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domingo, 31 de maio de 2026

Cerveja na Banca

 

Uma nova era de leitura: conheça a banca de chopp da Prudente de Morais

A tradicional banca de jornal ganhou uma nova utilidade em Belo Horizonte. Localizada na movimentada Avenida Prudente de Morais, bem em frente ao conhecido Espetinho DoChef, uma estrutura que antes abrigava revistas e jornais foi completamente transformada. Agora, o espaço funciona como pequeno depósito de barris e choperia, trocando o papel pelo colarinho cremoso. Feito parecido ocorreu com a Cervejaria Vinil, quando um grupo de produtores da marca tocavam discos de vinil em frente a uma banca de jornais, na região da Savassi, vendendo seus chopes gelados.


A grande novidade do local é a parceria com a Krug Bier, pioneira na transição da cultura cervejeira artesanal em Minas Gerais. Os clientes podem desfrutar do chope pilsen diretamente no balcão da banca. A proposta une a nostalgia das antigas bancas de rua com a praticidade de um bom espetinho logo do outro lado da via.

Com tanta banca, abandonada, não exercendo mais a sua função essencial, (muitas se tornaram ponto de outdoors eletrônicos), quem sabe a moda pega?

E você? Banca uma cerveja?!

Local: Avenida Prudente de Morais 920. Belo Horizonte.

quarta-feira, 4 de março de 2026

Tap Handles no Brasil


Jovem brasileiro aposta na fabricação de Tap Handles e acessórios personalizados para bares e cervejarias

Nesse início de mês estive em contato com Marcos Miranda, o Marquinhos, gerente de manutenção de equipamentos externos da Krug Bier, fábrica tradicional de Minas Gerais, mais precisamente localizado em Nova Lima, onde em um determinado momento, ele me confidenciou que havia um designer no Brasil quem estava desenvolvendo Tap Handles, para a Cervejaria Krug.

Como gosto do tema solicitei ao Marquinhos o seu contato. Conversei com o jovem Evandro, proprietário da empresa Martelo da Ira. Fundada em 2021, trata-se de uma empresa especializada em personalização de equipamentos cervejeiros como chopeiras, tap handles e acessórios. Evandro oferece uma variedade de opções de designs personalizados e exclusivos com a logo de cervejarias, bebidas o que inclui destilados e fermentados. Para tanto, a empresa utiliza materiais de alta qualidade e técnicas de fabricação avançadas, para garantir que os produtos fiquem extremamente finos e com aparência atraente, sem perder o toque artístico e artesanal do produtor. 

Atualmente a Martelo da Ira, vem atendendo, associações de cervejeiros, microcervejarias, cervejarias e até grandes fábricas, assim como bares, tap rooms, growlerias e pubs. A seguir, apresento alguns modelos que achei superinteressantes.


Curiosamente, o nome “Martelo da Ira” foi retirado das obras de JRR Tolkien (o autor de O Senhor dos Anéis - Lord of the Rings), mais precisamente do conto “A Queda de Gondolin”, onde a casa do martelo da ira era uma das doze casas da cidade. Essa casa, especificamente, era composta por valorosos guerreiros e exímios artesões. 

No universo dos tap handles e manoplas criados por Evandro, há uma linha exclusiva que reflete a saga do O Senhor dos Anéis e outros temas como Star Wars, Rock, Caverna do Dragão e animes. Isso me faz lembrar das torneiras que vi em diversas tavernas medievais na Europa e em bares temáticos em Orlando.

Quem desejar entrar em contato com o Evandro basta ligar no telefone (21) 986846108 ou ainda pelo Instagram @martelo_da_ira. 

O QR pode facilitar o seu contato. Aproveito e deixo o Tap Handle que recebi do Evandro Martelo para vocês verem a qualidade do produto, que passo a utilizar em minhas chopeiras da Ave Cesar Co.


Código QR

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Fonte de alegrias

Caneco na mão! Cidade planeja construir fonte que jorra cerveja na Europa

A ideia está sendo anunciado como a primeira do tipo no continente

Tentando atrair mais turistas para o local, uma pequena cidade na Eslovênia pretende criar uma atração que é, basicamente, o sonho de consumo de todo bom bebedor: uma fonte pública que jorra cerveja.

