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segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Heineken Bar em Casa

 

Uma imagem contendo pessoa, no interior, mulher, frente

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

Campanha de Heineken e Electrolux foca na experiência de bar em casa

A campanha foi criada pela agência LePub e tem como foco a experiência de consumo da Heineken Keg 5 litros no ambiente doméstico. O conceito “Star Serve em casa” apresenta o ritual de servir a bebida no lar, destacando novos hábitos de convivência e consumo.

Diferentemente de campanhas tradicionais com celebridades como porta-vozes, a ação utiliza as residências das personalidades como cenário principal. Fernanda Paes Leme é a primeira participante e apresenta a Electrolux Home Bar como o “novo celebrity da casa”.

Os conteúdos previstos incluem vídeos em estilo ASMR, tutoriais e demonstrações do produto, com destaque para temperatura, capacidade, facilidade de uso e integração do equipamento (Chopeira) à decoração. “Nosso objetivo com a campanha foi transformar a experiência de consumo em casa em algo tão especial quanto estar em um bar. Com a Heineken Keg e a ElectroluxHome Bar, mostramos que o ritual do Star Serve pode acontecer no espaço mais pessoal e autêntico: a casa das pessoas. É sobre criar momentos únicos e elevar a forma como nos conectamos com os amigos”, afirma Laura Esteves, CCO da LePub São Paulo.


No ambiente digital, a estratégia inclui séries de stories, carrosséis e divulgações da promoção Celebrity House com Electrolux Home Bar. Para participar, os consumidores devem se inscrever no site da campanha para receber um número da sorte. O cadastro de nota fiscal de compras de Heineken  a partir de R$ 30 gera números adicionais, com pontuação dobrada em compras da Heineken Keg 5 litros.

O vencedor poderá levar três convidados para um fim de semana na Casa Figa, em Salvador, e também receberá uma Electrolux Home Bar e um barril Heineken  Keg 5 litros para uso próprio.

Saiba mais sobre a cervejeira: Pré Lançamento Home bar | Electrolux

Promoção Heineken Celebrity House: MyPromo Heineken® - Home

domingo, 30 de novembro de 2025

Mercado de Cervejas Artesanais 2025


Cervejas artesanais fora da geladeira: um reflexo da queda do poder aquisitivo e da mudança no consumo

Nos últimos anos, as cervejas artesanais conquistaram espaço nas prateleiras dos supermercados, atraindo consumidores em busca de qualidade, sabor diferenciado e experiência. No entanto, um fenômeno recente chama atenção: enquanto permanecem nas gôndolas, as geladeiras — espaço premium para bebidas prontas para consumo — são dominadas por marcas produzidas em larga escala. Esse cenário revela muito mais do que uma simples preferência: é um retrato da conjuntura econômica brasileira.

O espaço na geladeira: símbolo de consumo imediato

As geladeiras dos supermercados representam conveniência e desejo imediato. Estar ali significa maior visibilidade e maior chance de venda por impulso. Quando as cervejas artesanais não ocupam esse espaço, indica que o consumidor médio está priorizando preço e praticidade, deixando de lado produtos premium.

Fatores econômicos que explicam a mudança são a inflação persistente: o aumento contínuo dos preços dos alimentos e bebidas pressiona o orçamento familiar. Produtos considerados especiais, como cervejas artesanais, são os primeiros a sair da lista. A queda do poder aquisitivo é outro fator. Os salários não acompanham a inflação, e o consumidor busca otimizar gastos. Atualmente, há o agravante da inadimplência elevada. Com mais famílias endividadas, há menos margem para consumo aspiracional. O preço das bebidas também é outro fator: enquanto uma cerveja artesanal pode custar 3 a 5 vezes mais que uma cerveja industrial, a diferença pesa no bolso. A briga entre as marcas premium de larga escala, como Heineken, Spaten, para a manutenção do market share, cria uma luta por espaço nas geladeiras, deixando as artesanais sem lugar no freezer.

Mudança no comportamento do consumidor

O consumidor brasileiro, que antes buscava experiências diferenciadas, hoje tem priorizado o custo-benefício. As marcas tradicionais oferecem preços competitivos, promoções e embalagens econômicas, tornando-se a escolha dominante. Há ainda uma mudança no perfil do consumidor quanto ao uso de bebidas alcóolicas. Há uma procura para produtos não-alcóolicos, de baixa caloria, ou ainda substitutos das cerveja, como bebidas prontas, conhecidas por RTD - Ready to Drink.

