sábado, 7 de abril de 2018

Invicta Knock Down 2018


A Cervejaria Invicta vai realizar no dia 14 de abril, mais uma edição do Invicta Knock Down, evento com entrada gratuita que acontece bimestralmente na fábrica. Nesta edição, além de atrações musicais e cervejas especiais nas torneiras, a organização vai revelar em primeira mão a banda principal que vai tocar no Invicta Nocaute Festival, que acontece no dia 4 de agosto.

 O Invicta Knock Down acontece no espaço de eventos da cervejaria, que é amplo, estruturado e climatizado e contará com 2 atrações musicais, Projeto Vivo, com acústico de pop rock e a banda Foo Fighters Cover. Nas torneiras, vários rótulos como Invicta Pilsener, Saison, 6 o’clock, Conan, Maracujipa, Charlie Brown Junior, Que Passas, Fênix, Damiana e uma novidade da Cervejaria 2 Cabeças, marca parceira da Invicta que será lançada durante o evento.

 “O Knock Down já se tornou um evento muito esperado para os apreciadores de cervejas artesanais e essa edição está imperdível. Muita gente está ansiosa para saber quem vai ser a atração principal do Nocaute e quem estiver nessa edição do Knock Down vai ter a informação em primeira mão. Bandas ótimas, cervejas muito apreciadas nas torneiras e aquele clima bacana que sempre rola nos eventos da Invicta”, garante Rodrigo Silveira, mestre cervejeiro e diretor da Cervejaria Invicta.

Saiba mais em: https://publicidadeecerveja.com/2018/04/05/cervejaria-invicta-vai-revelar-atracao-principal-do-nocaute-festival-durante-evento-no-dia-14/ 

sexta-feira, 6 de abril de 2018

Penz Bier Das Haus


Rosária Penz Pacheco: Ela largou a carreira de executiva para desenvolver sua própria receita de cerveja


By RYOT Studio Brasil / C&A

Rosária Penz Pacheco é gaúcha, sommelier, juíza e fabricante de cervejas. Mas ela também é economista, especializada em gestão de sustentabilidade. Em "outra vida", Pacheco foi executiva de contas de grandes empresas em um dos maiores bancos do País.
Em sua "primeira vida", construiu uma carreira no sistema financeiro. Morou por 10 anos na esquina da Oscar Freire com a Rebouças e trabalhava na Avenida Paulista, em São Paulo. Além do MBA, fez um curso de responsabilidade corporativa em Genebra, na Suíça. Viajou o mundo.
Aos 39 anos, Rosária voltou a morar em Porto Alegre. O banco em que trabalhava na época havia sido comprado por outro maior, e a correria atrás de metas fazia cada vez menos sentido. "Eu sabia que precisava mudar de vida, mas não sabia o que fazer", disse, em entrevista ao HuffPost Brasil.
Aos 44 anos, está vivendo de uma maneira que sequer podia imaginar seis anos atrás, quando o sistema digestivo refletia o desconforto com a vida. Rosária não faz grandes planos para o futuro, mas sabe que ele cheira a malte, lúpulo e cevada. Já comprou a sua fábrica de cerveja, mas por enquanto, os equipamentos estão guardados - primeiro, é preciso consolidar o Penz Bier como negócio. E depois, seguir brindando. "Quero ser uma velhinha atrás do balcão".
Foto:CAROLINE BICOCCHI/ESPECIAL PARA O HUFFPOST BRASIL


segunda-feira, 26 de março de 2018

Revolução cervejeira em Minas

Revolução cervejeira em Minas

Por Wilson Renato Pereira, Jornalista, Psicólogo e Psicanalista – 

Eles foram aparecendo aos poucos, trocaram confidências na noite belorizontina e descobriram que tinham os mesmos ideais. Em pouco tempo, seus sonhos se tornaram realidade e, após muita luta, os novos revolucionários mineiros conquistaram o mundo…da cerveja, ganhando importantes prêmios nacionais e vencendo concursos internacionais para o Brasil.

