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quarta-feira, 15 de maio de 2024

Ave Cesar Movies: O Entregador



Ave Cesar Movies: O Entregador

Saiu nesse mês de maio, pela Netflix, o suspense chamado de “O Entregador”, em espanhol, “El Correo”, dirigido por Daniel Calparsoro e estrelado por Aron Piper. A película passa no ano de 2002 e é uma obra de tem um mix de ficção e realidade, pois essa tem como referência histórica um dos maiores escândalos de corrupção financeira ocorrido na construção civil na Espanha e agentes do Poder Público, por meio de atos de suborno, formação de quadrilhas além de elevada lavagem de dinheiro, iniciado no período de troca de moedas, de Pessetas para Euros, conforme acordado pela União Europeia, em 1999. O esquema ficou conhecido por "trama Gürtel".

É um filme que tem que tirar as crianças da sala, pois há cenas inadequadas para a idade (sexo, drogas e rock n 'roll.) Apesar desse detalhe, o seu enredo é sério e profundo. Dados do filme citam que a fraude no setor público espanhol foi superior a 9 bilhões de euros. A Espanha teve que buscar 58 bilhões no Banco Europeu para cobrir os prejuízos, triplicando a dívida pública daquele país. Os espanhóis ficaram mais pobres e a desigualdade disparou. Ordens de despejo se multiplicaram. Cortes na saúde e educação se mantêm até os dias de hoje.

Profissionais de GRC, Auditorias Interna e Externa, Forensic, devem atentar ao filme para entender como são articuladas manobras de lavagem de dinheiro entre bancos e agentes e entre países e como suas consequências sociais e econômicas são drásticas e de alto impacto em ESG.

 

#pelosatelite #avecesarco #djjonesco #avecesarmovies #ESG #AML #GRC

https://www.elmundo.es/elmundo/2009/10/07/espana/1254902912.html

quarta-feira, 27 de março de 2019

Compliance em Cervejarias


Resultado de imagem para Garrafa de cerveja quebrada


Sérgio Cabral admite que recebeu propina de cervejaria



O ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB) é interrogado nesta terça-feira (26) na Justiça Federal do Rio. O processo é sobre um desdobramento da Calicute, a operação-mãe da Lava Jato fluminense, referente a lavagem de dinheiro através de concessionárias de carro.

Pela primeira vez, Cabral confirmou o recebimento de propina de uma cervejaria, confirmando a delação de seu operador financeiro Carlos Miranda. Na colaboração premiada, Miranda disse que a propina mensal do grupo era de R$ 500 mil.

Em troca, disse Miranda, a firma tinha benefícios fiscais. Mensalmente, R$ 150 mil ficavam com Ary e outros R$ 150 mil com Miranda, enquanto o restante era da "caixa geral de propina".

"Já o Grupo Petrópolis, sim. Tinha propina. Houve ajuda em campanha eleitoral e, de fato, havia esse recurso, como o Carlos Miranda falou no depoimento dele que parte era para lavagem de dinheiro, outra parte ficava para o Ary e outra para gastos do caixa", disse.

O ex-governador também admitiu a existência de um esquema de lavagem de dinheiro para pagar funcionários pessoais. Alguns deles eram contratados como comissionados, mas tinham um "bônus" pago pelo esquema.

"Tenho conhecimento dos fatos (de lavagem), eram pessoas da minha relação, intimidade, que conviviam comigo e cuidavam do dinheiro da propina, do meu dinheiro pessoal. Dona Sônia, o Sérgio e Carlos Miranda e o Ary também", disse. "Eram pessoas que eu ficava mais atento (com os salários)".

Sérgio Cabral voltou a manifestar, no depoimento, o que chamou de nova postura e arrependimento. "[Quero] agradecer à minha defesa e ao senhor a oportunidade de poder contar ao senhor a verdade dos fatos e à sociedade, representada aqui pela imprensa".

Outro lado

Por meio de sua assessoria de imprensa, o Grupo Petrópolis, proprietária da marca Itaipava, informou que não obteve qualquer benefício fiscal ou financeiro durante o governo de Sérgio Cabral. A empresa também afirma que "sempre atuou de acordo com a legislação e suas relações com o Estado do Rio de Janeiro foram pautadas pelos critérios de geração de empregos para a região, razão pela qual nunca precisou de qualquer subterfúgio para atuar no Estado".

Já o ex-governador, Luiz Fernando Pezão, nega o recebimento de qualquer valor a título de propina. A defesa de Wilson Carlos diz que ele nega "veementemente" as afirmações de Serjão.


Fonte: https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2019/03/26/sergio-cabral-e-interrogado-na-justica-federal-do-rj.ghtml

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Compliance nos negócios

Compliance: por um mundo melhor

O certificado abaixo, refere-se ao primeiro grupo de formandos com especialização internacional certificada pelo Chartered Institute for Securities & Investiments (CISI) no Brasil, após exames aplicados pela representante da CISI, a Thomson Reuters.
Vamos em frente, por um ambiente de Compliance cada vez melhor, respeitado e com os mais altos padrões de integridade.
#compliance
Um brinde!




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