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quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Whiskey Wild Turkey no Brasil

 

O Espírito do Velho Oeste em Campinas: Conheça o Lançamento de Wild Turkey e a Plataforma "Confie no Seu Instinto"

Se há algo que define o espírito do autêntico American Bourbon, é a coragem de seguir em frente sem abrir mão das próprias raízes. Recentemente, a cidade de Campinas viajou no tempo e recebeu uma dose pesada de história líquida com o lançamento oficial da nova campanha de Wild Turkey no Brasil. Sob o mote da plataforma "Confie no Seu Instinto" (mencionada localmente nas ativações como parte das experiências do Rancho 101), o evento trouxe à tona a intensidade do autêntico whiskey destilado do Kentucky, unindo música country, gastronomia de fogo de chão e muita tradição.

Falar de Bourbon é evocar imediatamente a atmosfera poeirenta dos saloons, o som das esporas batendo no chão de madeira e a mística dos cowboys pioneiros. Se o cinema imortalizou essa estética através de lendas como John Wayne, cujos personagens rústicos e obstinados tomavam decisões baseados apenas na própria intuição, Wild Turkey encapsula perfeitamente essa mesma filosofia.

O clima de Velho Oeste e a cultura country não são apenas jogadas de marketing; eles representam um estilo de vida indomável, onde a qualidade não aceita atalhos. Beber um drinque com Wild Turkey 101, conhecido por manter seu perfil robusto de alto teor alcoólico (50,5% ABV) e receita rica em centeio — é o equivalente sensorial a uma trilha sonora country clássica: visceral, marcante e cheia de personalidade.

Diferente de marcas que nasceram em laboratórios modernos, a linhagem por trás do destilado tem raízes profundas no coração do Kentucky. A história da destilaria começou em 1869, quando os irmãos imigrantes irlandeses James e John Ripy fundaram a destilaria da família em Lawrenceburg. Localizada na icônica colina que mais tarde ficaria conhecida como Wild Turkey Hill, a produção dos irmãos Ripy rapidamente ganhou fama pela altíssima qualidade de seus grãos e pela água pura local filtrada por rochas calcárias.

Curiosamente, o nome "Wild Turkey" surgiu muito tempo depois, em 1940. Thomas McCarthy, um executivo da distribuidora Austin Nichols (que comprava o bourbon da destilaria dos Ripy), levou algumas amostrasdo uísque para uma caçada anual de perus selvagens (wild turkeys) com amigos. O destilado fez tanto sucesso entre os caçadores que, no ano seguinte, eles imploraram para que ele trouxesse mais daquele "uísque do peru selvagem". O nome pegou instantaneamente e virou lenda global.


O desembarque da marca no The Ranch, em Campinas, provou que a força do interior paulista combina perfeitamente com a intensidade do Kentucky. O evento transformou o espaço em um verdadeiro reduto country moderno, contando com shows de João Neto & Frederico e Matheus Rott, churrasco de fogo de chão e até touro mecânico.

Mais do que apresentar um destilado especial , o encontro conectou influenciadores, barmen e apaixonados por destilados ao verdadeiro propósito da plataforma: honrar o processo tradicional e confiar no seu instinto na hora de criar, misturar ou simplesmente saborear um clássico.

Nota para os leitores do blog: Certifique-se sempre de apreciar a bebida com moderação e, ao adquirir sua garrafa, verifique o rótulo físico para conferir as especificações de teor e as variantes disponíveis no mercado brasileiro.

Foto: Instagram ComboComunicação

terça-feira, 4 de agosto de 2026

35a. Expocachaça

 

A Maior Feira Nacional da Cachaça Acontece Nesse Fim de Semana

Retransmitimos o release da Expocachaça 2026

A 35a. Expocachaça, será realizada de 06 a 08 de agosto de 2026 , no Center Minas Expo, ocupando 8.600 m², em Belo Horizonte, MG. A cidade abriga o Expocachaça desde 1998. Trata-se de um evento pioneiro, a maior e mais importante e conceituada vitrine mundial da cadeia produtiva e de valor da cachaça, no formato consagrado B2B-FEIRA e B2C-FESTIVAL. E o que nos orgulha é constatar que hoje ela é um evento que nasceu em Minas Gerais em 1998, ganhou liderança no Brasil e visibilidade mundial com a participação de 19 estados produtores da bebida nacional do Brasil.


