quinta-feira, 18 de julho de 2019

Propaganda abusiva sobre consumo de bebidas alcoólicas



MPMG multa choperia de Uberlândia por publicidade de evento em que “mulheres de minissaia ou vestido acima do joelho não pagam”

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), por meio do Procon-MG, aplicou multa administrativa no proprietário de uma choperia situada em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, em razão da veiculação de publicidade abusiva que reforça a cultura de objetificação da mulher. A propaganda, feita em 25 de junho de 2017 na página do estabelecimento em uma rede social, buscava promover um evento realizado pela choperia e, para isso, utilizou os seguintes dizeres: “Mulheres de minissaia ou vestido acima do joelho não pagam até 23h e bebem a noite toda”.

Diante do fato, o Procon-MG instaurou Processo Administrativo com o objetivo de apurar o descumprimento do Código de Defesa do Consumidor e do Decreto n° 2.181/1997, que trata do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor.

Após ser notificado sobre o procedimento, o empresário apresentou defesa alegando que não tinha conhecimento sobre a abusividade da publicidade, especialmente quanto ao seu cunho ofensivo. Segundo o proprietário, a publicação foi excluída imediatamente, na presença do fiscal do Procon municipal, e, na sequência, foi divulgada retratação na mesma rede social em que ele esclareceu o equívoco e se desculpou pelo teor da publicação. O evento divulgado ocorreu no dia previsto.

 

Conduta repudiável

Conforme o promotor de Justiça Fernando Rodrigues Martins, a conduta do empresário “se revela extremamente discriminatória e repudiável” e, por conter caráter discriminatório e nítida abusividade, viola o art. 37, § 2º, do Código de Defesa do Consumidor. “Os termos da publicidade difundida reforçam, sobremaneira, a objetificação da mulher. Isso porque, mesmo que de forma velada, o anúncio em apreço preconiza a qualificação do público feminino como um atrativo da casa”, expõe o promotor.

Fernando esclarece que os termos usados na publicação convergem com a banalização da imagem da mulher e “prejudicam excessivamente” a igualdade de gêneros almejada pela Constituição Federal, “na medida em que a aparência da mulher, e, especificamente, o tamanho da roupa, importam mais do que todos os outros aspectos que as definem enquanto indivíduos”. Em razão  disso, segundo o promotor, a gratuidade de entrada e bebida para as mulheres com base no tamanho ou tipo de vestimenta é medida desproporcional e inteiramente injustificada.

Ainda segundo Fernando, a exclusão do anúncio e a retratação do autor não eximem o empresário da responsabilidade pelo fato. A multa aplicada, de R$ 720,35, tem caráter pedagógico e foi calculada com base nos artigos 56, I, e 57 do CDC.

Ministério Público de Minas Gerais

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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Abadia da Gerais


Retransmitimos com satisfação a mensagem de Danilo Mendes e seus amigos sócios:

É com muita satisfação que convidamos você para a inauguração da Cervejaria Abadia das Gerais!

Data: 31 de Agosto (Sábado).

O evento será realizado na Avenida Canadá 968, Jardim Canadá, das 13hrs. às 18hrs. 

Lançaremos também nossos três primeiros rótulos: Belgian Blond, Pale Ale e Abbey Ale. Os ingressos podem ser adquiridos pelo Sympla no link abaixo:

https://www.sympla.com.br/lancamento---cervejaria-abadia-das-gerais__561434

Prestigie! Seja Bem-vindos! Aguardamos vocês!

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Ouro Bier 2019


Ourobier Fest 2019 terá Fórum Tecnológico de Cervejas

O Ourobier Fest será realizado em Ouro Preto nos dia 24, 25, 26, 27 e 28 de julho (quarta, quinta e sexta feira durante o dia teremos o 1º Fórum de Tecnologia Cervejeira de Ouro Preto - (Sexta à partir das 18h até às 0h, Sábado  de 10 às 0h e Domingo de 10 às 18h). O festival será no estacionamento do Centro de Artes e Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), durante a ultima semana de férias, época em que Ouro Preto, sede da Rota da Estrada Real, já recebe muitos turistas e visitantes.

