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domingo, 31 de maio de 2026

Cerveja na Banca

 

Uma nova era de leitura: conheça a banca de chopp da Prudente de Morais

A tradicional banca de jornal ganhou uma nova utilidade em Belo Horizonte. Localizada na movimentada Avenida Prudente de Morais, bem em frente ao conhecido Espetinho DoChef, uma estrutura que antes abrigava revistas e jornais foi completamente transformada. Agora, o espaço funciona como pequeno depósito de barris e choperia, trocando o papel pelo colarinho cremoso. Feito parecido ocorreu com a Cervejaria Vinil, quando um grupo de produtores da marca tocavam discos de vinil em frente a uma banca de jornais, na região da Savassi, vendendo seus chopes gelados.


A grande novidade do local é a parceria com a Krug Bier, pioneira na transição da cultura cervejeira artesanal em Minas Gerais. Os clientes podem desfrutar do chope pilsen diretamente no balcão da banca. A proposta une a nostalgia das antigas bancas de rua com a praticidade de um bom espetinho logo do outro lado da via.

Com tanta banca, abandonada, não exercendo mais a sua função essencial, (muitas se tornaram ponto de outdoors eletrônicos), quem sabe a moda pega?

E você? Banca uma cerveja?!

Local: Avenida Prudente de Morais 920. Belo Horizonte.

domingo, 19 de abril de 2026

Vinil e Cerveja


O Vinil e a Cerveja: um Encontro de Dois Clássicos 

Fui DJ na minha juventude, gostava de ir em matinês como da Space e Hippodromo, buscando tendências, antes de estudar um pouco mais sobre a cerveja e outras bebidas espirituosas. A conexão entre o vinil e a cerveja vai além do simples consumo; é um ritual de apreciação sensorial que une a textura do som analógico à complexidade das bebidas artesanais e especiais. Ambos exigem tempo, curadoria e um paladar (ou ouvido) treinado para notar as nuances.

Nesse sentido pesquisei alguns discos, bandas e cervejarias que associaram suas marcas ao mundo da música por meio do bolachão, o consagrado vinil.

Alguns álbuns e lançamentos remetem diretamente ao universo cervejeiro, seja pela estética ou pela própria composição física. Encontrei o Long Play (LP) German Beer Drinking Songs: Um clássico que reúne canções tradicionais alemãs feitas especificamente para acompanhar a atmosfera de uma cervejaria. Achei um disco da cerveja Miller, chamado de Miller High Life - Dive Bar Sounds. Trata-se de um projeto onde a marca lançou um disco de vinil preenchido com a própria cerveja dentro do material, criando um efeito visual super interessante, enquanto toca faixas que capturam o som ambiente de bares americanos.

Algumas Marcas de cervejas têm usado o disco de vinil para reforçar sua identidade cultural e criar experiências colecionáveis para o público. Esse foi o caso da Budweiser que desenvolveu um projeto que transformou porta-copos em pequenos discos de vinil funcionais.

A ação, voltada para o rap nacional, permitia que as "bolachas" de papelão fossem tocadas em picapes, unindo utilitário de bar e música. Um projeto semelhante ocorreu com a Bud e o cantor Will I Am, de nome Great Times Are Comming, onde o vinil foi impresso em material plástico e colocando em uma revista de mercado.


A propósito, o mercado de vinil vive uma renascença histórica, consolidando-se como o formato físico dominante tanto no Brasil quanto no mundo em 2025 e 2026. Mesmo em um cenário de streaming absoluto, o vinil se tornou um item de desejo impulsionado por colecionadores e pela Geração Z.

Em 2024, o vinil foi responsável por 76,7% do faturamento de todos os produtos físicos no país. As vendas de mídias físicas cresceram cerca de 25,6% em 2025, impulsionadas diretamente pelos "bolachões". Somente em 2023, o faturamento com vinil no Brasil cresceu 136%, superando CDs e DVDs pela primeira vez. Atualmente, três grandes nomes sustentam a produção nacional: Polysom (maior da América Latina), Vinil Brasil e Rocinante.

Em Minas Gerais, a Cervejaria Vinil surgiu no movimento musical de quatro amigos, pertencentes à ACervA Mineira, que se reuniam para escutar boas músicas com os amigos ao lado de uma boa
cerveja. Dessa forma, a marca baseia toda sua identidade no mundo dos LPs. Seus rótulos levam nomes como 33 RPM (Bohemian Pilsener), 45 RPM (British IPA) e 78 RPM (Stout), criando uma
"discografia" líquida que homenageia clássicos do rock.