A Feira será realizada unindo várias cadeias produtivas, como a das Cervejas Especiais, com a 19a. Brasilbier e da Doçaria Mineira com a 4ª Minas + Doce, além de outros produtos que estão sendo ancorados pela Expocachaça e incorporados ao seu desenho como a doçaria, queijos, vinhos e azeite.

A Expocachaça foi a principal responsável pela visibilidade atingida e pelo status de destilado nobre retirando a cachaça do gueto a que esteve relegada por muitos anos, dando promoção e divulgação à bebida nos mercados interno e externo.

 Expocachaça Experiência 

A Expocachaça Experiência é o desenho estratégico atual do evento preparado para emocionar as pessoas, fazê-las perceber produtos e serviços pelos seus valores não tangíveis. É uma ação desenhada minuciosamente para encantar, impressionar e fascinar o público, ao passear pelos estandes de 19 estados do Brasil e de mais 2 Feiras: Brasil Bier e Minas + Doce, ancoradas pelo mundo dos destilados do Expocachaça.


A experiência passa a ser um importante combustível para estimular a motivação, o entusiasmo, a vontade, as aspirações. 

Saiba como participar e comprar o seu ingresso: https://www.expocachaca.com.br/a-expocachaca/






quinta-feira, 30 de julho de 2026

Kavalan Whisky do Ano

 

Kavalan Peatist Oloroso Sherry Cask: Whisky do Ano

O Kavalan Peatist Oloroso Sherry Cask foi eleito o Whisky doAno na International Whisky Competition (IWC) 2026, coroando a destilaria taiwanesa pelo segundo ano consecutivo no topo global. A bebida é produzida no município de Yuanshan, no condado de Yilan, em Taiwan, pelo Grupo King Car.

Yilan é uma região conhecida por suas fontes de água pura vindas da neve da serra de Snow Mountain. O clima quente e úmido de Taiwan acelera muito o amadurecimento do whisky dentro dos barris de carvalho. Esse processo rápido cria um estilo único com notas marcantes de frutas tropicais que surpreende os especialistas do mundo todo.

Em 2005, o  empresário T.T. Lee, fundador do grupo King Car em Taiwan, quis realizar o sonho de criar um whisky próprio que pudesse competir de igual para igual com os tradicionais escoceses. A destilaria começou a funcionar oficialmente em 2006 e lançou sua primeira garrafa no final de 2008.

Em pouco tempo, a marca quebrou preconceitos geográficos ao vencer prêmios internacionais importantes. Nos últimos anos, ultrapassou a marca de 1.000 medalhas de ouro e conquistou títulos seguidos de melhor do mundo na IWC, como o Solist Fino Sherry em 2025 e o Peatist Oloroso Sherry Cask em 2026, incrementando a História do Whisky.

O Kavalan Peatist Oloroso Sherry Cask Single Cask Strength destaca-se por combinar o defumado da turfa com a doçura frutada do xerez.

O perfil do campeão da IWC 2026 entrega alta complexidade sensorial.Veja a seguir:

Notas olfativas: aroma inicial de fumaça rica e turfa terrosa, equilibrado por frutas secas, uvas-passas, chocolate amargo e um toque de especiarias doces.

Notas gustativas: Paladar encorpado e oleoso, com forte presença de caramelo tostadinho, nozes, figos maduros, marzipã e notas profundas de carvalho influenciado pelo vinho jerez.

Finalização: Longa, quente e persistente, unindo o retrogosto defumado à doçura frutada das uvas.

Saiba mais em: https://www.kavalanwhisky.com/en

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Bar em Casa

 

O Boom do Bar em Casa: Como a Alta Coquetelaria Conquistou a Nossa Sala

Preparar um drink em casa mudou muito nos últimos tempos. Esqueça aquela mistura simples de destilado com refrigerante. O consumidor brasileiro agora quer criar experiências premium sem precisar sair da sala de estar. Essa transformação foi detalhada em uma reportagem recente da Forbes Brasil. O texto mostra como o ritual de receber amigos e preparar bebidas ganhou status de alta coquetelaria doméstica. Segundo a Forbes, o consumidor virou bartender.

