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quarta-feira, 6 de maio de 2026

Three Cents Soda

Three Cents: A Revolução Grega que Elevou o Nível da Coquetelaria Mundial

Se você frequenta os melhores bares de coquetelaria ou gosta de preparar seus próprios drinks em casa, provavelmente já se deparou com uma garrafa de design retrô e cores vibrantes chamada Three Cents. Mas o que faz dessa marca grega a nova "queridinha" de bartenders ao redor do globo?

Nascida em 2014, a Three Cents não surgiu em uma sala de reuniões corporativa, mas sim atrás do balcão. Quatro bartenders gregos — George Bagos, Dimitris Dafopoulos, George Tsirikos e Vassilis Kalantzis — sentiam falta de mixers que não perdessem a carbonatação rapidamente e que tivessem sabores naturais e autênticos. O resultado foi uma linha de sodas premium que mudou a forma como encaramos bebidas mistas.

O Resgate dos "Três Centavos"

O nome é uma aula de história líquida. Durante a Grande Depressão nos EUA, as famosas soda fountains (refrigerantes) vendiam água com gás pura por dois centavos (Two Cents Plain). Quem podia gastar um pouco mais — exatos três centavos — recebia a água com a adição de um xarope saborizado.

Afinal, por que ela é diferente? Enquanto refrigerantes comuns focam no açúcar, a Three Cents foca na ciência das bolhas. As bebidas são engarrafadas com uma carbonatação muito superior à média, garantindo que o drink permaneça efervescente até o último gole, com ingredientes reais, ou seja, nada de aromas artificiais. Na Pink Grapefruit Soda, por exemplo, você sente o óleo essencial da casca da toranja fresca, isso com zero conservantes, de forma a traduzir em um produto limpo, feito para respeitar o destilado com o qual será misturado.

O Fenômeno da Paloma


Se hoje a Paloma (tequila, limão e soda de grapefruit) é um dos drinks mais pedidos do mundo, muito se deve à Three Cents. Sua Pink Grapefruit Soda foi eleita por especialistas como o mixer definitivo para este clássico, equilibrando o amargor cítrico com a doçura exata. Além dela, a marca oferece joias como a Aegean Tonic (com toques de pepino e ervas do Mediterrâneo) e a Ginger Beer, que traz o picante natural do gengibre fermentado, ideal para um Moscow Mule de respeito.


Veredito Ave Cesar: para nós, que valorizamos a excelência em cada gole — seja na cerveja ou nos destilados — a chegada e consolidação da Three Cents prova que os detalhes fazem toda a diferença e movem tendências. Se o objetivo é um drink com frescor intenso e sabor de verdade, o investimento nesses "três centavos" vale cada gota. Imagino esse refrigerante com os insumos especiais da Monin. Devem ficar excelentes e curiosos de se tormar. Atualmente a marca pertence a Coca-Cola.

Cheers!

Foto: Coca-Cola (https://ch.coca-colahellenic.com/en/media/news-and-stories/brands-and-products/2024-the-year-of-three-cents#carousel-76aa62c246-item-939fcfd88f-tabpanel)


quarta-feira, 16 de abril de 2025

Refrigerante Artesanal

 


Mercado de refrigerantes artesanais

Neofeed mencinou em um recente artigo que diz o seguinte: “sucesso nas redes sociais o refrigerante da casa é a nova cerveja artesanal”.

Conhecida como soda italiana, a bebida a base de xarope água com gás ganha os restaurantes brasileiros não demora muito a dor de soda fenômeno nos Estados Unidos também chega ao Brasil.

Antes do jovem editor deste pequeno blog citar a reportagem, fiquei agraciado com o seu conteúdo, pois retrata muito bem o consumo do jovem brasileiro que se é um pouco diferente do consumidor adulto acima dos 40 anos. 