De acordo com o site da FoxNews, o projeto deverá custar US$ 400 mil (cerca de R$ 1,5 milhão na cotação de hoje) e será instalado em Zalec, cidade conhecida por suas plantações de lúpulo - um dos principais ingredientes da cerveja. A ideia está sendo anunciada como a primeira do tipo na Europa, mas esqueça a gratuidade. Os visitantes sedentos poderão experimentar uma enorme variedade de cervejas eslovenas pagando cerca de US$ 7 (R$ 27) por três canecas.

Zalec está localizada a cerca de 56km a nordeste da capital Liubliana, e conta com uma população de cinco mil pessoas. A ideia da tal fonte de cerveja (uma espécie de chopeira estilizada) surgiu baseada na cidade eslovena de Rogaska Slatina, que tem uma fonte que jorra água mineral gratuita para os hóspedes de um hotel.

Segundo a prefeitura, os contribuintes irão custear por volta US$ 190 mil (R$ 750 mil) do valor total, sendo que o restante será pago pela iniciativa privada. Alguns dos representantes locais não gostaram muito da ideia, pois acreditam que o dinheiro poderia ser melhor utilizado.

"É verdade que a fonte não sairá barata", diz Janko Kos, prefeito da cidade, ao site de notícias Dnevnik. "Mas é um projeto de desenvolvimento, um produto turístico."

Fonte: Uol.  http://viagem.uol.com.br/noticias/2016/02/12/caneco-na-mao-cidade-planeja-construir-fonte-que-jorra-cerveja-na-europa.htm

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Revista Exame

Sete Perguntas para Ariel Sterngold

“Em breve, faremos cerveja em casa”.

O Belga Ariel Sterngold, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Bevyz, empresa europeia dona de uma tecnologia que permite fazer várias bebidas com capsulas, não para de viajar entre Europa, Estados Unidos e Brasil. Sterngold está ajudando suas empresas parceiras, a Brastemp no Brasil e a Cuisinart nos Estados Unidos, na preparação do lançamento de uma máquina para uso doméstico, o que está previsto para 2015. Entre uma viagem e outra, Sterngold concedeu uma entrevista para a revista Exame, ao qual transcrevemos na íntegra.

1.       A Pepsi tem uma participação em sua empresa e a Coca-cola investe numa companhia que também tem uma fatia na Bevyz. A guerra das colas é coisa do passado?
Existe uma expressão em inglês que ajudar a entender o que está acontecendo. É o Frenemy (ou “amigo-inimigo”, numa tradução livre). A Apple e a Sumsung são os maiores competidores no mercado de telefones celulares, mas parte dos itens do iPhone é feita pelos coreanos. O mundo mudou.

2.       O que as duas gigantes vêem em sua empresa?
Hoje, quando alguém quer tomar um refrigerante ou energético, precisa sair de casa, ir no supermercado, voltar cheio de garrafas e colocá-las na geladeira. No caso da bebida com gás, se quiser tomar apenas um copo, ainda corre o risco de ver a bebida perder a qualidade com o tempo. O que estamos propondo é uma revolução.

3.       O que sua tecnologia permite fazer?
Num primeiro momento, teremos sucos, chás, cafés, chocolates quentes e coquetéis. Num futuro próximo, teremos cervejas e até mesmo sopas.

4.       Que lições o senhor tirou do mercado de café em cápsulas?
Nosso princípio é semelhante ao das cafeteiras. O xarope do refrigerante, o extrato do chá ou do suco ficam numa cápsula que, quando acoplada à máquina, determina a temperatura da água e se há gás ou não.

5.       Há alguns anos se fala no potencial das máquinas de bebidas em cápsulas, mas até agora não há nada comparável ao sucesso das máquinas de café. É mais fácil falar do que conquistar o mercado?
Até agora ninguém tinha apresentado uma tecnologia capaz de fazer bebidas quentes e frias com a mesma máquina. Nossa vantagem é conseguir extrair o conteúdo da cápsula diretamente para o copo,o que evita mistura de sabores.

6.       As grandes fabricantes de cerveja do mundo dizem que sua máquina tem pouca chance de sucesso. O que faz achar que as pessoas vão trocar as garrafas produzidas pelos fabricantes por bebidas feitas com cápsulas em casa?
As pessoas querem mais escolhas e conveniência. Isso pode ser observado por todos os lados. Os smartphones estão cheios de novos aplicativos. Hoje, compra-se a música que se quer num clique.

