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terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Copa São Paulo 2026

 


Itaipava se torna cerveja oficial do Paulistão e das transmissões do campeonato na CazéTV

Acordos envolvendo o campeonato da FPF selam o retorno do Grupo Petrópolis ao futebol paulista, após 7 anos de ausência

Por Redação Máquina do Esporte

Após sete anos de ausência, o Grupo Petrópolis está de volta ao futebol de São Paulo. Na manhã desta quinta-feira (8), a companhia anunciou o novo acordo com a Federação Paulista de Futebol (FPF).Com a parceria, a Itaipava passa a ser a cerveja oficial do Paulistão 2026, que terá início no próximo sábado (10). Os valores e a duração do contrato não foram divulgados.

 A Itaipava também será patrocinadora das transmissões do Paulistão na CazéTV. Ao todo, o canal da LiveMode exibirá 19 partidas do campeonato, a começar pelo confronto entre Mirassol e São Paulo, que será no próximo sábado, a partir das 20h30 (horário de Brasília).

 “O Paulistão tem a vocação de atrair parceiros que acreditam na combinação entre tradição e inovação. O retorno de Itaipava, um parceiro histórico do futebol paulista, mostra a força do campeonato como uma plataforma consistente para marcas que querem se conectar com milhões de torcedores”, comenta Bernardo Itri, vice-presidente executivo de marketing e comunicação da FPF.

 Estratégia

Em comunicado divulgado à imprensa, a Itaipava informa que o retorno ao futebol paulista é focado em uma “estratégia de marketing 360º, com ativações on-line e off-line, ao longo de toda a competição”.

 Vale lembrar que, em um passado recente, a Itaipava já deteve o naming ritght do Paulistão (hoje pertencente à Casas Bahia, que assumiu no lugar do Sicredi) e também patrocinou outras competições como Campeonato Carioca, Copa do Brasil e Copa do Nordeste. Atualmente, ela é parceira do Bahia.

  “O futebol é paixão nacional e combina com o jeito leve de Itaipava. Voltar ao Paulistão, agora com a força e a linguagem da CazéTV, é um movimento estratégico para retomar nosso espaço no futebol e reforçar a conexão com os torcedores, especialmente no verão, um momento de brindar e viver grandes encontros, que, assim como o futebol, faz parte do espírito do brasileiro”, afirma Diego Santelices, responsável pelas áreas de comunicação externa e mídia do Grupo Petrópolis.

 CazéTV

De acordo com a nota da empresa, fatores como inovação, linguagem moderna e acessível de alto engajamento no ambiente digital foram determinantes para que a Itaipava escolhesse a CazéTV, em seu retorno do Paulistão.

“A Itaipava tem uma relação histórica com o futebol paulista, e fazer parte do retorno da marca ao Paulistão reforça o papel da CazéTV como uma plataforma que amplia a exposição dos patrocinadores através de uma linguagem que cria uma conexão próxima e genuína com o torcedor. É uma parceria que integra Itaipava ao maior evento esportivo do primeiro trimestre e, portanto, ao momento de maior exposição nesse período do ano”, explica Roberto Cabrini, que comanda a área de negócios da CazéTV.

A Itaipava pretende realizar 143 ações de mídia durante as transmissões da CazéTV, que vão desde vinhetas e comerciais no intervalos até inserções especiais. A marca também estará presente nas placas de led e painéis estáticos nos estádios.

Fonte: Grupo Petrópolis - Você é o nosso maior compromisso

Itaipava se torna cerveja oficial do Paulistão e das transmissões do campeonato na CazéTV - Máquina do Esporte

Weltenburger e o mercado de cervejas alemão

 

Cervejaria monástica mais antiga será vendida; vendas de cerveja na Alemanha caem

Weltenburger, a mais antiga cervejaria monástica do mundo, será vendida à Schneider Weisse, diante da queda de vendas na Alemanha e preservando empregos na região

Por Time de Jornalismo Portal Tela e The Gardian

A cervejaria monástica mais antiga do mundo, Weltenburger, localizada na Abadia de Weltenburg, na Baviera, será vendida à Schneider Weisse, de Munique. A operação faz parte de uma consolidação setor diante de vendas em queda. A transação visa manter a produção histórica sem interromper a tradição de ~1000 anos.

