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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Pepsi Football Nation

 

Pepsi Football Nation: Como dominar o campo sem ser o dono da bola

Por Redação Ave Cesar Co.

No mundo do marketing esportivo, nem sempre é preciso ser o patrocinador oficial de um torneio para ser o protagonista da conversa. A Pepsi acaba de provar isso com o lançamento da "Pepsi Football Nation", uma plataforma global que escala ninguém menos que David Beckham para liderar uma "revolução" no modo como vivemos o futebol.

Estrelando Beckham ao lado de ícones como Vini Jr., Mohamed Salah e a campeã mundial Alexia Putellas, (faltou Ronaldinho Gaúcho?) a campanha utiliza o humor para celebrar a cultura que pulsa fora das quatro linhas. O conceito central é o "Manual do Torcedor", onde os fãs são convidados a criar as leis de uma nova nação. Entre as "regras" que já viralizaram, destaca-se a Regra nº 1, que decreta: é "Football", não "Soccer". Para garantir que a lei seja cumprida, a marca lançou até uma extensão de navegador que substitui automaticamente o termo americano em qualquer site.

Estratégia de Guerrilha: O Drible na FIFA

A criação da "Pepsi Football Nation" não é apenas um exercício de criatividade, mas uma manobra estratégica de mestre (correndo por fora do campo). Como a fábrica de refrigerantes não detém os direitos de patrocínio da Copa do Mundo FIFA — território ocupado por sua principal rival, a Coca-Cola, a marca aposta no marketing de guerrilha no ambiente do futebol. A estratégia busca dominar a conversa cultural focando no comportamento do torcedor.

Sem poder citar o nome oficial do evento, a Pepsi utiliza o peso de suas celebridades para garantir alcance global, conectando-se à paixão que persiste nos fóruns do Reddit, nas redes sociais e nos rituais de dia de jogo, onde a marca de entretenimento se sente em casa.

Para garantir que a campanha não fique apenas nos comerciais de TV, a Pepsi desenhou uma série de ativações digitais focadas em interatividade e personalização: Customização no Reddit, nesse sentido, a marca criou espaços exclusivos em comunidades de futebol para que os fãs votem e sugiram novas regras para o "Manual", transformando a campanha em um documento vivo.


Filtros de Realidade Aumentada (AR): No Instagram e TikTok, torcedores podem usar filtros interativos para simular o "clima de estádio" em qualquer lugar, compartilhando suas próprias superstições e rituais.

Conteúdo "Behind the Scenes": Através de QR codes nas latas, o público ganha acesso a vídeos exclusivos de Beckham e Salah discutindo suas próprias manias de jogo, humanizando os astros e gerando dados valiosos de consumo. O tom é leve e irreverente, reforçando o posicionamento da Pepsi como uma marca que não apenas assiste ao jogo, mas vive a cultura pop do esporte junto com o fã.

Será que outras marcas farão o mesmo? A Heineken, por exemplo, jogará por fora da linha contra a Budweiser? É algo a se pensar.


terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Copa São Paulo 2026

 


Itaipava se torna cerveja oficial do Paulistão e das transmissões do campeonato na CazéTV

Acordos envolvendo o campeonato da FPF selam o retorno do Grupo Petrópolis ao futebol paulista, após 7 anos de ausência

Por Redação Máquina do Esporte

Após sete anos de ausência, o Grupo Petrópolis está de volta ao futebol de São Paulo. Na manhã desta quinta-feira (8), a companhia anunciou o novo acordo com a Federação Paulista de Futebol (FPF).Com a parceria, a Itaipava passa a ser a cerveja oficial do Paulistão 2026, que terá início no próximo sábado (10). Os valores e a duração do contrato não foram divulgados.

 A Itaipava também será patrocinadora das transmissões do Paulistão na CazéTV. Ao todo, o canal da LiveMode exibirá 19 partidas do campeonato, a começar pelo confronto entre Mirassol e São Paulo, que será no próximo sábado, a partir das 20h30 (horário de Brasília).

 “O Paulistão tem a vocação de atrair parceiros que acreditam na combinação entre tradição e inovação. O retorno de Itaipava, um parceiro histórico do futebol paulista, mostra a força do campeonato como uma plataforma consistente para marcas que querem se conectar com milhões de torcedores”, comenta Bernardo Itri, vice-presidente executivo de marketing e comunicação da FPF.