7.  Quais foram as principais diferenças entre a parceria de vocês nos Estados Unidos e a no Brasil?
No Brasil, a qualidade da água é um problema, o que exigiu um filtro mais bem-acabado. Nos Estados Unidos, há várias empresas competindo pelo mercado de cápsulas, e isso exige uma política de preços mais agressiva. Em termos de qualidade das bebidas, porém, os produtos serão iguais.


Fonte: Exame, página 162.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Chopeiras Legais e Incríveis

Chopeiras diferentes. Que tal ter uma do tipo?

Para quem é anfitrião e gosta de receber pessoas em casa, com muita diversão e festividade uma chopeira é sempre bem-vinda. As máquinas de refrigeração mais tradicionais, produzidas por fábricas nacionais, como as Chopeiras Memo, geralmente são colocadas em cima de um balcão ou de uma mesa, próxima à área externa da casa. Até aí tudo bem. Isso é realmente extraordinário. Porém, quando o inusitado aparece, a situação se modifica. A chopeira vira o centro das atenções. Com dutos, termômetros, manômetros, tap handles descolados, todos querem extrair o próprio chope e tirar fotos ao lado para mostrar aos amigos. Há diversos designs disponíveis na internet. Abaixo, a seguir, há alguns modelos que achei bastante interessantes. Espero que te inspire a ter uma chopeira diferente. Veja a seguir:


















https://easybar.com/draft-beer/custom-draft-beer-towers/
https://www.micromatic.com/custom-towers/custom-beer-towers-gallery
Saiba mais em: https://www.taphandles.com/
#pelosatelite #avecesarco #chopeira #beerdispenser


domingo, 22 de junho de 2014

Super Cooler

Super Cooler (abaixo) é um plágio de Spin Chill (acima)? (Foto: Divulgação)

Criadores de cooler que gela cerveja em 2 minutos são acusados de plágio

Os brasileiros que lançaram o projeto Super Cooler no site de crowdfunding Catarse estão sendo acusados de plágio por uma dupla de norte-americanos. “O design do Super Cooler é uma cópia do Spin Chill. Nós não abrimos um processo contra eles ainda, mas pedimos gentilmente para o Catarse tirar a campanha deles do ar”, informou Trevor Abbott, um dos criadores do Spin Chill, em entrevista ao TechTudo. Será que os brasileiros copiaram a ideia dos norte-americanos? O TechTudo ouviu os dois lados da história. Confira.

Os dois produtos têm design parecido

Os norte-americanos Trevor Abbott e Ty Parker criaram o projeto do Spin Chill em setembro de 2013 e, assim como a dupla Gustavo Moraes e Rafael Schiavoni, tentatam arrecadar fundos através de um site de colaboração coletiva, o Kickstarter. Ambos os aparelhos têm formatos semelhantes a pistolas de plástico que '"agarram" a latinha e a gira no gelo para resfriá-la rapidamente. 

Mas as semelhanças não terminam nas aparências: os vídeos de divulgação dos produtos também são bem parecidos e têm estruturas semelhantes. Há uma dupla de apresentadores carismáticos, o trabalho para transformar um protótipo em um produto, a proposta de financiamento coletivo e o produto em ação. Agora compare com o do Super Cooler:

Os brasileiros compraram o Spin Chill antes de lançar o Super Cooler?
De acordo com Trevor Abbott, um dos criadores do Spin Chill, ao descobrirem o produto brasileiro, eles acharam parecidos demais com o seu, acreditando se tratar de uma cópia. Eles procuram uma solução amigável para o caso, pedindo para que o aparelho seja retirado do site Catarse. Abbott, em entrevista ao TechTudo, fez uma acusação a Gustavo Moraes e Rafael Schiavoni: “Nós descobrimos que os dois cavalheiros do Brasil que começaram o Super Cooler compraram um modelo nosso em dezembro de 2013 e tentaram entrar em contato com nossos fornecedores”.

E o que diz a dupla de brasileiros?
“Nós não nos inspiramos no Spin Chill e foi realmente infeliz quando descobrimos a existência do produto, por volta de dezembro", disse Rafael Schiavoni, um dos criadores do Super Cooler, em entrevista ao TechTudo. "Foi bastante impactante, pois vimos que era como se tivéssemos copiado, mesmo tendo trabalhado a ideia inspirados no Enviro-cool, que gelava cerveja em 45 segundos”, explicou.