Marcas gigantes e produtores artesanais estão de olho nesse novo comportamento. A francesa Monin, famosa por seus xaropes, acabou de lançar um e-commerce focado no consumidor final, segundo informou o seu Diretor Comercial para o Brasil, Thiago Zanon. (O drink que está em minhas máos é o Maracujá Azul - https://monin.com.br/products/xarope-monin-maracuja-azul, disponível no site.)

Ao mesmo tempo, marcas nacionais como a Easy Drinks crescem vendendo bases prontas de frutas e espumas para Moscow Mule. Isso facilita o preparo e mantém o padrão de balcão.

Os Pilares do Bar Doméstico

Para quem quer acompanhar essa tendência e montar uma estrutura prática, o mercado se dividiu em três pilares essenciais:

Xaropes Premium: Sabores cítricos e frutados adicionam complexidade rápida aos drinks.

Bases Semi-Prontas: Purês de frutas e espumas artesanais reduzem as etapas de preparo.

Ingredientes Autorais: Bitters e cordiais trazem o toque final dos bartenders profissionais.

Essa facilidade impulsiona também o universo dos mocktails — os coquetéis sem álcool. Eles valorizam o sabor, o visual e a experiência do brinde, atendendo ao público que busca sofisticação de forma leve.

O mercado global de xaropes para coquetéis projeta movimentar US$ 7,21 bilhões até 2030. Esse dado comprova que o consumidor prefere beber menos em quantidade e investir mais na qualidade do que coloca no copo.

O papel do anfitrião mudou. Hoje, preparar o drink perfeito faz parte do entretenimento da noite. Se você quer começar a explorar esse universo, basta garantir um bom dosador, gelo de qualidade e ingredientes selecionados para transformar qualquer reunião casual em um evento memorável.

A propósito, você possui um bar em casa ou sabe fazer um drinque especial? Diga nos comentários!

Fonte e saiba mais: https://forbes.com.br/forbes-wsb/2026/05/consumidor-virou-bartender-o-boom-das-marcas-que-faturam-com-o-seu-bar-em-casa/

Fotos: do autor/divulgação.


quinta-feira, 21 de maio de 2026

Dia da Cachaça Mineira

 


21 de maio: o Dia da Cachaça Mineira

A data é um marco fundamental para a valorização do destilado mais brasileiro de todos. Oficializada para coincidir com o início da safra da cana-de-açúcar, a data difere do Dia Nacional da Cachaça (comemorado em 13 de setembro), mas carrega o mesmo orgulho de exaltar um patrimônio cultural e econômico que movimenta bilhões e define a identidade do país.

O Brinde da Tradição: Confrarias, Ciência e Grupos de Estudo

Muito além da produção industrial, a cachaça sobrevive, se sofistica e ganha novos patamares por meio da paixão popular e da pesquisa científica. Movimentos dedicados ao destilado organizam encontros e redes de cooperação fundamentais para o setor:

Essas reuniões e núcleos de estudo transformam feiras, alambiques e salas de aula em espaços de intercâmbio técnico. Nesses ambientes, o hábito de apreciar o destilado ganha contornos de preservação histórica e rigor científico. Eles são os grandes responsáveis por mitigar o mercado informal e fortalecer a segurança da bebida.

A cachaça é a terceira bebida destilada mais consumida no mundo. O estado de Minas Gerais desponta isolado como o maior polo de cachaça artesanal de alambique do país. O impacto financeiro do setor é massivo:

  • Geração de empregos: A cadeia produtiva sustenta milhares de famílias no campo e na cidade, abrangendo desde o corte da cana até o turismo gastronômico nos alambiques.
  • Potência de exportação: O mercado internacional absorve volumes históricos do produto envelhecido em madeiras nativas como o bálsamo, a amburana e o ipê, gerando divisas em exportações.
  • Arrecadação interna: A formalização e o registro de marcas geram receitas vitais ao Estado, revertidas em incentivos ao agronegócio.

Historicamente ligada à resistência do povo brasileiro desde o período colonial, a cachaça superou antigos preconceitos. Hoje, o destilado mineiro é legalmente reconhecido como Patrimônio Histórico e Cultural do estado.

