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sexta-feira, 6 de abril de 2018

Penz Bier Das Haus


Rosária Penz Pacheco: Ela largou a carreira de executiva para desenvolver sua própria receita de cerveja


By RYOT Studio Brasil / C&A

Rosária Penz Pacheco é gaúcha, sommelier, juíza e fabricante de cervejas. Mas ela também é economista, especializada em gestão de sustentabilidade. Em "outra vida", Pacheco foi executiva de contas de grandes empresas em um dos maiores bancos do País.
Em sua "primeira vida", construiu uma carreira no sistema financeiro. Morou por 10 anos na esquina da Oscar Freire com a Rebouças e trabalhava na Avenida Paulista, em São Paulo. Além do MBA, fez um curso de responsabilidade corporativa em Genebra, na Suíça. Viajou o mundo.
Aos 39 anos, Rosária voltou a morar em Porto Alegre. O banco em que trabalhava na época havia sido comprado por outro maior, e a correria atrás de metas fazia cada vez menos sentido. "Eu sabia que precisava mudar de vida, mas não sabia o que fazer", disse, em entrevista ao HuffPost Brasil.
Aos 44 anos, está vivendo de uma maneira que sequer podia imaginar seis anos atrás, quando o sistema digestivo refletia o desconforto com a vida. Rosária não faz grandes planos para o futuro, mas sabe que ele cheira a malte, lúpulo e cevada. Já comprou a sua fábrica de cerveja, mas por enquanto, os equipamentos estão guardados - primeiro, é preciso consolidar o Penz Bier como negócio. E depois, seguir brindando. "Quero ser uma velhinha atrás do balcão".
Foto:CAROLINE BICOCCHI/ESPECIAL PARA O HUFFPOST BRASIL


domingo, 14 de junho de 2015

Cerveja em Porto Alegre

Fruki vai passar a produzir cerveja

Ainda sem projeto desenhado para a fábrica, o plano está esboçado na cabeça de Nelson Eggers, presidente da Fruki: em 2020, vai passar a produzir cerveja, tanto de consumo popular quanto especiais. Eggers ainda não sabe o valor do investimento, nem quantos empregos vai gerar, mas sabe que será no feito no Rio Grande do Sul, precisa de uma área de 100 hectares e 50 municípios disputam o empreendimento.
Nesta quarta-feira, antes da reunião-almoço da Federasul, Eggers conversou com jornalistas e deu seu recado sobre a revisão dos incentivos fiscais no governo do Estado:
– Se ainda existir incentivo para os outros, quero para mim também. Se retirarem de todos, manteremos o plano em condições iguais.
Segundo Eggers, a Fruki cresce e faz planos ambiciosos para o futuro: quer saltar de 32% para 50% de participação em água mineral e chegar a 20% em refrigerantes no Estado, o que significa produção de 570 milhões de litros por ano. Como a capacidade atual é de 420 milhões, precisa de uma ampliação, além da nova unidade que produzirá cerveja, sucos, chás, bebidas energéticas e funcionais:
– Obtivemos incentivos fiscais de vários governos, estamos no quarto, e sempre cumprimos nossa parte. Em 1994, pagávamos R$ 4 milhões de ICMS, hoje são R$ 50 milhões ao ano.

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