Impacto para o mercado de cervejas artesanais

Há uma certa redução de vendas em supermercados, observada por um menor giro nas gôndolas e ausência nas geladeiras. O setor ainda sobrevive com a migração para nichos específicos, como lojas especializadas, bares temáticos e e-commerce podem se tornar os principais canais. Nesse sentido, o mercado vem apresentando uma demanda constante de adaptação, tendo como estratégias o uso de embalagens menores, preços e promoções que aumentem a acessibilidade e parcerias, como logística e compras conjuntas e serviços compartilhados entre parceiros cervejeiros, fusões e aquisições no setor. Uma séria ações visado manter a sustentabilidade do negócio, evitando riscos de falência ou concordata.

Para mitigar os riscos de mercado enfrentados pelos produtores de cervejas artesanais, diante da queda do poder aquisitivo e da concorrência com marcas industriais, é essencial adotar estratégias que combinem redução de custos, inovação e diversificação de canais.

 A seguir estão algumas soluções práticas:


Cheers!



quarta-feira, 5 de março de 2025

Carnaval 2025 e o mercado de cervejas


Brasileiros consomem mais de 1 bilhão de copos de cerveja no Carnaval

Durante os cinco dias de folia, o consumo de cerveja no país atingiu níveis recordes.

Por Viviane Setragni

O Carnaval de 2025 no Brasil registrou um consumo impressionante de cerveja, ultrapassando a marca de 1 bilhão de copos durante os cinco dias de festividades. O volume equivale a aproximadamente 15 bilhões de litros por ano, com uma média diária de quase 42 milhões de litros, suficientes para encher 220 milhões de copos do tipo americano, comuns em bares de todo o país.

Apesar da alta no consumo, os foliões enfrentaram um aumento nos preços das bebidas. A chamada "cesta do carnaval", que inclui itens como cerveja e outras bebidas alcoólicas, registrou uma alta de 9,3% em 2025, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Esse reajuste é o maior desde 2022, quando a variação foi de 20%.

Fonte e saiba mais em: https://www.portalaz.com.br/noticia/economia/78461/brasileiros-consomem-mais-de-1-bilhao-de-copos-de-cerveja-no-carnaval/

sexta-feira, 28 de junho de 2024

Cerveja não é pecado


Cervejarias artesanais criam site para promover petição contra o imposto do pecado.

O site oficial da petição contra a Lei do Pecado, https://cervejanaoepecado.com.br/ é uma iniciativa destinada a expressar ao governo a discordância do povo em relação ao aumento de impostos sobre as cervejarias de pequeno porte. Neste espaço, o cidadão terá a oportunidade de adicionar sua voz a milhares de outras pessoas que acreditam que a taxação excessiva é injusta e prejudicial para a indústria cervejeira e para os consumidores no Brasil, o termo “imposto dopecado” se refere à proposta de um imposto seletivo sobre bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como:

* Cigarros: A tributação sobre cigarros já existe no Brasil, mas a proposta visa aumentar a alíquota e abranger também charutos, cigarrilhas e cigarros artesanais.

* Bebidas alcoólicas: O projeto prevê a criação de faixas de tributação de acordo com o teor alcoólico da bebida, com alíquotas mais altas para bebidas com maior teor.

* Bebidas açucaradas: Refrigerantes, sucos artificiais e outras bebidas com alto teor de açúcar também estão no radar do imposto seletivo.

* Veículos poluentes: Carros, motos, caminhões e outros veículos que emitem muitos gases poluentes serão taxados de acordo com o nível de emissão.

* Exploração de recursos minerais: A extração de minério de ferro, petróleo e gás natural também pode ser alvo do imposto seletivo, com alíquota máxima de 1%.

Segundo o site, a proposta de inserir um imposto sobre a cerveja, conhecida como Imposto do Pecado, é uma medida que desperta preocupação e descontentamento entre os apreciadores dessa bebida e os produtores do setor. Neste texto, é discorrido sobre os motivos pelos quais discorda-se veementemente desse imposto, destacando os impactos negativos que ele trará para a indústria cervejeira e para os consumidores.