Ela é a base da caipirinha — o coquetel brasileiro mais famoso do planeta — e está intrinsecamente conectada à música, à literatura e à culinária de raiz. Celebrar o 21 de maio significa aplaudir o trabalhador rural, a ciência por trás da destilação perfeita e o direito de festejar a nossa própria identidade. Onde encontrar tudo isso? Visite o Expocachaça que será em breve. Saiba mais!

domingo, 17 de maio de 2026

A História do Pisco Chileno

 


O Orgulho do Norte Chico: O Legado do Pisco Chileno e sua Identidade

O Pisco Chileno é um sofisticado destilado produzido exclusivamente a partir da fermentação e destilação do mosto de uvas aromáticas (Vitis vinifera). Diferente de outras bebidas, ele é feito de variedades específicas de uvas pisqueras, com destaque absoluto para a família das Moscatéis (como Moscatel de Alexandria e Moscatel Rosada), além das uvas Pedro Jiménez e Torontel. Cultivadas sob o sol radiante dos vales áridos e férteis das regiões de Coquimbo e Atacama, essas frutas garantem um perfil intensamente aromático à bebida. No país, o destilado é celebrado oficialmente no dia 15 de maio, data que homenageia a criação da sua Denominação de Origem em 1931 — a mais antiga de todas as Américas.

A Controvérsia com o Peru: Um Nome, Dois Mundos

A produção do pisco carrega uma das maiores rivalidades culturais e comerciais da América do Sul. O Peru reivindica a propriedade exclusiva do termo "Pisco", argumentando que a bebida nasceu em sua região geográfica homônima (a cidade e o vale de Pisco), proibindo legalmente a importação do produto chileno sob esse nome. O Chile, por sua vez, defende o direito de uso amparado em sua longa tradição histórica e legislação centenária.

Além da disputa geopolítica, os dois métodos de fabricação criam bebidas completamente distintas:

Pisco Chileno: Possui regras mais flexíveis. Permite múltiplas destilações, adição de água purificada para ajustar a graduação alcoólica e, crucialmente, o envelhecimento em barris de carvalho americano ou francês. Esse descanso em madeira confere aos piscos chilenos tons dourados, notas amareladas e aromas complexos de baunilha e especiarias.

Pisco Peruano: Segue uma linha rigidamente purista. É destilado apenas uma vez, não leva água e jamais passa por madeira, resultando sempre em um líquido totalmente transparente, encorpado e focado na pureza da fruta.

O mercado do pisco no Chile equilibra grandes cooperativas pioneiras que abastecem o mundo e refinadas destilarias boutique. Entre os nomes mais icônicos do país, destacam-se:Alto del Carmen: Batizado em homenagem a uma localidade do Vale do Huasco, é um dos líderes de mercado mais populares do país.

Mistral: Localizada no coração do histórico Vale do Elqui, a marca é famosa por seus piscos premium envelhecidos em carvalho, como a renomada linha Mistral Nobel.

Capel: Uma das cooperativas mais tradicionais e antigas do país, internacionalmente famosa por engarrafar o seu pisco em uma embalagem com o formato das estátuas Moai da Ilha de Páscoa.

Waqar: Um produtor ultra-premium de Tulahuén (Vale do Limarí), focado em um estilo transparente, elaborado por uma família com cinco gerações de tradição artesanal.

Fundo Los Nichos: Considerada a destilaria ativa mais antiga de todo o Chile, operando de forma histórica e tradicional no Vale do Elqui.

Ao celebrar o 15 de maio, o Chile não apenas festeja um coquetel, mas reverencia uma herança agrícola fascinante que segue conquistando novos paladares ao redor do globo.

sexta-feira, 6 de março de 2026

Salicaipi Salinas

 
Destilaria Salinas lança bebidas prontas a base de cachaça

A Destilaria Salinas, da Família Medrado, lançou três versões da Sali de RTD (Ready To Drink) a base de cachaça. Os sabores são: Tradicional (a famosa caipirinha com limão), Tangerina e Banana sensação Jambu. O lançamento mostra a movimentação do mercado de cachaças para as bebidas mistas gaseificadas, como alternativa adicional ao consumo de cachaças de alambique. O público consumidor tem apreciado bebidas prontas, com menor teor alcóolico ou até sem álcool. Essa tendência de perfil tem colocado empresas especializadas em destilados a trabalharem seus produtos com inovação.

Sobre a Destilaria Salinas

A Salinas foi fundada há mais de trinta anos e fabrica suas cachaças de forma artesanal. O negócio começou com uma boutique da roça, pequena loja que vendia queijos, farinhas, doces e cachaça da região de Salinas, norte de Minas Gerais.