A abadia ainda pertence à Igreja Católica, mas a produção do lager premiado e das cervejas escuras já era feita por funcionários da Bischofshof há décadas. A venda envolve também a Bischofshof, que será encerrada, com as marcas migrando para Schneider.

O acordo foi fechado entre a diocese de Regensburg e a Schneider Weisse. O fechamento está previsto para janeiro de 2027, mantendo 21 empregos ligados a Weltenburger. A diocese destaca a preservação da tradição e a manutenção de parte da atividade na região e da abadia.

Venda de Weltenburger


Till Hedrich, diretor-gerente de Weltenburger e Bischofshof, afirmou que a solução bávara pode evitar o fechamento completo ou a divisão entre investidores sem vínculos com a região, preservando a tradição da cervearia a longo prazo.

Os detalhes financeiros da operação não foram tornados públicos. A Bischofshof, fundada em 1649 e com 56 funcionários, encerrará a produção ao fim deste ano; a marca de cerveja migrará para Schneider, enquanto Weltenburger continuará sendo produzida na abadia histórica.

Regensburg indica que irá buscar opções de recolocação para os trabalhadores da Bischofshof que ficarem desempregados. A fábrica de Weltenburger recebeu, segundo a instituição, cerca de meio milhão de visitantes por ano. No Brasil, a marca é produzida pela Cervejaria Petrópolis.

Contexto do mercado



As vendas de cerveja na Alemanha vêm caindo, com a queda de consumo registrada nos últimos anos em várias nações ocidentais. O setor sofreu retração de cerca de um quarto nos últimos 15 anos e, em 2025, houve queda de 5 milhões de hectolitros.

O mercado alemão preserva forte tradição de marcas regionais, convivendo com dezenas de pequenas e médias cervejarias. A tendência de consolidação acompanha o declínio de volumes em grandes marcas, enquanto breweries locais resistem com produtos artesanais.

Fonte: Cervejaria monástica mais antiga será vendida; vendas de cerveja na Alemanha caem - Portal Tela

Saiba mais: World’s oldest monastic brewery to be sold as German beer sales slide | Germany | The Guardian

terça-feira, 21 de janeiro de 2025

J&F e Grupo Petrópolis

 


Banco da família Batista empresta R$ 328 milhões para Grupo Petrópolis

Por Fábio Matos, do Metrópolis

Banco Original, controlado pela J&F, (mais conhecida pela marca Friboi) fará um financiamento de R$ 328 milhões para socorrer o Grupo Petrópolis, dono de Itaipava e Petra

O Banco Original, controlado pela J&F Participações, da família Batista, fará um financiamento de R$ 328 milhões para socorrer o Grupo Petrópólis, dono das cervejarias Itaipava e Petra, segundo reportagem publicada pelo jornal Valor Econômico.

A transação será no modelo “debtor-in-possession” (DIP) – “devedor em posse”, em tradução livre para o português. O financiamento é considerado “imprescindível para manter a continuidade dos negócios e a oxigenação do caixa” do grupo e foi concluído na virada do ano.

O DIP é uma operação comum para negócios em recuperação judicial, como o da Petrópolis, e pode ser fechado com acionistas de uma empresa, credores ou terceiros.

Ainda de acordo com o Jornal Valor, a cervejaria do grupo registrou queda de 35% nas vendas no período entre janeiro e setembro do ano passado, acumulando um prejuízo de R$ 933 milhões. As perdas totais da companhia bateram R$ 1 bilhão.

Meus grifos: entendo que pode ser uma luz no fim do túnel para a família Faria e uma estratégia de entrar em um segmento que os irmãos Batista ainda não estão presentes. O "churrasco com cerveja" pode ter solução no futuro. 

Fonte: https://www.metropoles.com/negocios/banco-da-familia-batista-empresta-r-328-milhoes-para-grupo-petropolis

quarta-feira, 29 de março de 2023

Cacildis! Deu água no chope.