A saga desse bravo pessoal começou há mais de dez anos e agora está sendo registrada em livro que será lançado pela editora Autêntica. Além de revolucionário de primeira hora, proprietário da cerveja “Ave Cesar” e ex-presidente da Associação dos Cervejeiros Artesanais Mineiros (Acerva) o autor, Henrique Oliveira, é escritor, formado em Ciências Contábeis e gestor de governança, riscos e compliance da Belgo Bekaert Arames.
O grupo que iniciou o movimento era formado por amantes da cerveja de qualidade e a maioria residia em Belo Horizonte. Entre eles, Rodrigo Lemos, Rômulo Gresta, José Augusto Silveira, Danilo Leite Mendes, Thomas Karpens, Daniel Gontijo “Draghenvaard”, Pablo Carvalho, Paulo Patrus, Gabriela Montandon, Marco Falcone, Luiz Flávio Leão, Daniel Pinheiro, Felipe Viegas e o mestre cervejeiro Paulo Schiaveto. Nas suas inconfidências, trocavam dicas e experiências cervejeiras via internet e degustavam suas descobertas no icônico bar Frei Tuck Slow Beer, de propriedade de Luiz Flávio.
“A turma ficou conhecida pelo nome de Confraria BH. Aliás, em março daquele mesmo ano, era formada a Confraria Feminina da Cerveja – Confece, também em Belo Horizonte, por um grupo de amigas que também curtiam boas cervejas. Quando os conheci, trocamos afinidades, e apesar de não fabricar cervejas, me juntei a eles”, registra Henrique Oliveira.
Além de consumir, o pessoal também produzia suas próprias cervejas em casa e as compartilhavam com amigos e convidados. A idéia evoluiu para o I BH Home Bier – Mostra de Cervejas Caseiras de BH, realizada no Frei Tuck com o apoio da Falke Bier e da distribuidora Bier Wein. Foram avaliadas cerca de dez cervejas e premiadas as três melhores, produzidas por Thomas Karpen, José Augusto Silveira e Daniel Teixeira Chaves. O evento lotou o lugar e o seu sucesso levou à realização de mais quatro edições.
Inspirados nas associações de cervejeiros artesanais do Rio de Janeiro e São Paulo, em outubro de 2007 alguns cervejeiros caseiros de Minas se reuniram na casa do pai de Henrique Oliveira, para criar entidade semelhante no estado, a ACervA Mineira. O número de associados cresceu rapidamente, assim como o volume da produção de cervejas caseiras, sob a orientação do mestre Paulo Schiavetto.
Por meio da associação, os cervejeiros faziam compras conjuntas de ingredientes, como malte, lúpulo, levedo e alguns equipamentos de menor porte, como chopeiras, cilindros e conexões. Já havia um certo clima de empreendedorismo. Uns passaram a palestrar e dar aulas sobre cervejas, outros decidiram se dedicar à cerveja como profissão. Entre eles, Felipe Viegas da Taberna do Vale, Alencar Barbosa (Cervejaria Küd), Paulo e Geraldo Furst (Fürst Bier); Daniel Pinheiro, Humberto Mendes, Paulo Patrus e amigos (Cervejaria Inconfidentes), Alfredo Figueiredo e Marco Antônio (VM Beer), Normado Morg (Cervejaria Uaimií), Cristiam Nazareno (Cerveja Profana, de Juiz de Fora), Bernardo Gosling (Gosling Beer).
Pablo Carvalho, Rodrigo Parisi, Kelvin Azevedo e Rafael Patrício se tornaram grandes profissionais cervejeiros. José Bento Valia Vargas montou uma distribuidora de insumos e cervejas. João Becker se tornou dono de um bar famoso em Ribeirão Preto, Armando Fontes se tornou designer especializado em rótulos. “O movimento cultural e empresarial relacionado à cerveja então explodiu de vez, com a Acerva Mineira se tornado uma incubadora de talentos”, contou Henrique Oliveira.
Tendo se integrado depois ao grupo dos pioneiros, a jornalista Fabiana Arreguy, da CBN de Belo Horizonte criou o programa Pão e Cerveja, contribuindo para difundir a cultura da cerveja de qualidade em Minas. Por meio do Extra-Malte, o músico Sady Homrich também foi importante nesse aspecto, assim como Carol Patrus, da distribuidora Mamãe Bebidas.
Em razão da qualidade das bebidas produzidas pelo seu setor artesanal, Minas Gerais passou a ser conhecida como a Bélgica brasileira, fama advinda da criatividade dos seus cervejeiros. A ACervA Mineira teve, ainda, participação importante na qualificação de associados para obter a certificação de juízes do BJCP (Beer Judge Certification Program), tornando o maior estado do Brasil em representatividade nas mesas julgadoras de concursos internacionais.
Em seu livro, Henrique Oliveira, registra ainda que, ao longo de décadas, Minas sempre teve destaque no setor cervejeiro graças ao esforço de seus empresários. “Desde o surgimento da primeira cervejaria mineira, em 1841, e a decadência do segmento, logo após a crise americana de 1929, guerreiros como Felício Brandt, Hermógenes Ladeira e Luiz Otávio Possas Gonçalves mantiveram a luz acesa durante as décadas de 1960 a 1990, enfrentando o poderio da Brahma e da Antarctica”.
“Luiz Otávio, o último daquela velha guarda, resistiu até 1999, quando essas duas empresas se uniram após aprovação do CADE”. Mesmo após aquela derrocada, quase que mortal, o candeeiro do micro produtor foi sabiamente repassado em 1997 para Herwig Gangl, Teodósios Tersis, Rodrigo Ferraz e Marcus Brodnik, quando resolveram fundar a Cervejaria Krug Bier. Simultaneamente, naquele mesmo ano, os irmãos Halim e Munir Kalil e Paula Lebbos, incrementavam os seus negócios com a criação da Cervejaria Bäcker”, destacou o autor.
Henrique Oliveira enxerga o cenário cervejeiro artesanal de Minas em franco crescimento, tanto no número de empreendimentos e como pela ousadia dos produtores. “Minas Gerais possui um forte apoio institucional por parte de entidades como a Acerva Mineira, o SindBebidas e a Codemig”.  Para ele, os governos vêm compreendendo que o micro produtor de cervejas não pode ser sufocado com altas taxas tributárias.
“Mas, o futuro requer cautela. As micro cervejarias, para se manter num mercado concorrido e monopolizado por grandes fabricantes, precisam de um bom planejamento, estratégias adequadas, atenção ao fluxo de caixa, atendimento primoroso a clientes e, acima de tudo, racionalização de custos. Fábricas, mesmo que pequenas, requerem ganhos de escala, investimentos constantes em manutenção e ampliação, excelência em seu gerenciamento”, aconselhou.
Fonte: https://mercadocomum.com/revolucao_cervejeira_em_minas/