Heleno Medrado, proprietário do empório, fazia questão de trazer todas as mercadorias que gostava, de sua terra para o povo da capital mineira. Certo dia sua loja fora assaltada e, quis assim o destino, os únicos produtos que restaram intactos foram as cachaças. Com determinação e empenho de quem precisava criar alternativas para se manter de pé, Heleno começou a vender, de porta em porta, de bar em bar, as garrafas que haviam restado.


Neto de um antigo produtor do destilado e percebendo a boa aceitação de seus produtos no mercado, o fundador da Cachaça Salinas não pensou duas vezes e desenvolveu sua própria marca, cujo nome seria uma homenagem a sua cidade natal, hoje conhecida como a “capital mundial da cachaça”.

Atualmente a Família Medrado mantém o legado já há três gerações, com a mesma dedicação, zelo e paixão com produtos fornecidos em todo o Brasil. (Clique no link do vídeo "assistir no Youtube" e conheça mais).



Fotos: Mapa da Cachaça.

sábado, 31 de janeiro de 2026

Absolut Tabasco

 


Uma novidade quente, pegando foto: Absolut lança vodka picante em parceria com a Tabasco

ABSOLUT® x TABASCO™ apresentou, no fim desse mês, uma nova vodka picante, cheia de personalidade, pronta para esquentar os drinks dos brasileiros e do mundo. 

A ousadia reuniu dois gigantes globais do sabor, ABSOLUT® TABASCO™, as empresas combinaram o conceito com o calor e o aroma do molho de pimenta mais famoso do mundo com a vodka que é premium e uma líder global consciente. Ambas criaram uma vodka destilada com 38% de teor alcóolico, que alcança o equilíbrio perfeito entre um calor instigante e o apelo irresistível do sabor da pimenta Tabasco.


No site, da campanha, ABSOLUT® TABASCO™ – Chili Pepper Flavored Vodka, há alguns drinks elaborados com a nova garrafa. 

Adicionalmente,  a dupla desenvolveu um comercial de marketing sensacional em torno de um vulcão ativo. Veja a seguir e divirta-se!




domingo, 28 de dezembro de 2025

Mercado de Cachaças

 


Mundo descobre a cachaça. Desafio é levar pequenos produtores a bares e hotéis

Exportações avançam e refletem interesse maior pela bebida, que pode dar um salto maior com campanhas de promoção e presença global, segundo a empresária Raquel Lopes, da Casa Cachaça, que vende cerca de 30 marcas do país no exterior

Texto base de Daniel Buarque da Bloomberg Línea

O New York Times destacou: “O Brasil tem uma cachaça para cada estação do ano”, em uma reportagem publicada em dezembro, apresentando uma lista de drinks preparados com destilados brasileiros. Esse reconhecimento internacional em um dos jornais mais prestigiados do mundo reforça uma percepção que muitos na indústria já tinham desde o início da década: a cachaça vive um ponto de inflexão no mercado global.

“A cachaça entrou em uma fase de descoberta no mundo”, afirma a empresária Raquel Lopes, radicada em Portugal e conhecida como uma embaixadora informal da bebida. À frente da Casa da Cachaça, braço da importadora BR Select, ela representa cerca de 30 marcas brasileiras de pequenos alambiques familiares, incluindo rótulos premiados. Raquel atua na articulação de negócios, festivais e degustações que garantem espaço para a cachaça nas cartas de bares e restaurantes europeus.

Os dados oficiais confirmam essa tendência. Depois de anos de exportações modestas, a bebida começou a ganhar presença no exterior. Em 2021, as vendas para outros países cresceram 38%. Em 2022, último dado disponível, chegaram a US$ 20 milhões, um aumento de 53% em relação a 2021. Em volume, o crescimento foi de 29,3%, totalizando 9,3 milhões de litros, segundo estudo da ApexBrasil, que promove produtos e serviços brasileiros no exterior. Embora esses números ainda sejam pequenos quando comparados à tequila — bebida latino-americana que conquistou projeção global —, eles revelam um avanço consistente.

