Distilling Summit Brazil Realiza em Setembro Profissionais do Setor de Destilados
Distilling Summit Brazil Realiza em Setembro Profissionais do Setor de Destilados
The Macallan Lança Edição Especial de James Bond
Garrafa em comemoração aos 55 anos da franquia nos cinemas
chega ao mercado por R$ 4 mil
A marca lançou no Brasil uma garrafa especial, para uma
edição limitada “The Diamonds of Forever 55th Anniversary Release”, que
homenagear o icônico filme de James Bond, por meio de single malte, criado
especificamente para esse fim.
Assim como a Heineken e a Bollinger, o Whisky que não
ficaria para trás. O feito colaborativo (The Maccalan e 007) é a junção
estratégica que não apenas incrementa produto, mas também mexe com a imaginação
das pessoas. Além do Dry Martini o agente secreto também é capaz de tomar um
whisky.
O lançamento deste The Macallan celebra o conhecimento de James Bond sobre vinhos de Jerez através de uma seleção inesperada de barris de carvalho temperados com Jerez e vinho tinto, destilados em 2007. Uma exploração inovadora dos nossos personagens pioneiros e uma expressão da narrativa do filme, onde nem tudo é o que parece, os barris de carvalho temperados com Jerez, feitos sob medida, adicionam complexidade para revelar um whisky com profundidade e personalidade brilhantes.
Diamonds are Forever
A música "Diamantes são para sempre" é
interpretada por Shirley Bassey. Ela é uma das versões mais conhecidas da
canção, que também é famosa por ser a música da trilha sonora do filme
"007 - Os Diamantes são Eternos", que se comemora o 60º aniversário de Bond, James Bond.
Salute!
Fonte: Forbes: The
Macallan Lança Edição Especial de James Bond
Destilaria Salinas lança bebidas prontas a base de cachaça
A Destilaria Salinas, da Família Medrado, lançou três versões da Sali de RTD (Ready To Drink) a base de cachaça. Os sabores são: Tradicional (a
famosa caipirinha com limão), Tangerina e Banana sensação Jambu. O lançamento mostra a movimentação do mercado de cachaças para as bebidas mistas gaseificadas, como alternativa adicional ao consumo de cachaças de alambique. O público consumidor tem apreciado bebidas prontas, com menor teor alcóolico ou até sem álcool. Essa tendência de perfil tem colocado empresas especializadas em destilados a trabalharem seus produtos com inovação.
Sobre a Destilaria Salinas
A Salinas foi fundada há mais de trinta anos e fabrica suas cachaças de forma artesanal. O negócio começou com uma boutique da roça,
pequena loja que vendia queijos, farinhas, doces e cachaça da região de
Salinas, norte de Minas Gerais.
Heleno Medrado, proprietário do empório, fazia questão de
trazer todas as mercadorias que gostava, de sua terra para o povo da capital
mineira. Certo dia sua loja fora assaltada e, quis assim o destino, os únicos
produtos que restaram intactos foram as cachaças. Com determinação e empenho de
quem precisava criar alternativas para se manter de pé, Heleno começou a
vender, de porta em porta, de bar em bar, as garrafas que haviam restado.
Atualmente a Família Medrado mantém o legado já há três gerações, com a mesma dedicação, zelo e paixão com produtos fornecidos em todo o Brasil. (Clique no link do vídeo "assistir no Youtube" e conheça mais).
Fotos: Mapa da Cachaça.
Mundo descobre a cachaça. Desafio é levar pequenos
produtores a bares e hotéis
Exportações avançam e refletem interesse maior pela bebida,
que pode dar um salto maior com campanhas de promoção e presença global,
segundo a empresária Raquel Lopes, da Casa Cachaça, que vende cerca de 30
marcas do país no exterior
Texto base de Daniel Buarque da Bloomberg Línea
O New York Times destacou: “O Brasil tem uma cachaça para
cada estação do ano”, em uma reportagem publicada em dezembro, apresentando uma
lista de drinks preparados com destilados brasileiros. Esse reconhecimento
internacional em um dos jornais mais prestigiados do mundo reforça uma
percepção que muitos na indústria já tinham desde o início da década: a cachaça
vive um ponto de inflexão no mercado global.