domingo, 18 de março de 2018

XII Encontro Nacional das ACervAs


Belo Horizonte sediará o maior encontro de cervejeiros artesanais do Brasil


O XIII Encontro Nacional das ACervAs será em Belo Horizonte / MG e como em todos os anos, será durante o feriado de Corpus Christi. Comprem suas passagens e fogo nas panelas! Os mineiros estão prometendo um grande encontro com os cervejeiros das ACervA Brasil e entusiastas.

Palestras

As palestras técnicas sobre produção de cerveja artesanal voltadas aos cervejeiros caseiros acontecerão no Hotel Holiday Inn, no dia 31/05. A programação inclui palestras de profissionais renomados com comprovada formação e destaque no cenário cervejeiro. Os nomes dos palestrantes serão divulgados assim que forem acertados.

Tanto antes das palestras como também nos intervalos, teremos Beer Break. Nessa pausa, os cervejeiros têm a oportunidade de trocar conhecimentos entre eles e visitar os stands dos patrocinadores. Durante o intervalo teremos o serviço de cerveja artesanal que será fabricada por cervejeiros associados à ACervA Mineira.

Em breve divulgaremos mais informações. Vamos invadir BH com cervejas e cervejeiros caseiros. 

Até lá!

quarta-feira, 14 de março de 2018

Os melhores da cerveja Ano 2017


Enquete do BOB aponta a opinião sobre cervejas e cervejarias, por quem entende do assunto


O Jornalista Roberto Fonseca, mais conhecido no meio como BOB, apresenta a formalização da sua enquete do ano de 2017 relacionada à diversos temas cervejeiros, entre eles a opinião sobre determinados estilos de cervejas, bares e restaurantes que apresentam os melhores chopes, opiniões sobre o mercado.

A enquete, é uma oportunidade para compreender um pouco como anda as perspectivas de mercado e consumo no Brasil, na visão de diversos entendedores do assunto, entre mestres cervejeiros, cervejeiros caseiros, jornalistas, escritores e empresários do ramo. O trabalho desenvolvido por este jornalista é sério e muito interessante. Confira mais sobre e enquete em https://osmelhoresde2017.wordpress.com/

E que venha a pesquisa de 2018!

Como BOB mesmo diz "Mandou bem Nobre"!

quarta-feira, 7 de março de 2018

Festival Brasileiro de Cervejas de Blumenau


Minas fatura 27 medalhas no Festival Brasileiro de Cervejas


Peço desculpas por não estar postando com frequência reportagens, pois estou em fase de conclusão do meu livro, Cervejarias Mineiras: da Imigração ao Copo.

Mas ai está os ganhadores das Cervejarias de Minas que fizeram bonito em Blumenau: (fonte: Wilson Renato, da coluna "Cerveja & Cia." da revista Mercado Comum.
  • 3 ORELHAS: Belgian Saison (prata)
  • ALBANO'S: Irish Dry Stout (bronze)
  • ANTUÉRPIA: Barley Wine (ouro), Wood and Barred Aged Dark (bronze)
  • BACKER: Belgian Blonde Ale (ouro), Brazilian IPA (ouro), British Barley Wine (ouro), Imperial Red Ale (ouro), Specialty Beer (ouro), Spices&Herbs (prata).
  • CAPA PRETA: Porter Berry (ouro).
  • GUIZAS BEER: Brazilian Fruit Beer (ouro) - Best of Show
  • JÓIA MESQUITA: Dunkel Weizen (bronze)
  • LOBA: Vienna Lager (bronze)
  • MANTRAP: Barley Wine (prata)
  • PRUSSIA: Extra Special Bitter (ouro)
  • TIMBOO: Brown Porter (ouro)
  • VERACE: Dark Strong Ale (ouro), Experimental Ice Cream Pale Ale (prata), ( American Brown Ale (prata), Tropical Light Lager (bronze)
  • VINIL: Stout (ouro), Kellerbier Lager (prata)
  • WÄLS: Belgian Tripel (ouro), Imperial Red Ale (prata) 
Em 21 a 23 de junho Blumenau sediará um Festival Internacional de Cervejas. Aguardem por mais informações.
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