Valorização da cultura e da diversidade: A cerveja artesanal, produzida em menor escala e feito localmente, é uma expressão cultural e um patrimônio do nosso país. Um em cada sete municípios brasileiros tem uma cervejaria local.

Impacto econômico negativo: A indústria cervejeira artesanal tem experimentado um crescimento significativo nos últimos anos, gerando mais de 2 milhões de empregos diretos e indiretos e movimentando mais de 50 bilhões de arrecadação de impostos e movimentando negócios locais e familiares. Ao impor um imposto sobre a cerveja artesanal, corre-se o risco de sobrecarregar os produtores e dificultar o acesso a esse mercado para novos empreendedores. Isso pode levar ao fechamento de pequenas cervejarias e à perda de postos de trabalho, prejudicando o desenvolvimento econômico de regiões inteiras.

Prejuízo para os consumidores: A cerveja é apreciada por sua qualidade, sabor e variedade. Ao adicionar um imposto sobre essa bebida, o seu preço final ao consumidor será afetado, tornando-a menos acessível para muitos apreciadores. Além disso, essa medida pode desencorajar o consumo responsável, pois o aumento de preço pode levar algumas pessoas a optarem por produtos de menor qualidade ou até mesmo incentivar o consumo clandestino. A cerveja é a bebida da moderação, é a bebida mais apreciada pelo brasileiro, sua variedade de estilos que usam até frutas brasileiras garante qualidade diferenciada mundo afora.

Desincentivo à produção sustentável: Muitas cervejarias, inclusive as pequenas e micro cervejarias, também chamadas de artesanais, tem como princípio a produção sustentável. O aumento de impostos pode colocar em risco essas práticas, uma vez que os custos de produção serão elevados, tornando mais difícil para as cervejarias manterem seus padrões de sustentabilidade. Isso seria um retrocesso para a indústria e para o meio ambiente. 

A imposição de um imposto sobre a cerveja é uma injustiça com um dos mais importantes setores da economia. O setor promove campanhas pelo consumo consciente e responsável. Desenvolve inclusão social com programas de capacitação de garçons de bares e restaurantes. Segundo números oficiais do Ministério da Agricultura, há 1847 cervejarias no Brasil, que vem crescendo anualmente com o importante número de pequenas cervejarias artesanais que promovem a economia com eventos, gastronomia e cultura local.

Caso queiram saber mais sobre o tema: https://cervejanaoepecado.com.br/ 

Meus grifos: não é novidade que cerveja e automóveis são política de governo. O último aumento de tributos dessa natureza foi o famoso 2% adicionais de ICMS para  o "Fundo Estadual de Combate e  erradicação da pobreza". Os resultados desse aumento estão por ai. Quem encontrar, cite nos comentários.

#avecesarco #pelosatelite #consumodecervejas #impostodopecado #erradicacaodapobreza

domingo, 8 de dezembro de 2013

Mercado de cerveja no Brasil 2013 - 2014

Consumo de cerveja cai em 2013, mas 2014 promete

No sistema de rastreamento da Receita Federal – Sicobe – a produção de cerveja no Brasil caiu de 13, 7 bilhões de litros no ano passado para um pouco mais de 12,0 bilhões em 2013. Queda expressiva para um setor só apresentava crescimento nos últimos anos. Antes, havia a previsão de que o desempenho do setor pudesse ser um pouquinho melhor, alcançar o empate com o ano anterior.

O sentimento de que não vai dar nem para empatar foi ganhando força quando a produção de bebidas não reagiu no segundo semestre, conforme cogitavam os mais otimistas. Em setembro, as fabricantes conseguiram adiar, por prazo ainda indefinido, o aumento dos impostos federais que estava previsto para vigorar a partir de outubro.


As apostas das cervejarias para voltar a crescer em volume se concentram no próximo ano. Se a demanda dos consumidores ainda não mostra sinais de retomada, pelo menos o calendário de 2014 traz uma promissora combinação de Carnaval tardio, estendendo o verão que no Brasil é sinônimo de maior vendagem de cerveja, com a Copa do Mundo a partir de junho. Diante do ambiente de consumo retraído, o crescimento do setor de cervejas está sendo puxado pelos aumentos de preços e pela estratégia de ampliar a participação de produtos premium. Um nicho que ainda tem grande potencial de crescimento no Brasil.
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