Essa geração teve, em sua infância, o refrigerante visto como um "prêmio a ser consumido", somente nos fins de semana. Se tratava de uma iguaria da criançada. Talvez essa dificuldade de poder tomar um refresco gasoso, fez com que o brasileiro pós-40 anos tenha apegado ao um refrigerante, sobretudo (e curiosamente) os regionais.

Apesar das grandes engarrafadoras como Coca-cola e Ambev, pequenos fabricantes de refrescos mantêm a tradição ou ainda marcaram época. Quem é de Minas Gerais por exemplo, não abre mão do refrigerante Mate Couro, do Artemis, do Guaranita, do Abacatinho, do Mineirinho, do Guarapan, etc, em uma festa de aniversário ou ainda tem saudosismo dos refrigerantes Gato Preto, Alterosa, Cacique; do Crush, do Baré, do Del Rey, do Guaraná Rádio e tantos outros que marcaram a memória.

Reproduzindo o artigo, é dito neste que, o brasileiro é louco por refrigerante. A bebida responde por 79% dos produtos em álcool produzidos no país, o que inclui toda sorte de sucos industrializados, água de coco e até kombucha, segundo levantamento do Ministério da Agricultura.

Assim como houve uma onda de produção de cerveja artesanal, que ainda não acabou, refrigerantes sem garrafa, rótulo, ou tampinha, tem conquistado espaço nas mesas dos restaurantes lanchonetes e bares de grandes centros brasileiros, especialmente do Rio de Janeiro e em São Paulo.

Borbulhantes como seus primos mais famosos, são produzidos de forma artesanal, a partir da mistura de xarope e água com gás que aparecem com sabores mais inusitados.

A onda é global no relatório de tendências Pinterest Predicts2025, divulgado no começo do ano, A Rede Social Pinterest prevê que os millennials e a geração z farão os refrigerantes saírem das latinhas, um movimento nostálgico, escorada e receitas caseiras. O termo “refrigerante de frutas”, atesta o estudo, registrou um aumento de 185%, nas buscas, enquanto termo “refrigerante caseiro” cresceu 40%. (...)



Receitas próprias


Xaropes prontos como os das marcas Monin e Fabbri, muito usados pelos bartenders, oferece uma vasta gama de sabores. Mas os chefes de restaurantes gastronômicos, aqueles que se destacam pela cozinha criativa, não desperdiçam a chance de produzir a própria receita. E não importa de que país vem a inspiração.

Meus comentários: Já produzi diversos refrigerantes com a linha de xaropes Monin, cuja loja em Belo Horizonte, fui convidado a conhecê-la. Dos mixes efetuados usei água gasosa, em três formas: a água em garrafas pet tradicionais, adquiridas em supermercados; a água fabricada sob pressão em container específico, como o Soda Stream; ou ainda, sob envase direto em barril, passando por chopeira e bombeamento em gás carbono em cilindro a dois (2) bar de pressão. Esse último, tirar o refrigerante diretamente do barril inox, (semelhante a um post-mix) ficou surpreendente. Gelado a 0grau Célsius, pronto para consumo, na dose certa. A experiência tem sido positiva também para bebidas com adição de álcool, como gin, vodka ou ainda a nossa tradicional cachaça. Algo bem no estilo RTD - Ready to Drink.



Saiba mais em: Sucesso nas redes sociais, o refrigerante da casa é a nova "cerveja artesanal" - NeoFeed

sexta-feira, 22 de novembro de 2024

PEPSI


Food deserves PEPSI


Que comercial incrível (e irritante ao mesmo tempo), com uma dose de humor negro instigante. Trata-se da nova propaganda da Pepsi frente a sua maior concorrente, a Coca-Cola. Os artistas (atores) trocam literalmente os copos dos clientes dentro de restaurantes, dizendo que o sabor é mais potente do que aquele que o consumidor está tomando. Um marketing no estilo americano de se ver.

Sem delongas, assista "Pespi undecorver Cups", em português "Copos Disfarçados de Pepsi".  




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