 Estratégia

Em comunicado divulgado à imprensa, a Itaipava informa que o retorno ao futebol paulista é focado em uma “estratégia de marketing 360º, com ativações on-line e off-line, ao longo de toda a competição”.

 Vale lembrar que, em um passado recente, a Itaipava já deteve o naming ritght do Paulistão (hoje pertencente à Casas Bahia, que assumiu no lugar do Sicredi) e também patrocinou outras competições como Campeonato Carioca, Copa do Brasil e Copa do Nordeste. Atualmente, ela é parceira do Bahia.

  “O futebol é paixão nacional e combina com o jeito leve de Itaipava. Voltar ao Paulistão, agora com a força e a linguagem da CazéTV, é um movimento estratégico para retomar nosso espaço no futebol e reforçar a conexão com os torcedores, especialmente no verão, um momento de brindar e viver grandes encontros, que, assim como o futebol, faz parte do espírito do brasileiro”, afirma Diego Santelices, responsável pelas áreas de comunicação externa e mídia do Grupo Petrópolis.

 CazéTV

De acordo com a nota da empresa, fatores como inovação, linguagem moderna e acessível de alto engajamento no ambiente digital foram determinantes para que a Itaipava escolhesse a CazéTV, em seu retorno do Paulistão.

“A Itaipava tem uma relação histórica com o futebol paulista, e fazer parte do retorno da marca ao Paulistão reforça o papel da CazéTV como uma plataforma que amplia a exposição dos patrocinadores através de uma linguagem que cria uma conexão próxima e genuína com o torcedor. É uma parceria que integra Itaipava ao maior evento esportivo do primeiro trimestre e, portanto, ao momento de maior exposição nesse período do ano”, explica Roberto Cabrini, que comanda a área de negócios da CazéTV.

A Itaipava pretende realizar 143 ações de mídia durante as transmissões da CazéTV, que vão desde vinhetas e comerciais no intervalos até inserções especiais. A marca também estará presente nas placas de led e painéis estáticos nos estádios.

Fonte: Grupo Petrópolis - Você é o nosso maior compromisso

Itaipava se torna cerveja oficial do Paulistão e das transmissões do campeonato na CazéTV - Máquina do Esporte

sábado, 15 de novembro de 2025

Indústria do Futebol 2025

                                   

Deloitte Football Money League 2025

Controle de campo: Em sua 28ª edição, o Deloitte Football Money League traça o perfil dos clubes de futebol com maior faturamento no mundo.

A temporada 2023/24 fez história no futebol, com o Real Madrid, de Messi e Ronaldinho Gaúcho, se tornando o primeiro clube a gerar € 1 bilhão em uma única temporada. O sucesso financeiro do clube durante a temporada foi impulsionado pela reforma e ampliação do Estádio Santiago Bernabéu, que proporcionou um aumento significativo nas receitas de bilheteria e comerciais em comparação com a temporada anterior.

No total, os clubes da Money League geraram € 11,2 bilhões em 2023/24, um recorde, um aumento de 6% em relação à temporada 2022/23, com receitas recordes de bilheteria, comerciais e de transmissão. Em 2023/24, o clube médio da Money League gerou € 560 milhões, compostos por € 244 milhões (44%) de receita comercial, € 213 milhões (38%) de receita de transmissão e € 103 milhões (18%) de receita de bilheteria.

O aumento da capacidade dos estádios dos clubes, dos preços dos ingressos em geral e das ofertas premium nos dias de jogo fez com que as receitas dos dias de jogo crescessem 11% em relação ao ano anterior, tornando-se novamente a fonte de receita de crescimento mais rápido para os clubes da Money League. As receitas dos dias de jogo ultrapassaram € 2 bilhões (€ 2,1 bilhões) pela primeira vez na história da publicação, representando 18% da receita total, a maior participação desde 2014/15, quando foram registrados 19%.

Com € 4,9 bilhões, o setor comercial manteve-se como a maior fonte de receita para os clubes da Money League pelo segundo ano consecutivo, representando 44% da receita total. O aumento de 10% em relação ao ano anterior foi impulsionado principalmente pelo crescimento na realização de eventos ao vivo não relacionados ao futebol, pelo melhor desempenho do varejo e pelo aumento nas receitas de patrocínio.

