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segunda-feira, 1 de dezembro de 2025

Cervejas Estrada Real

 

Programa Estrada Real, de Minas Gerais, é agraciado com 4 rótulos de cervejas

A tríade de cervejarias, Prússia, Stadt Jever e Fürst Bier, fecham mais uma Parceria Estratégica para o Futuro da Estrada Real.

Nas palavras de Paulo Furst, "Cerveja se faz com paixão, e grandes jornadas se fazem com grandes parceiros".

O cervejeiro ainda comenta: "Mais do que um negócio, a Estrada Real é um projeto que carrega a alma de um legado. E para honrar essa história e levá-la ainda mais longe, sabíamos que precisávamos de parceiros que compartilhassem da nossa mesma paixão pela excelência".

A Cervejaria Fürst, a Jever e a Prussia, assumirão a produção e distribuição dos rótulos da Estrada Real. 

"Isto é mais do que um acordo comercial; é um encontro de propósitos. É a certeza de que a qualidade e a essência que nos movem estarão em cada garrafa e lata, chegando a mais pessoas que, como nós, valorizam um bom produto feito com dedicação e respeito", comenta.

 "Juntos, somos mais fortes e vamos mais longe", finaliza o cervejeiro Paulo.

Estrada Real

A Estrada Real é o programa de turismo em Minas Gerais composto pelas rotas do ouro e dos diamantes em Minas Gerais. Surgiu nos tempos do Brasil Colônia, ligando Minas Gerais, à Corte, no Rio de Janeiro e em Parati, zona portuária da época. As rotas são mapeadas e apresentam pontos de indicação ao longo dos trechos. O caminho é certificado por meio de um passaporte, que é carimbado ao longo da jornada turística. Trata-se de uma gameficação que coloca a Estrada Real em uma rota desejada pelo turista, em Minas Gerais.

A Estrada Real já teve dois rótulos de cervejas, fabricadas pela Cervejaria Falke Bier.

Saiba mais em: Uma estrada, seu destino | Estrada Real

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quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Cerveja em Estádios


LEI Nº 21.737, DE 5 DE AGOSTO DE 2015

Dispõe sobre a comercialização e o consumo de bebida alcoólica nos estádios de futebol localizados no Estado e dá outras providências.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MINAS GERAIS, O Povo do Estado de Minas Gerais, por seus representantes, decretou e eu, em seu nome, promulgo a seguinte Lei:

Art. 1º A comercialização e o consumo de bebida alcoólica nos estádios de futebol localizados no Estado serão permitidos desde a abertura dos portões para acesso do público ao estádio até o final do intervalo entre o primeiro e o segundo tempo da partida. 

Art. 2º Cabe ao responsável pela gestão do estádio de futebol definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebidas serão permitidos. Parágrafo único. É vedado comercializar ou consumir bebida alcoólica nas arquibancadas e cadeiras do estádio.

Art. 3º O descumprimento do disposto nos arts. 1º e 2º desta Lei sujeita o infrator às seguintes penalidades, sem prejuízo da aplicação da Lei Federal nº 8.078, de 11 de setembro de 1990:

I – se consumidor, retirada das dependências do estádio e multa no valor de até 500 Ufemgs (quinhentas Unidades Fiscais do Estado de Minas Gerais);

II – se fornecedor, advertência escrita e multa no valor de até 5.000 (cinco mil) Ufemgs.

Parágrafo único. A multa a que se refere este artigo poderá ser aplicada em dobro, em caso de reincidência, assegurado o devido processo administrativo.

Art. 4º Fica autorizada a instalação de sistemas de reconhecimento facial nos estádios de futebol localizados no Estado.

Art. 5º VETADO.

Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte, aos 5 de agosto de 2015; 227º da Inconfidência Mineira e 193º da Independência do Brasil. FERNANDO DAMATA PIMENTEL

terça-feira, 14 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas

Cervejas nos Estádios de Minas: Volta? Volta! Volta! Volta!