Portanto, você que vai participar já pode agendar sua hospedagem. Para que você fique por dentro de todas as novidades do evento e que não perca nada de nossa programação, siga o perfil do Ourobier no instagram @ourobier. 

Para que tenha seus amigos curtindo a festa com você, curta e compartilhe a nossa página do face www.facebook.com/ourobier. Dessa forma você fica por dentro de tudo, compartilha essa experiência com seus amigos e ajuda o Ourobier virar um dos maiores festivais de cerveja do Brasil! 

Ourobier Fest

Centro de Artes e Convenções UFOP

Rua Diogo de Vasconcelos, 328

Ouro Preto, MG



terça-feira, 2 de julho de 2019

Gestão de Riscos 2019



Gestão de riscos e a condução consciente

Por Henrique Oliveira*

Recentemente, lembrei-me de um filme estrelado pelo ator Michael J. Fox chamado “O Segredo do
Meu Sucesso”, editado no ano 1987. Tratava-se de uma comédia romântica ao qual ele, um recém-formado de uma faculdade do Kansas, corre em busca do seu primeiro emprego em uma empresa ao qual seu tio distante se tornara presidente. Ao perceber a existência de um excesso de hierarquias, a burocracia dentro da organização, e o medo de encarar à alta direção, Fox se transforma de um simples office boy de serviços internos a um gerente da corporação, trocando de nome e de uniformes.

O que me fez relembrar a película, foi que naquele tempo empresarial, principalmente nos países de Primeiro Mundo, a leitura e a visão da hierarquia era nítida e definida. A Presidência e a Diretoria davam as cartas; os demais obedeciam e seguiam as ordens. A estrutura era piramidal: na base encontrava-se o time operacional, subindo em seguida para os níveis tático e gerencial e terminando na cúpula dos elementos pensantes. As mensagens, tanto internas quanto externas, eram transmitidas lentamente, por meio de memorandos datilografados e encaminhados por correspondências. Apesar da longevidade do filme de J. Fox, aquele tipo de hierarquia instaurada a séculos, ainda existe nos dias de hoje como, por exemplo, os sistemas católico e militar, onde o primeiro se inicia com o Leigo e termina com o Papa e o outro se inicia na figura do Soldado e termina no General. O tom do regime é ditado pelos que estão em cima, ou seja, “tone at the top”.



O ambiente dos anos 80 permitiam uma certa previsibilidade dos acontecimentos, os mercados eram mais lentos e os países extremamente distantes entre si. Quem conhecia sobre os mercados árabe ou chinês? Ninguém, além dos próprios. Certamente isso ficava nas mãos dos árabes e dos chineses ou em grupos outliers, para a conjuntura da década. Havia pouca difusão da informação.  Os objetivos e os riscos corporativos abordados em uma organização apresentavam um olhar intrínseco, um dever dentro de casa a ser cumprido.

Entretanto, após o advento da internet, os cenários econômico e geopolítico mudaram e a comunicação ficou mais do que biônica. Está instantânea. Os mercados se abriram. Os acontecimentos em nível mundial passaram a ser divulgados de maneira escalonar, fragmentada, de forma disruptiva, indefinida e muitas vezes incerta, em questão de horas. É neste cenário que vem a seguinte questão: como gerenciar riscos em um ambiente de alta turbulência, com a existência de sistemas hierárquicos verticalizados, engessados e construídos num passado sem volta?

Pois bem: passou da hora da hierarquia quebrar paradigmas, descer do último andar e sentar em torno da mesa para escutar e discutir mais sobre os riscos que permeiam os negócios, com aqueles que vivenciam o dia a dia dos riscos, com foco nos objetivos estratégicos, nos impactos que poderão ocorrer no meio ambiente e na sociedade, com a visão de médio e longo prazos, ou seja, com sustentabilidade. Essa atitude é uma responsabilidade pessoal do conselho, da alta administração (basta lembrar do Artigo 302 da Lei Sarbanes Oxley) e demais envolvidos. Para obter sucesso, torna-se fundamental a construção e o exercício corrente de comitês de aconselhamento e assessoramento, formado por profissionais internos multidisciplinares e com habilidades capazes de questionar e levantar questões que possam impactar significativamente a continuidade da organização e a permanência saudável de seus stakeholders. Trata-se da atitude de pensar fora da caixa, fora do orçado. A compreensão de riscos ultrapassou a fórmula matemática, os impactos e as probabilidades. Deve-se haver compreensão humana. Deve-se medir as consequências do dano. O que foi tempestivamente aceito no passado passou a ser imprescindível hoje. Nessas circunstâncias, a intercessão contínua de profissionais externos especializados também é uma prática sempre bem-vinda, pois enriquece a tomada de decisão para os novos temas, sejam estes relevantes ou ainda complexos.

