz parte do projeto que está promovendo o cinquentenário do maior palco do futebol de Minas Gerais – e um dos mais importantes do Brasil.

A cerveja Backer é uma pilsen export, de puro malte, coloração clara, levemente dourada, com aspecto brilhante, limpa em aromas esterificados de lúpulos nobres. Possui um sabor suave de malte e amargor equilibrado com o corpo médio da cerveja.

Segundo Paula Lebbos, diretora da marketing da cervejaria, "é uma honra para nós sermos escolhidos, dentre tantas, para representar esses 50 anos do Mineirão".

O lançamento do novo rótulo O Mineirão é Nosso será no dia 14 de julho, no templo cervejeiro Backer. O produto estará disponível para os consumidores a partir do dia 15 de julho.

Fonte: http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/gastro/2015/06/16/noticia_gastro,153790/backer-lanca-cerveja-em-homenagem-aos-50-anos-do-mineirao.shtml

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Cerveja em estádios de Minas Gerais

Clubes da capital apoiam a volta da venda de cerveja nos estádios


Proibida desde 2007 em Minas Gerais, a comercialização de bebidas alcoólicas dentro e no entorno dos estádios de futebol e demais praças esportivas conta com o apoio dos clubes e da Federação Mineira de Futebol (FMF).

Autor do projeto de lei que regulamenta a venda de bebidas alcoólicas, o deputado estadual Alencar da Silveira Jr. (PDT), que também é um dos presidentes do América, reuniu-se com dirigentes de Cruzeiro, Atlético e FMF em um badalado restaurante de Belo Horizonte.

Otimista com a tramitação da pauta na Assembleia, Alencar crê que mais de 50 dos 77 parlamentares votarão a favor. Ele estima que a cerveja volte a ser comercializada nos estádios já no segundo semestre.

O presidente do Atlético, Daniel Nepomuceno, classifica como “irracional” a proibição, alegando que torcedores consomem cerveja até a hora do início das partidas, nas imediações.

Já para o Cruzeiro, a volta da venda dentro do Mineirão será importante para o aumento da receita do clube em dias de jogos e para evitar confusões durante a entrada dos torcedores.

Oposição ao projeto

O deputado Antonio Jorge (PPS), opositor ao projeto, afirma que é hipocrisia “tratar a cerveja como refrigerante”. Presidente da Comissão de Combate ao Crack e Outras Drogas, ele se baseia no artigo 13 do Estatuto do Torcedor, que determina a proibição de “portar objeto, bebida ou substância proibida ou susceptível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”.

Já de acordo com o professor de direito desportivo, Gustavo Lopes Pires, o Estatuto não proíbe a cerveja. “Não há estudos que provem que a cerveja esteja ligada à violência”, explica.

Foto: freepik

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Cervejas em estadios

O novo presidente da CBF disse que vai lutar pela liberação de cervejas nos estádios de futebol. Para Marco Polo Del Nero, em entrevista o ESPN.com.br, a bebida tem de ser permitida antes do início das partidas e somente no espaço dos bares das arenas. 
"Estamos vendo isso também. Conversando. Tem de trabalhar. Eu sou favorável à liberação da bebida, da cerveja, mas que seja tomada só no bar, não na cadeira. Na cadeira tem de ser proibido levar o copo. Mas antes, qual o problema [de ter cerveja]?", disse o dirigente.
"Futebol é entretenimento. É isso. Tem que fazer o torcedor chegar uma hora antes, se divertir. Toma uma cervejinha... O que eles têm feito: bebem na rua, no bar da esquina e lá tem pinga, bebida mais forte. Então, dentro do estádio eles só estariam bebendo cerveja", completou.
Foto: freepik