Agora só falta a sanção do governador Fernando Pimentel para a volta das cervejas aos palcos do futebol mineiro. A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALGM) aprovou nesta terça-feira, em segundo turno, o projeto de lei que libera a venda de bebidas alcoólicas nos estádios de futebol. A votação registrou 35 votos favoráveis e 15 contrários. Esse é um passo decisivo para o retorno das cervejas aos palcos esportivos. A tendência é que Pimentel analise o caso em 15 dias. Assim, ser for sancionada pelo governador, as bebidas alcoólicas já estarão à venda nas arenas do estado em agosto.

O projeto original permite a venda e o consumo de bebidas alcoólicas nos estádios durante o primeiro tempo da partida e nos 15 minutos correspondentes ao intervalo. A regra se estende a uma área de 500 metros em torno dos estádios.

Ficará sob responsabilidade dos gestores das arenas definir os locais nos quais a comercialização e o consumo de bebida serão permitidos, sendo vedada a prática nas arquibancadas e cadeiras.

Segundo o líder do governo na Assembleia Legislativa, Durval Ângelo (PT), o governador ainda não tem uma posição oficial sobre o texto da "Lei da cerveja". Pimentel analisará a lei do ponto de vista jurídico, entre outros aspectos. Para Durval, a lei não fere o Estatuto do Torcedor - considerado um ponto polêmico pelo Ministério Público -, uma vez que a venda de bebidas alcoólicas foi liberada durante a Copa do Mundo e estados como Bahia e Rio Grande do Norte, por exemplo, permitem a comercialização de cervejas em qualquer evento esportivo.

O Estatuto do Torcedor (Lei 12.299/2010), no artigo 13-A do texto, considera ilegal a entrada e permanência nas arenas com "bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência".

O autor do projeto de lei, Alencar da Silveira Júnior (PDT), confia no, segundo ele, “bom senso do Ministério Público”, que já se posicionou contrário à medida: “Ele (promotor Leonardo Barbabela) vai ter que levar em conta o que está acontecendo nos estádios. Acho que, no fim, ele vai ter o bom senso de ler a lei e vai acabar tomando uma cervejinha no estádio também”, brincou o deputado.

Fonte:http://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/interior/2015/07/14/noticia_interior,314887/assembleia-legislativa-aprova-lei-da-cerveja.shtml


quarta-feira, 1 de julho de 2015

Cerveja nos Estádios de Minas Gerais

Projeto que tramita na Assembléia de Minas cria "Cerveja da Paz"


Um projeto de lei em tramitação na Assembleia Legislativa pretende trazer de volta a bebida alcoólica para os estádios esportivos mineiros de uma forma inusitada. Para dar um drible na legislação federal e marcar o gol que parte dos torcedores espera, o deputado estadual Anselmo José Domingos (PTC) quer decretar, pela lei, que a cerveja, preferência nacional dos brasileiros e uma das principais companhias dos frequentadores assíduos dos jogos de futebol, não é capaz de provocar atos violentos do consumidor.
O alvo é a Lei 12.299/10, o Estatuto do Torcedor, que considera ilegal a entrada e permanência nos estádios com bebidas ou substâncias “proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”. Segundo parágrafo único do projeto de lei de Anselmo Domingos, a cerveja “não é bebida suscetível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência em estádios, arenas desportivas e eventos desportivos”.

Já o assunto e o primeiro artigo da proposta trazem praticamente uma definição de dicionário: “Define-se cerveja como uma bebida alcoólica carbonatada, produzida através da fermentação de materiais com amido, principalmente cereais maltados como a cevada e o trigo, incluindo água como parte importante no processo e, em algumas receitas, lúpulo e fermento, além de outros temperos, como frutas, ervas e outras plantas”.

“A gente, na realidade, faz uma redundância apenas para confirmar que cerveja é uma bebida alcoólica que não é capaz de gerar violência”, explicou o autor do texto. O parlamentar disse ter corrido para apresentar o projeto, que ainda pode ser aperfeiçoado. O projeto de Anselmo vai ser apreciado em conjunto com outro, de autoria de Alencar da Silveira Junior (PDT), que delimita o período em que a venda poderá ocorrer durante as partidas de futebol. Segundo Anselmo Domingos, sua versão é mais ampla, trazendo uma visão diferente do projeto ao qual foi anexado.