Por consequência, a informação não deve se mover de forma vertical e sim circular e multilateral. A confidencialidade deve ser revista e disseminada para melhor fluidez da informação, entre os envolvidos. A formalização dos riscos, bem como as suas respostas, deve estar bem redigidas e fundamentadas, para fins de manutenção e consulta, capaz de prover rastreabilidade da informação a tempo e hora. A análise dos impactos sociais e ambientais tornou-se imperativo. O compromisso da alta administração deve ser o de mover de “tone at the top” para “conduct at the top”, colocando efetivamente a mão na massa, fazendo efetivamente acontecer. Não basta dizer; deve-se conduzir. É uma mudança de cultura de riscos radical.

Acredito e muito nas empresas que levam a gestão corporativa de riscos “à risca”. Sua prática, quando firmada e executada de forma constante e consciente, torna-se um diferencial competitivo, reforça o estudo de caminhos que poderão levar a consciente consecução dos objetivos, auxiliando stakeholders a investirem melhor seus recursos, sabendo aonde estão pisando e com que estão lidando.

Afinal de contas, em se tratando de gestão de riscos, devemos nos importar em sermos globais, mais eficientes, assertivos, proativos e restaurativos do que apenas bem-intencionados.

*Henrique Oliveira é Gestor de Riscos Corporativos e Compliance Officer Cell

Créditos da imagem: Cpl. Theodore W. Ritchie Direitos autorais: This image has been approved for public release by Capt. Clark D. Carpenter, the Public Affairs Officer for the 22nd Marine Expe.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Brasil Brau e Livro Mineiro de Cervejas


Brasil Brasil 2019 retrata salta qualitativo na profissionalização do Setor Cervejeiro
Data: 21/JUN/2019

O principal evento da indústria cervejeira na América Latina reuniu a cadeia produtiva de ponta a ponta e apresentou as novidades do mercado mundial, com expositores de 13 países diferentes; a edição comprovou o posicionamento definitivo e relevante do Brasil no mapa do setor cervejeiro internacional

A 15ª edição da Brasil Brau, feira bienal de tecnologia em cerveja que aconteceu de 28 a 30 de maio no São Paulo Expo, reuniu as últimas tendências mundiais em maquinário, tecnologia, insumos, produtos e serviços do mercado cervejeiro. Participaram 113 expositores vindos de diferentes regiões do Brasil e países como Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, China, Holanda, França, Taiwan, Canadá e México – 33% dos expositores eram estrangeiros. Ao longo dos três dias de evento, 6.500 visitantes circularam pelo espaço de 8.000 m².

A organização do evento comemora os resultados: “A Brasil Brau deste ano foi realmente um divisor de águas, mostrando-se atrativa e internacional. Tivemos mais de 100 expositores representando 13 países diferentes, o que comprova a abrangência e relevância da feira no cenário mundial para quem quer fazer negócios com o Brasil”, analisa Luana Cloper, diretora de negócios da Brasil Brau. Na parte de visitação, ela identificou uma qualificação ainda mais expressiva do que nas edições anteriores. “Tivemos visitantes que representam as indústrias de todos os portes, tanto grandes cervejarias quanto os novos negócios que se apresentam no Brasil, como é o caso dos brew pubs.”

Leandro Spaniol, coordenador de marketing da empresa de refrigeração Zero Grau, que expôs pela primeira vez no evento, concorda: “A feira reuniu desde o cervejeiro que está começando e o empreendedor de médio porte, que já precisa ampliar o negócio, até as cervejarias maiores, que estão pensando em franquias, por exemplo”. “A qualidade dos visitantes é ótima”, atestou Volmir Roberto Gava, diretor da fabricante de equipamentos Egisa. “São pessoas focadas no segmento - compradores, técnicos, cervejeiros, empreendedores – e para nós é muito bom que a feira seja focada e bem dirigida”.