O engenheiro disse que desde o dia em que descobriram o produto americano buscaram todo tipo de informação para saber se era possível continuar o projeto ou se estavam realmente infringindo alguma lei e cometendo plágio. "Uma das coisas que descobrimos é que o termo plágio não se aplica a produto”, informou.

De acordo com Schiavoni, foi feita uma pesquisa enorme sobre patentes de cada um dos elementos que compõem o Super Cooler. “Descobrimos as primeiras patentes que utilizam o mesmo método desde o ano de 1966", explicou. De acordo com ele, algumas delas já estão em domínio público. 

"Um dos trabalhos fundamentais para se fazer antes de lançar qualquer coisa no mercado é identificar concorrentes. Encontramos quase todos no mercado internacional, com exceção de um concorrente local que já tirou seu produto de linha”, concluiu. De acordo com os criadores do Super Cooler, há 11 produtos similares no mercado, além do americano Spin Chill. A lista segue abaixo:

v  Chill and Chug: que conta apenas com encaixe para garrafa se rotaciona manualmente;
v  Chill Wizard – Can Chiller: uma caixa que gira lata;
v  Cooper Cooler:  caixa que gira lata ou garrafa e utiliza roletes no lugar de encaixe específico;
v  Enviro-cool: tem um processo de rotação um pouco diferente, girando em dois eixos a lata ou garrafa;
v  Frost Boss: gira a lata e vem com caixa específica, mas também poderia ser utilizado fora dela;
v  Gela Latinha: caixa que gira a lata (único brasileiro, que está fora do mercado);
v  Spin & Cool: rotaciona a lata e vem com caixa específica, mas também poderia ser utilizado fora dela;
v  Tinchilla: caixa que gira lata;
v  Turbo Cool: também foi lançado no Kickstarter e funciona apertando um botão-alavanca que gira o recipiente;
v  Instancool: caixa que gira lata;
v  Beer 90 Chiller: foi uma das primeiras ideias da área, sendo um produto à manivela.

Além da lista, Rafael Schiavoni afirma que eles já estão tomando providências para evitar uma disputa na justiça ou mesmo para tirar seu produto de circulação. “Estamos trabalhando para mostrar que não foi plágio. Nós trabalhamos em tudo antes de chegar no Super Cooler. Tomamos uma rasteira com essa acusação", disse. Schiavoni informou ainda que acha bem triste que exista um prejulgamento de que americano é isento de qualquer acusação por parte dos brasileiros. Segundo ele, o site Catarse já está a par da situação. "Temos continuamente conversado com eles mostrando transparência e o nosso trabalho sério desde o princípio do projeto”, finalizou.

Particularmente, prefiro uma boa chopeira!

domingo, 20 de outubro de 2013

Heineken Sub

Heineken e o Chope em Casa: The Sub

A mais nova invenção da Heineken chega ao mercado prometendo transformar o hábito de beber cerveja em casa. A marca anunciou o lançamento do The Sub, uma máquina de tirar chopp projetada para o consumo caseiro e que alia tecnologia ao design sofisticado.

O projeto, acalentado há tempos e comunicado aos poucos, é uma aposta da marca no que chamou de "rápido crescimento do mercado de cerveja em casa".

Por trás do slogan "Bem-vindo ao futuro" está um conceito de estilo sofisticado, assinado pelo cultuado designer australiano Marc Newson, e mais uma equipe de especialistas em tecnologia da Krups, empresa alemã que fabrica eletrodomésticos. Segundo comunicado da cervejaria, o objetivo é "aumentar o desejo dos consumidores urbanos para desfrutar de uma experiência de chope premium em sua própria casa".

O equipamento conta com a máquina (o The Sub em si) e um keg de dois litros que abastece o sistema, o The Torp, feito para caber na geladeira. É no Torp que se encontra o "sabor" do chopp, como numa cápsula de Nespresso. Por enquanto, ele está disponível nos rótulos Desperados, Affligem e Baffo D'Oro, além da cerveja-mãe do portfólio da empresa. O modo de usar "para um chope bem tirado" é explicado no site oficial.

A apresentação do produto ao público foi feita com pompa numa festa exclusiva em Paris, com show da banda MGMT. A companhia afirmou que os primeiros kits chegam ao mercado em 2014, inicialmente na Itália e na França.
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