Alencar propõe que a bebida seja liberada nos primeiros 45 minutos de jogo e no intervalo, proibindo a venda e o consumo em dias de jogos a partir do primeiro minuto do segundo tempo. A regra, que enquadra os 500 metros do entorno das arenas, valerá para as dependências de estádios da administração pública direta e indireta do estado. Alencar diz que seu projeto atende interesses do esporte mineiro, “motivando o retorno aos estádios dos que abandonaram em face ao perigo que a violência representa para a sua integridade física”.

Outro projeto anexado ao de Alencar foi o de Gustavo Valadares (PSDB), que prevê a regulamentação da venda de bebidas alcoólicas durante todo o tempo das partidas. A restrição é que sejam cerveja, chope ou afins e que o recipiente tenha até 500 ml. Anselmo Domingos acredita que o projeto de Alencar esteja com as discussões mais avançadas. “Vou trabalhar pelo meu, mas o projeto do Alencar tem preferência nisso. Se ele acertar, a gente recua e vamos aprovar o dele”, afirmou. O projeto de lei que autoriza as bebidas está na Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia.

Os deputados estaduais já tentaram aprovar a liberação da bebida em legislaturas anteriores, mas o tema é sempre polêmico na Casa. No início de junho, a Comissão de Esporte, Lazer e Juventude fez uma audiência pública para discutir o assunto. O Supremo Tribunal Federal ainda deve se posicionar em ações diretas de inconstitucionalidades sobre leis aprovadas nos estados da Bahia e Espírito Santo.

RETROCESSO 
Em audiência pública na Câmara Municipal de Belo Horizonte sobre a venda de bebida alcoólica em estádios, o promotor de Justiça Fernando Abreu afirmou que a liberação representaria um retrocesso. “O consumo de álcool potencializa a violência e aumenta o número de ocorrências nos jogos. Toda e qualquer medida favorável à comercialização interna é um retrocesso”, disse.

O gerente de operações do consórcio Minas Arena, que administra o Mineirão, Severiano Braga, reforçou a experiência negativa da venda de bebidas alcoólicas na Copa do Mundo. “Não vimos cenas boas. Bares foram saqueados, pais perderam os filhos. Ela (a bebida) potencializa reações violentas”, contou. “Se foi liberada, tem que haver mecanismos de controle e regras”, completou.

Debate 

A venda de bebidas alcoólicas em estádios divide vereadores de BH, onde tramitam projetos proibindo e também permitindo o comércio em eventos esportivos. Ontem, o assunto foi tema de audiência pública. O subcomandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar, major Marcelo Campos Pinheiro, afirmou que a corporação é contra a venda dentro e fora dos estádios. “A PM é contra qualquer uso. Os torcedores entram no estádio alcoolizados e faltando poucos minutos para o jogo. É complicado 10 mil pessoas querendo entrar na mesma hora. Estamos tendo problema no acesso”, afirma. Já o secretário municipal adjunto de Fiscalização de BH, Alexandre Salles Cordeiro, defende a liberação e reconhece que a fiscalização é pequena perto do número de ambulantes. “A prefeitura também é a favor que se libere a esplanada do Mineirão para se colocar uma feira de alimentos”, diz.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Cerveja em estádios de Minas Gerais

Clubes da capital apoiam a volta da venda de cerveja nos estádios


Proibida desde 2007 em Minas Gerais, a comercialização de bebidas alcoólicas dentro e no entorno dos estádios de futebol e demais praças esportivas conta com o apoio dos clubes e da Federação Mineira de Futebol (FMF).

Autor do projeto de lei que regulamenta a venda de bebidas alcoólicas, o deputado estadual Alencar da Silveira Jr. (PDT), que também é um dos presidentes do América, reuniu-se com dirigentes de Cruzeiro, Atlético e FMF em um badalado restaurante de Belo Horizonte.

Otimista com a tramitação da pauta na Assembleia, Alencar crê que mais de 50 dos 77 parlamentares votarão a favor. Ele estima que a cerveja volte a ser comercializada nos estádios já no segundo semestre.

O presidente do Atlético, Daniel Nepomuceno, classifica como “irracional” a proibição, alegando que torcedores consomem cerveja até a hora do início das partidas, nas imediações.