Veja a seguir algumas capas de bandas e discos de vinil que encontrei pela internet. Em breve, posto também o Disc Picture que está relacionado a uma boa cerveja. Desfrute, escute uma música e aprecie uma boa cerveja.

Cheers!


sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Cervejaria Vinil on the Groove

Cervejaria Vinil promove lançamento da Groove, sua nova American IPA

da redação do blog Bom de Copo

A Cervejaria Vinil tem novidade em seu portfólio. A cerveja Groove foi lançada nesta quinta-feira (01/11), no bar Underground, em Belo Horizonte, com muita música de qualidade, princípio difundido pela Vinil. O evento começou a partir de 20h e foi a noite toda.
A nova integrante da família American IPA é atração que se junta a outras marcas da empresa. A Groove traz aroma e amargor característicos por conta dos lúpulos e maltes especiais.
Os lúpulos aromáticos utilizados na Groove são o Mosaic e o Ekuanot, que remetem aromas cítricos e frutados, principalmente de pêssego.
Quem gosta de apreciar toda a qualidade da cerveja artesanal precisa experimentar uma cerveja com a excelência da Groove. Ela possui potentes 6% de graduação alcoólica e 42 pontos de índice de amargor.


sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Cervejaria Inconfidentes

Inconfidência Cervejeira

Por Roberto Fonseca

Montar uma cervejaria no Brasil não é tarefa simples. Além da burocracia e dos impostos, reclamações constantes do setor, a conjunção de criatividade e habilidade com recursos financeiros é tão ou mais complexa do que a mistura de água, maltes, lúpulos e leveduras que dá origem a algumas das melhores fermentadas do planeta. Um desses fortuitos momentos ocorreu no fim de 2011, em Minas Gerais, reunindo na mesma mesa sete produtores caseiros ligados a três marcas: Grimor, Cia. Cervejaria Jambreiro e Cerveja Vinil. Mais de um ano depois, a Inconfidentes, uma cooperativa cervejeira, faz os ajustes finais para o início de sua operação, estimado para meados de fevereiro.

Instalada em Nova Lima (MG), a Inconfidentes tem como sócios três empresas ligadas aos cervejeiros caseiros. Juntos, eles compraram uma panela de brassagem (produção cervejeira) de 2 mil litros e seis tanques de 2 mil litros cada um. “O tamanho é até maior do que precisávamos, mas como somos uma cooperativa e teremos um cronograma de uso do equipamento, o ideal é que cada cervejaria produza o máximo possível a cada vez que trabalhar”, afirma Paulo Patrus, da Grimor.

Ele estima que, uma vez operacional, a cervejaria tenha capacidade mensal de até 24 mil litros. Só equipamentos e as modificações no imóvel para a implantação da fábrica custaram entre R$ 700 mil e R$ 800 mil. Cada cervejaria da cooperativa, segundo Patrus, vai produzir suas próprias receitas, mas a primeira deve ser feita a 14 mãos. “Queremos fazer uma cerveja nova, com a cara da Inconfidentes, que poderá se tornar uma sazonal. Ainda não definimos o estilo.” Faz parte do projeto engarrafar as cervejas para atender a outros Estados.

Para Patrus, a cooperativa é uma opção estratégica para os cervejeiros caseiros que pensam em se profissionalizar. “Todos (na Inconfidentes) somos da ACervA Mineira (entidade que reúne produtores caseiros) e convivemos há muitos anos, temos a mesma filosofia. Os cervejeiros caseiros já nasceram nesse clima de associação, compartilhando conhecimento”, afirma ele, que, com Gabriela Montandon, compõe a Grimor. Também são da Inconfidentes Humberto Ribeiro Neto, da Jambreiro, e o quarteto da Vinil Fabricio Bastos, Virgilio de Barros, Daniel Pinheiro e Ricardo Marques.

Fonte: Bob http://blogs.estadao.com.br/paladar/inconfidencia-cervejeira/

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Inconfidentes Cervejarias Conjuradas


Grimor, Jambreiro e Vinil se Unem em Forma de Cooperativa

O sonho de 3 produtores passam a se concretizar em um espaço em comum, por meio da criação de uma indústria de cervejas em forma de cooperativa, visando mitigar excessos de custos e criar sinergia entre as marcas, por meio de serviços compartilhados (Shared Services).

Desejamos a ICC sucesso pleno em suas atividades! Trata-se de uma evolução na ACervA Mineira! Grandes cervejeiros, agora numa grande marca!

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