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Propaganda de cervejas


Propagandas de cerveja: a ressaca da Copa

A liberalidade com que se anuncia cerveja no país não é uma invenção da FIFA. Passada a Copa, é necessário voltar a discutir a restrição dos anúncios de cerveja
por Intervozes e Por Renato Godoy*
Uma vez mais, convidamos o Instituto Alana, parceiro do Intervozes, pra tratar de um tema fundamental no debate sobre o setor midiático no país e que, não coincidentemente, segue silenciado: o excesso das propagandas de cerveja nos meios de comunicação de massa.
As marcas de cerveja contracenaram com os protagonistas do maior evento esportivo do mundo sob o olhar atento de crianças e jovens. Lojas da Budweiser, abertas a todas as idades, ostentavam um amplo telão nos aeroportos das cidades-sede da Copa doMundo da FIFA. O solo da Granja Comary, centro de treinamento da seleção brasileira, também foi utilizado para plantar cevada de uma edição especial da Brahma, anunciada pelo então popular Luiz Felipe Scolari.
O estádio com a maior média de gols da Copa foi o da Arena Itaipava, em Salvador. A cervejaria carioca também dá nome ao estádio que recebeu os jogos em Recife. A cada seleção em campo, diferentes marcas de cerveja despontavam nas placas ao redor do gramado. Quilmes para os argentinos, Beck’s para os alemães, Brahma para os brasileiros, Jupiler para belgas e holandeses e Budweiser para as demais praças. Todas pertencentes ao grupo AB Inbev, maior conglomerado do setor de bebidas do mundo, que controla 14% do mercado global de cerveja.
Ao serem filmados nas arquibancadas das arenas da Copa, torcedores exibiam copos de Budweiser ou Brahma, customizados para cada um dos 64 duelos da Copa do Mundo. A venda da bebida no interior dos estádios foi uma das exceções concedidas àFIFA por meio da Lei Geral da Copa.
Nos intervalos das partidas e ao longo de toda a programação televisiva, as demais cervejarias associavam suas marcas à paixão pelo futebol, disseminando valores, no mínimo, questionáveis. Esse esforço publicitário que visa relacionar o esporte preferido dos brasileiros ao consumo de cerveja parece ser bem sucedido: um levantamento recente do Ibope mostrou que, entre aqueles que se declaram “superfãs” do esporte, 62% haviam consumido a bebida nos sete dias que antecederam a pesquisa, aplicada durante o torneio.
Regulamentação
O debate relacionando Copa e cerveja teve destaque durante o torneio. Mas o cerne da discussão se deu em torno de eventuais restrições à venda da bebida no interior dos estádios, como forma de prevenir a violência. Antes do torneio, o secretário-geral da FIFA, Jerome Valcke defendeu a comercialização da bebida com a argumentação de que “cerveja não é vodca”. Com o temor de que as rivalidades misturadas com álcool ocasionassem brigas, o mesmo Valcke chegou a admitir a possibilidade de suspender a venda durante os jogos.
Porém, mais do que discutir se o consumo de álcool dentro dos estádios provoca violência, é necessário voltar a debater a liberalidade da qual as empresas do setor gozam no Brasil para anunciar seus produtos em qualquer local e horário. As altas doses diárias de comerciais de cerveja na programação televisiva e em demais comunicações mercadológicas não são uma exceção aberta ao torneio promovido pela FIFA, mas algo permitido pela legislação brasileira, que, incrivelmente, não inclui a cerveja no rol de bebidas alcoólicas.
Fruto de um pesado lobby do setor, a legislação brasileira determina que, para fins de propaganda comercial, somente são consideradas bebidas alcoólicas aquelas com graduação superior a 13 graus Gay Lussac. Assim, não há restrição horária para a veiculação de cervejas e bebidas “ice”, com seus 4,5 graus em média, que são anunciadas sem maiores restrições - enquanto as demais, que excedem a graduação, só podem ser veiculadas entre 21h e 6h. A lei 9294/1996 também determina que bebidas alcoólicas não podem ser associadas à prática esportiva. Mas, ficando abaixo dos 13 graus, as cervejarias escapam das restrições legais para anunciar seus produtos em eventos esportivos.
Cerveja também é álcool
Pesquisas nacionais e internacionais apontam que a exposição à publicidade de cerveja estimula o consumo precoce da bebida por crianças e adolescentes. A pesquisadora da Unifesp Ilana Pinsky cruzou 128 pesquisas internacionais em seu artigo “O impacto da publicidade de bebidas alcoólicas sobre o consumo entre jovens: revisão da literatura internacional”, de 2008. As conclusões do levantamento mostram a forte influência da publicidade no padrão de consumo do álcool por jovens. A publicidade reforça atitudes pró-álcool, pode aumentar o consumo de quem já bebe, influencia a percepção de jovens sobre álcool e as normas para beber e, portanto, estimula os jovens ao consumo antes dos 18 anos.
Passada a Copa do Mundo, a sociedade tem uma boa oportunidade para retomar a discussão em torno dos limites da veiculação da publicidade de cerveja no Brasil. Um passo importante para difundir esse debate é o fortalecimento da campanha "Cerveja Também é Álcool", encampada pelo Ministério Público de São Paulo. Com mais de 75 mil assinaturas, a petição propõe a alteração do parágrafo único do artigo 1º da Lei Federal 9.294/96, para que as restrições à publicidade passem a abranger toda e qualquer bebida com graduação alcoólica igual ou superior a 0,5 grau Gay-Lussac.
No momento em que se discute o legado do megaevento, também é importante fazer valer a proteção da criança e do adolescente em detrimento de interesses mercadológicos que se utilizam, sem moderação, de estratégias que levam crianças e jovens aoconsumo precoce de álcool.
* Renato Godoy é jornalista, sociólogo e pesquisador do Instituto Alana.
Fonte: http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/propagandas-de-cerveja-a-ressaca-da-copa-6624.html