Clubes de Futebol

Durante a temporada 2023/24, diversos clubes de futebol sediaram grandes eventos esportivos em seus estádios, impulsionando as receitas comerciais. Por exemplo, alguns clubes franceses se beneficiaram da Copa do Mundo de Rugby de 2023 e clubes alemães da Eurocopa de 2024. O reconhecimento da confiabilidade e do potencial de crescimento da receita gerada pelos estádios levou metade dos clubes da Money League a buscar a reforma de seus estádios em 2025, incluindo o FC Barcelona e o Manchester City (atualmente em fase de construção) e o Manchester United (atualmente explorando as opções disponíveis para a reforma de Old Trafford).

Os 20 maiores faturamentos por clube de futebol

 


Além disso, oito clubes da Money League apresentaram um desempenho de varejo mais forte, destacando sua capacidade de alavancar o valor da marca e o sucesso esportivo para impulsionar a receita comercial e, provavelmente, uma tendência de os clubes controlarem mais da cadeia de valor da venda de produtos licenciados do que nunca – talvez um sinal de como o modelo de negócios dos clubes de futebol está evoluindo para o futuro.

Em contrapartida, não houve aumento na receita de transmissão (€4,3 bilhões) acumulada reportada pelos clubes da Money League em 2023/24, visto que cada uma das cinco principais ligas permaneceu no mesmo ciclo de transmissão nacional da temporada anterior. As cinco principais ligas estão entrando, ou entrarão, em um período de receitas de transmissão relativamente estáveis ​​devido a contratos de direitos de mídia nacionais de longo prazo, pelo menos até 2027. A Premier League deverá se beneficiar de um aumento no valor de seus direitos de mídia internacionais a partir de 2025/26, principalmente por meio de novos acordos nas regiões do Oriente Médio, Norte da África (MENA) e Ásia-Pacífico (APAC). Além disso, em novembro, a Premier League anunciou planos para estabelecer uma operação de mídia interna, sinalizando uma possível evolução em seu modelo de negócios. Com lançamento previsto para 2026/27, essa iniciativa será responsável pela produção e distribuição de conteúdo internacional, podendo remodelar a relação da liga com suas emissoras parceiras.

Saiba mais em: Deloitte Football Money League 2025

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense e sua cerveja



Cerveja da Geral do Grêmio começa a ser vendida na semana que vem





Cerveja da Geral do Grêmio começa a ser vendida na semana que vem Júlio Cordeiro/Agencia RBS

A partir da semana que vem, os "borrachos" da Geral do time de futebol Grêmio — e qualquer outro torcedor tricolor — poderão sentir o gosto de "alentar" o time durante os 90 minutos de jogo. Mas com moderação.

Chega às principais lojas especializadas em cerveja artesanal a Avalanche, bebida de trigo belga não-maltado (witbier) feita em homenagem à torcida que se vangloria de nunca parar de cantar.

A ideia partiu do empresário João Hernández, sócio da distribuidora H3RTAV junto de Gustavo Tavares. Gremista de coração, ele procurava uma alternativa azul à flauta de clientes que procuravam os quiosques de cervejas artesanais em busca da Colorado, de Ribeirão Preto (SP). O produto nada tem a ver com o Inter, mas a justificativa do interlocutor era sempre a mesma: — Vou dar de presente a um amigo gremista!

Certo dia, no ano passado, Hernández confabulava ideias com ele próprio em um ônibus da Capital e teve o estalo: "uma cerveja da Geral"! O primeiro passo foi procurar os líderes da torcida, alguns deles amigos de infância. 

Com a ideia aprovada, a próxima etapa era encontrar uma cervejaria especializada no ramo. Encontrou a HBier, de Santa Cruz do Sul. Com a ajuda do mestre cervejeiro Henrique Dopke, o estilo witbier soou adequado à proposta da cerveja.


Foto: Júlio Cordeiro / Agência RBS 


— É suave e refrescante, daquelas que você bebe e tem vontade de repetir. Para pessoas que estão abertas a um novo estilo (de cerveja). Classificaria em um "gol engarrafado". Nenhuma torcida no mundo tem uma cerveja especial — afirma Hernández.

