Mostrando postagens com marcador American Bourbon. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador American Bourbon. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Whiskey Wild Turkey no Brasil

 

O Espírito do Velho Oeste em Campinas: Conheça o Lançamento de Wild Turkey e a Plataforma "Confie no Seu Instinto"

Se há algo que define o espírito do autêntico American Bourbon, é a coragem de seguir em frente sem abrir mão das próprias raízes. Recentemente, a cidade de Campinas viajou no tempo e recebeu uma dose pesada de história líquida com o lançamento oficial da nova campanha de Wild Turkey no Brasil. Sob o mote da plataforma "Confie no Seu Instinto" (mencionada localmente nas ativações como parte das experiências do Rancho 101), o evento trouxe à tona a intensidade do autêntico whiskey destilado do Kentucky, unindo música country, gastronomia de fogo de chão e muita tradição.

Falar de Bourbon é evocar imediatamente a atmosfera poeirenta dos saloons, o som das esporas batendo no chão de madeira e a mística dos cowboys pioneiros. Se o cinema imortalizou essa estética através de lendas como John Wayne, cujos personagens rústicos e obstinados tomavam decisões baseados apenas na própria intuição, Wild Turkey encapsula perfeitamente essa mesma filosofia.

O clima de Velho Oeste e a cultura country não são apenas jogadas de marketing; eles representam um estilo de vida indomável, onde a qualidade não aceita atalhos. Beber um drinque com Wild Turkey 101, conhecido por manter seu perfil robusto de alto teor alcoólico (50,5% ABV) e receita rica em centeio — é o equivalente sensorial a uma trilha sonora country clássica: visceral, marcante e cheia de personalidade.

Diferente de marcas que nasceram em laboratórios modernos, a linhagem por trás do destilado tem raízes profundas no coração do Kentucky. A história da destilaria começou em 1869, quando os irmãos imigrantes irlandeses James e John Ripy fundaram a destilaria da família em Lawrenceburg. Localizada na icônica colina que mais tarde ficaria conhecida como Wild Turkey Hill, a produção dos irmãos Ripy rapidamente ganhou fama pela altíssima qualidade de seus grãos e pela água pura local filtrada por rochas calcárias.

Curiosamente, o nome "Wild Turkey" surgiu muito tempo depois, em 1940. Thomas McCarthy, um executivo da distribuidora Austin Nichols (que comprava o bourbon da destilaria dos Ripy), levou algumas amostrasdo uísque para uma caçada anual de perus selvagens (wild turkeys) com amigos. O destilado fez tanto sucesso entre os caçadores que, no ano seguinte, eles imploraram para que ele trouxesse mais daquele "uísque do peru selvagem". O nome pegou instantaneamente e virou lenda global.


O desembarque da marca no The Ranch, em Campinas, provou que a força do interior paulista combina perfeitamente com a intensidade do Kentucky. O evento transformou o espaço em um verdadeiro reduto country moderno, contando com shows de João Neto & Frederico e Matheus Rott, churrasco de fogo de chão e até touro mecânico.

Mais do que apresentar um destilado especial , o encontro conectou influenciadores, barmen e apaixonados por destilados ao verdadeiro propósito da plataforma: honrar o processo tradicional e confiar no seu instinto na hora de criar, misturar ou simplesmente saborear um clássico.

Nota para os leitores do blog: Certifique-se sempre de apreciar a bebida com moderação e, ao adquirir sua garrafa, verifique o rótulo físico para conferir as especificações de teor e as variantes disponíveis no mercado brasileiro.

Foto: Instagram ComboComunicação

segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Bourbon Americano


Fim da festa do Bourbon Americano. Agora é hora da ressaca

Após anos de vendas crescentes, as destiladoras estão lutando contra a diminuição da demanda e o excesso de oferta

de Wall Street Jornal

Quando Rob Masters pôs à venda on-line 400 barris de bourbon de dois anos por US$ 900 cada, esperava que eles desaparecessem em poucos dias. Oito meses depois, os barris ainda estão lá. “Não estamos vendo nem o cheiro”, disse Masters, destilador-chefe da destilaria The Family Jones em Denver.

Apenas dois anos antes, Masters poderia ter arrecadado US$ 2 mil por barril semelhante. “Naquela época, conseguiria vende-los com dois telefonemas”, disse ele.

O boom do bourbon nos Estados Unidos acabou e empresas grandes e pequenas estão começando a sofrer, com destilarias cortando empregos e engavetando planos de expansão.

As vendas de bebidas alcoólicas dispararam durante a pandemia, quando os americanos cheios de dinheiro gastavam em bebidas, fazendo coquetéis em casa e bebendo com mais frequência. Agora os bebedores estão reduzindo o consumo, bebendo as garrafas que acumularam nos últimos anos e optando por marcas mais baratas.