Já para o Cruzeiro, a volta da venda dentro do Mineirão será importante para o aumento da receita do clube em dias de jogos e para evitar confusões durante a entrada dos torcedores.

Oposição ao projeto

O deputado Antonio Jorge (PPS), opositor ao projeto, afirma que é hipocrisia “tratar a cerveja como refrigerante”. Presidente da Comissão de Combate ao Crack e Outras Drogas, ele se baseia no artigo 13 do Estatuto do Torcedor, que determina a proibição de “portar objeto, bebida ou substância proibida ou susceptível de gerar ou possibilitar a prática de atos de violência”.

Já de acordo com o professor de direito desportivo, Gustavo Lopes Pires, o Estatuto não proíbe a cerveja. “Não há estudos que provem que a cerveja esteja ligada à violência”, explica.

Foto: freepik

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Cervejas em estadios

O novo presidente da CBF disse que vai lutar pela liberação de cervejas nos estádios de futebol. Para Marco Polo Del Nero, em entrevista o ESPN.com.br, a bebida tem de ser permitida antes do início das partidas e somente no espaço dos bares das arenas. 
"Estamos vendo isso também. Conversando. Tem de trabalhar. Eu sou favorável à liberação da bebida, da cerveja, mas que seja tomada só no bar, não na cadeira. Na cadeira tem de ser proibido levar o copo. Mas antes, qual o problema [de ter cerveja]?", disse o dirigente.
"Futebol é entretenimento. É isso. Tem que fazer o torcedor chegar uma hora antes, se divertir. Toma uma cervejinha... O que eles têm feito: bebem na rua, no bar da esquina e lá tem pinga, bebida mais forte. Então, dentro do estádio eles só estariam bebendo cerveja", completou.
Foto: freepik

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Furst Bier

Devagar e sempre! Fürst Bier Blond Ale



A cidade de Formiga tem que dar graças! A cervejaria Furst Bier vem, com ousadia, desenvolvendo cervejas com aromas e sabores fora do padrão tradicional e dessa forma vem conquistando aos poucos novos adeptos à cultura cervejeira na principal região cafeeira de Minas Gerais.

Entendo que a tendência será natural: municípios do interior terão a sua própria microcervejaria como referência, para deleite dos moradores, quiçás criando receitas com ingredientes típicos da região. Algumas cervejarias em Minas com essas características são: Tiradentes na cidade histórica de mesmo nome; Ouropretana, em Ouro Preto, Santana em Lavras, Brüder em Coronel Fabriciano, Libertas em Santa Rita do Sapucaí.

Na foto apresenta-se a Blond Ale. Cerveja de coloração alaranjada, suave, com notas frutadas e boa formação de espuma. Se compararmos com outras cervejas de mesma característica do mercado, podemos dizer que se trata de uma cerveja mais leve. Todavia, o mais  importante e bonito é se colocar na região em que a cerveja é predominantemente vendida associado ao desconhecimento da população, o que gera no mínimo atos de curiosidade e admiração.

Parabéns ao Geraldo e Paulinho Furst! Verdadeiros bandeirantes cervejeiros no estado de Minas!

Um brinde!