Dentro deste cenário, a presença de expositores de toda a cadeia produtiva foi fundamental para atender à demanda de um público cada vez mais qualificado e profissionalizado. Além das ramificações tradicionais, como maquinários e equipamentos, insumos e embalagem, a Brasil Brau contou com um importante rol de serviços, consultoria e educação, higiene bioquímica e ambiental, biotecnologia e instrumentos de medição e análise.

Atrações de conteúdo

Uma das novidades de 2019 foi a estreia do Brewer Lounge, novo formato de divulgação e interatividade de expositores com seu público-alvo. No espaço, localizado no centro da feira, especialistas apresentaram conteúdo, unindo abordagem técnica com degustação orientada de cervejas em prol do debate de boas práticas, processos de produção, usabilidade de produtos e serviços. Entre os especialistas que participaram dos painéis, Rodrigo Baruffaldi, cervejeiro da Overhop que produz na cervejaria Antuérpia, falou sobre o futuro da cervejaria cigana no Brasil, debatendo modelos bem-sucedidos e novas estratégias para este tipo de negócio, e o sommelier Carlo Bressiani, da Escola Superior de Cerveja e Malte, conversou sobre gestão de custos para cervejarias, apresentando ferramentas que otimizam o desempenho da organização. O espaço contou também com uma palestra oferecida pela McPack, em que Juancho Tabangay, diretor de vendas globais da Chart Inc. para todos os modelos de dosadores, falou sobre nitrobeer – cervejas com nitrogênio líquido.
  
Outra atração foi o tradicional Congresso Brasileiro de Ciência e Tecnologia Cervejeira, já em sua 16ª edição, que teve curadoria de Cilene Saorin – uma das primeiras mestras-cervejeiras do Brasil, com mais de 20 anos de experiência – e da sommelière Rafa Brunetto. A programação incluiu palestras de mestres como o lendário Randy Mosher (EUA), autor da bíblia cervejeira “Radical Brewing”, e o alemão Tobias Fischborn, PhD em cerveja e um dos maiores especialistas do mundo em leveduras, além de uma mesa redonda com os especialistas Luís Celso Jr., do Bar do celso, Heloisa Lupinacci, do Estadão, Bob Fonseca, da revista Menu, e Raphael Rodrigues, do AllBeers, que discutiram tendências cervejeiras e destaques para a próxima temporada.

Prêmio consagrou os destaques

O III Prêmio Brasil Brau de Gestão de Negócios em Cerveja, contribuição da feira para incentivar a valorização e profissionalização das marcas, marcou o encerramento da feira homenageando os profissionais e empresas que se destacaram em diferentes categorias da produção. O primeiro lugar em Design de Embalagem foi para a Cervejaria Tarantino, com o trabalho “Fábrica de Ideias Brasileiras”. Na categoria Sustentabilidade, venceu a parceria entre Allegra e BLUE ITS, pelo projeto “O Dióxido de Cloro TwinOxide como Ferramenta de Redução do Índice de Consumo de Água em Microcervejarias”. A Revista da Cerveja recebeu o prêmio de Comunicação da Cultura das Cervejas pela terceira vez consecutiva graças a seu registro da evolução da cerveja brasileira (Henrique Oliveira, com seu livro mineiro de cervejas, levou a segunda colocação), enquanto a CIA de Brassagem do Brasil levou o primeiro lugar na categoria Responsabilidade Social.