Uma amostra foi levada aos integrantes da Geral daquele time de futebol, que tomaram gosto pelo produto. E não conseguiam mais esconder a ansiedade à espera do lançamento. Entretanto, de agosto a março o projeto ficou estacionado aguardando a liberação do Ministério da Agricultura.

Após mais uma sequência de trâmites burocráticos, a Avalanche deve chegar às lojas na próxima semana — futuramente em supermercados — em um lote limitado para "sentir a aceitação do público", conforme Hernández. O preço deve ficar na faixa das cervejas artesanais tradicionais vendidas em Porto Alegre. Para o empresário, os altos impostos embutidos na bebida dificultam tornar o valor mais popular.

— A (cerveja) artesanal é uma coisa tão boa que todo mundo tem que provar. Infelizmente, a alta carga tributária impede que ela se popularize. Existe a ideia de fazer uma Avalanche no estilo Pilsen, mais voltada para o grande público — explica Hernández.

A H3RTAV promete lançar novas linhas de cervejas, como a Velho Casarão, em homenagem ao Olímpico, a Catimba 77 e outras duas para lembrar o técnico Valdir Espinosa e o centenário de Lupicínio Rodrigues, autor do hino do Grêmio.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Cerveja em estádios


Clássico da cerveja: torcida vibra por retorno de bebidas alcoólicas ao bares dos estádios

Há muitos motivos para preferir a redonda, a boa, a número um e até a que não precisa de motivos para se tomar. Bebe-se “porque sim”. Mas, independente das preferências, difícil mesmo é encontrar alguém que seja a favor da proibição da venda de bebidas alcóolicas dentro dos estádios. Afinal de contas, por que não?
Ontem, no primeiro Ba-Vi com o retorno da cerveja aos bares dos nossos estádios, os torcedores degustavam com lúpulo e cevada a decisão do governo da Bahia de derrubar a resolução da CBF, que, em 2008, proibiu o consumo de bebidas em partidas de futebol.
Com a cerva rolando solta nas cantinas de Pituaçu, deu até para entrar mais cedo. Bebedores inveterados, os rubro-negros Marcelo Santos, 29 anos, e Sandro dos Santos, 26, brindavam a decisão de revogar a lei com a alegria de quem não tem restrição quando o assunto é cerveja. “A gente é desbloqueado, bróder. Topamos qualquer operadora”, brincou Marcelo. “Essa história de que consumo de cerveja causa violência não faz sentido. Se o cara tá afim de bagunçar, ele bagunça de qualquer jeito”, emenda o amigo. 
Equilibrando-se com quatro copões de cerveja em duas mãos, a antropóloga, professora universitária e tricolor Jamile Borges, 43 anos, ironizou. “Se fosse assim, as reuniões nos Alcóolicos Anônimos tinham que ter detector de metais e revista policial”, disse. “Agora, falando sério, a lei tem que encontrar um meio termo. Não se pode penalizar o cidadão de bem que vem para cá tomar sua cervejinha”. 
De folga, os policiais militares Sandro Costa, 36, e Márcio Lamarca, 39, acreditam que a proibição é muito radical. “Durante 90 minutos de jogo não dá tempo do cara ficar bêbado. Além do mais, sem cerveja lá dentro o cara bebe todas aqui fora para compensar. Já entra turbinado”, argumentou Sandro, provocado pelo colega quando informou a idade. “Rapaz, você tá derrubado. Teve derrame, foi?”. “Só se for o derrame de Skol pra dentro”, retrucou ainda do lado de fora, enchendo a cara de cerveja e bom humor.
Muitos acreditam que a volta da cerveja vai melhorar o acesso às catracas na hora de entrar. “O pessoal ficava lá fora enchendo a cara até dez ou 15 minutos antes do jogo. Aí, entrava todo mundo de uma vez. Você percebeu que hoje (ontem) não teve muvuca?”, perguntou o funcionário público Jorge Abras, 47 anos. Motivos para defender a liberação não faltam. Mas, um deles é campeão. “Pelo menos agora a gente pode tomar uma para aliviar a tensão”, explica Jorge, que, rubro-negro, comprou ficha no caixa logo após o gol rival.  
Até os mais embriagados deram exemplo. Visivelmente bêbado quando o jogo ainda estava 1 x 0 para o Leão, um senhor com a camisa do Vitória ansiava por mais uns goles. “Saindo daqui vou tomar uma caixa de Schin que apostei com um amigo Bahia. Mas é bico molhado. Vamos tomar juntos. O cara torce para o time errado, mas é meu amigo”, disse, apoiando-se no balcão do bar para não cair.
Fonte: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/classico-da-cerveja-torcida-vibra-por-retorno-de-bebidas-alcoolicas-ao-bares-dos-estadios/?cHash=3f3980347344ac862ee04c12f44f1ac0 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Cerveja em estádios