 

Grupo Petrópolis pede recuperação judicial

A cervejaria detentora de marcas tradicionais como Itaipava Premium, Cacildis, Petra e Crystal, além de outras bebidas, solicitou no dia 28 de março, na Justiça do Rio de Janeiro, um pedido de recuperação judicial. A empresa declarou que suas dívidas somam a ordem de R$4,2 bilhões, sendo 52% deste passivo relacionado a parceiros comerciais, como fornecedores e terceiros.

A Justiça do Rio concedeu ao Grupo uma tutela cautelar de urgência que liberou recursos da empresa nos bancos Santander, Daycoval, Sofisa e Fundo Siena. Antes desse critico cenário, os recursos eram liberados paulatinamente, por meio de solicitações específicas, de forma a preservar a saúde do fluxo de caixa.

A Itaipava estava queimando a pele no verão. A crise de liquidez vem ocorrendo a 18 meses com as quedas das vendas. Em 2022, o volume expedido caiu na ordem 23%, quando comparado a 2020. Com a queda de volumes, a receita bruta recuou 17%. Nesse cenário, com a inflação generalizada dos insumos, incluindo custos energéticos, de matérias-primas e de logística, a empresa enfrentou um forte aperto de margens (conhecido também por "price-cost-squeeze") e, consequentemente, sua liquidez foi severamente impactada. Para piorar o cenário, com juros elevados no atual momento, a conta dependurada na cervejaria ficou mais cara. As despesas financeiras subiram na ordem de R$395 milhões, no período.


É uma conta difícil de fechar. O jeito é tentar dividir "a dolorosa" entre os presentes na mesa. Competir com as gigantes Ambev e Heineken não é para qualquer um. Manter o Market Share da cervejaria, com uma situação financeira delicada, fica cada vez mais complexo. É um verdadeiro desafio convencer os amigos a voltarem ao bar. Conquistar novos adeptos à marca, por meio de novos estilos de cervejas e campanhas publicitárias, é um desafio ainda maior.

Mas não é somente a Petrópolis que vem perdendo consumidores ou ainda passando por um default financeiro. Empresas de outros setores do varejo como as Lojas Americanas e as Lojas Marisa vêm sofrendo reestruturações semelhantes. Seria o início de uma crise no segmento varejista como um todo? Cabe estudo e análise.

Por enquanto estou de quaresma. Mas, prometo que vou prestigiar a cervejaria carioca comprando algumas garrafas, para apreciá-las no outono (que ainda está quente, ou seja, com sol de verão!) Cerveja Black Princess que me aguarde. 

Boa sorte ao Grupo Petrópolis e aos seus stakeholders. Peçam ajuda, pois o bar não pode fechar. Um brinde!

#grupopretropolis #itaipava #avecesarco #djjonesco #ESG #pelosatelite #recupecacaojudicial

https://www.revistahg.com.br/2023/03/28/grupo-petropolis-pede-recuperacao-judicial/

https://www.youtube.com/watch?v=vZ48CZSBGt8

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Executivos em Cervejarias

 Grupo Petrópolis anuncia 2 novos executivos em seu time




 Com a intenção de mapear novas oportunidades no mercado de bebidas no Brasil, o Grupo Petrópolis anuncia a chegada de mais dois novos executivos. Após a contratação de Danielle Bibas, a companhia nomeou Alberto de Souza como vice-presidente comercial e Fabio Medeiros como vice-presidente de supply chain. Alberto já atuou como vice-presidente comercial da fintech Getnet, do grupo Santander, e trabalhou por quase duas décadas na AB InBev. Fabio, por sua vez, construiu sua carreira na Avon e liderou transformações nas áreas de supply chain da marca no Brasil. 

Fonte: Giro News. https://www.gironews.com/informacoes-de-fornecedores/2-novos-executivos-no-time-69596/

quarta-feira, 27 de março de 2019

Compliance em Cervejarias


Resultado de imagem para Garrafa de cerveja quebrada


Sérgio Cabral admite que recebeu propina de cervejaria



O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) é interrogado nesta terça-feira (26) na Justiça Federal do Rio. O processo é sobre um desdobramento da Calicute, a operação-mãe da Lava Jato fluminense, referente a lavagem de dinheiro através de concessionárias de carro.