“A cachaça entrou em uma fase de descoberta no mundo”,
afirma a empresária Raquel Lopes, radicada em Portugal e conhecida como uma
embaixadora informal da bebida. À frente da Casa da Cachaça, braço da
importadora BR Select, ela representa cerca de 30 marcas brasileiras de
pequenos alambiques familiares, incluindo rótulos premiados. Raquel atua na
articulação de negócios, festivais e degustações que garantem espaço para a
cachaça nas cartas de bares e restaurantes europeus.
Os dados oficiais confirmam essa tendência. Depois de anos de exportações modestas, a bebida começou a ganhar presença no exterior. Em 2021, as vendas para outros países cresceram 38%. Em 2022, último dado disponível, chegaram a US$ 20 milhões, um aumento de 53% em relação a 2021. Em volume, o crescimento foi de 29,3%, totalizando 9,3 milhões de litros, segundo estudo da ApexBrasil, que promove produtos e serviços brasileiros no exterior. Embora esses números ainda sejam pequenos quando comparados à tequila — bebida latino-americana que conquistou projeção global —, eles revelam um avanço consistente.
“O momento é agora. Se fizermos o trabalho bem feito, vamos
alcançar o patamar da tequila e colocar a cachaça em qualquer prateleira de bar ou hotel sofisticado no mundo”, afirma Lopes. O crescimento, porém, não elimina
barreiras estruturais: a cachaça continua classificada no código tarifário
internacional como rum, o que reforça a confusão enfrentada pela empresária em
suas apresentações mundo afora. “O maior desafio é explicar que cachaça não é
rum. Muita gente pergunta: ‘É rum?’ Eu respondo com orgulho: ‘Não, é cachaça’.
Ela é uma das bebidas mais antigas das Américas”, diz.
Raquel também insiste na importância de mostrar a amplitude técnica da bebida, pouco conhecida fora do Brasil. “A cachaça nasce virgem,
como a cachaça prata, mas pode ser envelhecida em mais de 40 tipos de madeira.
Isso surpreende as pessoas, porque elas não têm ideia desse repertório”,
explica. Essa diversidade é decisiva para desassociar a imagem da cachaça da caipirinha — drink que abriu portas, mas também limitou a percepção da
categoria. “A caipirinha é fantástica, mas precisamos mostrar que a cachaça é
muito mais versátil”, conclui.
Fonte e saiba mais em: Mundo descobre a cachaça. Desafio é levar pequenos produtores a bares e hotéis
Recife: a cidade que mais toma Whisky do mundo
Recife, conhecida como a “Veneza Brasileira” por sua
paisagem marcada por rios, pontes e canais, é muito mais do que um
cartão-postal. A capital pernambucana se destaca nacional e internacionalmente
por sua relevância econômica e riqueza cultural. Com o sétimo maior Produto
Interno Bruto (PIB) do Brasil, lidera com folga entre as cidades do Norte e
Nordeste.
A metrópole está inserida em uma região composta por 71
municípios, cujo PIB conjunto ultrapassa R$135 bilhões, consolidando
Recife como um dos principais polos econômicos do país e peça-chave para o
desenvolvimento regional.
Mas não é apenas a economia que chama atenção. Segundo a
revista Whisky Magazine, Recife ocupa uma posição curiosa no cenário
global: é a cidade com maior consumo per capita de whisky no mundo. Esse
destaque é impulsionado pelo poder aquisitivo local, pela tradição de bares e
casas noturnas e por uma vida social vibrante, que reforçam a imagem
cosmopolita da cidade.
Isso não é de hoje. A revista já realizou menções de consumo de whisky pelos recifenses em outros anos, como em 2009 e em 2020. O Recife é um local onde se compra a bebida destilada munida de kits especiais, como copos, toalhas, baldes de gelo, bandanas, abridores e aventais, muito diferente do que normalmente se encontra no resto do Brasil. Os recifenses tomam o destilado com estilo, com gelo de coco, com frutas e em coquetéis. Tomam ainda em shots e baforam com charutos de primeira linha.
Espero que eles experimentem mais o whisky nacional artesanal.