Deu água no chope: Ferj suspende resolução que libera venda de cerveja no Carioca

Rio - A Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) suspendeu a liberação da venda de cerveja em jogos do Futebol Carioca. O motivo foi o expediente encaminhado pelo Ministério Público dizendo que os laudos de engenharia, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária apresentados antes do campeonato não contemplavam a comercialização da bebida. A postura da entidade agora é a de aguardar o posicionamento dos órgãos em nova análise do caso.

A Ferj havia liberado a venda de cerveja justificando a medida baseada em alguns argumentos, entre eles o de que o Estatuto do Torcedor não menciona diretamente a proibição da venda de cerveja e que a Fifa autoriza a comercialização da cerveja em jogos da Copa do Mundo.

O Ministério Público entrou no circuito e instarou inquérito para apurar a validade da então resolução da Ferj.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Cerveja Liberada = Água no Chope?

Após cerveja ser liberada, MPRJ quer proibir torcida em jogos do estadual

Ministério Público alega falta de segurança e dá 24h de prazo para Ferj. Caso não feche portões dos estádios, federação pode sofrer ação pública.

Do G1 Rio
 
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) recomendou na tarde desta quarta-feira (13) à Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj) que as partidas do campeonato estadual sejam jogadas sem torcida, com os portões fechados, até que apresente novos laudos técnicos que atestem as condições de segurança do público nos estádios. A recomendação ocorre dois dias após a Ferj liberar a venda de cerveja nos estádios a partir da Taça Rio – segundo turno do campeonato estadual. Caso a federação a atenda, sua medida passará a ter efeito nulo, além de acarretar prejuízo aos clubes.

O Ministério Público, através da 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Capital, aponta que os laudos de engenharia, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Vigilância Sanitária apresentados antes do campeonato não contemplavam a liberação de bebida. De acordo com o MPRJ, a liberação invalida os laudos e torna obrigatórias novas avaliações de segurança nos estádios.

O MPRJ afirma que informou a Ferj, por fax, às 13h34, e deu prazo de 24 horas para ela responder se acatará ou não a recomendação. Na prática, a federação terá até sábado (16), já que o prazo não termina antes do único jogo desta quarta (13), entre Flamengo e Resende, e não haverá partidas nos dois dias seguintes.
Se não acatar o pedido do Ministério Público, a federação poderá sofrer uma ação civil pública, com o pedido de punições que vão até a destituição de seu presidente – e o do presidente do clube com mando de campo.

Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2013/03/apos-cerveja-ser-liberada-mprj-quer-proibir-torcida-em-jogos-do-estadual.html

terça-feira, 12 de março de 2013

Cerveja em estádios do Rio de Janeiro

Ferj libera venda de cerveja em jogos do Carioca

Rio -  A Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) confirmou, nesta segunda-feira, a liberação de venda de cerveja em jogos do Carioca. A medida já passa a valer no fim de semana. Agora, a bebida vai poder ser comercializada em pontos fixos dos estádios no período entre duas horas e até 15 minutos antes do início dos jogos e nos intervalos das partidas.

A medida vale apenas para cerveja, que só poderá ser consumida fora dos limites das tribunas, cadeiras e arquibancadas dos estádios. A venda de bebidas destiladas continua proibida.  

Em documento assinado pelo presidente da Ferj, Rubens Lopes, no site da entidade, o dirigente justifica a medida baseado em alguns argumentos, entre eles o de que o Estatuto do Torcedor não menciona diretamente a proibição da venda de cerveja e que a Fifa autoriza a comercialização da cerveja em jogos da Copa do Mundo.

Um vai e volta danado.

Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/ataque/carioca-2013/ferj-libera-venda-de-cerveja-em-jogos-do-carioca-1.559403
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