Conheça mais sobre a Furst Bier: http://www.furstbier.com.br/

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Cervejarias em Minas Gerais

Empresários no Sul de Minas investem em cervejarias artesanais

Empresários no Sul de Minas têm investido cada vez mais no ramo de cervejarias artesanais. Mesmo com o preço de venda um pouco mais alto em relação às cervejas comuns, as artesanais têm caído cada vez mais no gosto do consumidor e bares que servem este tipo de bebida se tornam mais comuns a cada dia. Na região, já existem seis cervejarias artesanais.
O engenheiro Juliano Brandão se define como um verdadeiro apreciador de cervejas. Já experimentou várias, dentro e fora do país. Há algum tempo trocou o consumo das convencionais, comuns no mercado, pelas artesanais e acredita que o sabor é bem melhor. "Quem faz a cerveja artesanal, gosta do que faz e faz bem feito. E eu gosto do que é bem feito", afirma.
Segundo o comerciante Bruno Gomes Martins, que tem um bar em Pouso Alegre (MG), um aumento na procura por cervejas artesanais tem acontecido nos últimos anos. Ele abriu o negócio há quatro anos e meio e trabalha com mais de 100 variedades da bebida vindas de diferentes estados e países. "Teve um aumento de dois anos pra cá, a demanda dos diferentes tipos de cervejas cresceu demais e a curiosidade [das pessoas] de saber porque é diferente. Então, cada estilo se adequa a cada pessoa e isso vai trazendo público e a cultura cervejeira para o Sul de Minas."
Empresário alemão produz cerveja artesanal em Monte Verde, MG (Foto: Edson de Oliveira / EPTV)Empresário alemão produz cerveja artesanal em Monte Verde, MG (Foto: Edson de Oliveira / EPTV)
Em Minas Gerais existem 25 cervejarias registradas no Ministério da Agricultura e seis delas estão no Sul de Minas. Segundo dados divulgados em junho pelo Sindbebidas, sindicato da categoria, no Brasil os fabricantes têm um crescimento médio de 21% ao ano e uma produção de 1,1 milhão de litros todos os meses.
Investimento em diferencial
O alemão Jörg Franz Shwabe (o Fritz) se tornou mestre cervejeiro em 1972. Ele montou uma marca especializada em chopes e há cinco anos também produz cinco diferentes cervejas artesanais em Monte Verde, distrito de Camanducaia (MG).  Na fábrica, ele acompanha cada processo, até na hora de ver se a cerveja está pronta para ser comercializada. "Acompanhamento direto desde o início, da compra da matéria-prima, você faz sua análise visual, a fermentação, maturação até o produto pronto", explica.
Empresário fez cervejaria artesanal em fazenda em Santa Rita do Sapucaí (Foto: Edson de Oliveira / EPTV)Empresário fez cervejaria artesanal em fazenda
em Santa Rita do Sapucaí
(Foto: Edson de Oliveira / EPTV)
No restaurante especializado em cervejas artesanais no distrito, o cliente tem uma vantagem: além de experimentar a bebida, ele tem a oportunidade de conhecer a fabricação dela, que fica bem ao lado. "Quem experimenta uma cerveja artesanal dificilmente volta a consumir uma industrializada. É a pura cevada realmente", aprova o cliente Renato Garuti
O engenheiro Henrique Del Castillo também montou uma fábrica de cerveja artesanal na fazenda dele, em Santa Rita do Sapucaí (MG). De portas abertas há três anos, no local são envasados 20 mil litros por mês. "Você começa produzindo em casa, em panelas, de 20 litros até 60 litros, de repente você vê que isso pode ser uma oportunidade de negócio. É isso, você começa com um foco caseiro e depois passa para um foco de negócios", conta.
A cerveja artesanal custa em média duas a três vezes mais que as comuns, mas o consumidor não reclama da diferença. "Vale a pena por causa do sabor e da dedicação colocada neste tipo de cerveja", completa Brandão.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Preços das cervejas na Copa


Preços em Estádios durante a Copa irão aquecer os cartões de crédito

Tudo pronto para refrescar-se durante os jogos da Copa (para aqueles que irão aos estádios).

Garanto que os "esquentas" antes dos jogos será o mais bacana! Prepare o bolso! Aceita-se cartões de crédito! Budwiser sairá a R$ 13,00! A cerveja no estádio terá um gosto um pouco mais amargo...no bolso.


segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mercado de Cervejas



Cervejarias mineiras inovam ao lançar versões com ingredientes brasileiros e inusitados

por Graziela Reis - Estado de Minas
Foto: Cristina Horta (EM)

As louras geladas que me perdoem, mas as cervejas especiais mineiras estão dando um banho de ousadia na concorrência e, por isso, ganhando clientela cativa e destaque no mercado. O estado, terceiro no ranking brasileiro da bebida artesanal com oito fabricantes, tem sido reconhecido no país e mesmo em outras regiões do mundo. Receitas criativas e originais é que têm feito a diferença e levado à expansão dos negócios. Já pensou em provar uma cerveja com jabuticaba, açúcar mascavo ou capim-limão?