“O momento é agora. Se fizermos o trabalho bem feito, vamos alcançar o patamar da tequila e colocar a cachaça em qualquer prateleira de bar ou hotel sofisticado no mundo”, afirma Lopes. O crescimento, porém, não elimina barreiras estruturais: a cachaça continua classificada no código tarifário internacional como rum, o que reforça a confusão enfrentada pela empresária em suas apresentações mundo afora. “O maior desafio é explicar que cachaça não é rum. Muita gente pergunta: ‘É rum?’ Eu respondo com orgulho: ‘Não, é cachaça’. Ela é uma das bebidas mais antigas das Américas”, diz.

Raquel também insiste na importância de mostrar a amplitude técnica da bebida, pouco conhecida fora do Brasil. “A cachaça nasce virgem, como a cachaça prata, mas pode ser envelhecida em mais de 40 tipos de madeira. Isso surpreende as pessoas, porque elas não têm ideia desse repertório”, explica. Essa diversidade é decisiva para desassociar a imagem da cachaça da caipirinha — drink que abriu portas, mas também limitou a percepção da categoria. “A caipirinha é fantástica, mas precisamos mostrar que a cachaça é muito mais versátil”, conclui.

Fonte e saiba mais em: Mundo descobre a cachaça. Desafio é levar pequenos produtores a bares e hotéis

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Samuel Adams Utopias 2025

 

Sam Adams Utopias

Proibida em 15 estados: Sam Adams atinge 30% de teor alcoólico com a Utopias 2025

Após 30 anos desafiando limites, a Utopias finalmente atinge seu marco no teor alcoólico — e 15 estados ainda não a permitem.

A Samuel Adams acaba de lançar a 14ª safra de sua cerveja Utopias, que desafia gêneros — e esta é histórica.

 A Utopias 2025 atinge 30% de teor alcoólico, tornando-se uma das cervejas mais fortes já produzidas e alcançando um marco que Jim Koch e a equipe da Boston Beer perseguiram por mais de três décadas. É um número tão alto que a Utopias permanece ilegal em 15 estados americanos. Para todos os outros, a cerveja de edição limitada, envelhecida em barril, já está disponível em uma garrafa de cerâmica de 720 ml por US$ 240 (preço sugerido).

 "Atingir 30% de teor alcoólico é um marco notável para a Utopias — não pelo número em si, mas pelo que ele representa: a busca incansável pela excelência artesanal sem concessões", disse Koch. "Cada safra, barril e garrafa reflete décadas de experimentação."

O que a torna especial?

 A Samuel Adams Utopias 2025 combina cervejas envelhecidas em barris de até 30 anos e finaliza o processo em uma mistura eclética de barris: uísque irlandês, Amarone, vinho do Porto Branco, conhaque, Carcavelos, vinho do Porto Ruby e uísque escocês. O resultado é um líquido escuro, encorpado e com notas de destilado — caramelo, frutas secas, carvalho, defumado e um toque cítrico sutil — ideal para ser apreciado em doses de 30 ml à temperatura ambiente.

 A embalagem é incrível (foi produzida no Brasil pela Ceramarte).


Cada garrafa é sem gás e pode ser fechada novamente, projetada para ser saboreada ao longo do tempo como um destilado fino. É produzida em Cincinnati, envelhecida na Pensilvânia, misturada em Boston e engarrafada na Dogfish Head em Delaware. E cada garrafa é numerada individualmente, com o número 1 reservado para o próprio Koch.

Resumo das principais características:


Teor alcoólico: 30% (o mais alto da história da Utopia)

Volume: Garrafa de 730 ml (24,5 oz); Preço: US$ 240 (preço sugerido)

Estados onde é legal: 35 Ilegal em: 15 estados

Sugestão de consumo: Doses de 30 a 60 ml (1 a 2 oz) à temperatura ambiente. Notas de degustação: Caramelo, carvalho, frutas secas, defumado, cítrico.

Embalagem: Garrafa de cerâmica colecionável numerada individualmente.