Pela primeira vez, Cabral confirmou o recebimento de propina de uma cervejaria, confirmando a delação de seu operador financeiro Carlos Miranda. Na colaboração premiada, Miranda disse que a propina mensal do grupo era de R$ 500 mil.

Em troca, disse Miranda, a firma tinha benefícios fiscais. Mensalmente, R$ 150 mil ficavam com Ary e outros R$ 150 mil com Miranda, enquanto o restante era da "caixa geral de propina".

"Já o Grupo Petrópolis, sim. Tinha propina. Houve ajuda em campanha eleitoral e, de fato, havia esse recurso, como o Carlos Miranda falou no depoimento dele que parte era para lavagem de dinheiro, outra parte ficava para o Ary e outra para gastos do caixa", disse.

O ex-governador também admitiu a existência de um esquema de lavagem de dinheiro para pagar funcionários pessoais. Alguns deles eram contratados como comissionados, mas tinham um "bônus" pago pelo esquema.

"Tenho conhecimento dos fatos (de lavagem), eram pessoas da minha relação, intimidade, que conviviam comigo e cuidavam do dinheiro da propina, do meu dinheiro pessoal. Dona Sônia, o Sérgio e Carlos Miranda e o Ary também", disse. "Eram pessoas que eu ficava mais atento (com os salários)".

Sérgio Cabral voltou a manifestar, no depoimento, o que chamou de nova postura e arrependimento. "[Quero] agradecer à minha defesa e ao senhor a oportunidade de poder contar ao senhor a verdade dos fatos e à sociedade, representada aqui pela imprensa".

Outro lado

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Grupo Petrópolis, proprietária da marca Itaipava, informou que não obteve qualquer benefício fiscal ou financeiro durante o governo de Sérgio Cabral. A empresa também afirma que "sempre atuou de acordo com a legislação e suas relações com o Estado do Rio de Janeiro foram pautadas pelos critérios de geração de empregos para a região, razão pela qual nunca precisou de qualquer subterfúgio para atuar no Estado".

Já o ex-governador, Luiz Fernando Pezão, nega o recebimento de qualquer valor a título de propina. A defesa de Wilson Carlos diz que ele nega "veementemente" as afirmações de Serjão.


Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/03/26/sergio-cabral-e-interrogado-na-justica-federal-do-rj.ghtml

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Compliance em Cervejarias



Cervejaria doou R$ 3 milhões ao governador de MT em 2014 em acordo para benefícios fiscais, diz delator

Empresário Alan Malouf citou doação do Grupo Petrópolis, dono da cervejaria Itaipava, no acordo de delação premiada firmado com a Procuradoria Geral da República (PGR).

Coordenador financeiro da campanha de Pedro Taques (PSDB) ao governo de Mato Grosso em 2014, o empresário Alan Malouf citou, no acordo de delação premiada firmado com a Procuradoria Geral da República (PGR), que o Grupo Petrópolis, dono da cervejaria Itaipava, fez uma doação de R$ 3 milhões ao governador após a vitória dele nas eleições. Em troca, segundo ele, houve acordo para o recebimento de incentivos fiscais do governo.

Em nota, o Grupo Petrópolis informou que as doações para campanhas eleitorais estão registrados e comprovadas em órgãos competentes, de acordo com o que determina a legislação. Alegou não ter recebido qualquer incentivo fiscal por favor de qualquer pessoa, mas por direitos fixados na lei de incentivo fiscal.


Malouf afirmou que, ao fim das eleições, ficou uma dívida de cerca de R$ 7 milhões da campanha eleitoral. Desse modo, o grupo empresarial que apoiou a candidatura do tucano com doações em caixa 2 e outros aliados se movimentaram para saldar esses débitos. Um desses aliados é o ex-secretário da Casa Civil Paulo Taques, que é primo do governador, que captou esse recurso.