A Falke Bier, instalada em um condomínio de Ribeirão as Neves, na Grande BH, é exemplo de cervejaria mineira que está registrando bons resultados até o colarinho. Sabores diferentes, como o da Vivre, que chega ao mercado no fim do mês e tem gosto de jabuticaba, levaram os sócios da empresa a partir para a ampliação. “Não temos mais para onde crescer”, afirma Marco Falcone, sócio e cervejeiro da Falke. Ele já está procurando um novo terreno, também nos arredores de Belo Horizonte, e planeja investir cerca de R$ 1 milhão na nova planta.

Falcone calcula quadruplicar a produção, que hoje está em 12 mil litros mensais, assim que a nova cervejaria estiver funcionando. Na unidade antiga, inaugurada há sete anos, será concentrada a fabricação da Vivre, que vai ser vendida por cerca de R$ 200, e da Monasterium, também especial, já disponível para os apreciadores da bebida no mercado, e que sai por R$ 60, aproximadamente. Os preços, segundo Falcone, são justificados pelos diferenciais das receitas. Para ter ideia, a Vivre é feita com três grãos (malte de cevada, trigo e aveia). Depois de fermentada no tanque, ela é engarrafada e fica em maturação pelo período de dois a quatro anos, enquanto ganha acidez. Só após esse prazo que é retirada da garrafa e volta para o tanque, quando entram novos ingredientes: mais levedura e a frutose, que é da jabuticaba e confere o aroma e o sabor da fruta à bebida. “É uma cerveja no estilo sour ale and fruit bier e tem mesmo gosto de jabuticaba”, explica Falcone, que também é diretor do Sindicato das Indústrias de Cerveja e Bebidas em Geral do Estado de Minas Gerais (Sindbebidas-MG). A produção da Vivre, lançada nacionalmente durante a Feira Brasil Brau, em São Paulo, será limitada em 1,2 mil garrafas ao ano. (...)

Sabores diversos

(...) As outras cervejarias mineiras especializadas no segmento premium, a Três Lobos (que produz a Backer) e a Krug (responsável pela marca Áustria), também não param de lançar novidades em estilos bem diferentes do seguido pela tradicional loura gelada, a pilsen produzida em escala mais comercial no país. Na Backer a criatividade impera. A cervejaria, que inovou ao lançar a Brown (cerveja com aroma de chocolate), agora prepara uma nova série, a Extreme, com opções no estilo americano – a Três Lobos (american pilsen com açúcar mascavo), Pele Vermelha (imperial india pale ale com raspas de laranja- da-terra), Exterminador de Trigo (wheat beer com capim-limão) e Bravo (imperial porter maturada em barris de umburana normalmente usados no envelhecimento de cachaça).

Segundo a diretora de Marketing da cervejaria, Ana Paula Lebbos, as novas versões chegam ao mercado no fim do mês e vão custar a partir de R$ 7. “O objetivo é inovar sempre. O caminho para as cervejas especiais é este”, afirma. Ela acredita que as cervejarias do estado têm se destacado porque acabam refletindo em suas bebidas a tradição mineira de bem receber e bem cozinhar. “As empresas daqui já chegam com um pé na frente”, reforça. Prova do que ela diz pôde ser conferida no resultado do South Beer Cup. A Pele Vermelha, antes mesmo de ser lançada, conquistou a medalha de bronze do campeonato sul-americano da bebida.

Hoje, são produzidos cerca de 180 mil litros de Backer por mês. Em 2010, quando a fábrica que fica no Bairro Olhos d’Água, em BH, recebeu investimentos de cerca de R$ 500 mil para expandir sua capacidade para 240 mil litros mensais, as vendas da cerveja cresceram 12,5%. Para este ano, a expectativa é manter o crescimento de dois dígitos, entre 10% e 15%.

Mais detalhes em: http://www.em.com.br/app/noticia/economia/2011/07/10/internas_economia,238824/cervejarias-mineiras-inovam-ao-lancar-versoes-com-ingredientes-brasileiros-e-inusitados.shtml
Publicação: 10/07/2011 07:14 Atualização: 10/07/2011 13:12
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