Saiba mais também: Cidade conhecida como Veneza Brasileira com o 7º maior PIB do país é famosa por ser a que mais toma Whisky do mundo
CEO's Talk Show com Nizan Guanaes: Episódio Diageo
Nizan vem apresentando um podcast bem interessante sobre mercados e negócios em diversos setores de atuação no Brasil. Entrevistando pessoas de referência, sobretudo CEO's, Nizan vem nos dando oportunidade para conhecer um pouco mais sobre ações profissionais, com base em histórias, experiências e lições aprendidas.
Nesse episódio, relacionado com a Diageo no Brasil, por meio da CEO Paula Lindenberg, você irá entender como essa empresa atua no mercado nacional, com base no desejo, na experiência do cliente e no consumo responsável.
Conheça mais sobre o que pensa a CEO da Diageo, e depois, deixe o seu registro nos comentários.
Duke: o Whiskey do Velho Oeste
Quem possui pais ou parentes acima dos 70 anos, provavelmente, deve ter acompanhado os antigos filmes de faroeste, onde cowboys, índios, mocinhos e donzelas e bandidos eram os astros que compunham as telas. É nítido que a conquista do Velho Oeste não foi das mais fáceis. Duelos e Bang-Bangs eram uma prática comum, o que fez com que os estados americanos se unissem e criassem uma guarda nacional, formando quartéis e tropas de patrulhamento (Rin-tin-tin e Rusty que os digam a respeito.)
Uma das cenas memoráveis são os velhos Saloons. Os bares que serviam cervejas que ficavam armazenadas em uma adega rudimentar abaixo do bar para manter a temperatura fria, além das aguardentes, a destacar Moonshine, Whiskey e Bourbon Americano.
Dessa forma, separei o destilado que foi elaborado para refletir a bebida do astro ícone do velho Oeste: John Wayne, também conhecido por muitos pelo apelido de Duke.
Legendary Duke é um Bourbon produzido pela Duke Spirits
e engarrafado pela OZ Tyler Distillery em Owensboro, Kentucky. A empresa foi
organizada por Ethan Wayne, o filho mais novo de John Wayne, e o parceiro de
negócios Chris Radomski.
A gênese da Duke foi a descoberta por Ethan Wayne de uma
vasta coleção de uísques, reunida por seu pai, que estava lacrada desde a morte
de John Wayne em 1979. Trabalhando com o Mestre Destilador da OZ Tyler, Jacob
Call, a empresa confiou nas próprias notas e engarrafamentos personalizados de
Wayne para criar um bourbon no que eles acreditavam ser o estilo preferido de
John Wayne.
A cor é âmbar-dourado.
No olfato, o Bourbon é leve e floral. Há notas de mel e
caramelo, e um pouco de tempero de centeio de canela, noz-moscada e cravo,
junto com um traço de raspas de laranja e um toque de menta e pêssego.
No paladar, há mais caramelo doce, junto com notas de maçã
cozida, e toques de baunilha, pêssego e frutas tropicais secas. Há notas de
especiarias de canela e outras especiarias tropicais, e um apimentado
perceptível que se constrói rapidamente e então se dissipa, acompanhado por um
leve amargor.
As notas de especiarias mostram uma forte influência de
centeio, e são mais pronunciadas do que você esperaria, exceto pelos 13% de
centeio no mash bill. As notas de especiarias são muito parecidas com Wild
Turkey, mais uma evidência circunstancial das origens do Bourbon.
O final é de comprimento médio, suave, doce, com notas de caramelo e frutas secas acompanhadas de um toque apimentado persistente. É isso ai Pelegrino!
Still G.I.N. Para todos: um brinde entre lendas
Os astros do Rap e do Hip-Hop Dr. Dre e Snoop Dogg elevam o
gin ao próximo nível na elaboração de sua primeira bebida espirituosa pura
engarrafada: o ultra-premium Still G.I.N. por Dre e Snoop.
Moderno, mas elegante, o último lançamento da nova empresa
de bebidas espirituosas dos ícones do hip-hop destaca com notas de tangerina,
jasmim e coentro para um final aromático inesquecível. Conforme descrito no
site: o gin é “Desafiadoramente suave”.
Veja o vídeo que a dupla fez com Frank Sinatra e Little
Richard.