Conforme o delator, que já teve a colaboração homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Paulo Taques, que está preso, pediu ajuda à cervejaria. Essa doação chegou a ser declarada à Justiça Eleitoral.

"Que se recorda que em uma reunião com Pedro Taques e Paulo Taques na residência do Pedro Taques, o peticionante presenciou Paulo Taques ligar para um diretor da referida empresa, solicitando do mesmo a doação de mais R$ 2 milhões, pois até aquela data a referida cervejaria já havia doado RS 1 milhão", diz trecho do documento.



quinta-feira, 20 de junho de 2013

Cervejaria Petrópolis


Cervejaria Petrópolis, de Walter Faria, é cobrada por bancos na Justiça

HSBC, Credit Suisse e ING acusam a empresa de ser dona oculta de uma processadora de soja chamada Imcopa, que deu um calote bilionário na praça


Dono da Cervejaria Petrópolis, Walter Faria conquistou recentemente o posto de 12º homem mais rico do Brasil, segundo a Forbes   (Roberto Setton)

Os bancos HSBC, Credit Suisse e ING foram à Justiça para cobrar 530 milhões de reais da Cervejaria Petrópolis, dona das marcas Itaipava, Crystal e Petra. Os processos, no entanto, não têm nada a ver com cerveja. Os bancos acusam a empresa de ser dona oculta de uma processadora de soja chamada Imcopa, que deu um calote bilionário na praça. Como a Imcopa não paga, querem que a Petrópolis honre as dívidas com eles.

A Imcopa é líder na produção de derivados de soja não transgênica no país, deve quase 1 bilhão de reais no total e está enrolada com os credores faz tempo. Renegociou as dívidas em 2009, mas não cumpriu os acordos que fez. Em janeiro, pediu recuperação judicial.

Leia em VEJA desta semana: Walter Faria, o bilionário das cervejas 
Os bancos alegam nas ações que foram enganados todo esse tempo. Afirmam que nos últimos quatro anos a Petrópolis se apropriou da Imcopa por baixo do pano - tudo tramado para ficar com as receitas bilionárias do negócio, sem ter de responder pelas dívidas. Na Justiça, pedem o reconhecimento dessa situação, para assim cobrar a cervejaria. O HSBC cobra 380 milhões de reais, o Credit Suisse 90 milhões de reais e o ING, 50 milhões de reais.

Em VEJA desta semana, uma reportagem sobre o dono da Cervejaria Petrópolis, Walter Faria - conhecido por “Wárti” -, coloca o negócio sob mais suspeitas. O empresário, com fortuna avaliada em 4,6 bilhões de dólares, chegou ao posto de 12º homem mais rico do Brasil, de acordo com a revista Forbes. Apesar do sucesso, concorrentes o acusam de plágio e sonegação de impostos.

Segunda maior cervejaria do país, com faturamento de 5 bilhões de reais por ano, a Petrópolis afirmou, por meio de nota, que as ações dos bancos são indevidas e que não tem qualquer participação na Imcopa. As duas teriam apenas um acordo comercial, pelo qual a Imcopa produz derivados de soja mediante encomenda para o Grupo Petrópolis, que comercializa os produtos finais.

A Imcopa respondeu a mesma coisa, por e-mail. Sobre a acusação de que teria enganado os bancos, afirmou que jamais faltou com seus compromissos, embora as instituições lhe tenham imposto um fluxo de pagamento inaceitável.
(com Estadão Conteúdo) F

onte: http://veja.abril.com.br/noticia/economia/cervejaria-petropolis-de-walter-faria-e-cobrada-por-bancos-na-justica

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Cerveja Itaipava e a Stock Car


Kanaan passeia em cervejaria e cogita Stock após ganhar 500 Milhas

Foto: Rafael Gagliano/ MP Team / Divulgação
Fonte: http://esportes.terra.com.br/automobilismo/formula-indy/kanaan-passeia-em-cervejaria-e-cogita-stock-apos-ganhar-500-milhas,c21822bbfb6fa310VgnCLD200000bbcceb0aRCRD.html
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