A crescente popularidade de medicamentos antiobesidade, da cannabis e das bebidas com baixo teor alcoólico ou sem álcool também está prejudicando cada vez mais as vendas. O cirurgião-eral dos EUA disse recentemente que o álcool deve ter rótulos de advertência contra o câncer, uma recomendação que, se promulgada, pode prejudicar as vendas de uma indústria que já enfrenta uma retração no consumo pelos mais jovens.

Os volumes de vendas de uísque dos EUA — incluindo bourbon, Tennessee e rye — caíram 1,2% em 2023, marcando a primeira queda desde 2002, de acordo com a IWSR, que monitora a indústria. Essa queda se acentuou no ano passado, com os volumes caindo 4% nos primeiros nove meses de 2024.

A Brown-Forman, que fabrica o Jack Daniel’s e o Woodford Reserve, notou que o mercado de uísque dos EUA se deteriorou acentuadamente há um ano. “Para ser sincero, não está realmente melhorando muito”, disse o CEO Lawson Whiting no mês passado, depois que a empresa divulgou uma queda de 3% nas vendas líquidas nos EUA nos seis meses até 31 de outubro.


Embora os grandes atores não estejam imunes à desaceleração, os destiladores menores estão sendo os mais atingidos, porque não têm poder financeiro para enfrentar a turbulência. A American Craft Spirits Association (Associação Americana de Produtores Artesanais de Destilados) disse em agosto que a taxa de fechamento de destilarias artesanais acelerou em relação ao ano anterior.

Fabricantes de bebidas alcoólicas de todos os tipos estão lutando com a diminuição da demanda: em 2023, o volume de destilados vendidos nos EUA caiu pela primeira vez em quase três décadas, disse a IWSR. No entanto, os fabricantes de bebidas destiladas envelhecidas têm o desafio adicional de apostar na demanda futura, envelhecendo barris com anos de antecedência.

Fonte: https://investnews.com.br/the-wall-street-journal/chega-ao-fim-a-festa-do-bourbon-americano-agora-e-hora-da-ressaca/

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Duke Whiskey

Duke: o Whiskey do Velho Oeste

Quem possui pais ou parentes acima dos 70 anos, provavelmente, deve ter acompanhado os antigos filmes de faroeste, onde cowboys, índios, mocinhos e donzelas e bandidos eram os astros que compunham as telas. É nítido que a conquista do Velho Oeste não foi das mais fáceis. Duelos e Bang-Bangs eram uma prática comum, o que fez com que os estados americanos se unissem e criassem uma guarda nacional, formando quartéis e tropas de patrulhamento (Rin-tin-tin e Rusty que os digam a respeito.)


Uma das cenas memoráveis são os velhos Saloons. Os bares que serviam cervejas que ficavam armazenadas em uma adega rudimentar abaixo do bar para manter a temperatura fria, além das aguardentes, a destacar Moonshine, Whiskey e Bourbon Americano. 

Dessa forma, separei o destilado que foi elaborado para refletir a bebida do astro ícone do velho Oeste: John Wayne, também conhecido por muitos pelo apelido de Duke.

Legendary Duke é um Bourbon produzido pela Duke Spirits e engarrafado pela OZ Tyler Distillery em Owensboro, Kentucky. A empresa foi organizada por Ethan Wayne, o filho mais novo de John Wayne, e o parceiro de negócios Chris Radomski.

A gênese da Duke foi a descoberta por Ethan Wayne de uma vasta coleção de uísques, reunida por seu pai, que estava lacrada desde a morte de John Wayne em 1979. Trabalhando com o Mestre Destilador da OZ Tyler, Jacob Call, a empresa confiou nas próprias notas e engarrafamentos personalizados de Wayne para criar um bourbon no que eles acreditavam ser o estilo preferido de John Wayne.

A cor é âmbar-dourado.



No olfato, o Bourbon é leve e floral. Há notas de mel e caramelo, e um pouco de tempero de centeio de canela, noz-moscada e cravo, junto com um traço de raspas de laranja e um toque de menta e pêssego.

No paladar, há mais caramelo doce, junto com notas de maçã cozida, e toques de baunilha, pêssego e frutas tropicais secas. Há notas de especiarias de canela e outras especiarias tropicais, e um apimentado perceptível que se constrói rapidamente e então se dissipa, acompanhado por um leve amargor.

As notas de especiarias mostram uma forte influência de centeio, e são mais pronunciadas do que você esperaria, exceto pelos 13% de centeio no mash bill. As notas de especiarias são muito parecidas com Wild Turkey, mais uma evidência circunstancial das origens do Bourbon.

O final é de comprimento médio, suave, doce, com notas de caramelo e frutas secas acompanhadas de um toque apimentado persistente. É isso ai Pelegrino!

Fonte: https://www.forbes.com/sites/joemicallef/2019/06/13/legendary-duke-could-have-been-john-waynes-whiskey/


Real Time Web Analytics