Na premiação do júri popular, que teve participação do público com quase 2 mil votos, Roberto Leão foi eleito o melhor Mestre Cervejeiro Brasileiro entre os mais de 140 profissionais indicados, e Heitor Silva foi escolhido entre 80 nomes como Sommelier Brasileiro de Cervejas. A Dádiva, representada no palco pela sócia-fundadora Luiza Tolosa, ganhou o prêmio de Melhor Cervejaria. Nas categorias que premiam os fornecedores do setor, a Egisa foi eleita Melhor Fornecedora de Equipamentos e a Agraria levou o troféu de Melhor Fornecedora de Insumos. Abaixo o ranking completo da premiação:

DESIGN DE EMBALAGEM
  
1º lugar: Cervejaria Tarantino com o trabalho Fábrica de Ideias Brasileiras

2º lugar (empatadas): Cervejaria Pratinha com a embalagem da cerveja Birudô e Lohn Bier com a New Zealand Pilsner

3º lugar: WE Consultoria com a embalagem de lúpulo BWS Insumos

SUSTENTABILIDADE

1º lugar: Allegra e BLUE ITS com o trabalho “O Dióxido de Cloro TwinOxide como Ferramenta de Redução do Índice de Consumo de Água em Microcervejarias”

2º lugar (empatados): Cervejaria Tarantino com o trabalho “Sustentabilidade Cervejeira” e Lohn Bier com suas ações em prol do meio ambiente

COMUNICAÇÃO DA CULTURA DE CERVEJAS

1º lugar: Revista da Cerveja (“Registrando a evolução da cerveja brasileira”)

2º lugar: Editora Autêntica (“Cervejas Mineiras: da imigração ao copo”)

3º lugar: Farofa Magazine (site Farofa Magazine)

RESPONSABILIDADE SOCIAL

1º lugar: CIA de Brassagem Brasil (cerveja colaborativa com os vencedores da 2ª Edição do Prêmio Brasil Brau)

2º lugar: Lohn Bier (ações sociais ao longo do ano de 2018)

3º lugar: Cervejaria Tarantino (case Tarantino – ações sociais)

PREMIAÇÃO JÚRI POPULAR

 Mestre Cervejeiro Brasileiro: Roberto Leão
Sommelier Brasileiro de Cervejas: Heitor Silva
Melhor Cervejaria: Dádiva
Melhor Fornecedor de Equipamentos: Egisa
Melhor Fornecedor de Insumos: Agraria
  
Durante a feira, profissionais do setor que circularam pela Brasil Brau também foram convidados a votar no Melhor Lançamento e no Estande Mais Bonito. Para o público, o ambiente mais marcante foi o da Prozyn, especializada em tecnologia de enzimas, que montou um estande com clima de bar, enquanto a LNF teve seu lúpulo Sabro eleito o melhor lançamento.


Fonte: https://brasilbrau.com.br//releases/23

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Corona em latas


Com lata e 600 ml, Ambev reposiciona Corona — e vendas disparam no Brasi

Brasil já é o segundo maior mercado da cerveja mexicana no mundo; agora começa a testar embalagens de 600 ml, numa disputa acirrada do mercado premium com a Heineken.

Do Réveillon de São Miguel dos Milagres para o happy hour dos faria limers. Antes lembrada quase que unicamente pelos momentos de relaxamento na praia, a Corona virou a principal aposta da Ambev na disputa pelo mercado de cervejas premium.

 Por muito tempo, a concorrente Heineken liderou o segmento com folga — mas, nos últimos cincos anos, ele também tem se tornado o carro-chefe de crescimento da dona da Skol e da Brahma. Desde 2019, os rótulos de maior valor agregado triplicaram em vendas.

Em 2024, a cerveja mexicana é o rótulo de maior crescimento da Ambev. Apenas no primeiro trimestre o salto foi de 70% em comparação com o mesmo período do ano passado. Agora, o Brasil se tornou o maior mercado da Corona fora do México, seu país de origem. Há três anos, era apenas o quinto mercado.

Mais informações e fonte: https://exame.com/insight/com-lata-e-600-ml-ambev-reposiciona-corona-e-vendas-disparam-no-brasil/p 

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Expocachaça & Brasil Bier 2019


Expocachaça 2019 apresenta oportunidades para novos negócios ao setor




Olá pessoal! 

Segue vídeo rápido sobre esta feira que é um símbolo nacional em terras mineiras! Sobre a tutela de José Lúcio Mendes e Luís Vicente, o Expocachaça é o melhor evento de cachaças do setor. 

Saiba mais! A feira vai até Domingo em Belo Horizonte.

Nesse meio tempo, degustamos a cerveja campeã do Concurso mestre cervejeiro Eisenbahn! Um show!


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