Fonte: Samuel Adams Utopias 2025 hits 30% ABV, is banned in 15 states

Fotos: Divulgação Samuel Adams.

terça-feira, 6 de maio de 2025

Mercado de Tequilas


 Muito além do shot

Destilado mais famoso Do México, a Tequila é redescoberta no Brasil com a chegada de novos rótulos de luxo

por André Sollitto

até pouco tempo atras, o consumidor brasileiro que fosse ao supermercado em busca de tequila teria dificuldade para encontrar boas opções. Os poucos rótulos disponíveis ficavam quase escondidos em algum canto do setor de bebidas. Sem diversidade, seria preciso se contentar apenas com as versões mais populares das grandes marcas distribuídas internacionalmente. O consumo era apenas um: o shot, para ser virado de uma única vez, com sal e limão - e consagrado no bordão “arriba, abajo, al centro y adentro!” É alguns bares ela até poderia fazer parte do clássico coquetel Margarita. Mas era só. Agora, em um novo movimento de redescoberta e de impulsionamento da indústria, o portfólio de opções tem crescido e, com ele, as oportunidades de descobrir o destilado.

Faltam dados específicos de consumo no Brasil, que ainda representa uma fatia bem pequena do bolo. Outros destilados, como vodca, whisky, gin e cachaça, são muito populares. Mas, seguindo a tendência global, especificamente a americana, a expectativa é de que o interesse suba rapidamente. Um levantamento da plataforma Statista Aponta que, em 2013, o mercado dos Estados Unidos vendeu 13,6 milhões de caixas de 9 l de tequila. Em 2022, o número saltou para 28,9 milhões de caixas. O crescimento foi contínuo ao longo dos anos, mas acelerado pela pandemia. E tem se mantido desde então, puxado pela categoria chamada premium, feita com matéria-prima selecionada e maior valor agregado. Lá nos Estados Unidos, 70% das vendas do destilado pertencem a essa categoria.

Para entender a diferença entre elas, é fundamental compreender como a tequila é elaborada. Trata-se de uma bebida com uma rica história. A tequila é um destilado feito de agave azul, um tipo de suculenta muito comum no México, mas presente também nos Estados Unidos e, em pequena escala, na América Central e na América do Sul. As origens remetem o período pré-hispânico: em 250 antes de Cristo. Os astecas já fermentavam o suco do agave para produzir uma bebida cerimonial chamada Pulque.

Quando os soldados espanhóis chegaram ao México, em 1519, passaram a destilar este fermentado, já que não gostavam de seu sabor. Assim, nasceu o vino de mezcal, em referência ao nome pelo qual a planta também era conhecida. A primeira documentação oficial sobre a população de Tequila data de 1608, na cidade de Jalisco. Uma indústria passou a ser formada em torno da reelaboração do destilado e, em 1890, a tequila se tornou o nome oficial da bebida. Na língua Nahault, significa “rocha vulcânica”, em referência ao vulcão adormecido localizado na cidade de Tequila. Em 1902 ,ganhou status de denominação de origem e só pode ser produzida em Jalisco e em seus arredores.

Oficialmente, a tequila é feita apenas de agave-azul. A legislação mexicana determina que os produtores podem adicionar à mistura até 49% de outros álcoois, provenientes de cereais ou milho, por exemplo. Contudo, uma tequila 100% feita de agave tende a ser mais refinada. Há a tequila blanco (no México, a palavra é masculina), transparente, que não passa por envelhecimento. Acho que passam por barricas de madeira ganham títulos de acordo com o tempo de amadurecimento: reposado, de 2 meses a 1 ano; añejo, de 1 a 3 anos; e extra añejo, acima de 3 anos. E adquirem uma coloração amarelada típica. Há ainda uma nova categoria que vem ganhando fama nos Estados Unidos, a cristalino, formada por tequila que passam pelo processo de amadurecimento, mas depois são filtradas com carvão para ficarem transparentes novamente.

Existe outro destilado feito de agave, o mezcal. Este, no entanto, ainda não foi popularizado no Brasil e o consumidor interessado vai sofrer para encontrar uma garrafa à venda. A diferença está na matéria-prima e no modo de preparo. O mezcal pode ser feito com outras variedades de agave. Enquanto a pinha do agave é cozida antes de ser fermentada e destilada para virar tequila, no mezcal ela passa por um processo de cozimento e defumação em um buraco no chão. O sabor defumado é típico, e a bebida vem sendo explorada tanto por produtores artesanais, que lançam rótulos feitos com mais de 30 tipos de agave e brincam com o tempo da defumação, quanto por mixologistas. Na dúvida, cabe a máxima: nem todo mezcal é tequila, mas toda tequila é, também, um mezcal.