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Budweiser Rise as One



Budwiser faz garrafa e copo especial e campanha de marketing para a Copa do Mundo

Com o tema "Levante como se fosse um" Budweiser produz diversos itens de sua cerveja tradicional para colecionador lembrar desse precioso momento no Brasil. O copo plástico é o que vem sendo utilizado para se tomar a cerveja nos estádios.




segunda-feira, 26 de maio de 2014

Preços das cervejas na Copa


Preços em Estádios durante a Copa irão aquecer os cartões de crédito

Tudo pronto para refrescar-se durante os jogos da Copa (para aqueles que irão aos estádios).

Garanto que os "esquentas" antes dos jogos será o mais bacana! Prepare o bolso! Aceita-se cartões de crédito! Budwiser sairá a R$ 13,00! A cerveja no estádio terá um gosto um pouco mais amargo...no bolso.


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Consumo de Cerveja na Copa



Liberar consumo de cerveja na Copa será um retrocesso
Por Vanessa Costa

A Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead) é contra a medida e afirma que isso coloca interesses comerciais acima da saúde da população

Hoje a imprensa está informando que a Lei Geral da Copa pode permitir a venda de cerveja nos estádios durante a Copa de 2014. Como já era esperado, os interesses comerciais que envolvem a competição levaram a Fifa a fazer pressão (mais uma) e, pelo que tudo indica, vai conseguir flexibilizar o Estatuto do Torcedor, até hoje considerado um grande avanço conquistado pela sociedade.

Esta possibilidade preocupa a Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead). “A sociedade brasileira lutou durante anos para institucionalizar essa regra e, após um longo período de conscientização e adaptação, a população em geral e os freqüentadores dos estádios em particular entenderam que é uma medida benéfica. Ao abrir essa exceção, vamos retroceder décadas em 30 dias. Além disso, vamos abrir um precedente para que a CBF e outras federações nacionais exijam o livre comércio em jogos da sua competência”, afirma o psiquiatra e presidente da Abead, Carlos Salgado. Para ele, abrir negociações nesse sentido é um desrespeito à consciência do legislador e à opinião pública.

O álcool é um grande problema de saúde pública, principalmente em campos de futebol. “Essa droga lícita amplifica rivalidades e facilita a expressão da agressividade. Em jogos de futebol isso pode ser ainda mais evidenciado, já que há grupos de torcedores em oposição” explica Salgado.

Para driblar os interesses comerciais e proteger avanços sociais duramente conquistados, de acordo com o psiquiatra, as autoridades brasileiras terão de contar com o apoio da sociedade e cabe às instituições formadoras de opinião manter o cidadão informado. “É preciso resguardar os interesses da população no que diz respeito à saúde pública e à segurança nos estádios, independentemente dos interesses e intervenções de alguns grupos”, acrescenta Carlos Salgado.

No mesmo sentido é importante desfazer a associação entre o álcool e os esportes, sobretudo o futebol. A utilização da imagem de esportistas famosos em propagandas de bebidas alcoólicas é uma forte influência para o consumo, principalmente entre os jovens. “Todos nós queremos a Copa no Brasil, mas é preciso estabelecer limites. Não é aceitável negociar a saúde da população para receber o evento”, finaliza Salgado.

Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=46657:liberar-consumo-de-cerveja-na-copa-sera-um-retrocesso-&catid=47:cat-saude&Itemid=328

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