No exterior, a bebida tem sido muito usada na coquetelaria. Não à toa, a Cidade do México tem 4 bares entre os melhores do mundo, de acordo com o renomado ranking World’s 50 Best Bars - 2 deles estão no top 10. Em casas como a Licoleria Limantour, os coquetéis são elaborados com diferentes rótulos de tequila e mezcal junto com ingredientes típicos de distintas regiões do país, como Baja, ao norte.

No Brasil, a tendência começa a ganhar força. “Ainda temos 2 grandes desafios para mudar o olhar sobre a tequila”, afirma o mineiro Leonardo Brettas, diretor da marca José Cuervo para a América Latina. “O primeiro é mostrar a versatilidade para inúmeros coquetéis além da tradicional Margarita. E queremos despertar outras formas de consumo, mais próximas de outros destilados premium, que vão além da velha e conhecida forma de beber tequila em doses”. (...)

O movimento da tequila é tão bom que até as celebridades tem buscado um pedacinho do mercado por meio de lançamentos assinados. O Astro Dwayne Johnson, o "The Rock", lançou sua Teremana em 2020 E já vendeu mais de 2 milhões de caixas de 9 litros. O ator Matthew McConaughey e sua mulher, Camila Alves, também tem a sua própria marca, Pantalones. Mark Wahlberg Investiu na Flecha Azul, também em 2020, ao identificar uma boa oportunidade de negócios. Os craques da NBA LeBron James e Michael Jordan tem marcas próprias: Três Lobos e Cincoro, respectivamente. Até a socialite Kendall Jenner assina a 818 Tequila. Enquanto elas não chegam ao Brasil, vale a pena guardar um espaço na mala para trazer algum desses rótulos badalados. Salud!

 Fonte: Revista Plant Project - Edição 43

segunda-feira, 16 de dezembro de 2024

Still G.I.N.

Still G.I.N. Para todos: um brinde entre lendas

Os astros do Rap e do Hip-Hop Dr. Dre e Snoop Dogg elevam o gin ao próximo nível na elaboração de sua primeira bebida espirituosa pura engarrafada: o ultra-premium Still G.I.N. por Dre e Snoop.

Moderno, mas elegante, o último lançamento da nova empresa de bebidas espirituosas dos ícones do hip-hop destaca com notas de tangerina, jasmim e coentro para um final aromático inesquecível. Conforme descrito no site: o gin é “Desafiadoramente suave”.

Veja o vídeo que a dupla fez com Frank Sinatra e Little Richard.



terça-feira, 7 de maio de 2019

Whiskey 3 Lobos Backer

Whiskey 3 Lobos Artesanal produzido pela Cervejaria Backer fatura prêmio internacional

Sábado de madrugada, recebo uma mensagem inusitada de nada menos que Ana Paula Lebbos, proprietária da Cervejaria Backer, de BH.

Com um tom emocionado, Ana Paula citou que o Whiskey produzido pela família e comercializado na sua primeira batelada havia sido condecorado com melhada de bronze no London Spirits Competition, no Reino Unido.

Ao meu ver, não era de se esperar. Em uma conversa oportuna que tive com Ana Paula em um dia de trabalho, ela havia me contado sobre a jornada que foi executada para atingir os objetivos da Cervejaria Backer em produzir um Scotch de qualidade. Ana Paula foi até a sede do destilado Jack Daniels' nos Estados Unidos e logo em seguida foi rumo à Escócia, terra natal desta milenar bebida, para saber e conhecer as suas peculiaridades.

A faceta desta jornada está registrada dentro da garrafa de cada Whisky, produzido com muito critério e carinho. De aroma frutado, adocicado, destacam-se as notas de baunilha, pera e mel. E a arte do fabrico passa pelos olhos de Hayan Lebbos. Esta jornada também foi registrada no livro "Cervejarias Mineiras, da imigração ao copo", que está ainda no prelo, em fase de projeto para futura publicação.










Em geral, ela comenta: "Essa premiação é muito importante não só para a Backer, mas, para o estado de Minas Gerais e o Brasil. Fomos o único single malt brasileiro, fabricado por uma cervejaria mineira que utiliza matéria prima cervejeira e que ganha um prêmio de destaque como este em Londres! Com certeza este é um marco para o mundo dos destilados brasileiros."

Parabéns família Lebbos pela conquista! Mais que merecida.

Foto: Daniel Mansur.

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